Dia-a-dia da Educação- Revista da Escola Estadual Francisco Prisco

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Dia-a-dia da Educação- Revista da Escola Estadual Francisco Prisco
Miolo
6ª edição/2012

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Dia-a-dia da Educação- Revista da Escola Estadual Francisco Prisco

  1. 1. Comunidade Escolar: Dizem que a felicidade é constituída de alguns momentos felizes.Então,quando você ler esta revista concordará comigo que nossa escola é feliz, que transmite felicidade e que dura mais do que momentos. As atividades que estão registradas aqui acariciam nossos corações, pois escancaram o empenho de alunos e trabalhadores da escola. Você verá como causa emoção a leitura dos textos apresentados. Como estão surpreendentes os comentários sobre a Revista anterior. Como estão lindas as fotos dos alunos em atividade pedagógica. Como há envolvimento nos textos de professores e alunos contando trabalhos desenvolvidos. Apresentamos escritos de reflexão no Espaço Aberto, além de relato de nosso ex-aluno no Aprendi na Escola. Contamos, no Acontece Aqui, eventos que realmente aconteceram, merecendo realce a 10ª Exposição Cultural da Escola e o Projeto Plantando a Paz na Escola. Na seção Profissão, dando continuidade à informação e incentivo aos alunos, temos a bibliotecária Fernanda Magliocco do Carmo, que ilustra habilmente o que é sua profissão. As Dicas Culturais também estão ótimas, com sugestão de filme, livros e passeios. Não podíamos deixar de colocar a seção Diversão, com caça-palavras, cruzadinha, ache o caminho e receitas deliciosas. A professora Ana Virgínia do Carmo Moreira, na seção Minha Vida na Escola, conta sobre sua competente trajetória profissional.Também vale a pena conferir os resultados da Pesquisa Institucional da Escola,de 2012, respondida pelos pais de nossos alunos. Novamente, para a confecção de mais uma edição da Revista tivemos o apoio financeiro da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo (PRODESC) e também de algumas empresas que nos auxiliaram. A todos os nossos mais sinceros agradecimentos, essa atitude nos engrandece e incentiva para próximas edições. Contudo nem tudo é felicidade, que ninguém se engane achando que nossa escola não tem problemas, tem e muitos, de todas as colorações e intensidades possíveis e inimagináveis. Os problemas brotam da terra e da sociedade, as soluções nem sempre são as que gostaríamos de oferecer. Fazemos, em verdade, mais do que podemos. A equipe de trabalho se esforça em demasia para realizar o melhor diante das condições gerais que tem. Escola não é um espaço só de alegria e felicidade, todavia pode ser um espaço de conquistas, ... conquista da melhor aprendizagem, conquista da democracia, conquista da formação de cidadãos e ... conquista da pura felicidade só pelo fato de tentar o melhor. Esperamos que você leia, divirta-se e ... conquiste a felicidade conosco. Silvia Cristina Zanella Diretora da Escola • 2012 Apresentação
  2. 2. 3 • Dia-a-Dia ESPAÇO ABERTO • Agradecimentos • E agora José? • Educando na era digital • Comentários sobre a Revista nº 5 • Formação de caráter • Aprendi na escola 6 • Dia-a-Dia ACONTECE AQUI • 10ª Exposição Cultural 2012: currículo em ação • Projeto Plantando a Paz na Escola • OBMEP • V Jornada de Matemática • 1º Desafio de Tabuada • 4ª Olimpíada Nacional de História do Brasil • Concurso Saúde Bucal • Acesso à biblioteca • Grêmio Estudantil 2012 10 • Dia-a-Dia PROFISSÃO • Profissão Bibliotecária 11 • Dia-a-Dia DICAS CULTURAIS • Cinema • Passeios • Leitura 12 • Dia-a-Dia DIVERSÃO Cruzadinha I e II • Caça-palavras • Ache o caminho • Receitas 15 • Dia-a-Dia ÁLBUM DE FOTOS 23 • Dia-a-Dia PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO • A história no número 1 • Teatro e ciência • Calendário • Calculadora • Arte com massa de modelar • Como não poderia dar certo? • Isso é regionalização • Poesia: plantando a paz na escola • Sadako Sasaki • Identity card • Projeto 3 Rs • Acróstico: plantando a paz • O dia que mais gostei na escola • Civilização chinesa em destaque • Química na escola • Malhas triangulares • Writting task • Tangram • Música • Projeto uma lenda, duas lendas, tantas lendas... • Aprendendo com os gráficos • Pratique a paz • Professores por um dia • História em quadrinhos sobre Napoleão Bonaparte • Animais marinhos • Experiência em sala de aula • Guardiões de memórias • Romeu e Julieta • Texto coletivo • Meu aprendizado • Importância das plantas • Confabulando com fábulas • Trabalho escolar verde • Consumismo • Medindo aqui e acolá • Não só por amor! • A lenda do quadrado mágico • Seria só uma compota? • Matemática fantástica • Convivência pacífica • Mercado e os números decimais • Gibis em aula de História • Projeto deficiente por um dia • Trabalho em grupo: uma experiência nova! • O debate • Frutos do projeto • Simetria • Sabina • Leonardo da Vinci • Um sonho sonhado e realizado • Felipe Dia-a-Dia MINHA VIDA NA ESCOLA •A estrada e o tempo Edição nº6 Ribeirão Pires - SP Período de 2012 Dia-a-Dia da Educação Revista da Escola Estadual Francisco Prisco nº 6 • Período de 2012 Elaboração e responsabilidade: professores, alunos, colaboradores, grêmio estudantil, coordenação e direção. Diagramação e finalização: Silvano Olberga e Rita de Cássia B. C. Oliveira Endereço para contato: Rua Diadema, 135 • Parque das Fontes Ribeirão Pires • São Paulo • CEP: 09430-210 Tel/fax: 4823-4433 e-mail: e904946a@see.sp.gov.br Fan page: www.facebook.com/ EscolaEstadualFranciscoPrisco Tiragem: 1.000 exemplares Impressão: TAIP & Paper Editora Gráfica e Papelaria LTDA EPP (2781-1103)
  3. 3. 3 E AGORA JOSÉ? Há tempos ando em busca de respostas. As perguntas são muitas. Desta vez, gostaria de saber por quanto tempo os pais são responsáveis pelos filhos. Parece estranho, mas infelizmente ao longo dos anos, percebi que as crianças são “deixadas de lado” muito cedo. Por vezes, na escola, dizemos que os pais precisam deixar seus filhos caminharem com suas próprias pernas. Porém, há um equívoco. Caminhar com as próprias pernas não significa caminhar sozinho. Os pais precisam estar juntos, direcionar a caminhada. Há tempo que, o que se vê na escola, são os pais dos alunos do Ciclo I presentes, colaborando, participando da vida escolar dos filhos, mas ao passar para o Ciclo II, existe uma ruptura, muitos pais não aparecem nem em reuniões bimestrais. O que acontece? A responsabilidade dos pais termina aí? Será que os filhos já sabem discernir o caminho certo? Os pais não precisam mais enfrentar os problemas com os filhos? Como será o futuro? O futuro é agora. Crianças mal amadas, rebeldes, clamando pela atenção de seus pais. E agora José? Quando vai se dar conta de que ser “pai” é para a vida toda? É ajudar a levantar nos tropeços da caminhada. É estar presente sempre. E agora José? Silmara Ester Gomes Eiras Mirândola Vice-diretora EDUCANDO NA ERA DIGITAL Sabemos que hoje devemos educar nossos filhos para viver em uma era onde tudo parece fácil, que a felicidade parece algo que deve ser consumido obrigatoriamente, e que se a criança não possuir todos os aparatos tecnológicos este é tido como um ser de outro planeta. Quando falo de educar na era digital, não falo apenas em acompanhar o que nossos filhos andam vendo ou postando nas redes sociais, até porque isso é dito todos os dias, seja na escola ou na mídia de uma forma geral. Falo de algo mais complexo, que é em fazer com que estas crianças saibam distanciar-se do apelo comercial para saber, realmente, se tal consumo ou atitude é válido. Hoje percebo que muitas pessoas, inclusive adultos, não conseguem ou não querem proteger sua esfera pessoal, não resistem às manipulações. Não existe equilíbrio para a utilização desses recursos tecnológicos. Não que eu seja contra a tecnologia, pelo contrário, apenas faço um alerta, que para utilizá-la devemos ter a sabedoria necessária, sabendo preservar as pessoas. Nathaly de Matos Mardegan Gallego Professora Coordenadora do Ciclo I Espaço Aberto AGRADECIMENTOS Para a confecção da Revista nº 6 tivemos apoio financeiro, a maior parcela veio da SEE-SP via Projetos de Implementação de Currículo, também tivemos um apoio especial de empresas que colaboram com a escola. Agradecemos muito ao apoio e incentivo de todos. Agradecemos ao empenho de todos que participaram da realização deste novo exemplar da Revista. Um especial agradecimento à bibliotecáriaSra.FernandaMagliocco do Carmo, que escreveu sobre sua profissão, incentivando as pessoas a conhecerem melhor essa carreira profissional. Novamente agradecemos ao Sr. Dario Mirândola que contribuiu com uma dica de viagem. Um muito especial agradecimento ao Designer Gráfico Silvano Olberga, que novamenteexecutoua“diagramação/ organização” desta Revista. Assim nossa publicação ganhou um salto de qualidade e profissionalismo. Ele fez esse trabalho voluntariamente, auxiliado pela professora Rita Caramel, que também agradecemos. EMPRESAS QUE CONTRIBUÍRAM: TAIP & Paper Editora Gráfica e Papelaria LTDA EPP  2781-1103 APRAS – Uniformes  2269-2269 M & S Prestadora de Serviços em Geral LTDA  9553-0983
  4. 4. 4 Comentários sobre a Revista nº 5 Em primeiro lugar eu quero parabenizá- los pelo ótimo trabalho,nós,pais e alunos, nos sentimos valorizados e motivados a buscar cada vez mais conhecimento. Laecio S. Bertunes Pai de Laíla P. Bertunes (7ª série A) • 2012 • Para mim, é um orgulho muito grande saber que minha filha estuda em uma escola tão boa. Mas tudo isso é graças à direção da E. E. Francisco Prisco. Olha só essa revista! Emocionei em ver algumas matérias relacionadas aqui nesta revista, em ver o interesse de todos, principalmente dos professores em passar o melhor para nossos filhos. Achei muito bonito o jeito em que a vice Silmara Eiras escreveu sobre os nossos brasileiros, é dessa forma mesmo... triste. Esperamos que nosso futuro próximo seja diferente. Que nossas crianças venham a ser exemplo. Parabéns! Maísa dos S. Amorim Mãe de Larissa dos S. Amorim (4º ano B) • 2012 • A cada edição da revista vocês se superam! Nós adoramos cada detalhe,pois é notável o carinho e a dedicação, tanto dos alunos, quanto também dos funcionários na realização deste trabalho. É maravilhoso saber que meus filhos estão em um ambiente saudável e bem estruturado, e é com muito carinho que deixo aqui o meu “Obrigada”. Michelly B.C. Saraiva Mãe de Gabriel Henrique B. Saraiva (4º ano B) • 2012 • Adorei muito este trabalho, pois mostra o valor da escola que temos na cidade. Em minha opinião, se cada escola tivesse esse incentivo de mostrar o seu conteúdo, talvez o governo desse mais valor aos professores sérios em sala de aula. Parabéns a vocês! Evelyn C. de M. Mimura Mãe deYasminY. de M. Mimura (4º ano B) • 2012 • O intuito é maravilhoso e mostra o que nós pais dos alunos da escola Francisco Prisco já sabemos e vemos como é maravilhoso o trabalho e o ensino da escola. Que mesmo com tão pouco que recebe do estado, consegue fazer algo grandioso com nossos filhos, falo da organização, ensino, higiene da escola e etc... “e revista não é para qualquer um”. Sidrania M. A.Tavares Mãe de Eduarda AlvesTavares (2º ano A) • 2012 am co “O A o E es ta p P Espaço Aberto Em minha opinião o Prisco é uma escola estadual que deveria ser exemplo para todas as outras, pelo respeito, ordem com que trata a escola e os alunos, gostei muito da revista, muita informação, as fotos. Gostei de tudo, pena que o tempo é curto, pois deveria ter duas exposições culturais no ano, é legal ver a empolgação dos alunos em apresentar e expor o que aprendeu. Se todas as escolas seguissem esse exemplo, o ensino estaria muito, mas muito melhor. Parabéns pela revista eu gostei muito. ElizangelaT. de M. Cruz Mãe de Nathalya Cristina de M. Cruz (2º ano A) • 2012 • Achei bem criativa e muito legal. É muito bom saber da responsabilidade que todos os funcionários da escola têm com os nossos filhos, confio plenamente na capacidade de cada um de vocês para educar minha filha. Espero que tenha mais edições da revista para nós. Ricardo Pinto de Abreu Pai de Rayani G. de Abreu (3º ano B) • 2012
  5. 5. 5 APRENDI NA ESCOLA Sou ex-aluno da E. E. Francisco Prisco, onde iniciei minha trajetória escolar do Ensino Fundamental, ingressando na primeira série, sala da Professora Silmara E. G. Eiras. Foram anos nos quais, pude crescer de diversas formas, além de anos de estudo, desenvolvi relacionamentos, meus potenciais e conhecimento necessário para que eu pudesse atingir meus objetivos durante a vida. Concluí o Ensino Fundamental em 2005, ano em que prestei o chamado Vestibulinho da ETE, atual ETEC Júlio de Mesquita, que fica na cidade de Santo André e passei, ingressando no Ensino Médio em 2006, mesmo ano em que prestei novamente o Vestibulinho, agora para o Ensino Técnico, para cursar Edificações, passei novamente concluindo ambos em 2008. Hoje tenho 21 anos, sou Bacharel em Administração, pela Universidade Metodista de São Paulo e, atualmente, trabalho na Secretaria de Cidadania e Ação Social do Município de Mauá. Sinto-me muito grato a todos os professores, funcionários e amigos, muitos que tenho contato até os dias de hoje, por esses oito anos que passei pela E. E. Francisco Prisco, pois foram anos dos quais fizeram parte da minha formação acadêmica e de caráter, anos dos quais nunca vou me esquecer. Leonardo Penna de Biazi Ex-aluno da E. E. Francisco Prisco Como diz o velho ditado popular, “Filho de peixe, peixinho é.”, os filhos são frutos daquilo que os pais modelam. Educar é a arte de formar o caráter e é a família que prepara o cidadão para o mundo, onde ele vai aprender a tolerar, a respeitar e a formar os valores morais que irão compor o seu caráter, que é justamente o resultado desta junção de valores que carregamos em nosso comportamento. E como a família pode ajudar na formação do caráter? Dando bons exemplos, a começar pelos seus atos, pois não adianta explicar para uma criança o que não se deve fazer, se você faz ou acaba fazendo de vez em quando. Por exemplo, como você vai falar para o seu filho não fumar ou beber se você os faz? Ou como você quer que seu filho respeite as regras escolares se você mesmo faz críticas com relação a estas? Pessoas de caráter são mais equilibradas e felizes, superam as adversidades da vida com facilidade, vencem frustrações e problemas e acima de tudo agem de forma reflexiva quando em situações conflituosas, pois enxergam os seus erros sem atacar o próximo. Para finalizar, que tal exercitarmos como anda o nosso caráter, refletindo sobre esse ditado popular: “Diga-me com quem andas que eu te direi quem és.”, poderia ser assim “Diga quem você é que eu te direi com quem anda.”, vamos pensar? Gisele Comenale Arnaldo Profª Coordenadora do Ciclo II FORMAÇÃO DE CARÁTER Espaço Aberto
  6. 6. 6 Em 6 de junho de 2012 nossa escola realizou sua 10ª Exposição Cultural, dessa vez o tema central foi Currículo em Ação, aliás, nada mais propício, pois é justamente o cerne da escola. Assim como em outros anos, desde 2003, apresentamos trabalhos desenvolvidos pelos alunos e professores. O empenho de todos foi grandioso, como também a receptividade da comunidade escolar. O resultado foi muito bom, todos aprenderam um pouco mais, colocamos em prática as competências leitora e escritora. Contamos com os seguintes trabalhos: Acontece Aqui 10ª EXPOSIÇÃO CULTURAL 2012: CURRÍCULO EM AÇÃO CURRÍCULO EM AÇÃO Gêneros textuais: narrativas e textos científicos - 5as séries Textos sobre a China e suas histórias e terrário: a interdependência dos seres vivos. Apresentação de lendas e invenções chinesas através da oralidade, de maquetes, de gibis, de desenhos e de objetos. Montagem de terrários feitos pelos alunos. A língua: senhora da Nação - 6as séries Imposição linguística e dominação territorial: influência jesuítica, bandeirante e inglesa/ norte-americana; personalidades e suas ações e adoção de termos estrangeiros em decorrência da influência cultural. Labirinto com a representação de trilhos simbolizando uma viagem pelo contexto histórico da imposição da língua e expansão do território. Tempos modernos - 7as séries Tempos modernos: notação científica, Revolução Industrial Inglesa e música. Informações sobre a notação científica, com a descoberta do número Google e o desenvolvimento da nanotecnologia na medicina, ciências tecnológicas e cosméticas. Revolução Industrial e seus desdobramentos Da alquimia à sociedade moderna - 8as séries Os segredos de Da Vinci: número áureo; alquimia: da obtenção de riquezas à tabela periódica e manifestações rítmicas da cultura renascentista ao hip hop. Montagem de um ateliê de Leonardo Da Vinci. Montagem de um laboratório de alquimia. Coreografia de hip hop com dança do renascimento. Cantigas populares - 2os anos Releitura de cantigas de regiões do Brasil. Apresentação, no formato de filme, de cinco cantigas, uma para cada região do Brasil. Gráficos, tabelas e ilustrações das fábulas. Animais marinhos - 3os anos Hábitos alimentares, de vida e de defesa; regiões onde podemos encontrá-los e se sofrem algum tipo de risco, como extinção. Apresentação de um aquário com simulação do habitat do animal estudado, inclusive com os sons produzidos por eles. Móbiles de animais marinhos. Gráficos com a tabulação de todo material pesquisado. Fábulas - 4os anos Origem histórica e geográfica; função ao longo da história e reflexão sobre as questões éticas. Apresentação de quatro fábulas. Explicação da pesquisa sobre as fábulas no mundo. Jornal mural: transformando as fábulas em notícias. Criação de uma fábula com a família. Jogos que proporcionem interação dos visitantes sobre a questão do Moral da História. Lendas - 5os anos Origem histórica e geográfica; resgate das lendas de assombração, urbanas e tradicionais brasileiras e a função das lendas para os seres humanos. Apresentação de cinco lendas com as explicações devidas. Jogos de algumas lendas. Silvia Cristina Zanella Diretora da Escola • 2012
  7. 7. OProjetoPlantandoaPaznaEscolafoicriadoe colocadoempráticapelosprofessores,alunos, coordenação e direção. Contou com uma série de atividades elaboradas com o propósito de reflexão acerca de um problema vivenciado na escola. Seu objetivo foi desenvolver nos alunos e na comunidade escolar a tolerância, a solidariedade e o respeito consigo próprio, com os outros e com o meio ambiente, pois o problema que a escola estava vivenciando era de muita agressão e dificuldade de uma convivência respeitosa com as pessoas e com o meio ambiente. Aconteceu de 13/ agosto/2012 até 26/novembro/2012. Utilizou a verba proveniente da SEE-SP, via PRODESC. Contou com a participação de pais, alunos, professores, funcionários, coordenação, direção e palestrantes. Abrangeu as seguintes atividades: • lançamento do projeto em 13/08/2012, juntamente com o tumblr da escola; • pesquisas e trabalhos em sala de aula: alimentação saudável, tipos de hortaliças, reaproveitamento de alimentos, compostagem, os 3 Rs do lixo; • palestras: permissividade, falta de limites, bullying, intolerância, alimentação, os 3Rs do lixo e consumismo; • oficinas: origami, kirigami, papel reciclado, horta suspensa com pet e enfeites de pet. Os alunos do Ciclo II, orientados por seus professores e PC, é que deram as oficinas aos alunos do Ciclo I; • cultivo de horta e jardim: preparação e plantio de hortaliças (nos canteiros e em “horta suspensa” com pet) e flores (nos jardins internos e externos da escola) e • finalização com caminhada ao centro PROJETO PLANTANDO A PAZ NA ESCOLA 7 Acontece Aqui da cidade, com solenidade de músicas, falas e lançamento de balões ao ar com mensagens de paz. O Projeto obteve excelentes resultados. Proporcionouumclimadealegriaeentusiasmo nos alunos, que adoraram poder mexer com a terra, cultivar a horta da escola, plantar lírios da paz ao redor da escola, levar o pé de alface para cultivar em casa, ter os colegas ensinando, participar de palestras, produzir os origamis, realizar a caminhada e soltar os balões. O objetivo de ter uma convivência mais amigável e respeitosa foi atingido, tivemos alunos que “desabrocharam” com a realização do Projeto. Silvia Cristina Zanella Diretora da Escola • 2012 Símbolo do Projeto Reunião de preparação do lançamento do Projeto e do tumblr da escola Plantando na horta Plantando os lírios da pazPreparando o jardim Oficina de pufes Jardim pronto Caminhada pela Paz Mudinhas de alface plantadas para levar para casa Preparando os lírios da paz Palestra com o Sr. Nívio Oficina de papel
  8. 8. 8 Acontece Aqui 1º DESAFIO DE TABUADA Em 2012, o Ciclo I realizou seu 1º Desafio de Tabuada da Escola. Os ganhadores foram classificados em: finalistas, 1º e 2º lugar. Parabéns a todos os participantes e, especialmente, aos ganhadores: Categoria Finalistas da Escola, por ano/ classe: 4º ano A: Evandro Carlos de Oliveira Filho, Igor Franco Santos e Jennifer Gabriele da Cunha Leite 4º ano B: Pedro Henrique da Fonseca Nascimento e Érika Lilian Moura 5º ano A: Murilo Andrade Castanho Martin e Thiago da Silva Pedroso 5º ano B: Giovana Narciso Guimarães, Kamilly Rodrigues da Silva e Vanessa Ribeiro Beghine Categoria 1º Lugar da Escola: Daniel Victor Costa Adão • 4º ano B Categoria 2º Lugar da Escola: Isabella Alves Ramos • 5º ano A Algumas experiências nos surpreendem ao máximo. Foi o que nos aconteceu durante a nossa participação na 4ª Olimpíada Nacional de História do Brasil. Nós, professoras Laís (7ª e 8ª séries) e Thaís (5ª e 6ª séries), podíamos selecionar três alunos para entrar na equipe que participaria da Olimpíada. A equipe faria cada fase com a nossa orientação e para selecioná-los usamos o seguinte critério: nota e bom comportamento. O que saiu foi um grupo com Mariana Cecotte Rodrigues (8ªA), Raíssa Vidal Farias (8ªB) e Isabela Dourado Ferreira (7ªB). Cada uma delas tinha uma particularidade que só acrescentava nas discussões. A primeira argumentava muito bem e era muito convincente, a segunda sempre demonstrava uma paixão por História e pelos temas tratados e a última era muito observadora e falava na hora certa. Conviver com esse grupo nos trouxe um novo fôlego, ânimo e uma extrema satisfação. O nome da equipe foi dado ao acaso Relíquias do Prisco. Não creio que houvesse um nome melhor, essas meninas se destacaram e, quando foram postas à prova, demonstraram porque haviam se destacado. Conseguimos chegar na terceira fase da Olimpíada (que tinha cinco fases), fomos muito bem. Para os anos posteriores faremos um grupo de estudos para melhorar nossa participação e para que outras Relíquias se destaquem. A seguir estão os textos das três alunas comentando a participação. Laís de L. Medeiros e Thaís C. D. Bonine Professoras de História • 2012 V JORNADA DE MATEMÁTICA Nossos 5os anos de 2012 participaram da V Jornada de Matemática da SEE-SP. Os alunos, abaixo, do 5º ano A, foram Finalistas da Escola e participaram via Diretoria de Ensino de Mauá. Estão de parabéns! André Torres Guimarães Chagas, Beatriz Jagelski Bozzelli, Gabriel de Souza, Gabriela Leite Alves, Isabella Alves Ramos, Maria Olívia Mendonça da Silva e Murilo Andrade Castanho Martin. OBMEP Nossa escola participou da 8ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas - OBMEP/2012. Quatro alunos obtiveram vitória na Categoria Classificação da Escola na 2ª Fase, estão de parabéns, são eles: 6ª série B: Felipe Izaias de Sousa da Conceição e Thiago Santos Siqueira 7ª série A: Caroline Lustosa Pierine e Vitor Araujo Ramos Minha participação na Olimpíada de História EugosteimuitodeterparticipadodaOlimpíada de História, pois foi um desafio novo, nunca havia participado de algo desse tipo, além do conhecimento que me foi agregado. Alguns temas abordados na Olimpíada, já eram do meu conhecimento, mas também havia temas que só iria estudar daqui algum tempo e pude ter uma prévia de ambos, com a Olimpíada. Mariana Cecotte Rodrigues 8ª série A • 2012 Minha experiência com a Olimpíada de História A Olimpíada é composta de 5 fases, porém chegamos até a terceira, o que eu considero muito bom, já que foi a primeira vez que a escola participou. Em breve o grupo receberá certificados, mas, além disso, aprendi muitas coisas legais sobre a História do Brasil, desde a chegada dos portugueses, até os tempos atuais. Se você gosta de História, de descobrir coisas novas e Olimpíadas para estudantes, você vai adorar ter essa experiência! Raíssa Vidal Farias 8ª série B • 2012 O que eu achei sobre a Olimpíada de História? Para mim foi bem divertido estudar com as meninas e as professoras. Nesta Olimpíada tenho certeza que aprendi várias coisas e estou bem mais informada sobre a matéria. Fiquei muito feliz por ter chegado à metade da Olimpíada, fomos muito bem, pois estávamos competindo com muitas escolas. Espero participar mais uma vez e pelo menos, chegar um pouco mais longe. Isabela Dourado Ferreira 7ª série B • 2012
  9. 9. 9 Acontece Aqui ACESSO À BIBLIOTECA Quando comecei a trabalhar nesta escola, ouvia dizer que existiam alguns livros na sala da direção guardados em um armário a sete chaves. Alunos e professores não tinham acesso a nada. Contudo, nos últimos anos isso mudou muito, os livros saíram do armário, foram para prateleiras em uma biblioteca improvisada, na sala dos professores, e todos têm acesso com organização e controle. Nos últimosanostêmchegadolivrosmaravilhosos, sejam do Programa Ler e Escrever, da Sala de Leitura e Biblioteca do Professor e do Aluno, vindos do governo estadual e federal. Saiba Mais! • Em 29 de outubro de 1810 foi oficialmente fundada a Biblioteca Nacional do Brasil, no Rio de Janeiro, com um acervo de 70 mil “peças” que foram trazidas por D. João VI na sua fuga para o Brasil, mas ela só foi aberta ao público quatro anos depois de sua fundação. • A biblioteca mais famosa foi a de Alexandria, no Egito, fundada por volta do século II a. C. , com cerca de 700 mil volumes com obras importantíssimas sobre a antiguidade. Incêndios e ataques trouxeram seu fim definitivo no século I a. C. Maria do Socorro da Silva Oliveira Professora readaptada O presente concurso envolve um trabalho em sala de aula em que os alunos aprendem a importância da saúde bucal para a saúde do corpo no geral. Após terem sido trabalhados alguns conceitos de saúde bucal, os alunos foram desafiados a participarem do concurso oferecido pela Fundação Bradesco, Secretaria de Educação do Estado de São Paulo e o CROSP (Conselho Regional de Odontologia de São Paulo), em que deveria ser elaborado um jogo didático sobre o tema. As duas oitavas séries tiveram oportunidade de participar e, em um processo de duas semanas, foram selecionados três alunos com seus jogos didáticos. Após consultar professores e discutir sobre os jogos entregues, a aluna Raissa Vidal Farias, da 8ªB, foi escolhida, pois seu jogo estava mais adequado ao tema proposto. Depois da escolha, a aluna passou pelo período de um mês desenvolvendo o jogo até que fosse entregue, avaliado e enviado para a Diretoria de Ensino de Mauá, onde conseguimos ganhar como melhor jogo didático. O jogo foi enviado para São Paulo, no Paula S. M. da Costa (7ªB), Izabella P. de Oliveira (6ªA), Jonathan J. B. Machado (7ª B), Ricardo C. Potasso (7ª B), Larissa S. Machado (6ª A), Sthefany N. Pereira (5ª B), Eduarda B. Felizardo (6ª B), Ana Luísa C. de Santiago (4º ano A), Kamila U. da Silva (6ª B), Myhara G. N. de Aguiar (6ª B), Gabriela P. Andrade (6ª B), Thainá T. da Silva (5º ano B – ausente na foto) Membros do Grêmio Estudantil da E. E. Francisco Prisco GRÊMIO CROSP, infelizmente não foi selecionado como o vencedor, mas, aqui na escola, sabemos que vencemos pela participação e empenho, que ficam como ferramentas para motivar outros alunos a participarem de futuros concursos. Nossa aluna, ganhadora do jogo didático da Diretoria de Ensino de Mauá, nos contou como foi participar deste concurso: Participar do Concurso Saúde Bucal de 2012, no qual eu tinha que fazer um jogo didático, foi uma experiência desafiadora. Aconteceu da seguinte maneira: o professor Felipe explicou como funcionava o concurso e disse para as duas oitavas séries, que quem quisesse participar, tinha que entregar em uma folha de sulfite sua ideia. Apenas três projetos foram selecionados. O dono de cada projeto tinha o feriado para fazer o seu jogo, usando papel e papelão, um protótipo do que viria a ser o jogo de verdade. Trabalhei nesse protótipo o feriado inteiro, foi muito cansativo, mas era apenas o começo. O meu projeto foi o selecionado. Foram feitas algumas modificações no jogo antes de eu começar a montar o oficial. Novamente, passei dia após dia, trabalhando no jogo. Tive ajuda da minha mãe, da minha irmã e do professor Felipe. Depois que o tabuleiro, arcadas dentárias e regras estavam prontos, o jogo foi entregue e ficamos todos aguardando o resultado final. Raissa Vidal Farias 8ª série B • 2012 Felipe Rodrigues Pius Professor de Ciências • 2012 CONCURSO SAÚDE BUCAL ESTUDANTIL 2012
  10. 10. 10 Profissão T e n h o 24 anos e, com toda certeza do mundo, a pergunta que mais ouvi na vida é: “Por que você escolheu fazer BIBLIOTECONOMIA?”, ou melhor, “Biblioteconomia, o que é isso?”. Bem, eu sei e ao mesmo tempo não sei, explico: comecei a graduação em 2006, com 17 anos e com essa idade, é impossível ter certeza do que se quer fazer durante uma vida inteira. Vou contar um pouco da minha pequena experiência na área, para tentar mudar um pouco a imagem da minha profissão, e se você ainda não conhece, será um prazer apresentá-la. Escolhi biblioteconomia porque sempre gostei dessa coisa de informação e por informação entenda tudo: revistas, jornais, livros, sites, blogs, museus, redes sociais. Sou viciada em internet (mesmo). A princípio, você que está lendo pode não imaginar o que uma bibliotecária faz, mas a lista de possibilidades é bem grande. A imagem atual do bibliotecário não é das melhores, na cabeça da maioria das pessoas a profissão se resume em uma senhora de óculos grandes, mal humorada, que sempre pede silêncio. Ela até existe, mas já passou essa época, não é gente? Estamos no século XXI. O bibliotecário é responsável por mediar informação. Sim, todo tipo de meio e todo tipo de informação. Por exemplo: meu primeiro estágio foi em uma empresa de táxi aéreo. Sim, eu trabalhava no hangar do aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Conheci vários tipos de aeronaves e helicópteros. Trabalhava com arquivos das aeronaves e com os manuais de manutenção delas. Saindo de lá fui estagiar na biblioteca de uma das unidades SENAI, o acervo era técnico, a maioria dos livros era de mecânica, mas também tinha muita literatura. Depois do SENAI, fui para BIREME. A BIREME é uma biblioteca virtual e lá dentro eu trabalhava com os artigos científicos da LILACS, que faz parte da Biblioteca Virtual de Saúde da OMS (Organização Mundial da Saúde). Lá meu trabalho era o de correção dos artigos científicos que eram enviados para as revistas científicas. Aprendi muito, principalmente sobre base de dados e saúde, claro. Da BIREME fui para Pinacoteca do Estado de São Paulo. A Pinacoteca é um museu bem conceituado no Estado. Quando consegui a vaga fiquei realizada e feliz, sempre gostei de arte, sempre gostei do museu e tinha uma relação bem próxima com todo o espaço. Esse estágio mudou muita coisa em minhas próximas decisões. Passei a me interessar aindamaisporarte,procureinovasreferências e fui trabalhar na Fundação Nemirovsky, outro museu, e pasmem, me apaixonei de novo. O acervo do museu, tanto em artes plásticas como os materiais de referência (livros, revistas etc) era composto principalmente por Arte Moderna Brasileira. Vocês fazem ideia do que é trabalhar diretamente com o acervo da Tarsila do Amaral? Ou da Anita Malfatti? Formei-me e decidi me mudar para Curitiba. Assim que cheguei iniciei a pós-graduação em História da Arte. Hoje, eu trabalho para a rede de colégios Marista, a sede fica em Curitiba, mas trabalho para unidades de Brasília, Goiânia, São Paulo, Santa Catarina e Paraná. Trabalho com projetos de Tecnologia Educacional: dispositivos móveis (tablets, iPads, smartphones). Trabalho com Ação Cultural: contação de histórias, teatro na biblioteca, filmes, jogos. E imaginem só, também trabalho com livros. Minha profissão é linda e me apaixono cada vez mais por ela. Fernanda M. do Carmo Bibliotecária da Rede de Colégios Marista
  11. 11. 11 MARTE PRECISA DE MÃES Nesta animação dos Estúdios Disney, o planeta Marte busca na Terra a sabedoria das mães, e isto não é feito de maneira pacífica, elas são, literalmente retiradas de suas casas e obrigadas a conviver com a raça alienígena. Milo, um garoto de pouca idade, tem uma mãe exigente, segundo ele, e que se encaixa perfeitamente nas necessidades dos marcianos. Não demora muito para o menino reconhecer que é impossível viver sem sua mãe e parte numa aventura para salvá-la. Um filme bem divertido, diferente, uma oportunidade de filhos de todas as idades lembrarem de como é bom ter alguém que se preocupa, que se importa com tudo que fazemos, mesmo que achemos, por um segundo, ser melhor não ter. Bom divertimento! Patrícia Paula Okubo Professora de Língua Portuguesa • 2012 PASSEIOS CULTURAIS Lisboa Quando se chega à Lisboa, a sensação que se tem é de que tudo é um pouco familiar. A começar pelo idioma. Ao ouvi-lo, com certeza você vai se recordar de alguém que você conhece que fala com a mesma entonação. Lisboa é uma cidade agradável, bonita, agitada. A cidade Alta, a Baixa, com o Elevador Dona Justa fazendo a ligação e oferecendo do seu terraço uma esplêndida vista do Rio Tejo. Bairros como o do Chiado, com suas belas fachadas azulejadas deixam claro de onde veio a inspiração da arquitetura colonial brasileira. Enfim, bem familiar aos nossos olhos. Aproveite o transporte público de excelente qualidade e, afastando-se do centro vá conhecer a maior obra-prima da arquitetura Manoelina : o Mosteiro dos Jerônimos. Ali, o esplendor da arquitetura portuguesa atingiu seu apogeu. Na saída, dê uma pequena caminhada e vá a uma famosa confeitaria próxima degustar outra obra prima portuguesa, só que da culinária: o Pastel de Belém. Diz-se que o original, o verdadeiro, só se encontra ali. Vale as calorias, com certeza. Se bater um remorso é só caminhar pela beira do Tejo, até a Torre de Belém que está tudo resolvido. Dario Dias Mirândola Pai de ex-aluno da escola Livro: O MÁRIO QUE NÃO É DE ANDRADE, de Luciana Sandroni, Editora Claroenigma. Eu li o esse livro. Mário vive com sua mãe em um apartamento na cidade de São Paulo. Ele recebeu seu nome, pois sua mãe é muito fã de Mário de Andrade e ela está escrevendo uma tese interminável sobre ele. Mário começa a fazer aulas de piano, onde o Mário de Andrade morava. Sem querer, entra no quarto do autor e aí a história começa... Indicação: Kesley K. Martins 5ª série B • 2012 DICAS DE LEITURA Dicas Culturais Livro: JORNADA PELO RIO MAR, de Eva Ilbotson, Editora Rocco. Nas aulas de Português li um livro que é ótimo para pessoas que gostam de uma história cheia de mistérios e aventuras, mas que, ao mesmo tempo, gostam de uma história delicada. Ela ocorre no ano de 1910 com Maia, uma menina órfã, de 13 anos, que se muda para a Amazônia e lá vive muitas aventuras e conhece pessoas misteriosas. Indicação: Yasmin Barbosa da Silva 5ª série A • 2012 Patrícia Paula Okubo Profª de Língua Portuguesa • 2012
  12. 12. Cruzadinha I e II 12 • CANETA • APONTADOR • CADERNO • LÁPIS • BORRACHA • LIVRO • RÉGUA • COLA • AGENDA Carmem Socorro de Matos e Márcia Vieira Vivo da Paz Professoras readaptadas Diversão PALAVRAS MÁGICAS DICA: O MESMO QUE: 1. Desculpa. 2. Afeto. 3. Estar feliz. 4. Laço entre amigos. 5. Pedir algo a alguém. 6. Cumprimento da parte da tarde. 7. Preciso passar. 8. Agradecer um obrigado. 9. Paz entre as pessoas. 10. Contentamento, festa. 11. Sentimento de afinidade. 12. Pedir perdão. 13. Atender o telefone, dizer oi. 14. Agradecimento. 15. Cumprimento da parte da noite. 16. Sentimento bom. 17. Perguntar como está. 18. Pedir desculpa, o sentir por fazer algo errado. Elaborado pelos alunos e professoras dos 5os anos de 2012 Profas Jucimara Bettega Cordeiro e Lucimari A. BelloTrindade MATERIAL ESCOLAR BÁSICO PARA TER NA MOCHILA
  13. 13. cAÇA-PALAVRAS ache o caminho 13 Diversão ABAIXO ESTÃO ATIVIDADES EXERCIDAS PELOS AGENTES DE ORGANIZAÇÃO ESCOLAR: • entrada de alunos • controle de atrasos • uso de uniforme • saída antecipada • declaração escolar • intervalo • boletim escolar • atender os pais • organizar prontuários • matrículas • transferência • ocorrências AGENTES DE ORGANIZAÇÃO ESCOLAR DA U.E. Antonio Carlos de Jesus, Arieli Dias de Oliveira, Kelly Cristina de Morais e Paula Regina dos Santos Silva AGENTES DE SERVIÇO DE LIMPEZA Edinalva Santos de Morais Gama e Telma Regina Silva Gomes
  14. 14. 14 Polenta com Carne Moída Ingredientes: 1 xícara de fubá 1 litro de água 1 kg de carne moída 2 sachês de molho de tomate Sal, cebola, alho, salsinha e pimentão a gosto Modo de fazer a polenta: Numa panela frite a cebola e o alho até dourar. Acrescente a água e deixe ferver. Numa vasilha com um pouco de água dissolva o fubá e despeje na água já fervendo. Mexa até engrossar bem. Quando estiver borbulhando, desligue o fogo. Modo de fazer a carne moída: Frite os temperos a gosto e refogue a carne. Quando a carne estiver bem refogada, acrescente o molho. Deixe cozinhar em fogo brando por 10 minutos. Modo de montar o prato: Coloque a polenta em um pirex, regue com o molho, salpique com queijo muçarela (ralado grosso) e leve ao forno por 5 minutos. Elizete dos Santos Felizardo Salles Merendeira da escola - 2012 Caldo Verde Ingredientes: 3 colheres de óleo 3 litros de água 1 quilo de batatas 1 cebola média 4 dentes de alho 300 gramas de costelinha de porco 1 gomo de linguiça calabresa defumada 1 maço de couve 1 cálice (licor) de vinho branco Sal e salsinha a gosto Modo de preparo: Em uma panela de pressão refogue a cebola e o alho picadinhos. Coloque a costelinha e deixe dourar, mexendo de vez em quando. Acrescente a água e deixe cozinhar aproximadamente por vinte minutos em fogo baixo. Aguarde terminar a pressão. Coloque as batatas para cozinhar junto e acrescente sal a gosto. Deixe cozinhar por 5 minutos. Enrole e corte a couve. Em uma panela frite a linguiça (em rodelas) com um fio de óleo e reserve. Retire a costelinha da panela de pressão e tire os ossos. Amasse as batatas. Coloque a carne da costelinha, a linguiça, a couve e a salsinha na panela de pressão e espere ferver. Desligue o fogo e coloque o vinho. Tampe a panela e espere 5 minutos. Está pronto para saborear. Silmara Ester G. Eiras Mirândola Vice-diretora Diversão Receitas
  15. 15. 15 Álbum de Fotos
  16. 16. 16 Álbum de Fotos
  17. 17. 17 Álbum de Fotos
  18. 18. 18 Álbum de Fotos
  19. 19. 19 Álbum de Fotos
  20. 20. 20 Álbum de Fotos
  21. 21. 21 Álbum de Fotos
  22. 22. 22 Álbum de Fotos
  23. 23. TEATRO E CIÊNCIA Clínica de reabilitação de dependentes químicos Um dos temas discutidos em sala de aula, 8ª série, foi sobre as drogas. Elas estão inseridas no cotidiano de muitos e muitos jovens, e cada vez mais causando problemas em nossa sociedade. De forma muito interessante e curiosa, os alunos contaram o que sabiam e aprenderam sobre os efeitos dos diferentes tipos de drogas no corpo. Sendo assim, se fez necessária a criação de uma atividade diferente, que fosse realmente reflexiva e colocasse o aluno pensando para criar uma consciência crítica decisiva sobre suas escolhas. Criamos então uma dinâmica teatral, na qual os alunos formaram grupos e escolheram determinados tipos de drogas para atuarem como dependentes. O professor de ciências era o dono de uma clínica de reabilitação de dependentes químicos e os alunos eram os dependentes. Todos se reuniram em sala de aula (que era o local escolhido para ser a clínica) e começaram a contar suas experiências e consequências do uso de drogas. Os alunos estiveram caracterizados de acordo com as consequências visuais do uso de cada tipo de droga. Alguns grupos contaram histórias reais que presenciaram ou que os colegas de fora da escola contaram. Outros grupos ilustraram o trabalho a partir de pesquisas feitas na internet. O trabalho foi muito caprichado e contou com um empenho incrível das duas salas. Felipe Rodrigues Pius Professor de Ciências • 2012 CALENDÁRIO Os alunos dos 2os anos A e B realizaram, no 1º semestre de 2012, atividades relacionadas ao projeto do EMAI (Ensino de Matemática nos Anos Iniciais). Foi utilizado um calendário para cada aluno e fixado um na lousa. O objetivo desta atividade era o preenchimento diário do calendário: dia da semana, dia do mês, ano, sequência numérica. Ao final de cada mês pudemos observar que os alunos começaram a entender que dia foi ontem, que dia será amanhã, contagem oral de 1 a 31, a sequência dos dias da semana e a escrita dos números. Maria Aparecida da S. Conceição e Eliane Arcanjo dos Santos Profas dos 2os anos • 2012 HISTÓRIA DO NÚMERO 1 O número 1 passou por grandes transformações ao longo de sua história. Sua primeira possível aparição foi no chamado osso de Isango, encontrado no Congo na África em 1950, onde foi representado com “risquinhos”. Quando esses povos saíram das cavernas para construírem as primeiras cidades na Mesopotâmia, o número 1 deixa de ser um mero risco para se tornar um pequeno cone feito de argila e posteriormente apenas uma marca, também na argila. No Egito Antigo, os faraós não só transformaram o número 1 em uma medida 23 Produção do Conhecimento para as construções egípcias, como também alcançaram um número que nenhum outro povo havia chegado: um milhão! Já na Grécia, o número 1 era considerado a essência do universo. Na Europa, o sistema romano, cujos símbolos eram representados por letras, era muito utilizado principalmente para as guerras. Enquanto isso na Índia, os algarismos indianos, conhecidos atualmente como indo-arábicos, já se mostravam muito mais eficientes, revolucionaram a matemática inventando o zero. Esse sistema chegou à Arábia e, após muita resistência, tomou a Europa e conquistou o mundo. Séculos depois Leibniz defendia sua teoria de que o mundo só precisava de dois algarismos, o zero e o um, capazes de representar qualquer número. Ele tinha pretensões de criar uma máquina de calcular baseada no sistema binário, porém nunca foi concretizada. Em 1944, na Inglaterra durante a II Guerra Mundial, foi criado o primeiro computador binário, o Colossus que ajudou os aliados a vencerem a guerra. Até hoje os computadores só entendem os comandos “liga” e “desliga”, através dos algarismos um e zero. Um pequeno algarismo como o 1, já tem uma longa história e depois de passar por todas essas mudanças chegou a sua atual forma. Trechos extraídos dos relatórios das alunas sobre o filme “A História do Número 1”, assistido nas aulas de Matemática. Gabriela Passos e Milena Sedrim 6ª série B • 2012 Milena Rocha de Camargo 6ª série A • 2012 Rita de Cássia B. C. Oliveira Profa de Matemática
  24. 24. 24 COMO NÃO PODERIA DAR CERTO? Olá queridos leitores, vim falar um pouco do Projeto Plantando a Paz na Escola, ele nos ajudou a não sermos violentos na escola e fora dela, a ter respeito pelos outros. Fizemos vários amigos e o que eu mais gostei foi da plantação das flores nos arredores da escola e também a caminhada, pois foi muito importante as pessoas nos verem lutando e desejando a Paz. Gostaria que a escola nos proporcionasse mais projetos como esse, em que envolveu os dois ciclos. Com um projeto como este, tendo a vontade e a participação de todos, como não poderia dar certo? Matheus Marcelino Sachetto 5º ano B • 2012 Lucimari A. Bello Trindade Professora do 5o ano B • 2012 Regionalização, é a divisão de um lugar de acordo com a sua caracterização. Eu posso regionalizar de várias formas, se eu tenho um critério para usar. Cada parte que eu divido é chamado de região. Regionalizar é importante para melhor governar, porque o Brasil é muito grande. Se regionaliza para que um lugar fique ligado com um que tem o mesmo costume ou cultura. Mas isso não quer dizer que um outro fique isolado. ARTE COM MASSA DE MODELAR A massa de modelar, além de ser um objeto de diversão para crianças, pode se transformar em diversas representações artísticas. Os alunos do 2º ano utilizaram a massinha, escreveram as vogais com letras cursivas (de mão). Os alunos do 3º ano fizeram uma releitura do quadro Girassóis, de Vincent van Gogh e, em vez de pintura, eles aplicaram a massinha. As atividades ficaram lindas. As turmas da 6ª à 8ª série participaram do projeto Animação, em que os personagens e os cenários foram feitos com a massa de modelar. Vale ressaltar que atividades manuais colaboram para o desenvolvimento motor e para a cognição, assim o manuseio de um material simples e barato como a massa de modelar ajuda muito no desenvolvimento das crianças. Marjorie C. Del Corto R. Moreira Professora de Arte • 2012 Produção do Conhecimento CALCULADORA Durante o 2° bimestre de 2012, os alunos do 3° ano desenvolveram atividades do Projeto EMAI (Ensino de Matemática nos Anos Iniciais) sobre o uso da calculadora. Nesta atividade as professoras propiciaram situações que levaram os alunos a usar equilibradamente as várias formas de cálculo. Podemos dizer que, quando usada de modo planejado, a calculadora não inibe o pensar matemático, pelo contrário, tem efeito motivador na resolução de problemas, estimula processos de estimativa e cálculo mental. Maria Cristina Volga e Tânia de Carvalho Profas dos 3os anos • 2012 Eu posso regionalizar muitas partes, se eu quiser até quarenta, mas a regionalização oficial é feita pelo IBGE e a atual foi criada em 1990. O poema acima foi elaborado como atividade avaliativa que tinha como objetivo a produção de um texto explicando o que é regionalização, a sua importância e por que se regionaliza. O poema deveria ser estruturado de acordo com as discussões sobre o tema que aconteceram em sala. Alice Rocha de Camargo 6ª série B • 2012 Karen Aparecida Silveira Professora de Geografia • 2012 ISSO É REGIONALIZAÇÃO
  25. 25. 25 SADAKO SASAKI Na Segunda Guerra Mundial, no ano de 1945, a bomba atômica foi lançada nas cidades de Hiroshima e Nagasaki no Japão. Ocorreu muita destruição e morte. Uma menina chamada Sadako Sasaki, que na época tinha 2 anos e morava a mais ou menos 1Km da explosão, depois de 10 anos começou a se sentir mal, e os médicos não sabiam o que era, chamavam de “doença da bomba atômica”, que hoje é conhecida como leucemia. Um amigo dela, durante uma visita ao hospital, contou a lenda de uma garça sagrada japonesa que viveu por 1000 anos e se ela fizesse 1000 garças de papel, ela poderia fazer um pedido de algo que ela quisesse muito e ele se realizaria. Então, a menina começou a fazer várias dessas desejando viver. As pessoas ao redor se comoveram e a ajudaram dando folhinhas de papel. Só que ela morreu e não deu tempo de terminar tudo, ela fez 964 origamis de garça. No enterro dela foram distribuídos os pássaros e algumas pessoas doaram para um museu. Eles estão lá até hoje. Em sua homenagem foi construída uma estátua da sua imagem com a garça em cima. Até hoje as pessoas colocam garças de papel feitas por elas lá. Sadako Sasaki se tornou um símbolo de esperança e sua história é contada até hoje. História contada pelos alunos da 6ª série B durante as oficinas de origami do Projeto Plantando a Paz na Escola. João Vitor Ramos Garcia 6ª série B • 2012 Rita de Cássia B. C. Oliveira Profa de Matemática • 2012 POESIA: PLANTANDO A PAZ NA ESCOLA Apresentando a paz na escola Francisco Prisco se envolveu Num projeto desafiador, Todos com muito fervor. O projeto iniciou E as oficinas começaram Origami, dobradura E os alunos reciclaram. O projeto continuou, Palestras desenvolvidas E a comunidade participou. Os alunos enchendo bexigas E a paz se espalhou. Elaborado pelos alunos dos 2OS anos • 2012 Maria Aparecida da S. Conceição e Eliane Arcanjo dos Santos Profas dos 2os anos • 2012 IDENTITY CARD Você sabe o que significa “Identity Card” ? Esta expressão significa cartão de identificação. O cartão de identificação é utilizado em escolas, empresas, excursões, feiras e exposições, como uma maneira de identificar as pessoas que trabalham ou participam dessas atividades, nestes locais ou eventos. Ele também é considerado um Gênero Textual, uma vez que se trata de um texto de tipo descritivo, que possui uma função de comunicação própria em várias situações do cotidiano. Os alunos das quintas séries A e B produziram seus cartões de identificação ou “Identity Cards”, em Inglês, e com esta atividade aprenderam palavras e expressões da Língua Inglesa, que estão relacionadas à identificação pessoal e são importantes para o início da comunicação em uma língua estrangeira. Também puderam perceber quais os elementos da estrutura e organização do gênero em questão, desenvolvendo algumas habilidades que ajudam a formar a competência leitora, tais como: a localização de informações, a comparação de dados e a relação de itens. Além de divertida esta atividade produziu muito conhecimento. Tatiana Emanuele Brito Felga Profª de Língua Inglesa • 2012 Produção do Conhecimento
  26. 26. 26 PROJETO 3 Rs Durante a realização do projeto, os alunos das 8as A e B prepararam seminários e oficinas referente a reutilização, reciclagem, reaproveitamento do lixo. Como encerramento dos trabalhos realizados pelos alunos cada grupo montou um projeto, tendo como objetivo utilizar tudo o que haviam pesquisado sobre o assunto. Cada 8a série, após apresentação dos trabalhos, escolheu o projeto que apresentava as melhores ideias e que fosse viável. Ficou para o grêmio da escola a tarefa de colocar em prática os dois projetos escolhidos (sendo um de cada 8a ) a partir de 2013. Ambos têm como ideia central a reutilização e a reciclagem CIVILIZAÇÃO CHINESA EM DESTAQUE A Exposição Cultural de 2012 aconteceu, diferentemente de anos anteriores, no primeiro semestre. Muito estudo, pesquisa e empenho foram necessários para a realização das atividades. Juntamente com as disciplinas de História e Ciências, os alunos das quintas séries A e B (sextos anos) construíram seus trabalhos a partir dos conteúdos vistos em sala e, assim, os textos (narrativos e informativos) serviram como “ferramentas” na produção das apresentações. Foi possível narrar algumas das inúmeras histórias da civilização chinesa, conhecer um pouco de sua cultura milenar e reconhecer a importância de seus feitos, presentes no mundo todo até os dias atuais. Possibilitou, também, presenciar o empenho dos alunos, a criatividade, a solidariedade e, acima de tudo, a vontade de aprender. Foi visível a participação dos pais na realização dos trabalhos, os quais, não mediram esforços para auxiliarem seus filhos. As dificuldades também foram vistas, mas não impediram, em absoluto, que os trabalhos fossem feitos. Dramatizações, apresentações de pesquisas, de lendas, de imagens, montagem de objetos incríveis e inovadores e vestuários, aconteceram de maneira constante, intensa, feliz... É claro que muito precisa ser melhorado, mas não tenho dúvidas de que valeu muito! Meus queridos alunos, muito obrigada por mais esta “jornada”, na busca pelo conhecimento, e a todos que participaram desta “aventura” meus sinceros parabéns. Patrícia Paula Okubo Profa de Língua Portuguesa • 2012 O DIA QUE MAIS GOSTEI NA ESCOLA Odiaquemaisgosteinaescolafoiodiada Exposição Cultural. Nesse dia, nós alunos pudemos apresentar nossos trabalhos para os pais e para toda comunidade. Foi um dia inesquecível, pois tivemos que explicar nossos trabalhos para os nossos pais e para o público. Eu gostei muito de explicar sobre os animais marinhos. Espero que o ano que vem seja bem legal também. Vitória C. Silva 3º ano B • 2012 Tânia de Carvalho Professora do 3º ano B • 2012 do lixo, com proposta de conscientização através de palestras para os alunos, pais e professores; vender as carteiras quebradas, e com o dinheiro, comprar as lixeiras de coleta seletiva. 8a A/2012: Willian A. V. de Almeida, Kaíque L. da Silva, Gustavo G. da S. Sé, Isabella S. Cascini, Igor F. C. Lopes, Nathália F. Araujo, Raul A. C. da Costa, Erick A. da Silva, Eric F. F. Sabino e Guilherme de O. Rezende 8a B/2012: Karoline E. B. Ribeiro, Tainara L. Andrade, Larissa S. Passos, Bianca D. Casanova e Karolina R. Horácio Karen Aparecida Silveira Professora de Geografia • 2012 ACRÓSTICO: PLANTANDO A PAZ Planta Lindo Alegria Novidades Transformação Amizade Natureza Desafio Observação Atitude Paciência Amor Zelo Elaboradopelosalunosdos2os anos•2012 Maria Aparecida da S. Conceição e Eliane Arcanjo dos Santos Profas dos 2os anos • 2012 Produção do Conhecimento
  27. 27. 27 QUÍMICA NA ESCOLA Nunca foi tão divertido unir química e artes em uma aula de ciências. Os alunos da 8ªA e 8ªB foram desafiados a colocar em prática o conteúdo que estavam aprendendo nas aulas, mas de forma visual, utilizando criatividade e pesquisa. Os alunos foram divididos em trios e duplas para criarem representações visuais de moléculas simples, que unidas formam substâncias que usamos em nossa rotina. O desenvolvimento desta atividade lhes mostrou que o que estava sendo estudado nada mais era do que o processo de composição das substâncias que utilizamos para limpar a casa, respirar, nos alimentar... e assim puderam entender a química em sua mais simples forma. Utilizando bolinhas de isopor e palitos de churrasco, os alunos montaram as estruturas de moléculas: a molécula de água, sal, hidróxido de sódio, oxigênio e muitas outras. As moléculas foram expostas em sala de aula. Alguns alunos descreveram a experiência de fazer tal atividade como curiosa. Para eles, as moléculas eram simples e impossíveis de se imaginar, mas ao transformarem o que escreviam em seus cadernos em algo concreto, perceberam que a química faz parte de suas vidas e que entendê-la é muito importante para o seu desenvolvimento e aprendizagem. Felipe Rodrigues Pius Professor de Ciências • 2012 MALHAS TRIANGULARES Durante o terceiro bimestre as 5as séries aprenderam conceitos de área e perímetro de figuras planas. Uma das propostas para este estudo (Caderno do Aluno, volume 3) era a de preenchimento de uma malha triangular utilizando uma peça molde. Desta forma, propus aos alunos que fizessem um desenho qualquer na malha triangular, respeitando suas linhas. Após terminarem o desenho, pedi para que eles o pintassem utilizando duas cores. Se fossem da mesma cor pintariam intercalando entre clara e escura. Este desenho poderia ser uma paisagem, uma figura ou até mesmo abstrato. Os alunos gostaram muito da atividade e colocaram em prática toda criatividade. Kleyton Henrique Alves Oliveira Professor de Matemática • 2012 WRITTING TASK A expressão em inglês “Writting Task” designa a produção escrita ou a redação, tal como conhecemos mais popularmente. As writting tasks são propostas de produção de texto em Inglês, que comumente estão relacionadas ao assunto e atividades desenvolvidas durante o bimestre. A unidade quatro, do Caderno do Aluno de Língua Inglesa, abordou brinquedos que eram utilizados na década de 1980, como peões, bonecas de papel e minigames e o depoimento de pessoas que utilizavam esses brinquedos. Os alunos leram textos modelares com depoimentos sobre brinquedos diversos e produziram seus próprios depoimentos sobre seus brinquedos favoritos: My favorite toy is a skateboard and I learned how to walk. I enjoyed it very much. It has a symbol of peace and it is very beautiful. I love my skate. Stephanie M. Ribeiro 7ª série A • 2012 My favorite toy is a doll. It´s name is Nany. My mother gave it on my eighth birthday. Nany´s color is pink and I love my Nany. She is very, very beautiful. Yara A. G. de França 7ª série A • 2012 My favorite toy is a video game. My father gave it on my fourth birthday. My video game is black and it has a stiker. It is operated by a battery and I love to play with it at night. My friends sometimes play with me and it is so cool. Pedro Henrique de Siqueira 7ª série B • 2012 My favorite toy is a Barbie. My mother gave it on my sixth birthday. My Barbie has a smooth, blond and short hair and its eyes are blue. I love to play with it on my free time, and I love my beautiful doll. Karine P. Faria 7ª série B • 2012 É muito gratificante perceber, que apesar da pouca familiaridade com a Língua Inglesa, os alunos se esforçaram para produzir os depoimentos em Inglês e conseguiram descrever os seus brinquedos favoritos corretamente. Tatiana Emanuele Brito Felga Professora de Língua Inglesa • 2012 Produção do Conhecimento Jonathan A. Rosa • 5ª série B • 2012
  28. 28. 28 TANGRAM Uma das propostas do Caderno do Aluno, do 1º bimestre, foi trabalhar com o tangram no estudo de representações de frações e sobreposição de figuras. O tangram é um tipo de quebra-cabeça, de origem chinesa, composto por 7 figuras geométricas. Iniciei a aula de tangram contando uma das lendas que fala sobre um jovem discípulo que foi em um mercado para comprar um presente para seu mestre, para demonstrar sua gratidão. Havia muitas coisas maravilhosas neste mercado, mas o que chamou sua atenção foi uma pedra de jaspe, em forma de um quadrado. O discípulo não pensou duas vezes e a comprou para seu mestre. Ao chegar a sua casa, entregou-a a ele e disse que era uma forma de gratidão por todos os ensinamentos que lhe foram transmitidos ao longo dos anos. O mestre ficou muito feliz e pediu a ele que colocasse a pedra na mesa, que ficava no centro da sala. Um dia, o discípulo estava limpando os móveis e sem querer esbarrou na pedra, que caiu no chão e quebrou em 7 pedaços. Ele tentou por várias vezes remontar o quadrado, mas a cada tentativa ele descobria outras figuras. O mestre gostou da ideia, pediu para que seu discípulo montasse uma figura diferente para enfeitar sua sala a cada semana. Após ter contado a história pedi para que os alunos construíssem uma das figuras que pode ser montada utilizando as 7 peças do tangram e dessa forma concluímos a atividade. Os alunos demonstraram um grande interesse pela história e criaram figuras com os formatos mais variados, compreendendo de forma concreta, os conceitos ensinados no decorrer do bimestre. Kleyton Henrique Alves Oliveira Professor de Matemática • 2012 MÚSICA Os alunos fizeram música nas aulas de Arte, com partituras não convencionais com sons do corpo, instrumentos e até sons de outros ambientes. Fizeram uma atividade denominada, Você é o Maestro, em que o aluno comandou o colega com seus sons. O 5º ano construiu instrumentos com materiais alternativos como sucata. Também teve música na Exposição Cultural da 7ª série: diversos tipos de música (atuais e antigas), alunos tocando instrumentos musicais ao vivo e construção de instrumentos. Essas atividades fazem parte do Currículo da escola, que trabalha com muitas habilidades como ritmo, memorização e percepção musical. Marjorie C. Del Corto R. Moreira Professora de Arte • 2012 PROJETO UMA LENDA, DUAS LENDAS, TANTAS LENDAS... O Projeto “Uma lenda, duas lendas, tantas lendas...”, neste ano, veio de encontro com a Exposição Cultural realizada em nossa escola, por esse motivo resolvemos elaborar nosso produto final com uma linda apresentação, onde os personagens principais são nossos alunos. Como desenvolvemos? Este projeto foi elaborado pelos alunos dos 5os anos A e B e teve como finalidade a compreensão geral do que vem a ser o gênero lendas. O trabalho foi composto de atividades pontuais, como a de leitura em voz alta feita pelo professor, a de leitura de escolha pessoal e a Roda de Leitura. Foi conduzido em três etapas: reescrita individual, em dupla e, por fim, em grupo. A leitura do professor gerou dois tipos de atividades: a de reconto oral da lenda lida e a de reescrita da mesma. Além disso, para fazer a reescrita, o aluno precisou analisar alguns pontos importantes para seu entendimento: a origem, onde ela se passa, os personagens fundamentais, o vocabulário utilizado e o enredo em si. Na escrita sobre as lendas foi muito importante o conhecimento prévio dos alunos _ que adquiriram por meio de leitura de livros, por um parente que contou, leu na internet, viu na televisão, entre outros. Após todo esse estudo, pesquisamos as lendas que pertenciam às cinco regiões brasileiras, dividimos os alunos em grupo (cada grupo uma região) e os mesmos ensaiaram para a apresentação na Exposição Cultural. Houve também confecção de jogos, túnel das lendas de assombração e texto para introdução. Percebemos um interesse muito grande por parte dos alunos, o que permitiu que o projeto fosse um sucesso! Lucimari A. Bello Trindade e Jucimara Bettega Cordeiro Professoras dos 5os anos • 2012 Produção do Conhecimento
  29. 29. APRENDENDO COM OS GRÁFICOS Durante as aulas de Matemática no 2° bimestre, os alunos dos 3os anos construíram um gráfico usando a escolha entre os seis animais estudados no Projeto Animais Marinhos. Essa atividade proporcionou a oportunidade aos alunos de perceberem a importância dos conceitos matemáticos como uma ferramenta de leitura, interpretação, pesquisa e coleta de dados. Maria Cristina Volga e Tânia de Carvalho Profas dos 3os anos • 2012 29 No ano de 2012, no decorrer do Projeto Plantando a Paz na Escola, uma das propostas era que cada sala do ciclo II apresentasse uma atividade relacionada a um tema, que seria apresentado para os alunos do ciclo I, e o tema proposto para as 7as séries foi alimentação saudável. Após a apresentação do projeto para o ciclo I, sugeri que preparassem uma aula, baseada na pesquisa que eles realizaram sobre a alimentação saudável, para que fosse apresentada para os alunos das 5as séries, pois o conteúdo a ser ministrado seria análise e interpretação de dados, gráficos e tabelas e para iniciar este conteúdo seria interessante aproveitar um tema atual para abordar esses conceitos. No final da explicação, os alunos das 7as séries fizeram uma atividade dinâmica em que mostravam um recorte de alimento e os PRATIQUE A PAZ A Cultura da Paz se faz nas pequenas ações do cotidiano: no nosso jeito de nos comunicar com os outros, na nossa forma de lidar com conflitos e sentimentos como frustração e raiva, na nossa capacidade de reconhecer e valorizar as diferenças e de sermos tolerantes. Cada um de nós pode ser um construtor da Paz. Cada um de nós pode influenciar com sua maneira de agir com o grupo de pessoas que nos cercam a serem construtoras da Paz. A vida exige de nós muitas ESCOLHAS. Você pode incluir, entre suas escolhas fundamentais, ser um Construtor da Paz. Ao fazer esta opção, você estará dando a sua vida e a seus relacionamentos mais qualidade e estará construindo uma sociedade mais saudável, em que os valores de não violência predominem. Nossa mudança interior e a responsabilidade de cada um de nós por essa mudança é o caminho para uma Cultura de Paz verdadeira e duradoura. “Não existe um caminho para a paz. A paz é o caminho.” _ frase de Mahatma Gandhi. (Fonte://www.atividadeseducativas.com.br) Jucimara B. Cordeiro e Lucimari A. B. Trindade Professoras dos 5os anos • 2012 outros alunos deveriam classificá-los em alimento saudável ou não saudável. Pedi aos alunos, que apresentaram a aula, que contassem como foi a experiência, duas alunas relataram, veja a seguir. Para mim, apresentar este trabalho para os 4os anos e 5as séries foi um belo desafio, pois sempre fui muito tímida na apresentação de trabalhos e o medo das crianças não gostarem, falava bem mais alto que o meu lado positivo. Estudei e me esforcei bastante para apresentar da melhor forma possível e espero ter atingido esse objetivo. Todos nós nos divertimosbastanteelaborandootrabalho e, principalmente, apresentando. Espero ter mais oportunidades como essa, pois aprendi muito com essa experiência. Isabela Dourado Ferreira 7ª série B • 2012 Também acho que foi um desafio para todos nós, porque tivemos que passar pelas mesmas coisas que os professores com a gente. Acho que foi uma lição para todos nós pararmos de ser como somos e respeitar os professores, pois eles só estão fazendo seu trabalho. Jennifer Souza Silva 7ª série B • 2012 Este trabalho foi muito gratificante, pois além de auxiliar na compreensão dos conceitos, provocou nos alunos das 7as séries uma mudança de postura, tornando-os mais responsáveis e comprometidos nas aulas. Kleyton Henrique Alves Oliveira Professor de Matemática • 2012 PROFESSORES POR UM DIA Produção do Conhecimento
  30. 30. 30 HISTÓRIA EM QUADRINHOS SOBRE NAPOLEÃO BONAPARTE Napoleão Bonaparte foi um grande estrategista francês. Governou a França logo após a Revolução Francesa (1789), que durou, segundo alguns autores, 10 anos. Napoleão veio logo após e começou a governar a França em 1799. Além disso, Napoleão está no imaginário da população, sempre comparado a uma pessoa grandiosa, poderosa, astuta – “ele é um Napoleão nos negócios”, ou seja, bem sucedido. Sua vida foi cheia de altos e baixos, e suas “façanhas” marcam nossas vidas ainda hoje. Alguns de seus feitos estão presentes no nosso cotidiano e não sabemos. Para que os alunos aprendessem mais sobre ele, pedi como trabalho uma História em Quadrinhos sobre o Napoleão Bonaparte. Surpreendi-me com o resultado, muitos alunos fizeram um trabalho caprichado, cheio de detalhes e até de piadas. O mais detalhado foi de dois alunos da 7ª A (2012) Gustavo M. da Cunha e Stephanie M. Ribeiro e que a capinha está acima. Laís de Leiros Medeiros Professora de História • 2012 Este ano tive o privilégio de lecionar na Escola Estadual Francisco Prisco e gostaria de contar um pouco sobre como foi esta experiência. Lembro-me do primeiro contato com os professores e do quão primordial foi receber o auxílio de cada um nesta nova jornada: assumindo três salas, 6ªA, 6ªB e 7ªA, em caráter regular, uma vez que até este momento, toda experiência que eu tivera fora como professor eventual em escolas diversas da rede estadual. Até então o ensino público me parecia ineficaz, não pela escola, mas por observar a prática de professores cujas preocupações restringiam-se ao cumprimento do conteúdo, sem atentar para a necessidade de ajudar o aluno a se tornar autônomo em suas criações e aprendizado. Já nos primeiros contatos com os alunos e professores do Prisco minha visão sobre a educação modificou-se. Iniciei minhas aulas com um contrato pedagógico: questionei sobre como gostariam de aprender nas aulas e quais eram seus pensamentos sobre como deveriam ser os métodos de um professor, em uma única voz responderam que “as aulas deveriam ser mais descontraídas”, foi aí que ANIMAIS MARINHOS Os alunos dos 3os anos A e B apresentaram na Exposição Cultural de 2012 o Projeto Ler e Escrever – “Animais Marinhos”. Foram desenvolvidas várias atividades, entre elas jogos: como o da memória, resta um, jogo da velha. Eles foram confeccionados pelas crianças, possibilitando desenvolver atenção, percepção visual e raciocínio lógico, identificando semelhanças, diferenças, confrontando, comparando, ordenando, utilizando estratégias, propondo desafios, contribuindo assim para uma aprendizagem significativa. Com todas essas atividades os alunos puderam sentir-se parte integrante dessas tarefas, estabelecendo relações entre imagens, posição no tabuleiro e, assim desenvolvendo estratégias para localização das figuras no espaço com a fixação de um ponto de referência e a observação do entorno de uma figura. Maria Cristina Volga e Tânia de Carvalho Profas dos 3os anos • 2012 fiz um acordo com eles: definimos o que seria e não seria permitido por ambas as partes. Para cumprir com o combinado, separei um momento em cada aula para a descontração dos alunos, com atividades mais dinâmicas, como debates e pequenos jogos. Eles extravasavam a energia e depois participavam alegres das aulas. Houve momentos em que alguns deles quebraram o acordo e tal como havia prometido, não poderia beneficiar quem não cumpria sua parte. Os demais alunos passaram a cobrar seus colegas para que pudéssemos ter uma boa aula, o resultado é que meus pequenos alunos tornaram-se grandes e assumiram seus papéis como colaboradores do processo de ensino aprendizagem. Obtive sucesso em minhas aulas de Língua Portuguesa, não por mérito meu, mas dos alunos, que compreenderam e aceitaram a proposta de aprendizado decidida em grupo. Com esta experiência foi possível perceber que a educação pública pode sim mudar alunos e professores: torná- los reflexivos. Alexsandro Rodrigues de Oliveira Prof. de Língua Portuguesa • 2012 EXPERIÊNCIA EM SALA DE AULA Produção do Conhecimento Gustavo Machado da Cunha e Stephanie Moura Ribeiro 7ª série A • 2012
  31. 31. GUARDIÕES DE MEMÓRIAS Os órgãos dos sentidos funcionam como um canalentrenóseoquenosrodeia.Éinteressante ver que graças a estas maravilhosas ferramentas do corpo humano, conseguimos nos encontrar e imprimir lembranças em toques, cheiros, imagens e lugares onde, para cada um, existe uma sensação diferente. Os alunos das oitavas séries trabalharam suas lembranças, trazendo fotos de quando eram pequenos e também fotos que representavam momentos especiais em suas vidas. O cérebro é o grande guardião de nossas memórias e sendo assim, se abríssemos a cabeça de cada um e tivéssemos acesso às informações que o cérebro guarda, saberíamos de segredos que as pessoas jamais contariam. Nesta atividade, os alunos trouxeram suas fotos e uma foto de seus rostos em tamanho maior. Realizamos então um trabalho de anatomia humana, em que eles recortaram a cabeça deles, como se fosse uma tampa, e dela partiram imagens que escolheram. Para quem via, eram somente imagens, mas para quem fazia, era uma forma de resgatar lembranças e lembrar sim, que elas são parte das impressões que cada um tem sobre o mundo ao seu redor. Para os alunos a experiência de fazer este trabalho foi uma forma de reviverem fatos. Alguns alunos citaram que queriam ser crianças novamente. Acredito que esta volta ao passado foi também um momento de reflexão, é inevitável crescer, e as lembranças são parte desse processo contínuo e incrível. Felipe Rodrigues Pius Professor de Ciências • 2012 ROMEU E JULIETA Romeu era um cientista apaixonado que usou os números para declarar em uma carta o seu amor por Julieta. Os números da carta foram usados nas aulas de matemática para estudar o uso da notação científica, uma representação para números muito grandes ou muito pequenos de forma resumida. Para finalizar a atividade foi proposto para os alunos que respondessem a carta de Romeu aceitando ou recusando o amor do cientista. Romeu seu boboca! Gostei das suas palavras tanto quanto o comprimento de um vírus de 0,000 000 009 cm, meu coração não bate, ele para. Nem que você escalasse o Everest a 8.850m de altura com uma só mão não ficaria com você. Prefiro carregar um Empire State Building de 365.000 toneladas do que dizer que te amo. Você é como uma partícula de poeira que tem 0,000 000 000 753Kg de valor para mim, insignificante. Despedindo-me de você agora na velocidade da luz 300.000.000 m/s para que você não me encontre nem aqui nem na China! Beijo. Julieta. Luíza B. de Jesus, Brenda Barbosa, Kaíque L. da Silva, Igor F. C. Lopes, Gabrielle R. Rodrigues e Alan O. Santos 8ª série A • 2012 Caro Romeu, Quando estou sem você sinto que eu sou a Terra e você é a Lua e entre nós existem 384.000 quilômetros de distância. Nosso amor é tão grande quanto a quantidade de habitantes que existe na Terra, 6.800.000.000 habitantes. Por você eu pularia dos 8.850 metros do topo do Monte Everest. Sem você as horas passam como a velocidade de uma lesma 0,001m/s. As chances de eu te esquecer são tão pequenas quanto a massa de uma partícula de poeira 0,000 000 000 753Kg. Oh, Romeu, eu te amo. Estarei contando os segundos para te ver novamente. Com amor, Juleita. Érika B. Siqueira, Laís S. da Silva, Larissa S. Passos, Graziela R. Rodrigues, Henrique C. da Fonseca, Kauan V. A. Moretti e Igor de Araujo 8ª série B • 2012 Rita de Cássia Baroni Caramel Oliveira Professora de Matemática • 2012 31 Produção do Conhecimento
  32. 32. 32 MEU APRENDIZADO Sou professora auxiliar de Língua Portuguesa e há sete meses leciono na E. E. Francisco Prisco. A escola me fez crescer muito, tanto socialquantoprofissionalmente.Todaaequipe de professores e a coordenação me ajudaram muito a desempenhar bem meu trabalho, pois tenho apenas 20 anos e estou iniciando nessa carreira. Sei que tenho muito que aprender ainda, mas me sinto confiante e preparada para fazer meu trabalho nesta escola, pois tenho a certeza de que todos irão me ajudar sempre que eu precisar. A escola é um lugar agradável, os alunos são muito educados e simpáticos: todos me receberam com muito amor e carinho. Só tenho a agradecer à direção, coordenação e professores da escola, por terem me ajudado e me apoiado nesse meu ingresso como professora. Quero agradecer também aos alunos por me fazerem persistir nesta profissão, que tanto me apraz! Aline Silva Tavares Profa Auxiliar de Língua Portuguesa • 2012 IMPORTÂNCIA DAS PLANTAS O CO2 faz mal para as pessoas, mas para as plantas é como refeição, elas comem tudinho e não te deixam na mão. Pois com o CO2 é fabricado e com essa limpeza o ar fica menos pesado. A energia ajuda as plantas a se fortalecer e fazer a sua fotossíntese para que ela possa sobreviver. Quando a planta pega CO2 é feito o sequestro de carbono, isso é uma alimentação que faz bem para o coração. Após esse processo ela libera o CO2 para os seres-humanos respirarem depois. Igor Santana de Morais 7ª série B • 2012 O poema acima foi elaborado pelo aluno Igor, da 7ª B, como atividade avaliativa, que tinha como objetivo a produção de um texto, explicando a importância da iluminação natural para a vida vegetal e como isso a influencia na atmosfera. Essa atividade foi proposta após as discussões produzidas em sala de aula sobre a importância da luz solar para a vida do planeta. Karen Aparecida Silveira Professora de Geografia • 2012 TEXTO COLETIVO No 4º bimestre participamos do Projeto Plantando a Paz na Escola. Fizemos ao redor da nossa escola o nosso jardim com a ajuda de amigos do período da tarde. Gostamos muito deste momento e queremos continuar plantando a paz entre nós. Eliane Arcanjo dos Santos Professora do 2º ano B • 2012 Produção do Conhecimento
  33. 33. O Projeto Confabulando com Fábulas, tema da Exposição Cultural de 2012 dos 4os anos A e B, teve como objetivo a apropriação pelos alunos de um gênero textual, levando-os a refletirem seriamente sobre o comportamento humano. E nada melhor do que as fábulas, histórias tão antigas (mas tão atuais!!) para nos ajudar nessa missão tão relevante para a formação de nossos pequenos cidadãos. Afinal, “é devagar que se vai longe”. Certamente, os frutos serão fecundos! Os alunos estiveram empenhados em diversas atividades como: pesquisas, leitura, transformação de fábulas em histórias em quadrinhos, revisões textuais, jogo e como quem conta um conto (ou melhor, uma fábula), aumenta um ponto, os (as) alunos (as) FABULARAM com suas famílias, associando seus conhecimentos. O resultado? Criações belíssimas e, como não podia deixar de ser, cheias de ensinamentos. A raposa e o coelho Em um dia muito quente e com a água acabando naquele lugar, chamado de Traz dos Montes, havia um coelho e uma raposa tentando achar água. Os dois se encontraram na beira de um lago quase seco e começaram a conversar. __Olá, senhor coelho! Como vai a vida?__ 33 perguntou a raposa. __ Muito difícil! Tenho muitos filhotes para dar água e pouca água para dar a eles.__ respondeu a raposa. Dona raposa então disse: __Também tenho muitos filhotes para dar água. O que faremos? Nesse instante veio uma ideia na cabeça da raposa, que disse: __ Senhor coelho, está vendo aquela árvore perto do lago? Ela acumula muita água em sua raiz. Eu cavo e o senhor e seus filhotes fazem túneis por onde a água possa passar. __ Muito bem! Que ideia genial! __disse o senhor coelho. E assim fizeram. A água apareceu. Mataram a sede de todos e tornaram-se grandes amigos. Moral: Quando juntamos forças, solucionamos os problemas. Lívia dos S. Felippazzi 4º ano A • 2012 Ana Virgínia do Carmo Moreira Professora do 4º ano A A lesma e o gafanhoto Um gafanhoto adorava se mostrar, por ser o mais rápido de todos os insetos. Até que uma lesma apareceu e disse: __ Aposto que não é mais rápido que eu, desafio você a uma corrida. __ Há, há, há, uma corrida com você __disse o gafanhoto. __ Então está com medo. __ M- medo eu? Tudo bem, aceito o desafio. No dia da corrida, o vagalume deu a largada. Como sempre, o gafanhoto estava na frente, mas a lesma não perdeu a esperança. O gafanhoto estava cansado, então tirou um cochilo. A lesma com uma arrastadinha, avançou o gafanhoto e venceu a corrida. Moral: Devagar se vai ao longe e rápido não leva a nada. Ana Beatriz M. Moreno 4o ano B • 2012 Tania Alice Felix Profa do 4º ano B • 2012 CONFABULANDO COM FÁBULAS Produção do Conhecimento
  34. 34. 34 TRABALHO ESCOLAR VERDE A equipe escolar da E. E. Francisco Prisco desenvolveu o projeto Plantando a Paz na Escola no segundo semestre de 2012 e um dos eixos temáticos do projeto foi reciclagem. Sendo assim, foi proposto aos alunos das oitavas séries A e B, que produzissem maquetes com materiais recicláveis de partes deumacasaedelocaispúblicos,comoescolas, comércios e outros. Os alunos produziram maquetes com legendas em inglês, para ampliarem o vocabulário e familiarizarem- se com a denominação destes espaços e utilidades. Os trabalhos foram expostos no pátio para que os estudantes de outras séries também obtivessem este aprendizado, a partir da associação das palavras aos objetos concretos ali demonstrados. Os trabalhos ficaram primorosos e despertaram a curiosidade de todos para o significado das legendas. Houve grande satisfação por parte de alunos e professores com o resultado das produções. A maquete que se destacou foi a do aluno Willian, da 8ª A, que produziu um supermarket. Tatiana Emanuele Brito Felga Professora de Inglês • 2012 CONSUMISMO Segundo o dicionário Aurélio, consumismo significa “consumo exagerado de bens” e, apesar deste consumo exagerado parecer uma escolha individual, que não afeta terceiros, pois uma família compra o que bem entende, já que pode pagar pelo que adquire, a dinâmica do consumo demonstra justamente o contrário. Há inúmeras coisas envolvidas nesse processo, e não apenas o poder de compra. Há exemplo, nos EUA, 90% do que é consumido, é descartado três meses depois e o que é descartado vira lixo, mas o que fazer com ele? Essa é uma das questões mais discutidas nos últimos anos. Algumas nações têm como solução, por exemplo, encher contêiner de lixo e mandar para outros países. Parece piada, mas é verdade. Contudo, a questão que deveria ser ainda mais discutida _ mas não é _, é o questionamento sobre a real necessidade do que consumimos. Essa necessidade não surge em nós, do nada, mas vem de propagandas, por diferentes veículos _ Televisão, Jornal, Internet etc _ que bombardeiam os lares com um ideário de status que está relacionado a determinados produtos e marcas. Se tentarmos definir o sujeito que consome, ainda com auxilio do Aurélio, encontraremos: “aquele ou aquilo que consome”. Neste sentido, nós consumidores, por vezes, temos uma necessidade tão grande de comprar, gerada pelas propagandas, que não notamos o quão inútil tal objeto pode ser. É exatamente esse impulso que devemos controlar, para que passemos a consumir apenas o que é realmente necessário e não mais o dispensável. Para finalizar, durante o Projeto Plantando a Paz, falamos um pouco sobre consumismo e, em uma das aulas, os alunos assistiram um documentário chamado “Criança, a alma do negócio”, retratando a história de algumas crianças que foram “dominadas” por esse impulso de comprar, demonstrando a negatividade deste impulso. Uma aluna, após algumas aulas do projeto e após ter assistido o documentário, produziu um texto tratando do consumismo na infância. Em seu texto, a aluna imprimiu a mensagem passada pelo projeto. Laís de Leiros Medeiros Professora de História • 2012 O EFEITO DO CONSUMISMO NA INFÂNCIA O consumismo incentiva as crianças a comprarem objetos e não a brincar. Então cada vez mais elas pedem inúmeros brinquedos, eletrônicos e usam por um ou dois dias e depois os abandonam. Normalmente é pelo simples fato de ter o objeto, ao invés de usá-lo. Essas influências podem vir tanto da publicidade, da televisão ou da internet, quanto dos colegas da escola. As crianças se iludem, achando que determinado objeto irá fazê-la se sentir feliz, mas, na verdade, a sensação é passageira. Apesar de tudo, é possível evitar que crianças tornem-se consumistas por meio da educação. Se os pais estabelecerem limites o exagero pode ser evitado. Além disso, deve ser explicado o impacto que o consumo exagerado traz para a natureza. Também é bom sugerir que a criança reflita sobre o produto, fazendo para si perguntas como: “eu preciso disso?”, “já tenho algo parecido?”, entre outras, assim o dinheiro e o meio ambiente serão poupados. Raíssa Vidal Farias 8ª série B • 2012 34 Professora de Inglês • 2012 O EFEITO DO CONSUMISMO NA INFÂ O consumismo incentiva as crianças a com mais elas pedem inúmeros brinquedos, ele os abandonam. Normalmente é pelo simples influências podem vir tanto da publicidade, da escola. As crianças se iludem, achando que d na verdade, a sensação é passageira. Apesar consumistas por meio da exagero po o impacto Também é fazendo pa tenho algo pa ambiente s Produção do Conhecimento
  35. 35. 35 MEDINDO AQUI E ACOLÁ Um dia a professora nos disse que íamos ter uma aula com a fita métrica e fiquei muito ansiosa, porque eu ainda não sabia medir muito bem. A professora nos entregou uma folha com a fita métrica e começamos a recortá-la e colá-la. Quando estávamos com a fita pronta, fizemos uma tabela com as medidas de alguns objetos da sala, foi divertido. Em um outro dia fomos lá fora e medimos os nossos colegas. Nesse dia nos divertimos mais ainda. Rebeca de G. Candida 4o ano A • 2012 Ana Virgínia do Carmo Moreira Professora do 4º ano A • 2012 Essa atividade foi ótima, mas um pouco complicada. Eu adorei e quero mais! Atividades com fita métrica quem inventou com toda a minha certeza foi um gênio. A minha matéria preferida é a Matemática, e agora está ficando ainda melhor. A Matemática estimula o nosso cérebro. Eu amo a Matemática! A fita métrica é um instrumento que ajuda muito as costureiras a tirar medidas de pessoas, e por alguns dias fez parte da nossa rotina. Karina Caetité Benevides 4o ano B • 2012 Tania Alice Felix Professora do 4o ano B • 2012 NÃO SÓ POR AMOR! Nós, professoras auxiliares do Ciclo I, iniciamos nosso trabalho com um grande desafio, não só de suprir as necessidades pedagógicas, mas de motivar alunos que muitas vezes se encontravam com sua autoestima comprometida. Este trabalho foi gratificante, pois o aluno deve sempre ser o foco principal necessitando de orientação, motivação, atenção e respeito. Nós enquanto formadoras temos a missão de atender a cada aluno de forma diferenciada e avaliar as áreas de aprendizagem tanto as positivas quanto aquelas a serem melhoradas. Cabe salientar, no entanto, que o nosso trabalho poderia ter sido de excelência se houvesse participação, compreensão e ajuda por parte da família que muitas vezes fecha os olhos para problemas graves que fogem do nosso alcance. Dedicatória:nós,professorasauxiliaresdoCicloI,daEscolaEstadualFranciscoPrisco,concluímos nossos trabalhos com sucesso e dignidade. Compartilhamos conhecimentos, obtivemos compreensão, respeito e amizade dos professores e alunos. Os nossos agradecimentos à direção, coordenação, professores e funcionários. Felicidades a todos! Claudete M. da S. Iglesias, Valdirene R. de Matos, Maria Lucia D.Corto Roncon e Ivanete F. K. dos Santos Profas Auxiliares dos 2os, 3os , 4os e 5os anos respectivamente • 2012 A LENDA DO QUADRADO MÁGICO Diz a lenda que há milhares de anos atrás, 2200 a.C. , o imperador chinês Yu estava descendo o rio Lo, o rio amarelo acompanhado pelos seus dois sacerdotes, quando viu uma tartaruga com uma sequência de pontos em seu casco e reparou uma coisa incomum. Quaisquer as direções em que os pontinhos fossem somados, o resultado era sempre 15. O nome atribuído a essa sequência de pontinhos foi “Lo-shi”, que passou a ser usada no oriente para a prática de magia. Na Europa no século XVI acreditava-se que o quadrado mágico servia como um amuleto para afastar das trevas. Izabella P. de Oliveira, Jennifer de S. Moura, Milena R. de Camargo e Kathleen N. B. Cardoso 6ª série A • 2012 O texto é resultado da pesquisa proposta nas oficinas de concentração nas aulas de Matemática. Rita de Cássia Baroni Caramel Oliveira Profª de Matemática • 2012 Ilustração da aluna Kathleen N. B. Cardoso 6ª série A • 2012 Produção do Conhecimento
  36. 36. 36 Nada como uma aula prática em que os alunos poderiam produzir uma deliciosa compota de morangos não é mesmo? Muita diversão, empenho e responsabilidade. Estes foram os principais ingredientes dessa aula que buscava muito mais que o entendimento do processo de preparação de uma compota. Os alunos trouxeram os ingredientes em grande quantidade e demonstraram participação ativa durante toda aula. A sala foi dividida em vários grupos e cada grupo ajudou em uma etapa para que tivéssemos uma deliciosa compota no final. Mas, por que fazer uma compota na escola? Simples! O objetivo principal era observar na prática um dos processos de conservação de alimentos, que antes foram trabalhados durante as aulas de Ciências. O açúcar é um conservador natural, pois impede a ação de microorganismos decompositores e permite que os produtos em que é adicionado sejam próprios para o consumo por muito mais tempo. A 6ª série B caprichou e no final do aprendizado, todos comeram a compota na escola, levaram para casa e levarão essa experiência com eles com muitoamorecarinho.Vocêtambémpodefazer como a 6ª B e produzir sua própria compota de morangos, siga a receita e se delicie! Ingredientes 450 g de morangos 1 xícara (chá) de açúcar Suco de 1/2 limão Modo de Preparo 1. Lave muito bem os morangos sob água corrente e retire as folhas. Numa tigela, deixe- os de molho por 10 minutos. Em seguida, retire os morangos sem escorrer a água, com cuidado para que as "sujeirinhas" fiquem no fundo da tigela. 2. Numa panela, junte os morangos, o suco de limão e o açúcar. Leve ao fogo baixo e deixe cozinhar por cerca de 30 minutos, ou até que se forme uma calda grossa e os morangos fiquem bem macios. 3. Retire a geleia do fogo e deixe esfriar. Distribua em vidros esterilizados próprios para geleia e guarde na geladeira. Dica Potes de vidro podem ser reutilizados para conservas, ou mesmo geleias, feitas em casa. Mas primeiro eles devem ser muito bem esterilizados. Para isso, leve bastante água para ferver numa panela grande; coloque o vidro e sua tampa na panela e deixe ferver por no mínimo 15 minutos. Para retirar o vidro e a tampa, utilize uma pinça de cozinha e deixe- os escorrer sobre um pano de prato limpo. Atenção: não coloque o vidro sobre nenhuma superfície muito gelada, como mármore, pois o vidro pode estourar. Só use os potes esterilizados depois que eles esfriarem totalmente. Felipe Rodrigues Pius Professor de Ciências • 2012 MATEMÁTICA FANTÁSTICA No ano de 2012 demos início a um Projeto chamado EMAI (Estudo da Matemática para os Anos Iniciais), enviado pela Secretaria da Educação. No caso dos 5os anos vários procedimentos e cálculos de Matemática foram usados por eles, mas o que mais gostaram de desenvolver foi o uso da calculadora e as estimativas. Um dos papéis da escola é ensinar a decidir com inteligência, se é mais adequado calcular com lápis e papel, mentalmente, com calculadora ou ainda estimar o resultado. Estamos em uma época em que saber calcular, conhecer todos os algoritmos e propriedades é muito importante, mas não basta preparar nossos alunos para a diversidade de situações que eles vão encontrar em suas vidas pessoais ou profissionais. Se é fato que as máquinas se encarregarão da maioria dos cálculos, resta aos nossos alunos controlar esse cálculo por meio de todo seu acervo de conceitos, técnicas e habilidades, que estarão também a serviço de situações novas, diversificadas e significativas que cada um deles mostrou ter. Para os nossos alunos ficou claro que fora de atividades profissionais, são raras as situações que requerem resultados exatos e, quando a precisão é indispensável, tanto os indivíduos quanto as empresas empregam instrumentos adequados como calculadoras e computadores. Por isso em nossas aulas, também baseado no projeto desenvolvido, propiciamos situações que levaram os alunos a usar equilibradamente as diversas formas de cálculos. A calculadora pode e deve ser usada em sala de aula sempre que o cálculo for um passo do trabalho, e não a atividade principal. Se o objetivo principal do ensino da Matemática é levar os alunos a desenvolver a compreensão conceitual das ideias matemáticas para ativar o raciocínio e resolver problemas, então, não cabem dúvidas acerca do uso da calculadora em aula. Nossa tarefa consiste em saber utilizá-la com inteligência. Jucimara B. Cordeiro e Lucimari A. B.Trindade Professoras dos 5os anos • 2012 SERIA SÓ UMA COMPOTA? Produção do Conhecimento
  37. 37. 37 Durante as aulas de História que tratavam de História do Brasil (chegada da família real até a República), utilizei, em sala de aula, dois volumes dos gibis “História do Brasil em quadrinhos” (Editora Europa) para diversificar as leituras em que normalmente são apostilas e livro didático. O enredo do gibi é muito parecido com o cotidiano em sala de aula, um grupo de alunos está fazendo um trabalho sobre História do Brasil e precisa de ajuda, para isso pede ajuda de um professor chamado “Daguerre”. Os gibis têm uma ótima ilustração e despertaram interesse e curiosidade nos alunos. Os dois textos a seguir são de alunos da 7ª série e expressam suas opiniões sobre o uso dos gibis em sala de aula. Laís de Leiros Medeiros Professora de História • 2012 História do Brasil Eu gostei muito dos gibis que falam sobre a História do Brasil, fizeram que eu entendesse mais sobre ela, descobri quemeraNapoleãoBonaparte,meajudou para fazer a História em quadrinhos sobre ele (trabalho de História) e também soube que ele foi o responsável pela construção do“MuseudoIpiranga”(MuseuPaulista). Com o gibi consegui entender mais coisas sobre a família real, a Independência do Brasil e a Proclamação da República. Soube que quando Dom Pedro II recebeu o trono tinha apenas 5 anos, mas só poderia governar o Brasil com 18 anos, então, aconteceu o Golpe da Maioridade e ele pode governar com 15 anos. Soube também que o ano de 1880 marcou as mortes de dois dos maiores apoiadores do Império que foram o Duque de Caxias e o Visconde do Rio Branco. Enfim gostei muito da História, a aula ficou mais divertida e aprendi várias coisas. Vitor A. Ramos 7ª série A • 2012 Aula de História A aula de História melhorou com os gibis porque eles deixaram mais interessante. A parte mais importante foi quando os alunos correram atrás da pesquisa e buscaram saber mais, foi uma atitude muito boa da parte deles porque muitos alunos não têm uma atitude assim. Em minha opinião, a aula dos gibis foi uma aula diferente, em que todos podiam ler e saber mais sobre a História, o “professor Daguerre” sabe muito sobre História, parece que ele viveu aquilo, achei isso muito interessante. Sei que isso ajudou as pessoas da minha sala a entender a matéria. Eu me surpreendi porque os alunos que estavam no gibi sabiam um pouco da História do Brasil e tudo o que o professor perguntava eles sabiam responder. Natan da Silva Rodrigues 7ª série B • 2012 CONVIVÊNCIA PACÍFICA Plantando a Paz na Escola é um projeto que foi desenvolvido com o objetivo de propiciar a convivência pacífica entre todos os alunos, fortalecendo o respeito à diferença humana, a solidariedade e à união. Foi importante levar os alunos a compreenderem e assumirem a responsabilidade de adotar atitudes que venham a reduzir a violência dentro da nossa escola e que cultivem a paz para as pessoas comquemconvive.Emboraoprojetotenhasido encabeçado pelo Ciclo II, as crianças do Ciclo I ficaram totalmente envolvidas, aconteceram várias oficinas, as quais encantaram nossos pequenos. O encerramento foi o ponto alto do projeto, uma caminhada da nossa escola até a Vila do Doce esbanjou beleza, alegria e energia positiva, deixando professores, alunos e pais emocionados. Lucimari A. B. Trindade e Jucimara B. Cordeiro Professoras dos 5os anos • 2012 MERCADO E OS NÚMEROS DECIMAIS No 2º bimestre de 2012 o conteúdo de números decimais foi trabalhado com os alunos da 5ª série. Eles construíram um folheto de mercado para facilitar a compressão das operações com esses números. Para tanto produziram uma capa com nome, logotipo e slogan, uma tabela de preços e a imagem dos produtos em promoção. Após a construção deste folheto, propus um valor que eles teriam para gastar neste mercado e cada um somaria os produtos da promoção e diria se o dinheiro seria suficiente para que levassem todos os produtos do folheto. O desenvolvimento deste trabalho facilitou o entendimento do conteúdo e os alunos se divertiram muito colocando em prática sua criatividade. Kleyton Henrique Alves Oliveira Professor de Matemática • 2012 GIBIS EM AULA DE HISTÓRIA Produção do Conhecimento
  38. 38. 38 Em 2012 foi proposto aos alunos dos 4os anos A e B trabalhos em grupo nas disciplinas de História, Geografia e Ciências. Os grupos foram organizados dentro de dois grandes temas: “Água” e o “Município de Ribeirão Pires”. Os alunos puderam, através de pesquisas, aprender e compartilhar com os colegas, por exemplo, o que são áreas de mananciais e o que é Projeto Cidade Limpa desenvolvido em nossa cidade. Alguns grupos deram um show nas suas apresentações utilizando o data show, ferramenta utilizada por professores e alunos em sala de aula. O trabalho em grupo foi uma oportunidade de construir coletivamente o conhecimento. Foi um momento de troca, o aluno exercitou uma série de habilidades. Ao mesmo tempo em que estudou o conteúdo das disciplinas, ele aprendeu a dividir e planejar tarefas, aprendeu a argumentar, ouvir a opinião dos outros, respeitar e ser tolerante, lidar com os problemas e resolvê-los. Confiram o que disseram os alunos sobre a experiência do 1o trabalho em grupo: “Eu gostei de fazer o meu primeiro trabalho em grupo, porque eu aprendi mais, fiz novas amizades com os alunos do meu grupo e aprendi com os outros grupos também.” Ana Luísa Carreira de Santiago 4º ano A • 2012 “O trabalho em grupo foi importante porque um ajudou o outro, aquilo que um não sabia o amigo que sabia explicava.” Brenno Rafael Lopes Silva 4º ano A • 2012 “Gostei muito de fazer pela primeira vez trabalhos em grupo. Não foi fácil porque TRABALHO EM GRUPO: UMA EXPERIÊNCIA NOVA! Com o intuito de compreender e respeitar as diferenças do nosso próximo, principalmente quando se trata de pessoas portadoras de necessidades especiais, este trabalho foi desenvolvido para que possamos reduzir os preconceitos e ver que todos temos o direito de conviver em sociedade, independente de algumas pessoas não se esforçaram. Mas no final tudo deu certo.” Júlia Cândido Silva 4º ano A • 2012 “Foi legal apresentar trabalho em grupo, porque todo mundo perdeu o nervosismo.” Evandro Carlos de Oliveira Filho 4º ano A • 2012 Ana Virgínia do Carmo Moreira Professora do 4ª ano A • 2012 “Essa nova experiência foi espetacular, magnífica. A família de nossos amigos nos recebeu muito bem!” Isabele F. Leonardi e Érika L. Moura 4o ano B • 2012 Tania Alice Felix Professora do 4ª ano B • 2012 nossas limitações, pois possuir uma limitação não significa que a pessoa deixou de ser “normal”. E o que é ser “normal”? É pertencer a um grupo de pessoas que tem pensamentos e gostos iguais? Ser “normal” é um conceito determinado pela própria sociedade a qual através de preconceitos exclui muitas pessoas por serem apenas diferentes. Fazendo uma retrospectiva, nota-se que no passado os deficientes sofreram muito para conseguirem uma posição de igualdade na sociedade, mas essa posição não está totalmente real, pois o preconceito ainda existe e com ele vem uma grande barreira que só será quebrada quando todos nós aprendermos a respeitar e a lidar com as diferenças uns dos outros, sejam elas quais forem. Ao contar aos alunos a história da luta dos surdos para conseguirem a aceitação do uso de sua língua (conhecida no Brasil como LIBRAS _ Língua Brasileira de Sinais, que se tornou oficial a partir da Lei Federal nº 10.436 de 24 de abril de 2002), percebemos que não é fácil para a pessoa com necessidades especiais ser excluída e até mesmo rejeitada por possuir limitações ou diferenças de um determinado grupo. Após a história, vivenciamos a experiência de sermos deficientes por um dia, realizamos algumas atividades em que os alunos enfrentaram tarefas em que eles teriam algumas limitações como a surdez, a cegueira e a falta de movimento nos braços. Na finalização da atividade, compartilhamos experiências de convivências e histórias de pessoas que se encontraram nas condições vivenciadas nas atividades. Os alunos puderam contar o que mudou dentro de si após a realização da atividade. O objetivo central desse projeto é formar os adolescentes como cidadãos que saibam respeitar a todas as pessoas e ajudar aqueles que necessitam de algum tipo de apoio, sem permitir que as diferenças impeçam que todos nós tenhamos uma boa convivência. Todos nós temos direito de nos expressar, amar, sonhar, agir e nos comunicarmos no mundo, que hoje está repleto de preconceitos, mas que só será vencido quando todos aprendermos a respeitar as diferenças e amarmos ao nosso próximo. Kleyton Henrique Alves Oliveira Professor de Matemática • 2012 PROJETO DEFICIENTE POR UM DIA Produção do Conhecimento

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