Cultura da Pera:
Tecnologias de Produção
Msc. Bruno Dalazen Machado
Prof. Instituto Federal – Câmpus Urupema
Doutorando em...
La Coltura Del Pero – Ferrara 2008 – Leo Rufato LR 2
Montevidéu
VI Regione
V Regione
IV Regione
VII Regione
VIII Regione
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• Produção – 20.532 t
–Área colhida – 1.750 ha (FAOSTAT 2011)
–Produtividade – 11.733 kg/ha (FAOSTAT 2011)
»Importação
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Importância Econômica
QUANTIDADE IMPORTADA PELO BRASIL
ALICEWEB, 2011
Comparartivo das Importações Brasileiras de Frutas frescas - 2010/2009
IBRAF, 2013
Valor (%) Volume (%) Valor (US$ FOB) Vo...
Produção Brasileira de Pera por Estado
IBGE 2009
Adaptado: Bruno Dalazen Machado
Estado Área
plantada
(ha)
Área
colhida
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•Pequena escala de produção que dificulta o
escoamento comercial regular;
•Baixa qualidade da pera nacional em relação às
...
La Coltura Del Pero – Ferrara 2008 – Leo Rufato LR 8
La Coltura Del Pero – Ferrara 2008 – Leo Rufato LR 9
Qualidade!!!!!
La Coltura Del Pero – Ferrara 2008 – Leo Rufato LR 10
Porta enxerto de pereiras
• Controlar o Vigor;
• Boa afinidade com a cultivar copa;
• Rápida entrada em produção;
• Boa pr...
Principais porta enxertos para pereiras
*Ananizantes Cydonia Oblonga MC
Adams
Sydo
*Médio Vigor Cydonia Oblonga MA
Ba29
Ct...
120
Principais porta enxertos para pereiras
Sansavini, 2007
Porta enxertos mais utilizados no Brasil
Marmelo Adams
Origem: Bélgica.
Vigor intermediário entre o
‘Marmelo EM A’ e o ‘Ma...
Marmelo EMA
Origem: Inglaterra, Estação
Experimental East Malling.
Confere vigor médio a baixo,
semelhante ao Sydo®.
Induz...
Marmelo EMC
Origem: Inglaterra, Estação
Experimental East Malling.
É o clone de marmeleiro mais
ananizante, permite
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Marmelo BA 29
Origem: França, Estação
Experimental de Angers
(INRA).
É o clone de marmeleiro
utilizado comercialemente
que...
Incompatibilidade de
Enxertia
Necrose
 Fraco vigor (EMC): 0,10 m.
 Fraco a médio vigor (EMA; Sydo): 0,20 m.
 Médio vigor (BA29): 0,25 - 0,30 m.
Altura de Enx...
Temporões
LUZ, 2012
LUZ, 2012
Prováveis Causas
EPAGRI, 2010
IRRIGAÇÃO
Cultivares
Packham’s Triumph
Origem: Austrália, 1890.
Possui epiderme de cor
esverdeada e tem boas
características organolépticas.
Bo...
William’s
Origem: Inglaterra, 1700.
Também conhecida como William’s
Bon Chrétien ou Bartlett.
Variedade mais consumida no
...
Abbè Fetel (Abate Fetel)
Origem: França, 1869.
Variedade mais cultivada na Itália e
possui a maior cotação no mercado.
Pos...
Rocha
Origem: Portugal, 1860.
Variedade surgiu casualmente, por
semente na “Fazenda do Rocha”,
propriedade de Pedro Antoni...
Santa Maria
Origem: Itália, 1951.
Surgiu do cruzamento da
William’s x Coscia, obtida por
Morettini.
Tem-se mostrada muito
...
Kieffer
Origem: EUA, 1863.
Híbrido espontâneo de Pyrus
Serotina e P. communis.
Altamente produtiva (80 ton ha-1).
Fator li...
CASCATENSE
Origem: Embrapa Clima
Temperado.
Packham’s Triumph x Le Conte.
Altamente produtiva (60 ton ha-1).
Colheita jane...
PRODUTIVIDADE (Kg ha-1)
Urupema 4 x 1 m (1o ano)
Urupema 4 x 1 m (2o ano)
27.520 a
Santa Maria
Adams
6.891,8 a
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PRODUTIVIDADE (Kg ha-1)
Urupema 4 x 0,3 m (1o ano)
Urupema 4 x 0,3 m (2o ano)
19.727,3 a
Santa Maria
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• 5 pétalas;
• 5 sépalas;
• 20 estames;
• 5 estigmas.
• Entomófila (insetos)
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• Desenvolvimento do fruto sem que haja fecundação;
• Fitorreguladores
Partenocarpia
Figura 1 – Efeito dos fitorreguladores: 1 – Promalina® (3 x 0,33 ml L-1) 30 % flores abertas + plena florada + queda de
pé...
Figura 1 – Efeito dos fitorreguladores: 1 – Promalina® (3 x 0,33 ml L-1) 30 % flores abertas + plena florada + queda de
pé...
Frutos de Santa Maria com deformação do cálice devido à aplicação de TDZ.
Luz, 2012
Dose: 30 mg L-1
Anelamento de tronco
RESULTADOS
Intensidade de corte
VC
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DTC
(mm)
CAC
(m)
PMF
(kg)
PE
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Testemunha 52,00 a 132,66a 7,93 a 0,17b 36...
Poda verde
Grupos de pereira segundo
o hábito de frutificação
Tipo I – William
Tipo II – Decana del Comizio e Abate Fetel
Tipo III – ...
Musacchi, 2010
Musacchi, 2010
Musacchi, 2010
Musacchi, 2010
Musacchi, 2010
Musacchi, 2010
PERSPECTIVAS
bruno.dalazem@ifsc.edu.br
(49) 2101 9179
La Coltura Del Pero – Ferrara 2008 – Leo Rufato LR 59
OBRIGADO PELA
ATENÇAO!!
bruno.dalazem@ifsc.edu.br
5ª apresentação do 5º horti serra gaúcha 23 5-2013
5ª apresentação do 5º horti serra gaúcha 23 5-2013
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5ª apresentação do 5º horti serra gaúcha 23 5-2013

  1. 1. Cultura da Pera: Tecnologias de Produção Msc. Bruno Dalazen Machado Prof. Instituto Federal – Câmpus Urupema Doutorando em Produção Vegetal CAV-UDESC
  2. 2. La Coltura Del Pero – Ferrara 2008 – Leo Rufato LR 2 Montevidéu VI Regione V Regione IV Regione VII Regione VIII Regione Neuquen Rio Negro Mendoza Santa Catarina Rio Grande do Sul Paraná São Paulo
  3. 3. • Produção – 20.532 t –Área colhida – 1.750 ha (FAOSTAT 2011) –Produtividade – 11.733 kg/ha (FAOSTAT 2011) »Importação Argentina 82% Portugal 7% EUA 7% Chile 1% Uruguay 1% Espanha 1% • Consumo - 210.000 t Pera no Brasil
  4. 4. Importância Econômica QUANTIDADE IMPORTADA PELO BRASIL ALICEWEB, 2011
  5. 5. Comparartivo das Importações Brasileiras de Frutas frescas - 2010/2009 IBRAF, 2013 Valor (%) Volume (%) Valor (US$ FOB) Volume (Kg) Valor (US$ FOB) Volume (Kg) Peras 20,16 17,28 161.974.250 189.840.528 134.796.557 161.874.729 Maçãs 30,01 25,33 60.046.723 76.879.090 46.187.228 61.343.068 Uvas 66,26 32,84 30.074.860 24.794.695 21.697.296 18.665.476 Ameixas 13,27 -8,96 32.417.159 24.278.543 28.467.364 26.667.739 Kiwis 42 28,29 21.867.849 20.596.664 15.400.335 16.054.765 Pêssegos 33,01 12,39 13.322.481 11.074.033 10.016.368 9.853.008 Nectarinas 35,34 20 13.221.893 10.421.857 9.769.121 8.684.650 Laranjas 183,37 229,09 4.841.635 6.002.603 1.708.565 1.824.017 Cerejas 8,55 42,97 14.839.209 3.490.792 13.669.940 2.441.619 Tangerinas 138,15 146,33 2.960.118 3.438.598 1.242.960 1.395.929 Limões* 75,18 35,9 1.315.342 1.247.616 750.836 918.021 Outras Frutas** 99,81 122,99 1.722.810 831.792 862.231 373.015 Pomelos 2,02 -2,57 303.989 313.447 297.974 321.712 Damascos -31,01 -24,53 462.142 259.685 669.859 344.081 Cocos - - 274.518 231.000 0 0 Morangos 1020,24 1051,43 544.894 97.261 48.632 8.447 Airelas e Mirtilos 161,73 94,4 572.164 63.147 218.610 32.483 Marmelos -36,48 -50,03 39.064 44.271 61.501 88.592 Abacaxis 124,36 172,12 99.713 36.900 44.443 13.560 Melões 155,7 -52,46 83.716 28.200 32.740 59.320 Tâmaras -20,66 -28,03 174.562 19.816 220.025 27.535 Framboesas/Amoras 118,4 87,86 230.687 19.105 105.624 10.170 Figos - - 43.704 11.760 0 0 Bananas 43,69 44,41 23.698 4.985 16.493 3.452 Mangas 338,86 331,19 20.161 4.700 4.594 1.090 Papaias - - 6.459 2.400 0 0 Goiabas 2,09 66,67 6.160 2.000 6.034 1.200 Abacates - - 1.947 1.820 0 0 Total 28,36 20,27 367.491.907 374.037.298 286.295.330 311.007.678 20092010 Frutas Variação 2010/2009
  6. 6. Produção Brasileira de Pera por Estado IBGE 2009 Adaptado: Bruno Dalazen Machado Estado Área plantada (ha) Área colhida (ha) Quantidade produzida (t) Rendimento médio (kg/ha) Valor da produção (R$1000) Rio Grande do Sul 882 880 8431 9.580 10.451 Paraná 254 254 3667 14.437 3.944 Santa Catarina 44 36 376 10.444 734 São Paulo 123 123 1.541 12.528 1.964 Minas Gerais 101 101 841 8.326 1.224
  7. 7. •Pequena escala de produção que dificulta o escoamento comercial regular; •Baixa qualidade da pera nacional em relação às importadas; Dificuldades encontradas na cultura: •Falta de cultivares copa e porta-enxertos adequados para as condições de clima específicas das regiões produtoras brasileiras;
  8. 8. La Coltura Del Pero – Ferrara 2008 – Leo Rufato LR 8
  9. 9. La Coltura Del Pero – Ferrara 2008 – Leo Rufato LR 9 Qualidade!!!!!
  10. 10. La Coltura Del Pero – Ferrara 2008 – Leo Rufato LR 10
  11. 11. Porta enxerto de pereiras • Controlar o Vigor; • Boa afinidade com a cultivar copa; • Rápida entrada em produção; • Boa produtividade; • Facilidade de propagação;
  12. 12. Principais porta enxertos para pereiras *Ananizantes Cydonia Oblonga MC Adams Sydo *Médio Vigor Cydonia Oblonga MA Ba29 Cts212 Pyus Communis Fox 11 Fox 16 OHxF40 OHxF69 *Vigoroso Pyrus Communis Franco Pyrus calleryana Pyrus betulaefolia
  13. 13. 120 Principais porta enxertos para pereiras Sansavini, 2007
  14. 14. Porta enxertos mais utilizados no Brasil Marmelo Adams Origem: Bélgica. Vigor intermediário entre o ‘Marmelo EM A’ e o ‘Marmelo MC’. Induz frutificação precoce, possui sistema radicular superficial, exige terreno fértil e bem drenado. Adaptado a variedades vigorosas como Decana del Comizio.
  15. 15. Marmelo EMA Origem: Inglaterra, Estação Experimental East Malling. Confere vigor médio a baixo, semelhante ao Sydo®. Induz alta eficiência produtiva, mas é menos precoce que o ‘Marmelo MC’. É incompatível com as variedades Williams e Bosc. Porta enxertos mais utilizados no Brasil
  16. 16. Marmelo EMC Origem: Inglaterra, Estação Experimental East Malling. É o clone de marmeleiro mais ananizante, permite densidades de 3.000 a 7.000 plantas ha-1. É muito exigente no manejo da adubação e da irrigação para manter sua eficiência produtiva. É incompatível com as variedades Williams e Bosc. Porta enxertos mais utilizados no Brasil
  17. 17. Marmelo BA 29 Origem: França, Estação Experimental de Angers (INRA). É o clone de marmeleiro utilizado comercialemente que induz maior vigor. Indicado para solos pobres e variedades precoces. Porta enxertos mais utilizados no Brasil
  18. 18. Incompatibilidade de Enxertia
  19. 19. Necrose
  20. 20.  Fraco vigor (EMC): 0,10 m.  Fraco a médio vigor (EMA; Sydo): 0,20 m.  Médio vigor (BA29): 0,25 - 0,30 m. Altura de Enxertia - Solo FRANQUEAMENTO PRUNASINA
  21. 21. Temporões LUZ, 2012 LUZ, 2012
  22. 22. Prováveis Causas EPAGRI, 2010 IRRIGAÇÃO
  23. 23. Cultivares
  24. 24. Packham’s Triumph Origem: Austrália, 1890. Possui epiderme de cor esverdeada e tem boas características organolépticas. Boa capacidade de armazenamento. Quando combinada com porta-enxertos vigorosos apresenta inconstância de produção. Principais variedades de pereiras europeias
  25. 25. William’s Origem: Inglaterra, 1700. Também conhecida como William’s Bon Chrétien ou Bartlett. Variedade mais consumida no Brasil, com características organolépticas apreciadas no mundo todo. É incompatível com marmelo e seu ponto de colheita é difícil de determinar.
  26. 26. Abbè Fetel (Abate Fetel) Origem: França, 1869. Variedade mais cultivada na Itália e possui a maior cotação no mercado. Possui polpa amanteigada, consistente e suculenta. Quando adequadamente conservada pode ser mantida por 7 meses em frigoconservação.
  27. 27. Rocha Origem: Portugal, 1860. Variedade surgiu casualmente, por semente na “Fazenda do Rocha”, propriedade de Pedro Antonio Rocha. Corresponde a 10% do volume de peras importadas pelo Brasil. Tem grande aceitação nos mercados de São Paulo e Curitiba. Tem cor verde com russeting liso na região do pedúnculo.
  28. 28. Santa Maria Origem: Itália, 1951. Surgiu do cruzamento da William’s x Coscia, obtida por Morettini. Tem-se mostrada muito adaptada ao clima da região sul do Brasil.
  29. 29. Kieffer Origem: EUA, 1863. Híbrido espontâneo de Pyrus Serotina e P. communis. Altamente produtiva (80 ton ha-1). Fator limitante, baixa qualidade organoléptica.
  30. 30. CASCATENSE Origem: Embrapa Clima Temperado. Packham’s Triumph x Le Conte. Altamente produtiva (60 ton ha-1). Colheita janeiro.
  31. 31. PRODUTIVIDADE (Kg ha-1) Urupema 4 x 1 m (1o ano) Urupema 4 x 1 m (2o ano) 27.520 a Santa Maria Adams 6.891,8 a Packham’s Adams
  32. 32. PRODUTIVIDADE (Kg ha-1) Urupema 4 x 0,3 m (1o ano) Urupema 4 x 0,3 m (2o ano) 19.727,3 a Santa Maria Adams Packham’s EMC 8.486 b 58.321 a26.100 b Santa Maria Adams Rocha EMC
  33. 33. • 5 pétalas; • 5 sépalas; • 20 estames; • 5 estigmas. • Entomófila (insetos) • Anemófila (vento) Polinização
  34. 34. Baixas produtividades ???
  35. 35. EM BLOCOS: PPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPP PPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPP CCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCC CCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCC CCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCC CCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCC PPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPP PPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPP P – Polinizadoras C - Comercial FORMAS DE PLANTIO DAS POLINIZADORAS:
  36. 36. FORMAS DE PLANTIO DAS POLINIZADORAS: INTERCALADO: XXAXXXXXXXXAXXXXXXXAXXXXXXXXXAXXXXXXXAXXXXX XXXXXXBXXXXXXXXBXXXXXXXXBXXXXXXXXBXXXXXXXXB AXXXXXXXXAXXXXXXXXAXXXXXXXXAXXXXXXXXAXXXXXXX XXXBXXXXXXXXBXXXXXXXXBXXXXXXXXBXXXXXXXXBXXX A = POLIZADORA A B = POLINIZADORA B CULTIVAR POLINIZADORA = VALOR COMERCIAL ??
  37. 37. • Desenvolvimento do fruto sem que haja fecundação; • Fitorreguladores Partenocarpia
  38. 38. Figura 1 – Efeito dos fitorreguladores: 1 – Promalina® (3 x 0,33 ml L-1) 30 % flores abertas + plena florada + queda de pétalas; 2 - ReTain® (2 g L-1) 15 dias após plena floração (DAPF); 3 - Viviful® (1.25 g L-1) em plena florada; 4 - Viviful® (2.5 g L-1) em plena florada; 5 - Viviful® (1.25 g L-1) 15 DAPF; 6 - Promalina® (1 ml L-1) em plena florada + ReTain® (2 g L-1) 15 DAPF; 7 - Promalina® (1 ml L-1) em plena florada + ReTain® (1 g L-1) 15 DAPF; 8 - TDZ (20 mg L-1); 9 - Promalina® (1 ml L-1) + Viviful® (1.25 g L-1); 10 – Testemunha (água) ) na produtividade estimada (ton ha-1) e no percentual de frutos com calibre superior a 60 mm, na pereira Packham’s, no município de São Joaquim, 2011. * Médias seguidas pela mesma letra maiúscula não diferem para produtividade estimada e médias seguidas pela mesma letra minúscula não diferem para % frutos > 60 mm pelo Teste de Duncan (P<0,05). 6 – Promalina (1 ml L-1) + Retain (2 g L-1) 7 - Promalina (1 ml L-1) + Retain (1 g L-1) 8- TDZ (20 mg L-1)
  39. 39. Figura 1 – Efeito dos fitorreguladores: 1 – Promalina® (3 x 0,33 ml L-1) 30 % flores abertas + plena florada + queda de pétalas; 2 - ReTain® (2 g L-1) 15 dias após plena floração (DAPF); 3 - Viviful® (1.25 g L-1) em plena florada; 4 - Viviful® (2.5 g L-1) em plena florada; 5 - Viviful® (1.25 g L-1) 15 DAPF; 6 - Promalina® (1 ml L-1) em plena florada + ReTain® (2 g L-1) 15 DAPF; 7 - Promalina® (1 ml L-1) em plena florada + ReTain® (1 g L-1) 15 DAPF; 8 - TDZ (20 mg L-1); 9 - Promalina® (1 ml L-1) + Viviful® (1.25 g L-1); 10 – Testemunha (água) ) na produtividade estimada (ton ha-1) e no percentual de frutos com calibre superior a 60 mm, na pereira Rocha, no município de São Joaquim, 2011. * Médias seguidas pela mesma letra maiúscula não diferem para produtividade estimada e médias seguidas pela mesma letra minúscula não diferem para % frutos > 60 mm pelo Teste de Duncan (P<0,05). 3 – Viviful (1,25 g L-1) 9 - Promalina (1 ml L-1) + Viviful (1,25 g L-1)
  40. 40. Frutos de Santa Maria com deformação do cálice devido à aplicação de TDZ. Luz, 2012 Dose: 30 mg L-1
  41. 41. Anelamento de tronco
  42. 42. RESULTADOS Intensidade de corte VC (m3 ) DTC (mm) CAC (m) PMF (kg) PE (t ha-1 ) Testemunha 52,00 a 132,66a 7,93 a 0,17b 36,05b Corte duplo 1/3 do tronco 44,15 b 120,45c 5,91 b 0,20 ab 35,35 b Corte Simples 1/2 do tronco 46,33 ab 129,45 ab 6,10 b 0,25a 37,32b Anelamento Simples 43,70 b 128,83 ab 5,49 b 0,20 ab 46,98 b Anelamento Duplo 43,07 b 123,50 bc 5,3 b 0,21 ab 68,96 a C.V. (%) 19,62 7,40 32,00 39,24 27,25 Volume de copa (VC), diâmetro do tronco da cv. copa (DTC), crescimento anual da copa (CAC), peso médio de frutos (PMF) e produtividade estimada (PE), para as diferentes intensidades de corte de tronco em plantas de pereira cv. Packham’sTriumph sobre o porta enxerto Pyrus calleryanana na região do planalto catarinense, durante as safras agrícolas 2010/11 e 11/12.
  43. 43. Poda verde
  44. 44. Grupos de pereira segundo o hábito de frutificação Tipo I – William Tipo II – Decana del Comizio e Abate Fetel Tipo III – Conference Tipo IV – Kaiser Tipo V – Passa Crassana
  45. 45. Musacchi, 2010
  46. 46. Musacchi, 2010
  47. 47. Musacchi, 2010
  48. 48. Musacchi, 2010
  49. 49. Musacchi, 2010
  50. 50. Musacchi, 2010
  51. 51. PERSPECTIVAS
  52. 52. bruno.dalazem@ifsc.edu.br (49) 2101 9179
  53. 53. La Coltura Del Pero – Ferrara 2008 – Leo Rufato LR 59 OBRIGADO PELA ATENÇAO!! bruno.dalazem@ifsc.edu.br

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