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SIMPLES - Projetos<br />APRESENTAÇÃO DA ABORDAGEM SIMPLES PARA GESTÃO DE projetos de  TI<br />
SIMPLES = Pragmatismo;<br />Prega que ferramentas são meios, não fins;<br />Metodologias e artefatos são ferramentas nas m...
Não é metodologia é conceito, atitude;<br />Se nãoconseguimosexplicar de forma fácil e claraporqueestamosagregandoumaativi...
KISS = Keep It Simple Stakeholders!<br />Keep: Colete;<br />It: Materialize (reúna, registre, defina, olhe “o todo”);<br /...
Trata-se de eleger um subconjunto"suficiente” paracomeçar a agregar valor e retornar o investimento;<br />Penseem “Paretto...
APLICANDO AO DEFINIR O ESCOPO<br />K: reúnatodas as demandassolicitadasportodososinteressados e consolide-as em um documen...
POR QUE O SIMPLES FUNCIONA?<br />Riscosse tornammuitomaisameaçadores se tratadosde emumaúnicafrente;<br />Pensar SIMPLES n...
RISCOS NÃO CRESCEM LINEARMENTE<br />Tempo e custoaumentamproporcionalmente (linearmente) quandoháaumento de escopo;<br />D...
O PIOR INIMIGO DO SIMPLES<br />Se o objetivoéeficiência e eficácia, nãoparecerazoávelonerar o meio, o mecanismo. Porisso, ...
APLICANDO AO DEFINIR PAPÉIS<br />Cliente, Fornecedor e Patrocinador: estespapéissustentam o conceito de mercado a milhares...
COMPLICADORES DA GESTÃO DO TEMPO<br />Serão apresentados três fatores comuns, críticos e puramente comportamentais;<br />O...
SÍNDROME DO ESTUDANTE<br />Quase todo estudante, quase sempre, deixa para estudar para uma prova na véspera de sua aplicaç...
LEI DE PARKINSON<br />Todo o tempo disponível para a realização de uma tarefa será ocupado, mesmo quando maior que o neces...
MULTITAREFA NOCIVA<br />Uma pessoa fazendo inúmeras coisas ao mesmo tempo pode ser vista como muito comprometida, mas pode...
FOLGAS x BUFFERS (pulmões)<br />Do estudo das probabilidades, sabemos que a soma das incertezas é sempre maior que a incer...
MITIGAR x CONTINGENCIAR<br />Prevenirésempremelhorqueremediar? Emprojetos, devemosassumirque, apenas, quandoémaisbarato;<b...
SIMPLES NÃO É O MESMO QUE FÁCIL<br />SIMPLES é antônimo de COMPLICADO, não de FÁCIL;<br />COMPLICAR quase sempre é um ato ...
+SIMPLES: Além da gestão de Projetos<br />A abordagem SIMPLES pode ser aplicado às diversas perspectivas da governança de ...
+SIMPLES: VisãoEstáticaFuncional<br />Fonte: www.projetosaci.com.br<br />
+SIMPLES: VisãoDinâmica - Processos<br />Fonte: www.projetosaci.com.br<br />
+SIMPLES: Gestão de Demandas<br />Fonte: www.projetosaci.com.br<br />
+SIMPLES: A empresacomocontas<br />Fonte: www.projetosaci.com.br<br />
Agradecimentosàcomunidade<br />www.projetosaci.com.br<br />A fórmula da eficiênciaé SIMPLES:- Boas práticas, naprática!<br...
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Abordagem SIMPLES no Gerenciamento de Projetos de Software

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Conteúdo referente à palestra meinistrada no dia 21/9/2011 na Faculdade Impacata.

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  • 1. Recolha de todas as fontespossíveis, tudo o quetodosos stakeholders sugeriremcomorelevantepara o temaempauta;2. Reúnatodosemumaplanilha, semprequepossívelfazendoumabrevemençãoao &quot;porque?&quot;, ao &quot;como?&quot; e ao &quot;o que?&quot;;3. Com a melhorestratégiaquetiveremmãosnaquelemomento, organize emordemdecrescente da  relaçãobenefício/custo. Destalista, destaqueapenasemtorno dos 20% maisrelevantes;4. Comunique a todososenvolvidos e discuta as excessões;
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    1. 1. SIMPLES - Projetos<br />APRESENTAÇÃO DA ABORDAGEM SIMPLES PARA GESTÃO DE projetos de TI<br />
    2. 2. SIMPLES = Pragmatismo;<br />Prega que ferramentas são meios, não fins;<br />Metodologias e artefatos são ferramentas nas mãos de PESSOAS;<br />ABERTURA<br />
    3. 3. Não é metodologia é conceito, atitude;<br />Se nãoconseguimosexplicar de forma fácil e claraporqueestamosagregandoumaatividade, artefatoouqualqueroutracoisaquegereesforço, devemosconsiderarseriamentea hipótesedaquiloser, naverdade, dispensável;<br />Ouseja, se umadecisãogeracusto, devegeraralgumbenefícioque o justifique;<br />Prevenirésempremelhorqueremediar?<br />O SIMPLES COMO CONCEITO<br />
    4. 4. KISS = Keep It Simple Stakeholders!<br />Keep: Colete;<br />It: Materialize (reúna, registre, defina, olhe “o todo”);<br />Simple: Simplifique (reduza, corteosexcessos, priorize);<br />Stakeholders: Comunique (envolva, comprometa, concensue, combine);<br />CHECKLIST DO SIMPLES<br />
    5. 5. Trata-se de eleger um subconjunto"suficiente” paracomeçar a agregar valor e retornar o investimento;<br />Penseem “Paretto”;<br />1000 melhoriasem 90% de avançosimplesmenteagregamzero de retorno, enquantoque 100% de umaúnicamelhoria, jáagregamaisquezero!<br />APLICANDO AO DEFINIR O ESCOPO<br />Continua…<br />
    6. 6. APLICANDO AO DEFINIR O ESCOPO<br />K: reúnatodas as demandassolicitadasportodososinteressados e consolide-as em um documento;<br />I: priorize da melhormaneiraquepuder, checandoaomenos com o bomsenso se o queérealmenterelevanteestá entre as prioridades;<br />S: resumainicialmente o escopo do seuprojeto a esteconjuntorealmenterelevante;<br />S: convençaaosinteressadosqueesteé o escopoquemaximiza o resultado, minimizandoesforços, deixandoclaroque o restonãofoidescartado, mas apenaspostergado;<br />
    7. 7. POR QUE O SIMPLES FUNCIONA?<br />Riscosse tornammuitomaisameaçadores se tratadosde emumaúnicafrente;<br />Pensar SIMPLES nãosignifica, DE FORMA ALGUMA, nãosercapaz de entregarsoluçõescomplexas;<br />ALIÁS, MUITO PELO CONTRÁRIO, pensar SIMPLES érealizarumasoluçãocomplexapensando no todo, mas executando-a de forma eficiente;<br />Lembre-se: “O ótimoéinimigo do bom!”<br />SIMPLES éumaatitudediferentesobre as metodo-logiasexistentes, nãouma nova metodologia;<br />
    8. 8. RISCOS NÃO CRESCEM LINEARMENTE<br />Tempo e custoaumentamproporcionalmente (linearmente) quandoháaumento de escopo;<br />Do estudo da probabilidade, sabemosque a chance de doiseventosdiferentesocorreremérelacionadaaoproduto de suasprobabilidadesindividuais, e nãoà soma destas;<br />Emoutraspalavras, enquantocustos e prazos se somam, riscos se combinam;<br />Na prática, custos e prazossãomuitomaisafetadosporriscos do quepeloescopo, aindaque a (má) gestão do escoposeja um dos maioresriscos de um projeto;<br />
    9. 9. O PIOR INIMIGO DO SIMPLES<br />Se o objetivoéeficiência e eficácia, nãoparecerazoávelonerar o meio, o mecanismo. Porisso, soluções SIMPLES sãosingelas, mas funcionam!<br />Quandotudocomeça a funcionar, muitolonge do ideal, mas bemmelhor do queestava antes, o processoentra “em regime” e a equipe parte paraospróximosavanços;<br />Osinimigossãoosprofissionaisouequipes, beminseridospoliticamente, que se apresentamapontando as falhas e deficiências do quefoifeito, como “engenheiros de obraconstruída”;<br />
    10. 10. APLICANDO AO DEFINIR PAPÉIS<br />Cliente, Fornecedor e Patrocinador: estespapéissustentam o conceito de mercado a milhares da anos;<br />Se nãoconseguimosatribuir e cobrarclaramente as responsabilidadesdestestrêspapéis, adiantarádefinir outros?<br />Projetosnãosãocriadosparadar status àspessoas; sãoestruturasorganizacionaisquevisamaumentar as chances do sucessonaentrega;<br />
    11. 11. COMPLICADORES DA GESTÃO DO TEMPO<br />Serão apresentados três fatores comuns, críticos e puramente comportamentais;<br />Ou seja, uma simples mudança de atitude da equipe pode ajudar a blindar o projeto contra os três fatores;<br />A substituição de “folgas” por “buffers” é outra mudança que ajuda a proteger o projeto e gerenciar melhor o uso do tempo pela equipe;<br />“Dividir para conquistar” e “Medir para controlar” completam o “kit vacina” para os complicadores da gestão do tempo;<br />
    12. 12. SÍNDROME DO ESTUDANTE<br />Quase todo estudante, quase sempre, deixa para estudar para uma prova na véspera de sua aplicação;<br />É natural o ser humano “gastar” as folgas “antes do início” e não “depois do término”;<br />Intuitivamente as pessoas sabem qual é o “tempo mínimo” (limite técnico) e “apostam” que vão conse-guir fazer neste tempo, se dando ao luxo postergar o início;<br />
    13. 13. LEI DE PARKINSON<br />Todo o tempo disponível para a realização de uma tarefa será ocupado, mesmo quando maior que o necessário;<br />“Encher linguiça”, “buscar pelos em ovos”, “o ótimo é inimigo do bom” são exemplos de expressões usadas quando a aplicação da lei de Parkinson é percebida;<br />A curva de qualidade xeforço é uma exponencial com limite técnico tendendo ao infinito;<br />Aumentar enormemente o esforço não garante a qualidade total;<br />
    14. 14. MULTITAREFA NOCIVA<br />Uma pessoa fazendo inúmeras coisas ao mesmo tempo pode ser vista como muito comprometida, mas pode ser apenas um profissional com falta de foco;<br />Atividades de projetos sempre têm que estar relacionadas diretamente a entregáveis do projeto;<br />Atividades administrativas, de burocracia pura, comunicação reativa ou não planejada, de forma geral, funcionam como distração e, se avaliados seus resultados, vê-se que não agregaram valor na proporção em que consumiram recursos;<br />Não é possível trabalhar com zero de multitarefa nociva. Mas se ultrapassar a 30% do esforço total, algo precisar ser feito;<br />Como dizia nosso professor de redação, o “etc...” não pode ser mais importante que a frase que o precede;<br />
    15. 15. FOLGAS x BUFFERS (pulmões)<br />Do estudo das probabilidades, sabemos que a soma das incertezas é sempre maior que a incerteza da soma;<br />Se temos um buffer no final, atrasos no início e/ou no meio são sinalizadores que ajudam, e não necessariamente representam problemas;<br />O progresso do projeto tem que ocorrer na mesmíssima proporção (ou maior) do que o consumo do buffer;<br />Gerenciar o consumo do buffer é infinitamente mais fácil e efetivo do que gerenciar os atrasos de todas as atividades, e ainda acaba com os famigerados “próximo de 100%’s”;<br />
    16. 16. MITIGAR x CONTINGENCIAR<br />Prevenirésempremelhorqueremediar? Emprojetos, devemosassumirque, apenas, quandoémaisbarato;<br />Aomitigartodososriscos, arcamos com oscustos de prevenção, inclusive, dos riscosimprováveis;<br />Planeje as contingências e osimpactosaceitáveis e gerencie com rigor as correções/ajustes;<br />Nasmetodologias ÁGEIS, erros, ajustes, correções e descartessãoaceitáveis, e estasmetodologiasjáprovaramquedãoresultados;<br />
    17. 17. SIMPLES NÃO É O MESMO QUE FÁCIL<br />SIMPLES é antônimo de COMPLICADO, não de FÁCIL;<br />COMPLICAR quase sempre é um ato humano e não está na raiz do problema (ou seja, não está na demanda);<br />SIMPLIFICAR, quando falamos de engenharia, é uma ciência com diversos estudos acadêmicos para demonstrar isto;<br />O melhor exemplo do sucesso do SIMPLES em TI está no mundo do SOFTWARE LIVRE (KISS: Keep It SimpleStakeholders);<br />Soluções MEDÍOCRES não são SIMPLES, são apenas MEDÍOCRES;<br />Uma solução SIMPLES gera resultado equivalente a uma abor-dagem COMPLICADA, só que mais rápido e mais barato;<br />
    18. 18. +SIMPLES: Além da gestão de Projetos<br />A abordagem SIMPLES pode ser aplicado às diversas perspectivas da governança de TI:<br />Gestão Matricial;<br />Gestão de Serviços;<br />Planejamento Estratégico;<br />Desenho Hierárquico Funcional;<br />Gestão de Pessoas;<br />
    19. 19. +SIMPLES: VisãoEstáticaFuncional<br />Fonte: www.projetosaci.com.br<br />
    20. 20. +SIMPLES: VisãoDinâmica - Processos<br />Fonte: www.projetosaci.com.br<br />
    21. 21. +SIMPLES: Gestão de Demandas<br />Fonte: www.projetosaci.com.br<br />
    22. 22. +SIMPLES: A empresacomocontas<br />Fonte: www.projetosaci.com.br<br />
    23. 23. Agradecimentosàcomunidade<br />www.projetosaci.com.br<br />A fórmula da eficiênciaé SIMPLES:- Boas práticas, naprática!<br />Theodoro de molina<br />theodoro.molina@geen.com.br | @theomolina<br /> +55 11 9957-7459<br />www.geen.com.br<br />
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