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1. O Professor do Século XXI: Competência e Habilidades
<ul><li>A partir da década de  80 , as mudanças científicas e tecnológicas, a desorganização  familiar, a transferência da...
 
 
<ul><li>Essas competências e habilidades estão, primordialmente, vinculadas às seguintes esferas: </li></ul><ul><li>Pedagó...
<ul><li>Só há desenvolvimento de competências e habilidades saindo-se do modelo “tradicional” de educação. Ao preparar as ...
“ O educador de hoje não apenas transmite informações. Trabalha com os Temas Transversais, procura resgatar valores, respe...
2. AS FINALIDADES DA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA
<ul><li>Ao refletir sobre “Por que ensinar Matemática?” Ubiratan D’Ambrósio propõe que nos situemos no contexto de um marc...
<ul><li>Segundo Floriani, historicamente, existem duas orientações no campo dos estudos matemáticos: </li></ul><ul><li>A v...
<ul><li>Floriani ainda alerta que o professor, ao se afastar da visão utilitária da Matemática, afasta-se de seus aluno, p...
<ul><li>Gerar oportunidade para que o aluno adquira uma competência matemática adequada a seus interesses e potencialidade...
<ul><li>Na busca por novas habilidades que possam auxiliar o educador a atingir os objetivos e metas da Educação Matemátic...
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<ul><li>1975- Surgimento da Etnomatemática no Brasil </li></ul><ul><li>1978- Realização de duas Importantes Conferências: ...
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<ul><li>Etnomatemática é, então, a arte ou técnica ( techené = tica ) de explicar, de entender, de se desempenhar na reali...
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<ul><li>A realidade percebida por cada indivíduo da espécie humana é a realidade natural, acrescida da totalidade de artef...
<ul><li>Durante a Idade Média o raciocínio quantitativo deu lugar ao raciocínio qualitativo, característico dos gregos. Já...
<ul><li>Estamos vivendo a Idade Média; </li></ul><ul><li>Já é tempo de um Novo Renascimento; </li></ul><ul><li>A etnomatem...
<ul><li>Segundo D' Ambrósio, as idéia matemática, particularmente, comparar, classificar,quantificar, medir, explicar, gen...
<ul><li>Segundo Eglash, a matemática é vista como a culminância de um desenvolvimento sequencial e único do pensamento hum...
 
<ul><li>O novo mundo passou, e ainda passa, por grandes transformações na conjunção das culturas indígenas, africanas e eu...
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<ul><li>Os educadores matemáticos têm que estar em sintonia com a grande missão do educador </li></ul><ul><li>A proposta d...
MANKALA: UM JOGO DA CULTURA AFRICANA
<ul><li>Um dos aspectos mais relevantes da etnomatemática, é a compreensão sobre o respeito devido à cada grupo social e o...
<ul><li>O jogo ajuda o usuário no desenvolvimento de capacidades intelectuais, na estruturação do pensamento, na agilidade...
<ul><li>Sugestão para o tabuleiro: uma caixa de ovos de uma dúzia ou duas de seis ovos, que serão as duas fileiras de 6 co...
<ul><li>Dois jogadores frente à frente, intermediados pelo tabuleiro, escolhem o lado em que querem jogar; </li></ul><ul><...
 
<ul><li>Fixação das noções de duração e  </li></ul><ul><li>direção, pois há um tempo de jogar e  </li></ul><ul><li>direção...
<ul><li>Como na execução do makala,  percebemos as grandes possibilidades que o uso da Etnomatemática proporciona ao educa...
Pensar na matemática, não mais  como uma ciência formal,  fechada, pronta; mas como um conhecimento que é produzido e apli...
Realizado por ANA BRANDÃO JOHNATAN CARDOZO VANESSA GARCEZ Segundo semestre do curso de Licenciatura plena em Matemática-UEPA
Agradecemos pela atenção... E a orientação da professora.
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Etnomatematica

  1. 2. ETNOMATEMÁTICA Uma alternativa metodológica Baseado no livro “ Etnomatemática: Elo entre as tradições e a Modernidade ” Do autor Ubiratan D'Ambrósio
  2. 3. <ul><li>1 . O professor do século XXI: Competência e Habilidades </li></ul><ul><li>2. As finalidades da Educação Matemática </li></ul><ul><li>3. Objetivos e metas da Educação Matemática </li></ul><ul><li>4. Etnomatemática: O que é? </li></ul><ul><li>5. As dimensões da Etnomatemática </li></ul><ul><li>6. Uma Atividade em Etnomatemática </li></ul>
  3. 4. 1. O Professor do Século XXI: Competência e Habilidades
  4. 5. <ul><li>A partir da década de 80 , as mudanças científicas e tecnológicas, a desorganização familiar, a transferência da socialização da família para a escola exigiram do professor o desenvolvimento de novas competências e habilidades. </li></ul>
  5. 8. <ul><li>Essas competências e habilidades estão, primordialmente, vinculadas às seguintes esferas: </li></ul><ul><li>Pedagógica -> relacionada à utilização de recursos discursivos facilitadores da aprendizagem) </li></ul><ul><li>Gerencial -> concernente aos procedimentos estruturais para o desenvolvimento de atividades educacionais) </li></ul><ul><li>Técnica -> ligada a transparência tecnológica do conjunto formado pelo sistema, software e interface selecionados ). </li></ul>
  6. 9. <ul><li>Só há desenvolvimento de competências e habilidades saindo-se do modelo “tradicional” de educação. Ao preparar as atividades incentivadoras e no preparo das suas aulas, o professor nunca deve perder de vista os Temas Transversais (Saúde, Ética, Pluralidade Cultural, Meio ambiente, Preparação para o trabalho, Sexualidade) . </li></ul>
  7. 10. “ O educador de hoje não apenas transmite informações. Trabalha com os Temas Transversais, procura resgatar valores, respeito mútuo, solidariedade. Compromete-se em incentivar a busca do conhecimento por parte dos seus alunos e preocupa-se com a construção da auto-estima dos mesmos, considerando portanto, as inteligências múltiplas.”
  8. 11. 2. AS FINALIDADES DA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA
  9. 12. <ul><li>Ao refletir sobre “Por que ensinar Matemática?” Ubiratan D’Ambrósio propõe que nos situemos no contexto de um marco educativo variável, que se tem modificado profundamente. </li></ul><ul><li>Os benefícios da educação devem se estender a todas as camadas da sociedade; todas as crianças e jovens tem direito a alcançar as possibilidades que lhes permitam suas próprias capacidades individuais. </li></ul>
  10. 13. <ul><li>Segundo Floriani, historicamente, existem duas orientações no campo dos estudos matemáticos: </li></ul><ul><li>A visão utilitária, profissionalizante ou artesanal: </li></ul><ul><li>Esta considera a Matemática como um corpo utilitário de técnicas e habilidades, cuja finalidade é satisfazer as necessidades da vida social; </li></ul><ul><li>A visão especulativa, contemplativa ou artística: </li></ul><ul><li>Vê a matemática como parte de um corpo de modelos do pensamento e da linguagem para simular os fenômenos. </li></ul>
  11. 14. <ul><li>Floriani ainda alerta que o professor, ao se afastar da visão utilitária da Matemática, afasta-se de seus aluno, portadores dos fatos; o aluno ao se afastar da visão especulativa da Matemática, afasta-se do professor, representante da teoria sistematizada. </li></ul><ul><li>Logo, há um afastamento entre teoria e fatos. </li></ul><ul><li>Segundo a Unesco, as duas visões unem-se ao considerar a matemática como um “amplificador cultural” da mente. </li></ul>
  12. 15. <ul><li>Gerar oportunidade para que o aluno adquira uma competência matemática adequada a seus interesses e potencialidade; </li></ul><ul><li>Reconhecimento das diferentes necessidades de instrução matemática (de uma pessoa para outra) </li></ul><ul><li>Discussões sobre a importância da matemática como ciência para o reconhecimento e fomentação; </li></ul><ul><li>Desenvolvimento da habilidade em usar matemática tanto na visão especulativa, quanto na visão utilitária para a melhora da qualidade de vida. </li></ul>
  13. 16. <ul><li>Na busca por novas habilidades que possam auxiliar o educador a atingir os objetivos e metas da Educação Matemática, várias tendências vêm sendo desenvolvidas, entre elas a Etnomatemática. </li></ul>
  14. 17. <ul><li>O brasileiro Ubiratan D'Ambrósio: principal idealizador do Programa Etnomatemática. </li></ul><ul><li>D'Ambrósio possui graduação (1955) e doutorado em Matemática pela Universidade de São Paulo (1963). É Professor Emérito da Universidade Estadual de Campinas/UNICAMP. Atualmente é Professor da Pós-Graduação em Educação Matemática da Universidade Bandeirantes de São Paulo/UNIBAN. É também Professor Credenciado dos Programas de Pós-Graduação em História da Ciência da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, em Educação Faculdade de Educação/FE da Universidade de São Paulo/USP e em Educação Matemática do Instituto de Geociências e Ciências Exatas/IGCE da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho/UNESP-Rio Claro. </li></ul>
  15. 18. <ul><li>1975- Surgimento da Etnomatemática no Brasil </li></ul><ul><li>1978- Realização de duas Importantes Conferências: </li></ul><ul><li>“ Desenvolvimento da Matemática nos países de terceiro mundo” </li></ul><ul><li>“ Matemática e o Mundo Real </li></ul><ul><li>1985- Criação e Oficialização do International Study Group on Ethnomathematics( Glória Gilmer, Ubiratan D'Ambrósio e Rick Scott) </li></ul><ul><li>1998- Realização do primeiro Congresso Internacional da Etnomatemática </li></ul>
  16. 19. <ul><li>etno -> contextos culturais; linguagens específicas; códigos de comportamento; simbologias; práticas sociais; sensibilidades... </li></ul><ul><li>mathema -> conhecimento; explicação; compreensão; </li></ul><ul><li>tica -> “tchné” ( raiz etimológica dos termos “arte e “técnica”) </li></ul>
  17. 20. <ul><li>Etnomatemática é, então, a arte ou técnica ( techené = tica ) de explicar, de entender, de se desempenhar na realidade ( matema ), dentro de um contexto cultural próprio ( etno ) . </li></ul><ul><li>O objetivo do programa etnomatemática é analisar, como, ao longo da sua evolução, a espécie humana gerou e difundiu artes e técnicas, com a finalidade de entender, explicar, lidar com o ambiente natural, social e cultural, próximo ou distante, assumindo o seu direito e capacidade de modificá-lo </li></ul>
  18. 21. <ul><li>Dimensão Conceitual: </li></ul><ul><li>Etnomatemática é um programa de pesquisa em </li></ul><ul><li>história e filosofia da matemática, com óbvias </li></ul><ul><li>implicações pedagógicas. </li></ul><ul><li>O ser humano age em função de sua capacidade </li></ul><ul><li>sensorial, que responde ao material [artefatos], e de </li></ul><ul><li>sua imaginação, muitas vezes chamada de </li></ul><ul><li>criatividade, que responde ao abstrato [mentefatos]. </li></ul>
  19. 22. <ul><li>A realidade percebida por cada indivíduo da espécie humana é a realidade natural, acrescida da totalidade de artefatos e de mentefatos (experiências e pensares). </li></ul><ul><li>O conhecimento matemático, também segue a este sistema. </li></ul>
  20. 23. <ul><li>Durante a Idade Média o raciocínio quantitativo deu lugar ao raciocínio qualitativo, característico dos gregos. Já na modernidade, a incorporação do raciocínio quantitativo foi possível graças a aritmética </li></ul><ul><li>( tica = arte; aritmos = números) </li></ul>
  21. 24. <ul><li>Estamos vivendo a Idade Média; </li></ul><ul><li>Já é tempo de um Novo Renascimento; </li></ul><ul><li>A etnomatemática é uma manifestação desse Novo Renascimento; </li></ul>
  22. 25. <ul><li>Segundo D' Ambrósio, as idéia matemática, particularmente, comparar, classificar,quantificar, medir, explicar, generalizar, inferir e de algum modo, avaliar, são modos de pensar. </li></ul><ul><li>Capacidades ligadas a essa idéia podem ser observadas inclusive em primatas: tem-se evidências de um australopiteco que utilizou instrumento de pedra lascada para descarnar animais; D' Ambrósio afirma que o ato de escolher e lascar a pedra, revela a mente matemática dessa espécie, já que para tanto seria necessário comparar e avaliar as dimensões da pedra. </li></ul>
  23. 26. <ul><li>Segundo Eglash, a matemática é vista como a culminância de um desenvolvimento sequencial e único do pensamento humano. </li></ul><ul><li>Para D' Ambrósio o ciclo do conhecimento pode ser sintetizado de forma integrada, no esquema a seguir: </li></ul>
  24. 28. <ul><li>O novo mundo passou, e ainda passa, por grandes transformações na conjunção das culturas indígenas, africanas e européias. </li></ul><ul><li>Cada indivíduo carrega consigo raízes culturais. Ao chegar a escola, normalmente existe um processo de aprimoramento, transformação e substituição de raízes. </li></ul><ul><li>O momento de encontro cultural tem uma dinâmica muito complexa, que pode ser positiva ou negativa. </li></ul>
  25. 29. <ul><li>É positiva quando resulta em um processo criativo; </li></ul><ul><li>É negativa quando resulta em eliminação ou exclusão das raízes do “dominado”. </li></ul><ul><li>O indivíduo para ser independente precisa se situar em suas próprias raízes. </li></ul>
  26. 30. <ul><li>O processo de descolonização, que se manifesta com a adoção de uma bandeira, de um hino ou de uma instituição, é incompleto e perverso se não reconhecer as raízes culturais do colonizado. </li></ul><ul><li>A etnomatemática se encaixa nessa reflexão sobre a descolonização e na procura de reais possibilidades de acesso para o subordinado, marginalizado e para o excluído. </li></ul>
  27. 31. <ul><li>Os educadores matemáticos têm que estar em sintonia com a grande missão do educador </li></ul><ul><li>A proposta da Etnomatemática é fazer da matemática algo vivo, lidando com situações reais no tempo e no espaço. É através da crítica, questionar o aqui e agora. Ao fazer isso mergulhamos nas raízes culturais e praticamos dinâmica cultural. </li></ul>
  28. 32. MANKALA: UM JOGO DA CULTURA AFRICANA
  29. 33. <ul><li>Um dos aspectos mais relevantes da etnomatemática, é a compreensão sobre o respeito devido à cada grupo social e o resgate da cultura esquecida: O Mankala , constitui uma família de mais de 200 jogos africanos que simulam uma colheita. É um jogo de tabuleiro que permite, na escola, trabalhar com os valores civilizatórios africanos, as inteligências múltiplas e diferentes áreas do conhecimento </li></ul>
  30. 34. <ul><li>O jogo ajuda o usuário no desenvolvimento de capacidades intelectuais, na estruturação do pensamento, na agilidade do raciocínio dedutivo, na resolução de problemas e servem de apoio à construção do conhecimento em diferentes áreas do currículo escolar. </li></ul>
  31. 35. <ul><li>Sugestão para o tabuleiro: uma caixa de ovos de uma dúzia ou duas de seis ovos, que serão as duas fileiras de 6 covas; 2 potes vazios de iogurte, que serão o depósito das sementes; </li></ul><ul><li>Sementes ou material equivalente: vale fichas, tampas de garrafa, botões ou mesmo pedrinhas. O uso das sementes pode ser mais interessantes se o público alvo são crianças do campo, por exemplo. </li></ul>
  32. 36. <ul><li>Dois jogadores frente à frente, intermediados pelo tabuleiro, escolhem o lado em que querem jogar; </li></ul><ul><li>Um dos jogadores distribui as 48 sementes pelas casas, colocando 4 sementes em cada uma delas; </li></ul><ul><li>Aquele que inicia o jogo retira de uma das casas as 4 sementes e as distribui </li></ul><ul><li>sucessivamente pelas </li></ul><ul><li>casas vizinhas no sentido </li></ul><ul><li>anti-horário. Se o caminho </li></ul><ul><li>a percorrer passar pela sua </li></ul><ul><li>própria mankala ( depósito), </li></ul><ul><li>uma semente deve ser depositada nela; se passar pela mankala do adversário, nenhuma semente deve ser depositada nesse recipiente. </li></ul>
  33. 38. <ul><li>Fixação das noções de duração e </li></ul><ul><li>direção, pois há um tempo de jogar e </li></ul><ul><li>direção a ser seguida; </li></ul><ul><li>Formulação de hipóteses; </li></ul><ul><li>Realização de cálculos, seleção, ordenação e quantificação de grandezas; </li></ul><ul><li>Raciocínio dedutivo; resolução de problemas. </li></ul>
  34. 39. <ul><li>Como na execução do makala, percebemos as grandes possibilidades que o uso da Etnomatemática proporciona ao educador que pode se “apropriar” desses recursos e os conhecimentos matemáticos que o aluno já traz de casa, e introduzir novos conceitos, a partir do cotidiano do mesmo. </li></ul>
  35. 40. Pensar na matemática, não mais como uma ciência formal, fechada, pronta; mas como um conhecimento que é produzido e aplicado de formas diferentes, por diferentes grupos sociais, é o primeiro passo para uma mudança no processo ensino-aprendizado de nossas escolas.
  36. 41. Realizado por ANA BRANDÃO JOHNATAN CARDOZO VANESSA GARCEZ Segundo semestre do curso de Licenciatura plena em Matemática-UEPA
  37. 42. Agradecemos pela atenção... E a orientação da professora.
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