Aula1o 110225155828-phpapp02

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Aula1o 110225155828-phpapp02

  1. 1. ENFERMAGEM Prof. Maria Cristina Rossi do Espirito santo
  2. 2. O que é Enfermagem? “Enfermagem é a ciência e a arte de assistir o ser humano (indivíduo, família e sociedade) no atendimento de suas necessidades básicas; de torná-lo independente desta assistência, quando possível, pelo ensino do auto cuidado; de recuperar, manter e promover a saúde em colaboração com outros profissionais.”
  3. 3.  Ciência: Estudo e pesquisa, descobertas, evolução;
  4. 4.  Exames imagens (tomografia, ressonância);  Tratamento câncer;  Descobertas de novas doenças;  Tratamentos novos; antibióticos, antivirais;  Tecnicismo  Questionamentos bioética:  Concepção:  Como ter os filhos que não posso?  Como não ter, quando eu posso?  Morte: eutanásia, distanasia, morte com dignidade;  Transplantes;
  5. 5. arte
  6. 6.  Arte: Cuidar: Relações Humanas Empatia Conhecimento Humildade Sensibilidade
  7. 7.  De assistir o ser humano (indivíduo, família e sociedade)
  8. 8. No atendimento de suas necessidades humanas básicas;
  9. 9.  De torná-lo independente desta assistência, quando possível, pelo ensino do auto cuidado;
  10. 10.  De recuperar, manter e promover a saúde em colaboração com outros profissionais
  11. 11. Enfermagem A enfermagem é considerada uma ciência e arte, que se fundamenta num corpo de conhecimentos e práticas, abrangendo desde o estado de saúde ao estado de doença, baseando-se em atitudes pessoais, profissionais, científicas, éticas e políticas do cuidar de seres humanos.
  12. 12. Enfermagem  No passado, as pessoas que prestavam cuidados aos doentes baseavam-se na solidariedade humana, misticismos e crendices.
  13. 13. Enfermagem  Atualmente, o profissional de Enfermagem aprofunda-se em aspectos científicos, tecnológicos e humanísticos, tendo como centro de suas atividades, o  “CUIDAR DO SER HUMANO”.
  14. 14.  A Enfermagem preocupa-se com a care. (cuidado)  A medicina preocupa-se com a cure. (doença)
  15. 15. O que é adoecer?
  16. 16. O que é o perder o direito de ir e vir?
  17. 17. Quem cuidará de nós?
  18. 18. Quem nos ouvirá?
  19. 19. Quem nos acolherá?
  20. 20. Quem vai nos levar pelo corredor?
  21. 21. Reflexões Enfermagem
  22. 22. Momentos???  Momentos fáceis e difíceis! Alegres e tristes!
  23. 23. Um diagnóstico?  Não deve ser nada!  O médico se enganou!
  24. 24. Sentimento gerado: raiva!! desespero! angustia! desesperança
  25. 25. Ansiedade! O que outrora era assim! Ficou assim!!!
  26. 26. Ansiedade
  27. 27. Morte!  Medo!!! Solidão!!!
  28. 28. Como ajudar?
  29. 29. Cada um tem o seu papel!!!!
  30. 30. Esperança
  31. 31. Cuidar  Cuidar é circular pela dor do outro!!  Requer amadurecimento!!  Requer atitudes!!!
  32. 32. CUIDAR!!!  Não devemos somente cuidar da demanda técnica mas também a do humano!!
  33. 33. Cuidar Requer  TRANSDISCIPLINARIDADE!!!  GLOBALIZAÇÃO!!!
  34. 34. Diferentes Fases da vida
  35. 35. Humanização / Sensibilização
  36. 36. Dimensões Éticas do Cuidar!  O exercício profissional é pautado nas dimensões:  A dimensão ética permeia todas as situações!!  A ética deve ser vivida!!  A ética deve ser sentida!! DIMENSÃO ÉTICA DIMESÃO TÉCNICA
  37. 37. Quando?  Ao coletar um exame;  Ao medicar;  Ao dar banho;  Ao realizar curativo;  Ao se comunicar; ao orientar!!!
  38. 38. Com a globalização ocorre  Competição  Individualismo  Exclusão
  39. 39. Novo modelo profissional  Competência humana Inclusão Solidariedade Ética
  40. 40. Competência
  41. 41. Competência
  42. 42. Competência Conhecimento (saber) Postura (saber ser) Habilidade (saber fazer)
  43. 43. Conhecimento Vontade Postura Atitude Capacidade/ habilidade ETICA
  44. 44. CATEGORIAS PROFISSIONAIS
  45. 45. CATEGORIAS PROFISSIONAIS  AUXILIARES DE ENFERMAGEM  TÉCNICOS DE ENFERMAGEM  ENFERMEIROS
  46. 46. QUEM É O ENFERMEIRO I. O titular do diploma de Enfermeiro, conferido por instituição de ensino (SUPERIOR), nos termos da lei; II. O titular do diploma ou certificado de Obstetriz ou de Enfermeira Obstétrica, conferidos nos termos da lei;
  47. 47. ENFERMEIRO EXIGENCIAS  DIPLOMA REGISTRADO NO ORGÃO COMPETENTE  CARGA HORÁRIA MÍNIMA
  48. 48. TÉCNICO DE ENFERMAGEM EXIGENCIAS I - O titular do diploma ou do certificado de Técnico de Enfermagem, expedido de acordo com a legislação e REGISTRADO NO ÓRGÃO COMPETENTE;  2º GRAU COMPLETO  CARGA HORÁRIA MÍNIMA DE 1800 HORAS
  49. 49. QUEM É O AUXILIAR DE ENFERMAGEM EXIGENCIAS  I – o certificado de Auxiliar de Enfermagem conferido por instituição de ensino, nos termos da Lei e REGISTRADO NO ÓRGÃO COMPETENTE;  1º GRAU COMPLETO  CARGA HORÁRIA MÍNIMA DE 900 HORAS
  50. 50. LEI FEDERAL 9.394/96 DECRETO FEDERAL 5.154/04 Ind. CEE 08/2000 MODULO I (1º semestre) Micro e parasito 51 horas Anatomia e fisiologia 51 horas Informática 34 horas NPS 17 horas Enf Saúde Coletiva I 51 horas Ética e psico aplicada 51 horas HST 34 horas Introdução Enf 204 horas
  51. 51. MODULO II (2º Semestre) Enfermagem em Saúde do Adulto: Situações Clínicas 68 Enfermagem em Saúde do Adulto: Situações Cirúrgicas 68 Enfermagem e C. de Mat. Esterilizado 34 Farmacologia 34 Estágio Superv. de Introdução à Enfermagem 140 Estágio Superv. em Saúde do Adulto: Situações Cirurgicas 40 Estágio Superv. em Saúde Coletiva 40 Estágio Superv. e CC. Central de Mat. Esterilizado 40 Estágio Superv. em Saúde do Adulto: Situações Clínicas 40
  52. 52. Módulo II (3º semestre) Dietoterapia 17 Enfermagem na Assist. à Saúde da Mulher 68 Enf. em Saúde da Criança/Adolescente 51 Enfermagem em Saúde do Idoso 34 Enfermagem em Saúde Coletiva II 51 Ética Profissional 34 Enfermagem em Saúde Neonatal 51 Estágio Superv. em Saúde Coletiva II 40 Estágio Superv. em Saúde da Criança/Adolescente 40 Estágio Superv. em Saúde da Mulher 40 Estágio Superv. em Saúde Neonatal 40 Carga Horária Total (Módulo I + II ) Auxiliar de Enfermagem 1463
  53. 53. Módulo III (4º semestre) Introdução ao Trabalho Científico 34 Enfermagem na Assistência ao Paciente Crítico 68 Organização do Processo de Trabalho 68 Enfermagem em Saúde Mental 51 Estágio Superv. em Saúde Mental 40 Estágio Superv. em Paciente Crítico 40 Estágio Superv. em Pronto Socorro 40 Estágio superv. em Org. Proc. Trab. 40 Técnico de Enfermagem Carga Horária Total (Módulos I + II + III) 1844
  54. 54. ENFERMEIRO TÉCNICO DE ENFERMAGEM AUXILIAR ENFERMAGEM
  55. 55. FUNÇÕES DAS DIVERSAS CATEGORIAS
  56. 56. FUNÇÕES DO AUXILIAR DE ENFERMAGEM I - Preparar o paciente para consultas, exames e tratamentos; II - Observar, reconhecer e descrever sinais e sintomas, ao nível de sua qualificação; III - Executar tratamentos especificamente prescritos, ou de rotina, além de outras atividades de Enfermagem, tais como:
  57. 57. FUNÇÕES DO AUXILIAR DE ENFERMAGEM a) Ministrar medicamentos por via oral e parenteral; b) Realizar controle hídrico; c) Fazer curativos; d) Aplicar oxigenoterapia, nebulização, enteroclisma, enema e calor ou frio; e) Executar tarefas referentes à conservação e aplicação de vacinas; f) Efetuar o controle de pacientes e de comunicantes em doenças transmissíveis;
  58. 58. FUNÇÕES DO AUXILIAR DE ENFERMAGEM g) Realizar testes e proceder à sua leitura, para subsídio de diagnóstico; h) Colher material para exames laboratoriais; i) Prestar cuidados de Enfermagem pré e pós-operatórios; j) Circular em sala de cirurgia e, se necessário, instrumentar; l) Executar atividades de desinfecção e esterilização;
  59. 59. FUNÇÕES DO AUXILIAR DE ENFERMAGEM IV - Prestar cuidados de higiene e conforto ao paciente e zelar por sua segurança, inclusive: a) Alimentá-lo ou auxiliá-lo a alimentar-se; b) Zelar pela limpeza e ordem do material, de equipamentos e de dependência de unidades de saúde; V - Integrar a equipe de saúde;
  60. 60. FUNÇÕES DO AUXILIAR DE ENFERMAGEM VI - Participar de atividades de educação em saúde, inclusive: a) Orientar os pacientes na pós-consulta, quanto ao cumprimento das prescrições de Enfermagem e médicas; b) Auxiliar o Enfermeiro e o Técnico de Enfermagem na execução dos programas de educação para a saúde;
  61. 61. FUNÇÕES DO AUXILIAR DE ENFERMAGEM VII - executar os trabalhos de rotina vinculados à alta de pacientes; VIII - participar dos procedimentos pós-morte.
  62. 62. FUNÇÕES DO TÉCNICO DE ENFERMAGEM I - Assistir ao Enfermeiro: a) No planejamento, programação, orientação e supervisão das atividades de assistência de Enfermagem; b) Na prestação de cuidados diretos de Enfermagem a pacientes em estado grave; c) Na prevenção e controle das doenças transmissíveis em geral em programas de vigilância epidemiológica; d) Na prevenção e controle sistemático da infecção hospitalar;
  63. 63. FUNÇÕES DO TÉCNICO DE ENFERMAGEM e) Na prevenção e controle sistemático de danos físicos que possam ser causados a pacientes durante a assistência de saúde; “i”: participação nos programas e nas atividades de assistência integral à saúde individual e de grupos específicos, particularmente daqueles prioritários e de alto risco (grupo diabetes, grupo hipertensão)
  64. 64. FUNÇÕES DO TÉCNICO DE ENFERMAGEM HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO “o”: participação nos programas de higiene e segurança do trabalho e de prevenção de acidentes e de doenças profissionais e do trabalho; II - Executar atividades de assistência de Enfermagem, excetuadas as privativas do Enfermeiro e as referidas no Art. 9º deste Decreto: III - Integrar a Equipe de Saúde.
  65. 65. FUNÇÕES DO ENFERMEIRO I - Privativamente: a) Direção do órgão de Enfermagem integrante da estrutura básica da instituição de saúde, pública ou privada, e chefia de serviço e de unidade de Enfermagem; b) Organização e direção dos serviços de Enfermagem e de suas atividades técnicas e auxiliares nas empresas prestadoras desses serviços; c) Planejamento, organização, coordenação, execução e avaliação dos serviços da assistência de Enfermagem;
  66. 66. FUNÇÕES DO ENFERMEIRO d) Consultoria, auditoria e emissão de parecer sobre matéria de Enfermagem; e) Consulta de Enfermagem; f) Prescrição da assistência de Enfermagem; g) Cuidados diretos de Enfermagem a pacientes graves com risco de vida; h) Cuidados de Enfermagem de maior complexidade técnica e que exijam conhecimentos científicos adequados e capacidade de tomar decisões imediatas;
  67. 67. FUNÇÕES DO ENFERMEIRO II - Como integrante da equipe de saúde: a) Participação no planejamento, execução e avaliação da programação de saúde; b) Participação na elaboração, execução e avaliação dos planos assistenciais de saúde; c) Prescrição de medicamentos previamente estabelecidos em programas de saúde pública e em rotina aprovada pela instituição de saúde;
  68. 68. FUNÇÕES DO ENFERMEIRO d) Participação em projetos de construção ou reforma de unidades de internação; e) Prevenção e controle sistemático da infecção hospitalar, inclusive como membro das respectivas comissões; f) Participação na elaboração de medidas de prevenção e controle sistemático de danos que possam ser causados aos pacientes durante a assistência de Enfermagem; g) Participação na prevenção e controle das doenças transmissíveis em geral e nos programas de vigilância epidemiológica;
  69. 69. FUNÇÕES DO ENFERMEIRO Cuidados com a Parturiente, Puérpera e RN h) Prestação de assistência de enfermagem à gestante, parturiente, puérpera e ao recém-nascido; i) Participação nos programas e nas atividades de assistência integral à saúde individual e de grupos específicos, particularmente daqueles prioritários e de alto risco; j) Acompanhamento da evolução e do trabalho de parto; l) Execução e assistência obstétrica em situação de emergência e execução do parto sem distocia;
  70. 70. FUNÇÕES DO ENFERMEIRO m) Participação em programas e atividades de educação sanitária, visando à melhoria de saúde do indivíduo, da família e da população em geral; n) Participação nos programas de treinamento e aprimoramento de pessoal de saúde, particularmente nos programas de educação continuada;
  71. 71. FUNÇÕES DO ENFERMEIRO Enfermagem em Higiene e Segurança do Trabalho o) Participação nos programas de higiene e segurança do trabalho e de prevenção de acidentes e de doenças profissionais e do trabalho;
  72. 72. FUNÇÕES DO ENFERMEIRO p) Participação na elaboração e na operacionalização do sistema de referência e contra-referência do paciente nos diferentes níveis de atenção à saúde; q) Participação no desenvolvimento de tecnologia apropriada à assistência de saúde; r) Participação em bancas examinadoras, em matérias específicas de Enfermagem, nos concursos para provimento de cargo ou contratação de Enfermeiro ou pessoal Técnico e Auxiliar de Enfermagem.
  73. 73. ENTIDADES DE CLASSE  CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM (COFEN)  CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM (COFEN)  ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM (ABEn)  SINDICATO
  74. 74. SINDICATO Principais Atribuições  Representa a Enfermagem enquanto classe trabalhadora;  Defende o interesse de seus sindicalizados perante as entidades patronais;  Orienta campanhas de reivindicações salariais, condições de trabalho, etc;
  75. 75. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM ABEn  Fundada em 12 de agosto de 1926.  É uma Entidade de âmbito nacional, de caráter não-governamental e de direito privado, reconhecida como de utilidade pública, desde setembro de 1952.
  76. 76. Associação Brasileira de Enfermagem ABEn Objetivo da ABEn A defesa e a consolidação da Enfermagem como prática social, visando um desenvolvimento político e científico da profissão.
  77. 77. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM ABEn PRINCIPAIS ATRIBUIÇÕES:  Representação política  Aprofundamento da formação educacional  Suporte cultural para a categoria  Promoção de eventos científicos  Projetos culturais
  78. 78. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM ABEn Filiação Optativa: individual e livremente.  Enfermeiros e obstetrizes  Técnicos de Enfermagem  Auxiliares de Enfermagem  Estudantes dos cursos de graduação e de educação profissional de nível técnico
  79. 79. ABEn  É filiada à Federación Panamericana de Profesionales de Enfermeria - FEPPEN, desde 1970, junto à qual representa a enfermagem brasileira.
  80. 80. Associação Brasileira de Enfermagem ABEn Principais atribuições  Representação Política;  Aprofundamento da Formação Educacional;  Suporte cultural para a categoria;  Promoção de eventos científicos;  Projetos culturais;
  81. 81.  CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM COFEN  CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM COREN
  82. 82. COFEN/COREN Principais Atribuições COFEN/COREN São órgãos disciplinadores do Exercício Profissional Fiscaliza e faz cumprir as leis pertinentes ao Exercício Profissional e a Ética de Enfermagem  Disciplina  Defesa  Fiscalização  Órgãos consultivos do Governo; Exercício Profissional
  83. 83. COFEN / COREN Tribunal de Ética, que tem por função:  Dizer quais as pessoas que podem exercer a profissão;  Impedir aquelas que a estiverem exercendo ilegalmente;  Verificar se as pessoas, que exercem legalmente a profissão, estão cumprindo corretamente as obrigações;  Punir as pessoas que ferem a ética profissional com uma das penalidades prevista; Cesarino Jr
  84. 84. CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM (COFEN)  Jurisdição em todo território nacional;  Sede na capital da Republica; COREN: serão subordinados ao COFEN;
  85. 85. Membros Inscritos FILIAÇÃO: OBRIGATÓRIA  Auxiliares de Enfermagem  Técnicos de Enfermagem  Enfermeiros / Obstetrizes
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