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A CULTURA DA BANANAJosé Aldair Gomes CostaErnane Nogueira Nunes
PANORAMA DA CULTURADA BANANA NO BRASIL E     NO MUNDO
CULTIVO DE BANANA- Área total cultivada superior a 500 mil hectares- Produção total: 6 milhões de toneladas ao ano- Segund...
REGIÕES PRODUTORAS DE BANANA1 – CHAPADA DO APODI - CE / RN2 – SERRAS ÚMIDAS - CE                4                         ...
NORTE DE MINAS - MG
BOM JESUS DA LAPA - BA
ZONA DA MATA - PE
BAIXO ASSÚ - RN
PETROLINA- PE
BAIXO ACARAÚ - CE
CARIRI - CE
ICÓ – LIMA CAMPOS - CE
SERRAS ÚMIDAS - CE
TABULEIRO DE RUSSAS - CE
BARAÚNA - RN
CHAPADA DO APODÍ - CE
IMPORTÂNCIA ECONÔMICA     A cultura da banana ocupa o segundo lugar no    Brasil em volume de frutas produzidas e    consu...
VARIEDADES CULTIVADAS NA REGIÃO•   PACOVAN•   PRATA ANÕ   CAVENDISH (Casca Verde,Nanica, G. Naine, Williams)•   MAÇÕ   T...
VARIEDADES DE BANANA CULTIVADAS NA REGIÃOBANANA PACOVAN - CACHO     BANANA PACOVAN - PALMA BANANA G. NAINE - CACHO   BANAN...
BANANA PRATA ANÃ - CACHO                                       BANANA PRATA ANÃ - PALMABANANA PACOVAN APODI         BANANA...
PREPARO DA MUDA• MICROPROPAGADAS• PROPAGAÇÃO RÁPIDA• TIPO RIZOMAS
MUDAS A PARTIR DE MERISTEMAS
MUDAS ENRAIZADAS EM COPOS/TUBETES
MUDAS FORMADAS EM TELADOS
VIVEIRO DE MUDAS
MUDAS TIPO RIZOMA
• SELEÇÃO• DESCORTICAMENTO• TRATAMENTO
MANEJO DE SOLO•   DESMATAMENTO•   SUBSOLAGEM•   CORREÇÃO SOLO•   GRADAGEM•   ABERTURA DE SULCO/CAMALHÃO•   FUNDAÇÃO
SUBSOLAGEM E/OU    ARAÇÃO
CALAGEM
MARCAÇÃO DOS SULCOS E COVAS
SULCAMENTO
RENOVAÇÃ
ANÁLISE DE SOLO
METODOLOGIA DECOLETA
IDENTIFICAÇÃO
ADUBAÇÃO DE FUNDAÇÃO
PLANTIO EM SULCO
TRATOSCULTURAIS
• CAPINA MANUAL• CAPINA QUÍMICA
DESBASTE
USO DO GOIVÃO
DESFOLHA
PRIMEIRA DESFOLHA
DESFOLHA / PORTE DA PLANTA
REBAIXAMENTO INICIAL
REBAIXAMENTO FINAL
TOALETE DO CACHO
MARCAÇÃO DO CACHO
CONTROLE DE MARCAÇÃO
A ELIMINAÇÃO DO MANGARÁ
A DESPISTILAGEM MELHORA O FRUTO
EMBOLSAMENTO DO CACHO
USO DO TECZET(EMBOLSADOR)
AMARRIO OUESCORAMENTO
MANUTENÇÃO DA IRRIGAÇÃOLIMPEZA DA LINHADE GOTEJAMENTO
REVISÃO NO SISTEMA DE MICROASPERSÃO
LIMPEZA DO SISTEMA DE FILTRAGEM
FERRAMENTAS UTILIZADAS NO CULTIVO DA BANANA
PRAGAS
Broca do Rizoma• Descrição
Broca do Rizoma•   Comportamento
Broca do Rizoma• Danos
Broca do Rizoma• Monitoramento  – Nivel economico
Broca do Rizoma• Controle  Cultural
Broca do RizomaControleQuímico
Broca do Rizoma• Controle  Biologico
Ácaro• Identificação
Ácaro• Danos
ÁcaroControle  – Produtos
Trips da Flor• Identificação
Trips da Flor• Danos
Trips da Flor• Controle
Trips da Flor• Ferramenta
Trips da Ferrugem• Identificação
Trips da Ferrugem• Danos
Trips da Ferrugem• Controle
Abelha Arapuá• Identificação
Abelha Arapuá• Danos
Abelha Arapuá• Controle
Cochonilha• Identificação
Cochonilha• Danos
Cochonilha• Controle
Antichlores• Identificação
Antichlores• Danos
Antichlores• Controle
DOÊNÇAS
Mal do Panamá
Pinta de Deightoniella
Ponta de Charuto
Podridão Mole
Cladosporium
Sigatoka amarela
Penetração no     Conidióforos e                    Queda de ascósporo                                                   e...
Estágios de Mancha do tipo II                        desenvolvimento da                         Sigatoka amarela         M...
Manchas em estágio evoluído do tipo V e VI com necrose da folha. A pulverização neste   estágio se torna pouco eficiente, ...
Mancha do tipo         V                 Mancha do tipo VI                      Folha necrosadaEstágios dedesenvolvimento ...
Manejo: práticas culturais  • Cirurgia                                        Corte localizado                   Ataque co...
SIGATOKA AMARELA -             SINTOMAS                     Mancha 6 – Presença                      de esporodóquios Espo...
PREJUÍZOS POR MATURAÇÃO     PRECOCE DOS FRUTOS                 Maturação precoce e                 desuniforme de frutosDe...
Sigatoka Amarela• Controle
BANANA
BANANA• A banana constitui o quarto produto alimentar mais  produzido no mundo, a seguir ao arroz, trigo e milho.• É culti...
Forma de Apresentação
CORES
FATORES DE INFLUÊNCIA NO     DESENVOLVIMENTO E MATURAÇÃO                DOS FRUTOS  ENDÓGENOS                  EXÓGENOS- C...
ATIVIDADE RESPIRATÓRIAFRUTOS CLIMATÉRICOSSão aqueles que apresentam após a colheita umaumento rápido e acentuado na ativid...
DEFEITOS LEVES: Lesão / Manchas                      Dano superficial ou                      dano superficial não        ...
DEFEITOS LEVES:  Germinadas            Quando duas ou            mais bananas se           apresentam unidas
DEFEITOS LEVES: Desenvolvimento          Diferenciado                         Quando o fruto                         apres...
DEFEITOS LEVES: Alterações na      coloração da casca                   Qualquer coloração que                   saia da g...
DEFEITOS GRAVES:    Amassado               Quando o fruto           apresenta variação no           formato característico...
DEFEITOS GRAVES: Dano       Profundo                 Qualquer lesão de             origem diversa que atinja             a...
DEFEITOS GRAVES: Podridão                  Dano patológico que                 implique em qualquer                grau de...
DEFEITOS GRAVES: Queimado pelo Sol                       Áreas manchadas no(s)                      fruto(s) devido a perí...
DEFEITOS GRAVES: Lesão / Mancha                        Dano superficial                       cicatrizado ou não          ...
DEFEITOS GRAVES: Imaturo              Fruto colhido antes de seu              desenvolvimento fisiológico                 ...
COLHEITA E PÓS-COLHEITA
O PROCESSO SE DIVIDE EM 3 FASES- Pré-Colheita;- Colheita;- Pós-Colheita.
PRÉ-COLHEITA
VANTAGENS DA MARCAÇÃO DE CACHOS• Permite uma maior aproximação na estimativa decolheita semanal;• Facilita a estimativa de...
PRÉ-COLHEITASe define como o ato de colher antecipadamentecachos para adiantar o processo do dia seguinte.
COLHEITA       FATORES A SEREM        CONSIDERADOS  MATURIDADE DO FRUTO;  Condições climáticas;  Condições de transporte; ...
DANOS OCASIONADOS PELA COLHEITA
TIPO DE TRANSPORTE DE CACHOS
ESTACIONAMENTO DE CACHOS
PÓS-COLHEITAO correto manejo de colheita e pós-colheita são decisivos na qualidade dosfrutos durante a comercialização.As ...
COMPRIMENTO E DIÂMETRO DO FRUTO   VARIEDADE           COMPRIMENTO              DIÂMETRO                           (cm)    ...
X    T2   T1
PADRONIZAÇÃO DE EMBALAGENS                  MELHORES PREÇOS                    E MERCADOSPRODUTO + EMBALAGEM =            ...
CARACTERISTICAS DESEJÁVEIS DAS        EMBALAGENSResistência e facilidade;Ventilação adequada;Proteção relativa ao produ...
PRINCIPAIS CAUSAS DAS PERDAS PÓS-COLHEITA  - Processo de colheita incorreto;  - Tipo de transporte inadequado do cacho até...
QUALIDADE“Pós-colheita não melhora qualidade apenas mantém.”
ESTRUTURA DE PÓS-COLHEITA     TIPO DE EMBALAGEM                            RODOVIAS PARA ESCOAMENTO DA PRODUÇÃO      TRANS...
MANUSEIO DA FRUTA EM FEIRAS E SUPERMERCADOS
PROCESSO DE COLHEITA DO CACHOTRANSPORTE DO CACHO PARA O GALPÃO DE EMBALAGEM
INDUSTRIALIZAÇÃO
Contatos: aldair@brisanet.com.br ernanenogueira@hotmail.com
A cultura da banana   minicurso
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Mini curso voltado a pequenos e médios produtores de banana com o intuito de esclarecer algumas dúvidas. Elaborado por José Aldair e Ernane Nogueira.

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  1. 1. A CULTURA DA BANANAJosé Aldair Gomes CostaErnane Nogueira Nunes
  2. 2. PANORAMA DA CULTURADA BANANA NO BRASIL E NO MUNDO
  3. 3. CULTIVO DE BANANA- Área total cultivada superior a 500 mil hectares- Produção total: 6 milhões de toneladas ao ano- Segundo maior produtor mundial- Maior consumidor mundial (12,1% do total) - O consumo médio anual é estimado em 34 Kg por habitante ao ano
  4. 4. REGIÕES PRODUTORAS DE BANANA1 – CHAPADA DO APODI - CE / RN2 – SERRAS ÚMIDAS - CE 4 23 – CARIRI - CE 1 9 54 – BAIXO ACARAÚ - CE 3 65 – BAIXO ASSÚ - RN 76 – ZONA DA MATA - PE7 – VALE DO SÃO FRANCISCO - PE 88 – BOM JESUS DA LAPA - BA 109 – ICÓ-LIMA CAMPOS - CE10 – NORTE DE MINAS - MG
  5. 5. NORTE DE MINAS - MG
  6. 6. BOM JESUS DA LAPA - BA
  7. 7. ZONA DA MATA - PE
  8. 8. BAIXO ASSÚ - RN
  9. 9. PETROLINA- PE
  10. 10. BAIXO ACARAÚ - CE
  11. 11. CARIRI - CE
  12. 12. ICÓ – LIMA CAMPOS - CE
  13. 13. SERRAS ÚMIDAS - CE
  14. 14. TABULEIRO DE RUSSAS - CE
  15. 15. BARAÚNA - RN
  16. 16. CHAPADA DO APODÍ - CE
  17. 17. IMPORTÂNCIA ECONÔMICA A cultura da banana ocupa o segundo lugar no Brasil em volume de frutas produzidas e consumidas.• Centro-oeste 6%• Sul 10%• Sudeste 24%• Norte 26%• Nordeste 34% O Ceará participa com cerca de 42.767 ha, ocupando a sétima posição no cenário nacional.
  18. 18. VARIEDADES CULTIVADAS NA REGIÃO• PACOVAN• PRATA ANÕ CAVENDISH (Casca Verde,Nanica, G. Naine, Williams)• MAÇÕ TERRA• PACOVAN APODI
  19. 19. VARIEDADES DE BANANA CULTIVADAS NA REGIÃOBANANA PACOVAN - CACHO BANANA PACOVAN - PALMA BANANA G. NAINE - CACHO BANANA G. NAINE - PALMA
  20. 20. BANANA PRATA ANÃ - CACHO BANANA PRATA ANÃ - PALMABANANA PACOVAN APODI BANANA TERRINHA BANANA MAÇÃ
  21. 21. PREPARO DA MUDA• MICROPROPAGADAS• PROPAGAÇÃO RÁPIDA• TIPO RIZOMAS
  22. 22. MUDAS A PARTIR DE MERISTEMAS
  23. 23. MUDAS ENRAIZADAS EM COPOS/TUBETES
  24. 24. MUDAS FORMADAS EM TELADOS
  25. 25. VIVEIRO DE MUDAS
  26. 26. MUDAS TIPO RIZOMA
  27. 27. • SELEÇÃO• DESCORTICAMENTO• TRATAMENTO
  28. 28. MANEJO DE SOLO• DESMATAMENTO• SUBSOLAGEM• CORREÇÃO SOLO• GRADAGEM• ABERTURA DE SULCO/CAMALHÃO• FUNDAÇÃO
  29. 29. SUBSOLAGEM E/OU ARAÇÃO
  30. 30. CALAGEM
  31. 31. MARCAÇÃO DOS SULCOS E COVAS
  32. 32. SULCAMENTO
  33. 33. RENOVAÇÃ
  34. 34. ANÁLISE DE SOLO
  35. 35. METODOLOGIA DECOLETA
  36. 36. IDENTIFICAÇÃO
  37. 37. ADUBAÇÃO DE FUNDAÇÃO
  38. 38. PLANTIO EM SULCO
  39. 39. TRATOSCULTURAIS
  40. 40. • CAPINA MANUAL• CAPINA QUÍMICA
  41. 41. DESBASTE
  42. 42. USO DO GOIVÃO
  43. 43. DESFOLHA
  44. 44. PRIMEIRA DESFOLHA
  45. 45. DESFOLHA / PORTE DA PLANTA
  46. 46. REBAIXAMENTO INICIAL
  47. 47. REBAIXAMENTO FINAL
  48. 48. TOALETE DO CACHO
  49. 49. MARCAÇÃO DO CACHO
  50. 50. CONTROLE DE MARCAÇÃO
  51. 51. A ELIMINAÇÃO DO MANGARÁ
  52. 52. A DESPISTILAGEM MELHORA O FRUTO
  53. 53. EMBOLSAMENTO DO CACHO
  54. 54. USO DO TECZET(EMBOLSADOR)
  55. 55. AMARRIO OUESCORAMENTO
  56. 56. MANUTENÇÃO DA IRRIGAÇÃOLIMPEZA DA LINHADE GOTEJAMENTO
  57. 57. REVISÃO NO SISTEMA DE MICROASPERSÃO
  58. 58. LIMPEZA DO SISTEMA DE FILTRAGEM
  59. 59. FERRAMENTAS UTILIZADAS NO CULTIVO DA BANANA
  60. 60. PRAGAS
  61. 61. Broca do Rizoma• Descrição
  62. 62. Broca do Rizoma• Comportamento
  63. 63. Broca do Rizoma• Danos
  64. 64. Broca do Rizoma• Monitoramento – Nivel economico
  65. 65. Broca do Rizoma• Controle Cultural
  66. 66. Broca do RizomaControleQuímico
  67. 67. Broca do Rizoma• Controle Biologico
  68. 68. Ácaro• Identificação
  69. 69. Ácaro• Danos
  70. 70. ÁcaroControle – Produtos
  71. 71. Trips da Flor• Identificação
  72. 72. Trips da Flor• Danos
  73. 73. Trips da Flor• Controle
  74. 74. Trips da Flor• Ferramenta
  75. 75. Trips da Ferrugem• Identificação
  76. 76. Trips da Ferrugem• Danos
  77. 77. Trips da Ferrugem• Controle
  78. 78. Abelha Arapuá• Identificação
  79. 79. Abelha Arapuá• Danos
  80. 80. Abelha Arapuá• Controle
  81. 81. Cochonilha• Identificação
  82. 82. Cochonilha• Danos
  83. 83. Cochonilha• Controle
  84. 84. Antichlores• Identificação
  85. 85. Antichlores• Danos
  86. 86. Antichlores• Controle
  87. 87. DOÊNÇAS
  88. 88. Mal do Panamá
  89. 89. Pinta de Deightoniella
  90. 90. Ponta de Charuto
  91. 91. Podridão Mole
  92. 92. Cladosporium
  93. 93. Sigatoka amarela
  94. 94. Penetração no Conidióforos e Queda de ascósporo estômato conídios - fase sobre a folha úmida . imperfeita Liberação de conídio Liberação de ascosporos Conidióforos em Vela fascículos SA l Zona de Zona de Risco ll Risco lllPeritécio repleto de ascósporos Ciclo de Desenvolvimento Mal Sintomas iniciais - de Sigatoka Conidióforos SA livres - SN SA Epidemiologia do SN Patógeno Folha necrosada: principal fonte Sintomas iniciais - de inoculo na fase perfeita SN
  95. 95. Estágios de Mancha do tipo II desenvolvimento da Sigatoka amarela Mancha do tipo III e IV Mancha do tipo IVManchas iniciais dos tipos II, III e IV - Parapromover um controle eficiente da doença apulverização deve ser feita nestes estágios ,pois evita a reprodução e disseminação dofungo no bananal ( Sistema de Previsão)
  96. 96. Manchas em estágio evoluído do tipo V e VI com necrose da folha. A pulverização neste estágio se torna pouco eficiente, por estar sendo realizada após a reprodução edisseminação do fungo no bananal (Sistema de controle convencional).
  97. 97. Mancha do tipo V Mancha do tipo VI Folha necrosadaEstágios dedesenvolvimento daSigatoka amarela
  98. 98. Manejo: práticas culturais • Cirurgia Corte localizado Ataque concentradoSigatoka amarela
  99. 99. SIGATOKA AMARELA - SINTOMAS Mancha 6 – Presença de esporodóquios Esporodóquios econídios emergindo dos estômatos
  100. 100. PREJUÍZOS POR MATURAÇÃO PRECOCE DOS FRUTOS Maturação precoce e desuniforme de frutosDegradação doamido na polpa
  101. 101. Sigatoka Amarela• Controle
  102. 102. BANANA
  103. 103. BANANA• A banana constitui o quarto produto alimentar mais produzido no mundo, a seguir ao arroz, trigo e milho.• É cultivada em 130 países.• Para efeitos comerciais, o termo "banana" refere-se às frutas de polpa macia e doce que podem ser consumidas cruas.• 10 a 15% da produção mundial é para exportação, sendo os Estados Unidos da América e a União Europeia as principais potências importadoras.
  104. 104. Forma de Apresentação
  105. 105. CORES
  106. 106. FATORES DE INFLUÊNCIA NO DESENVOLVIMENTO E MATURAÇÃO DOS FRUTOS ENDÓGENOS EXÓGENOS- Composição; - Temperatura;- Transformação química; - Condições de gases na atmosfera; - Injúrias mecânicas; - Ataque de patógenos.
  107. 107. ATIVIDADE RESPIRATÓRIAFRUTOS CLIMATÉRICOSSão aqueles que apresentam após a colheita umaumento rápido e acentuado na atividaderespiratória, amadurecem após colhidos:Ex: Maçã, Abacate, Manga, Banana, etc.FRUTOS NÃO CLIMATÉRICOSApresentam atividade respiratória relativamentebaixa e constante com ligeiro declínio após acolheitaEx: Cereja, uva, Citros, etc.
  108. 108. DEFEITOS LEVES: Lesão / Manchas Dano superficial ou dano superficial não cicatrizado com área ou soma superior a 0,5 cm²
  109. 109. DEFEITOS LEVES: Germinadas Quando duas ou mais bananas se apresentam unidas
  110. 110. DEFEITOS LEVES: Desenvolvimento Diferenciado Quando o fruto apresenta uma curvatura mais acentuada que a característica de sua variedade .
  111. 111. DEFEITOS LEVES: Alterações na coloração da casca Qualquer coloração que saia da graduação das cores verde e amarela características da variedade .
  112. 112. DEFEITOS GRAVES: Amassado Quando o fruto apresenta variação no formato característico da variedade em função de impacto ou pressão externa sem rompimento do epicarpo
  113. 113. DEFEITOS GRAVES: Dano Profundo Qualquer lesão de origem diversa que atinja a polpa, podendo ou não estar cicatrizada
  114. 114. DEFEITOS GRAVES: Podridão Dano patológico que implique em qualquer grau de decomposição, desintegração ou fermentação dos tecidos, inclusive ponta de charuto .
  115. 115. DEFEITOS GRAVES: Queimado pelo Sol Áreas manchadas no(s) fruto(s) devido a períodos de alta luminosidade que, dependendo da intensidade, adquirem coloração amarela pálida ou descolaração da cutícula, podendo em caso extremo chegar à cor negra
  116. 116. DEFEITOS GRAVES: Lesão / Mancha Dano superficial cicatrizado ou não com área ou soma das áreas superior a 1,5 cm²
  117. 117. DEFEITOS GRAVES: Imaturo Fruto colhido antes de seu desenvolvimento fisiológico completo
  118. 118. COLHEITA E PÓS-COLHEITA
  119. 119. O PROCESSO SE DIVIDE EM 3 FASES- Pré-Colheita;- Colheita;- Pós-Colheita.
  120. 120. PRÉ-COLHEITA
  121. 121. VANTAGENS DA MARCAÇÃO DE CACHOS• Permite uma maior aproximação na estimativa decolheita semanal;• Facilita a estimativa de colheita para até quatro meses(variedades do GRUPO PRATA);• Com a estimativa da colheita (produção), pode-setambém prever o faturamento através do preço de vendafuturo;• Permite a montagem do Fluxo de Caixa (Receita,Despesa e Saldo),• Pode-se fazer avaliações da quantidade de cachosmarcados e colhidos;• Facilita a programação de venda (oferta x demanda).
  122. 122. PRÉ-COLHEITASe define como o ato de colher antecipadamentecachos para adiantar o processo do dia seguinte.
  123. 123. COLHEITA FATORES A SEREM CONSIDERADOS MATURIDADE DO FRUTO; Condições climáticas; Condições de transporte; Central de embalagem; Demanda de mercado; Coloração interna e externa; Tamanho e forma; Estratégia de comercialização;
  124. 124. DANOS OCASIONADOS PELA COLHEITA
  125. 125. TIPO DE TRANSPORTE DE CACHOS
  126. 126. ESTACIONAMENTO DE CACHOS
  127. 127. PÓS-COLHEITAO correto manejo de colheita e pós-colheita são decisivos na qualidade dosfrutos durante a comercialização.As perdas atingem níveis de até 45% dototal produzido, decorrentes domanuseio inadequado até oarmazenamento.
  128. 128. COMPRIMENTO E DIÂMETRO DO FRUTO VARIEDADE COMPRIMENTO DIÂMETRO (cm) (mm) Prata Anã maior ou igual á 14 maior ou igual á 32Pacovan e Pac. Apodi Maior ou igual á 16 maior ou igual á 33
  129. 129. X T2 T1
  130. 130. PADRONIZAÇÃO DE EMBALAGENS MELHORES PREÇOS E MERCADOSPRODUTO + EMBALAGEM = SATISFAÇÃO DO CONSUMIDOR
  131. 131. CARACTERISTICAS DESEJÁVEIS DAS EMBALAGENSResistência e facilidade;Ventilação adequada;Proteção relativa ao produto;Baixo custo;Facilidade de transporte e empilhamento;Boa aparência;
  132. 132. PRINCIPAIS CAUSAS DAS PERDAS PÓS-COLHEITA - Processo de colheita incorreto; - Tipo de transporte inadequado do cacho até o galpão deembalagem; - Falta de estrutura adequada ao processamento de fruta; - Uso de embalagens inadequadas; - Transporte inadequado da fruta para as centrais deabastecimento ; - Rodovias sem condições de tráfego; - Armazenamento da fruta de forma inadequado; - Manuseio incorreto das frutas nas feiras e supermercados.* As perdas por danos físicos podem chegar a 25%;
  133. 133. QUALIDADE“Pós-colheita não melhora qualidade apenas mantém.”
  134. 134. ESTRUTURA DE PÓS-COLHEITA TIPO DE EMBALAGEM RODOVIAS PARA ESCOAMENTO DA PRODUÇÃO TRANSPORTE DA FRUTA
  135. 135. MANUSEIO DA FRUTA EM FEIRAS E SUPERMERCADOS
  136. 136. PROCESSO DE COLHEITA DO CACHOTRANSPORTE DO CACHO PARA O GALPÃO DE EMBALAGEM
  137. 137. INDUSTRIALIZAÇÃO
  138. 138. Contatos: aldair@brisanet.com.br ernanenogueira@hotmail.com
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