Proj uml restaurante online

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  • 1. CENTRO UNIVERSITÁRIO PARA O DESENVOLVIMENTO DO ALTO VALE DO ITAJAÍ RICARDO SACENTI CARDÁPIO ELETRÔNICO PARA RESTAURANTES E LANCHONETES DO ALTO VALE ATRAVÉS DE UM AMBIENTE WEB RIO DO SUL, NOVEMBRO 2009
  • 2. 2 CENTRO UNIVERSITÁRIO PARA O DESENVOLVIMENTO DO ALTO VALE DO ITAJAÍ RICARDO SACENTI CARDÁPIO ELETRÔNICO PARA RESTAURANTES E LANCHONETES DO ALTO VALE ATRAVÉS DE UM AMBIENTE WEB Trabalho de conclusão de curso a ser apresentado ao Curso de Bacharel em Sistemas de Informação da Área das Ciências Naturais, da Computação e das Engenharias, da Universidade para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí, como requisito parcial para a obtenção do grau de Bacharel em Sistemas de Informação. Prof. Marcondes Maçaneiro RIO DO SUL, NOVEMBRO 2009
  • 3. 3 CENTRO UNIVERSITÁRIO PARA O DESENVOLVIMENTO DO ALTO VALE DO ITAJAÍ RICARDO SACENTI CARDÁPIO ELETRÔNICO PARA RESTAURANTES E LANCHONETES DO ALTO VALE ATRAVÉS DE UM AMBIENTE WEB Trabalho de conclusão de curso de Bacharel em Sistemas de Informação da Área das Ciências Naturais, da Computação e das Engenharias, da Universidade para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí, a ser apreciado pela Banca Examinadora, formada por: Professor Orientador: Marcondes Maçaneiro Banca Examinadora: Professor Juliano Tonizetti Brignoli Professor Marciel de Liz Santos RIO DO SUL, NOVEMBRO 2009
  • 4. 4 DEDICATÓRIA Dedico este trabalho a Deus, toda minha família e a minha namorada.
  • 5. 5 AGRADECIMENTOS Aos professores pelo auxílio na formulação do trabalho . E a minha família e namorada por todo o apoio.
  • 6. 6 EPÍGRAFE “Existem 2 tipos pessoas no mundo da informática, as as que já perderam o HD e as que vão perder um dia.”
  • 7. 7 RESUMO O projeto para o desenvolvimento de um ambiente web voltado para restaurantes, lanchonetes e pizzarias do Alto Vale do Itajaí, consiste em uma interface onde é possível localizar as empresas devidamente cadastradas no sistema e assim, o usuário poderá ter acesso aos cardápios de cada estabelecimento, escolhendo os itens e montando uma espécie de carrinho de compras, onde no final receberá seu pedido no local desejado. Assim, o projeto tem por finalidade mostrar ao cliente onde, como e o que pedir, gerando uma maior praticidade nas opções de escolha na formulação do cardápio, com um conteúdo que seja de fácil compreensão de forma rápida e eficiente. Dessa forma, os proprietários dos estabelecimentos também se beneficiam do sistema, já que, poderão atender seus clientes com maior qualidade e além disso, obter um controle maior dos pedidos, para estimular suas vendas. Foram também avaliados os padrões web utilizando CSS e HTML na formatação ambiente web, também utilizada a linguagem de programação PHP para o desenvolvimento de todo o sistema junto com o banco de dados PostgreSQL. Uma das principais vantagens em utilizar um sistema web onde é possível encomendar um lanche pela Internet está no atendimento e comunicação entre cliente e estabelecimento, garantindo que as informações cheguem de maneira consistente, melhorando a qualidade do serviço de pronta-entrega e agregando um recurso a mais para este segmento. Palavras-Chave: Web, interface, CSS, HTML, PHP, PostgreSQL, Internet.
  • 8. 8 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 - Métodos de requisição cliente x servidor ........................................................18 Figura 2 - Classe de resposta do protocolo HTTP...........................................................19 Figura 3 - Estrutura de um arquivo XML .........................................................................22 Figura 4 - Exemplo de código e retorno CSS ..................................................................24 Figura 5 - Tipos de negócios............................................................................................28 Figura 6 - Sistemas para Business Inteligence................................................................29 Figura 7 - Exemplo de utilização do PHP ........................................................................31 Figura 8 - Layout do portal O Chefia................................................................................36 Figura 9 - Modelo do carrinho de compras O Chefia ......................................................37 Figura 10 - Especificação dos detalhes do pedido...........................................................38 Figura 11 - Listagem e status de alerta do serviço ..........................................................39 Figura 12 - Modelo Entidade Relacional (M.E.R).............................................................40 Figura 13 - Manutenção de clientes.................................................................................42 Figura 14 - Finalização do pedido ...................................................................................42 Figura 15 - Manutenção de pedidos e produtos ..............................................................43 Figura 16 - Tela de exibição de produtos ........................................................................44 Figura 17 - Finalização do pedido ...................................................................................45 Figura 18 - Etapas do pedido ..........................................................................................46 Figura 19 - Manutenção do entregador ...........................................................................47 Figura 20 - Diagrama de seqüência para a formulação do pedido ..................................48 Figura 21 - Logomarca do projeto ...................................................................................49 Figura 22 - Layout da página inicial ................................................................................51
  • 9. 9 LISTA DE QUADROS Quadro 1 - Tipos de dados do banco de dados PostgreSQL ..........................................33 Quadro 2 - Versões do Javascript ...................................................................................34 Quadro 3 - Esboço inicial da estrutura de arquivos do site .............................................49
  • 10. 10 LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS HTML – Hyper Text Markup Language CSS – Cascading Style Sheets PHP – Hypertext Preprocessor B2C – Business to Consumer B2B – Business to Business XML – Extensible Language Markup HTTP – HyperText Transfer Protocol GPL – General Public License OLTP – Online Transaction Processing OLAP – On-line Analytical Processing DSS – Decision Support Systems ISS – Microsoft Internet Information Server ODBC – Open Database Connection KDD – Knowledge Discovery in Database MIT – Massachussets Institute of Technology BI – Business inteligence MER – Modelo Entidade Relacional URI – Universal Resource Identifier W3C - World-Wide Consortium BD – Banco de Dados POO – Programação Orientada a Objetos LDAP – Lightweight Directory Access Protocol IMAP – Internet Message Access Protocol SNMP – Simple Network Management Protocol NNTP – Network News Transfer Protocol POP3 – Post Office Protocol COM – Component Object Model
  • 11. 11 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO.............................................................................................................13 2. JUSTIFICATIVA ..........................................................................................................15 3. OBJETIVOS ................................................................................................................16 3.1 Objetivos gerais .........................................................................................................16 3.2 Objetivos específicos .................................................................................................16 4. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA...................................................................................17 4.1 Business to Consumer (B2C).....................................................................................17 4.2 Protocolo HTTP .........................................................................................................17 4.3 HTML .........................................................................................................................20 4.3.1 Definição.................................................................................................................20 4.3.2 Vantagens e XHTML...............................................................................................20 4.4 XML ...........................................................................................................................21 4.5 CSS ...........................................................................................................................23 4.5.1 Definição.................................................................................................................23 4.5.2 Versões e sintaxe do CSS ......................................................................................25 4.6 Data Mining e Data Warehouse.................................................................................25 4.6.1 Data Warehouse.....................................................................................................25 4.6.2 Data Mining.............................................................................................................27 4.7 Linguagem de hipertexto (PHP);................................................................................30 4.7.1 Definição.................................................................................................................30 4.7.2 Vantagens...............................................................................................................31 4.8 Banco de dados PostgreSQL.....................................................................................32 4.9 Linguagem Javascript; ...............................................................................................34 4.10 jQuery ......................................................................................................................35 5. ESTADO DA ARTE .....................................................................................................36 6. ANÁLISE E ESQUEMA TÉCNICO..............................................................................40 6.1 Visão geral do sistema...............................................................................................40 6.2 Cadastro e manutenção de clientes..........................................................................41 6.3 Pedidos e manutenção de produtos ..........................................................................43 6.4 Realização do pedido ................................................................................................44
  • 12. 12 6.5 Confirmação e recebimento do pedido e pagamento ................................................45 6.6 Estrutura e apresentação...........................................................................................48 CONCLUSÃO..................................................................................................................52 REFERÊNCIAS ...............................................................................................................53 ANEXO A – DICIONÁRIO DE DADOS ANEXO B – RELAÇÃO PARCIAL DE ESTABELECIMENTOS
  • 13. 13 1. INTRODUÇÃO Com o crescimento dos serviços de pronta-entrega fornecidos por vários estabelecimentos da região, surge a necessidade de melhorar o processo de atendimento e de agilidade de uma forma que possa beneficiar clientes, proprietários e todo pessoal envolvido no processo. O atual serviço fornecido pelas empresas é o tele- entrega onde o cliente efetua o pedido do seu cardápio através do atendimento fornecido via telefone por alguém do restaurante ou lanchonete. Por ser um serviço onde o pedido é efetuado de maneira informal, existe o risco de falha humana, ocorrendo erros no local de entrega ou no pedido efetuado, prejudicando assim o atendimento da empresa. Um novo recurso capaz de melhorar esta comunicação é inserir as informações em um ambiente web, utilizando ferramentas de banco de dados e garantindo assim a consistência das informações reduzindo então os erros e aumentando a qualidade dos serviços de pronta-entrega. A Internet é um excelente meio de comunicação que pode ser explorado das mais variadas formas e disponível para todas as pessoas que possuam um meio de conexão com a grande rede, assim pode-se atribuir um sistema web que facilite e dê garantia de informação ao usuário quando efetuar pedidos em estabelecimentos que forneçam serviços de pronta-entrega. Outro aspecto importante é ajudar o cliente pois o mesmo possui poucas opções de variar seu cardápio em relação ao serviço de tele-entrega, dessa forma usando os recursos da Internet e tecnologias de comércio eletrônico como o B2C pode- se desenvolver um sistema capaz de mostrar ao cliente onde, como e o que pedir, com um conteúdo que seja de fácil compreensão de forma rápida e eficiente. Para os proprietários de restaurantes e lanchonetes existe a necessidade de atender com maior qualidade e eficiência seus clientes e também obter um controle mais específico dos pedidos, com relatórios que possam fornecer a ele o quanto seu produto está sendo vendido e assim estimular suas vendas através da divulgação do seu principal produto. Para os entregadores sua maior dificuldade é a localização, visto que muitas vezes não possuem um ponto de referência definido ou as informações repassadas para sua entrega estão incompletas prejudicando o seu serviço. Se faz então necessário a
  • 14. 14 utilização de um recurso que possibilite informações consistentes e com pontos de referencia que ajudem na entrega do pedido, podendo assim obter maior agilidade no serviço.
  • 15. 15 2. JUSTIFICATIVA Facilitar o atendimento e a comunicação entre cliente e estabelecimento garantindo que as informações cheguem de maneira consistente para melhorar a qualidade do serviço de pronta-entrega. Gerar agilidade na formulação do cardápio e enviando o mesmo ao estabelecimento requisitado que receberá o pedido junto com as informações cadastrais do cliente. Facilitar a entrega do pedido junto com o cadastro do cliente e o “Google maps”, afim de reduzir erros para a localização do cliente. Evitar erros na hora da escolha do pedido, pois o mesmo é enviando de forma eletrônica e com a confirmação do usuário, desta forma é possível reduzir os riscos nas anotações de pedidos do tele-entrega, serviço até então utilizado para formulação de pedidos com entrega a domicilio. Demonstrar aos proprietários de restaurantes uma visão de qual produto está saindo com maior demanda combinado com outros pratos e assim proporcionando um tipo de “carro-chefe” para cada estabelecimento que poderá ter uma noção de como divulgar melhor suas principais refeições. A Internet é um dos meios de comunicação com maior crescimento nos últimos anos e assim evolui e se adapta cada vez mais as necessidades das pessoas. Surgem assim varias oportunidades de negócios voltada para empresas que buscam aumentar sua rentabilidade e também a qualidade de serviço a seus clientes. O B2C oferece então uma maneira de realizar negócios entre empresa e cliente onde a transação do pedido é efetuada através de um ambiente web facilitando e agilizando vários processos de negociação. Segundo Soares(2001, p.351), o principal objetivo de um site B2C é atrair compradores, ou seja, gerar pedidos, pois sem os pedidos não há vendas e sem vendas não há site. Mas não basta somente atrair o comprador para uma única compra. Precisamos conquistar o comprador, fazendo-o retornar sempre ao site e tornar-se fiel. Para isto precisamos disponibilizar uma série de ferramentas e artifícios que cativem os usuários, deixando-os satisfeitos com os serviços prestados.
  • 16. 16 3. OBJETIVOS 3.1 Objetivos gerais Desenvolver um sistema com interface web listando vários estabelecimentos que ofereçam o serviço de entrega em diferentes segmentos de cardápios como, por exemplo, massas, comida chinesa, lanches, etc... 3.2 Objetivos específicos Definir as expressões e funções da linguagem PHP. Estruturar o modelo de dados para o Sistema Gerenciador de Banco de Dados PostgreSQL. Empregar a tecnologia do Google Maps para facilitar a localização do cliente no ato da entrega (integrado ao sistema). Definir técnicas de mineração de dados, a fim de oferecer aos administradores do sistema, índices de aceitação de produtos. Descrever os conceitos básicos de data warehouse e como estabelecer seus processos.
  • 17. 17 4. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 4.1 Business to Consumer (B2C) Segundo Martins (2007, p.58), é a forma de venda pela Internet mais conhecida atualmente. Apesar do B2B (Business to Business) dominar boa parte da balança do comércio eletrônico, poucas pessoas tem acesso a essas informações e a essa modalidade, tendo em vista que B2B é uma transação entre empresas. O autor ainda diz que, por tradição , o varejo seja ele tradicional ou eletrônico deve: - Ofertar ao mercado uma boa variedade de produtos - Criar políticas de estoque e seu gerenciamento - Saber transformar grandes quantidades de estoque em menores - Oferecer um conjunto de serviços afim de aumentar o valor percebido do produto. “Temos que concordar que a compra pela Internet nos oferece maior comodidade. Sem sair de casa é possível acessar o site de diversas empresas, comparar seu preços, produtos, vantagens e muito mais.” (Martins, 2007, p.58) No geral um sistema B2C define-se por um tipo de comércio eletrônico que entre empresa e consumidor final, permitindo assim uma maior dinâmica nas relações comerciais e na oferta de produtos e serviços pelo fato da empresa poder lidar diretamente com seus clientes sem interferência de terceiros. 4.2 Protocolo HTTP O protocolo HTTP (HyperText Transfer Protocol) é utilizado na web para para distribuição e recuperação de informações através de métodos, ou seja, a comunicação entre um servidor web e um navegador é feita através deste protocolo por um conjunto de regras.
  • 18. 18 “De forma simples, o HTTP define a forma de conversação e resposta, entre os clientes e o servidor web.” (Mendes, 2007, p.302) O funcionamento de um protocolo HTTP é estabelecido através de uma conexão, que geralmente é efetuada através de um navegador (cliente) e um programa servidor (servidor web), efetuando requisições a este. Se estas requisições forem feitas com sucesso o cliente receberá as respostas baseadas através das regras do protocolo. “O HTTP fornece um recurso em que o cliente envia uma lista de todos os símbolos que entende para o servidor web. Baseado nessas informações o servidor responde de uma maneira adequada.” (Rob, 2002 , p.346) O autor também diz que, o HTTP utiliza o URL especificado por um usuário no navegador para localizar um recurso na Internet. A comunicação entre o navegador e o servidor da Web acontece por vários comandos de HTTP. A figura 1, demonstra os comandos utilizados pelo protocolo entre requisições cliente x servidor. Figura 1 – Métodos de requisição cliente x servidor Fonte: Kioskea, 2009 Assim, toda vez que o servidor recebe uma requisição, ele retorna uma resposta ao cliente, essas respostas por sua vez está relacionada a um código que refere-se a um número e uma descrição do padrão do código, sendo este um resultado da tentativa para tentar satisfazer o pedido HTTP. Os dois primeiros dígitos deste código define a classe da reposta como é mostrado na figura abaixo.
  • 19. 19 Figura 2 – Classe de resposta do protocolo HTTP. Fonte: Kioskea, 2009 Um exemplo destas classes pode ser visto quando ao requisitar um pedido ao servidor, a reposta ao navegador seja uma mensagem do tipo “404-Not Found”, ou seja, o servidor não encontrou nada ao endereço especificado.
  • 20. 20 4.3 HTML 4.3.1 Definição HTML significa Hyper Text Markup Language ou em português Linguagem de marcação de hypertexto. “Linguagens como HTML são de marcação e se destinam a marcar ou estruturar conteúdos para a web. São também conhecidas como linguagens de publicação na web.” (Silva, 2008, p. 26). Ainda de acordo com o autor, todo documento HTML apresenta etiquetas ou tags, como são mais conhecidas (sinais de maior e menor), esses elementos são os comandos de formatação da linguagem. A maioria das etiquetas tem sua correspondente de fechamento: <tag>...</tag> O autor também diz que, desde sua criação o HTML evoluiu em algumas versões, são elas: • HTML • HTML + • HTML 2.0 • HTML 3.0 • HTML 3.2 • HTML 4.0 • HTML 4.0.1 • HTML 5 4.3.2 Vantagens e XHTML O HTML possui várias vantagens que beneficiam o programador na hora de desenvolver um web site, elas está a fácil interpretação e compreensão da linguagem através de suas tags de marcação, e outro aspecto importante é a compatibilidade da linguagem com todos os navegadores web, para que isso houve a necessidade de criar versões do HTML que estivesse de acordo com os padrões da W3C (World-Wide
  • 21. 21 Consortium), que é a entidade responsável pela manutenção dos Web Standards ou padrões web. Segundo Silva (2008, p.38), XHTML, é uma recomendação do W3C, e sua versão atual data de 26 de janeiro de 2000. Isto significa que se trata de uma linguagem estável, oficialmente recomendado pelo W3C. O autor também diz que XHTML é uma linguagem de marcação bastante familiar para quem conhece HTML, constituindo-se a transformação de um documento HTML existente para XHTML em uma tarefa bem simples. O autor destaca que as diferenças e benefícios do XHTML comparado ao HTML são: - Documentos devem ser bem formatados - Todas as tags devem ser escritras com letras minúsculas - Tags devem estar convenientemente alinhadas - Uso de tags de fechamento obrigatório - Elementos vazios devem ser fechados - Diferenças na sintaxe dos atributos 4.4 XML Tittel (2003, p.11) diz que, o XML (Extensible Language Markup) foi criada 1996, e descreve uma linguagem de programação que pode ser lida através de vários tipos de software e integrada com vários tipos de linguagem de marcação como o HTML por exemplo. O conceito de extensível do XML significa que ele pode ser escalonável, flexível, e adaptável. “XML promete satisfazer as necessidades de uma Web em constante expansão, ao ir diretamente de encontro as limitações e fraquezas de HTML.” (Tittel, 2003, p. 11). O autor ainda cita que as principais diferenças entre elementos XML e HTML são: a) XML é uma linguagem de marcação de conteúdos sendo que o HTML serve para marcação de apresentações.
  • 22. 22 b) XML permite elementos definidos pelo usuário e no HTML estes são pré- definidos c) XML exige validação e HTML vale praticamente qualquer coisa d) XML é orientada para dados e HTML para telas. e) XML permite troca de dados entre aplicações de software e HTML para apresentação visual f) XML é rigorosamente definida e interpretada e HTML é interpretada de forma pouco rigorosa g) Elementos XML devem ser fechados ao contrário dos elementos vazios HTML que não são necessários. A primeira parte de um documento XML deve ser iniciada por um cabeçalho conforme exemplo: “<?xml version=”1.0” standalone=”yes” encoding=”UTF-8” ?>” Todas as instruções de XML começam com <? E fecham com ?> podem ser utilizadas também para indicar instruções de folha de estilo para ser integrada junto ao documento XML. Sendo assim qualquer aplicação que precise chamar um recurso XML possui alguma instrução de processamento deste arquivo. Figura 3 - Estrutura de um arquivo XML Fonte: Tittel, 2008 A figura 3 demonstra a estrutura de um arquivo XML com sua instrução principal que é o cabeçalho e as tags criadas pelo próprio programador. Um documento XML possui estruturas físicas e lógicas no qual:
  • 23. 23 a) Estrutura lógica: unidades e subunidades dos contêineres de dados (tipos de dados, atributos, etc...) b) Estrutura física: são dos dados que compõem os elementos. (texto, imagens, etc...) Segundo Silva (2008, p.27), trata-se de uma linguagem de programação de amplo emprego, não limitada aos hipertextos, cuja característica básica é a de não possuir um conjunto preestabelecido de elementos, como ocorre com a HTML e XHTML. Os elementos, sua sintaxe e o significado ou a semântica de cada um deles são definidos por uma pessoa, empresa, instituição, organização, órgão publico ou qualquer entidade. Assim é possível criar um conjunto de elementos e regras de maneira que qualquer um possa escrever documentos segundo tal sintaxe. 4.5 CSS 4.5.1 Definição Segundo Somera(2006, p. 10), CSS (Cascading Style Sheets) é uma ferramenta utilizada para a construção da aparência de páginas para web. Permite o uso de uma técnica diferente da convencional (HTML Puro), possibilitando uma considerável redução no tempo de trabalho. O autor ainda diz que, entre benefícios do uso de CSS, para o desenvolvimento de páginas web, podemos incluir alguns itens: - Controle do layout de vários documentos a partir de um simples arquivo CSS. - Aplicação de diferente layouts para servir diferentes mídias (telas, impressoras, etc). - Emprego de variadas técnicas de desenvolvimento.
  • 24. 24 Estes recursos normalmente são aplicados aos elementos (tags) do HTML, por exemplo: (table, span, body), nos quais são chamados de seletores no CSS. Resumidamente você escolhe o seletor no qual quer botar uma determinada propriedade e atribui um valor, como no exemplo da figura abaixo: Figura 4 – Exemplo de código e retorno CSS. Fonte: Somera, 2006. No exemplo acima, o estilo foi aplicado diretamente na tag HTML, este processo é chamado de método local ou in-line no entanto existem também outros dois métodos disponíveis para aplicação do CSS, são os incorporados ou embedded onde a aplicação é feita no documento através da tag “<style>” e os externos ou linked, no qual
  • 25. 25 o CSS é utilizado através um documento externo “.css” e linkado a página, este último é o mais recomendado já que a aplicação do mesmo código CSS pode ser utilizado em várias páginas. 4.5.2 Versões e sintaxe do CSS Somera (2006, p.14), diz que, na sintaxe de uma regra CSS, é necessário escrever o seletor e, em seguida, a propriedade e o valor separados por dois pontos e entre chaves { }. Quando mais de uma propriedade for definida na regra, é necessário utilizar ponto e vírgula para separá-las. O uso será facultativo quando for inserida uma única propriedade. Também é facultativo após a declaração da última propriedade quando há mais de uma. Mas, é recomendável utilizar o sinal, pois ao escrevermos várias regras CSS sempre estaremos acrescentando novas declarações, e a ultima não mais ocupará a parte final do código. Com isso, as revisões de erros em relação ao esquecimento de um ponto e vírgula serão menos freqüentes. Basicamente uma sintaxe CSS é relacionada ao seletor, propriedade e valor como no exemplo ao lado: seletor {propriedade: valor}. Porém existem outras várias formas de aplicar CSS de acordo com os seus métodos e seletores. 4.6 Data Mining e Data Warehouse 4.6.1 Data Warehouse Segundo Inmon (1992, apud PALMISANO;ROSINI, 2003, p.34), considerado um pioneiro no tema, conceitua Data Warehouse como: “uma coleção de dados orientada por assuntos, integrada, variante no tempo e não-volátil, cujo objetivo é dar suporte aos processos de tomada de decisão”. Sendo que esse conceito já caracteriza o ambiente e possui em si um dos itens constantes da definição. Ainda segundo o autor, estes itens que definem o Data Warehouse são:
  • 26. 26 a) Orientação por assunto: Informações importantes para o negocio da empresa. b) Integração: Basicamente refere-se ao conceito de Dicionário de dados onde os mesmos devem estar padronizados. c) Variante no tempo: Os dados carregados se referem a algo que aconteceu em uma determinada data e assim os mesmos não podem ser atualizáveis. Para que isso ocorra é necessário uma nova carga de dados que retorne uma nova posição no tempo. d) Não-volátil: Assim que carregados no data warehouse os dados devem permanecer da forma que foram registrados sem sofrer qualquer tipo de atualização. É extremamente necessário escolher a forma correta de se aplicar um data warehouse em um sistema pois a estratégia utilizada vai estar diretamente ligada aos fatores de necessidade e características do ambiente, logo que como para qualquer sistema de informática existe sempre detalhes específicos para se adequar ao padrão das empresas. De acordo com Weldon (1997, apud PALMISANO;ROSINI, 2003, p.38), a estratégia a ser adotada para se implementar um data warehouse deve ser baseada em pelo menos três dimensões: Para ter entendimento de cada uma dessas dimensões: 1 – Escopo do Data Warehouse: Nesta etapa determinam-se dois fatores importantes sendo o primeiro em relação ao custo e o segundo relação a abrangência das informações. Logo esses dois fatores estão inteiramente ligados pois quanto maior o escopo, maior será o custo e abrangência. Ajudando assim a construir um entendimento maior em relação aos departamentos e cultura da empresa. 2 – Grau de redundância de dados: Definidos também por três fatores: a) Data warehouse virtual: Facilidade de extração de dados para usuários finais.
  • 27. 27 b) Data warehouse centralizado: Um banco de dados físico que tem todos os dados de uma área funcional, departamento ou empresa. c) Data warehouse distribuído: Onde suas informações e componentes são mantidos em diferentes bancos físicos, este tipo de procedimento requer maior manutenção e deve ser carregado constantemente para garantir a qualidade e consistência das informações. 3 – Tipo de usuário alvo Segundo Primak (2008, p.31), o Data Warehouse pode ser uma decisão estratégica mais não pode ser encarado com imediatismo, ou seja, não é apenas algo que se realiza aos poucos, mas também é um processo contínuo de atualização e consolidação dos dados corporativos. Por isso os investimentos em um sistema desse tipo não devem e nem podem ser feitos uma única vez, mas de forma gradual ao longo do tempo. 4.6.2 Data Mining A mineração de dados como é conhecido o “Data Mining” oferece uma série de técnicas relacionadas a descobrir padrões em uma determinada fonte de informação sem que haja limitações em análises baseadas em intuição humana ou tendências. “É preciso, mediante o conhecimento adquirido, sobre seus clientes, ser capaz de interpretar seus objetivos, expectativas e desejos.” (BRAGA, 2005, p. 11). Sendo assim a mineração de dados está sempre relacionada a banco de dados que visam a integração rápida de dados vindos de diferentes fontes que são denominados data warehouse.
  • 28. 28 Figura 5 – Tipos de negócios. Fonte: Braga, 2005. Conforme a figura 5 um site B2C é o relacionamento direto entre empresa e cliente, B2B é o relacionamento entre empresas e envolve mais itens até chegarem aos consumidores finais, como fornecedores e centro de distribuição, para tal é preciso identificar as características em comum entre clientes e empresa para se aplicar o data mining. Braga (2005, p.15), define as etapas para um projeto de mineração de dados: a) Definição do problema b) Aquisição e avaliação dos dados c) Extração de características e realce d) Plano de prototipagem e) Avaliação do modelo f) Implementação g) Avaliação do retorno do investimento Pode-se definir que a mineração de dados está relacionada por um processo maior de conhecimento de dados que é o KDD (Knowledge Discovery in Database) na busca de conhecimento, informação e dados que possam gerar estatísticas importantes para realização de previsões e buscar padrões de comportamento podendo assim ser aplicado em diferentes áreas do comércio eletrônico. Segundo Braga (2005, p.19) , em geral os Sistemas de “Mineração de Dados” trabalham acoplados a um sistema de banco de dados. Obviamente banco de dados e sistemas para geração de relatórios existem desde a década de 1970, mas desde então
  • 29. 29 houve uma evolução impressionante destes sistemas em face das expansões dos negócios e da formação de grandes corporações multinacionais. Consolidou-se então o conceito de Business inteligence (BI) – um conjunto de conceitos e metodologias que, fazendo uso dos acontecimentos (fatos) e sistemas baseados nos mesmos, apóia a tomada de decisões em negócios. Para isto ser possível é necessário adquirir os dados, por exemplo, por meio de um sistema de processamento on-line de transações (OLTP), armazená-los em um sistema de banco de dados, como um Data Warehouse do qual pode-se gerar ainda um subconjunto específico de dados, Data Mart e, finalmente processar estes dados com uma ferramenta de análise que pode ser: uma ferramenta de processamento analítico on-line (OLAP); um sistema de informações para executivos (EIS); um sistema de apoio a decisão (DSS); ou ainda um sistema de descoberta e previsão (Data mining). Figura 6 – Sistemas para Business Inteligence. Fonte: Braga, 2005. O autor ainda destaca que, um Data Mining deve executar as seguintes tarefas: a) Descoberta por associações – Itens que ocorram de forma simultânea em transações no banco de dados (BD); b) Classificação – Mapeamento de um conjunto de registros por meio de rótulos predefinidos denominados classes;
  • 30. 30 c) Regressão – Utilizada para cálculos de previsão já que o mapeamento é feito através de valores numéricos; d) Clusterização – Separar os registros em uma base de dados em subconjuntos; e) Detecção de desvios – Procurar registros no BD que não estejam padronizados; f) Sumarização – Identificar características comuns entre conjuntos de dados; g) Descoberta por sequências – Extensão da descoberta por associação onde são buscados itens considerando transações ocorridas por um longo período. 4.7 Linguagem de hipertexto (PHP); 4.7.1 Definição PHP (Hypertext Preprocessor) é uma linguagem de programação voltada para web e muito utilizada nos dias de hoje, uma de suas grandes vantagens é que não precisa ser compilada ou pré-compilada, já que é uma linguagem server-side ou seja, roda no lado servidor e dessa forma o código-fonte é "escondido" e retornando apenas HTML puro para o cliente. Moraz (2005, p.14) diz que, é uma linguagem de programação para criar sites dinâmicos. Esses sites são os que permitem uma interação com o usuário mediante formulários, parâmetros de URL, links etc..., e que retornam páginas criadas em tempo real. Aplicações PHP são geradas em excelente performance e automaticamente pelo servidor. O usuário não tem acesso ao código PHP, somente ao HTML. Esse tipo de detalhe é muito importante quando estamos lidando, por exemplo, com senhas e acesso ao banco de dados. Com a popularização da Internet, cada vez mais existe a necessidade de se desenvolver sistemas complexos e com melhores recursos aos usuários, sendo assim os ambientes programados na Internet aumentam a cada dia. Atualmente é comum ver
  • 31. 31 sites programados em PHP para facilitar tanto a vida do usuário como do próprio administrador. Utilizando os recursos desta linguagem podemos por exemplo conectar a uma base de dados para gerenciar os conteúdos e informações enviadas no site, assim como criar estruturas de programação para melhorar a acessibilidade dos usuários. Segundo Lobo (p.16, 2007), as variáveis no PHP são definidas por um $, seguido por uma seqüência de caracteres que pode ser iniciada por qualquer letra do alfabeto ou caractere _ (underline). o PHP também é uma linguagem case sensitive, ou seja as variáveis se diferenciam com a caixa alta, por exemplo, uma variável "$nome" é totalmente diferente de uma variável "$NOME". Por ser uma linguagem open source não há limitações na sua utilização que pode ser aplicado então tanto para fins comerciais ou como objeto de estudo pessoal. Figura 7 – Exemplo de utilização do PHP Fonte: PHP.NET (2009) Todo o código PHP é iniciado por este caractere “<?” e terminado por “?>” conforme mostra a figura 7 no exemplo acima. Sendo assim torna-se também um diferencial da linguagem já que é possível fazer interação destas tags com o HTML ou seja, é possível escrever páginas html’s normais e a qualquer hora rodar um script em php para realizar algum tipo de evento dinâmico. 4.7.2 Vantagens De acordo com Moraz (2005, p.15), o PHP pode ser utilizado na maioria dos sistemas operacionais como Linux, variantes Unix (Solaris, OpenBSD), Microsoft
  • 32. 32 Windows, etc. Ele também é suportado pela maioria dos servidores web atuais, incluindo Apache, Microsoft Internet Information Server (IIS), Personal Web Server e muitos outros. O autor ainda diz que, dessa forma, com o PHP, temos a liberdade de escolher o sistema operacional e o servidor web que desejamos utilizar, sendo possível, também, escolher entre programação estrutural ou programação orientada a objeto ou ainda, uma mistura de ambas. Mesmo sem todos os recursos da POO (Programação Orientada a Objetos), muitas bibliotecas de código e grandes aplicações são escritas somente nesse tipo de código. Com isso podemos utilizar o PHP para as mais variadas aplicações web, incluindo um simples sistema de cadastro, até um e-commerce totalmente gerenciável ou uma aplicação de intranet para empresas baseado em softwares de gerenciamento, sendo esta uma linguagem flexível e compatível com vários servidores e sistemas operacionais. Moraz (2005, p.16) também diz que, talvez a característica mais significativa do PHP seja seu suporte a uma ampla variedade de banco de dados. Escrever uma página que consulte um banco de dados é incrivelmente simples. Entre os bancos suportados pelo PHP, destacam-se MySQL, Oracle, Interbase e PostgreSQL. Como recurso adicional o PHP suporta ODBC(Open Database Connection, traduzindo, Padrão aberto de conexão com banco de dados), permitindo que você utilize qualquer outro banco de dados que suporte esse padrão. O autor cita também que, o PHP também tem suporte para comunicação com outros serviços mediante protocolos como LDAP, IMAP, SNMP, NNTP, POP3, HTTP, COM (em Windows) e outros. Podemos abrir sockets de rede e interagir diretamente com qualquer protocolo. O PHP implementa a formação de objetos Java e os utiliza transparentemente como objetos PHP. 4.8 Banco de dados PostgreSQL De acordo com o site oficial PosgreSQL (2009), é um poderoso sistema gerenciador de banco de dados objeto-relacional de código aberto. Tem mais de 15
  • 33. 33 anos de desenvolvimento ativo e uma arquitetura que comprovadamente ganhou forte reputação de confiabilidade, integridade de dados e conformidade a padrões. Roda em todos os grandes sistemas operacionais, incluindo GNU/Linux, Unix e MS Windows. Sua documentação disponibilizada no site do PostgreSQL (2009) diz que , como um banco de dados de nível corporativo, o PostgreSQL possui funcionalidades sofisticadas como o controle de concorrência multiversionado (MVCC, em inglês), recuperação em um ponto no tempo (PITR em inglês), tablespaces, replicação assíncrona, transações agrupadas (savepoints), cópias de segurança a quente (online/hot backup), um sofisticado planejador de consultas (otimizador) e registrador de transações sequencial (WAL) para tolerância a falhas. Suporta conjuntos de caracteres internacionais, codificação de caracteres multibyte, Unicode e sua ordenação por localização, sensibilidade a caixa (maiúsculas e minúsculas) e formatação. É altamente escalável, tanto na quantidade enorme de dados que pode gerenciar, quanto no número de usuários concorrentes que pode acomodar. Existem sistemas ativos com o PostgreSQL em ambiente de produção que gerenciam mais de 4TB de dados. O quadro abaixo demonstra os tipos de dados aceitos pelo PostgreSQL Strings Tipo Descrição Char(n) Sequência fixa de caracteres. Varchar(n) Sequêcia variável de caracteres Text Sequencia variável de caracteres sem limite de caracteres Numéricos Tipo Descrição Int2 Inteiro com intervalo de -32768 a +32767 Int4 Inteiro com intervalo entre -2147483648 a +21474836467 Int8 Inteiro com aproximadamente 18 dígitos Float4 Ponto flutuante com 6 casas decimais de precisão Float8 Ponto flutuante com 15 casas decimais de precisão
  • 34. 34 Temporais Tipo Descrição Date Armazena a data (mm/dd/aaaa) Time Armazena a hora no formato hh:mm:ss.cc Timestamp Data e hora Timespan Intervalo de tempo Quadro 1 – Tipos de dados do banco de dados PostgreSQL Fonte: PostgreSQL (2009) 4.9 Linguagem Javascript; Javascript é uma linguagem de programação de fácil compreensão e possui suporte a orientação a objetos, seu núcleo é semelhante a estrutura de programação de linguagens como o C, C++ e Java. Javascript 1.0 Versão original, com muitos erros e obsoleta Javascript 1.1 Implementação de arrays, problemas mais sérios solucionados Javascript 1.2 Instrução switch introduzida na linguagem Javascript 1.3 Incompatibilidades corrigidas e também versão compatível com o ECMA script Javascript 1.4 Somente para servidores Netscape Javascript 1.5 Introduziu o tratamento de exceções bem como compatibilidades com navegadores Mozilla e Netscape. Quadro 2 – Versões do Javascript. Fonte: Flanagan (2004) Segundo FLANAGAN(2004, p.21), “Quando um interpretador Javascript é incorporado em um navegador web, o resultado é Javascript do lado cliente. Essa é indiscutivelmente, a variante mais comum de Javascript, quando a maioria das pessoas se refere a Javascript normalmente elas querem dizer Javascript do lado cliente”
  • 35. 35 4.10 jQuery Segundo SILVA(2008, p25), jQuery é uma biblioteca javascript criada por John Resig e disponibilizada como software livre e aberto, ou seja, de emprego e uso regido segundo licença conforme as regras estabelecidas pelo MIT (Massachussets Institute of Technology) e pelo GPL (GNU General Public License), fazendo assim o uso desta biblioteca gratuito tanto para fins comerciais como pessoais. É utilizada para o desenvolvimento de efeitos de alto impacto em um web site, muito utilizado por desenvolvedores que visam incrementar, de forma progressiva e não obstrutiva, a usabilidade, acessibilidade e o design do site. Esta biblioteca foi criada de acordo com os padrões de conformidade web, a W3C, sendo assim é compatível com navegadores que utilizem este padrão. SILVA (2008, p.27), ainda diz que, possui as seguintes características: - Utiliza seletores CSS para localizar elementos componentes da estrutura de marcação HTML da página; - Possui arquitetura compatível com instalação de plug-ins e extensões em geral; - É indiferente às inconsistências de renderização entre navegadores; - É capaz de interação implícita, isto é, não há necessidade de construção de loops para localização de elementos no documento; - Admite programação encadeada, ou seja, cada método retorna um objeto; - É extensível, pois admite criação e inserção de novas funcionalidades na biblioteca existente;
  • 36. 36 5. ESTADO DA ARTE De acordo com o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Blumenau e Região (SIHORBS), existe um projeto similar sendo desenvolvido na região do Médio Vale chamado “O Chefia”. Trata-se de um portal na Internet que permite que o restaurante ou estabelecimento de tele-entrega tenha acesso ao mesmo, oferecendo assim possibilidades para seu cliente formular o pedido de acordo com o cardápio de cada restaurante. Figura 8 – Layout do portal O Chefia Fonte: Ochefia.com.br A figura 8, refere-se a uma tela da página inicial do portal, onde é possível visualizar algumas promoções, ver os itens mais pedidos, e efetuar buscas de restaurantes e estabelecimentos de tele-entrega assim como procurar por algum lanche específico.
  • 37. 37 O sistema do Portal também gera um carrinho de compras com todos os itens que foram selecionados pelo usuário, (sendo um carrinho diferente para cada estabelecimento) para poder assim concluir o pedido. Para que tal pedido possa ser efetuado existe uma área no site que fornece um formulário de cadastro de usuários afim de identificar quem está requisitando os pedidos e também um item “Entrar” onde o usuário já cadastrado, poderá visualizar seu histórico de pedidos e dados cadastrais. Figura 9 – Modelo do carrinho de compras O Chefia Fonte: Ochefia.com.br Antes de adicionar os itens ao carrinho deve-se escolher o estabelecimento de entrega e também especificar os detalhes do pedido como na figura 10.
  • 38. 38 Figura 10 – Especificação dos detalhes do pedido Fonte: Ochefia.com.br Um outro item que foi levado em consideração pode ser observado na listagem dos restaurantes ou até mesmo na especificação do pedido, todo estabelecimento possui um horário de atendimento e para aqueles que disponibilizam serviço de pronta-entrega existe a necessidade de controlar o mesmo, para isso existe um status de “Restaurante Fechado” ou “O estabelecimento está fechado”, dessa forma isso impede que o cliente faça o pedido fora do horário de atendimento.
  • 39. 39 Figura 11 – Listagem e status de alerta do serviço. Fonte: Ochefia.com.br
  • 40. 40 6. ANÁLISE E ESQUEMA TÉCNICO 6.1 Visão geral do sistema Para desenvolver qualquer sistema e garantir a qualidade e consistência de informação é necessário a produção de diagramas que possam fornecer um modelo de desenvolvimento padronizado evitando erros no fluxo de dados. Figura 12 – Modelo Entidade Relacional (M.E.R) Fonte: Acervo do autor.
  • 41. 41 A figura 12 demonstra o processo realizado através do M.E.R e basicamente está ligado na modelagem referente ao cadastro de usuários (informações pessoais), cadastro com os dados da empresa, sabores, categorias de produtos, cadastro dos motoboys nas empresas, como o pedido será efetuado sendo que o mesmo está ligado a empresa que possui um determinado horário de funcionamento para evitar que pedidos sejam efetuados fora deste horário, já que o sistema não trabalha com agendamentos e a idéia de ter um serviço de pronta-entrega on-line é fazer com que os pedidos sejam efetuados durante o período de atendimento dos estabelecimentos e os mesmos sejam atendidos de forma imediata. E por fim a confirmação do pagamento através do caixa. 6.2 Cadastro e manutenção de clientes Na “manutenção do cliente” conforme diagrama da figura 13, é onde o cliente efetua seu cadastro através do site, com isso o mesmo tem acesso e permissão para realizar pedidos, possuindo o cadastro, o cliente poderá manter suas informações pessoais e de endereço atualizadas para não ocorrer erros na entrega, o cliente também poderá cadastrar mais endereços alternativos na sua conta.
  • 42. 42 Figura 13 – Manutenção de clientes Fonte: Acervo do autor. Todos poderão montar seu cardápio e chegar na tela de finalização do pedido, porém somente aquele que possuir seu cadastro, ou preencher as informações necessárias para tal, poderá concretizar a compra conforme é demonstrado na figura 14. Figura 14 – Finalização do pedido Fonte: Acervo do autor.
  • 43. 43 6.3 Pedidos e manutenção de produtos Figura 15 – Manutenção de pedidos e produtos Fonte: Acervo do autor. Conforme o diagrama da figura 15, o ator principal do cadastro de produtos no site é o atendente, ou seja, o responsável da empresa em verificar os pedidos e atualizar sua conta no site com os produtos oferecidos pelo estabelecimento. A manutenção dos produtos também inclui: - Alteração dos dados do produto - Inclusão de vários valores para um mesmo produto, por exemplo, uma pizza de calabresa pode ter seu tamanho pequeno, médio, grande, etc., e cada tamanho possui um preço diferenciado - Inclusão opções para cada produto, por exemplo, uma pizza grande pode ter diversos sabores assim como pode ter borda ou não. - Cadastrar promoções, que serão exibidas em áreas estratégicas do site. - Relacionar cada produto com o cardápio de cada restaurante, que por fim estará relacionado a um cadastro de categorias, no caso este ultimo são as cozinhas, ou seja, pizzas, lanches, oriental, italiana, etc.
  • 44. 44 A figura 16 demonstra a tela do site onde é exibido o produto de acordo com as informações fornecidas no seu cadastro. Figura 16 – Tela de exibição de produtos Fonte: Acervo do autor. 6.4 Realização do pedido Após efetuar seu login ou realizar o cadastro na etapa final o usuário poderá então concretizar o pedido através dos itens dispostos no seu “carrinho de compras”, sabendo que o pedido é gerado por empresa o carrinho de compras será subdividido, com os itens escolhidos de cada empresa, ou seja, se o usuário selecionou uma pizza de atum em empresa x, e um talharim em empresa y, estes itens aparecerão em separado no pedido, logo, pode-se concluir que somente poderá ser feito um pedido por vez, desta forma, primeiro o cliente confirma o pedido na empresa x, e após isso poderá efetuar o pedido na empresa y, conforme a figura 17.
  • 45. 45 Figura 17 – Finalização do pedido Fonte: Acervo do autor. 6.5 Confirmação e recebimento do pedido e pagamento A confirmação do pedido é feita através de alguns itens: - Usuário deve estar logado no sistema, para tal só será possível concretizar o pedido se o usuário possuir uma conta no site. - As informações fornecidas, endereço, dados pessoais, e dados da compra serão aprovadas pela empresa que receber o pedido. - O pedido deverá ser aprovado e recebido em 4 etapas, nas quais envolvem o cliente e a empresa responsável pela produção da encomenda, e o motoboy, são as etapas: a)Aprovar – O cliente deve finalizar o pedido e aguardar a aprovação da empresa, esta etapa consiste na verificação das informações;
  • 46. 46 b)Preparar – Após confirmado o pedido, os dados da compra serão repassados a cozinha do estabelecimento, onde o mesmo se encarregará de produzir o produto requisitado; c)Entregar – A cozinha deverá repassar o produto ao balcão que irá encaminhar ao motoboy, que por sua vez, entregará o pedido ao endereço de entrega fornecido pelo cliente, feito isso o pagamento será feito no ato da entrega entre motoboy x cliente; d)Concluir – Voltando ao estabelecimento o motoboy deverá prestar contas a empresa, a qual deverá dar baixa no pedido, concluindo a compra; Figura 18 – Etapas do pedido Fonte: Acervo do autor. A figura 18, mostra a tela das etapas do pedido de acordo com os dados fornecido pelo usuário.
  • 47. 47 Figura 19 – Manutenção do entregador Fonte: Acervo do autor. A figura 19 mostra a etapa final do pedido onde o motoboy entrega o pedido, leva até o endereço, recebe o pagamento e altera o status do pedido, concretizando assim a entrega da encomenda.
  • 48. 48 6.6 Estrutura e apresentação Figura 20 – Diagrama de seqüência para a formulação do pedido Fonte: Acervo do autor. Conforme o diagrama de seqüência da figura 20, é feita a representação do pedido entre cliente x empresa, onde o primeiro passo é feito através da escolha dos produtos pelo cliente e inserir no pedido, após a inclusão do pedido o sistema solicita a confirmação do pedido, onde o usuário deverá conferir se os dados inseridos estão
  • 49. 49 corretos para então concluir a compra, feito isso a empresa recebe o pedido e fica encarregada de confirmar a solicitação do cliente, então, é necessário que a empresa confirme todas as etapas de aprovação, preparo, entrega, recebimento e conclusão. Figura 21 – Logomarca do projeto Fonte: Acervo do autor. A figura 21 refere-se ao desenvolvimento da logomarca do projeto onde possui cores que chamam a atenção para o segmento, e também com um desenho que passa exatamente a idéia de qual o objetivo do site, ou seja, oferecer um serviço de pronta-entrega através de um ambiente web, facilitando e ajudando os usuários na formulação de pedidos. Abaixo o esquema do quadro referente a estrutura de arquivos do sistema para utilização dos usuários: Nome Descrição: index.php Página inicial com apresentação do site e itens que irão direcionar as categorias do site e também área de melhores produtos e logomarcas de estabelecimentos cadastrados no site. Categorias Pasta onde é feito a manipulação de arquivos das
  • 50. 50 categorias do site Meu Cardápio Pasta do carrinho de compras do cliente, onde o mesmo finaliza e envia ao estabelecimento Cadastro Pasta com os arquivos e classes responsável pelo cadastro do cliente Empresas Pasta com as logomarcas das empresas cadastradas no sistemas Estilos Estilos encarregados de fazer a formatação do site, bem como fontes, cores, etc... Imagens Pasta com todas as imagens do site JS Local onde está armazenado todos os arquivos de configurações e funções javascript Painel Local administrativo do cliente, com todos os arquivos de manutenção das informações empresariais e de produtos Pedido Pasta com os arquivos necessários para inclusão e visualização dos pedidos efetuados pelo cliente. Quadro 3 – Esboço inicial da estrutura de arquivos do site. Fonte: Acervo do autor.
  • 51. 51 Figura 22 – Layout da página inicial Fonte: Acervo do autor. A figura 22 mostra o layout inicial do site onde é possível visualizar as categorias de produtos, alguns estabelecimentos, assim como campos de busca por restaurantes e produtos específicos. Pela página inicial o cliente poderá navegar em diversas áreas do site, tanto para montar seu cardápio, como para criar uma conta ou alterar seus dados pessoais caso já possua cadastro.
  • 52. 52 CONCLUSÃO Pode-se concluir que, a Internet é um dos meios de comunicação com maior crescimento nos últimos anos, cada vez mais pessoas procuram usufruir das facilidades da grande rede, tendo em vista a agilidade e eficiência do processo. A informação está cada vez mais acessível as pessoas, com os avanços globais da tecnologia o uso de computadores é praticamente inevitável, assim com esta popularização, a Internet também ganhou seu espaço, e hoje em dia os programadores procuram explorar com maior freqüência este recurso, sendo assim é comum ver vários sistemas rodando em ambiente web. A facilidade das linguagens de programação como o PHP, e linguagens de marcação e formatação de texto como o CSS e HTML respectivamente, proporcionam ao desenvolvedor um ambiente amigável de programação onde é possível localizar facilmente os códigos de acordo com os padrões web. Como conseqüência o desenvolvimento de um sistema web torna-se menos trabalhoso e de fácil implantação. Tendo em vista o projeto apresentado, os usuários poderão através deste ambiente web, encomendar suas refeições, escolher seus produtos preferidos e onde comprar, desta forma possui uma flexibilidade de escolha e uma comunicação direta com o estabelecimento desejado, já que suas informações pessoais permanecerão para as próximas compras. O processo de encomenda também mostra ao cliente uma interface amigável e de fácil acesso aos produtos, já que a própria Internet tem por objetivo ser dinâmica e dessa forma os sistemas web devem ser implantados com recursos e estratégias de fácil utilização para serem aceitos no mercado.
  • 53. 53 REFERÊNCIAS BRAGA, Luis Paulo V.. Introdução à Mineração de Dados: 2ª edição ampliada e revisada. 2ª ed.: E-Papers. 2005. 110 p. FLANAGAN, David.. Javascript : O guia definitivo. 4ª ed.: O’Reilly. 2004. 812 p. KIOSKEA, Computação Comunidade. O Protocolo HTTP. Disponível em: <http://pt.kioskea.net/contents/internet/http.php3/>. Acesso em: 11 de outubro de 2009. LOBO, Edson Junio Rodrigues. Criação de sites em PHP: São Paulo, SP: 1ª ed. Digerati Books, 2007. 96 p. MARTINS, Leandro. Informática para negócios: 1ª ed. Digerati Books, 2007. MENDES, Douglas Rocha. Redes de Computadores: Teoria e prática: São Paulo, SP: Novatec, 2007. 384 p. MORAZ, Eduardo.. Treinamento Prático em PHP:Crie sites dinâmicos com esta poderosa linguagem!. São Paulo, SP: 1ª ed. Digerati Books, 2005. 191p. O CHEFIA, Site Oficial. O Chefia Disponível em: <http://www.ochefia.com.br>. Acesso em 10 de outubro de 2009 PALMISANO, Angelo.; ROSINI, Alessandro M.. Administração De Sistemas De Informação a Gestão Do Conhecimento: 1ª ed. Pioneira Thomson Learning. 2003. 344 p. PHP, Site Oficial. PHP: Hypertext Preprocessor. Disponível em: <http://www.php.net/>. Acesso em: 02 de junho de 2009
  • 54. 54 POSTGRESQL, Site Oficial. PostgreSQL Disponível em: <http://www.postgresql.org.br/docs>. Acesso em 30 de maio de 2009 PRIMAK, Fábio Vinícius. Decisões com B.I. (Business Intelligence): 1ª ed. Ciência Moderna, 2008. 168 p. SCRIMGER, Rob. TCP/IP: A bíblia.: 9ª reimpressão, Rio de Janeiro, RJ: Elsevier 2002. 639 p. SILVA, Maurício Samy. Criando Sites com HTML. São Paulo, SP: Novatec. 2008. 439 p. SILVA, Maurício Samy. jQuery: A Biblioteca do programador Javascript. São Paulo, SP: Novatec. 2008. 430 p. SOARES, Walace. Crie um site B2C: Business to consumer: com PHP 4 e MySQL.: São Paulo, SP: Érica, 2005. 412 p. SOMERA, Guilherme. Treinamento prático em CSS: Crie Web sites de última geração.: São Paulo, SP: 1ª ed. Digerati Books, 2006. 160 p. TITTEL, Ed. XML: Coleção Schaum: Editora Artmed, 2003. 412 p.