9 TALLER
VALPARAISO/CHILE/AÑO2007
del
ESCUELA DE ARQUITECTURA UNIVERSIDAD DE VALPARAISO
del TALLER
del TALLER/ Número 9 / Marzo 2010 / Celebración 50 años - Año 2007
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Hoy hemos venido a dar inicio a la celebración de los 50 años de nuestra Escuela de Arquitectura.
En este primer día de fe...
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Edición 50 años Escuela de Arquitectura

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Edición 50 años Escuela de Arquitectura

  1. 1. 9 TALLER VALPARAISO/CHILE/AÑO2007 del ESCUELA DE ARQUITECTURA UNIVERSIDAD DE VALPARAISO
  2. 2. del TALLER del TALLER/ Número 9 / Marzo 2010 / Celebración 50 años - Año 2007
  3. 3. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E l a m i n a 1 CELEBRACIÓN lamina 02 INAUGURACIÓN lamina 03 Discurso Luis Varas Arriaza Presentación Andrés Oyarzún Macchiavello SALA PABLO MONDRAGÓN GARCÍA DE LAS BAYONAS lamina 05 Discurso Andrés Oyarzún Macchiavello HISTORIA ESCUELA lamina 09 Recopilación Centro de Ex Alumnos escuela de Arquitectura EXPOSICIÓN EX ALUMNOS lamina 14 EXPOSICIÓN PROFESORES lamina 22 EXPOSICIÓN TALLERES -PRIMER TALLER lamina 27 -SEGUNDO TALLER lamina 28 -TERCER TALLER lamina 29 -CUARTO TALLER lamina 30 -QUINTO TALLER- TITULOS lamina 31 -ESTUDIOS BORDE SUPERIOR lamina 32 VIAJE ESCUELA MENDOZA lamina 33 PROCESO lamina 34 EDITOR : Escuela de Arquitectura, Universidad de Valparaíso /Teléfono: 32-2508206 / E-mail: secarq@uv.cl /Casilla:1470 / Avenida Circunvalación 805 / Playa Ancha- Valparaíso /ISSN0717-3970. DISEÑO Y EDICIÓN: Andrés Oyarzún Macchiavello- Mabel Pasilli Santibañez G. NOTA: Los textos que anteceden a los trabajos de los alumnos y que cuentan sobre las actividades y posturas de cada taller fueron redactadas por los respectivos equipos docentes. Los textos que acompañan a los trabajos de los alumnos fueron escritos por ellos mis- mos. Todos los textos entregados por profesores y alumnos mantienen su propio estilo y lenguaje como expresión del tiempo en que fueron pensados y la modalidad del lenguaje con que fueron escritos . Aun así, se han realizado mínimas correcciones que consideramos indispensables parta la mejor comprensión de los escritos.
  4. 4. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N invitación inauguración Atrio Iglesia La Matriz. Valparaíso 29 de octubre de 2007 19:00 hrs. 50 años 1 9 5 7 2 0 0 7 Escuela de Arquitectura Universidad de Valparaíso programa de actividades Lunes 12 al Sábado 17 de Noviembre de 2007 Lunes 12 Noviembre: 09:00 a 13:00 Hrs.: Vacuna Rubeola Lugar: Sala 206 día 2: martes 30 de octubre 12:00 Hrs.: Concierto al Mediodía: TANGO dúo La Viruta Lugar: Iglesia La Matriz. 16:00 Hrs.: Conferencia: Espacio Binario Ignacio Saavedra G.,Arq. Lugar: Iglesia La Matriz. 18:00 Hrs.: Exhibición Documental: “A Valparaíso” de Joris Ivens Lugar: Iglesia La Matriz. 22:00 Hrs.: Fiesta. Lugar: La Sala / Subterráneo La Piedra Feliz día 3: miércoles 31 de octubre 12:00 Hrs.: Concierto al Mediodía:Dúo Guitarra y Flauta Lugar: Iglesia La Matriz. 16:00 Hrs.: Conferencia: Boris Alvarado, Phd. Composición Musical Lugar: Iglesia La Matriz. 18:00 Hrs.: Exhibición Largometraje: “La Luna en el Espejo” Silvio Caiozzi Lugar: Iglesia La Matriz. 20:00 Hrs.: Inauguración Sala Pablo Mondragón Lugar: Casa Taller Atkinson. Cocktail de inauguración_ Interpretación coral día 4: jueves 1 de noviembre Exposiciones día 5: viernes 2 de noviembre 11:00 Hrs.: Inauguración Memorial Arquitectos Académicos Detenidos Desaparecidos, Sept. 1973 12:00 Hrs.: Concierto al Mediodía: Conjunto Vocal Música Sacra Lugar: Iglesia La Matriz. 16:00 Hrs.: Conferencia Lugar: Iglesia La Matriz. 18:00 Hrs.: Exhibición Película : “Valparaíso mi Amor” de Aldo Francia Lugar: Iglesia La Matriz. 22:00 Hrs.: Quinteto de Jazz Lugar: Bar Domus, Valparaíso. día 6: sábado 3 de noviembre CLAUSURA 11:30 Hrs.: Paseo por la bahía Embarque Muelle Prat. 13:00 Hrs.: Recorrido Barrio Puerto, Valparaíso. 14:00 Hrs.: Almuerzo de Camaradería y Clausura Lugar: Café Journal, Valparaíso. días 1 al 6: 10:00 – 18:00: Muestra Abierta Exposición 50 años Lugares: Iglesia La Matriz, naves laterales. 10:00 – 12:00 / 14:00 – 16:00 Exposición audiovisual Espacio Binario / OPTIKO Muestra de la Escuela en atriles dispuestos en la ciudad. días 3 al 6: Muestra Sala Pablo Mondragón, casa Taller Atkinson. I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E l a m i n a 2 El aniversario número 50 de nuestra Escuela amerita ser el contenido de esta edición especial de la revista del TALLER. La idea es que haga perdurar en nosotros el recuerdo a modo de un álbum de imágenes de este año memorable. La Fiesta como tema abierto, como fiesta de habitar la ciudad, como acontecimiento extraor- dinario fue la invitación que se hizo extensiva a todos los talleres para desarrollar su quehacer. Por eso es que todos los talleres participaron de la construcción de la celebración de los 50 años de la escuela, desde las exposiciones a los banquetes, la forma de las presentaciones fue algo que acompañó el trabajo de los talleres, fue así como toda la comunidad participó con alegría y pasión para darle forma a este encuentro. Entre las actividades memorables destacan la inauguración de la exposición en la Iglesia de La Matriz, en el corazón mismo del barrio fundacional de la ciudad, la inauguración de la Sala Pablo Mondragón García de las Bayonas en el piso zócalo de la Casona de Atkinson, con una exposición dedicada al recientemente fallecido arquitecto y profesor de esta escuela y la inauguración del memorial Arquitectos Académicos Detenidos Desaparecidos, FRANCISCO AEDO, CARLOS GAJARDO y YACTONG JUANTOK, Septiembre 1973, en la Facultad de Arquitectura. La exposición al interior de La Matriz dio cuenta de la formación de los egresados de la Escue- la a través de la muestra de ex alumnos, de los trabajos e investigaciones de los docentes de la Escuela y del trabajo desarrollado al interior de los talleres de arquitectura como muestra de nuestro estado actual. Otro hecho a destacar lo constituye el viaje que toda la Escuela realizó a Mendoza, Argentina, en que por primera vez se movilizó la comunidad entera y por un corto período de tiempo nuestras preocupaciones fueron otras, colectivas, la Escuela entera en otro lugar, para vernos a nosotros mismos desde la distancia. Finalmente esta revista quiere mostrar la fiesta que hay detrás de cada construcción de cada acontecimiento, de cada montaje, de cada banquete, de cada exposición, una fiesta porque es lo que a todos apasiona y no se guardaron esfuerzos en función de que eso que se ideó en algún momento se concrete en una forma, particular, cuidada, para a su vez vivir la fiesta, la buena vida.
  5. 5. Hoy hemos venido a dar inicio a la celebración de los 50 años de nuestra Escuela de Arquitectura. En este primer día de festejos venimos a rememorar, evocar y recordar. Echemos al viento las campanas. Porque la recuperación de la memoria puede ayudar a abrir camino hacia delante. Dícese de Mnemosine, titánide encarnación de la memoria que ella es la fuente de la inspiración y que de ella surge el pensamiento, el verso y el recuerdo. Hemos venido a contar de los viejos maestros, para de ellos tomar ejemplo. ¿qué fue de Don Roberto Dávila? Don Roberto y su polvorienta y enorme biblioteca en una casa señorial de la calle Santo Domingo en Santiago, biblioteca que acogía la conversación noctur- na. Don Roberto y su maltratado Cap Ducal. Nadie olvida sus golpes de bastón (pues usaba un bastón enorme para sostener su enorme porte), mientras el profesor Ulriksen, en medio de una conferencia contaba festivamente que la escultura de San Pedro en la basílica de Roma tenía el dedo gordo del pié gastado por los besos de los visitantes. Dávila era profundamente católico y los golpes de bastón significaban ¡basta ya! Y un agnóstico como Ulriksen, ante la enorme autori- dad del maestro Dávila, se disculpaba solemnemente. A Don Roberto le gustaba la música de Gilbert Bécaud, una tarde lo encontramos en Santiago, venía de la casa de un amigo que le había traído desde Francia unos discos del cantante, y quería que lo escucháramos. Nosotros, influenciados por los profesores jóvenes escuchábamos, por ejemplo a Schönberg y Stravinsky, por lo cual nos parecía una herejía escuchar a Bécaud, pero fui- mos. Nunca en la vida me he arrepentido de esa experiencia. Primero aprendí que los arquitectos tenemos mucho que buscar en los lenguajes populares. También, que la creación arquitectónica se mueve por misteriosos caminos con otras formas de conocimiento. Dávila había trabajado con Le Corbusier y se había traído como regalo del maestro, un pequeño proyecto para construir un taller de arquitectura en la azotea de su casa en Santiago. Creo que poca gente conoce ese proyecto. Esa nocturna conversación es una de las mejores clases de arquitectura que haya recibido en mi vida. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N Las clases del profesor Ulriksen eran más surrealistas. Empezaban en la sala de clases, conti- nuaban en los pasillos, después en una cafetería, para terminar en su departamento de la Plaza Victoria revisando libros en armarios que cubrían todas las habitaciones y continuaban en unos cajones ocultos debajo de la cama. Ulriksen, el de las figuras de animales y gente recortadas en papel, que todo el mundo recibía como regalo, el de las correcciones de pruebas con largos comentarios hechos a mano con papel carbón, lastima no haber conservado una de sus copias, porque eran verdaderas clases de arqui- tectura, personalizadas para cada alumno. No voy a hablarles de Don Pablo Mondragón porque el Miércoles próximo hay un día entero dedicado a él. A mitad de semana como simbolizando el equilibrio, porque eso era Don Pablo; equilibrio y sensatez. Cincuenta años de una Escuela es toda una vida, lo que hemos aprendido del mundo, de una u otra manera está ligado a nuestros estudios de arquitectura y a nuestros profesores. En un libro que escribió Ana María del Río: “A Tango Abierto”, cuyo tema central es la vida de un grupo de estudiantes de arquitectura de esta escuela, en esos años fundacionales, la autora pone en boca de uno de sus personajes la frase “éramos los elegidos, la generación del futuro”. Y eso era lo que creíamos y de ello estábamos convencidos. Esta mística, el convencimiento de que algo nuevo iba a surgir aquí, en Valparaíso, fue tal vez lo que posibilitó que aquí se gestara un pensamiento sobre la ciudad, sobre su patrimonio, sobre la necesidad de mirar con otro ojo la ocupación del suelo y la forma de los edificios de este lugar. Eduardo Vargas, joven profesor en esos tiempos sostenía que había que recuperar las quebradas y revitalizar los viejos edificios. Vargas junto con Gubbins, Pancho Harrison y otros correspondía a una nueva corriente que había entrado en la escuela en 1966, producto de una crisis que se había producido en los talleres. Provenían de la Universidad Católica de Valparaíso, y habían trabajado o estudiado en Europa. De esta imbricación proviene lo que es nuestra escuela hoy. Una suma de pensamientos de distinto origen, que poco a poco fueron dando paso a una forma original. I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E l a m i n a 3 No quisiera dejar de citar a un joven profesor. Creo que fue en 1966. En Argentina había habido problemas políticos y Chile, país de asilo, había acogido a muchos de sus intelectuales y artistas. Entonces apareció el joven Toni Díaz. Venía a la Escuela a hacer clases e Teoría de la Arquitectura. Nosotros, sus alumnos esperábamos algo así como un curso de “filosofía de la Arquitectura”, que era la forma de enseñar esta disciplina en esos tiempos. Se acercó a un alumno, le pasó un trozo de tiza y le dijo: dibuje un corte de la “Unidad de Habitación de Marsella”. No hubo resultado. Luego la tiza fue pasando de mano en mano sin que nadie pudiera dibujarlo. Entonces tomó él la tiza y fue dibujando, poco a poco el corte de la “Unidad de Habitación de Marsella” mientras iba contando del pensamiento de Le Corbusier sobre los espacios, las estructuras, la vida social, la economía. Todo salía de la tiza como de una varita mágica. Fue una verdadera epifanía y para algunos, un acto de iluminación. Los maestros han sido muchos. No podemos olvidar a Miriam Waisberg, quien nos enseñó el verdadero valor de este lugar. Nos mostró que Valparaíso es un verdadero palimsesto (que son esos pergaminos raspados para volverlos a utilizar, los que van manteniendo una encima de otras las huellas del mensaje anterior). Decía que es un palimsesto y que la ciudad tiene algo que decir, oculto en su traza. De esto tenemos que alegrarnos y festejar. De estos profesores y de muchos otros, de los que venían de Santiago, de la Universidad de Chile, de la Universidad Católica de Valparaíso, el grupo de argentinos de 1966, los argentinos, salvadoreños, alemanes, norteamericanos de los años 70, hasta llegar a austriacos y daneses en los últimos años. Entre todos, durante 50 años hemos esta- do elaborando conocimiento sobre esta ciudad patrimonial y seguiremos haciéndolo. Es nuestro fundamento y nuestra proyección. Razón hay entonces para echar al vuelo las campanas. Muchas Gracias. Luis Varas Arriaza. Profesor Titular Escuela Arquitectura Universidad de Valparaíso.
  6. 6. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E l a m i n a 4 EXPOSICIÓN DE CONMEMORACIÓN DE LOS 50 AÑOS DE LA ESCUELA DE ARQUITECTURA DE LA UNIVERSIDAD DE VALPARAÍSO. La conmemoración de los 50 años de existencia de la Escuela de Arquitectura de la Universidad de Valparaíso abarcó tres instancias en la ciudad, cada una de ellas con sus propios contenidos y forma. EXPOSICIÓN CENTRAL: ATRIO Y NAVES DE LA IGLESIA DE LA MATRIZ, EXPOSICIÓN ITINERANTE: ATRILES EN ASCENSORES DE VALPARAÍSO. EXPOSICIÓN CASA ATKINSON: MONOGRAFÍA PABLO MONDRAGÓN G. Ellas han querido dar cuenta de la marcha presente de la Escuela y a la vez reconocer un transcurso. Dicho transcurrir reconoce profesores que han marcado su existencia, ex alumnos que han desarrollado su oficio en diversos ámbitos, profesores y estudiantes actuales que conforman dicho presente. La totalidad de los elementos de dichas muestras y los artilugios elaborados para las celebraciones fueron diseñados, construidos y preparados por los diversos talleres a los cuales les fueron encargadas tareas precisas. Dicho esfuerzo colectivo, intenso y exigente, da cuenta en sí mismo de una capacidad y voluntad de hacer las cosas desde un modo que se encuentra en el centro mismo del obrar arquitectónico. : el encargo y sus condiciones. El proyecto, sus cualidades y cantidades. La toma de partido y definición de materiales y detalles. La ejecución, instalación y puesta en marcha. Todo ello en un trabajo en conjunto en aras de un buen fin, la obra hecha por todos para celebrar a todos: arquitectos, profesores, estudiantes, amigos y habitantes de Valparaíso.
  7. 7. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 5 PALABRAS DE BIENVENIDA AL ACTO DE INAUGURACIÓN DE LA SALA PABLO MONDRAGÓN GARCÍA DE LAS BAYONAS EN EL ÁMBITO DE LA CELEBRACIÓN DE LOS 50 AÑOS DE LA ES- CUELA DE ARQUITECTURA DE LA UNIVERSIDAD DE VALPARAÍSO. Agradecemos la presencia de ustedes esta tarde, de tanto significado para nuestra Escuela de Arquitectura, y muy especialmente a los familiares de Don Pablo: Su esposa Pakita acompañada de su hija Carmen, su hija Carolina acompañada de su esposo Carlos su sobrina Cecilia acompañada de su marido Manuel y sus sobrinos Maricarmen, Julia, Itziar, Javier, Fernando y Javier Jr., junto a la familia Hevia. A continuación de el saludo de nuestro Decano, profesor Juan Luis Moraga, cuando Pakita y Carolina descubran el panel que dedica esta Sala a Don Pablo, podremos entrar a una exposición de fragmentos de su vida y obra. Bien sabemos que en la arquitectura de verdad, el fragmento nos trae siempre a presencia una totalidad. Esto es de gran importancia para nosotros como Escuela, especialmente para aquellos estudiantes conocer de su compleja y rica personalidad, además de su calidad humana, precisamente por fragmentos, a tientas, corroborando que si hay voluntad, el acto de creación arquitectónica es posible siempre. Cuando descubran el panel podremos además escuchar tres piezas corales -“Kyrie Muono” de Rafael Díaz, para coro a Capella, sobre un texto Kawashkar. -“Kanarbik” de Veijo Toros (Estonia) para coro a Capella. -“Juncos” de Pascuala Ilabaca, para coro a Capella. Interpretadas por el Coro Femenino de Cámara de la Pontificia Universidad Católica de Valparaí- so, bajo la condición del Maestro Boris Alvarado. Luego el profesor José Agustín Vazquez dará lectura a un escrito enviado desde Bilbao, España por el ex alumno y amigo de don Pablo, Esteban Rodríguez Soto. Finalmente podremos apreciar un homenaje audiovisual a don Pablo elaborado por estudiantes de la Escuela con testimonios de sus numerosas obras y disfrutar de un ágape en el Patio de la Casa. Queremos destacar y agradecer el esfuerzo de diseño y confección de la Sala y de la Muestra rea- lizado por profesores y alumnos de cuarto año y de la confección del lugar y contenido del Brindis realizado por profesores y alumnos de tercer año de nuestra Escuela. Sean todos ustedes muy bienvenidos a esta casa y a esta fiesta. Muchas Gracias. Andrés Oyarzún Macchiavello, Director Escuela de Arquitectura, Valparaíso 31de octubre de 2007 I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E
  8. 8. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 7 I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E Exposición Sala Don Pablo Mondragón García de las Bayonas en Casona
  9. 9. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 6 A UN GRUPO DE AMIGOS* 1953 Creo bueno hacer estas reuniones de estudio. El grupo pequeño, pero heterogéneo, permite que la variedad de las personalidades no se pierda al conocernos bien todos. Conocimiento que nos permite la mayor franqueza. Y la cooperación y, por ella, elevarnos sobre nosotros mismos. Creo que la arquitectura es asunto de personalidad. Porque personalidad, o carácter, quiere decir posición ante la vida. Y cada personalidad es cada posición. Pero la vida no nos pide nada más que vivirla. O, mejor, vivirnos. Vivirnos con intensidad. Porque, o se vive intensamente, o no se vive. Así como se ama intensamente o no se ama. Y vivir intensamente es vivir intensamente todo lo que se hace. Es ver intensamente, es amar intensamente, es odiar intensamente. Es estar intensamente ocioso o activo. Es sentir el tiempo o no sentirlo. Es sentir la naturaleza o no sentirla, por serla. Es hacer lo que se hace con pasión. Es apasionarse. Pero de verdad. Y hacemos arquitectura. Y no importa lo qué sea lo que nos apasiona en la arquitectura, Una u otra cosa. No interesa definir la arquitectura ni llegar a su esencia. Eso puede quedar para otro día. No importa que nos haya interesado el color de sus ojos o de su pelo. Lo que importa es ella. Es ella, con sus ojos y su pelo. Y nos interesan sus ojos. Porque no creo en el arquitecto esencial. Aquel para el que la arquitectura es esto. Es frío, es seco, es la castración moral y la esterilidad. La pura esencia es la pura nada. Si busco el sentido que ha ido tomando mi acción en arquitectura, me parece que podría relacio- narlo con la organización o creación estructural . No que crea que eso sea la arquitectura. Más aún, me propongo tratar de dejar en claro qué relación tiene con ella. Esto no es tanto mi posición frente a la arquitectura, como el sentido que descubro que a ella le voy dando. Porque el sentido de la arquitectura es el que le demos nosotros, según sean nuestros anhelos. No es el resultado de un razonamiento, sino de una comprobación. Porque rechazo el racionalismo arquitectónico, como rechazo el ocultismo arquitectónico. Ahora mi interés es aclara el papel y sentido de la estructura arquitectónica. I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E No racionalizar los sentimientos. No hacer fórmulas de la vida. Sino vivirla. Porque las fórmulas no solucionan nada. En todo caso, mi posición ante la arquitectura es consciente. Lo que no quiere decir racionalista. Quiere decir que es clara. Y ver claro significa ver intensamente. Y se ve intensamente cuando se ve con todo el cuerpo y la sangre. Cuando se vive. Y ver claro no quiere decir tener la razón. Ni soy tan orgulloso ni me interesa tener la razón; por lo menos, esa razón. Sólo quiero mostrar qué forma ha ido tomando en mi arquitectura mi pasión, sin pretender que eso sirva para nadie para otra cosa que para ver un punto diferente. Llamo estructura a lo que forma a la forma. Llamo estructura a la forma misma. Y, en sentido restringido, llamo estructura al esqueleto, a la concha, al tronco, a lo estable y permanente mutabilidad de la forma. La estructura física del hombre no cambia de niño a viejo. Podemos hablar de la estructura gótica, aunque toma tan variadas formas. En la obra de arquitectura, llamo estructura a lo que garantiza su estabilidad. Secamente, la estructura tiene por finalidad llevar a la base ( tierra) los esfuerzos ( cargas) y asegu- rar su permanencia ( vientos y temblores). Pero esto es de gran trascendencia. Da la forma. Da la forma al edificio, da su sentido, da la forma de vuestras aspiraciones. No es la esencia de la arquitectura. Pero es su cuerpo u su forma. La estructura no basta, pero sin ella no hay nada. La historia de la arquitectura es creación de estructuras. Cada vez que damos forma a nuestros anhelos, cada vez que nos expresamos creamos formas. La iglesia gótica no vale por su estructura. Todo el neogótico lo prueba. Pero el alma gótica tuvo que crear la estructura gótica y de ella vive. La estructura buena resuelve bien los problemas estáticos. Como cuerpo es un cuerpo sano. Pero los resuelve de forma, no de cálculo. Es forma, nunca formalista. Es exacta, no matemática. Es clara y bella. Todas las ambiciones, todos los dolores y las alegrías del hombre toman forma tangible y tienen su estructura y se hacen carne. Así como nuestros anhelos toman la forma de nuestros amores y se expresan por la carne que se hace espíritu, como el espíritu se hace carne. Y se hace carne en materiales de la tierra. En materiales que se tocan, y se pisan, y se huelen, blandos y duros, frágiles, flexibles, en materiales suaves y en materiales que nos rompen las uñas. La piedra, el ladrillo, la madera, son nuestro cuerpo y nuestras entrañas. El acero y el vidrio son nuestra razón. Y, ¿no nos hicieron de barro? Veo la piedra y veo el ladrillo, y los veo tierra y cuerpo nuestros, y los veo aglomerarse y, ásperos crear masas con peso. Veo la madera y las veo en tabla y en placas y veo sus vetas. Y las veo amable. Y los veo que nos dan formas. Y veo el hormigón, y veo que forma la forma que le demos, y como toma cualquiera, no cualquie- ra es buena. Y veo los paisajes lejanos y los cercanos. Veo las montañas y veo la flor. Y, también, el árbol y el caballo. Y veo el número y el cóndor. Y también a ella. Y así vivimos y nos hacemos. Porque vivirse es hacerse. Y vivirse es morirse. Pablo Mondragón García de las Bayonas
  10. 10. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 8 CASA PARA SAMUEL RUIZ 1953 MATTA N°82 RECREO VIÑA DEL MAR_ CHILE CASA HABITACIÓN 1953 LOS ABETOS 391 MIRAFLORES VIÑA DEL MAR_ CHILE Aunque no me gusta desnudarme en público, ni hacer ostentación de mis pecados como pre- dicador callejero, aquí entrego el resultado de la introspección solicitada; pero permítaseme una breve aclaración antes de contestar las preguntas. Mi pecado original = me formé en la “arquitectura moderna “. (Ni “modernista” ni “racionalista”, por favor. Estos adjetivos que nos habrían molestado mucho y miraríamos con desprecio a quien nos los diera). P.: Su formación de arquitecto. Creo que mi primer contacto con la arquitectura fue la lectura, mientras estudiaba en la secunda- ria, de ´An Introduction to Modern Arqchitecture´, de Richards; un pequeño libro Pelikan de mi hermano mayor que aún conservo. (Relación ancestral: mi padre construía silos; un abuelo fue albañil). Otros héroes más remotos eran Aalto y Saarinen ( Eliel, Eero aún era muy joven). También Nie- meyer. Después Kahn. Tange llegó después (a Chile, se entiende). La escuela, la Católica de Valparaíso, en aquellos años era a la manera del Bauhaus, y creíamos que nuestro deber era salvar el mundo, y harta necesidad había de salvarlo, en verdad! Pero ya entonces perdimos la fe. Nuestra redención, al menos la mía, fue Wright. Las casas de las praderas parecían modernas, pero humanas, humanistas, más bien. No eran objetos colocados en el paisaje, sino que formaban parte de él. Su sentido de los materiales y la estructura. Eran americanas y democráticas. ENCUESTA Respuesta de Pablo Mondragón a la Encuesta hecha por el profesor Norteamericano Dr. E. Robbins, en el Seminario de Teoría de la Arquitectura que En Junio de 1982 se dirigió en la Universidad de Chile, en Santiago. I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E PABELLÓN METEOROLÓGICO DE LA ARMADA EL BELLOTO_ CHILE P.: ¿Cuáles debieran ser estos objetivos? A mi juicio, habría que reconocerse lo que es propio, … pero cuidando de huir del pintoresquis- mo vernáculo! Sentirse miembro del mundo de hoy. Ni guía ni seguidor. Miembro. No importa ser pobre. Casi todo el mundo lo es. Es un grave error creer que se puede vivir hoy como ayer, en parte alguna. Un computador funciona igual en Santiago que en Nueva York. Las armas más sofisticadas están mostrando, desgraciadamente, su eficacia en el hemisferio sur. Hic et nunc. Un lugar y un tiempo Dar algo. No sólo recibir. Convivir con el resto del mundo. Huir de nacionalismos estrechos. Por cierto, ya no creemos que la arquitectura pueda lograr esto. Ahora, por el contrario, creemos que si esto ocurre habrá arquitectura. P.: ¿Qué obras le han impresionado más? Los tres edificios que mas me han impresionado, no los conozco más que por planos y fo- tografías. Sin embargo, la fuerte impresión que me produjo su conocimiento ha influido en mi formación más que otra alguna (Hermenéutica de los planos = tema del mayor interés, pero muy complejo para un par de líneas). 1. casa Schroeder, Utrecht, de Rietveld. 2. casa de la Cascada (Falling Water), de Wright. 3. Machu Picchu. Podría agregar la obra de Gaudí, el conjunto de Pisa, y todo el Románico! P.: Objetivos más importantes en su obra: Mi obra construida es poca, pues muy pronto me aficioné a la docencia (aunque siempre he construido algo, pues creo que los profesores debemos tener los pies en la tierra). Al hacer mi autocrítica, me parece que sus motivaciones son: a. Aspecto formal. Aspiración a un equilibrio sereno, bastante purista. Formas simples. Geometría elemental (que constituiría el aporte de “lo moderno”). Tridimensionalidad o especialidad (que sería la lección de Wright). b. Estructura. Creencia en la estructura resistente ( o lo constructivo) es lo que en verdad conforma el espacio. Un sentido tectónico. c. Armonía de la obra con su entorno. Este es mi problema, o dificultad, más consciente = el desarrollo del individuo en el mundo social. La obra con personalidad individual en el complejo urbano, formando parte de él. P.: Objetivos de la arquitectura chilena: Sólo me referiré a la arquitectura académica, o hecha por arquitectos. La arquitectura anónima chilena, cuya valoración recién se inicia, carece de monumentos, como los de México o Perú, ya que siempre fue una colonia pobre; pero es excelente y tal vez por esa misma razón. Ejemplo de ello es la forma que adoptó aquí la tradición española en el Valle Central o en el Altiplano, o las arquitecturas propias de Iquique, Chiloé o Valparaíso. Parece que el genio popular se despierta en las circunstancias más insólitas. La arquitectura culta, en cambio, es víctima de dos complejos que la han acompañado siempre: a. Falta de personalidad, originada en su tradicional dependencia cultural. España duran- te la Colonia, Francia en el siglo XIX, USA hoy. b. Ansia, derivada de lo anterior, por estar al día de la útima moda. Así, pues, no ha habido verdaderos objetivos. Hoy parecen restringirse a un interés comercial.
  11. 11. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 9 Recopilación Fotográfica Centro de Ex Alumnos Escuela de Arquitectura 57 58 ADHEMAR BUSTOS, GABRIEL PUMARINO, JOSE GARCIA TELLO, VIRGINIA PRIETO, SERGIO ANDWANDTER, EDUARDO PEREZ, JORGE HERRERA, JOSE LUIS CELEDON, FRANKLIN NELSON MALTES, EUSEVIO DAZZAROLA, VICTOR BASILACOS ROJAS, CARLOS REISS, WASHINSTON SEPULVEDA, HERNAN TIMM RENZ, ROGELIIO IMABLE. 1 9 5 7 - 2 0 0 7 C R O N O L O G Í A I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E 1911FUNDACIÓN DE LA ESCUELA DE DERECHO DE LA UNIVERSIDAD DE CHILE. 1956 PROFESORES DE LA ESCUELA DE ARQUITECTURA DE LA FACULTAS DE ARQUITECTURA Y URBANISMO DE LA UNIVERSIDAD DE CHILE, ENCABEZADOS POR SU DECANO HÉCTOR MARDONES R. Y CON EL RESPALDO DEL RECTOR DON JUAN GÓMEZ MILLAS, SE PROPUSO IMPULSAR UN CURSO DE ARQUITECTURA EN LA CIUDAD DE VALPARAÍSO. 1957SE CREA EL CURSO DE ARQUITECTURA DE LA FACULTAD DE ARQUITECTURA DE LA UNIVERSIDAD DE CHILE. HOLA A TODOS: AÚN CUANDO NO ESTOY EN LA FOTO PORQUE EN ESE TIEMPO YO ESTABA MÁS A LA IZQUIERDA DE ARMAN- DO AZOLAS QUE ES EL NO.25 Y NO ALCANCÉ A SALIR. TIEMPO DESPUÉS, EN OTRA FOTO, ESTANDO A LA DERECHA DEL PEPE MASOT (48), TAMBIÉN ME QUEDÉ FUERA. EL PEPE SE QUEDÓ A LA EXTREMA DERECHA (SÓLO PARA EFECTOS DE LA FOTO, EVITAR MALOS ENTENDIDOS), PORQUE ARTURO CELIS (54) Y ANÍBAL CONTRERAS SE HABÍAN APRESURADO A TOMAR LUGAR AL LADO DE LA PATY GONZÁLEZ (56). POR SI NO LO SABEN, PATY Y PEPE SON LOS PADRES DEL ARQ. DANIEL MASOT, PREMIO R.I.B.A. DE PROYECTOS DE TÍTULO Y ACTUAL PROF. AYUDANTE DE LA ESC. ARQ. U.V. AL LADO DE MASOT ESTÁ LA CARMEN GLORIA BASILI (49) Y A SU LADO, NATURALMENTE, EL CHASCAS GARCÍA (50)- EL NO. 55 ES EL, DE VEX EN CUANDO, EXITOSO EMPRESARIO BERND SIELFELD, TAMBIÉN CONOCIDO COMO LAWRENCE DE ARABIA. EL NO. 38 DEBIERA SER LAUTARO SARMIENTO (COCHAYUYO), EL 62, EL GERMÁN FERNÁNDEZ (ETERNO CORRECTOR DE LENGUAJE DEL BONGO GONZALEZ), PROF. DE CONSTRUCCIÓN, CIENTÍFICO MEDIDOR DE DIÁMETROS DE ARENAS, GRAVAS Y GRAVILLAS. JUNTO A ÉL Y SÓLO PARA EFECTOS DE LA FOTO, CREO QUE ESTÁ LA MARISA SAINZ (LA CHICA SAINZ). AL LADO DE ANGEL (UN ANGELITO QUE TIRABA LAS SILLAS DESDE EL SEGUNDO PISO PARA NO ABURRIRSE) (9) ESTÁ EL CHICO ESCOBAR, YA EN PRIMER AÑO MANO DIESTRA PARA LAS MAQUETAS. AL LADO DE UNA ALTA AUTORI- DAD DE U. DEL BIO-BIO (15) PARECE QUE ESTÁ LA PATRICIA LAGUNAS. IGNACIO EGAÑA (20), HASTA SU MUERTE FUE UNA DESTACADO CALCULISTA Y PROFESOR DE NUESTRA ESCUELA. EL 23 ES MI ANTIGUO AMIGO EDUARDO CONTRERAS GARDEWEG, CON EL QUE HACÍAMOS YUNTA DE ESTUDIO JUNTO A ARTURO CELIS. EL 45 ES OTRO VIEJO AMIGO, “EL GUATÓN GONZÁLEZ”, RADICAL, BOMBERO Y ETC. (QUE RARO QUE NO ESTUVIERA DE VESTÓN CRUZADO). EL 24 ES EL URBANISTA ESPECIALISTA EN PLANOS DESREGULADORES, JORGE LAURÍA (EL CHICO LAURÍA), EL 26 CREO QUE ES JUAN PEZZO (JOHNY DOLLAR), TAMBIÉN PODRÍA SER AQUILES VELÁSQUEZ COMO VILLANO INVITADO. LA NO. 28 PODRÍA SER LA IRENE PRIEWER YA SU LADO LA MARÍA ISABEL BOLOCHINSKY, ES IMPROBABLE QUE LA 30 SEA, BIEN UNA BUENAMOZA DE APELLIDO BERCOVICH O LA (TAMBIÉN BUENAMOZA RAQUEL ALVAREZ. BUSCANDO EN LAS PROXIMIDADES DE LA COLONIA, EL 33 PODRÍA SER EL BENNY (HOY AXEL) GROSSMAN. PERO SE ME PERDIÓ LA XIMENA PASTENE, ¿DÓNDE ESTÁ LA XIMENA? ¡LO QUE HACEN LOS AÑOS! ¿O ES ELLA LA NO.28? TRATO DE AGRANDAR LA FOTO CON EL SCANNER, “SE TE VA A PIXELEAR” ME DICE UN NIETO DE 6 AÑOS, NO SÉ LO QUE ES ESO. “MEJOR USA EL PHOTOSHOP”, ME DICE.. LAST, BUT NOT LEAST, EL 47 ES EL EX DECANO JAIME FARIAS. LUIS VARAS PROFESOR TITULAR ESCUELA DE ARQUITECTURA UNIVERSIDAD DE VAL PARAÍSO.
  12. 12. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 1 0 1964SE ALCANZA LA CONDICIÓN DE ESCUELA DE LA UNIVERSIDAD DE CHILE EN VALPARAÍSO CON LA TITULACIÓN DE SUS DOS PRIMEROS EGRESADOS. 1965 POR DECRETO SUPREMO 703 DEL 29 DE ENERO SE PLANTEÓ DEFINITIVAMENTE COMO PARALELA A SU SIMILAR DE SANTIAGO, AMBAS AUTÓNOMAS Y DEPENDIENTES DE LA FACULTAD DE ARQUITECTURA DE LA UNIVERSIDAD DE CHILE. A PARTIR DE ENTONCES, LA NUEVA ESCUELA DESARROLLÓ SUS PROPIOS PLANES Y PROGRAMAS DE ESTUDIOS, CONTÓ CON SU PROPIO DIRECTOR Y CUERPO DE PROFESORES. 1966ALCANZÓ SU PLENA AUTONOMÍA Y PLANTEÓ NUEVAS ALTERNATIVAS CURRICULARES Y CREA LOS CURSOS DE DIBUJANTE TÉCNICO UNIVERSITARIO Y ASISTENTE TÉCNICO DE CONSTRUCCIÓN. 1974. DE IZQ. A DER.: ALBERTO RAMIREZ, OSVALDO ALVARADO, JOSE AGUSTIN VASQUEZ, FERNANDO MARTINEZ, DAN OLFOS, PABLO BARROS. SERGIO BENAVIDES SEMANA MECHONA 1975 HORCON 1966: OSCAR LECAROS (IZQ), HERALDO ORREGO (ATRAS), ANTONIETA SURAWSKI (CEN- TRO) CERRO LA CAMPANA: JUAN LUIS MORAGA, MARIO VIDAL, PATRICIO CEARDI, SERGIO GALIARDI. SEMANA MECHONA 1975. EQUIPO FEMENINO DE BABY FUTBOL. ABANDERADOS: ALEJANDRO SUAREZ (IZQ) Y MARIO FRIGOLETT (DER). AL CENTRO: ELIANA MUGA. ABAJO IZQ. MONTSERRAT VARGAS. 1971.DE IZQ. ADER.: EITEL THIELEMANN, RUBEN CARCAMO, SONIA SOTO, ALBERTO RAMIREZ(ATRAS), RAMON BARRERA (PRIMERO ADELANTE), JUAN LUIS MORAGA (DETRÁS DE RAMON BARRERA) ANDREA RUIZ. Primera fila sentados: María Isabel Ríos, Eulalia Vásquez R., Viviana Teuche V., Lucrecia Sereño, Ana Zamorano Myriam Urzua V., Jorge Valenzuela Segunda fila: Ricardo Rivas, Eugenio Villegas, Félix Vidal Rafael, Arnold Streuly, Gilberto Riveros Tercera fila Patricio Villalobos, Roberto Vega, Mario Rodríguez, Alfredo Ríos V. Kenneth Wettlin, Fernando Villanueva David Camú V. , Cuarta fila Antonio Vodanovic, Agustín Rosas Marcelo Puente I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E 1968SE CREÓ OFICIALMENTE LA SEDE DE LA UNIVERSIDAD DE CHILE EN VALPARAÍSO. 1968 SE CREA LOS CURSOS DE DISEÑO INDUSTRIAL Y CONSTRUCCIÓN CIVIL QUE CONSTITUYERON LA GÉNESIS POSTERIOR DE LA CARRERA DE DISEÑO INDUSTRIAL Y DE CONSTRUCCIÓN CIVIL, HOY CARRERA DE INGENIERÍA EN CONS- TRUCCIÓN. 1970COMO RESULTADO DE LA REFORMA UNIVERSITARIA SE CREA LA FACULTAD DE VALPARAÍSO DE LA UNIVERSIDAD DE CHILE. PABLO MONDRAGON, JUAN ARAYA, OCTAVIO PEREZ, FLAVIO GUTIERREZ, OSVALDO MUÑOZ. MECHONES DEL 71: FRANCISCO MONTANER (QEPD), MARA BAEZ, MAURICIO “PAJARO” MONTIGLIA, VICTOR GIANNONI. VIAJE A BUENOS AIRES 2005: JUAN TAPIA, RUBEN ALVAREZ, AQUILES PAVEZ, MARIA LUISA VILLABLANCA, FRANCISCA LOBO, ALEXIS SAAVEDRA, PAULINA CABALLLERO, JAVIERA TORRES, PEDRO CAMPOS, JORGE MORALES. MAURICIO “PAJARO” MONTIGLIA GIULIETA FADDA, JUAN LUIS MORAGA, OSVALDO MUÑOZ C.1974. LILIANA CANALES (QEPD) Y ADRIANA LAGOS, GENERACION 1972 5°AÑO ARQ. VALPO. 1963 -MARISA CARMONA, EDA DE VALDEVENITO, CAMILO MORI, CRISTINA RUIZ DE MUÑOZ, ANGEL SCHWEITZER, OLGA RUIZ ARAYA, ALICIA HONORATO, JUAN ARAYA, FLAVIO GUTIERREZ, FORTUNO RIOBO, EUGENIO DAZAROLA, DIEGO MESA, ERICO MENZEL, RO- MOLO TREBBI, VIRGINIA PRIETO, GLENDA KAPSTEIN, SANDALIO VALDEBENITO, PABLO MONDRAGON, OSVALDO MUÑOZ, FRANKLIN MALTES, IGNACIO BASCUÑAN, CARLOS GAJARDO, GABRIEL PUMARINO, JORGE HERRERA, LORENZO BRUGNOLI,
  13. 13. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 1 1 LAS FIESTAS EN LA ESCUELA TENÍAN UN SENTIDO INTEGRADOR, NO ESTABAN HECHAS PARA SOLITARIOS. LA FIESTA DE LAS MACHAS POR EJEMPLO, LA LLEGADA DEL MOLUSCO Y LOS LIMONES EN CARRETILLAS DE CONSTRUCCIÓN ERA ACLAMADA POR LOS ESTUDIANTES. EL VINO SE LE TRAÍA EN FUDRES Y SE ENTRABA ATRAVESANDO UNA CORTINA FORMADA POR TIRAS DE PAPE, LAS QUE A SU VEZ DABAN FORMA AL ROSTRO DEL CHE GUEVARA. EN OTRA OCASIÓN HUBO UNA FIESTA ROMANA CON COLUMPIOS EN EL SUBTERRÁNEO Y MONTAÑAS DE PASTO PARA LOS FAUNOS. LA ÚNICA CONDICIÓN PARA ENTRAR ERA LA VESTIMENTA: SOLO UNA TÚNICA Y UN RACIMO DE UVAS NEGRAS EN LA MANO. EXISTIÓ UN GRUPO DE PROFESORES QUE UNA NOCHE DECIDIÓ IRSE A CONTINUAR LA FIESTA AL DESIERTO DE ATACAMA. HABÍA TAMBIÉN FIESTAS PEQUEÑAS LOS FINES DE SEMANA. SE LES LLAMO AL TRUFUS. GENERALMENTE TERMINABAN CON EL TALLER DE PRIMER AÑO COMPLETO, EN LA PEÑA DEL TANGO, DE LOS HERMANOS CARBONE, O EN LA POÉTICA OSCURIDAD DEL BAR PAJARITO. EN CUANTO A LA ELECCIÓN DE LA MÚSICA HABÍA DOS TENDENCIAS DIVERGENTES: LA DE LOS ADICTOS AL TANGO Y LA DE LOS SEGUIDORES DE UN GRUPO ROCKERO LLAMADO DE HIGH BASS 1972SE CREA LA ´UNIVERSIDAD DE CHILE - SEDE VALPARAÍSO`. ESTA SEDE FUE CONSTRUIDA POR CINCO FACULTADES, UNA DE LAS CUALES FUE LA ‘FACULTAD DE ARTE Y TECNOLOGÍA` QUE ACOGIÓ LAS ESCUELAS Y CARRERAS DERIVADAS DE LA ANTIGUA ‘ESCUELA DE ARQUITECTURA`. 1974, QUINTAY, PAULINA TORO 1971. ARMANDO MEDIAGUAS DESPUÉS DEL TERREMOTO, CERRO TORO. IZQ. FRANCISCO MONTANER (QEPD), CENTRO. PLINIO CORREA. FRANCISCO MONTANER (QEPD), REUNION 2007 GENERACION 1971. TRADICIONAL “FOTO CON SOMBRERO” MECHONES DEL 71, CERRO TORO: PLINIO CORREO, VICTOR GIANNONI, FRANCISCO MONTANER (QEPD) SENTADOS DE IZQ. A DER. JUAN BERNAL. AQUILES VELASQUEZ, HEC- TOR MARDONES, JUAN MARTINEZ, EUCLIDES GUZMAN, JOSE GARCIA-TELLO, R. MENDEZ, ... CARVALLO. DE PIE DE IZQ. A DER.: FERMIN MARTICORENA, ENRIQUE PEREZ, ALE- JANDRO MOUKARZEL, OSVALDO MUÑOZ, FERNANDO CARACCI, OSVALDO FIGUEROA, NICOLAS FARRU, RAUL VELIZ, FLAVIO GUTIERREZ, FRANCISCO AEDO, JUAN ARAYA, MOISES BEDRACK, GUILLERMO ULRIKSEN, ROLAND KELPEN, WALTER HIDALGO, SANDALIO VALDEVBENITO, JORGE MOREAU, CAR- LOS REISS. I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E 1996 SE PÚBLICA EL PRIMER NÚMERO DE LA REVISTA “DEL TALLER” ISSN:1717-3970, BAJO LA DIRECCIÓN DE LA PROFESORA MIRTA HALPERT Z. 1997LA FACULTAD DE ARQUITECTURA CONMEMORA 40 AÑOS DE EXISTENCIA. -SE EDITA EL PRIMER NÚMERO DE LA REVISTA “FACULTAD DE ARQUITECTURA” ISSN:1717-2885, BAJO LA DIRECCIÓN DEL PROFESOR LUIS VARAS ARRIAZA. 1998LA REVISTA DE LA FACULTAD PÚBLICA LA “PRESENTACIÓN DE LA ESCUELA DE ARQUITECTURA AL XIX CONGRESO DE LA UNIÓN INTERNACIONAL DE AR- QUITECTOS. BARCELONA 1996”, UN ESTUDIO PARA EL BORDE SUPERIOR DE VALPARAÍSO. 1981CON MOTIVO DE LA REESTRUCTURACIÓN NACIONAL DE LA EDUCACIÓN SUPERIOR, SE CREÓ POR LEY LA ‘UNIVERSIDAD DE VALPARAÍSO`, CONTINUADORA DE LA SEDE DE LA UNIVERSIDAD DE CHILE QUE EXISTÍA EN LA CIUDAD. SU PRIMER RECTOR FUE DON RENATO DAMILANO BONFANTE. SE ESTABLECE LA ‘FACULTAD DE ARQUITECTURA`QUE REEMPLAZA A LA ‘FACULTAD DE ARTE Y TECNOLOGÍA`. 1994 PROFESORES DE ESCUELA JAIME FERMANDOIS, SERGIO ACEVEDO, ALEJANDRO NAVARRETE, GIULIETA FADDA, PABLO MONDRAGON, MARIA LUISA SAINS, JUAN ARAYA, RITA GARCIA, GUSTAVO AGUAYO, LUIS CANO, CARLOS MARTINEZ, JAIME FARIAS, JULIO ROJAS, JORGE VALLEJOS, EDUARDO EMPARANZA, RODRIGUEZ, PABLO BARROS, CESAR ARAUJO, ANDRES OYARZUN, RIGOBERTO RAFFO, ROGELIO ARANCIBIA, ROBERTO BARRIA, ELIANA MUGA, SVEN MARTIN, LEONARDO GALDAMES ADMINISTRATIVOS INES AGUILAR, NELIDA CENTRO DE ESTUDIANTES EDUARDO LEON, MARIO FERRADA, RAUL ARAYA, ALEJANDRA BRAVO, CLAUDIO VERGARA. SEMANA MECHONA 1975. CENTRO IZQ. VICTOR GIANNONI. DE ESPALDAS CARLOS BAFFICO. DERECHA DAN OLFOS Y MARIENA RUMIE (DISEÑO)
  14. 14. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 1 2 2000 a 2004SE TRANSFORMA LA ANTIGUA SEDE DEL CLUB DEPORTIVO EN EL CERRO CONCEPCIÓN, EN SEDE DE LA ESCUELA DE ARQUITECTURA, CASA TALLER ATKINSON. 2003PARA LOS EFECTOS DE PERMITIR EL TRÁNSITO DE SUS EGRESADOS Y ACADÉMICOS A LA CONTINUACIÓN DE ESTUDIOS SUPERIORES, LA FACULTAD CREÓ EL “CENTRO DE ESTUDIOS DE POSTÍTULO”, EL QUE HA SIDO OFICIALIZADO CON EL NOMBRE DE “ESCUELA DE GRADUADOS”. YACTONG JUANTOK (QEPD) Y SANDRA FERNANDEZ.c. 1972 CARLOS LARA, JUAN LUIS MORAGA, LEONARDO GALDAMES TALLER PRIMER AÑO 2000 DE IZQ. A DER.: PROFESORES: CLAUDIA RAMIREZ, FRANZ STARCK, IGNACIO SAAVEDRA, SILVIA DAZAROLA, SVEN MARTIN Y GUSTAVO AVILA. I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E 2005 SE REALIZA EN VALPARAÍSO EL SEGUNDO ENCUENTRO DE ESTUDIANTES DE ARQUITECTURA DE CHILE ORGANIZADO POR EL CENTRO DE ESTUDIANTES DE ARQUITECTURA DE LA UNIVERSIDAD DE VALPARAÍSO, CON INVITADOS COMO ALEJANDRO ARAVENA (ARQUITECTO P.U.C.), JENSTHOMAS ARNFRED (ARQUITECTO M.A.A. DINAMARCA), ALBERTO CRUZ COBARRUBIAS (ARQUITECTO U.C.V.). 2006ESTE AÑO SE ESTABLECE UN ENCARGO Y TEMA COMÚN PARA TODOS LOS TALLERES DE LA ESCUELA CON LA IDEA DE FORTALECER LA COMUNIDAD, LOS RESULTADOS DEL PROCESO DE TALLER TAMBIÉN ES EXPUESTO A TODA LA ESCUELA. -LA ESCUELA PARTICIPA DE VARIADAS INSTANCIAS DE EXTENSIÓN. ANTE LA CONVOCATORIA DE LA MUESTRA NACIONAL DE UNIVERSIDADES DE LA XV BIENAL DE ARQUITECTURA 2006, ORGANIZADA POR EL COLEGIO DE ARQUITECTOS DE CHILE, SE CREA UN TALLER ESPECIAL QUE RETOMA EL ESTUDIO PARA EL BORDE SUPERIOR DE VALPARAÍSO PUBLICADO EN EL AÑO 1996 POR LA REVISTA DE LA FACULTAD DE ARQUITECTURA PRESENTANDO EL TRABAJO DESARROLLADO ALLÍ. VIAJES COMO ACTIVIDAD ACADÉMICA, LOS DOS EQUIPOS DE TERCER AÑO VIAJAN A BUENOS AIRES, LOS EQUIPOS DE SEGUNDO AÑO VIAJAN A MENDOZA GRACIAS A UN PROGRAMA DE INTERCAMBIO, CUARTO AÑO PARTICIPA DE UN WORKSHOP CON LA UNIVERSIDAD TÉCNICA DE DELF HOLANDA, PRIMER AÑO REALIZA UN CAMPAMENTO DE TRABAJO AL VALLE DE LA LIGUA Y EL EQUIPO DE PROFESORES TAMBIÉN VIAJA A VISITAR OBRAS DE INTERÉS COMO EL “PROYECTO OCHO AL CUBO” EN MARBELLA, A LA BIBLIOTECA, AL CENTRO CULTURAL LA MONEDA, A LA EXPOSICIÓN DEL PROFESOR EDGARDO CATALÁN, A LA BIENAL DE ARQUITECTURA Y OTROS. -SE LLAMA A CONCURSO PARA EL LOGOTIPO DE LA ESCUELA DE ARQUITECTURA. BIENVENIDA FACULTAD DE ARQ. NOVATOS 2006HOMENAJE ALBERTO CRUZ 2004 EEA ENCUENTRO ESTUDIANTES DE ARQ.2005VIAJE BUENOS AIRES 3°AÑO 2006CAMPAMENTO ALICAHUE 1°AÑO 2006 QUINTO PISO DE IZQ . A DER. PROFESORES AYUDANTE CRISTIAN ROJAS, OSVALDO BIZAMA, LAUTARO OJEDA, MABEL SANTIBAÑEZ Y ESTEBAN ALVARADO MAREA NEGRA SELECCIÓN ESCUELA DE ARQUITECTURA
  15. 15. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 1 3 I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E Almuerzo de camaradería y clausura en Bar Restaurant Journal de Valparaíso. Paseo en lancha por la bahía de Valparaíso. Inauguración Memorial Arquitectos Académicos Detenidos Desaparecidos, FRANCISCO AEDO, CARLOS GAJARDO Y YACTONG JUANTOK, Sept. 1973, en la Facultad de Arq. de la U.V. 2007 SE CONMEMORAN 50 AÑOS DE LA ESCUELA DE ARQUITECTURA DE LA UNIVERSIDAD DE VALPARAÍSO. LA ESCUELA FESTEJA ESTE AÑO CELEBRANDO UNA SEMANA DE ACTIVIDADES QUE COMIENZA CON UNA INAUGURACIÓN EN EL ATRIO Y EL INTERIOR DE LA IGLESIA LA MATRIZ, DONDE SE REALIZAN EXPOSICIONES DEL TRABAJO DE LA ESCUELA. UN PASEO EN LANCHA POR LA BAHÍA DE VALPARAÍSO ,ALMUERZO EN EL JOURNAL DE VALPARAÍSO, FIESTAS EN EL BAR DOMUS SON ALGUNAS DE LAS ACTIVIDADES EN DONDE PARTICIPAN Y SE REÚNEN DISTINTAS GENERACIONES DE NUESTRA ESCUELA. -INAUGURACIÓN Y EXPOSICIÓN SALA PABLO MONDRAGÓN GARCÍA DE LA BAYONAS EN LA CASA TALLER ATKINSON. -INAUGURACIÓN MEMORIAL ARQUITECTOS ACADÉMICOS DETENIDOS DESAPARECIDOS, FRANCISCO AEDO, CARLOS GAJARDO Y YACTONG JUAN- TOK, SEPTIEMBRE 1973, EN LA FACULTAD DE ARQUITECTURA DE LA UNIVERSIDAD DE VALPARAÍSO
  16. 16. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 1 4 PROYECTOS 1979_2006 RODRIGO AMPUERO año ingreso 1964 01 MARCA ROMALIBRO 1979 02 CONCURSO TORRE BICENTENARIO 2003 03 04 05 06 CONCURSO FERIA CERRILLOS 2005 07 REDISEÑO RED DE METRO 2006 PROPUESTA CONCURSO “ANTEPROYECTO PRE- LIMINAR CENTRO MATUCANA” ALVARO ARAYA año ingreso 1992 DE LA MEMORIA La memoria esta hecha de partes, efímeras y fuga- ces. Una imagen, un color o un aroma. Es patrimo- nio del ser y de país. Es compañera de la experien- cia que nos dice que hemos sido y que no debemos volver a ser. DE LA PROPUESTA Toda verdad histórica nace desde la tierra y su pai- saje, que es testigo de lo fiel del origen y lo acon- tecido. Desde ella y con ella se propone consolidar un vacío de encuentro, desde donde se forjan su presente y se asientan los cimentos para la cons- trucción de un país sólido, transparente y justo. Lo anterior se define a partir de la construcción de una plaza zócalo, donde el trabajo del subsuelo con fisuras y grietas recorribles dan cuenta de un pasado hecho a partir de esfuerzos y divisiones, que hoy, se va llenando de vida y encuentro, que no niega ni esconde sino que repara y reconstruye. AUTORES Álvaro Araya Vergara, Arq. UV Iván Jiménez, Arq. UC del Norte Cristian Olmos, Arq. UC del Norte PROYECTO 2007 I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E NEWEN RUKA RAUL ARAYA BUGUEÑO año ingreso 1987 El Comité de vivienda NEWEN RUKA esta cons- tituido por 24 familias, en su mayoría de origen mapuche-huilliche. El proyecto se realizó con metodologías participa- tivas y bajo el concepto de vida en comunidad. El conjunto de viviendas es sólo una parte del proyec- to cultural que la Comunidad pretende continuar con la recuperación de la quebrada anexa. La vivienda se coloca levemente en el suelo con mínimos movimientos de tierra, respetando en sus caras la orientación Este - Oeste (nacimiento y de- clinación de la vida) para la vivienda con su eje principal en sentido norte-sur, se accede por pen- dientes a contramano (suelos y rampa), para sentir los recorridos como encierros (interiorización) y apertura al paisaje (en la terraza) justo antes de ingresar a la vivienda. Se ubica también una ventana en el centro que recoge el cielo, al modo de vacío sobre el hogar originario de la ruka (relación entre la tierra y lo divino). La estructura es de madera, sobre fundaciones de hormigón, facilitando así la ampliación posterior. PROYECTO/EJECUCIÓN 2005/2007 LIBRO “FUNDAMENTOS DE ESTÉTICA OBJETUAL” HUGO ARIAS año ingreso Año de publicación: 2005. Editorial: La Cáfila, Valparaíso. RESEÑA: La actividad estética se extiende mucho más allá de la plástica, a la gráfica, al vestuario oficial y a la moda, a la estética innovativa de los productos comerciales, como manifestación permanente de identidad cultural. Hasta el presente se asume en forma ex- plícita o implícita el origen del arte en el ámbito de lo espiritual o de inspiración divina del artista, concepto originado en el Renacimiento y de muy difícil objetividad. La novedad que introduzco reside en fundamentar en la obra de los filósofos neo-positivistas una lógica de las obras de la plástica y de la arquitectura como “objetos estéticos”, puesto que tales obras son objetos y superobjetos materiales producidos por la humanidad, y es igualmente material todo lo estético, todo cuanto impresiona nuestros sentidos, por sobre su clase y grado artístico. Ahora en cuanto antes que culturales, tales objetos son portadores estables de información y de valores contenidos en el discurso particular de cada cultura, y en con- secuencia también ideológicos. Producto de investigación, análisis y cotejo con las más variadas manifestaciones de las artes plásticas, a partir de mi tesis de grado de arquitecto en la Facultad de Arqui- tectura y Urbanismo U. de Chile, en esta obra de 30 años de investigación en filosofía de la estética, se buscó establecer el nexo de la actividad con el pensamiento matemático y científico, así como su vínculo con las artes musicales. Los fundamentos de los primeros se encuentran en los estudios lógicos de Charles S. Peirce, filósofo matemático del siglo XIX, y en la obra del filósofo alemán Max Bense, continuador de la tradición germana en materia de estética, quien desde los años ‘50 incursionó en la informática como expresión lógico- matemática de los objetos estéticos. No menos importante, Bense diseñó su “Pequeña teoría del Texto”, origen conceptual de mi teoría del Texto y del Discurso, las que incluyo también en esta obra, en estado de conceptos fundamentales. Una aproximación entre la estética objetual y la teoría musical se desarrolla a partir de publicaciones de la académica de la Universidad de Chile y Ph.D. argentina Margarita Schultz. En esta obra se incluye reveladores intertextos acerca del escepticismo de Derrida, de la obra reciente de Abraham Moles, del discurso semiótico de Humberto Eco y Roland Barthes. Pue- de estimarse necesaria una aproximación mayor y más directa a la actividad de los artistas plásticos y arquitectos, lo que en mi concepto es posterior a la definición de estos conceptos fundamentales desideologizados, por lo tanto útiles a todas las manifestaciones culturales, en lugar de entrar en el contexto propio de las ideologías particulares y de sus autores prin- cipales, como es el caso de las teorías marxistas de la estética de contradicción dominantes al presente, y del escepticismo de la deconstrucción.
  17. 17. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 1 5 OCTUBRE Y OTROS… GUSTAVO AVILA GONZALEZ AÑO INGRESO 1985 SE PUEDE PINTAR Y SE PUEDE ESCRIBIR SOBRE LO QUE SE PINTA AMBOS PROCESOS SON INDEPENDIENTES Y A VECES ALGO AMIGOS LO QUE SE PINTA, TIENE QUE VER CON AQUELLO QUE NACE, CON ESO DE LA CREACIÓN Y EL PROCESO DE FIDELIDAD ENTRE LOS ESPASMOS INICIALES -ORIGINALES- Y LAS EXHALOS FINALES LA CONSTRUCCIÓN DE UN ORGASMO PICTÓRICO QUE PUEDE O NO SER CONTADO CON LA PALABRA PERO SI LO REQUERIDO ES UNA PALABRA, UN ENGANCHE QUE ACUDA A LA EXPLICACIÓN, SE PUEDEN DECIR MUCHAS A SABER, QUE DESDE LA ARQUITECTURA, Y SU DIBUJO, NACEN LOS TRA- ZOS, LOS APUNTES, Y A TRAVÉS DE ELLOS LA CONSTRUCCIÓN DE PAISAJES – EL PAÍS DE LA IMAGINACIÓN. EN LO DE AHORA EL PAÍS VISITADO, ESTÁ EN CURSO AÚN, VIAJE ABIERTO SE ESTÁ EN EL INICIO DE ENCONTRAR Y MOSTRAR LAS EXPE- RIENCIAS MIENTRAS, APARECEN CIELOS, MARES, HORIZONTES Y LA TEN- SIÓN QUE LOS UNE. EL MIRAR ENTRE LAS COSAS. 1. OCTUBRE 2. A PATA SUELTA BAJO UN CIELO AMARILLO 3. CIELO NEGRO 4. CONFRONTAR 5. EL REGRESO DE LOS PÁJAROS 6. CIELO AMARILLO 7. 4 8. 3 I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E CASA LEMOINE ALEJANDRA BRAVO SANDOVAL RAUL ARAYA BUGUEÑO AÑO INGRESO 1988/1987 EL SITIO TENÍA DOS CARACTERÍSTICAS PRINCIPALES: PENDIENTE DE ALREDEDOR DE 45ª Y VISTAS Y SOLEAMIENTO PRIVILEGIADOS. APROVECHANDO ESAS DOS CONDICIONES, SE OPTÓ POR BAJAR LA VIVIENDA DEL NIVEL DE LA CALLE EN APROX. DOS METROS, PARA DISMINUIR LAS PENDIENTES. SE COLOCÓ LA CARA MÁS LARGA HACIA EL LADO DE LAS VISTAS PARA SU MEJOR APROVE- CHAMIENTO, DEJANDO UN ESPACIO DE DOBLE ALTURA COMO ARTICULADOR ESPACIAL DE TODA LA VIVIENDA, ASÍ COMO DEL INGRESO, QUEDANDO LOS DORMITORIOS HACIA UN COSTADO Y LOS SERVICIOS HACIA EL OTRO. BÁSICAMENTE SE TRATA DE ROMPER LEVEMENTE LA ORTOGONA- LIDAD DE MODO QUE LA CASA MANIFIESTE UN CIERTO MOVI- MIENTO, ADECUADO A LAS MANERAS DE RECORRERSE. EN EL PERÍMETRO SE UBICAN TRES TERRAZAS QUE PERMITEN APRECIAR TANTO LA VIVIENDA COMO LAS BRISAS SUAVES DEL LUGAR Y LAS VISTAS AL PAISAJE DE LA CIUDAD. EL TAMAÑO DE LAS VENTANAS SE MIDE EN RELACIÓN A LA LUZ QUE SE REQUERÍA PARA LOS DISTINTOS ESPACIOS. DADA LA DIFICULTAD DE FUNDAR, TANTO POR LA PENDIENTE COMO POR LA MALA CALIDAD DEL SUELO, SE OPTA POR GENE- RAR ALGUNOS MUROS DE CONTENCIÓN ESCALONADOS QUE FIJEN LOS SUELOS PRIMEROS DE LA VIVIENDA, EL RESTO POSA SOBRE PILARES Y VIGAS DE H. A. LA ESTRUCTURA DE MUROS, TABIQUES Y CUBIERTAS ES DE MADERAS DE PINO INSIGNE, ASÍ COMO LOS RECUBRIMIENTOS EXTERIORES Y LOS DEL ESPACIO DE DOBLE ALTURA.
  18. 18. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 1 6 OBRAS 1995 2000 JORGE CASSIS VERDEJO AÑO INGRESO 1985 ESTE REGISTRO DA CUENTA EN PARTE DEL EJERCICIO LIBRE DE LA PROFESIÓN DESDE 1995 AL 2000 Y DE LOS SEIS AÑOS COMO ARQUITECTO DE LA ASOCIACIÓN DE MUNICIPALIDADES DE LA REGIÓN DE LA ARAUCANÍA, EN EL CUAL PUDE REALIZAR TRABAJOS EN DOS LÍNEAS; UNA DE ELABORACIÓN DE EQUIPAMIENTOS COMUNITARIOS Y LA OTRA DE ESPACIOS DE ORDEN TURÍSTI- CO, ENTRONCÁNDOSE EN ALGUNOS CASOS AMBAS LÍNEAS O VERTIENTES EN UNA MISMA CIRCUNSTANCIA. GRAN PARTE DE ESTAS OBRAS Y ALGUNOS PROYECTOS QUE ESTÁN ACTUAL- MENTE EN PROCESO HAN SIDO ENCARGOS DE INSTITUCIONES O PROGRA- MAS; COMO CHILE BARRIO, SERNATUR, MOP, FOSIS, INTEGRA, JUNJI, O ENCARGOS DIRECTOS DE LOS PROPIOS MUNICIPIOS. RUCAÑAS O REFUGIOS PARA TURISTAS EN HUIÑOCO, RI- BERA SUR RIO CHOL CHOL. 10 REFUGIOS PARA ACOGER EN UNA PAUSA A TURISTAS QUE FRECUENTAN EL CIRCUITO DE INTERÉS MAPUCHE. EJECUCIÓN 2000 SUPERFICIE 45 M2 MATERIALIDAD ZÓCALO DE LADRILLO CHONCHÓN HECHO EN SITU Y ESTRUCTURA DE VARAS DE EUCALIPTO. PARADEROS Y PARADORES ARAUCANÍA ANDINA, COBIJO BÁSICO EN LA ESPERA. SE CONSTRUYERON 54 UNIDADES EN LAS 6 COMUNAS QUE CONSTITUYEN EL TERRITORIO ARAUCANÍA ANDINA. TALLER DE TEJIDO HUECHULELFÚN, LAGO COLICO, CUNCO. LOS PALOS INCLINADOS SON SU ESTRUCTURA Y SU FUNDACIÓN; SOBRE TODO, EL LUGAR DONDE SE ARMAN LOS TELARES. SI NO FUESE ASÍ NO TENDRÍA SENTIDO SU FORMA, PORQUE EN ÚLTIMO TÉRMINO, LA FORMA NO ES IMPORTANTE EN SI MISMA, SINO EN LA MEDIDA QUE DA LUGAR A QUE LAS COSAS SUCEDAN. EJECUCIÓN 2003 SUPERFICIE 30 M2 MATERIALIDAD ESTRUCTURA POLINES Y VARAS DE EUCALIPTO, REVESTI- MIENTO EXTERIOR PINO IMPREGNADO. ANDAR O CONDUCIR EL PUNTO. ENDEREZAR LA LÍNEA ES PRETENDER CAMBIAR LA HISTORIA DE LA LÍNEA EN CAMBIO ENDEREZAR EL PUNTO ES HACER HISTORIA EN LÍNEA NUEVA. HAY QUE CONOCERSE EL PUNTO PRIMERO Y LUEGO CACHAR LA TRAYECTORIA QUE ESTE TRAE Y HACIA DONDE SE QUIERE IR CON EL PUNTO EN ESTE ESPACIO, POR LO MENOS COMO SE QUIERE IR HACIENDO LÍNEA EN ESTE BREVE ESPACIO, LUEGO MONTARSE CUAL POTRANCA AL PUNTO CUANDO ESTE VENGA Y PROCURAR ESTAR BIEN PARADO Y PRONTO AL SALTO. AHORA, ENDEREZAR O NO EL PUNTO NO IMPORTA TANTO COMO SABER MONTARLO. OBRAS 2004 2006 ANDREA TORRICO HERRERA/ GUILLERMO FRIAS BROWN AÑO INGRESO 1987/1977 TRES PROYECTOS, REALIZADOS EN LA OFICINA DE PLANTA FÍSICA Y CONSTRUCCIONES UNIVERSITARIAS DE LA UNIVERSIDAD DE VALPARAÍSO CAMPUS VI REGIÓN RENGO UNIVERSIDAD DE VALPARAÍSO PROYECTO/EJECUCIÓN 2007 IMÁGENES 1,2,3 EDIFICIO BRUNO GÜNTHER, FACULTAD DE ME- DICINA UNIVERSIDAD DE VALPARAÍSO PROYECTO/EJECUCIÓN 2004 IMÁGENES 4,5 EDIFICIO DEL POLIDEPORTIVO UNIVERSIDAD DE VALPARAÍSO PROYECTO/EJECUCIÓN 2004-5 IMÁGENES 6,7,8 I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E CASA EN OLMUÉ G8VS ARQUITECTOS Año ingreso 1994 1992 La sumatoria entre temperatura, miradas, intimi- dad, juego y reflexión coincide con mezclarse en el follaje, despejar el terreno, crear grados distintos de exterior, saltar de un lugar a otro y armar más de un interior. Un gesto dinámico: como quien se tensa por com- pleto antes de saltar desde el borde de la piscina. Un gesto sutil de separación inicial desde el suelo hacia el fondo del terreno, que se vuelve tajante para quien entra desde la calle: un solo volumen que casi se posa, se tuerce, encorva, eleva y abre. Vestido a partir de la orientación que adquiere cada vista, y situado según el espacio dejado por los árboles. Porque la gravedad actúa y los objetos no pesan lo mismo, la obviedad como insistencia material: el ladrillo se aliviana si se lo despega del suelo y la madera tiende a caer si se la deja suspendida. Sólo por eso. ARQUITECTOS Álvaro Pérez Ibáñez Fernando Muñoz Ríos Rene Reyes Román ARQ COLABORADOR Romy Wesp Yianatos ASESORES TÉCNICOS Héctor Burgos B. Ing. Civil g8vs constructora Ltda. PROYECTO/EJECUCION 2005 / 2006-2007 SUP. TERRENO 1632 m2 SUP. CONSTRUIDA 138,31 m2 MAT. PREDOMINANTES Estructura: albañilería re- forzada por elementos de H.A. y madera (pino impregnado) Revestimiento: pino im- pregnado pino oregón y albañilería de ladrillo fiscal a la CASA LUÍS GUTIÉRREZ MANUEL GAETE WINKELMANN AÑO INGRESO 1971 EL ENCARGO Los propietarios, poseedores de un terreno a ori- llas del Lago Caburga, con vegetación exuberan- te, querían tener un lugar en donde poder hacer asados y eventualmente poder pernoctar. La idea, construir algo que afectara lo menos posible la na- turaleza, y acogiera los momentos de relajo. EL PLANTEAMIENTO DEL ARQUITECTO Se plantea la idea de construir un “quincho” con una Arquitectura Orgánica, tanto en su concepción espacial, como en los materiales a utilizar. Los espacios se diseñaron de tal manera que se con-fundieran el exterior-interior del bosque con el interior-exterior de las terrazas y el interior-refugio- hogar donde se emplazó la chimenea con dos ho- gares que acogen dos salas de estar y el quincho propiamente tal. Se define como Arquitectura Orgánica aquella que se adapta y toma su forma de la función que aco- ge. Por esto los espacios y el envoltorio que los forma son sueltos, sin ángulos rectos, como en la naturaleza, se adaptaron al lugar, a los árboles cir- cundantes, y se trató de mimetizar con las piedras y rocas de la orilla, se cambiaron las formas origi- nales de proyecto, de las terrazas, de los techos, elevándose hacia las aberturas del bosque donde hubiera más luz, abriendo ventanas donde no ha- bía, para aprovechar algún espacio entre ramas, y cerrar con vidrios de colores. El resultado final parece como un pequeño coleóptero descansando en el bosque pronto a emprender el vuelo. UBICACIÓN Piedra Alta, Renahue, Lago Caburga AÑO CONST. 2005-2006 SUPERFICIE 194 m2 CONSTRUCTOR Felipe Prado Scout
  19. 19. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 1 7 OBRAS 2000 2007 LEONARDO GALDAMES VERA año ingreso 1984 MAUSOLEO FAMILIA RIVEROS TAPIA UBICACIÓN Cementerio Playa Ancha, Valparaiso SUP.TERRENO 6.25 M2 SUP. CONST. 6.25 M2 EJECUCION 2003 MATERIALIDAD Hormigon Armado, Vidrio, Metal, Marmol LAB. PREVENCIÓN DE RIESGOS UTFSM UBICACIÓN Camino Troncal, Viña Del Mar SUP.TERRENO 16.615 M2 SUP. CONST. 350 M2 PROYECTO 2002-2003 EJECUCIÓN 2005-2006 MATERIALIDAD Hormigón Armado Bloque Cemento, Estruct. Metálica. OFICINA DE ARQUITECTURA UBICACIÓN Viña Del Mar SUP. CONST. 120M2 EJECUCIÓN 2005 MATERIALIDAD Tabiquería COLABORADORES Claudio Muñoz Boris Leyton Hector Valencia Rodrigo Morales OBRAS 2001 2004 ALEX GONZÁLEZ USLAR año de ingreso 1983 CASA FAMILIA ORTEGA-LEFEMIERE Valle de Chivilcán, Temuco SUP. TERRENO 5.000 m2 SUP. EDIFICADA 384 m2 EJECUCIÓN 2001 MEMORIA La casa se plantea como la conquista de una colina que do- mina el Valle Chivilcán. Sólo se cuenta con el paisaje natural y el deseo de habitar la cima para desde ahí dominar el valle. Se plantea al cliente la idea de un pájaro que está empren- diendo el vuelo, después adquiere la estructura de una nave y finalmente se construye un barco que asemeja un “Caleuche” con la neblina matinal del otoño. Posee una terraza de proa como extensión del dormitorio principal donde es posible do- minar el valle de Chivilcán y en las noches disfrutar de los cielos estrellados. En la popa se ubica el “quincho”, con un acceso independiente a la vivienda, pero cobijado bajo el mismo “techo”. ARQ. INDUSTRIAL / SAN JOSE FARMS Agrícola San José de Gorbea Ltda. Trata del diseño de imagen hacia la carretera y perfiles inte- riores, quiebra vista patio packing EJECUCIÓN 2004 PAISAJISMO / CAMPUS NORTE U. CATÓLICA DE TEMUCO En colaboración con paisajista María Luz Pérez se diseño la- guna y lomas para conformar un “lugar ameno” que identifi- cara el Campus, ubicado al acceso norte de Temuco. I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E TAPICES CHERIE HIDALGO AÑO INGRESO 1989 Tres tapices realizados en una misma urdimbre, basados en el bordado de BAYEUX URDIMBRE algodón crudo, bobina de urdimbre extra, mon- tando 3,3 hilos por cm. TRAMA lana virgen de colores naturales 2/200 seda na- tural y lino OBRAS 2002 2006 HERIBERTO HILDEBRANDT KLAPP año ingreso 1977 HOSPITAL PROVINCIAL DEL HUASCO VALLENAR Proyecto 2002-2003 Ejecución 2004-2006 CENTRO DE ATENCIÓN DE ALTA COMPLEJI- DAD HOSPITAL LAS HIGUERRAS TALCAHUANO Proyecto 2003-2004 Ejecución 2005-2006
  20. 20. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 1 8 OBRAS 1991 2000 GLENDA KAPSTEIN año ingreso Ampliación Escuela de Arquitectura UCN PROYECTO/EJECUCIÓN 2000 IMÁGENES 2,3 CASA DE RETIRO COLEGIO SAN LUÍS. PROYECTO/EJECUCIÓN 1991 IMÁGENES 4,5,6,7,8 PABELLÓN DE CODELCO, EXPONOR PROYECTO/EJECUCIÓN 1995 IMÁGENES 9,10 CASA KAPSTEIN, EL QUISCO PROYECTO/EJECUCIÓN 1999 IMÁGENES 11,12 CASA EN OVALLE FRANCISCO LEÓN ROZAS año de ingreso 1991 Ubicada en el Fundo Oro Blanco, Punitaqui, Ova- lle. Esta es una CASA MIXTA de forma simple y alargada en “L”, generando circulaciones referi- das hacia su ángulo interior, los cuales se relacio- nan con el exterior y así aprovechan la vista de lo próximo y de la precordillera. AÑO PROYECTO/EJECUCIÓN 2003-2004 I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E INTERIORES MORALES & LOPEZ ASOCIADOS año ingreso 1994 1_REMODELACIÓN CASA LOBOS Playa Ancha, Valparaíso 2002 2_OFICINAS DE GASCO Av. Francia, Valparaíso 2003 3_CASA STEIN Vitacura, Santiago2004 4_CASA STEIN Vitacura, Santiago2004 5_DEPARTAMENTO 157 Valparaíso Centro2006 6_CASA IBACACHE Lomas de Montemar, Concón2006 ARQUITECTOS DANIEL MORALES ESCUDERO GABRIEL LOPEZ YAÑEZ ARQ. COLABORADOR LENA TESCH KWADE
  21. 21. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 1 9 TRES CABAÑAS HIGUERILLAS RODRIGO PEREIRA PUCHY año ingreso 1989 Las tres cabañas se ubican frente al mar a un costa- do de la Caleta Higuerillas. El diseño de arquitectura responde a dicha condición otorgando a todos los espacios del interior la posibilidad total o parcial de mirar el paisaje. Se utilizan para ello como herra- mienta de diseño desniveles y ventanas con distintas alturas. Con ello se conforma una triple altura interior que envuelve un dormitorio, un altillo, y un espacio común para el estar, comedor y cocina, todos mi- rando el mar. MANDANTE Dirección Nacional de Aduanas UBICACIÓN Higuerillas, Concon. CONSTRUCTORA VISTA33 UNIDADES 3 M2/UNIDAD 35m2 PROYECTO/EJEC 2002-2003 CONCURSO CORMA 2007 ANDREA PINO & LAUTARO OJEDA año ingreso 2000 1998 Este concurso promocionado por la Corma propo- nía diseñar un complejo fronterizo tipo para clima cordillerano y además la materialidad tenía que ser mayoritariamente madera aserrada evitando el uso de madera laminada. Propusimos construir unas torres que aparecieran en el horizonte como unos mástiles esbeltos emplazados de escorzos al eje norte su de Chile optimizando su asoleo y su condición de vigía. El mástil se eleva del suelo haciendo aparecer un gran vagón de sombras donde se realizan los trámites internacionales, este es cruzado por una torre donde se encuentran las habitaciones de los funcionarios del complejo quedando alzada sobre el continente y que en su cúspide posee un mirador continental desde donde se espectan los cielos de Chile y la Ar- gentina. I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E El BILBAO EXHIBITION CENTRE ESTEBAN RODRIGUEZ SOTO AÑO INGRESO 1963 El BILBAO EXHIBITION CENTRE (BEC) se plantea por un lado como un reto funcional y por otro, como un hito dentro del espacio urbano de la Comarca que exprese emblemá- ticamente la actividad mercantil de Bilbao y Vizcaya a la vez que exhiba al mundo la imagen emprendedora de la Región. El BEC es un conjunto edificatorio que consta de una importante superficie para la realización de diferentes exhibiciones de carácter ferial, donde es posible además, la realización de eventos lúdicos, musicales, deportivos, etc., para una masa de público de alrededor de diez mil per- sonas, gracias a la adaptación de uno de sus pabellones. Además de la superficie expositiva, el complejo consta de un centro de congresos con auditorios de diferente tamaño –uno de ellos para cerca de mil asientos, con equipamiento para traducción simultánea, conexiones informáticas, siste- mas de proyección, etc. Esta parte del complejo sirve como pórtico de acceso al recinto expositivo desde la trama urba- na de Barakaldo, que se remata con una torre de 100 m de altura que contiene los servicios centrales del BEC. UBICACIÓN Barakaldo, Vizcaya, España. SUP. TERRENO 250.000 m2 SUP. CONST. 425.000 m2 180.00 m2 en subterráneo 245.000 m2 sobre rasante. PROYECTO 2000 / 2002 CONSTRUCCION 2001 / 2006 MATERIALES Acero Estructural. Planchas de acero per filadas y desplegadas. Hormigón. Madera en revestimiento de paredes y pavimentos. Muros cortina de aluminio anodizado. RESTAURANT SUSHI-ART LILIAN SANHUEZA MARTINEZ año ingreso: 1986 El local se despliega en dos niveles, con la zona de atención en el primer nivel, y una “terraza-interior” como segundo ni- vel. Dos perforaciones conectan entre ambos: en la zona del umbral dominando la totalidad del espacio, y en el centro donde se conforma un patio-jardín de piedras y bambúes en torno al cual se congrega todo el quehacer del local. Hay una búsqueda de amplitud y presencia constante, para lo cual se propuso una transparencia en el ancho y en el largo, pero enriquecido con rincones. Existe un equilibrio en el tratamiento de cada uno de los espacios. Las caras interiores del local se diseñan como fachadas exteriores, entregando una luz viva que invita a permanecer. Son ven- tanas verticales, las que ordenan la ubicación de las mesas. El tabique-escalera se convierte en el elemento ordenador por excelencia, desde el cual se descuelga el mobiliario de la zona de atención. La madera se muestra “trabajando”, reconociéndose como un material flexible, definiendo una construcción viva. Año de proyecto/ejecución: 2004
  22. 22. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 2 0 CASA EL MOI SACHA SINCOVICH S. año ingreso 1991 TIPO DE PROYECTO: segunda vivienda. El lugar está delimitado por dos quebradas verdes que con- finan una loma agreste con una pequeña meseta en lo alto. El nombre “El Moi” surge como la deformación del nombre “Molle” que es el único árbol que existe en el lugar. La geografía lo domina todo, afectando la forma y niveles de la casa. El gesto de fundación está presente en las relaciones interior/exterior, donde la extensión de los corredores del interior se proyectan hacia el exterior como muelles que a su vez se internarán en el territorio como senderos. Se definió un eje de oriente a poniente, ordenando el terri- torio y las actividades diarias. La casa está dividida en dos partes principales: áreas comunes y privadas. Un muelle de acceso a la vivienda genera la línea divisoria entre ambas zonas. Los materiales se muestran en su estado natural (madera, hormigón, fierro, vidrio), permitiendo identificar no sólo los espacios y recintos, sino cómo fueron estos construidos, cerrando el círculo entre diseño, construcción y resultado formal UBICACIÓN El Estero, Las Dichas, V región SUP. CONST. 125 m2 SUP. TERRENO 3,5 Ha. MANDANTES César Carreño Rebeca Sanhueza PROYECTO/EJEC. 2006-2008 I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E LIBRO “OCHO ARQUITECTOS EN LA MEMORIA” VIVIANA TEUCHE CO-AUTORA año ingreso 1967 Los autores, acordamos al comenzar esta obra, objetivos muy definidos y precisos, reivindicar la memoria de nuestros colegas y contar sus proyectos de vida, con el relato testimo- nial de quienes los conocieron. Este libro es obra de arquitectos y habitada por arquitectos: aquellos ocho colegas que imaginaron y participaron en la construcción, para Chile, de una democracia avanzada. Y que, por intentar llevarla a la realidad, junto al pueblo, fueron violentamente detenidos en el tiempo quedando sus vidas truncadas con un destino no esclarecido aún… Todos quienes hemos participado en esta creación colec- tiva, creemos representar el sentimiento de muchos que conocieron y amaron a nuestros colegas -siete hombres y una mujer –arquitectos, egresados y un estudiante de arqui- tectura, entre los cuales se encontraban directivos del más alto nivel docente y profesional, dirigentes gremiales y estu- diantiles, sufrieron la detención y posterior desaparición y/o ajusticiamiento y forman parte de la porción más cruelmente afectada por la dictadura militar que se adueñó del poder en Chile, durante 17 años. Las imágenes corresponden a recopilación hecha en los capítulos dedicados a Francisco Aedo, Carlos Gajardo y Yactong Juantok. AUTORES Alicia Alarcón Arq. UCH Anamaría Barrenechea Arq. UCH Cecilia Dinamarca Arq. UCH Patricia Henríquez Arq. UCH Teresa Rojo Arq. U Católica Viviana Teuche Arq. UCH Valparaíso René Urbina Arq. UCH EDICION 2005 CASA LAS VIZCACHAS JUAN PABLO VARGAS año ingreso 1988 Proyecto de vivienda unifamiliar ubicada en el sector las Vizcachas, Santiago. Se trata de una casa de 3 dormitorios, 3 baños, un estar, comedor y living. SUP. EDIFICADA 140 M2 PROYECTO 2006/2007 EJECUCIÓN EN CONSTRUCCIÓN
  23. 23. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 2 1 IVAR AASENS VEI 2 FELIX VIDAL ORTIZ año ingreso: 1967 Funcionalismo en una región de villas ENFOQUE Había que acomodar los edificios en un sitio que original- mente era un villa de estilo funkis. (Funkis = funcionalismo, funcionalista) Queríamos crear un estilo limpio con formas limpias y con volúmenes variados. Se han utilizados sólo dos materiales, estuco y madera (na- tural), para remarcar dichas formas. MAGNITUD 900 m². 4 edificios de viviendas compuestas de 3 a 4 pisos más estacionamiento. En total 23 departamentos. MANDANTE Naturbetong AS UBICACIÓN Vinderen, Oslo, Noruega PROYEC/EJEC. 2003 - 2007 OBRAS 2006 2007 CUADRA & VILLALOBOS año ingreso 1994/1995 AMPLIACIÓN COLEGIO SAN IGNACIO Biblioteca y Laboratorios Machali, Rancagua PROYECTO 2007 CASA ESTILO Machali, Rancagua PROYECTO 2006/2007 ARQUITECTOS Nicolás Cuadra Díaz Ricardo Villalobos Pérez I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E OBRAS 1990 2000 RICARDO ZELDIS FUX año ingreso 1962 EDIFICIOS DE VIVIENDAS, BARCELONA 1_12 viviendas, 1 estudio y aparcamientos. Fechas de inicio/final: 2000/2001 2_Cinco bloques, 6 viviendas c/u, trasteros y aparcamientos. Fechas de inicio/final: 1993/1995. 3_Cuatro bloques de planta baja, 80 viviendas. Fechas de inicio/final: 1997/1999. 4_Cuatro bloques de planta baja ,64 viviendas. Fecha de inicio/final: 1994/1995.
  24. 24. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N P R O F E S O R E S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 2 2 I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E
  25. 25. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N P R O F E S O R E S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 2 3 I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E
  26. 26. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N P R O F E S O R E S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 2 4 I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E
  27. 27. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N P R O F E S O R E S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 2 5 I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E
  28. 28. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N P R O F E S O R E S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 2 6 I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E
  29. 29. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 2 7 I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E P R I M E R T A L L E RAPROXIMACIÓN A LA COMPRENSIÓN DEL LUGAR, A TRAVÉS DE LA OBSERVACIÓN DEL ESPACIO DE LA CIUDAD Y EL TERRITORIO. COMPRENSIÓN DE LAS ACCIONES Y LOS ACONTECIMIENTOS. CONSTRUCCIÓN DE UN LEN- GUAJE A TRAVÉS DEL CROQUIS, TRABAJOS DEL ESPACIO Y EL EJERCICIO DE NOMBRAR. DESARROLLO DE LA INTUICIÓN ORIGINAL, A TRAVÉS DEL TRA- BAJO EN PUNTOS NOTABLES QUE CONSTRUYEN EXTENSIÓN. ELTRABAJODEPROYECTOSEORIGINAENUNACOMPRENSIÓN DE LA CIUDAD EN SU DIMENSIÓN TERRITORIAL, ABARCANDO SUS DISTINTAS ESCALAS HASTA DEFINIR UN PUNTO CON LA POTENCIA DE ESTAR ARRAIGADO A UN CONTEXTO MAYOR. ESTE SE ELABORA EN TANTO PROYECTO, DESDE LA JUS- TEZA DE LOS TRAZADOS, UN LÉXICO INICIAL DE ELE- MENTOS ARQUITECTÓNICOS QUE BUSCA APARTAR- SE DE FORMALISMOS PLÁSTICOS, PARA CONSTRUIR LUGARES QUE ACOGEN PROGRAMAS, LOS CUALES EN- TREGAN ORDEN Y DIMENSIÓN A LAS PROPOSICIONES.
  30. 30. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 2 8 I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E S E G U N D O T A L L E RACCEDER A LA COMPRENSIÓN DE LA CIUDAD DESDE SUS MÚLTIPLES COMPLEJIDA- DES. CONSTRUCCIÓN DE UN LENGUAJE QUE NOMBRE SUS PARTES EN CUANTO PRO- GRAMA, ELEMENTOS Y RELACIONES CON EL TERRITORIO. DETERMINACIÓN DE LOS PRINCIPIOS QUE CUALIFICAN AL ESPACIO HABITADO, VELAR POR DICHOS PRINCI- PIOS, SIGNIFICA COMPRENDER EL VACÍO DE VALPARAÍSO, EN CUANTO PATRIMONIO PABELLÓN DE EXPOSICIONES, MUSEO A CIELO ABIERTO PABELLÓN DE EXPOSICIONES, ATRIO LA MATRIZ CONJUNTO DE DEPARTAMENTOS, CAMINO CINTURA CENTRO DEPORTIVO, BORDE SUPERIOR CENTRO DEPORTIVO, BORDE SUPERIOR CENTRO DEPORTIVO, BORDE SUPERIOR QUINTA DE RECREO, BORDE SUPERIOR PLAZA COMERCIAL, CAMINO CINTURA MERCADO Y FERIA, CAMINO CINTURA EXPOSICIÓN FINAL TALLERES CENTRO COMUNITARIO, CAMINO CINTURA MERCADO Y FERIA, CAMINO CINTURA PABELLÓN DE EXPOSICIONES, ATRIO LA MATRIZ CENTRO RECREATIVO, BORDE SUPERIOR CLUB DEPORTIVO, BORDE SUPERIOR MEDIA LUNA Y CABALLERIZAS, BORDE SUPERIOR
  31. 31. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 2 9 LA CUALIDAD DE LOS LUGARES En el taller de arquitectura se explora la idea de encontrar en Valparaíso, lugares valiosos para llegar a tener experiencias significativas en ellos y abrir campos de relaciones posibles. Se trata de integrar en los proyectos esta complejidad de acontecimientos, que incorporen dichas relaciones, ser en este sentido, profundamente patrimoniales. I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E T E R C E R T A L L E RC O M P R E N S I Ó N D E L A C O M P L E J I D A D D E L H A B I T A R PATRIMONIO El taller a propósito del encargo de la Escuela de Arquitectu- ra, parte preguntándose por la condición patrimonial de la ciudad de Valparaíso. En vista de eso determina como campo de estudio el Valpa- raíso histórico, para eso partimos desde las plazas, determi- nando un campo que va desde la Plaza Echaurren a la Plaza Aníbal Pinto. FRAGMENTO Partimos con la idea de desentrañar lo más particular de la ciudad, a partir de la idea de fragmento, para no caer en los lugares comunes de lo entendido por patrimonio. Entonces entendemos el fragmento como situaciones “enteras” en que sucede un acto que encontramos espléndido en una relación con un lugar que es inseparable, situaciones que nos pasan todos los días frente a los ojos pero en las cuales pocas veces recaemos, así vemos la ciudad entonces a partir de una mul- tiplicidad de situaciones particulares y espléndidas para no caer en lo genérico. Gentes que miran invisibles, a contraluz desde las cornisas, una niña mira su reflejo en el agua como si estuviera en una plaza pero está en el mar. Entonces nos llenamos de imágenes maravillosas y algo de la ciudad se nos presenta. El paso siguiente es definir un campo a partir de un punto de vista determinado por algo común en la idea de fragmentos notables que pueda determinar un territorio. LO PROPIO Entendemos lo propio no tan sólo como pertenencia sino como lo irrenunciable, lo que persiste, lo que construye pro- fundamente el ser de la ciudad. Hacemos la comparación con la mirada de una persona, es propia, irrenunciable y a la vez deuda, pues como dicen “saco los ojos del abuelo”. Así Valparaíso tiene situaciones de vida fabulosas que per- miten vivir la ciudad de otra manera. En la mayoría de las ciudades la gente vive lo cotidiano a partir de lo necesario, lo útil, en Valparaíso todavía alguien puede elegir el camino más largo para irse a casa desde el trabajo. El trabajo, el bar, la plaza del descanso, el mirador, la casa son parte de una estructura de ciudad, que arman un recorrido posible. En esa posibilidad de elegir está lo “laberíntico”. COMPLETAR LA CIUDAD Las intervenciones se insertan dentro de lo que denomina- mos ciudad inconclusa, en esos lugares en que la vida de la ciudad se ve apagada, sin intensidad y vienen a completar estos lugares en que las relaciones con la ciudad se ven in- terrumpidas. La idea es que a partir de estas intervenciones se intensifique la vida y regenere de ese modo una porción de ciudad, de cierto modo vienen a reorientar lugares que quedan adyacentes a la vida de la ciudad.
  32. 32. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 3 0 I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E C U A R T O T A L L E RLA EXPERIENCIA DE LA CIUDAD DESDE EL PROGRAMA EL VACÍO CUALIFICADO COMO CONDICIÓN LABERÍNTICA, BIEN PATRIMONIAL DE VALPARAÍSO Tomando como punto de partida, el estudio presentado en Barce- lona, en 1996, se propone desarrollar los proyectos de este semes- tre en el margen superior de Valparaíso, ubicado entre la Avenida Alemania y el espesor del Camino de la Pólvora. Hoy en día, las notables capacidades de transformación de nues- tras ciudades determinan preguntarse qué tienen de específico los grandes proyectos de transformación del espacio construido. Este taller se caracteriza por su condición declaradamente trans- disciplinar y experimental, donde se estudia cada vez el modo de encarar el invento arquitectónico desde la abstracción dentro de lo específico que tiene el abordar todo proyecto de gran escala. Este sostenido ejercicio, situado entre la capacidad para soñar nuevas realidades liberadas de las convenciones atávicas propias de nuestra cultura, hasta la formalización de su tridimensionalidad, permite desarrollar nuevas aproximaciones en la producción arqui- tectónica donde cada proyecto debe traer consigo una capacidad transformadora más allá de los límites propios del proyecto. La base sobre la cual se estructura el contenido y la materia propia del quehacer de este taller es la observación, entendida en cuanto exploración sensible del mundo tangible e intangible, en todos los tiempos posibles, donde el dibujo y la palabra siempre adelantan un estado de concreción del proyecto. Todos los proyectos desa- rrollados al interior de este taller en cuanto intervenciones a gran escala habrán de tratar permanentemente dos escenarios principa- les y simultáneos, el del territorio y el de la ciudad, y la crisis entre los límites de los dos. El territorio de un modo más abstracto, la experiencia de la ciu- dad desde el programa, y el conjunto de edificios notables de la arquitectura, constituyen el campo de estudio que deberá formar parte fundamental del territorio de exploración en sus más diver- sas aproximaciones. De la ciudad se pondrá especial énfasis en ciertas condiciones radicales de determinados emplazamientos y situaciones. Chile es paisaje. Valparaíso es paisaje. Es este paisaje, en cuanto bien, el que puede ser el auténtico edificio de la nueva ciudad. Este nuevo elemento estructurante de posibles ordenes multi-escalares resulta ajeno a las posibilidades que otorga la pla- nificación tradicional, capaz de generar dinámicas metropolitanas propias. Tratar con la gran escala en estos términos trasciende consideraciones de envergadura y dimensión, afectando todas las relaciones diversas entre proyecto y lugar. En lo que atañe a la ciu- dad, al edificio y al detalle, pueden señalarse nuevas condiciones para la producción de la forma. Los contenidos serán propuestos en cada sesión de trabajo en la modalidad de encargo. Se estudiarán estructuras elementales y complejas de la ciudad en sus escalas diversas, estructuras físicas y mapas mentales, incorporando el tiempo como una dimensión tanto en el estudio como en el ámbito del proyecto. En este nivel se elaborarán modelos tridimensionales que incorporarán todos los niveles de complejidad respecto de las materias tratadas. ¿ Hasta qué punto dependemos de nuestro sentido visual en la percepción de nuestro entorno cotidiano?, ante la carencia de la visión, ¿ cómo se desarrolla la percepción del resto de nuestros sentidos que usualmente utilizamos de forma funcional?, ¿ cuáles son sus alcances y sus límites?. Con estos comunicados pretende- mos reflexionar sobre cuestiones tales como la vivencia del espacio urbano más allá de la pura visualidad, acercándonos al programa y a su concreción material en cuanto hechos arquitectónicos inse- parables e indisolubles, donde la experiencia de la ciudad y de las obras construidas adquieren una dimensión multisensorial, y que en definitiva logran poner en marcha mecanismos donde intervie- nen todos nuestros sentidos: vista, olfato, gusto, tacto, oído, en la búsqueda de un único propósito: la única arquitectura que vale la pena es la emocionante.
  33. 33. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 3 1 Q U I N T O T A L L E R C O N C U R S O SEL TALLER ADHIERE A LA CONVOCATORIA DE DIVERSOS CONCURSOS DE ARQUITECTURA EN ACERO Y MADERA, EN LOS QUE SE BUSCA LA APLICACIÓN CONJUNTA DE AQUE- LLAS MATERIAS Y PRINCIPIOS ARQUITECTÓNICOS PROPIOS DEL TALLER CON AQUELLOS ASPECTOS PROPIOS DE LA MA- TERIALIDAD. SE EXPERIMENTA EL TRATO CON LA MATERIA , A TRAVÉS DEL DESARROLLO DE UNA TOTALIDAD, EL FRAGMENTO Y EL DE- TALLE. SE EXPERIMENTA EL TRATO CON LAS EXIGENCIAS NORMATI- VAS, PROGRAMÁTICAS, ESTRUCTURALES, CONSTRUCTIVAS Y PRESUPUESTARIAS. EL DETALLE LA ESTRUCTURA I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E C I C L O T I T U L A C I Ó N TALLER FUNDAMENTODESARROLLO EN PROFUNDIDAD DEL PROCESO DE OBSERVA- CIÓN BUSCANDO ELABORAR UNA VISIÓN DE CIUDAD QUE DE PIE A LA DEFINICIÓN DE CRITERIOS ARQUITECTÓNICOS PARA PROPONER PROGRAMA Y LUGAR. PERSISTENCIA EN UN TRATO CUIDADO DEL LENGUAJE Y DEL CROQUIS. TALLER DE TITULOINTEGRACIÓN DE LA COMPLEJIDAD DEL PROYECTO ARQUI- TECTÓNICO. INCORPORACIÓN DE MEDIOS DE EXPRESIÓN QUE MEDIAN ENTRE LO MANUAL Y LO DIGITAL.
  34. 34. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 3 2 I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E E S T U D I O S B O R D E S U P E R I O R V A L P A R A Í S OConcebir un plan maestro que visualiza esta vía no como frontera o límite, sino como nuevo centro de habitabilidad compleja, conectada a la vida de la ciudad, proyectando sus confines siempre en relación con el origen , en oposición a la ciudad satélite, el suburbio sin orientación. Cuidar el borde superior de la ciudad es cuidar su perfil indeformable en cuanto bien patrimonial.
  35. 35. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 3 3 Viaje a Mendoza Toda la Escuela, de primero a sexto año junto a un gran número de profesores realizó un viaje a bordo de cinco buses al otro lado de la cordillera, a la ciudad de Mendoza. Dicho viaje estuvo enmarcado en el proyecto de incorporar el viaje de los talleres a la experiencia formativa, como modo de ampliar la visión de estudiantes y profeso- res de modos de habitar diversos, de usos y costumbres particulares de otras realidades, y de una convivencia en base a conversaciones y debates que enriquezcan la relación entre los miembros de la comunidad de la Escuela. En este caso particular, se invitó a un viaje festivo que permitió la vivencia de habitar y recorrer esta ciudad de particular concepción urbanística, de valiosa arquitec- tura y de gran calidad de vida. La creación de un oasis en el desierto, con avenidas y plazas templadas, con una consolidada relación con el territorio y el paisaje, especialmente plasmado en el gran Parque San Martín, concebido por arquitectos, expertos en salubridad y políticos, constituyen una realidad que posibilitó a la comunidad de la Escuela vivir una valiosa experiencia de ciudad. Adicionalmente se nos ofrecieron por parte de profesores de la Escuela de Arquitectura de la Universidad de Mendoza, con la cual nuestra Escuela posee un convenio de intercambio académico con viajes anuales conjuntos de trabajo de taller a ambos lados de la cordillera, dos clases magistrales : Historia, Arquitectura y Urbanismo en Mendoza y Tendencias de la Arquitectura Actual. I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E
  36. 36. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 3 4 Proceso atriles. Siete Atriles fueron instalados en el Atrio de Plaza Matriz y en cinco terminales superiores de Ascensores de la ciudad. En ellos se daba cuenta del acontecimiento, de la historia de la Escuela y del fundamento y contenido de todos los talleres de la Escuela. Confeccionados en madera y placa, de tamaño y peso apto para ser transportados y desplegados por dos personas, constituye- ron un eficaz instrumento de difusión del modo de concebir la enseñanza de la Arquitectura en nuestra Escuela a la comunidad de Valparaíso. Posteriormente, dos de ellos fueron parte de la muestra que llevó la Escuela en el viaje realizado por profesores y estudiantes a la ciudad argentina de Mendoza. I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E
  37. 37. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 3 5 Proceso de Exposición La Matriz La exposición en la Plaza e Iglesia de La Matriz, lugar fundacional de la ciudad de Valparaíso, se constituyó de los Atriles instalados en el Atrio de la Iglesia. En el interior se dispuso de la nave central para realizar actividades abiertas a la comunidad: Cada día de la semana conmemorativa se realizó un concierto al mediodía, una charla o debate de temas relativos al desarrollo urbanístico y arquitectónico de la ciudad de Valparaíso y al fin del día la exhibición de una película cuyos argumentos tuvieran como tema un especial contenido relacionado con la arquitectura y la vida en ciudad. En la nave lateral derecha se dispuso de ocho columnas de tela y luz que daban cuenta de los seis niveles de taller, de primero a sexto año, una que recogía obras desarrolladas por arquitectos ex alumnos y una con obras desarrolladas por arquitectos profesores. En la nave lateral izquierda se instaló la experiencia audiovisual OPTIKO, trabajo de investigación de un equipo dirigido por el Arquitecto Ignacio Saavedra G., ex profesor de primer año, y tres estu- diantes de la Escuela. I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E
  38. 38. P R O C E S O V I A J E E S C U E L A M E N D O Z A E X P O S I C I Ó N T A L L E R E S E X P O S I C I Ó N E X A L U M N O S H I S T O R I A E S C U E L A S A L A PA B LO MO N D R AG Ó N l a m i n a 3 6 Artilugios y ágapes Para los ágapes de celebración de los principales eventos de la semana se confeccionaron artilu- gios autosoportantes para brindar a cada uno de los invitados. Tres fueron los principales eventos de esta naturaleza: -Inauguración de la semana de conmemoración en la Iglesia de la Matriz. -Inauguración Sala Pablo Mondragón García de las Bayonas en Casa Atkinson y muestra mono- gráfica de la vida y obra del apreciado arquitecto y profesor, formador de numerosas generacio- nes de arquitectos, ex Director de Escuela y Decano, fallecido recientemente. I N A U G U R A C I Ó N C E L E B R A C I Ó N Í N D I C E
  39. 39. del TALLER del TALLER/ Número 9 / Marzo 2010 / Celebración 50 años - Año 2007 Participaron de la edición de textos y laminas del material entregado por alumnos, ex alumnos y profesores. Esteban Alvarado Villarroel Nicolás Cuadra Díaz Osvaldo Bizama Calzia Carola Molina Oyarzún Tegualda Quiroga Corvalan Lautaro Ojeda Ledesma Andrea Pino Vasquez Cristian Rojas Cabezas

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