Relatorio final brandão
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  • 1. UNICAMPCátedra IPEA para o Desenvolvimento - Patrono Ignácio Rangel Eixo Temático para o Desenvolvimento 4 Estrutura produtivo-tecnológica avançada e regionalmente articulada Carlos António Brandão Relatório Final das Atividades Realizadas (março de 2009 a julho de 2010) Agosto de 2010
  • 2. SumárioApresentaçãoO Patrono da Cátedra Ignácio RangelAtividades Realizadas no PeríodoCurricularesExtra-curricularesConsiderações FinaisAnexos
  • 3. "A descoberta de elos débeis na economia brasileira,qualquer que seja sua origem, implica a descobertade oportunidades de inversão" (Rangel, 1957b: 113)."Era preciso descobrir recursos ociosos e descobriros meios de pô-los em evidência" (Rangel, 1980: 6)."Os setores que permanecem sobre o comando docapital privado nacional, tem uma característicaimportante. Neles, sistematicamente, a fração doexcedente geral da economia de que se apropriamsupera as possibilidades de transformação em novocapital no setor" (Lessa, 1985: 214)."O livro que não existe (...) deve sair em busca deuma teoria social global, na qual se entronquem (...)a teoria das decisões intertemporais, a teoria daestratificação social e a teoria do poder" CelsoFurtado (l976: 11)."Na sociedade atual não é fácil discriminar, fazerescolhas, que é toda a tarefa do planejamento. O queescolher? O que hierarquizar?" (Oliveira, 2008: 18).
  • 4. Desenvolvimento e Planejamento: como identificar e acionar recursos ociosos elatentes e mobilizá-los para a estruturação de novas frentes e oportunidades deinversão e para a construção de uma estrutura produtivo-tecnológica avançada eregionalmente coesa e articulada?. Carlos António Brandão1ApresentaçãoEsta Cátedra IPEA para o Desenvolvimento, sob a inspiração da liberdade,independência intelectual e da originalidade e criatividade de Ignácio Rangel(1914/1994) buscou resgatar as principais ideias deste grande cientista social,funcionário público exemplar e cidadão comprometido com as problemáticas sociais,políticas e económicas brasileiras para pensar os desafios estratégicos dodesenvolvimento do Brasil na atualidade e suas perspectivas futuras. Promoveu-se um conjunto de atividades centradas na reflexão que procurassecontribuir com o debate do desenvolvimento brasileiro promovido pelo IPEA, comdestaque para a questão-chave 4 de seu plano de trabalho, qual seja, o desafio deconstruir uma estrutura produtivo-tecnológica avançada e regionalmente articulada noBrasil. Esta "Cátedra IPEA para o Desenvolvimento" implementou, durante mais de umano (abril de 2009 a julho de 2010), diversas atividades e iniciativas que procuraramnão apenas resgatar e valorizar o pensamento crítico sobre o desenvolvimento brasileiro,com ênfase nas contribuições instigantes do original autor que foi Ignácio Rangel, mas,sobretudo engendrar espaços e arenas de reflexão e debates múltiplos e variados quepossam contribuir para a discussão de orientações de políticas públicas comprometidascom o enfrentamento das desigualdades sociais e regionais brasileiras e a valorizaçãode sua diversidade. O ponto chave do sistema teórico-analítico rangeliano eleito foi a existência naeconomia brasileira de recursos ociosos. Neste sentido, buscou-se promover e articulardiversas atividades e iniciativas que pudessem abrir espaço para uma reflexão acercadas possibilidades de identificar, mobilizar e acionar recursos, ativos e capacitaçõesociosos e latentes e mobilizá-los para a estruturação de novas frentes e oportunidades deinversão, procurando sugerir opções estratégicas para o desenvolvimento brasileiro. Professor Titular do Instituto de Economia da UN1CAMP. E-mail: carlosantoniobrandao@gmail.com
  • 5. O Patrono da Cátedra Ignácio Rangel Ignácio Rangel (1914/1994), advogado, estudioso de economia e história,servidor público exemplar e comprometido com as causas nacionais e a busca concretada formulação e implementação de estratégias criativas de desenvolvimento para o país,teve sua obra e suas ideias, infelizmente, pouco divulgadas e debatidas no Brasil até omomento. Não teve o merecido reconhecimento e difusão de seu pensamento, talvez pelasinterpretações inovadoras, a extrema originalidade, imaginação, independência,ecletismo, pluralismo de um pensquisador totalmente autónomo, solitário e livre, dotadode enorme perspicácia e ousadia para realizar inusitadas articulações e buscar renovadashierarquização de determinações e mediações teóricas e históricas, tendo por base,dentre outros Marx, Keynes e Schumpeter. Embora tenha participado de diversasinstituições, corno Iseb e Cepal, nunca submeteu sua rebeldia intelectual a qualquerfiliação ou orientação de organismos públicos ou, muito menos, privados. Procurou sempre entender o funcionamento dinâmico do capitalismo em seuprocesso histórico e contraditório e estudou profundamente as especifícidades docapitalismo periférico, buscando vislumbrar as particularidades deste no Brasil. A agenda de inquietações e pesquisas de Rangel contém todos os elementos-chave para se pensar o Brasil, buscando investigar: a natureza do pacto de dominaçãointerna; as alianças e os interesses divergentes das diferentes frações de classes; o papeldas estruturas de propriedade, com destaque para a fundiária; a lógica intersetorial einterdepartamental da economia, em seu movimento dinâmico; o papel central doinvestimento; os condicionantes das estruturas de mercado oligopólicas; a questão dadistribuição de renda; a problemática do padrão de consumo; o papel constitutivo edecisivo do Estado; a necessidade das ações de coordenação e planejamento públicosetc. Das diversas contribuições teórico-analíticas de seu amplo aparato científico-metodológico, que procurou examinar meticulosamente nossas heterogeneidadesestruturais e nossas especifícidades e mazelas, destacaremos aqui, inspirados naliberdade intelectual que este Patrono do pensamento crítico sobre o processo de
  • 6. desenvolvimento brasileiro nos ensina e instiga, a questão das formas criativas de sebuscar descortinar novos horizontes de aplicação de capitais e de promover açõessistémicas e articuladas que possam enfrentar nossas múltiplas desigualdades sociais eregionais. O objetivo primordial da Cátedra foi o de demonstrar a atualidade dopensamento de Rangel para armar estratégias de desenvolvimento para o Brasil. Asdiversas atividades realizadas, com destaque para o livro em elaboração, poderãocontribuir para a missão do IPEA de contribuir para disseminar conhecimento e paraaperfeiçoar as políticas públicas voltadas ao desenvolvimento nacional.
  • 7. ATIVIDADES REALIZADAS:CURRICULARES:Na gradução do Curso de Economia do lE/Unicamp:1) 1° Semestre de 2010: Foi ministrada, de março a junho, a disciplina na graduação"Monografia" em que se procurou, dentre outras atividades, incentivar pesquisas etrabalhos de final de curso sobre aspectos e temáticas da vasta obra de Ignácio Rangel.Algumas monografias sobre Rangel deverão ser defendidas ao final de 2010.2) 2° Semestre de 2009: Foi ministrada a disciplina de graduação "Teorias doDesenvolvimento", totalmente voltada à Cátedra IPEA, em que foi realizada adivulgação da obra e os possíveis diálogos de Ignácio Rangel, seja com os grandesintérpretes do capitalismo (Smith, Marx, Keynes, Schumpeter e Kalecki, este últimoque, infelizmente, ele não teve contato, embora seja autor totalmente integrável aosistema teórico rangeliano), seja com outros grandes intérpretes do Brasil (CelsoFurtado, Caio Prado, Florestan Fernandes, Gilberto Freyre e Sérgio Buarque deHolanda). Foi realizada uma reflexão sobre os possíveis diálogos entre a obra de IgnácioRangel e o pensamento crítico latino-americano, as possíveis articulações com achamada "Escola de Campinas" e as perspectivas interpretativas do autor para seexaminar questões atuais do desenvolvimento brasileiro frente à crise atual. (Programada Disciplina no Anexo).3) 1° Semestre de 2009: Foi ministrada a disciplina na graduação "Economia Regionale Urbana", apresentando a visão rangeliana de "complexo rural", divisão inter-regionaldo trabalho e de integração nacional, além de debater as estratégias de desenvolvimentoe as propostas de políticas públicas e ideias defendidas na Cátedra, além dos temas do"Eixo 4 do Plano de Trabalho do IPEA". Ou seja, procurou-se refletir sobre aspossibilidades de construir no Brasil uma estrutura produtivo-tecnológica avançada eregionalmente articulada. (Programa da Disciplina no Anexo).
  • 8. No Programa de Pós-Gradução em Desenvolvimento Económico do lE/Unicamp:1) 1° Semestre de 2010: Foi ministrada, de março a junho, a disciplina na pós-graduação "Política Económica e Desenvolvimento Urbano", que analisa a experiênciabrasileira de urbanização, partindo do "Complexo Rural" e o papel da unidademercantil, até a integração da economia nacional, segundo Ignácio Rangel, até aatualidade urbano-regional do Brasil, contribuindo para o debate do "Eixo 4 do Plano deTrabalho do IPEA". (Programa da Disciplina no Anexo).2) 2° Semestre de 2009: Foi ministrada a disciplina na pós-graduação "Experiências ePolíticas Urbanas Recentes", buscando identificar e examinar experiênciasinternacionais de estratégias de desenvolvimento urbano que promovam ações propostasnesta Cátedra, refletindo sobre possíveis lições para a estruturação de políticas públicasno Brasil que tenham tal perspectiva. (Programa da Disciplina no Anexo).3) 1° Semestre de 2009: Foi ministrada a disciplina na pós-graduação "Experiências ePolíticas Regionais Recentes", buscando identificar e examinar experiênciasinternacionais de estratégias de desenvolvimento regional que possam se constituir empossíveis lições para o Brasil que tenham a perspectiva proposta no "Eixo 4 do Plano deTrabalho do IPEA". (Programa da Disciplina no Anexo).ATIVIDADES REALIZADAS:EXTRA-CURRICULARES:1) Organização do site wwvv.interpretesdobrasil.org, de divulgação de trabalhosde/sobre os seguintes 13 principais intérpretes do Brasil, dentre outros:Ignácio RangelCaio Prado JúniorCelso FurtadoFlorestan FernandesGilberto Freyre
  • 9. Sérgio Buarque de HolandaDarcy RibeiroJosué de CastroManoel Correia de AndradeMilton SantosOliveira ViannaRaimundo FaoroRuy Mauro MariniO site será um espaço privilegiado e permanente de divulgação dos trabalhosdos/sobre os autores (teses, dissertações, monografias, artigos etc) e Textos paraDiscussão de propostas de estratégias de desenvolvimento inspiradas pelacriatividade, ousadia e originalidade desses pensadores.2) Foi organizado o livro "Ignácio Rangel: intérprete do Brasil" no prelo. Editora E-papers, da cidade do Rio de Janeiro, ISBNSumário:APRESENTAÇÃOCarlos António BrandãoIGNÁCIO RANGEL: DADOS BIBLIOGRÁFICOSLeonardo Dias NunesAS INSTIGANTES CONTRIBUIÇÕES DE IGNACIO RANGEL PARA SE PENSARCRITICAMENTE O BRASILCarlos António BrandãoA DINÂMICA DAS ÓRBITAS MOBILIÁRIO/IMOBILIÁRIO DE VALORIZAÇÃODOS CAPITAIS: INSIGHTS DE IGNACIO RANGEL PARA PENSAR O BRASILCONTEMPORÂNEOCarlos António Brandão e Roberto Alexandre Zanchetta BorghiA DUALIDADE BÁSICA DA ECONOMIA BRASILEIRA: UMAINTERPRETAÇÃO DO BRASILLeonardo Dias Nunes
  • 10. A DIALETICA INTERNO-EXTERNO EM ALGUNS INTÉRPRETESBRASILEIROSCarlos António Brandão e João Paulo de Toledo Camargo HadlerIGNACIO RANGEL E SUA VISÃO DA QUESTÃO AGRÁRIA NA REVOLUÇÃOBURGUESA NO BRASILFabiana de Cássia RodriguesDIVISÃO SETORIAL E REGIONAL DO TRABALHO NO BRASIL:TRANSFORMAÇÕES URBANO-REGIONAIS RECENTES SOB A ÓTICAANALÍTICA DE IGNACIO RANGELHipólita SiqueiraCONSIDERAÇÕES FINAIS: A PERENIDADE E A ATUALIDADE DE IGNACIORANGELCarlos António Brandão3) Foram organizados, segundo os objetivos da Cátedra IPEA, 4 seminários edebates sobre as políticas públicas voltadas para o desenvolvimento brasileiro, emque se discutiram:A - Interpretações e impactos sobre a crise atual - 16/09 - 14 horasMorfologia e dinâmica do capitalismo financeiro contemporâneo: agentes e processos.Relações entre acumulação financeira e produtiva. Liberalização financeira e hierarquia:bancos x mercados de capitais. Financeirização e governança corporativa. A crisesubprime nos EUA e sua propagação. Propostas pós-crise de regulação do sistemafinanceiro e os caminhos de superação da crise.B - Perspectivas do Brasil frente à crise: mudanças no padrão de desenvolvimentoprodutivo - 21/10 -14 horasRelações entre acumulação financeira e produtiva. A dupla via de inserção periférica:produtivista x financeirizada. As forças dinâmicas: export led X domestic led. Osagentes dinâmicos: setor privado x setor público. Os setores dinâmicos: intensivos emtecnologia x recursos naturais. Mudanças nas estratégias globais de segurança alimentare energética: riscos e oportunidades para a inserção brasileira (posicionamentocompetitivo no agronegócio e pré-sal). Impactos das mudanças na estrutura de renda econsumo sobre os setores e empresas industriais. Impacto do câmbio sobre acompetitividade industrial.
  • 11. ( - Perspectivas Regionais, Urbanas e Ambientais do Brasil: Desenvolvimento,desequilíbrios espaciais, infraestrutura e meio ambiente - 04/11 -14 horas.A expansão da fronteira agromineral, desconcentração regional, mudanças naurbanização e nos indicadores regionais; estrutura do emprego atual e passado;reestruturação agroindustrial paulista; efeitos (económicos e sociais) do comércioexterno brasileiro sobre as diferentes regiões. Política Regional de Desenvolvimento.Agenda ambiental e desenvolvimento sustentado: riscos e oportunidades para o Brasil.Evolução da capacidade produtiva e competitiva da infra-estrutura brasileira(telecomunicações, energia elétrica, saneamento, rodovias, ferrovias, construção civil,obras de urbanização). Impactos sobre a indústria. Aparato institucional, normativo e deregulação.D - Heterogeneidade social e políticas sociais no Brasil - 18/11 - 14 horasHeterogeneidade estrutural x excedente de mão de obra x superpopulação relativa.Estrutura ocupacional e dinâmica do emprego: mudanças quantitativas e qualitativas.Estrutura ocupacional e remunerações: a distribuição da renda. Políticas de emprego:liberalização x regulação. Políticas de distribuição de renda: o salário mínimo. Políticassociais: focalização x universalização. Mudanças qualitativas e quantitativas no padrãode renda e consumo. Impactos sobre a indústria e o comércio.4) Participação em eventos e atividades em que têm sido divulgadas a obra e asinspirações do sistema analítico de Ignácio Rangel e contribuído para o debate do"Eixo 4 do Plano de Trabalho do IPEA".Importante destacar que os eventos organizados, as palestras proferidas e osminicursos ministrados sempre descaram a importância do resgate do pensamentode Ignácio Rangel e a oportunidade de reflexão sobre os rumos dodesenvolvimento brasileiro proporcionada pela "Cátedra IPEA para doDesenvolvimento".Conferências da Cátedra IPEABRANDÃO, Carlos António (Conferencista). "Qual desenvolvimento regional?". CriseMundial e Desenvolvimento Regional: desafios e oportunidades para o Brasil.IPEA/BNDES/Ministério da Integração Nacional, Rio de Janeiro, Auditório doBNDES, de 1° a 3 de setembro de 2009.BRANDÃO, Carlos António (Conferencista). "Atualidade do desenvolvimentoregional". 50 anos da SUDENE. Seminário Internacional Desenvolvimento Regional doNordeste. Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento.Recife, Centro de Convenções da UFPE, de 13 a 16 de outubro de 2009.
  • 12. Artigos em PeriódicosBRANDÃO, Carlos António. Desenvolvimento nacional, políticas regionais e o poderde decisão segundo Celso Furtado. Cadernos do Desenvolvimento , v.7, p.56 - 72, 2009.BRANDÃO, Carlos António. O compromisso com a (n)ação em Celso Furtado: notassobre seu sistema teórico-analítico, 01/2008, Economia- Ensaios, Uberlândia, UFU,Vol. 22, n.2, pp.29-49.BRANDÃO, Carlos António. Pactos em Territórios: escalas de abordagem e ações pelodesenvolvimento, 01/2008, Revista Organizações e Sociedade, Salvador,Vol. 15,pp.145-157.Capítulos de Livros PublicadosBRANDÃO, Carlos António. Acumulação primitiva permanente e desenvolvimentocapitalista no Brasil contemporâneo. In: ACSERALD, Henri. Capitalismo globalizado erecursos territoriais - fronteiras da acumulação no Brasil contemporâneo. Rio deJaneiro, Relume Dumará/Fundação Ford, Vol. l, pp. 15-41.BRANDÃO, Carlos António. Desenvolvimento, territórios e escalas espaciais: levar nadevida conta as contribuições da economia política e da geografia crítica para construira abordagem interdisciplinar. In: RIBEIRO, Maria Teresa Franco e MILANI, Carlos R.S. (orgs.) Compreendendo a complexidade socioespacial contemporânea: o territóriocomo categoria de diálogo interdisciplinar. Salvador, Editora da UFBA, Vol. l, pp. 150-185.BRANDÃO, Carlos António. Producción Social dei Ambiente Construído y sus EscalasEspaciales: notas para una teoria acerca de Ias acciones y decisiones de sujetosconcretos. In: FERNÁNDEZ, Víctor Ramiro y BRANDÃO, Carlos António (orgs).Escalas y políticas dei desarrollo regional. Madrid, Mino y Dávila, 2009.BRANDÃO, Carlos António e GUIMARÃES NETO, Leonardo. A FormaçãoEconómica do Brasil e a questão regional, "50 anos da Formação Económica do Brasil".São Paulo, Atlas/ Ordem dos Economistas do Brasil, pp. 30, pp. 89-118.Organizador de Livros PublicadosFERNÁNDEZ, Víctor Ramiro y BRANDÃO, Carlos António (orgs). Escalas y políticasdei desarrollo regional. Madrid, Mino y Dávila, 2009.
  • 13. Prefácios de LivrosBRANDÃO, Carlos António; Prefácio ao livro organizado por MATTEI, Lauro e LINS,Hoyêdo Nunes, "A Socioeconomia Catarinense: cenários e perspectivas no início doSéculo XXI". Florianópolis, Editora da UFSC, 2009.BRANDÃO, Carlos António; Prefácio ao livro GUIMARÃES, Eduardo Nunes,"Formação Social e Económica do Triângulo Mineiro". Uberlândia, Editora da UFU,2009.Trabalhos Publicados em Anais de CongressosBRANDÃO, Carlos. António. Territórios e escalas espaciais: reflexões em momento decrise estrutural. XIII Encontro Nacional da Associação Nacional de Pós-Graduação emPlanejamento Urbano - ANPUR, Florianópolis, SC, BRASIL, 25 a 29 maio de 2009.BRANDÃO, Carlos António. O necessário diálogo entre a economia política dodesenvolvimento e a geografia económica crítica em momento de crise estrutural docapitalismo. XIV Encontro Nacional de Economia Política, SEP, São Paulo, 09 a12/06/2009.Organizador de Eventos e/ou Coordenador de SessãoAlém dos 4 eventos organizados no lE/Unicamp (conforme já citados, em 16/09, 21/10,04 e 18/11) para discutir a crise atual e seus prováveis impactos e perspectivas do Brasilnos aspectos produtivo, urbano-regional e social, foi organizado a seguinte Sessão Livrena ANPUR, de 25 a 29 de maio de 2009:BRANDÃO, Carlos António (Coordenador de Sessão); Transformações recentes nasEconomias Regionais e Urbanas Brasileiras (1980-2008). XIII Encontro Nacional daAssociação Nacional de Pós-Graduação em Planejamento Urbano - ANPUR,Florianópolis, SC, de 25 a 29 de maio de 2009.MinicursosBRANDÃO, Carlos António (Professor Convidado). "Estado, Sociedade e Territórios".Disciplina de 20 horas ministrada no "Curso de Especialização em Planejamento doDesenvolvimento e Integração Regional". Belém, PA, UFPA, maio de 2009. i
  • 14. BRANDÃO, Carlos António (Professor Convidado). "Política Urbana Brasileira".Disciplina de 20 horas ministrada no "Curso de Pós-Graduação da Universidade Federaldo Rio Grande do Norte". Natal, RN, UFRN, julho de 2009.ConferênciasBRANDÃO, Carlos António (Conferencista); "Reflexões sobre a crise capitalista atual,suas repercussões no Brasil, e as possibilidades do campo crítico do planejamentoregional e urbano". XIII Encontro Nacional da Associação Nacional de Pós-Graduaçãoem Planejamento Urbano - ANPUR, Florianópolis, SC, maio de 2009.BRANDÃO, Carlos António (Conferencista). "Experiências Nacionais e Internacionaisde Regionalização do Desenvolvimento". XII Encontro Anual de Avaliação ePlanejamento dos Conselhos Regionais de Desenvolvimento do Estado do Rio Grandedo Sul. Lajeado, RS, Univates, de 16 a 17 de abril de 2009.BRANDÃO, Carlos António (Conferencista). "Urbanização e Política Urbana noBrasil". I Simpósio Internacional sobre Desenvolvimento Urbano Latino-Amerincano.Natal, RN, 11,12 e 13 de maio de 2009.BRANDÃO, Carlos António (Conferencista). "Plano Nacional de OrdenamentoTerritorial e Dinâmicas Regionais". Seminário "Amazónia e DesenvolvimentoTerritorial no Século XXI", Belém, PA, 18 e 19 de junho de 2009.BRANDÃO, Carlos António (Conferencista de Abertura). "Impasses no Processo deDesenvolvimento no Brasil". XXIV Semana do Economista da UEM - A EconomiaBrasileira e a Crise Internacional. Maringá, PR, de 22 a 25 de setembro de 2009.ConferênciasBRANDÃO, Carlos António (Conferencista - Aula Inaugural). "Desafios para aconstrução de uma estrutura produtivo-tecnológica avançada e regionalmente articuladano Brasil". Canoinhas, SC, 4 de fevereiro de 2010.5) Artigos sobre as temáticas desta cátedra, individuais e com outros parceiros,serão submetidos a periódicos nacionais e internacionais.6) Reunião Final das Cátedras IPEA para Desenvolvimento - Agosto de 2010Discussão dos resultados finais, intercâmbio de experiências e avaliação crítica dasCátedras IPEA 12
  • 15. Considerações FinaisEsta "Cátedra IPEA para o Desenvolvimento" desenvolveu, durante mais de um ano,diversas atividades e iniciativas que procuraram não apenas resgatar e valorizar opensamento crítico sobre o desenvolvimento brasileiro, com ênfase nas contribuiçõesinstigantes do original e independente autor que foi Ignácio Rangel, mas, sobretudobuscou construir espaços e arenas de reflexão e debates múltiplos e variados quepudessem contribuir para a discussão de orientações de políticas públicascomprometidas com o enfrentamento das desigualdades sociais e regionais brasileiras. Buscou-se investigar, sistematizar e disseminar conhecimentos, implantardisciplinas, promover diversas atividades curriculares e extracurriculares, desenvolver edivulgar trabalhos académicos, organizar eventos, fortalecer a articulaçãointerinstitucional em rede das universidades públicas brasileiras, sobretudo naconstrução coletiva de uma visão estratégica para o desenvolvimento brasileiro. Esta proposta buscou, tendo por base o "Eixo 4 do Plano de Trabalho do IPEA",contribuir para a discussão da necessidade de enfrentamento de uma das principaisdimensões dessas heterogeneidades estruturais brasileiras: as suas persistentesdesigualdades regionais. Procurou-se refletir sobre a formulação de uma visãoestratégica que possa estruturar políticas públicas que logrem constituir mecanismos depromoção de uma estrutura produtivo-tecnológica avançada e regionalmente articuladano Brasil. As atividades desenvolvidas tiveram impactos sobre centenas de pessoas: alunosde graduação e pós-graduação; pesquisadores e professores na Unicamp e em diversasoutras audiências e participantes em várias regiões brasileiras. Mesmo com o término formal da Cátedra em 2010, suas atividades abriram umespaço permanente, na universidade e na sociedade, de diálogo sobre a obra de IgnácioRangel e sobre a proposição e o debate de orientações de possíveis políticas públicas,orientadas por sua ousadia e originalidade. i;
  • 16. ANEXO l !
  • 17. UIMICAMPUniversidade Estadual de CampinasInstituto de EconomiaCurso de Graduação em EconomiaDisciplina: CE 523 - Teorias do Desenvolvimento(Cátedra IPEA para o Desenvolvimento - Patrono Ignácio Rangel)Segundo Semestre de 2009Prof. Carlos António Brandão (carlosantoniobrandao@gmail.com)Ementa:Formação e evolução do pensamento crítico latinoamericano. A chamada Escola deCampinas. O diálogo de Ignácio Rangel com os principais intérpretes do capitalismo edo Brasil. As leituras da realidade e as complementaridades entre os principaisintérpretes do capitalismo (Smith, Marx, Keynes, Schumpeter e Kalecki) e os grandesintérpretes do Brasil (Celso Furtado, Caio Prado, Florestan Fernandes, Gilberto Freyre eSérgio Buarque de Holanda). A originalidade do pensamento de Ignácio Rangel. Osdesafios da agenda crítica de pesquisas frente à crise internacional.l - O pensamento crítico latinoamericano: análise histórica das estruturas.BIELSCHOWSKY, Ricardo (1988). Pensamento económico brasileiro: o ciclo ideológico do desenvolvimentismo. Rio de Janeiro, Contraponto, 2004.BIELSCHOWSKY, Ricardo (2000). Cinquenta anos de pensamento na CEPAL. Rio de Janeiro, Record.PINTO, Aníbal (1976). Heterogeneidade estrutural e modelo de desenvolvimento recente. In: SERRA, José (coord.) (1976). América Latina: ensaios de interpretação económica. Rio de Janeiro: Paz e Terra.PINTO, Aníbal (1982). Estilos de desenvolvimento e realidade latino-americana Revista de Economia Política (2)1, N.5, jan./mar. (http://www.rep.org.br/pdf/05-2.pdf)PRADO JR., Caio (1960). Esboço dos fundamentos da teoria económica. São Paulo, Brasiliense.PRADO JR., Caio (1968). História e desenvolvimento. São Paulo, Brasiliense.PREBISCH, Raul (1949). O desenvolvimento da América Latina e alguns de seus problemas principais. In: BIELSCHOWSKY, Ricardo (2000). Cinquenta anos de pensamento na CEPAL. Rio de Janeiro, Record, v.l.RODRÍGUEZ, Octavio (1981). Teoria do subdesenvolvimento da CEPAL. Rio de Janeiro, Forense Universitária.RODRÍGUEZ, Octavio (2009). O estruturalismo latino-americano. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira/CEP AL.
  • 18. SUNKEL, Octavio e PAZ, Pedro (1974). Os conceitos e desenvolvimento e subdesenvolvimento. São Paulo, Difel.2 - Origens e Fundamentos do Pensamento da Escola de CampinasBELLUZZO, Luis G. (2002). O compromisso entre teoria económica e política económica. Economia Aplicada, 6(2): 429-440.FURTADO, Celso (1969). Desenvolvimento e estagnação na América Latina: um enfoque estruturalista. In: BIANCHI, Andres et ai. (1969). America Latina: ensayos de interpretacion económica. Santiago de Chile: Editora Universitária.SERRA, José (1976). América Latina: ensaios de interpretação económica. Rio de Janeiro, Paz e Terra.TAVARES, Maria da Conceição (1975). Distribuição de renda, acumulação e padrões de industrialização: um ensaio preliminar. In: TOLIPAN, Ricardo e TINELLI, Arthur C. (orgs.). (1975). A controvérsia sobre distribuição de renda e desenvolvimento. Rio de Janeiro, Zahar.TAVARES, Maria da Conceição (1981). Problemas de industrializacion avanzada en capitalismos tardios y periféricos. Economia da América Latina n. 10, CIDE, México.TAVARES, Maria da Conceição e SERRA, José (1971). Além da estagnação. In: TAVARES, Maria da Conceição (1972). Da substituição de importações ao capitalismo financeiro. Rio de Janeiro, Zahar. Também disponível em BIELSCHOWSKY (2000). Cinquenta anos de pensamento na CEPAL. Rio de Janeiro, Record, v. l.3 - Intérpretes do CapitalismoKALECKI, Michal (1933/71). Crescimento e ciclo das economias capitalistas. São Paulo, Hucitec, 1977.KALECKI, Michal (1954). Teoria da dinâmica económica: ensaio sobre as mudanças cíclicas e a longo prazo da economia capitalista. São Paulo, Abril Cultural, 1983.KEYNES, John M. (1936). Teoria geral do emprego, do juro e do dinheiro. São Paulo, Abril Cultural, 1983.MARX, Karl (1857-8). Grundrisse. Buenos Aires, Siglo Vientiuno, 1973.MARX, Karl (1859). Contribuição à crítica da economia política. São Paulo, Abril Cultural, 1982.MARX, Karl (1867). O capital: crítica da economia política - o processo de produção do capital. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira. 1968.SCHUMPETER, Joseph A. (1912). Teoria do desenvolvimento económico: uma introdução sobre lucros, capital, crédito, juro e o ciclo económico. São Paulo, Abril Cultural, 1982. h
  • 19. SCHUMPETER, Joseph A. (1943). Capitalismo, socialismo e democracia. Rio de Janeiro, Zahar Editores.4 - Os Intérpretes do Capitalismo e sua influência na obra de Ignácio RangelInfluência de Smith sobre Ignácio Rangel: o aprimoramento das forças produtivasatravés da divisão social do trabalhoSMITH, Adam (1776). A riqueza das nações. São Paulo, Abril Cultural, 1982, cap. l, 2 e 3.Influência de Marx, Keynes, Schumpeter e Kondratiev no pensamento de IgnácioRangel: contradição, instabilidade e ciclo no capitalismo5 - A influência dos intérpretes do BrasilBIELSCHOWSKY, Ricardo (1988). Pensamento económico brasileiro: o ciclo ideológico do desenvolvimentismo. Rio de Janeiro, Contraponto, 2004.BIELSCHOWSKY, Ricardo (2000). Cinquenta anos de pensamento na CEP AL. Rio de Janeiro, Record.BRANDÃO, Carlos (2008). A impossibilidade de uma teoria geral e abstrata do desenvolvimento, (disponível em meio magnético).BRANDÃO, Carlos A. (2007). Celso Furtado: sistema teórico-analítico aberto e compromisso com a (n)ação. Economia Ensaios, v.20, p.53 - 68, 2007.BRANDÃO, Carlos A. (2007). Celso Furtado: sistema teórico-analítico aberto e compromisso com a (n)ação. Economia Ensaios, v.20, p. 53-68.BUARQUE DE HOLANDA, Sérgio (1936). Raízes do Brasil. Rio de Janeiro, José Olympio, 23a edição, 1991.BUARQUE DE HOLANDA, Sérgio (1959). Visão do paraíso: os motivos edênicos do descobrimento e da colonização do Brasil. São Paulo, Brasiliense, Publifolha, 2000.FERNANDES, Florestan (1968). Sociedade de classes e subdesenvolvimento. Rio de Janeiro, Zahar.FERNANDES, Florestan (1974). A revolução burguesa no Brasil: ensaio de interpretação sociológica. Rio de Janeiro, Guanabara, 1987.FERNANDES, Florestan (1975). Comunidade e sociedade no Brasil: leituras básicas de introdução macro-sociológico do Brasil. São Paulo, Editora Nacional.FERNANDES, Florestan (1976). A sociedade escravista no Brasil. In: Circuito Fechado. São Paulo, Hucitec.FREIRE, Gilberto (1933). Casa grande e senzala. Rio de Janeiro, José Olympio, 25a edição, 1987.
  • 20. FREIRE, Gilberto (1937). Nordeste: aspectos da influência da cana sobre a vida e a paisagem do Nordeste do Brasil. Rio de Janeiro, José Olympio, 5a edição, 1985.FURTADO, Celso (1967). Pequena introdução ao desenvolvimento. São Paulo, Nacional.FURTADO, Celso (1967). Teoria e política do desenvolvimento económico. São Paulo, Abril Cultural, 1983.FURTADO, Celso (1974). O mito do desenvolvimento económico. São Paulo, Paz e Terra.FURTADO, Celso (1975). Análise do "modelo" brasileiro. Rio de Janeiro, Civilização BrasileiraFURTADO, Celso (1976). Prefácio a nova economia política. Rio de Janeiro: Paz e Terra.FURTADO, Celso (1992a). Brasil: a construção interrompida. São Paulo, Paz e Terra.FURTADO, Celso (1999). O longo amanhecer: reflexões sobre a formação do Brasil. São Paulo, Paz e Terra.FURTADO, Celso (2002). Em busca de novo modelo: reflexões sobre a crise contemporânea. São Paulo, Paz e Terra.HIRSCHMAN, Albert O. (1958). Estratégia do desenvolvimento económico. Rio de Janeiro, Fundo de Cultura, 1961.HIRSCHMAN, Albert O. (1977). Desenvolvimento por efeitos em cadeia uma abordagem generalizada. In: CARDOSO, Fernando H.; FONT, Maurício e SORJ, Bernardo (orgs.). (1985). Economia e movimentos sociais na América Latina. São Paulo, Brasiliense.MYRDAL, Gunnar (1957). Teoria económica e regiões subdesenvolvidas. Rio de Janeiro, Saga.OLIVEIRA VIANNA, Francisco José de. (1923). Evolução do povo brasileiro. Companhia Editora Nacional, 1938.OLIVEIRA VIANNA, Francisco José de. (1935). Ensaios Inéditos. Campinas, Editora daUnicamp, 1991.PRADO Jr, Caio (1942). Formação do Brasil contemporâneo - colónia. São Paulo, Brasiliense, 20a Edição, 1987.PRADO Jr, Caio (1960). A questão agrária no Brasil. São Paulo, Brasiliense.SAMPAIO Jr., Plínio Arruda (1999). Entre a nação e a barbárie. Petrópolis, Vozes.TAVARES, Maria da Conceição (1975). Distribuição de renda, acumulação e padrões de industrialização: um ensaio preliminar. In: TOLIPAN, Ricardo e TINELLI, Arthur Carlos (1975). A controvérsia sobre distribuição de renda e desenvolvimento. Rio de Janeiro, Zahar Editores.TAVARES, Maria da Conceição (1981). Problemas de industrialización avanzada en capitalismos tardios y periféricos. Economia de America Latina, n° 6, México, CIDE,pp.21-42. 18
  • 21. TAVARES, Maria da Conceição (1999). "Império, território e dinheiro". In: FIORI, José Luis (1999). Estado e Moedas no desenvolvimento das nações, Petrópolis, Vozes.TAVARES, Maria da Conceição (1999). Império, território e dinheiro. In: FIORI, José Luiz (org.) (1999). Estado e moedas no desenvolvimento das nações. Petrópolis, Vozes.TAVARES, Maria da Conceição (2000). Subdesenvolvimento, dominação e luta de classes. In: TAVARES, Maria da Conceição (org.) (2000). Celso Furtado e o Brasil. São Paulo, Perseu Abramo.TAVARES, Maria da Conceição (2006). Notas de aula sobre o desenvolvimento económico brasileiro. Centro Celso Furtado, (www.centrocelsofurtado.org.br).TAVARES, Maria da Conceição e BELLUZZO, Luiz Gonzaga de M. (2002). Desenvolvimento no Brasil: relembrando um velho debate. In: BIELSCHOWSKY, Ricardo e MUSSI, Carlos (Orgs.) (2002). Políticas para a retomada do crescimento: reflexões de economistas brasileiros. Brasília, IPEA/CEPAL.TAVARES, Maria da Conceição e SERRA, José (1972). Além da estagnação. In: TAVARES, Maria da Conceição (1972). Da substituição de importações ao capitalismo financeiro. Rio de Janeiro, Zahar Editores.6 - O sistema teórico de Ignácio Rangel: originalidade e independência intelectualBRESSER PEREIRA, Luiz Carlos e REGO, José Márcio (1993). Um mestre da economia brasileira: Ignácio Rangel, Revista de Economia Política, vol. 13, n. 2 (50), abr./jun.MAMIGONIAN, Armem; REGO, Márcio (Orgs.). (1998). O pensamento de Ignácio Rangel. São Paulo, Editora 34.MAMIGONIAN, Armen (1987). Introdução ao pensamento de Ignácio Rangel. Revista Geosul, Florianópolis, v. 2, n. 3, p. 63-71, jan./.jun..MAMIGONIAN, Armen (1995). Notas sobre as raízes e originalidades do pensamento de Ignácio Rangel. Archétypon. Faculdade de Ciências Políticas e Económicas do Rio de Janeiro, Universidade Cândido Mendes, Rio de Janeiro, ano 3, n.9, pp.13- 24.MAMIGONIAN, Armen (1999). Kondratieff, ciclos médios e organização do espaço. Revista Geosul, Florianópolis, v. 14, n. 28, p.152-157, jul./dez..MAMIGONIAN, Armen (Org.). (1997). O pensamento de Ignácio Rangel. Florianópolis, PPGG/UFSC.MAMIGONIAN, Armen. Introdução ao pensamento de Ignácio Rangel. Revista Geosul, Florianópolis, v. 2, n. 3, p. 63-71, jan./.jun. 1987.MAMIGONIAN, Armen. Kondratieff, ciclos médios e organização do espaço. Revista Geosul, Florianópolis, v. 14, n. 28, p.152-157, jul./dez. 1999.MONTEIRO, Maria José Cyhlar (1995). Nota sobre Ignácio Rangel e a questão agrária. Archétypon. Faculdade de Ciências Políticas e Económicas do Rio de Janeiro, Universidade Cândido Mendes, Rio de Janeiro, ano 3, n.9, pp. 51-57. 19
  • 22. RANGEL, Ignácio (1956). Desenvolvimento e projeto. Revista da Faculdade de Ciências Económicas da Universidade Federal de Minas Gerais, n. 9, jan./jun.RANGEL, Ignácio (1957a). Dualidade básica da economia brasileira. Rio de Janeiro, Textos Brasileiros de Economia.RANGEL, Ignácio (1957a). Introdução ao estudo do desenvolvimento económico brasileiro. Salvador, Livraria Progresso Editora.RANGEL, Ignácio (1962). A questão agrária brasileira. Recife, CDEP.RANGEL, Ignácio (1968). Características e perspectivas da integração das economias regionais. Revista do BNDE, Rio de Janeiro, 5(2): 43-71, jul/dez.RANGEL. Ignácio (1980). Recursos ociosos e política económica. São Paulo, HUCITEC.RANGEL, Ignácio (1980). Revisitando a questão nacional. Encontros com a Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, v. 27, 47-58. Republicado em GRAZIANO da SILVA, José (2000). Questão agrária, industrialização e crise urbana: Ignácio Rangel. Porto Alegre, Editora da Universidade UFRGS.RANGEL, Ignácio (1981). A inflação brasileira. São Paulo, Brasiliense.RANGEL, Ignácio (1981). História da dualidade brasileira. Revista de Economia Política, São Paulo, v. l, n. 4, p. 05-34.RANGEL, Ignácio (1982). Ciclo, tecnologia e crescimento. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira.RANGEL, Ignácio (1983). O ciclo médio e o ciclo longo no Brasil. Revista Ensaios FEE, Porto Alegre, v. 3, n. 2, p. 31-42.RANGEL, Ignácio (1985). Intermediação financeira e crise. Ensaios FEE, Porto Alegre, p. 57-64.RANGEL, Ignácio (1986). Economia: milagre e anti-milagre. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor.RANGEL, Ignácio (1987). Economia brasileira contemporânea. Campinas, Bienal.RANGEL, Ignácio (1989a). Feudalismo e propriedade fundiária. In. DTNCAO, Maria Angela (Org.). História e ideal: ensaios sobre Caio Prado Júnior. São Paulo, UNESP/Brasiliense/Secretária da Cultura, p. 210-226.RANGEL, Ignácio (1989b). Recursos ociosos e ciclo económico: alternativas para a crise brasileira. Revista de Economia Política, São Paulo, v. 9, n. l, p. 21-30.RANGEL, Ignácio (1990). Introdução ao desenvolvimento económico brasileiro. Campinas, Bienal.RANGEL, Ignácio (2005). Obras reunidas. Organização César Benjamin. Rio de Janeiro, Contraponto, 2 v.RIBEIRO, Sylvio Wanick (1995). Ignácio de Mourão Rangel em São Luís. Archétypon. Faculdade de Ciências Políticas e Económicas do Rio de Janeiro, Universidade Cândido Mendes, Rio de Janeiro, ano 3, n.9, pp. 59-72.RODRIGUES, Fabiana de Cássia (2005). O papel da questão agrária no desenvolvimento do capitalismo nacional, entre 1950 e 1964, em Caio Prado Jr., 21
  • 23. Celso Furtado, Ignácio Rangel e autores pecebistas. Campinas, lE/Unicamp. (dissertação de mestrado).SILVEIRA, Márcio Rogério (2003). A importância geoeconômica das estradas de ferro no Brasil. Tese (Doutorado em Geografia). Presidente Prudente, UNESP.SILVEIRA, Márcio Rogério. A importância geoeconômica das estradas de ferro no Brasil. Tese (Doutorado em Geografia). Presidente Prudente: UNESP, 2003.SOARES, Paulo Tarso P. L. (1995). A grande obra de Ignácio Rangel. Archétypon. Faculdade de Ciências Políticas e Económicas do Rio de Janeiro, Universidade Cândido Mendes, Rio de Janeiro, ano 3, n.9, pp.1-11.7 - O pensamento de Ignácio Rangel: desafios para examinar a crise atualAKB (2008). Dossiê da crise. Associação Keynesiana Brasileira. Porto Alegre, UFRGS. (www.ppge.ufrgs.br/akb).BARBOSA FILHO, Nelson e BIELSCHOWSKY, Ricardo (2008). Por uma estratégia nacional de desenvolvimento: macroeconomia pró-crecimento e dinâmica de consumo de massa e da inovação. Brasília, (mimeo).BRESSER PEREIRA, Luiz Carlos (1989). De volta ao capital mercantil. In: Maria Angela Dincao (1989). História e ideal: ensaios sobre Caio Prado Jr. São Paulo, Brasiliense.LESSA, Carlos & DAIN, Sulamis (1980). Capitalismo associado: algumas referências para o tema Estado e desenvolvimento. In: BELLUZZO, Luiz G. & COUTINHO, Renata (1982). Desenvolvimento capitalista no Brasil: ensaios sobre a crise. São Paulo, Brasiliense.LESSA, Carlos (1981). A crise urbana e o circuito imobiliário. Salvador, (entrevista mimeo.).LESSA, Carlos (1985). Acumulação oligárquica e formação das metrópoles. Pensamiento Iberoamericano - Revista de Economia Política n. 7. Madrid, p. 214- 216, enero/junio.LESSA, Carlos e DAIN, Sulamis (1980). "Capitalismo associado: algumas referências para o tema Estado e desenvolvimento". In: BELLUZZO, L.G. & COUTINHO, R. (1982). Desenvolvimento capitalista no Brasil: ensaios sobre a crise. São Paulo, Brasiliense.MIRANDA, José Carlos e TAVARES, Maria da Conceição (1999). "Brasil: estratégias de conglomeração". In: FIORI, José Luis (1999). Estado e moedas no desenvolvimento das nações, Petrópolis, Vozes.SEP (2008). Sociedade Brasileira de Economia Política. Primeiro dossiê de textos marxistas sobre a crise mundial. Grupo de Pesquisa Políticas para o Desenvolvimento Humano do Programa de Estudos Pós-Graduados em Economia Política. São Paulo, (www.sep.org.br).TAVARES, Maria da Conceição (1999). Império, território e dinheiro. In: FIORI, José Luiz (org.) (1999). Estado e moedas no desenvolvimento das nações. Petrópolis, Vozes. 21
  • 24. TAVARES, Maria da Conceição (2001). O subdesenvolvimento da periferia latino- americana: o caso do Brasil no começo do século XXI. Rio de Janeiro. (Texto preparado para o Seminário em Homenagem ao Centenário de Raul Prebisch).TAVARES, Maria da Conceição (2006). Notas de aula sobre o desenvolvimento económico brasileiro. Centro Celso Furtado, (www.centrocelsofurtado.org.br).TAVARES, Maria da Conceição e BELLUZZO, Luiz Gonzaga de M. (2002). Desenvolvimento no Brasil: relembrando um velho debate. In: BIELSCHOWSKY, Ricardo e MUSSI, Carlos (Orgs.) (2002). Políticas para a retomada do crescimento: reflexões de economistas brasileiros. Brasília, IPEA/CEPAL. 22
  • 25. Universidade Estadual de CampinasInstituto de EconomiaCurso de Graduação em EconomiaDisciplina: CE 653 - ECONOMIA REGIONAL E URBANA(Cátedra IPEA para o Desenvolvimento - Patrono Ignácio Rangel)Primeiro Semestre de 2009Prof. Carlos António Brandão (carlosantoniobrandao@gmail.com) PROGRAMAI - OBJETIVO:Discutir a questão regional e o desenvolvimento urbano no Brasil, em uma perspectivahistórica, desde a colónia até os dias de hoje. Serão apresentadas, também, as políticasregionais e urbanas no país, com particular destaque para o que vêm sendo atualmentediscutidas e/ou implementadas.1. INTRODUÇÃO: CONCEITOS BÁSICOS DA ECONOMIA ESPACIAL 1. l Origem da discussão espacial e conceitos básicos 1.2 O debate no pós-II Guerra 1.3 Marcos teóricos do debate regional e urbanoBibligrafia:BENKO, Georges (1999). A ciência regional. Oeiras (Portugal), Celta.HARVEY, David (1992). A condição pós-moderna. São Paulo, Loyola. Capítulo 17.2. A GÉNESE DA URBANIZAÇÃO E DA DINÂMICA ECONÓMICA REGIONAL DO BRASIL: DA COLÓNIA À CRISE DE 1929 2. l Economia colonial e ocupação do território 2.2 Vilas e cidades no Brasil colonial 2.3 As economias regionais exportadoras no Brasil colonial 2.4 "Complexo rural" e a unidade mercantil 2.5 As economias regionais escravistas e o complexo cafeeiro paulistaBibliografia:CANO, Wilson (1985). Desequilíbrios Regionais e Concentração Industrial no Brasil: 1930-1970, São Paulo: Ed. Global/Unicamp.CANO, Wilson (2002). Ensaios sobre a formação regional brasileira. Campinas: IE/UNICAMP.FURTADO, Celso (1959). Formação Económica do Brasil. São Paulo, C.E.N. 23
  • 26. PAIM, Gilberto (1957). Industrialização e economia natural. Rio de Janeiro, ISEB/MEC.RANGEL, Ignácio (1957). Industrialização e economia natural. Republicado em GRAZIANO da SILVA, José (2000). Questão agrária, industrialização e crise urbana: Ignácio Rangel. Porto Alegre, Editora da Universidade UFRGS.RANGEL, Ignácio (1954). O desenvolvimento económico no Brasil. Reproduzido em RANGEL, Ignácio (2005). Obras reunidas. Organização César Benjamin. Rio de Janeiro, Contraponto, v.l.3. UNIFICAÇÃO DO MERCADO NACIONAL PÓS-1930: DINÂMICA ECONÓMICA E QUESTÃO REGIONAL 3.1 A integração do mercado nacional na fase de industrialização restringida e dinâmica regional 3.2 Industrialização pesada e integração produtiva das economias regionais 3.3 As políticas de desenvolvimento regionalBibliografia:RANGEL, Ignácio (1968). Características e perspectivas da integração das economias regionais. Revista do BNDE, Rio de Janeiro, 5(2): 43-71, jul/dez.RANGEL, Ignácio (1980). Revisitando a "questão nacional". Encontros com a Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, v. 27, 47-58. Republicado em GRAZIANO da SILVA, José (2000). Questão agrária, industrialização e crise urbana: Ignácio Rangel. Porto Alegre, Editora da Universidade UFRGS.CANO, Wilson (1985). Desequilíbrios Regionais e Concentração Industrial no Brasil: 1930-1970, São Paulo: Ed. Global/Unicamp.GTDN - Grupo de Trabalho para Desenvolvimento do Nordeste (1959). Uma Política de Desenvolvimento Económico para o Nordeste, 2a edição, Recife, SUDENE, 1967.4. EVOLUÇÃO ECONÓMICA, URBANIZAÇÃO E REDE URBANA NO BRASIL 4.1 Industrialização e urbanização no Brasil 4.2 Integração do mercado e rede urbana brasileira 4.3 Migrações e urbanização no BrasilBibliografia;CANO, Wilson (1988). Questão Regional e Urbanização no Desenvolvimento Económico pós 1930, in Anais do VI Encontro Nacional da ABEP, Olinda, 1988, vol. 2, pp. 67 a 99.FARIA, Vilmar (1978). O processo de urbanização no Brasil: algumas notas para seu estudo e interpretação. Anais do I Encontro da Abep, pp. 89-110.FARIA, Vilmar (1988). O processo de urbanização no Brasil e seu estudo: evolução no último meio século. Anais do VI Encontro Anual da ABEP. 24
  • 27. FARIA, Vilmar (1991). Cinquenta anos de urbanização no Brasil: tendências e perspectivas. In Novos Estudos Cebrap, 29:98-119.5. O DEBATE ATUAL SOBRE A QUESTÃO REGIONAL BRASILEIRA 5.1 O processo de desconcentração económica e as estruturas produtivas regionais 5.2 Inserção externa e dinâmica regional recente: fragmentação ou especialização regressiva das estruturas regionais?Bibliografia:BRANDÃO, Carlos (2007). Território e desenvolvimento: as múltiplas escalas entre o local e global. Campinas, Editora da Unicamp.CANO, Wilson (1998). Desequilíbrios Regionais e Concentração industrial (1930-95). Campinas, Editora Unicamp. IE.CANO, Wilson (2006) A desconcentração espacial da indústria paulista. Boletim regional - Informativo da Política Nacional de Desenvolvimento Regional, Brasília, n. l, p. 18-22,2006.DINIZ, Clélio Campolina (1993). Desenvolvimento Poligonal no Brasil: Nem Desconcentração nem contínua Polarização. Nova Economia, 3(1). Belo Horizonte.GUIMARÃES NETO, Leonardo (1992). Ciclos Económicos e Desigualdades Regionais no Brasil. XXIV Encontro Nacional da ANPEC, pp. 480-498.6. TENDÊNCIAS DA URBANIZAÇÃO BRASILEIRA NO INICIO DO SÉCULO XXI 6.1 Crise de planejamento, neoliberalismo e empresariamento urbano 6.2 Estatuto da cidade 6.3 Cidades médias e urbanizaçãoBibliografia:HARVEY, David (1996). Do gerenciamento ao empresariamento: transformação da administração urbana no capitalismo tardio. Espaço e Sociedade, n. 39, 1996, pp. 48 a 64.7. POLÍTICA REGIONAL E URBANA BRASILEIRA RECENTE 7. l A Política Nacional de Desenvolvimento Urbano 7.2 A Política Nacional Desenvolvimento Regional 7.3 Impactos do PAC sobre as economias regionais e urbanas no Brasil 7.4 Os Fundos Constitucionais de Finaciamento 25
  • 28. Bibliografia:MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL (2005). Política Nacional de Desenvolvimento Regional. Vários textos disponíveis em www.integração.gov.br.MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL (2006). Boletim Regional Informativo da Política Nacional de Desenvolvimento Regional. Disponível em www.integracao.gov.br.MINISTÉRIO DAS CIDADES. Publicações diversas disponíveis em www.cidades.gov.br.Vainer, Carlos B. (2003). Utopias urbanas e desafio democrático. Revista Paranaense de Desenvolvimento, Curitiba, (105): 25-31, jul./dez.Textos dos sites: www.estatutodacidade.org.br8. TRANSFORMAÇÕES RECENTES NA ECONOMIA DE SÃO PAULOBibligrafia:CANO, W., BRANDÃO, Carlos, MACEDO, Fernando Cézar de, MACIEL, Cláudio S.(coord.) (2007). Economia paulista: dinâmica socioeconômica entre 1980 e 2005.Campinas: Alínea, 2007MACEDO, Fernando Cézar de; BRANDÃO, Carlos; MACIEL, Cláudio S (2006).Economia, urbanização e novas territorialidades no desenvolvimento de São Paulo.TRAVESSIA - Revista do Migrante, n° 54, jan-abr, 2006, p. 39-44. 26
  • 29. LJNICAMPUNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINASINSTITUTO DE ECONOMIAPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTOECONÓMICOHO-031 - EXPERIÊNCIAS E POLÍTICAS REGIONAIS RECENTES(Cátedra IPEA para o Desenvolvimento - Patrono Ignácio Rangel)Prof. Carlos Brandão (carlosantoniobrandao@gmail.com)l "Semestre de 20091. APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA: A reemergência dos estudos regionais.2. MUNDIALIZACAO DO CAPITAL: Geopolítica mundial e o DesenvolvimentoRegional DesigualVarieties of Capitalisms; uniqueness and distinctivenessGlobalização X Fronteiras Territoriais: blocos, regionalismos, localismos,...A Persistência do Papel do Estado-Nação. O movimento contínuo de competição eexpansão dos Estados e economias nacionais.Políticas de Desenvolvimento Regional em uma Economia Globalizada.ARRIGHI, Giovanni (2008). Adam Smith em Pequim: origens e fundamentos do século XXI. São Paulo, Boitempo.CHESNAIS, François (org.) (2006). A finança mundializada: raízes sociais e políticas, configuração, consequências. São Paulo, Boitempo.CHESNAIS, François (org.) (2004). A mundialização financeira: génese, custos e riscos. São Paulo, Xamã.CHESNAIS, François, DUMÉNIL, G. LÉVY, D. e WALLERSTEIN, I. (2003). Uma nova fase do capitalismo?. São Paulo, Editora Xamã.CHESNAIS, François (1996) A mundialização do capital. São Paulo, Xamã.FIORI, José Luís (2007). O poder global e a nova geopolítica das nações. São Paulo, Boitempo.FIORI, José Luis (2001). Sistema mundial: império e pauperização para retomar o pensamento crítico latinoamericano. In: FIORI, José Luis (2001). Polarização mundial e crescimento. Petrópolis, Vozes.FIORI, José Luis (1999). Estado e moedas no desenvolvimento das nações, Petrópolis, Vozes.FURTADO, Celso (1992). Brasil: a construção interrompida. Rio de Janeiro, Paz e Terra. -
  • 30. FURTADO, Celso (1998). O capitalismo global. São Paulo, Paz e Terra. Especialmente Capítulo 3.HARVEY, David (2008). O neoliberalismo: história e implicações. São Paulo, Loyola.HARVEY, David (1992). A condição pós-moderna. São Paulo, Loyola. Especialmente Capítulo 17.HOBSBAWM, Eric J. (1990). Nações e nacionalismo desde 1780: programa, mito e realidade. Rio de Janeiro, Paz e Terra. Especialmente Capítulo I e VI.LIST, Georg Friedrich (1841). O sistema nacional de economia política. São Paulo, Abril Cultural, 1983. Especialmente Capítulos XIV e XV.MAS SE Y, Doreen (1985). New directions in space. In: GREGORY, Derek and URRY, John (1985). Social relations and spatial structures. London, Macmillan.MASSEY, Doreen (1978). In what sense a regional problem? MASSEY, Doreen (1994). Space, place and gender. Mineapolis. University of Minessota Press.MASSEY, Doreen (2008). Pelo espaço: uma nova política da espacialidade. Rio de Janeiro, Bertrand Brasil.OHMAE, Kenichi. (1996). O fim do Estado-Nação: a ascensão das economias regionais. Rio de Janeiro, Campus. Especialmente Capítulo 5 e 7.PECK, Jamie and THEODORE, Nik (2007). Variegated capitalism. Progress in Human Geography 31(6) (2007) pp. 731-772.RANGEL, Ignácio (2005). Obras reunidas. Organização César Benjamin. Rio de Janeiro, Contraponto, 2 v.SCOTT Allen J. (2000). Economic geography: the great half-century. Cambridge Journal of Economics, 24(4): 483-504, jun.TAVARES, Maria da Conceição e FIORI, José Luis (Orgs.). (1997). Poder e dinheiro: uma economia política da globalização. Petrópolis, Vozes.Dossiês sobre a crise atual:textos marxistas sobre a crise www.pucsp.br/pos/ecopol/downloads/dossie crise.pdftextos keynesianos sobre a crise textos marxistas sobre a crisehttp://www.ppge.ufrgs.br/akb/dossie-crise.pdf3. INSUFICIÊNCIAS TEÓRICAS E NOVOS DESAFIOSBENKO, Georges (1999). A ciência regional. Oeiras, Celta Editora.BRANDÃO, Carlos (2008). A impossibilidade de uma teoria geral e abstrata do desenvolvimento, (mimeo).BRANDÃO, Carlos A. (2007). Território e desenvolvimento: as múltiplas escalas entre o local e o global. Campinas, Editora da Unicamp. Capítulo 2.BRENNER, Neil (2004). New state spaces. Oxford, Oxford University Press. 28
  • 31. FURIO, E. Evolución y cambio en Ia economia regional. Ariel, Barcelona. 1996.HARVEY, David (1982). Limits to capital. Disponível também em espanhol.HARVEY, David (2001). Spaces of capital: towards a criticai geography. New York, Routledge.HIRSCHMAN, Albert O. (1958). Estratégia do desenvolvimento económico. Rio de Janeiro, Fundo de Cultura, 1961.HUDSON, Ray (2005). Economic geographies: circuits, flows and spaces. London, Sage.KUKLINSKY, A (1988). Desarrollo polarisado y políticas regionales: em homenaje a Jacques Boudeville. México, Fondo de Cultura Económica.MENDEZ, Ricardo (1997). Geografia económica: Ia lógica espacial dei capitalismo global. Barcelona, Ariel Geografia.MYRDAL, Gunnar (1958) - Teoria económica e regiões subdesenvolvidas. São Paulo, Zahar, 1972.PERROUX, François (1961). A economia do século XX. Lisboa.RANGEL, Ignácio (1968). Características e perspectivas da integração das economias regionais. Revista do BNDE, Rio de Janeiro, 5(2): 43-71, jul/dez.RANGEL, Ignácio (1980). Revisitando a "questão nacional". Encontros com a Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, v. 27, 47-58. Republicado em GRAZIANO da SILVA, José (2000). Questão agrária, industrialização e crise urbana: Ignácio Rangel. Porto Alegre, Editora da Universidade UFRGS.SMITH, Neil (1988). Desenvolvimento desigual. Rio de Janeiro, Bertrand Brasil.STÕHR, Walter B. (1972). El desarrollo regional em América Latina: experiências e perspectivas. Ediciones SIAP.TROTSKY, Leon (1930). História da Revolução Russa. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1978. Vol. l,Cap.l4. A NOVA DIVISÃO TERRITORIAL DO TRABALHOCASTELLS, Manuel (1999). A sociedade em rede. São Paulo, Paz e Terra.MASSEY, Doreen (1984). Spatial divisions of labor: social structures and the geography of production. New York, Routledge, 1995, 2nd edition.CANO, W. (1990). "Reestruturación internacional y repercuciones inter-regionales en los países subdesarollados: reflexiones sobre el caso brasileno" in: MATTOS, C. A. et alii. Revolución tecnológica y reestruturación productiva. Buenos Aires, ILPES/IEV-PUC/G.E.L.STORPER, Michael (1994). "Desenvolvimento territorial na economia global do aprendizado: o desafio dos países em desenvolvimento". In: RIBEIRO, Luiz César & Santos Jr., Orlando A. (Orgs.) Globalização, fragmentação e reforma urbana: o futuro das cidades brasileiras na crise. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira.
  • 32. STORPER, Michel (1990), "A industrialização e a questão regional no terceiro mundo". In: VALLADARES, Licia & PRETECEILLE, Edmond (coord.), Reestruturação urbana: tendência e desafios, NOBEL/IUPERJ, Rio de Janeiro, pp. 120-147.5. OS NOVOS ESPAÇOS INDUSTRIAISBENKO, Georges (1995). Economia, espaço e globalização. São Paulo, Hucitec.BENKO, Georges et LIPIETZ, Alain (org.) (1992). As regiões ganhadoras - distritos e redes: os novos paradigmas da geografia económica. Oeiras, Celta Editora, 1994.CASTELLS, Manuel y Hall, Peter (1994). Tecnópolis dei mundo: Ia formación de los complejos industriales dei siglo XXI. Madrid, Alianza Editorial.COCCO, Giuseppe et alii. (1999). Empresários e empregos nos novos territórios produtivos: o caso da Terceira Itália. Rio de Janeiro, DP&A.FERNÁNDEZ, Victor Ramiro; AMIN, Ash y VIGIL, José Ignacio. (2008) Repensando el desarrollo regional: contribuiciones globales para una estratégia latinoamericana. Buenos Aires, Mino y Dávilla Editores/UNL .MARKUSEN, A (1995). "Áreas de atração de investimentos em um espaço económico cambiante: uma tipologia de distritos industriais". Nova Economia, Belo Horizonte, 5(2): 9-44. (www.cedeplar.ufmg.br).RALLET, Alain et TORRE, André (dir.) (1995). Économie industrielle et économie spatiale. Paris, Económica. [338.6042 Ec74 - IG]RALLET, Alain (2002). Economia da proximidade: em direção a um balanço. Cadernos IPPUR, Rio de Janeiro, Ano XVI, (2): 59-80.STORPER, Michael and SALAIS, Robert (1998). Worlds of production: the action frameworks of the economy. [ IE].STORPER, Michael (1997). The regional world: territorial development in a global economy. New York: The Guilford. [ 337St74rIE]STORPER, Michael (1999). "Lãs economias regionales como activos relacionales". Cadernos IPPUR, Rio de Janeiro, Ano XIII, (2): 29-68, ago./dez.STORPER, Michael and SCOTT, Allen. (Edits) (1992). Pathways to industrialization and regional development. London, Routledge. [338.9 P273 - IE].STORPER, Michael and WALKER, Richard (1989). The capitalist imperative: territory, technology and industrial growth. New York, Basil Blackell.VELTZ, Pierre (1999). Mundialización, ciudades y territórios. Barcelona, Ariel.SitesArranjos Produtivos Locais http://www.redesist.ie.ufrj.br/Cidades Globais http://www.lboro.ac.uk/gawc/ í>
  • 33. 6. A CHAMADA "ECONOMIA DOS SERVIÇOS" E A QUESTÃO REGIONALCONTEMPORÂNEABLOCK, Fred (1990). Postindustrial possibilities: a critique of economic discourse. Berkeley, University of Califórnia Press. [330.01 IE].BRYSON, John, DANIELS, Peter W. and WARF, Barney (2004). Service worlds: people, organisations, technologies. [338.4 B848s IE].CASTELLS. Manuel (1995). La ciudad informacional: tecnologias de Ia información, reestructuracion económica y el proceso urbano-industrial. Madrid, Alianza Editorial.COHEN, Stephen S. & ZYSMAN, John (1987). Manufacturing matters. New York, Basic Books Publishers. [338.47670973].CHESNAIS, François (1996) "Serviços, nova fronteira da mundialização do capital". In: A Mundialização do Capital. São Paulo, Xamã.KON, Anita (2004). Economia de serviços: teoria e evolução no Brasil. Rio de Janeiro, Campus. [338.4 K836eIE]MARSHALL, J. Neill & WOOD, Peter A. (1995). Services and space: key aspects of urban and regional development. London, Longman.MEIRELLES, Dimária (2003). O papel dos serviços na economia capitalista. Rio de Janeiro, IE-UFRJ. (tese de doutoramento), (disponível em meio magnético).WALKER, Richard A. (1985). "Is there a service economy?: me changing capitalist division of labor" Science & Society.7. QUÃO ENDÓGENO PODE SER O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO?BRANDÃO, Carlos A. (2007). Território e desenvolvimento: as múltiplas escalas entre o local e o global. Campinas, Editora da Unicamp.CORAGGIO, José Luís. Textos sobre "Economia Solidária e Popular". Disponíveis no site: http://www.coraggioeconomia.org/DOWBOR, Ladislau. Textos sobre Ação Local, http://dowbor.org/FISHER, Tânia. (Orgs.) (1996). Gestão contemporânea: cidades estratégicas e organizações locais.PUTNAM, Robert (1996). Comunidade e democracia: a experiência da Itália moderna. Rio de Janeiro, Fundação Getúlio Vargas.TÒNIES, Ferdinand (1887). Comunidad y asociación. Barcelona, Ediciones Península, 1979. [301 T616c].IEVÁZQUEZ BARQUERO, António (1993). Política económica local: Ia respuesta de Ias ciudades a los desafios dei ajuste productivo. [338.946 V479p] IEVÁZQUEZ BARQUERO, António (1999). Desarrollo, redes e innovación: lecciones sobre desarrollo endógeno. Madrid, Ediciones Pirâmide. [338.9 V479d] IE 31
  • 34. SiíesPNUD http://dlis.undp.org.br/Portal Gestão Social http://www.gestaosocial.org.br/A REDE - o poder local http://www.in-loco.pt/inloco/Public/red edl2.htmhttp://www.urbared.ungs.edu.ar/index.phpRede de Bancos de Dados em Gestão http://www.web-brazil.com/gestaolocal/8. A POLÍTICA REGIONAL DA COMUNIDADE EUROPEIAALVA, Alfonso Rodríguez Sánchez (2000). "Guia para entender a Política Regional da União Europeia". Planejamento e Políticas Públicas, n. 21, jun. (http://www.ipea.gov.br/pub/ppp/ppp21/Parte2.pdf).AMIN, Ash and THRIFT, Nigel (1999). Globalization, Institutions, and Regional Development in Europe. Oxford, Oxford University Press. [338.94 G51].DUNFORD, Mick & KAFKALAS, Grigoris (1992). Cities and Regions in the new europe.EUROSTAT. Regions. Statistical Yeardbook. Luxembourg.GALVÃO, António C. F. (2004). Política de desenvolvimento regional e inovação: lições da experiência europeia. Rio de Janeiro, Garamond. (disponível em meio magnético).GONZÁLEZ, Román R. (1999) "Políticas de Desarrolo Regional.Europeia". REN - Revista Económica do Nordeste, Fortaleza, v. 30, n. 2, pp. 192-211, abr-jun.JACCOUD, Luciana (2001). "Experiências internacionais em política regional: o caso da França". Texto para Discussão n. 815. Brasília, IPEA. (http://wwv.ipea.gov.br/pub/td/td 2001/td 815.pdf).JEFFERY, Charlie (1997). The Regional Dimension of the European UnionMinistério da Integração Nacional - Navegue e explore os Relatórios da Pesquisa Diretrizes para formulação de políticas de desenvolvimento regional e de ordenação do território brasileiro -- Projeto MI/FUNDEP/CEDEPLAR/UFMG - Veja os Estudos Elaborados Módulo Temático 2 Experiências Internacionais Comparadas, especialmente os relatórios 2.2 Experiência Francesa de Planejamento Regional e o 2.9 - Experiência Europeia de Planejamento RegionalSOUZA E SILVA, Carla M. (2000). "Política de Desenvolvimento Regional na União Europeia: o que podemos aprender?". Revista do BNDES, Rio de Janeiro, v. 7, n. 14, p. 125-144, dez. (http://www.bndes.gov.br/conhecimento/revista/revl405.pdf).União Europeia Navegue e explore o site da Poítica Regional Europeia http://europa.eu/pol/reg/indexjpt.htm , começando pela Ficha de Síntese da Legislação, procure entender os fundos, os mecanismos e os instrumentos da política regional. http://wvw.mi.gov.br/publicacoes/desenvolvimentoregional/publicacao/index.html
  • 35. 9. O DEBATE ATUAL SOBRE A QUESTÃO REGIONAL BRASILEIRAARAÚJO, Tânia B. (2000). Ensaios sobre o desenvolvimento regional brasileiro: heranças e urgências. Rio de Janeiro, Revan.ARAÚJO, Tânia B. (1999). Por uma política nacional de desenvolvimento regional. Revista Económica do Nordeste, Fortaleza, v. 30, n. 2, p. 144-161, abr.-jun.BRANDÃO, Carlos A. (2007). Território e desenvolvimento: as múltiplas escalas entre o local e o global. Campinas, Editora da Unicamp.CAIADO, Aurílio S. C. (2002). Desconcentração industrial regional no Brasil (1985 - 1998): pausa ou retrocesso. Campinas, lE-Unicamp. (tese de doutoramento).CANO, Wilson (1998). Desequilíbrios regionais e concentração industrial (1930-95). Campinas, Editora Unicamp.IE.CANO, Wilson (2008). Desconcentração produtiva no Brasil. São Paulo, Editora da Unesp.DINIZ, Clélio Campolina (1991). Dinâmica regional da indústria no brasil: início de desconcentração, risco de reconcentração. Tese de Titular. Belo Horizonte, UFMG.DINIZ, Clélio Campolina (1993). Desenvolvimento poligonal no Brasil: nem desconcentração nem contínua polarização. Belo Horizonte, Nova Economia, 3(1): 35-64, set.DINIZ, Clélio Campolina e CROCCO, Marco A. (1996). Reestrutura económica e impacto regional: o novo mapa da indústria brasileira. Belo Horizonte, Nova Economia, 6(1): julho.DINIZ, Clélio Campolina (2005). Território e nação. IPEA (2005). O estado de uma nação. Brasília, (disponível no site do IPEA).DINIZ, Clélio Campolina (2006). A busca de um projeto de nação: o papel do território e das políticas regional e urbana. Revista EconomiA Anpec, Selecta, Brasília (DF), v.7,n.4,p.l-18, dez.GONÇALVES, Maria Flora, BRANDÃO, Carlos A. e GALVÃO, António C. (2003). Regiões e cidades, cidades nas regiões: o desafio urbano-regional. São Paulo, Editora da Unesp.GUIMARÃES NETO, Leonardo (1996). "Ciclos económicos e desigualdades regionais no Brasil". XXIV Encontro Nacional da ANPEC, pp.480-498.GUIMARÃES NETO, Leonardo e BRANDÃO, Carlos A. (2008). Celso Furtado e a questão regional brasileira. São Paulo, Ordem dos Economistas do Brasil.KON, Anita (2002). Unidade e fragmentação. São Paulo, Pioneira. [IE]MONTEIRO NETO, Aristides (2005). Desenvolvimento regional em crise: políticas económicas liberais e restrições à intervenção estatal no Brasil dos anos 1990. Campinas, lE-Unicamp. (tese de doutoramento), (disponível em www.unicamp.br teses). -
  • 36. PACHECO, Carlos A (1998). A fragmentação da nação. Campinas, Editora Unicamp.IE.RANGEL, Ignácio (2005). Obras reunidas. Organização César Benjamin. Rio de Janeiro, Contraponto, 2 v.10. IMPASSES ATUAISBENJAMIN, César et ai. (1998). A opção brasileira. Rio de Janeiro, Contraponto.BRANDÃO, Carlos A. (2007). Celso Furtado: sistema teórico-analítico aberto e compromisso com a (n)ação. Economia Ensaios, v.20, p.53 - 68, 2007.CARDOSO DE MELLO, João Manuel (1984). "Prefácio" a BELLUZZO, Luis G. (1984). O Senhor e o unicórnio. São Paulo, Brasiliense.CARDOSO DE MELLO, João Manuel (1997). "A contra-revolução liberal- conservadora e a tradição crítica latino-americana". In: TAVARES, M.C. & FIORI, J.L. (1997). Poder e dinheiro. Petrópolis, Vozes.CARDOSO DE MELLO, João Manuel e NOVAIS, Fernando (1998). Capitalismo tardio e sociabilidade moderna. In: SCHWARCS, Lilia M. (1998). História da vida privada no Brasil: contrastes da intimidade contemporânea. Volume 4. São Paulo, Companhia das Letras.FIORI, José Luis (1995). Em busca do dissenso perdido. Rio de Janeiro, Insight.FIORI, José Luis e MEDEIROS, Carlos (orgs.) (2001). Polarização mundial e crescimento. Petrópolis, Vozes.FURTADO, Celso (1992). Brasil: a construção interrompida. São Paulo, Paz e Terra.LESSA, Carlos (1998). Sem auto-estima e identidade não sairemos da crise. In: MINEIRO, Adhemar S. et ai. (Orgs.). (1998). Visões da crise. Rio de Janeiro, Contraponto.[330.981 V826]LESSA, Carlos (2002). Autoestima e desenvolvimento nacional. Rio de Janeiro, Garamond. [981 L566a]LESSA, Carlos e DAIN, Sulamis (1980). Capitalismo associado: algumas referências para o tema Estado e desenvolvimento. In: BELLUZZO, L.G. & COUTINHO, R. (1982). Desenvolvimento capitalista no Brasil: ensaios sobre a crise. São Paulo, Brasiliense.MIRANDA, José Carlos e TAVARES, Maria da Conceição (1999). "Brasil: estratégias de conglomeração". In: FIORI, José Luis (1999). Estado e moedas no desenvolvimento das nações, Petrópolis, Vozes.RANGEL, Ignácio (2005). Obras reunidas. Organização César Benjamin. Rio de Janeiro, Contraponto, 2 volumes.SAMPAIO Jr., Plínio Arruda (1999). Entre a nação e a barbárie. Petrópolis, Vozes.TAVARES, Maria da Conceição (1999). Império, território e dinheiro. In: FIORI, José Luis (1999). Estado e Moedas no desenvolvimento das nações, Petrópolis, Vozes. ;.i
  • 37. U I C AM P NUNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINASINSTITUTO DE ECONOMIAPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTOECONÓMICOHO032 - EXPERIÊNCIAS E POLÍTICAS URBANAS RECENTES(Cátedra IPEA para o Desenvolvimento - Patrono Ignácio Rangel)2° Semestre de 2009Prof. Carlos António Brandão (carlosantoniobrandao@gmail.com) -I - Da estrutura sem sujeito aos sujeitos sem estrutural. principais marcos teóricosl. l. O paradigma da Escola de Chicago a partir da década de 1920l .2. A Teoria dos Lugares Centrais a partir da década de 19301.3. As abordagens marxistas sobre a cidade a partir da década de 1970: 1.3.1. Manuel Castells e a noção de consumo coletivo: reprodução da força de trabalho,justiça social e movimentos urbanos, "aparelhos ideológicos de estado";1.3.2. Jean Lojkine: os custos sociais da acumulação, as condições gerais da produçãoda cidade capitalista, o papel do Estado na urbanização capitalista;1.3.3. Lefèbvre e o direito à cidadeDavid Harvey: a busca de um materialismo histórico e geográfico e a geografia daacumulação: diferenciais nas taxas lucro, mobilidade do capital e do trabalho; locação xinovação tecnológica; a compressão do espaço pelo tempo; estruturas espaciais noprocesso de acumulação; desenvolvimento desigual.A Economia das cidades em Jane Jacobs (1969).A máquina urbana de crescimento de Molotch (1976)Topalov: os promotores imobiliários, relações capital x propriedade fundiária, aindústria da construção civilAuge e crise dos esforços marxistas de construção de uma "teoria urbana geral"bibliografiaGottdiener (1997), Molotch (1976), Jacobs (1969), Harvey (1973), Castells (1972),Lipietz (1977), Lojkine (1977), Lefèbvre (1970), Massey (1984), Topalov (1974),Harvey (l989).
  • 38. II. Da coincidência Cidade = Cidadania à identidade Cidade = Mercado1. Transformações capitalistas após o final dos anos 1970 e as novas tendênciasteóricas: do fordismo à acumulação flexível; economia urbana "pós-industrial";"desindustrialização" X espaço urbano; mudanças nas escalas (local x global):geografias corporativas e a ressurreição da localidade; a importância do capitalfmanceiro-imobiliário e a "cidade global" ou "cidade-região"; a agenda "pós-moderna";flexibilização e inovação; novos espaços produtivos; reposicionamento dos circuitosimobiliários; revitalização de áreas centrais; marketing urbano; grandes projetosurbanos; capital financeiro-imobiliário; "sociedade informacional" e o urbano; criseeconómica e fiscal na cidade e atração de investimentos: parcerias público-privadas;competição no mercado de cidades; marginalização e segregação sócio-espacial.bibliografiaBorja & Castells (1998), Malecki (1997), Dunford (1994), Swyndgedown (1989),Benko (1994), Benko e Dunford (1991), Amin (1992), Castells (1989), Dunford eFernandes (1993), Scott e Storper (1988), Veltz (1996), Scott (1998), Arrighi ( 1994).III. Em busca de uma agenda alternativaO estudo da dimensão territorial do processo de desenvolvimento capitalistaEspaço Urbano e Frações do Capital e conflitos de facções de classe em torno doambiente construído: Capital Mercantil e o Urbano; Capital industrial, AparelhoProdutivo e o Urbano; Capital Financeiro/Capital Imobiliário/ "Capital Fictício" e oUrbano.O papel do capital mercantil no Brasil e as massas redundantes de capital (uma reflexãoa partir da obra de Ignácio RangelAcumulação ilícita e a questão urbanaA questão espacial é uma questão privilegiadamente da órbita da circulação?Como articular o inter-regional, o inter-setorial e o inter-urbano?Redes e Rede UrbanaTerra e o uso do Solo (rural e urbano)Encadeamentos Intersetoriais, efeitos multiplicadores e o papel do Meio UrbanoInfra-estrutura e Espaço urbanoGrandes Projetos UrbanosMetrópolesInsurgência e novos Espaços da Esperança, Movimentos Sociais Urbanos econflitualidade territorial x
  • 39. IV. Variedades de Padrões de UrbanizaçãoUrbanização EuropeiaUrbanização Latinoamericana (México, Brasil e Argentina)Urbanização NorteamericanaUrbanização AsiáticaReferências BibliográficasASCHER, François (2008). Lês nouveaux compromis urbains. Paris: LAube.BALBO, Marcello; JORDÁN, Ricardo e SIMIONI, Daniela (Compiladores) (2003). La ciudad inclusiva. Santiago de Chile: Cuadernos de La Cepal 88. [307.76091724 C498 IE].BENKO, Georges (1999). Economia, espaço e globalização na aurora do século XXI. São Paulo, Hucitec.BENKO, Georges e LIPIETZ, A. (org.) (1994). As regiões ganhadoras - distritos e redes : os novos paradigmas da geografia económica. Celta Editora, Oeiras.BRENNER, Neil and KEIL, Roger (2006). The global cities reader. New York and London: Routledge.BRENNER, R. (2004). New state spaces: urban governance and the rescaling of statehood. Oxford and New York: Oxford University Press. [IE 320.1 B751n].BORJA, Jordi & CASTELLS, Manuel (1998). Local y global. Ed. Taurus. [IE]BUBER, Martin (1987). Sobre a comunidade. São Paulo, Perspectiva. [307 B85s FE]CASTELLS, Manuel (1989). The informational city: information technology, economic restructuring and the urban-regional process. Oxford: Blackwell, 1989. Disponível em espanhol na biblioteca do IE).CASTELLS, Manuel. (1988). High technology and urban dinamics in the United States. In: DONAM, M. & KASARDA, J.D. (1988). The metropolis era. Califórnia: Sage, p. 85-110.COMPANS, Rose (2005). Empreendedorismo urbano. São Paulo, Editora da Unesp.CORRÊA, Roberto Lobato (1997). Trajetórias geográficas. Rio de Janeiro, Bertrand Brasil.CORRÊA, Roberto Lobato (1998). Rede urbana. São Paulo, Ática.CORRÊA, Roberto Lobato (2001). Escalas Rio de Janeiro, Bertrand Brasil.
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  • 43. VELTZ, Pierre (1996). Mondialisation, villes et territoires: une économie darchipel. Paris: PUF. [disponível em espanhol no IE].VELTZ, Pierre (2002). Dês lieux e dês liens. Paris: L" Aube.WACQUANT, Loic (2005). Parias urbains: ghetto, banlieues, État. Paris: La Découverte.SitesUnited Nations Center for Human Settlements (UN-Habitat) http://www.unchs.org/Cidades Globais http://www.lboro.ac.uk/gawc/ l
  • 44. Universidade Estadual de CampinasInstituto de EconomiaMestrado em Desenvolvimento Económico, Espaço e Meio AmbienteDisciplina: HO030 - Política Económica e Desenvolvimento UrbanoPrimeiro Semestre de 2010Prof. Carlos António Brandão (carlosantoniobrandao@gmail.com)1. Introdução à questão urbana. * apresentação * O trabalho, o capital e o conflito de classes em torno do ambiente construído nas sociedades capitalistas e no Brasil: uma revisão teóricaBibliografiaVainer (2003); Park (1916); Gottdiener (1997), cap. 2 e 3; Faria (1978); Jacobs (1969);Castells (1972); Harvey (1973).2. A emergência da questão urbana no Brasil. O desafio da periodização. * Economia natural e "complexo rural" * Os primórdios da urbanização brasileira * Evolução da rede de cidades e consolidação da economia capitalista * Industrialização restringida e o processo de urbanização (1933-1961): urbanização, mercado de trabalho e migraçõesBibliografiaCano (1989), Faria (1991), Geiger (1963), Freyre (1935), Rangel (1957 e 1954); Paim(1957); Buarque de Holanda (1983), Singer (1968 e 1979), Santos (1996), Santos(1999).3. A urbanização pós-60 * Padrões regionais de urbanização na industrialização pesada (1962-1985) • Intensificação da urbanização • Diversificação do setor terciário • A intervenção pública no espaço urbano e a consolidação dos capitais imobiliários * Urbanização concentrada e metropolização a experiência brasileira nos anos 70 • as iniciativas estaduais, a intervenção federal e a criação das 9 regiões metropolitanas 1
  • 45. BibliografiaKowarick (1981), IBGE (1988), Oliveira (1982), Azevedo (1981), Azevedo e Andrade(1982), Bolafi (1979), Maricato (1987), Valladares (1980), Reis Filho (1968), Ribeiro(1995), Schmidt (1983).4. A fase de transição do desenvolvimentismo à crise do estado brasileiro 4 a Constituição federal de 1988 e alteração do pacto federativo: novas atribuições de estados e municípios * a nova realidade das metrópoles pós-80 * o modelo de gestão e a estrutura federativa: adequação e desempenho * o processo de interiorização do desenvolvimento * desconcentração regional: as metrópoles e centros urbanos na periferia nacionalBibliografiaBecker e Egler (1992), Cano (1992), Fiori (1994), Azevedo e Andrade (1982), Martine(1995), Martine (1990), Negri, Gonçalves e Cano (1988), Valladares e Preteceille(1990).5. O estágio atual: efeitos da crise do estado sobre as metrópoles e demais municípios 4 a crise do estado, o colapso do modelo centralizado de planejamento e financiamento do desenvolvimento urbano: impasses político-institucionais e financeiros • a crise da política habitacional * reestruturação industrial e a nova configuração dos espaços urbanos • tendência à "dissolução" da metrópole • estrutura ocupacional e novas funções urbanas dos centros não metropolitanos • efeitos da "guerra fiscal" ou novos padrões regionais de urbanização • novos padrões de incorporação imobiliáriaBibliografiaAzevedo (1996), Ribeiro (1996), Maricato (2001).6. Tendências da urbanização brasileira no inicio do século XXI * globalização, reforma do estado e funcionamento dos mercados de terra * renda, pobreza e precarização do trabalho urbano: "o urbano no Brasil hoje (ainda) são as classes médias"? * a metrópole mundial 13
  • 46. 4 as novas territorialidades * consórcios, agências, fóruns 4 Estatuto das Cidades * fragmentação, globalização, exclusão: os desafios da reforma urbana 4 "via local", meio-ambiente, infra-estrutura, a agenda da sustentabilidade, participação e "economia popular urbana"BibliografiaArantes (2000), Ribeiro e Santos Júnior (1997), Gonçalves (1995), NESUR (1999),Valença (1992), Compans (1999), Sanchez (1999).Bibliografia GeralACSERALD, Henri (org.) (2001). A duração das cidades: sustentabilidade e risco nas políticas urbanas. Rio de Janeiro, DP&A.ARANTES, Otília F. (2000). Uma estratégia fatal. A cultura nas novas gestões urbanas. In Arantes, Vainer e Maricato, A cidade do pensamento único: desmanchando consensos. Petrópolis, Vozes, pp.11-74.ARRETCHE, Marta (1994). Federalismo e a política habitacional. São Paulo, FUNDAP/IESP, Projeto Balanço e Perspectivas do Federalismo no Brasil, vol.6.AZEVEDO, Aroldo de (1956). Vilas e cidades do Brasil colonial: ensaio de geografia urbana retrospectiva. São Paulo, FFCL/TJSP (Boletim de Geografia).AZEVEDO, Sérgio e ANASTÁSIA, Fátima (2002). Governança, accountability e responsividade. Revista de Economia Política, São Paulo, v. 22, 1(85): 79-97, jan./mar.AZEVEDO, Sérgio. (1981). Política de habitação popular e subdesenvolvimento. In Diniz, E (org.) Políticas públicas para áreas urbanas. Dilemas e alternativas. São Paulo, Zahar,pp. 67-114.AZEVEDO, Sérgio. (1996). A crise da política habitacional: dilemas e perspectivas para o final dos anos 90. In Ribeiro e Azevedo (orgs.) A crise da moradia nas grandes cidades. Rio de Janeiro, Editora UERJ, pp. 73-101.AZEVEDO, Sérgio, e Andrade, Luiz. (1982). Habitação e poder: da Fundação da Casa Popular ao Banco Nacional da Habitação. Rio de Janeiro, Zahar.BAENFNGER, Rosana (1995). O processo de urbanização no Brasil: características e tendências.BECKER, Bertha e EGLER, Cláudio (1992). Brasil. Uma nova potência regional na economia-mundo. Rio de Janeiro, Bertrand Brasil.BOLAFFI, Gabriel (1979). Habitação e urbanismo: o problema e o falso problema. In Maricato, E (org.) A produção capitalista da casa (e da cidade) no Brasil industrial. São Paulo, Ed. Alfa Omega, pp. 37-70. 11
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