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O pior ingrediente da gestão: a arrogância

  1. 1. O Pior Ingrediente da Gestão: A ArrogânciaArtigo original em: http://portalexame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2010/12/04/o-pior-ingrediente-da-gestao-a-arrogancia/?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter&utm_campaign=Feed:+EXAME-GestaoPositiva+(EXAME+Blogs+-+Gest%C3%A3o+Positiva)Renato Ricci Comentários (0)Os maiores acidentes e fracassos da história foram marcados por uma característica comum,excesso de confiança e um senso de certeza irreal dos líderes envolvidos nos fatos. Geralmenteisto é característico de pessoas que adquiriram ao longo da vida experiências e assim sentem-seno direito de provar aos outros suas convicções. Mas parece que isto está mudando.Com a premissa de que, cada vez mais cedo, os executivos chegam aos postos chaves de suasorganizações, com uma idade bem reduzida, um fato interessante tem ocorrido. Estes jovensexecutivos alcançam postos de poder mais cedo, muitos lideram equipes enormes e um orçamentoinimaginável. A emoção, por certo, é maior que levantar um A-380 com mais de 400 pessoas.Muitos deles vieram de posições operacionais e hoje dirigem carros importados, vestem ternos degrife famosas e recebem salários altos além de bônus periódicos. Seu lema é o resultado, semprepositivo, mesmo que alcançado a um custo alto de sobrepor valores e pessoas.A geração cujo ícone e padrinho é Steve Jobs, o midas da Apple, não intimida-se facilmente. Aarrogância pode chegar ao limite do suportável para aqueles que assistem calmamente de fora.Foram criados em uma atmosfera competitiva desde crianças, muitos disputaram em suas escolaso oásis dos melhores, dos vencedores e daqueles destinados a deter o poder. Com isso criaram emsuas mentes um falso sentimento de “poder sem limites”.Estas figuras da sociedade são encontradas, de forma frequente, nas figuras de médicos, gerentes,administradores financeiros, tecnológicos, professores, engenheiros e muitas outras profissões.Dentro de suas mentes a mesma crença: somos os melhores, somos ágeis, sabemos mais,alcançamos mais resultados, ganhamos mais dinheiro pois somos melhores, nada pode nos deter,não devemos aprender mais sim improvisar, e outras incríveis afirmações.Mas como sempre, um dia a casa cai. Uma mentira aparece, uma incompetência é descoberta,uma inexperiência gera uma catástrofe e sobra para o simples Gestor, jovem e arrogante.Neste momento pode-se gerar dois fatos. Primeiro, cai a ficha e a pessoa começa a entender que omundo gira em outra posição astral e ele precisa se adaptar, ou pior, nada acontece e o camaradaacredita que foi alvo de uma injustiça. Neste segundo caso, geralmente a arrogância aumenta e asconsequências podem ser péssimas.Você pode questionar: mas meu chefe já passou dos quarenta e continua arrogante.Provavelmente ele se encontra no grupo daqueles que ainda não entenderam que ARROGÂNCIAnão encontra-se na lista das competências dos melhores líderes. A melhor saída é não espelhar-senele. No caso das organizações ocorre o mesmo. A arrogância começa ao afirmar-se que umproduto é inovador e único, que a liderança de mercado é irrefutável e que a sustentabilidade estáassegurada. Para provar que este é o grande perigo basta lembrar-se das mega empresas queapenas sucumbiram com o tempo, foram engolidas pela arrogância de sua gestão. Que tal pensarnisto esta semana?About Renato RicciCoach, Palestrante e autor. Diretor do Positive Change Institute Brasil.

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