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História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar

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Transcript

  • 1. História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar
    Luís Sepúlveda
    Trabalho realizado por:
    Maria Vieira, 10ºA
  • 2. Ficha técnica do livro
    Autor: Luís Sepúlveda
    Título: História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar
    Editora: Porto Editora
    Local de edição: Lisboa
    Ano de edição: 2010
    Ano de publicação: 1996 (1997 com ilustrações)
    Nota: Todas as ilustrações que estão nesta apresentação são de SabineWilharm
  • 3. Biografia do autor
    Luis Sepúlveda nasceu em Ovalle, no Chile, em 1949. É um romancista, realizador, roteirista, jornalista e activista político chileno.
    Da sua vasta obra, toda ela traduzida em Portugal, destacam-se os romances O Velho que lia Romances de Amor e História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar, ambos já adaptados ao cinema. Mas Mundo do Fim do Mundo, Nome de Toureiro, Patagónia Express, Encontros de Amor num País em Guerra ou Diário de um Killer Sentimental, por exemplo, conquistaram também, em todo o mundo, a admiração de milhões de leitores. Em 2009, publicou A Sombra do que Fomos, distinguido com o Prémio Primavera de Romance, e, em 2010, Histórias Daqui e Dali e A Lâmpada de Aladino.
  • 4. Resumo do livro
  • 5. Tudo começou no Mar do Norte, perto de Hamburgo, quando Kengah, uma gaivota de penas cor de prata, tentando apanhar mais algum peixe do mar, foi surpreendida por uma onda. Quando veio ao de cima uma camada espessa de petróleo, cobria-lhe o corpo, deixando-o pesado.
  • 6. Com todas as suas forças, Kengah voou o mais que pôde até chegar à cidade de Hamburgo.
    A gaivota aterrou na varanda de Zorbas, um gato do porto, grande, preto e gordo, interrompendo-lhe o descanso.
  • 7. Zorbas foi muito amigável com Kengah e esta, vendo que o gato era de confiança, pediu-lhe que lhe fizesse três promessas:
    • Não comer o ovo;
    • 8. Cuidar dele até nascer a gaivotinha;
    • 9. Ensiná-la a voar, a tarefa mais difícil.
    Zorbas pensando que a pobre da gaivota estava a delirar, aceitou cumprir todas as promessas e foi rapidamente pedir ajuda aos seus amigos: Secretário (um gato romano muito magro e apenas com dois pêlos de bigode), Colonello (um gato velho e talentoso, visto como uma autoridade pelos gatos daquele local) e Sabetudo (um gato que era conhecido por saber tudo) para tentarem saber uma forma de limpar o petróleo das penas da gaivota.
    Os gatos, depois de muita pesquisa, conseguiram
    descobrir uma forma de limpar o petróleo, mas,
    infelizmente, quando chegaram ao pé de
    Kengah já ela estava morta e com o ovo
    ao lado.
  • 10. Como um bom gato do porto, Zorbas começou a cumprir as suas promessas e cuidou muito bem do ovo até nascer Ditosa, a pequena gaivota.
    Zorbas sempre protegeu Ditosa de todos os perigos e eles criaram uma grande cumplicidade, tanto que a pequena gaivota chamava Zorbas de “mamã”.
  • 11. Passado algum tempo, chegara a altura de cumprir a promessa mais difícil: ensinar Ditosa a voar.
    Zorbas e os seus amigos tentaram de tudo, mas, sozinhos, não conseguiram ensinar a gaivota a voar. Tiveram então de quebrar o tabu, pedindo ajuda a um humano, o dono de Bubulina, que rapidamente se mostrou disponível para os ajudar.
    Com a ajuda deste humano, Ditosa finalmente conseguiu voar e Zorbas cumpriu todas as suas promessas honrando assim o prestígio de todos os gatos do porto.
  • 12. Algumas expressões mais importantes
    • “ – Porca miseria! É preciso ajudar essa pobre gaivota para poder continuar o seu voo (…)
    - Vamos todos. Os problemas de um gato do porto são problemas de todos os gatos do porto – declarou Colonello solenemente.” (pág. 40)
    • “ Zorbas lambeu-lhe as lágrimas e de repente deu consigo a miar como nunca fizera:
    - Tu és uma gaivota. Nisso o chimpazé tem razão, mas só nisso. Todos gostamos de ti, Ditosa. (…) Não te contradissemos quando te ouvimos grasnar que és um gato, porque nos lisonjeia que queiras ser como nós; (…) Demos-te todo o nosso carinho (…).
    (…) é bom que saibas que contigo aprendemos uma coisa que nos enche de orgulho: aprendemos a apreciar, a respeitar e a gostar de um ser diferente. É muito fácil aceitar e gostar dos que são iguais a nós, mas fazê-lo com alguém diferente é muito difícil, e tu ajudaste-nos a consegui-lo.” (pág. 102)

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