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Abordagem SIMPLES no Gerenciamento de Projetos de Software
 

Abordagem SIMPLES no Gerenciamento de Projetos de Software

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Conteúdo referente à palestra meinistrada no dia 21/9/2011 na Faculdade Impacata.

Conteúdo referente à palestra meinistrada no dia 21/9/2011 na Faculdade Impacata.

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  • 1. Recolha de todas as fontespossíveis, tudo o quetodosos stakeholders sugeriremcomorelevantepara o temaempauta;2. Reúnatodosemumaplanilha, semprequepossívelfazendoumabrevemençãoao "porque?", ao "como?" e ao "o que?";3. Com a melhorestratégiaquetiveremmãosnaquelemomento, organize emordemdecrescente da  relaçãobenefício/custo. Destalista, destaqueapenasemtorno dos 20% maisrelevantes;4. Comunique a todososenvolvidos e discuta as excessões;

Abordagem SIMPLES no Gerenciamento de Projetos de Software Abordagem SIMPLES no Gerenciamento de Projetos de Software Presentation Transcript

  • SIMPLES - Projetos
    APRESENTAÇÃO DA ABORDAGEM SIMPLES PARA GESTÃO DE projetos de TI
  • SIMPLES = Pragmatismo;
    Prega que ferramentas são meios, não fins;
    Metodologias e artefatos são ferramentas nas mãos de PESSOAS;
    ABERTURA
  • Não é metodologia é conceito, atitude;
    Se nãoconseguimosexplicar de forma fácil e claraporqueestamosagregandoumaatividade, artefatoouqualqueroutracoisaquegereesforço, devemosconsiderarseriamentea hipótesedaquiloser, naverdade, dispensável;
    Ouseja, se umadecisãogeracusto, devegeraralgumbenefícioque o justifique;
    Prevenirésempremelhorqueremediar?
    O SIMPLES COMO CONCEITO
  • KISS = Keep It Simple Stakeholders!
    Keep: Colete;
    It: Materialize (reúna, registre, defina, olhe “o todo”);
    Simple: Simplifique (reduza, corteosexcessos, priorize);
    Stakeholders: Comunique (envolva, comprometa, concensue, combine);
    CHECKLIST DO SIMPLES
  • Trata-se de eleger um subconjunto"suficiente” paracomeçar a agregar valor e retornar o investimento;
    Penseem “Paretto”;
    1000 melhoriasem 90% de avançosimplesmenteagregamzero de retorno, enquantoque 100% de umaúnicamelhoria, jáagregamaisquezero!
    APLICANDO AO DEFINIR O ESCOPO
    Continua…
  • APLICANDO AO DEFINIR O ESCOPO
    K: reúnatodas as demandassolicitadasportodososinteressados e consolide-as em um documento;
    I: priorize da melhormaneiraquepuder, checandoaomenos com o bomsenso se o queérealmenterelevanteestá entre as prioridades;
    S: resumainicialmente o escopo do seuprojeto a esteconjuntorealmenterelevante;
    S: convençaaosinteressadosqueesteé o escopoquemaximiza o resultado, minimizandoesforços, deixandoclaroque o restonãofoidescartado, mas apenaspostergado;
  • POR QUE O SIMPLES FUNCIONA?
    Riscosse tornammuitomaisameaçadores se tratadosde emumaúnicafrente;
    Pensar SIMPLES nãosignifica, DE FORMA ALGUMA, nãosercapaz de entregarsoluçõescomplexas;
    ALIÁS, MUITO PELO CONTRÁRIO, pensar SIMPLES érealizarumasoluçãocomplexapensando no todo, mas executando-a de forma eficiente;
    Lembre-se: “O ótimoéinimigo do bom!”
    SIMPLES éumaatitudediferentesobre as metodo-logiasexistentes, nãouma nova metodologia;
  • RISCOS NÃO CRESCEM LINEARMENTE
    Tempo e custoaumentamproporcionalmente (linearmente) quandoháaumento de escopo;
    Do estudo da probabilidade, sabemosque a chance de doiseventosdiferentesocorreremérelacionadaaoproduto de suasprobabilidadesindividuais, e nãoà soma destas;
    Emoutraspalavras, enquantocustos e prazos se somam, riscos se combinam;
    Na prática, custos e prazossãomuitomaisafetadosporriscos do quepeloescopo, aindaque a (má) gestão do escoposeja um dos maioresriscos de um projeto;
  • O PIOR INIMIGO DO SIMPLES
    Se o objetivoéeficiência e eficácia, nãoparecerazoávelonerar o meio, o mecanismo. Porisso, soluções SIMPLES sãosingelas, mas funcionam!
    Quandotudocomeça a funcionar, muitolonge do ideal, mas bemmelhor do queestava antes, o processoentra “em regime” e a equipe parte paraospróximosavanços;
    Osinimigossãoosprofissionaisouequipes, beminseridospoliticamente, que se apresentamapontando as falhas e deficiências do quefoifeito, como “engenheiros de obraconstruída”;
  • APLICANDO AO DEFINIR PAPÉIS
    Cliente, Fornecedor e Patrocinador: estespapéissustentam o conceito de mercado a milhares da anos;
    Se nãoconseguimosatribuir e cobrarclaramente as responsabilidadesdestestrêspapéis, adiantarádefinir outros?
    Projetosnãosãocriadosparadar status àspessoas; sãoestruturasorganizacionaisquevisamaumentar as chances do sucessonaentrega;
  • COMPLICADORES DA GESTÃO DO TEMPO
    Serão apresentados três fatores comuns, críticos e puramente comportamentais;
    Ou seja, uma simples mudança de atitude da equipe pode ajudar a blindar o projeto contra os três fatores;
    A substituição de “folgas” por “buffers” é outra mudança que ajuda a proteger o projeto e gerenciar melhor o uso do tempo pela equipe;
    “Dividir para conquistar” e “Medir para controlar” completam o “kit vacina” para os complicadores da gestão do tempo;
  • SÍNDROME DO ESTUDANTE
    Quase todo estudante, quase sempre, deixa para estudar para uma prova na véspera de sua aplicação;
    É natural o ser humano “gastar” as folgas “antes do início” e não “depois do término”;
    Intuitivamente as pessoas sabem qual é o “tempo mínimo” (limite técnico) e “apostam” que vão conse-guir fazer neste tempo, se dando ao luxo postergar o início;
  • LEI DE PARKINSON
    Todo o tempo disponível para a realização de uma tarefa será ocupado, mesmo quando maior que o necessário;
    “Encher linguiça”, “buscar pelos em ovos”, “o ótimo é inimigo do bom” são exemplos de expressões usadas quando a aplicação da lei de Parkinson é percebida;
    A curva de qualidade xeforço é uma exponencial com limite técnico tendendo ao infinito;
    Aumentar enormemente o esforço não garante a qualidade total;
  • MULTITAREFA NOCIVA
    Uma pessoa fazendo inúmeras coisas ao mesmo tempo pode ser vista como muito comprometida, mas pode ser apenas um profissional com falta de foco;
    Atividades de projetos sempre têm que estar relacionadas diretamente a entregáveis do projeto;
    Atividades administrativas, de burocracia pura, comunicação reativa ou não planejada, de forma geral, funcionam como distração e, se avaliados seus resultados, vê-se que não agregaram valor na proporção em que consumiram recursos;
    Não é possível trabalhar com zero de multitarefa nociva. Mas se ultrapassar a 30% do esforço total, algo precisar ser feito;
    Como dizia nosso professor de redação, o “etc...” não pode ser mais importante que a frase que o precede;
  • FOLGAS x BUFFERS (pulmões)
    Do estudo das probabilidades, sabemos que a soma das incertezas é sempre maior que a incerteza da soma;
    Se temos um buffer no final, atrasos no início e/ou no meio são sinalizadores que ajudam, e não necessariamente representam problemas;
    O progresso do projeto tem que ocorrer na mesmíssima proporção (ou maior) do que o consumo do buffer;
    Gerenciar o consumo do buffer é infinitamente mais fácil e efetivo do que gerenciar os atrasos de todas as atividades, e ainda acaba com os famigerados “próximo de 100%’s”;
  • MITIGAR x CONTINGENCIAR
    Prevenirésempremelhorqueremediar? Emprojetos, devemosassumirque, apenas, quandoémaisbarato;
    Aomitigartodososriscos, arcamos com oscustos de prevenção, inclusive, dos riscosimprováveis;
    Planeje as contingências e osimpactosaceitáveis e gerencie com rigor as correções/ajustes;
    Nasmetodologias ÁGEIS, erros, ajustes, correções e descartessãoaceitáveis, e estasmetodologiasjáprovaramquedãoresultados;
  • SIMPLES NÃO É O MESMO QUE FÁCIL
    SIMPLES é antônimo de COMPLICADO, não de FÁCIL;
    COMPLICAR quase sempre é um ato humano e não está na raiz do problema (ou seja, não está na demanda);
    SIMPLIFICAR, quando falamos de engenharia, é uma ciência com diversos estudos acadêmicos para demonstrar isto;
    O melhor exemplo do sucesso do SIMPLES em TI está no mundo do SOFTWARE LIVRE (KISS: Keep It SimpleStakeholders);
    Soluções MEDÍOCRES não são SIMPLES, são apenas MEDÍOCRES;
    Uma solução SIMPLES gera resultado equivalente a uma abor-dagem COMPLICADA, só que mais rápido e mais barato;
  • +SIMPLES: Além da gestão de Projetos
    A abordagem SIMPLES pode ser aplicado às diversas perspectivas da governança de TI:
    Gestão Matricial;
    Gestão de Serviços;
    Planejamento Estratégico;
    Desenho Hierárquico Funcional;
    Gestão de Pessoas;
  • +SIMPLES: VisãoEstáticaFuncional
    Fonte: www.projetosaci.com.br
  • +SIMPLES: VisãoDinâmica - Processos
    Fonte: www.projetosaci.com.br
  • +SIMPLES: Gestão de Demandas
    Fonte: www.projetosaci.com.br
  • +SIMPLES: A empresacomocontas
    Fonte: www.projetosaci.com.br
  • Agradecimentosàcomunidade
    www.projetosaci.com.br
    A fórmula da eficiênciaé SIMPLES:- Boas práticas, naprática!
    Theodoro de molina
    theodoro.molina@geen.com.br | @theomolina
    +55 11 9957-7459
    www.geen.com.br