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Industrialização mundo e brasil

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Transcript

  • 1. Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 2. PRIMEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL Séc XIX Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 3. PRIMEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL Séc XIX-Transformações econômicas-Acelerada industrialização-Origem na Inglaterra estabilidade política,equipamentos e capital) Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 4. PRIMEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL Séc XIX -Transformações econômicas -Acelerada industrialização -Origem na Inglaterra estabilidade política, equipamentos e capital)- Capitalismo Industrial (2˚Fase do Capitalismo)-Força mecânica à produção  tear mecânico-Máquina a vapor-Do setor têxtil a mecanização estendeu-se à metalurgia,aos transportes, à agricultura e a outros setores deeconomia-As fábricas empregavam grande número de trabalhadores.-Com a construção de trens a vapor e de estradas de ferro, era possível irmuito mais longe, transportando mais mercadorias em tempo muito menor. Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 5. SEGUNDA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL Final Séc. XIX Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 6. SEGUNDA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL Final Séc. XIX-A grande revolução do modo de produzir mercadorias iniciou-se na Inglaterra eespalhou-se para outros países da Europa (França, Alemanha) e para os EUA eJapão. Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 7. SEGUNDA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL Final Séc. XIX-A grande revolução do modo de produzir mercadorias iniciou-se na Inglaterra eespalhou-se para outros países da Europa (França, Alemanha) e para os EUA eJapão.-Meados do Séc XIX, novas invenções surgem: Lâmpada elétrica 1879 Televisão – 1938 Geladeira – 1855 Telefone – 1876 Computador - 1946 Rádio – 1901Grandes modificações ocorreram nas condições de vida das pessoas, navelocidade e na qualidade dos transportes. Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 8. A INDUSTRIALIZAÇÃO : A FORMAÇÃO DA SOCIEDADE DE CLASSES A industrialização é um processo Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 9. A INDUSTRIALIZAÇÃO : A FORMAÇÃO DA SOCIEDADE DE CLASSES A industrialização é um processo Não é uma simples mudança econômica: criação de industria Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 10. A INDUSTRIALIZAÇÃO : A FORMAÇÃO DA SOCIEDADE DE CLASSES A industrialização é um processo É a constituição da ordem social capitalista com o surgimento de duas classes Não é uma simples mudança econômica: criação de industria Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 11. A INDUSTRIALIZAÇÃO : A FORMAÇÃO DA SOCIEDADE DE CLASSES A industrialização é um processo É a constituição da ordem a burguesia social capitalista com o industrial surgimento de duas classes classe operaria Não é uma simples mudança econômica: criação de industria Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 12. A INDUSTRIALIZAÇÃO : A FORMAÇÃO DA SOCIEDADE DE CLASSES A industrialização é um processo É a constituição da ordem a burguesia social capitalista com o industrial surgimento de duas classes classe operaria Não é uma simples mudança econômica: criação de industria Resultado de uma combinação de transformações econômicas, sociais, Industrialização políticas e culturais irreversíveis. Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 13. A INDUSTRIALIZAÇÃO : A FORMAÇÃO DA SOCIEDADE DE CLASSES A industrialização é um processo É a constituição da ordem a burguesia social capitalista com o industrial surgimento de duas classes classe operaria Não é uma simples mudança econômica: criação de industria Resultado de uma combinação de transformações econômicas, sociais, Industrialização políticas e culturais irreversíveis. Formação de uma sociedade de classes Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 14. Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 15. um engenheiro americano chamado Taylor desenvolveu a "organização científica do trabalho". Frederick Taylor -1865-1915 Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 16. um engenheiro americano chamado Taylor desenvolveu a "organização científica do trabalho".Seu objetivo era elevar ao máximo a produtividade das fábricas.Os seus métodos provocaram mudanças significativas nosprocessos industriais. Frederick Taylor -1865-1915 Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 17. um engenheiro americano chamado Taylor desenvolveu a "organização científica do trabalho".Seu objetivo era elevar ao máximo a produtividade das fábricas.Os seus métodos provocaram mudanças significativas nosprocessos industriais.-as tarefas dos operários deveriam ser simplificadas ao máximo, demodo que o seu grau de dificuldade fosse o mínimo possível-O fluxo de produção deveria ser dividido e subdividido até quecada trabalhador só realizasse uma ínfima parte do processo comoum todoos operários não deveriam perder tempopensando sobre o que faziam. Frederick Taylor -1865-1915 Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 18. Ford criou as linhas de montagem na sua fábricade automóveis. Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 19. Ford criou as linhas de montagem na sua fábricade automóveis. As mudanças introduzidas ´por Ford visavam a produção em serie de um produto( o Ford modelo T) para o consumo de massa. Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 20. Ford criou as linhas de montagem na sua fábricade automóveis. As mudanças introduzidas ´por Ford visavam a produção em serie de um produto( o Ford modelo T) para o consumo de massa.Significava renda e tempo de lazer suficientes para Frederick Tayloro trabalhador suprir todas as suas necessidades 1865-1915básicas e a até adquirir um dos automóveisproduzidos na empresa. Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 21. Iniciou-se a era do consumismo: produção em massa para umconsumo em massa Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 22. Iniciou-se a era do consumismo: produção em massa para umconsumo em massaA maquino fatura desenvolveu-se e a produção passou a organizar-se em linha de montagem.O aperfeiçoamento continuo dos sistemas produtivos deu origem a uma divisão do trabalhodetalhada que resultou na diminuição de horas de trabalho. Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 23. esse método tratava o trabalhador como se fosse máquina. Na verdade ele tinha até menos status que as próprias máquinas já que tinha que adaptar o seu ritmo de trabalho ao dos equipamentos. Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 24. Produção FLEXÍVEL (Just in time)Originou-se no Japão, mais precisamente na fábrica de automóveis da Toyota.E uma destas técnicas foi o JIT- Just-In-Time que tem o objetivo de dispor da peça necessária, naquantidade necessária e no momento necessário, pois para lucrar necessita-se dispor doinventário para satisfazer as demandas imediatas da linha de produção.Características:-Trabalhador polivalente; (exerce varias funções na produção);-Leis trabalhistas menos rígidas; (contrato de trabalho)-Enfraquecimento do sindicato (aumento da individualidade em detrimento da coletividade)-Aumento da disciplina (disciplina mais acentuada que no fordismo) Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 25. Durante os primeiros três séculos de existência do Brasil, Portugal não permitiu que fosseminstaladas manufaturas no território da Colônia.Essa medida visava proteger a produção de mercadorias na metrópole, evitando que fossemprejudicadas pela concorrência daquelas que viessem a ser produzidas aqui. Na gravura, venda de escravos no Rio de Janeiro, em 1860. A utilização de mão-de- obra escrava ampliava os lucros que eram remetidos do Brasil a Portugal. Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 26. Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 27. Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 28. -O espaço brasileiro ainda se constituía em um ‘arquipélago econômico’. Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 29. -O espaço brasileiro ainda se constituía em um ‘arquipélago econômico’.-As atividades econômicas estavam dispersas pelo território e eram basicamente agrícolas,voltadas para o mercado externo. Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 30. -O espaço brasileiro ainda se constituía em um ‘arquipélago econômico’.-As atividades econômicas estavam dispersas pelo território e eram basicamente agrícolas,voltadas para o mercado externo.-Com a abertura dos Portos (por Dom João VI em 1808) estimulou a instalação de algumaspoucas fábricas no Brasil Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 31. -O espaço brasileiro ainda se constituía em um ‘arquipélago econômico’.-As atividades econômicas estavam dispersas pelo território e eram basicamente agrícolas,voltadas para o mercado externo.-Com a abertura dos Portos (por Dom João VI em 1808) estimulou a instalação de algumaspoucas fábricas no Brasil-Importação de bens de produção, sobretudo da Inglaterra (aprofundando a dependênciaexterna – tanto econômica quanto tecnológica) A expressão bens de produção (ou bens de capital) refere-se genericamente às máquinas, que são os principais meios de transformação das matérias- primas Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 32. FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA O FRACO DESEMPENHO DA INDÚSTRIA BRASILEIRA NESSEPERÍODO: Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 33. FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA O FRACO DESEMPENHO DA INDÚSTRIA BRASILEIRA NESSEPERÍODO:-mercado interno muito pequeno, limitado pela escravatura-desinteresse das elites nacionais, cuja maior preocupação era continuar tendo grandes lucroscom a agricultura exportadora-dificuldades para obter e manter bens de produção (máquinas, equipamentos e peças dereposição), que precisavam ser importados da Inglaterra Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 34. A atividade CAFEICULTORA foi estímulo para a indústria, dentre os fatores que favoreceram: Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 35. A atividade CAFEICULTORA foi estímulo para a indústria, dentre os fatores que favoreceram:-os lucros obtidos com a exportação do café foram investidos em novas atividades econômicas(especialmente na indústria)-a infraestrutura instalada para o escoamento do café (ferrovias e portos - Santos) foramfundamental para viabilizar a nova atividade econômica Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 36. A atividade CAFEICULTORA foi estímulo para a indústria, dentre os fatores que favoreceram:-os lucros obtidos com a exportação do café foram investidos em novas atividades econômicas(especialmente na indústria)-a infraestrutura instalada para o escoamento do café (ferrovias e portos - Santos) foramfundamental para viabilizar a nova atividade econômica -a chegada de imigrantes logo após o fim da escravidão (1888) incrementou o mercado consumidor local, ao mesmo tempo oferecendo mão-de-obra relativamente especializada (experiência nas fábricas européias) Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 37. Assim os número evoluíram rapidamente:-1889  636 fábricas-1920  13.569 fábricasEssa mudança atraiu muitos habitantes do campo para a cidade que, com os imigrantes,formaram o operariado urbano brasileiro.Nesse período as leis não garantiam justiça aos trabalhadores em geral.Nas fábricas e no campo vigoravam péssimas condições de trabalho e de vida. Essa situação eraconsequência também das tradições da sociedade escravista que não tinha o costume de tratarcomo seres humanos as pessoas que trabalhavam. Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 38. Essa falta de consideração com os trabalhadores foi um dos principais fatores para que oscortiços e as favelas se tornassem comuns em São Paulo e No Rio de Janeiro desde aquelaépoca. Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 39. Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 40. CAPITALISMO MONOPOLISTA Trustes Industria Eliminação da Atividade Carteis concorrência econômica Serviços Concentração de Holdings Capital Capitalismo Industria Mudanças no Financeiro Bancos Capitalismo no século XX Formas de Taylorismo Organização do Trabalho Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 41. A crise econômica de 1929 gerou uma drástica redução da atividade cafeeira, até então carro-chefe da economia nacional (porém, acelerou o ritmo da industrialização no país).Vários fatores aceleraram a industrialização brasileira: Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 42. A crise econômica de 1929 gerou uma drástica redução da atividade cafeeira, até então carro-chefe da economia nacional (porém, acelerou o ritmo da industrialização no país).Vários fatores aceleraram a industrialização brasileira:-a crise do capitalismo mundial (iniciada em 1929) estendeu-se por alguns anos, provocandofalências em muitos países fornecedores de manufaturados ao Brasil (o fim da concorrênciaestrangeira criou condições para a implantação de novas indústrias) Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 43. A crise econômica de 1929 gerou uma drástica redução da atividade cafeeira, até então carro-chefe da economia nacional (porém, acelerou o ritmo da industrialização no país).Vários fatores aceleraram a industrialização brasileira:-a crise do capitalismo mundial (iniciada em 1929) estendeu-se por alguns anos, provocandofalências em muitos países fornecedores de manufaturados ao Brasil (o fim da concorrênciaestrangeira criou condições para a implantação de novas indústrias)-êxodo rural, provocado pelas saídas das fazendas de café (trabalhadores foram para as cidades),aumentando a mão-de-obra operária e o mercado consumidor. Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 44. A crise econômica de 1929 gerou uma drástica redução da atividade cafeeira, até então carro-chefe da economia nacional (porém, acelerou o ritmo da industrialização no país).Vários fatores aceleraram a industrialização brasileira:-a crise do capitalismo mundial (iniciada em 1929) estendeu-se por alguns anos, provocandofalências em muitos países fornecedores de manufaturados ao Brasil (o fim da concorrênciaestrangeira criou condições para a implantação de novas indústrias)-êxodo rural, provocado pelas saídas das fazendas de café (trabalhadores foram para as cidades),aumentando a mão-de-obra operária e o mercado consumidor.-a política nacionalista de Getúlio Vargas (1930-1945 e 1951-1954), caracterizada pelaintervenção do Estado na economia.Transformado em agente fomentador da industrialização, oEstado brasileiro realizou pesados investimentos que modernizaram a infraestrutura emultiplicaram a indústria de base. Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 45. Durante a ERA VARGAS, foi desencadeada a Segunda Guerra Mundial, reduzindo o ritmo deimportação de máquinas industriais, consequentemente reduzindo o ritmo de industrializaçãodo Brasil.A guerra estimulou a “SUBSTITUIÇÃO DE IMPORTAÇÕES”, início do típico processo deindustrialização ocorrido no Brasil.As indústrias nacionais se viram obrigadas a produzir mercadorias que, até então, eramimportadas (roupas, móveis, calçados e outros) Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 46. Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 47. Fase iniciada pelo governo Juscelino Kubitschek - JK (1956-1961).Uma das medidas econômicas marcantes do governo JK foi a abertura das fronteiras do país aoscapitais estrangeiros por meio de incentivos fiscais tarifários.Os grupos estrangeiros pagariam menos impostos, além de descontos e prazos maiores paraquitá-los. O termo MULTINACIONAL foi abandonado por não ser preciso, pois embora uma empresa possa se instalar em muitos países simultaneamente, ela tem uma origem ( e o prefixo ‘multi’ não transmite essa idéia) TRANSNACIONAL, é mais adequada, pois afirma o caráter internacional da empresa e deixa claro que transpôs o limite de seu país de origem. Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 48. Zona Franca nasceu em 1967, sob a supervisão da Superintendência da Zona Franca de Manaus(Suframa), vinculada ao Ministério do Interior. Com ela, era deflagrada uma operação criação de um expressivo centro industrial emgeopolítica para aplena Amazônia. A sua meta consistia em reforçar o poder nacional na "região defronteira".A idéia era simples: Manaus transformava-se em "porto livre" para as importações eexportações. A isenção de impostos sobre importação de máquinas, matérias-primas ecomponentes e sobre exportação de mercadorias, aliada ao baixo custo da mão-de-obra local,deveria atrair empresas transnacionais e nacionais para a fabricação de bens de consumoduráveis. Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 49. Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 50. Na década de 1990, ocorreu uma reorientação geográfica do capitalismo mundial (globalização)acarretando grande crescimento nas trocas comerciais entre os países e aumento expressivodos investimentos das transnacionais nos países subdesenvolvidos, sobretudo nos maisindustrializados, conhecidos como EMERGENTES, como o Brasil. Slides elaborados pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia