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Emiliano santarosa oficial embrapa - horti serra 2013

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  • 1. Novo Código Florestal e Tecnologias para Adequação Ambiental Emiliano Santarosa Eng. Agr. Mestre em Fitotecnia Esp. Agricultura Familiar Horti Serra Gaúcha 2013
  • 2. O que é Adequação Ambiental? •  Legislação Ambiental •  Planejamento do sistema produção •  Boas práticas agronômicas •  Manejo e conservação do solo •  Recursos hídricos Gestão da Propriedade Rural Sustentabilidade econômica, social e ambiental
  • 3. LEI 12.651, de 25 de maio de 2012 »  Dispões sobre a proteção da vegetação nativa e altera antigo Código Florestal de 1965, entre outras. »  Proteção da vegetação, »  áreas de preservação permanente (APPs) e »  área de reserva legal (RL) »  Altera a Lei 12.651, de 25 de maio de 2012 LEI 12.727, de 17 de outubro de 2012 Novo Código Florestal – o que afeta a produção
  • 4. Código Florestal – o que afeta a produção ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE »  Faixas marginais de qualquer curso d'água natural (mata ciliar de beira de rio). »  entorno das nascentes e dos olhos d’água perenes. »  entorno dos lagos e lagoas naturais. »  entorno dos reservatórios d’água artificiais . »  encostas ou em partes destas com declividade superior a 45°. »  topo de morros, montes, montanhas e serras.
  • 5. •  IMAGEM
  • 6. Equilíbrio do ecossistema aliado a produção agrícola
  • 7. Importância da APP Biodiversidade, preservação da flora e fauna Qualidade da água – recursos hídricos
  • 8. ÁREAS DE RESERVA LEGAL »  Função: assegurar o uso econômico de modo sustentável dos recursos naturais do imóvel rural, auxiliar a conservação e recuperação dos processos ecológicos, promover a conservação da biodiversidade. »  A Reserva Legal é uma área no interior de uma propriedade rural coberta com vegetação nativa ou nativa e exótica. Novo Código Florestal – o que afeta a produção
  • 9. Código Florestal – o que afeta a produção PRINCIPAIS MODIFICAÇÕES / DEFINIÇÕES: »  Áreas consolidadas »  Agricultura Familiar »  Áreas não consolidadas
  • 10. Código Florestal – o que afeta a produção ÁREAS CONSOLIDADAS »  Áreas Consolidadas são as Áreas de Preservação Permanente (APP) e de Reserva Legal (RL), ocupadas antes de 22 de julho de 2008; »  Edificações, benfeitorias, atividades agrossilvipastoris, ecoturismo ou turismo rural. »  Exemplos: várzeas ocupadas com arroz, encostas ocupadas com café, uva, aviários, entre outros.
  • 11. Código Florestal – o que afeta a produção ÁREAS CONSOLIDADAS »  continuidade dessas atividades desde que não estejam em área que ofereça risco às pessoas e ao meio ambiente »  critérios técnicos de conservação do solo e da água indicados pelo Programa de Regularização Ambiental (PRA). »  proibida a utilização de novas áreas em APP e Reserva Legal além dessas ocupadas até 22 de julho de 2008.
  • 12. ÁREAS CONSOLIDADAS Largura da APP em cada uma das faixas marginais ao longo do curso d'água * Tamanho da propriedade em módulos fiscais APP de rios menores de 10 m APP de rios maiores de10 m Somadas as APPs a exigência de recuperação não deve ultrapassar 0 – 1 5 5 10 1 – 2 8 8 10 2 – 4 15 15 20 4 – 10 20 Metade da largura do curso d'água, observando o mínimo de 30 e o máximo de 100 metros ** Sem limites Acima de 10 Metade da largura do curso d'água, observando o mínimo de 30 e o máximo de 100 metros ** Sem limites
  • 13. APP em nascentes e olhos d’água perenes Tamanho da propriedade em módulos fiscais Largura de APP consolidada no entorno de nascentes e olhos da água perenes Até 1 Raio de 15m 1 a 2 Raio de 15m 2 a 4 Raio de 15m Acima de 4 Raio de 15m
  • 14. Áreas consolidadas - APP no entorno de lagos e lagoas naturais Tamanho da propriedade em módulos fiscais Largura de APP consolidada no entorno de lagos e lagoas naturais Até 1 5m 1 a 2 8m 2 a 4 15m Acima de 4 30m
  • 15. Áreas consolidadas em APP – encostas, topo de morros e montanhas Permitida a manutenção de atividades florestais, culturas de espécies lenhosas, perenes ou de ciclo longo e infraestrutura de atividades agrossilvipastoris em: •  Encostas ou parte destas com declividade superior a 45°. •  Em topo de morros, montes, montanhas com inclinação média maior que 25°. •  Em áreas com altitude superior a 1.800 metros qualquer que seja a vegetação.
  • 16. Áreas consolidadas em APP – encostas, topo de morros e montanhas •  Pastagens nativas em consórcio com espécies lenhosas •  Atividades florestais, culturas de espécies lenhosas e infraestrutura de atividades agrossilvipastoris nas bordas de tabuleiros ou chapadas (propriedades < 4 módulos fiscais, autorizadas pelo Conselho Estadual de Meio Ambiente). •  As atividades devem ser informadas no CAR, adotadas boas práticas agronômicas (PRA). •  É vedada a conversão de novas áreas para uso alternativo do solo.
  • 17. Topo de morro Encosta Fundo de vale APP - entorno dos rios
  • 18. Boas práticas agrônomicas – Conservação do solo e água Plantio transversal ao declive – Vale dos Vinhedos
  • 19. •  Cobertura do solo na entre-linha Foto: Emiliano Santarosa
  • 20. ÁREAS DE RESERVA LEGAL – QUAL O TAMANHO? »  Depende do Estado e Bioma »  No RS é 20% da área do imóvel rural »  Exceção: áreas consolidadas em propriedades menores que 4 módulos »  Áreas excedentes ao mínimo exigido: possibilidades de servidão ambiental Novo Código Florestal – o que afeta a produção
  • 21. Área consolidada – Reserva Legal •  Propriedades menores que 4 módulos fiscais •  Imóveis rurais com áreas de até quatro módulos fiscais •  Serra Gaúcha, áreas < 48 hectares, não precisarão recompor as reservas legais. •  Valerá o percentual de vegetação nativa existente na propriedade até o dia 22 de julho de 2008.
  • 22. Código Florestal – o que afeta a produção LOCALIZAÇÃO NA PROPRIEDADE - RL »  Plano de bacia hidrográfica. »  Zoneamento Ecológico-Econômico. »  Formação de corredores ecológicos com outra Reserva Legal, Área de Preservação Permanente, Unidade de Conservação ou outra área legalmente protegida. »  Áreas de maior importância para a conservação da biodiversidade. »  Áreas de maior fragilidade ambiental. Cadastro do imóvel no CAR e especificar o local pretendido de localização da Reserva Legal
  • 23. Fonte: www.ief.mg.gov.br RL próxima da APP
  • 24. www.brasilflora.com.br
  • 25. Áreas consolidadas – Reserva Legal Formas para recomposição: •  Regeneração natural de vegetação nativa. •  Plantio intercalado de espécies nativas e exóticas: em sistema agroflorestal, com direito a exploração econômica. (espécies exóticas não poderá exceder a 50% da área total) •  Compensação da Reserva Legal: Cota de Reserva Ambiental (CRA) Arrendamento de área de servidão ambiental
  • 26. Código Florestal – o que afeta a produção ÁREAS DE AGRICULTURA FAMILIAR »  Área de Reserva Legal: plantios de árvores frutíferas, ornamentais ou industriais, composto por espécies exóticas, cultivadas em sistema intercalar ou em consórcio com espécies nativas em sistemas agroflorestais »  Supressão da vegetação em APP e RL, para de baixo impacto ambiental: declaração do orgão ambiental e registro no CAR •  Manejo sustentável e uso da RL: uso no próprio imóvel < 2m3 por ha. •  < que 15% da biomassa da RL e 15m3 de lenha / propriedade / ano. •  Comercialização direta / indireta: autorização do orgão ambiental
  • 27. Áreas não consolidadas – APP em cursos da água Largura do Rio Largura da APP em cada margem do rio Menores de 10m 30m 10 a 50 m 50m 50 a 200m 100m 200 a 600m 200m 600m 500m
  • 28. Áreas não consolidadas – APP •  Entorno das nascentes e dos olhos d'água perenes: raio de 50 metros •  Encostas ou partes destas com declividade superior a 45°. A APP deverá ocupar o equivalente a 100% na linha de maior declive. •  Topo de morros, montes, montanhas e serras com altura mínima de 100 metros e inclinação média maior que 25°. •  APP a partir da curva de nível correspondente a 2/3 da altura mínima da elevação sempre em relação à base. •  Áreas com altitude superior a 1.800 (mil e oitocentos) metros, qualquer que seja a vegetação
  • 29. APP – Lagos e lagoas naturais Área do lago ou lagoa natural Largura da APP Menor que 1ha Dispensada* 1 a 20 50 Maior que 20 100 Áreas urbanas 30 *Vegetação existente não poderá ser suprimida Área do reservatório Largura da APP Menores de 1ha *dispensada Reservatórios artificiais Para barreamento e represamento de cursos d’água naturais será definido na licença ambiental do empreendimento,
  • 30. FERRAMENTAS PARA IMPLENTAÇÃO E REGULARIZAÇÃO CADASTRO AMBIENTAL RURAL (CAR) »  Sistema de Gestão do MMA »  Cadastro e registro das propriedades »  Georreferenciamento de APP e RL »  Software de auxílio (IBAMA) »  Imagens de satélite para monitoramento »  Onde é feita: no órgão ambiental municipal ou estadual. Os sindicatos rurais informarão sobre as instituições credenciadas. Código Florestal – o que afeta a produção
  • 31. Código Florestal – o que afeta a produção CADASTRO AMBIENTAL RURAL (CAR) – inscrição: »  Identificação do proprietário ou possuidor do imóvel. »  Comprovação da propriedade ou posse. »  Planta georreferenciada e memorial descritivo do imóvel »  Indicação das coordenadas geográficas com, pelo menos, um ponto de amarração do perímetro do imóvel. »  Informações sobre: vegetação nativa, APP, Áreas de »  Uso Restrito, Áreas Consolidadas e Reserva Legal, caso existentes. »  Agricultura familiar: dois primeiros + croqui perímetro do imóvel com indicações de APP e RL.
  • 32. www.car.gov.br Lei Complementar n° 140, de 08 de dezembro de 2011. Lei n° 12.651, de 25 de maio de 2012. Decreto n° 7.830, de 17 de outubro de 2012.
  • 33. Código Florestal – o que afeta a produção PROGRAMA DE REGULARIZAÇÃO AMBIENTAL O que é necessário para participar? »  • Cadastro Ambiental Rural (CAR). »  • Projeto de Recomposição de Áreas Degradadas e Alteradas. »  • Termo de compromisso de adesão ao PRA. »  • Cotas de Reserva Ambiental (CRA), quando couber. »  regularizar as áreas consolidadas em APP e RL •  Solucionar passivos ambientais dos produtores rurais »  Acesso aos incentivos econômicos e financeiros na prestação de serviços ambientais.
  • 34. Código Florestal – o que afeta a produção »  Proprietários que tiverem multas aplicadas antes de 22 de julho de 2008, por terem utilizado áreas de APP, Reserva Legal, deverão: »  Inscrever seu imóvel no CAR. »  Aderir ao PRA. »  Assinar um termo de compromisso para regularização do imóvel que lhe será apresentado pelo órgão ambiental, se comprometendo a recuperar a área ocupada irregularmente. PROGRAMA DE REGULARIZAÇÃO AMBIENTAL
  • 35. Demandas por tecnologias florestais l  Silvicultura de Espécies Nativas; l  Conservação e Adequação Ambiental.
  • 36. Pesquisa e Tecnologia Florestal aplicadas a recuperação ambiental • RECUPERAÇÃO DE ECOSSISTEMAS DEGRADADOS • MODELOS MISTOS PARA RESERVA LEGAL • SISTEMAS AGROFLORESTAIS (SAF’S) • PRODUÇÃO DE MUDAS DE ESPÉCIES FLORESTAIS NATIVAS • ZONEAMENTO PARA ESPÉCIES FLORESTAIS NATIVAS
  • 37. Recuperação de áreas degradadas com plantios de espécies nativas •  Isolamento da área (cerca) •  Plantio em toda área •  Plantio intercalado (renques) •  Talhões ou grupos de árvores
  • 38. APENAS PROTEGER COM CERCA os resultados são variáveis
  • 39. MULCHS para controlar a grama na coroa das mudas PLANTIO DE NATIVAS – EM TODA ÁREA
  • 40. RENQUES em faixa de 30m ou com alguma vegetação arbórea já existente, esparsa (T) APLICAÇÃO PRÁTICA renque de 3 linhas junto à cerca XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXl XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX T T T TT ↨ VÃO LIVRE DE 16m = 55% DA ÁREA T TT T TT XXXXX XXXXXXX XXX XXXXX XXX X X XXXX XXX XXXXXXX XXXX X XXXXX vegetação residual nativa ou renque de 3 linhas XXX XX XXX XXXXXXXXX XX XXXXXXXX XX XXX X XXX XXX XXXXXXXX curso d’água estreito agricultura ou pecuária
  • 41. renqueXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX T T T X x x x x x x x x x x x x x X X X X X X X X x x X x x x x x x x x x x x x x X X X X X X X X x X X X X X X X X X X X x x X X X X X X X X X X x ↨ distância entre renques 30m a 55m ↔ x X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X x X x x x x x x x x x x x X X X X X X X X X x x x x x x x x x x x X X X X X X X X X T T XXXXX XXXXXXX XXX XXXXX XXX X X XXXX XXX XXXXXXX XXXX XX XX XXXXX vegetação residual nativa ou renqueXXX XX XXX XX XXXXX XX XXXXXXXX XX XXX X curso d’água Para áreas compridas e ou muito pobres em vegetação arbórea uso de renques transversais formando quadrículas
  • 42. Projeto PR-BIO Foto: Strapasson,C.R. Plantios mistos para RL
  • 43. 45 Sistemas Agrolforestais com Erva-mate (SAF’s) §  Busca de mercados diferenciados §  Manejo sustentável e certificação §  Qualidade da matéria-prima Foto: Ivoni Pollo Ruffato. Gabriel Correa et al. (2011)
  • 44. SAF com Citros
  • 45.  2008   Sistema Agroflorestal Multistrata
  • 46. 48 Proprietário: Arlindo Zamboni (10 ha) Agricultura Familiar (Gado leiteiro – Olericultura – Produção Florestal)
  • 47. Eng. Agr.49 Figura 2: Imagem de satélite com vista geral da URT de Porto Vitória-PR. Observa-se as linhas de plantio de Eucalyptus dunnii (indicado pela seta) e o agroecossistema no entorno da propriedade. Coordenadas geográficas da área: -26 09' 40,38596'' e -51 16' 01,57044'', altitude: 930,6m. Área de ILPF com exposição oeste. Data da imagem: 2005. Fonte: Google, 2011. Exemplo de localização de reserva legal e recuperação de APP
  • 48. Croqui – esquemático da propriedade
  • 49. APP- Isolamento cercas 30 m. cada lado Legislação Ambiental: anterior a 03 - 2006
  • 50. Diagnóstico APP – antes de 2002 Foto: Bonato, Emater-PR
  • 51. APP – Isolada protegida / animais (bovinos)
  • 52. EXEMPLO: COMPOSIÇÃO DE ESPÉCIES MATRIZ ( 50% ) = 945 mudas x 10 % replantio = 1.040 un. •  Bracatinga = 1.040 mudasha. CRISTAS = Espécies secundárias (40%) = 756 mudas x 10 % = 832 un •  Araticum. 42 / ha x 2 ha = 84 mudas. 2%. •  Araocária. 228 / ha x 2 ha = 456 mudas. 11%. •  Angico-vermelho 146 / ha x 2 ha = 292 mudas. 7%. •  Cedro. 42 / ha x 2 ha = 84 mudas. 2%. •  Canjarana. 42 / ha x 2 ha = 84 mudas. 2%. •  fInga. 146 / ha x 2 ha = 292 mudas. 7%. •  Capororoca. 63 / ha x 2 ha = 126 mudas. 3%. •  Branquilho. 63 / ha x 2 ha = 126 mudas. 3%. •  Pata-de-vaca. 63 / ha x 2 ha = 126 mudas. 3%. CLIMAX (10%) = 189 mudas x 10 % replantio = 208 un •  Cereja. 42 / ha x 2 ha = 84 mudas. 2%. •  Pitanga. 42 / ha x 2 ha = 84 mudas. 2%. •  Uvaia. 42 / ha x 2 ha = 84 mudas. 2%. •  Guabiroba. 42 / ha x 2 ha = 84 mudas. 2%. •  Sapópema. 42 / ha x 2 ha = 84 mudas. 2%.
  • 53. APP – Área de Preservação Permanente Modelos de plantio e Recomposição da Vegetação Nativa Foto: Bonato, Emater-PR • Isolar a área (cerca) • Regeneração natural • Plantio de espécies pioneiras (50%) e secundárias. • Espécies climáx
  • 54. Figura 6: Recuperação de Área de Preservação Permanente (APP), em estágio de regeneração, com plantio planejado de espécies nativas e área isolada (cerca) 30m para cada lado das margens do rio. Porto Vitória, maio de 2011. Foto: Emiliano Santarosa.
  • 55. Foto: Emiliano Santarosa • Azevém 2011 • Regular sombreamento • Desbaste e desrama • Espaçamentos maiores
  • 56. PROTEÇÃO BEBEDOURO EXTERNO 18 Adroaldo 6558
  • 57. PROTEÇÃO BEBEDOURO EXTERNO 18 Adroaldo 6546
  • 58. VÃO LIVRE ALTO pró-fauna silvestre
  • 59. Pontos de estrangulamento 1. Estabelecimento •  CAUSA COMPETIÇÃO POR GRAMÍNEAS EIXO I) PLANEJAMENTO DA DINÂMICA DAS COPAS depende de escolher e combinar as espécies de árvores a plantar
  • 60. Uso de espécies certas, fator essencial para o sucesso •  As espécies a serem utilizadas devem ser decididas antes, segundo critérios técnicos da RED •  mudas devem ser encomendadas com meses de antecedência •  Cada profissional necessita ter uma lista de espécies recomendadas para sua área de atuação (umas 20-30 espécies) •  Planejamento: conhecer aspectos das espécies como velocidade de crescimento, características da copa, longevidade estimada (para pioneiras e SI), requisitos edáficos mínimos, capacidade de nucleação = interação com a fauna
  • 61. Tomada de decisão solo bem drenado DECLIVE   COBERTURA VEGETALATUAL   Herbáceo- arbustiva   Herbácea fechada e alta   Herbácea baixa ou solo nu   Ondulado, forte ondulado ou maior 13 17 21 VII   VII   VII   II > l   I > lI   II > V> VI   III = V > IV   III = V > IV¹   Plano ou suave ondulado 14 18 22 VII   VII   VII   II > l   I > II   II > V > III   III = V > IV   III = V > IV  
  • 62. O sucesso de um talhão exige estrutura forte e capacitação técnica plantio ciliar em Tabapuã-SP
  • 63. O sucesso de um talhão exige estrutura forte e capacitação técnica 6 anos, SPVS, Antonina-PR
  • 64. Apenas canafístula Espécie boa, sistema ruim Copas estreitas não fecham Fotos Ilha Solteira abril 2008 852
  • 65. Mimosa flocculosa aos 12 meses SJPinhais,PR ponto desfavorável: vida ativa muito curta, c. 3 anos
  • 66. Supressão de gramíneas sob guapuruvu c. 6 anos, Guaraqueçaba-PR
  • 67. Supressão de gramíneas & sucessão sob Capororoca c. 6 anos, Guaraqueçaba-PR
  • 68. Zoneamento e indicação de espécies por região
  • 69. COMPONENTES % ESPÉCIES opção 1 opção 2 opção 3 Matriz ou Abrigo 50 Matriz permeável *Espécies pioneiras 33 mutambo 17% capixingui 16% mutambo 17% embaúba 11% crindeúva 5% capixingui 11% sangra-d`água 10% crindeúva 7% fumo-bravo 5% Matriz densa Espécies secundárias iniciais de matriz – SIm 17 angico-branco 17% paineira 9% amendoim-bravo 8 % angico-vermelho 9% peito-de-pomba 8% Crista 50 Espécies secundárias iniciais ou tardias 40 a 50 oito espécies da tabela fornecida, cada uma com 5% sobrasil com 10% outras 8 espécies com 5% cada Ipê-tabaco 6% sobrasil 6% outras dez espécies com 3% Espécies clímax 0 a 10 jerivá 3%, palmito 3%, pitanga 4% nenhuma espécie clímax quatro espécies com 2% cada Três opções de TF para o Arenito Caiuá são infinitas
  • 70. Espaçamento inicial em um talhão facilitador recomendação Regra: 4,5m2/planta a 5,5m2/planta → 2222 a 1818 plantas por hectare Onde toda a limpeza for manual, sem trator 2,3m x 2,3m = 5,3m2/planta = 1890 covas/ha
  • 71. Produção de mudas – viveiros •  Adequados as recomendações técnicas •  Proporção de espécies •  Saída das mudas do viveiro: separar dois blocos (pineiras - abrigo) e (secundárias - crista). •  Qualidade das mudas •  PESQUISA: propagação de espécies
  • 72. Viveiro = nó racional do TF
  • 73. Viveiro = nó racional do TF preparação de rocamboles mistos
  • 74. Favorecimento seletivo Limpeza de mudas naturais Machadinho, RS novembro, 2012 22/59
  • 75. Favorecimento seletivo Limpeza de mudas naturais Machadinho, RS novembro, 2012 22/63
  • 76. MULCHS para controlar a grama na coroa das mudas 22/25
  • 77. MULCHS para controlar a grama na coroa das mudas 22/389
  • 78. MULCHS para controlar a grama na coroa das mudas 22/402
  • 79. MULCHS cadeia de preparação 23/4 RED exige organização
  • 80. MULCHS para controlar a grama na coroa das mudas 22/105
  • 81. MULCHS para controlar a grama na coroa das mudas 22/106
  • 82. Recomposição de Reserva Legal Plantios mistos Espécies Nativas + Eucalipto Implantação e manejo de florestas em pequenas propriedades no Paraná
  • 83. Projeto PR-BIO Foto: Strapasson,C.R.
  • 84. Projeto PR-BIO
  • 85. Projeto PR-BIO 4 anos
  • 86. Projeto PR-BIO 7 anos
  • 87. Projeto PR-BIO 12 anos
  • 88. Projeto PR-BIO 20 anos (Colheita final do eucalipto)
  • 89. Projeto PR-BIO • 187 pequenos produtores familiares • Propriedades têm menos de 30 ha • Reflorestados de 1 a 5 ha • Área reflorestada: 379 ha
  • 90. Projeto PR-BIO
  • 91. Projeto PR-BIO
  • 92. Madeira boa + crescimento rápido + dominância apical padrão ótimo para Reserva Legal louro-pardo Cordia trichotoma Plantio 2 anos de idade Realeza-PR
  • 93. louro-pardo c. 6 anos Machadinho-RS
  • 94. Troncos ortotrópicos ou monopodiais Araucaria angustifolia plantação em Três Barras, SC c.50 anos
  • 95. Emiliano Santarosa Eng. Agr. MSc. em Fitotecnia Esp. Agricultura Familiar emiliano.santarosa@embrapa.br (41) 3675-5791

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