Clube Militar Marco Regulatório V

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  • IMPORTANTE TER SEMPRE EM MENTE QUE O DESAFIO DA COMPETITIVIDADE, CONFORME DEFINIDO CONTEMPORÂNEAMENTE, REQUER ÊXITO NAS TRÊS DIMENSÕES DA SUSTENTABILIDADE: O EIXO DA CRIAÇÃO DA PROSPERIDADE – O DO IMPACTO ECONÔMICO O EIXO DA CRIAÇÃO DA EQUIDADE E COMUNIDADE – O DA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL O EIXO DO RESPEITO À NATUREZA – O DO IMPACTO AMBIENTAL A OBTENÇÃO DO ADEQUADO EQUILÍBRIO ENTRE ESSAS DIMENSÕES É O QUE GARANTE O SUCESSO DE UM DETERMINADO EMPREENDIMENTO NO LONGO PRAZO.
  • Adicionalmente, o acesso aos recursos naturais (reservas) e tecnologia própria são fatores cada vez mais difíceis de serem conciliados na industria, gerando gargalos para crescimentos de empresas/países. A vantagem competitiva do Brasil pode ser destacada neste contexto, uma vez que o país desenvolveu tecnologia e conhecimento para operar em águas profundas, vivenciou as descobertas recentes das grandes reservas da região do pré-sal , alem de desfrutar de um ambiente de estabilidade econômica e política, economia em crescimento e regras de mercado bem definidas.
  • Adicionalmente, o acesso aos recursos naturais (reservas) e tecnologia própria são fatores cada vez mais difíceis de serem conciliados na industria, gerando gargalos para crescimentos de empresas/países. A vantagem competitiva do Brasil pode ser destacada neste contexto, uma vez que o país desenvolveu tecnologia e conhecimento para operar em águas profundas, vivenciou as descobertas recentes das grandes reservas da região do pré-sal , alem de desfrutar de um ambiente de estabilidade econômica e política, economia em crescimento e regras de mercado bem definidas.
  • Adicionalmente, o acesso aos recursos naturais (reservas) e tecnologia própria são fatores cada vez mais difíceis de serem conciliados na industria, gerando gargalos para crescimentos de empresas/países. A vantagem competitiva do Brasil pode ser destacada neste contexto, uma vez que o país desenvolveu tecnologia e conhecimento para operar em águas profundas, vivenciou as descobertas recentes das grandes reservas da região do pré-sal , alem de desfrutar de um ambiente de estabilidade econômica e política, economia em crescimento e regras de mercado bem definidas.
  • Adicionalmente, o acesso aos recursos naturais (reservas) e tecnologia própria são fatores cada vez mais difíceis de serem conciliados na industria, gerando gargalos para crescimentos de empresas/países. A vantagem competitiva do Brasil pode ser destacada neste contexto, uma vez que o país desenvolveu tecnologia e conhecimento para operar em águas profundas, vivenciou as descobertas recentes das grandes reservas da região do pré-sal , alem de desfrutar de um ambiente de estabilidade econômica e política, economia em crescimento e regras de mercado bem definidas.
  • O governo fortalece o planejamento do uso dos recursos naturais brasileiros. Segurança energética para o país : Garantia da auto-suficiência petrolífera por muitos anos mais. Estabilidade econômica. Blindagem quanto à eventuais crises energéticas mundiais, quer por flutuações de preços, quer por crises no abastecimento (eliminação definitiva de importações). Geração de divisas com exportação, seja de excedentes de petróleo bruto, seja por exportação de produtos refinados, aumentando o superávit da balança comercial brasileira. Maior desenvolvimento do parque industrial do país, por aumento nas encomendas de equipamentos e serviços. Oportunidade de criação de novos empregos, com possível melhoria da renda nacional (Aumento da renda “per capita”).
  • Clube Militar Marco Regulatório V

    1. 1. José Sergio Gabrielli de Azevedo Presidente A Petrobras e o Desenvolvimento Nacional Pré-sal e áreas estratégicas Rio de Janeiro, 21/10/09 - Clube Militar
    2. 2. AVISO Aviso aos Investidores Norte-Americanos: As apresentações podem conter previsões acerca de eventos futuros. Tais previsões refletem apenas expectativas dos administradores da Companhia. Os termos “antecipa", "acredita", "espera", "prevê", "pretende", "planeja", "projeta", "objetiva", "deverá", bem como outros termos similares, visam a identificar tais previsões, as quais, evidentemente, envolvem riscos ou incertezas previstos ou não pela Companhia. Portanto, os resultados futuros das operações da Companhia podem diferir das atuais expectativas, e o leitor não deve se basear exclusivamente nas informações aqui contidas. A Companhia não se obriga a atualizar as apresentações e previsões à luz de novas informações ou de seus desdobramentos futuros. A SEC somente permite que as companhias de óleo e gás incluam em seus relatórios arquivados reservas provadas que a Companhia tenha comprovado por produção ou testes de formação conclusivos que sejam viáveis econômica e legalmente nas condições econômicas e operacionais vigentes. Utilizamos alguns termos nesta apresentação, tais como descobertas, que as orientações da SEC nos proíbem de usar em nossos relatórios arquivados.
    3. 3. 2º ciclo de investimentos (2011 em diante) + 307 km de gasodutos + novas estações de compressão + 2 term. de GNL (Terminal Regás-Flex) + usinas a Gás Natural Plano de Negócios 2009 / 2013 8,8% a.a. 2.400 2.308 6% a.a. 7,5% a.a. 3.655 2.757 Plano de negócios 2009-2013 US$174,4 Bilhões E&P RTC G&E Petroquímica Biocombustíveis Distribuição Corporativo US$ 174,4 bilhões 104,6 (*) 43,4 11,8 5,6 3.0 2.8 3.2 (*) US$ 17,0 bilhões destinados a Exploração Premium I 600 mil bpd e Premium II 300 mil bpd GÁS E ENERGIA PRODUÇÃO PETRÓLEO E GÁS 2010: 43 MIL BPD 2011:255 MIL BPD 2012: 150 MIL BPD CAPACIDADE DE REFINO 5.729 3.012 2.270 1.791 1.779 1º ciclo de investimentos (até 2010) + 2. 332 km de gasodutos + 19 novas usinas de energia + 1.236 MW + Term. de GNL - Baía de Guanabara
    4. 4. Os investimentos previstos atendem à s necessidades da carteira explorat ó ria e de desenvolvimento da produ ç ão da Petrobras <ul><li>30 SONDAS CONTRATADAS, MAIS 28 A SEREM CONTRATADAS ATÉ 2018, TOTALIZANDO 58 SONDAS: </li></ul><ul><li>23 serão entregues entre 2009 e 2011 </li></ul><ul><li>9 serão contratadas através de processos de licitação no mercado internacional e entregues em 2012 – Atendendo as necessidades de curto prazo da Petrobras enquanto a indústria nacional se prepara para responder as demandas adicionais (sendo que 2 só serão liberadas em 2013). </li></ul><ul><li>28 serão construídas no Brasil com entrega prevista no período de 2013 a 2018 </li></ul>SONDAS DE PERFURAÇÃO NOVAS EMBARCAÇÕES <ul><li>Promef 1 e Promef 2 </li></ul><ul><li>FPSO e SS </li></ul>Barco de Apoio Navio de grande porte (VLCC) Plataforma de Produção (FPSO) Recursos Críticos Planejamento de Entrega de Novas Embarcações de 2009 até 2013 de 2013 até 2015 de 2016 até 2020 Navios de Grande Porte (1) 44 5 0 Barcos de Apoio e Especiais 92 50 53 Plataformas de Produção (2) 15 8 22 Outros (Jaqueta e TLWP) 2 2 3 Total 153 65 78
    5. 5. COMPRA DE NOVOS EQUIPAMENTOS 1,700 un Cabeças de Poço Terrestres 1,700 un Árvores de Natal Seca 2,200 km Umbilicais 42,000 t Tubos de Rev. e Produção 30 un Manifolds 4,000 km Dutos Flexíveis 500 un Cabeças de Poço 500 un Árvores de Natal Molhadas TOTAL Un. Itens 940,000 t Aço estrutural 350 un Turbinas 1,000 un Motores de Combustão 200 un Guindastes 450 un Guinchos 700 un Compressores 8,000 un Bombas TOTAL Un. Itens 550 un Torres 1,800 un Tanques de Armazenamento 50 un Separadores de água e óleo 280 un Reatores TOTAL Un. Itens 500 un Geradores 30 un Queimadores (Flares) 300 un Filtros TOTAL Un. Itens
    6. 6. PROGRAMA DE MOBILIZAÇÃO DA INDÚSTRIA NACIONAL DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL Estrutura do Prominp Forma de Atuação Prominp Áreas de Enfoque Comitê Temático de Meio Ambiente - MMA <ul><ul><li>MME </li></ul></ul><ul><ul><li>MDIC </li></ul></ul><ul><ul><li>PETROBRAS </li></ul></ul><ul><ul><li>BNDES </li></ul></ul><ul><ul><li>IBP </li></ul></ul><ul><ul><li>ONIP </li></ul></ul>Comitê Temático de Tecnologia - MCT Comitês Setoriais E&P GE&TD ABAST TM COMITÊ DIRETIVO IND P&G Comitê Executivo <ul><ul><li>MESMAS ENTIDADES DO COMITÊ DIRETIVO </li></ul></ul><ul><ul><li>& </li></ul></ul><ul><ul><li>ASSOCIAÇÕES DE CLASSE </li></ul></ul>Investimentos no Setor de Petróleo e Gás  Sustentabilidade  Competitividade  SMS Desempenho Empresarial  Financiamento  Regula ç ão  Pol í tica Tribut á ria  Fomenta à Pequena e M é dia Empresa Instrumentos de Pol í tica Industrial  Tecnol ó gica  Industrial  Pessoas Capacita ç ão
    7. 7. PROMINP - NOVA DEMANDA DE RECURSOS HUMANOS – PN 2009-2013 48.330 Profissionais Qualificados 207.643 Lacunas de Recursos Humanos PN 2009-13 Afretamento 19 Navios Refinaria Premium I 28 Sondas 146 Barcos de Apoio Novas Plataformas de Produção Promef II Refinaria Premium II Plano de Negócios 2008 – 2012 29.862 Profissionais Selecionados 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016
    8. 8. PROMINP PRINCIPAIS RESULTADOS (1/2) Previsão de Demanda de Bens e Serviços Desenvolvimento do Portal de Oportunidades Visibilidade da Cadeia Plantas/ Unidades Equipamentos Componentes 800 itens 600 itens 450 Projetos mapeados Estruturação do Plano de Desenvolvimento Tecnológico Industrial Desenvolvimento Tecnológico Industrial <ul><li>Mecânica; </li></ul><ul><li>Metalurgia </li></ul><ul><li>Elétrica-Eletrônica; </li></ul><ul><li>Serviços. </li></ul><ul><li>Identificação da Agenda Tecnológica Industrial </li></ul><ul><li>Coordenação do Processo </li></ul><ul><li>Financiamento </li></ul><ul><li>Identificação de 15 Projetos para o desenvolvimento de tecnologia de base </li></ul><ul><li>Criação do Comitê Tecnológico do Prominp </li></ul><ul><li>Recursos não reembolsáveis com contra-partidas não financeiras das empresas </li></ul>Diagnóstico por Setor Industrial Direcionadores do Plano Resultados Obtidos Qualificação Profissional <ul><li>78.000 profissionais beneficiados </li></ul><ul><li>185 cursos diferentes em 13 Estados e 34 cidades </li></ul><ul><li>80 Instituições de ensino evolvidas </li></ul><ul><li>Investimento de U$ 150 MM </li></ul>
    9. 9. Financiamento <ul><li>Aumento do conteúdo local de 57% (em 2003) para cerca de 75% (no 1º sem/09) </li></ul><ul><li>O aumento do conteúdo local levou à injeção adicional de US$ 14,2 Bi em aquisições na economia brasileira </li></ul><ul><li>Essas encomendas contribuíram para a geração de 638.000 postos de trabalho adicionais na indústria </li></ul>PROMINP PRINCIPAIS RESULTADOS (2/2) Prominp Recebíveis (FDIC - Fundo de Investimento em Direito Creditório) Financiar os contratos dos fornecedores <ul><li>10 fundos voltados para pequenos e grandes contratos </li></ul><ul><li>U$ 7 Bilhões </li></ul>Prominp Participações (Private Equity) Capitalizar os fornecedores <ul><li>3 fundos </li></ul><ul><li>U$ 1,5 Bilhões </li></ul>Inserção de Micro e Pequenas Empresas Convênio Petrobras/Sebrae <ul><li>Inserção de 2.500 MPE na cadeia de Peetróleo </li></ul><ul><li>33 Rodadas em 14 Estados </li></ul><ul><li>U$ 40 MM investidos para gerar U$ 1 Bi em transações comerciais </li></ul>
    10. 10. Novas Fronteiras Exploratorias Modelagemde bacias Águas profundas Refino Recuperação avançada Pré-sal CENPES: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA PARA AS PRÓXIMAS DÉCADAS Programas Tecnológicos Parceria com mais de 120 universidades e centros de pesquisa no Brasil e 70 instituições no exterior. Investimentos em Tecnologia 2009-2013 1.9 0.2 1.0 0.9 US$ 4,0 bilhões PRO-CO ² Otimização & confiabilidade Inovação em combustíveis Transporte Bio Combustíveis Meio ambiente Mudanças Climáticas Gás natural Óleos Pesados
    11. 11. 2006 - 2008 422 convênios assinados com 52 instituições de ensino e pesquisa nacionais Contratados R$ 724 Milhões REDES TEMÁTICAS E NÚCLEOS REGIONAIS Instituições de ensino e pesquisa nacionais Construção de novos laboratórios Ampliação de infra-estrutura Aquisição de equipamentos Núcleos Regionais Unidades Operacionais da PETROBRAS Construção de Infraestrutura de pesquisa no país com padrão internacional <ul><li>38 Redes Temáticas </li></ul><ul><li>7 Núcleos Regionais </li></ul><ul><ul><li>RJ - Rio de Janeiro(2) e Macaé(1) </li></ul></ul><ul><ul><li>BA - Salvador </li></ul></ul><ul><ul><li>RN - Natal </li></ul></ul><ul><ul><li>SE - Aracaju </li></ul></ul><ul><ul><li>ES - Vitória </li></ul></ul>
    12. 12. REDE TEMÁTICA DE VISUALIZAÇÃO CIENTÍFICA GRADE-BR Investimento Previsto R$ 76 Milhões (infraestrutura) R$ 39 Milhões (projetos P&D) Instituições Cluster de computadores : UFAL, ITA, USP, PUC-RJ, UFRJ Demais participantes: UFAM, UFMA, UFC, UFRN, UFPE, LNCC, INPE, UNICAMP, FURG Abrangência 22 diferentes linhas de pesquisas 260 pesquisadores Objetivo Parcerias entre instituições nacionais de pesquisas voltadas para pesquisas na área de óleo, gás e energia com uso de computação científica e visualização, adotando técnicas no estado da arte em nível mundial Instalação do maior cluster de computadores operando em grade no hemisfério sul
    13. 13. REDES TEMÁTICAS – ESTAÇÃO DE SENSORIAMENTO REMOTO MARINHO As imagens adquiridas na costa brasileira são enviadas diretamente para a estação, onde são processadas e disponibilizadas em menos de 1 hr. Instalação de uma estação completa para a recepção, processamento e armazenamento de dados de satélites para o monitoramento costeiro e oceânico em tempo próximo do real - INPE Investimento já realizado de R$ 6,7 milhões Interesse da Marinha em investimentos adicionais – Zona Econômica Exclusiva <ul><li>Cobertura da Antena </li></ul>
    14. 14. CONVÊNIOS COM CENTRO DE TECNOLOGIA DO EXÉRCITO <ul><li>Ampliação do núcleo de competência de desenvolvimento de tecnologia de carbono (materiais especiais de carbono a partir de resíduos aromáticos de destilação de petróleos) </li></ul><ul><li>Em princípio, foram estimados R$ 23MM para este núcleo. </li></ul>
    15. 15. Convênios Petrobras-Marinha para Ampliação e Modernização dos Centros de Instrução <ul><li>Recursos Instrucionais </li></ul><ul><ul><li>Simuladores (passadiço, máquinas, posicionamento dinâmico, radar ARPA e sistema GMDSS) </li></ul></ul><ul><ul><li>Laboratórios (automação, eletrônica, máquinas, motores, navegação etc.) </li></ul></ul><ul><ul><li>Salas de aula </li></ul></ul><ul><li>Equipe Docente </li></ul><ul><ul><li>Contratação de novos professores: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Reposição por aposentadoria </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Aumento de turmas </li></ul></ul></ul><ul><li>Áreas de Habitação </li></ul><ul><ul><li>Reforma e ampliação dos alojamentos, camarotes (prédio novo no CIABA) e banheiros </li></ul></ul><ul><ul><li>Reforma de Cozinhas e refeitórios </li></ul></ul>CIAGA e CIABA DEMANDAS EMERGENCIAIS Necessidade de Aporte Financeiro Emergencial -> R$ 78 milhões
    16. 16. Modernização das instalações e novos equipamentos em 2 navios oceanográficos - plataforma continental e mar profundo CHM / Emgepron - R$ 7,9 milhões ATRAVÉS DA REDE TEMÁTICA MONITORAMENTO AMBIENTAL MARINHO NOc. Antares - H 40 NOc.Amorim do Valle - H 35 CONVÊNIO CENTRO DE HIDROGRAFIA DA MARINHA / EMGEPRON
    17. 17. DESAFIO DA OFERTA GLOBAL DE LÍQUIDOS Fonte: IEA World Energy Outlook 2007, EIA International Energy Outlook 2007 Existing production 0,0 20,0 40,0 60,0 80,0 100,0 120,0 140,0 2000 2002 2004 2006 2008 2010 2012 2014 2016 2018 2020 2022 2024 2026 2028 2030 Natural decline Observed decline Existing production Declínio natural Declínio observado Produção existente MM bpd Cenários de Demanda Global de Óleo Cenário Alto Crescimento EIA DOE Cenário de Referência | IEA Cenário Baixo Crescimento EIA DOE 2030 | 75 – 90 MM 2020 | 55 – 65 MM Adição Requerida de Capacidade (bpd) <ul><li>A diferença deverá ser suprida por: </li></ul><ul><ul><li>Incorporação de novas descobertas </li></ul></ul><ul><ul><li>Fontes alternativas de energia </li></ul></ul><ul><ul><li>Maior eficiência energética </li></ul></ul>DESAFIO DA OFERTA MUNDIAL DE PETRÓLEO
    18. 18. <ul><li>Os maiores mercados consumidores de petróleo produzem apenas pequena parcela do que consomem -> dependem dos grandes países produtores </li></ul><ul><li>Os maiores produtores de petróleo, por sua vez, não possuem grandes mercados consumidores domésticos -> dependem das exportações </li></ul><ul><li>O Brasil é um grande produtor de petróleo que possui um grande mercado consumidor interno </li></ul>DEMANDA VERSUS OFERTA PETROLÍFERA x Principais consumidores Principais produtores da OPEP, incluindo Rússia e Noruega Importações e Exportações Líquidas de Petróleo
    19. 19. ACESSO À RESERVA E À TECNOLOGIA <ul><li>Países com muitas reservas, pouca tecnologia, reduzida base industrial, conflitos regionais e instabilidade institucional </li></ul>X O conflito de interesses petrolíferos : Situação Privilegiada Países com grandes mercados consumidores com poucas reservas, alta tecnologia, grande base industrial e estabilidade institucional BRASIL: País com grandes reservas, alta tecnologia em petróleo, base industrial diversificada, grande mercado consumidor, estabilidade institucional e jurídica
    20. 20. AMAZÔNIA AZUL 12 milhas Mar territorial Amazônia Azul 4.411.000 (42% do território) ZEE + Extensão da Plataforma Continental 911.000 Extensão da Plataforma Continental 3.500.000 Zona econômica Exclusiva 8.500.000 Território Área Km² Brasil
    21. 21. A PROVÍNCIA DO PRÉ-SAL <ul><li>A grande área em azul indica a ocorrência prevista para o Pré-sal, com potencial para a presença de petróleo </li></ul><ul><li>No Campo de Jubarte (Parque das Baleias) está sendo realizada a antecipação da produção e, na área de Tupi (Bacia de Santos), o teste de longa duração </li></ul><ul><li>Área total da Província: 149.000 km2 </li></ul><ul><li>Área já concedidas: 41.772 km2 (28%) </li></ul><ul><li>Área sem concessão: 107.228 km2 (72%) </li></ul><ul><li>Área concedida c/ partc. Petrobras: 35.739 km2 (24%) </li></ul>
    22. 22. NOVO MARCO REGULATÓRIO
    23. 23. NOVO MARCO REGULATÓRIO Até 5 bilhões boe Petrobras 100% Petrobras Operadora Terceiros por Licitação Outras Áreas Mantém-se o Regime de Concessões Atual Não haverá mudança para as Áreas já concedidas, inclusive no Pré-Sal Pré-Sal e Áreas Estratégicas Cessão Onerosa Partilha de Produção
    24. 24. REGIME DE PARTILHA DE PRODUÇÃO Empresas + Petrobras* União <ul><li>Petrobras é sempre a Operadora com participação definida pelo CNPE, não inferior a 30% </li></ul><ul><li>Consórcio entre Petrobras, Petro-Sal e vencedora(s) da licitação, que será administrado pelo Comitê Operacional </li></ul><ul><li>Petrobras poderá participar das licitações visando aumentar sua participação para além da mínima </li></ul><ul><li>Vencedora da licitação será a Empresa que oferecer o maior percentual do “óleo lucro” para União </li></ul><ul><li>Petrobras acompanha o percentual ofertado pela licitante vencedora </li></ul><ul><li>União não assume riscos das atividades, exceto nos casos em que resolver investir diretamente </li></ul><ul><li>Antes de contratar, a União poderá fazer avaliação de potencial das áreas e, para tanto, poderá contratar diretamente a Petrobras </li></ul>* Petrobras com no mínimo 30% Óleo Lucro Óleo Custo Definições Técnicas Celebração dos contratos de partilha
    25. 25. O PAPEL DO OPERADOR E PRÁTICAS DA INDÚSTRIA MUNDIAL OPERADOR <ul><ul><li>Acesso à informação estratégica </li></ul></ul><ul><ul><li>Controle sobre a produção e custos </li></ul></ul><ul><ul><li>Acesso e desenvolvimento de tecnologia </li></ul></ul>PETROBRAS: definida como operadora exclusiva de todas as áreas sujeitas ao regime de partilha de produção Responsável pela condução das atividades de exploração e produção, providenciando os recursos críticos: tecnologia (utilização e desenvolvimento), pessoal e recursos materiais (contratação)
    26. 26. VANTAGEM COMPETITIVA EM ÁGUAS PROFUNDAS Fonte: PFC Energy | Nota: Os volumes estimados acima representam o que cada operador é responsável por produzir, não o que eles detêm como participação. Águas profundas são consideradas acima de 300 m de lâmina d’ água; os 11 operadores apresentados acima representam 94% da produção mundial em águas profundas em 2007 Petrobras opera 22% da produção global em águas profundas e possui o maior número de unidades de produção (FPS e navios). 2008 produção mundial em águas profundas por operador Operadores FPS Navios Contratados (Total de 252)
    27. 27. A PETROBRAS COMO OPERADORA ÚNICA DO PRÉ-SAL Planejamento integrado das aquisições de bens e serviços Atuação pró-ativa na contratação junto ao mercado nacional Padronização dos requisitos técnicos dos materiais e equipamentos Alianças tecnológicas com centros de pesquisa e fornecedores nacionais
    28. 28. A PETROBRAS COMO OPERADORA ÚNICA DO PRÉ-SAL Contratação e treinamento de pessoal qualificado a planejar e executar as atividades Contratação e execução de serviços especializados Contratação da construção dos bens de capital necessários Desenvolvimento das tecnologias necessárias para a condução das atividades Garante-se que as decisões estratégicas serão tomadas por brasileiros, no Brasil
    29. 29. CAPITALIZAÇÃO DA PETROBRAS <ul><li>Concomitantemente com a cessão onerosa pela União </li></ul><ul><li>à Petrobras, a Companhia fará um aumento de capital </li></ul><ul><li>União poderá fazer o aporte de capital na Petrobras com títulos da dívida pública mobiliária federal, precificados a valor de mercado </li></ul><ul><li>A Petrobras poderá pagar a União, pela cessão onerosa dos direitos de E&P, utilizando os mesmos títulos advindos da capitalização </li></ul>Valores hipotéticos e sem proporcionalidade no gráfico Valoração das Reservas em R$ Aumento de Capital na Petrobras (aprovado pelo Conselho de Administração) Entrada de R$ no Caixa da Petrobras (exercício dos minoritários) Petrobras paga a União pela Cessão do exercício das atividades de E&P
    30. 30. OS DESAFIOS DA PETROBRAS <ul><li>Audacioso plano de negócios 2009-2013 </li></ul><ul><li>Forte incremento do portfólio de E&P e maior integração com as demais áreas, demandando: </li></ul><ul><ul><li>Aprimoramento do modelo de gestão da companhia </li></ul></ul><ul><ul><li>Administração dos recursos críticos (financeiros, tecnológicos, RH, contratação de equipamentos e serviços) </li></ul></ul><ul><li>Expansão dos investimentos em todas as áreas de negócios, mantendo a Companhia integrada </li></ul><ul><li>Administração financeira, contábil e tributária </li></ul><ul><li>Contratação e formação de novos Empregados (treinamento contínuo da força de trabalho) </li></ul><ul><li>Ampliação dos controles internos (inclusão de mais um ente fiscalizador – Petro-sal, e novos parceiros na partilha de produção) </li></ul>DESAFIOS DO PLANO ESTRATÉGICO DESAFIOS AINDA MAIORES COM O NOVO MARCO REGULATÓRIO
    31. 31. A PETROBRAS NUMA NOVA ERA <ul><li>Para chegar a esse novo patamar, nada disso seria possível sem a sua força de trabalho e sua capacitação técnica. Pensando no futuro, a Companhia se prepara para uma nova era: desde 2002, 27 mil novos empregados foram admitidos e novas contratações ainda estão programadas </li></ul><ul><li>Todos estes atributos, aliados ao fato de ser uma companhia nacional controlada pelo Governo Federal, conferem à Petrobras um papel relevante no novo marco regulatório </li></ul>
    32. 32. OBRIGADO

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