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Terceira cópia de comando de caça aos comunistas
 

Terceira cópia de comando de caça aos comunistas

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    Terceira cópia de comando de caça aos comunistas Terceira cópia de comando de caça aos comunistas Document Transcript

    • Comando de Caça aos Comunistas Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Comando de Caça aos Comunistas (CCC) foi uma organização de extrema direita anticomunista brasileira, composta por estudantes e intelectuais, os quais, durante a Ditadura Militar no Brasil, agiram em seu favor, denunciando e confrontando pessoas contrárias ao regime então vigente. Índice 1 Atuação 2 Homicídios 3 O conflito da rua Maria Antônia 4 Membros 4.1 Alguns nomes do Comando de Caça aos Comunistas 4.2 Outros nomes do Comando de Caça aos Comunistas 5 Ver também 6 Referências 7 Ligações externas Atuação Segundo o almanaque do jornal Folha de S. Paulo,  o CCC foi responsável pelos seguintes eventos: Invasão do Teatro Ruth Escobar, em São Paulo, onde espancaram o elenco do espetáculo Roda Viva (em 18/7/1968); Atentado à bomba no Teatro Opinião, no Rio de Janeiro (em 2/12/1968); Sequestro e assassinato do padre Antônio Henrique Pereira Neto, em Recife (em 26/5/1969). De acordo com a professora Maria Yedda Leite Linhares,  primeira mulher catedrática em História da Universidade do Brasil (em 1955), " (...)quando houve o golpe militar, a Rádio MEC foi invadida por integrantes do Comando de Caça aos Comunistas (CCC) que literalmente destruíram seus estúdios." Segundo relatado pela Fundação Perseu Abramo  e publicado pelo jornal Folha de S. Paulo em 28 de novembro de 1977, "(...) As sedes dos DA de Filosofia e Letras, DA Leão XIII, CA de Ciências Sociais e Serviço Social, CA 22 de agosto e do DCE ­Diretório Central dos Estudantes­ foram depredadas. Portas que estavam fechadas apenas com o trinco foram arrombadas a pontapés. As gavetas foram arrancadas fora das mesas e seu conteúdo jogado no chão. Em vários restos de portas ficaram bem nítidas as marcas dos pontapés. Em diversas salas foi pichada a sigla CCC (Comando de Caça aos Comunistas), organização que, como a AAB (Aliança Anticomunista Brasileira), se opusera à ideologia comunista. Uma lista enorme de bens das entidades foi levada pela polícia. A biblioteca também foi invadida e seus ocupantes expulsos aos gritos e ameaças de cassetetes. Os policiais jogaram vários livros no chão. Entraram com violência e, usando palavras de baixo calão, nas salas de aula, prendendo todos os seus ocupantes, e muitas vezes espancando­os..." Estiveram presentes no conflito da rua Maria Antônia  , Francisco José Aguirre Menin (comandou o ataque), Boris Casoy (locutor da rádio Eldorado), João Marcos Monteiro Flaquer, José Roberto Batochio, João Parisi Filho  , Flávio Bernardo Caviglia, Lionel Zaclis, Souvenir Assumpção Sobrinho e Raul Careca. Segundo a Revista O Cruzeiro  , de 9 de novembro de 1968, participaram do ataque ao elenco do Roda Viva, João Marcos Monteiro Flaquer (comandou o ataque  ), Francisco José Aguirre Menin, Sílvio de Salvo Venosa, Cássio Scatena, Henri Penchas, Antônio Salvador Sucar, Flávio Bernardo Caviglia, Raul Careca, Souvenir Assumpção Sobrinho, Paulo Roberto Chaves de Lara, Newton Camargo Rosa e José Augusto Bauer. Homicídios No dia 11 de outubro de 1978  , o industrial Cássio Scatena, ex­CCC (Comando de Caça aos Comunistas), assassinou o operário Nélson de Jesus, na porta da Metalúrgica Alfa, São Paulo, por reclamar do salário. A fábrica faz greve em protesto. No dia 7 de novembro de 1986, Cássio Scatena foi a Júri. Scatena foi condenado a 13 anos de prisão. No dia 25 de novembro de 1987, o Tribunal de Justiça de São Paulo anulou o julgamento que condenou Cássio Scatena a 13 anos de prisão  . Segundo o Grupo Tortura Nunca Mais  , o estudante do Colégio Marina Cintra, José Carlos Guimarães, morto durante a Batalha da Maria Antônia, em 1968, foi assassinado pelo policial Raul Careca, do Departamento de Ordem Política e Social. O conflito da rua Maria Antônia 14 40 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
    • O CCC esteve envolvido nos eventos que levaram ao conhecido "Batalha da Maria Antônia", em 1968, entre alguns estudantes da Universidade Mackenzie e os da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo, pois ambas pareciam contrárias nas suas formas ideológicas, conquanto o Mackenzie era considerado de direita e a faculdade da USP era considerada de esquerda.  Houve a morte de um estudante secundarista, José Guimarães, vítima de uma bala perdida cujo som confundiu­se com o dos rojões disparados de parte a parte. Segundo reportagem da revista Veja, de 9 de outubro de 1968,  "(...) paus e pedras, bombas Molotov, rojões, vidros cheios de ácido sulfúrico que ao estourar queimavam a pele e a carne, tiros de revólver e muitos palavrões voaram durante quatro horas pelos poucos metros que separam as calçadas da Universidade Mackenzie e da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo. Exatamente às 10 e meia da manhã do dia 2, quarta­feira, começou a briga entre as duas escolas. Porque alguns alunos do Mackenzie atiraram ovos em estudantes que cobravam pedágio na Rua Maria Antônia a fim de recolher dinheiro para o Congresso da UNE e outros movimentos antigovernistas da ação estudantil, a rua em que vivem as duas escolas rapidamente se esvaziou. Formaram­se grupos dos dois lados, dentro do Mackenzie, onde estudam alguns membros do Comando de Caça aos Comunistas (CCC), Frente Anticomunista (FAC) e Movimento Anticomunista (MAC); dentro da Faculdade de Filosofia da USP, onde fica a sede da União Estadual dos Estudantes. As duas frentes agrediram­se entre discursos inflamados e pausas esparsas. Ao meio­dia a intensidade da batalha aumentou, porque chegaram os alunos dos cursos da tarde. O Mackenzie mantinha uma vantagem tática ­ os seus prédios ficam em terreno mais elevado e são cercados por um muro alto. A Faculdade da USP está junto à calçada, com sua entrada principal ladeada por colunas de estilo grego e duas portas laterais. A fachada não tem mais que 20 metros. Seu único trunfo: uma saída na Rua Dr. Vila Nova, perpendicular à Maria Antônia, bem defronte à Faculdade de Economia, também da USP. Nessa quarta­feira, uma enfermaria improvisada no banheiro da USP atendeu a seis feridos. Dois alunos do Mackenzie também se machucaram. Na rua, os estudantes da USP apupavam os do Mackenzie: "Nazistas, gorilas!" E os mackenzistas revidavam: "Guerrilheiros fajutos!" Às 2 da tarde a reitora do Mackenzie, Esther de Figueiredo Ferraz, pediu uma tropa de choque ­ 30 guardas­civis ­ para "proteger o patrimônio da escola". Quando a polícia chegou, os estudantes se dispersaram. Houve uma trégua..." Membros A Revista O Cruzeiro, em 1968, pôs o apresentador Boris Casoy, o jogador de basquete Antônio Salvador Sucar e o advogado José Roberto Batochio, presidente do Conselho Federal da OAB em 1994, como membros do CCC. Alguns nomes do Comando de Caça aos Comunistas João Marcos Monteiro Flaquer ­ Morava na Rua Hadock Lobo, trabalhava na Senador Feijó. Era advogado. Esteve no ataque à Roda Viva. Lutava Karatê. Pertencia ao grupo XI de Agosto, mas participou do ataque a USP. Personagem da História recente do Brasil, em 1964 ajudou a fundar o Comando de Caça aos Comunistas, o CCC, grupo que combatia violentamente o movimento de esquerda no país. Na época, Flaquer era estudante da Faculdade de Direito do Largo São Francisco. Em julho de 1968, acompanhado de militares de extrema direita, ele comandou a invasão do Teatro Ruth Escobar durante uma exibição da peça Roda Viva, escrita por Chico Buarque e dirigida por José Celso Martinez Corrêa. Os invasores destruíram o teatro e agrediram atores e espectadores. Entre 1969 e 1971, Flaquer foi oficial­de­ gabinete do então ministro da Justiça, Alfredo Buzaid. Morreu no dia 24 de abril de 1999  em Monte Verde/MG. Francisco José Aguirre Menin ­ Esteve no ataque à Roda Viva. Foi ele quem comandou o ataque à USP. Foi promotor de Justiça em Araras/SP entre 1978 e 1982  e atualmente é Desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo  . Raul Nogueira de Lima (conhecido como Raul Careca) ­ Morava na Rua Comendador Eugênio de Lima. Esteve no ataque ao espetáculo Roda Viva e à USP. A posição que escolheu para dirigir um dos grupos foi o telhado. Ex­investigador subordinado a José Paulo Bonchristiano (delegado do Departamento de Ordem Política e Social)  . Segundo o Grupo Tortura Nunca Mais  , o estudante do Colégio Marina Cintra, José Carlos Guimarães, morto durante a Batalha da Maria Antônia, em 1968, foi assassinado pelo policial Raul Careca, do Departamento de Ordem Política e Social. No dia 28 de janeiro de 1969, policiais do DOPS, chefiados por Raul Nogueira de Lima, invadiram a casa de Marco Antônio Brás de Carvalho, dirigente da Ação Libertadora Nacional e eliminaram­no com vários tiros, desfechados à queima­roupa pelas costas. Souvenir Assumpção Sobrinho ­ Morava na Bela Cintra e esteve presente nos ataques à Roda Viva e à USP, no qual morreu baleado o ginasiano José Guimarães. Perigoso, andava sempre armado. Trabalhou na Corregedoria da Secretaria de Administração Penitenciária  . É citado no livro "O Sindicato do Crime: PCC e outros grupos". Boris Casoy ­ Locutor da rádio Eldorado. Conclamou os alunos da Universidade Presbiteriana Mackenzie a tomar a Faculdade de Filosofia da USP, de cuja invasão participou. Andava armado, mas segundo os colegas do CCC, era incapaz de atirar em alguém. Morava na Rua Itapeva. Achavam­no mole com os comunistas. Sua carreira televisiva teve início em 1961, quando atuou como repórter na TV Tupi. Em 1968, foi nomeado Secretário de Imprensa de Herbert Levy, Secretário de Agricultura do governo Abreu Sodré, em São Paulo, permanecendo no cargo em 1969 com a mudança do titular da pasta. Em 1970, foi assessor de imprensa de Luís Fernando Cirne Lima, Ministro de Agricultura do governo Médici. Em 1971 e 1972, foi secretário de imprensa do prefeito de São Paulo, José Carlos de Figueiredo Ferraz. Em 1974, ingressou na Folha de S. Paulo, seu primeiro trabalho em jornal, onde foi editor de política e, apenas três meses depois, chegou a editor­chefe. Permaneceu no jornal até junho de 1976, quando saiu para dirigir a Escola de Comunicação e o setor cultural da FAAP. José Roberto Batochio ­ Esteve presente nos ataques a USP. Atualmente, Batochio é membro honorário e vitalício da Ordem dos 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
    • Advogados do Brasil ­ OAB, tendo sido presidente do Conselho Federal da entidade entre 1993 e 1995. Em 4 de julho de 1994 foi aprovado o Estatuto da Advocacia e da OAB  . Em 1998, elegeu­se deputado federal, pelo PDT. Cássio Scatena  ­ Formado em Direito em 1967, foi um dos quatro alunos da Faculdade do Largo São Francisco que tomaram parte no massacre aos artistas do Roda Viva. No dia 11 de outubro de 1978  , o advogado Cássio Scatena, ex­CCC, assassinou o operário Nélson Pereira de Jesus, na porta da Metalúrgica Alfa, em São Paulo, por reclamação salarial. A fábrica faz greve em protesto. No dia 7 de novembro de 1986, Cássio Scatena foi a Júri. Scatena foi condenado a 13 anos de prisão. No dia 25 de novembro de 1987, o Tribunal de Justiça de São Paulo anulou o julgamento que condenou Cássio Scatena a 13 anos de prisão  . Atualmente trabalha como assessor jurídico no Conselho de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra do Estado de São Paulo  . Paulo Flaquer ­ Morava na Rua Atibaia. Era inteligentíssimo, possuía muita presença de espírito e malícia. Vangloriava­se de conhecer todas a manhas dos comunistas. Fazia constantes advertências em ação e quase tudo o que previa acontecia realmente. Muito respeitado pelo CCC. Lutava karatê e judô. Advogado. Formou em 1972 na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Roberto Ferrari de Ulhôa Cintra ­ Um dos líderes do bando. Esse se orgulhava de nunca haver errado um tiro. Advogado. Formou em 1968 na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Pedro José Liberal ­ Tinha residência na Capitão Rabello, mas nunca esteva lá. Era um elemento muito ativo, violento e perverso. Dirigiu uma das alas do ataque à USP, de arma na mão. Não abandonava o revólver nem pra dormir. Formado em Direito em 1967 na Universidade Presbiteriana Mackenzie  , advogou nos anos de 1967 e 1968, quando prestou concurso para a carreira de Delegado de Polícia, tendo tomado posse em março de 1969. Luiz Corrêa Salles ­ Morava na Avenida Nove de Julho. Muito forte, era halterofilista. Era considerado muito burro pela turma. Os companheiros achavam que os acompanhava só pela vaidade de pertencer ao CCC. Tinha preparação militar: fez o CPOR. Sobrinho de deputado, escuda­se nisso para "quebrar galhos" do grupo. Formou em 1966 na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. João Parisi Filho ­ Agia com uma violência de espantar os colegas mais duros. Pintava os cabelos e por isso os colegas do CCC se referiam a ele desairosamente. Sua pistola 45, entretanto, evitava que isso lhe fosse dito na cara. Todos sabiam que ele tomava psicotrôpicos. Segundo relato do delegado do DOPS, Alcides Cintra Bueno Filho, em documento de 18 de agosto de 1970  , o estudante da Universidade Presbiteriana Mackenzie João Parisi Filho, descoberto enquanto se passava por militante do movimento estudantil, foi levado vendado ao Conjunto Residencial da USP, o Crusp, onde os apartamentos 109, 110 e 111 do bloco G eram utilizados como uma "delegacia informal" da turma de José Dirceu  . Nesse conjunto residencial, Parisi foi submetido a interrogatório, sob ameaça de morte. Permaneceu preso durante dias, em condições desumanas e submetido a sevicias. Após ter passado por esses atos de atrocidade, o estudante Parisi foi conduzido de olhos vendados para a copa do quinto andar do pavilhão G, onde foi trancafiado por uma noite e dois dias, permanecendo nesse local todo esse tempo deitado, com as mãos algemadas e presas ao cano da pia daquela dependência. Nessa situação, foi encontrado por duas empregadas que faziam a limpeza. João Parisi Filho é advogado. Em 2005 publicou o livro "Um Cadáver Jovem Custa Muito Barato". Sílvio de Salvo Venosa ­ Morava na Rua Cristiano Viana. Não esquecia a arma em casa e gostava de atirar até por motivos gratuitos no meio da rua. Praticava tiro ao alvo em anúncios e luminosos. Todos os colegas do CCC eram unânimes numa coisa: Sílvio era muito inteligente. Esteve no ataque ao espetáculo de Chico Buarque. Integrante da Academia Paulista de Magistrados, aposentou­se como membro do Primeiro Tribunal de Alçada Civil, em São Paulo. Autor de vários livros sobre Direito Civil. Lionel Zaclis ­ Filho do jogador de futebol Waldemar Zaclis  . Morava na Rua Zequinha de Abreu. Era violento, mas os colegas do CCC o tinham como covarde, porque só atuava em grupo e se recusava a qualquer missão para executá­la sozinho. Esteve presente no ataque à USP. Advogado. Percy Eduardo Nogueira Sternberg Heckmann ­ Morava na Rua Goitacás. Só andava armado, punha violência em tudo o que fazia. Os colegas do CCC o apelidaram de Nazistão. Quase tudo, eles tratavam no aumentativo: Nazistão, Amigão. Exceções: comunistinha, esquerdinha, vermelhinho. Atualmente é advogado e vice­presidente da Diretoria Executiva e Conselho Fiscal da Associação dos Antigos Alunos da Faculdade de Direito da USP  . Acácio Vaz de Lima Filho ­ Andava armado. Sofria de crises nervosas e ataques histéricos de violência gratuita. Era um psicopata, na opinião dos colegas do CCC que preferiam afasta­lo de missões delicadas. Morava na Rua Jaceguai. Advogado, professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie e Tenente da Reserva do Exército Brasileiro. Dilermando Cigagna Júnior ­ Morava na Rua Manacá. Só batia pelas costas. Fugia do corpo­a­corpo e se atemorizava à menor reação da vítima. Considerado elemento improdutivo. Formou­se em Direito, na turma de 1969, da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Famoso por ter conseguido para a ex­mulher do empresário Flávio Maluf a maior pensão já estipulada pela Justiça brasileira  , ficou 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31
    • conhecido como o "advogado das pensões milionárias". Casado com uma advogada dezoito anos mais jovem, gosta de investir em bons vinhos, viagens e obras de arte. Antônio Salvador Sucar ­ Conhecido por Sucar do basquete, participou dos ataques à Roda Viva. Em 1963 integrou a equipe de basquetebol que conquistou o Campeonato Mundial realizado no Brasil, principal título de sua carreira. Estevam Augusto dos Santos Pereira ­ Morava na Avenida Paulista. A violência era o traço principal do seu caráter. Esteve no ataque à Roda Viva. Formou em Direito em 1967. Foi para Brasília em 1970  . Trabalhou para o Ministro da Justiça, Alfredo Buzaid, nos Ministérios dos Transportes e do Trabalho, na Portobras e no Tribunal Superior do Trabalho. Foi professor de Teoria Geral do Processo no CEUB. Morreu no dia 4 de março de 2013 em Marília/SP. José Lamartine Satyro ­ Morava na Rua Francisco Mesquita. Salientava­se por suas ideias fascistas. Sua arma era uma pistola 45. Formou em 1971 na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Juiz de Direito de Mato Grosso do Sul  (desistente  ). Atualmente é Presidente da Comissão de Relações Externas e Imagem Pública do Rotary Club de Taubaté. Paulo Fernando Campos Salles de Toledo ­ Morava na Rua Joaquim Antunes. Era muito resoluto e impiedoso para com suas vítimas. Formou em 1969 na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Professor da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Advogado. Henri Penchas ­ Destacou­se por sua agressividade no ataque à Roda Viva. Na operação USP sua atuação não foi das mais apagadas. Henri Penchas é engenheiro mecânico  , formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, em 1968, e pós­graduado em Finanças pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Atualmente é membro do Conselho de Administração do Banco Itaú. Paulo Roberto Chaves de Lara ­ Morava na Rua Peixoto Gomede, em um apartamento. Era violento, julgava­se com veia poética e gostava de aparecer como orador. Esteve presente no ataque à Roda Viva. Advogado. Formou em 1975 na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Morreu no dia 4 de julho de 2012  . Flávio Bernardo Caviglia ­ Participou das operações Roda Viva e USP. Engenheiro  . Atualmente é Comodoro do Yacht Club de Ilhabela e membro do Conselho Deliberativo da Sociedade Esportiva Palmeiras  . Cícero Alexandre Jorge Gubeissi ­ Morava na Joaquim Constant e só saia armado. Formou em 1967 na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Morreu no dia 20 de agosto de 1993 em São Paulo/SP  . Paulo Roberto Ferreira Eugênio ­ Morava na Rua das Azaléias. Competia com Percy na conquista do apelido de Nazistão. Também só andava armado. Formou em 1970 na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Fernando Piza ­ Morava na Rua Camilo. Andava armado e até os companheiros o temiam, pois o consideravam um psicopata. Formou em 1969 na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Francisco Antônio Fraga ­ Morava na Rua Marechal Barbacena. Bastante agressivo, chegava à histeria. Formou em 1971 na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Fernando Forte Morava na Rua Traipu e trabalhava na Florêncio de Abreu. Tinha verdadeiros ataques de histeria quando em ação. Formou em 1969 na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Outros nomes do Comando de Caça aos Comunistas Newton Camargo Rosa José Augusto Bauer Participaram dos ataques à Roda Viva, mas segundo o Coronel Reformado do Exército Brasileiro, Carlos Alberto Brilhante Ustra, Newton Camargo Rosa e José Augusto Bauer eram militantes comunistas treinados em Cuba  . Ver também Anticomunismo Vanguarda Armada Revolucionária Palmares Ditadura militar no Brasil (1964­1985) 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41
    • Referências 1.  ↑ [1] (http://almanaque.folha.uol.com.br/ditadura_cronologia.htm) 2.  ↑ [2] (http://www.educacaopublica.rj.gov.br/jornal/materia.asp?seq=167) 3.  ↑ [3] (http://www2.fpa.org.br/portal/modules/news/index.php?storytopic=858) 4.  ↑ CCC ou O Comando do Terror (http://pt.scribd.com/doc/25019616/Revista­O­Cruzeiro­com­Boris­Casoy­no­CCC). O Cruzeiro. Página visitada em 06/09/2013. 5.  ↑ Revista Veja, 9 de outubro de 1968 (http://veja.abril.com.br/arquivo_veja/capa_09101968.shtml). Página visitada em 06/09/2013. 6.  ↑ CCC ou O Comando do Terror (http://pt.scribd.com/doc/25019616/Revista­O­Cruzeiro­com­Boris­Casoy­no­CCC). O Cruzeiro. Página visitada em 06/09/2013. 7.  ↑ Revista Veja, 5 de maio de 1999 (http://veja.abril.com.br/050599/p_130.html). Página visitada em 06/09/2013. 8.  ↑ Jornal da República ­ 1979 (http://memoria.bn.br/docreader/hotpage/hotpageBN.aspx? bib=194018&pagfis=1346&pesq=&url=http://memoria.bn.br/docreader#). Página visitada em 06/09/2013. 9.  ↑ Quinzena ­ Dezembro de 1987 (http://www.cpvsp.org.br/upload/periodicos/pdf/PQUINSP011988040.pdf). Página visitada em 06/09/2013. 10.  ↑ Grupo Tortura Nunca Mais (http://www.torturanuncamais­rj.org.br/MDDetalhes.asp?CodMortosDesaparecidos=40). Página visitada em 08/09/2013. 11.  ↑ [4] (http://www.klepsidra.net/klepsidra13/estadao4.htm) 12.  ↑ [5] (http://veja.abril.com.br/arquivo_veja/capa_09101968.shtml) 13.  ↑ [6] (http://pt.scribd.com/doc/25019616/Revista­O­Cruzeiro­com­Boris­Casoy­no­CCC) 14.  ↑ CCC ou O Comando do Terror (http://pt.scribd.com/doc/25019616/Revista­O­Cruzeiro­com­Boris­Casoy­no­CCC). O Cruzeiro. Página visitada em 17/08/2013. 15.  ↑ Revista Veja, 5 de maio de 1999 (http://veja.abril.com.br/050599/p_130.html). Página visitada em 06/09/2013. 16.  ↑ Prefeitura de Araras (http://www.araras.sp.gov.br/e/?c=noticias&i=8408). Página visitada em 05/09/2013. 17.  ↑ Composição dos Magistrados da Seção de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo por ordem de antiguidade (http://www.tjsp.jus.br/Institucional/SecaoDireitoCriminal/ComposicaoMagistradosOrdemAntiguidade.aspx). Página visitada em 03/09/2013. 18.  ↑ Agência de Reportagem e Jornalismo Investigativo (http://www.apublica.org/2012/02/conversas­mr­dops/). Página visitada em 06/09/2013. 19.  ↑ Grupo Tortura Nunca Mais (http://www.torturanuncamais­rj.org.br/MDDetalhes.asp?CodMortosDesaparecidos=40). Página visitada em 08/09/2013. 20.  ↑ O sindicato do crime: PCC e outros grupos (http://books.google.com.br/books?hl=pt­ BR&id=2acwAAAAYAAJ&dq=Souvenir+Assump%C3%A7%C3%A3o+Sobrinho&q=Souvenir+Assump%C3%A7%C3%A3o+Sobrinho#search_anchor). Página visitada em 09/09/2013. 21.  ↑ 4 de Julho de 1994: Sanção do Estatuto da Ordem (http://www.conjur.com.br/2011­jun­21/dia­passado­julho­1994­sancao­estatuto­oab). Página visitada em 05/09/2013. 22.  ↑ Conhecido como Blanco (na USP) e como Olossoin (no Conselho de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra do Estado de São Paulo). 23.  ↑ Jornal da República ­ 1979 (http://memoria.bn.br/docreader/hotpage/hotpageBN.aspx? bib=194018&pagfis=1346&pesq=&url=http://memoria.bn.br/docreader#). Página visitada em 06/09/2013. 24.  ↑ Quinzena ­ Dezembro de 1987 (http://www.cpvsp.org.br/upload/periodicos/pdf/PQUINSP011988040.pdf). Página visitada em 06/09/2013. 25.  ↑ Comissão Afro (http://www.sandraepega.com.br/comissao/integrantes.htm). Página visitada em 06/09/2013. 26.  ↑ Decreto Legislativo de São Bernardo do Campo/SP, nº 602/1999 de 03/11/1999 (https://www.leismunicipais.com.br/a/sp/s/sao­bernardo­do­ campo/decreto­legislativo/1999/60/602/decreto­legislativo­n­602­1999­dispoe­sobre­a­concessao­de­titulo­de­cidadao­benemerito­ao­dr­pedro­jose­ liberal­1999­11­03.html). Página visitada em 06/09/2013. 27.  ↑ Revista Veja (http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/dirceu­a­biografia­e­relatos­de­tortura­e­morte­ou­quem­conta­a­verdade­possivel­e­a­ sociedade­nao­comissoes­fajutas­de­estado/). Página visitada em 05/09/2013. 28.  ↑ José Dirceu, o homem condenado a 10 anos e 10 meses por corrupção ativa e formação de quadrilha, segundo o depoimento de uma das testemunhas, participou do assassinato de um sargento da Polícia Militar de São Paulo, em 1972. A morte ocorreu em uma das ocasiões em que ele voltou do exílio em Cuba. 29.  ↑ Consultor Jurídico, 21 de março de 2004 (http://www.conjur.com.br/2004­mar­21/morre_aos_85_anos_waldemar_zaclis_paradigma). Página visitada em 06/09/2013. 30.  ↑ Diretoria Executiva e Conselho Fiscal da Associação dos Antigos Alunos da Faculdade de Direito da USP, com mandato até 26 de Agosto de 2016 (http://www.arcadas.org.br/estatuto.php). Página visitada em 05/09/2013. 31.  ↑ Revista Veja (http://vejasp.abril.com.br/materia/advogados­especializados­em­casos­de­familia). Página visitada em 06/09/2013. 32.  ↑ Migalhas (http://www.migalhas.com.br/mig_amanhecidas.aspx?cod1=174104). Página visitada em 06/09/2013. 33.  ↑ Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso do Sul (http://www.tjms.jus.br/institucional/memorial/historico.php). Página visitada em 09/09/2013. 34.  ↑ Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso do Sul (http://www.tjms.jus.br/projeto_30anos/livro/livro.pdf). Página visitada em 09/09/2013. 35.  ↑ UOL (http://cio.uol.com.br/noticias/2013/04/25/mario­anseloni­deixa­o­conselho­e­a­presidencia­da­itautec/). Página visitada em 06/09/2013. 36.  ↑ Migalhas (http://www.migalhas.com.br/mig_amanhecidas.aspx?cod1=159196). Página visitada em 08/09/2013. 37.  ↑ Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (http://www.seade.gov.br/produtos/eleicoes/candidatos/index.php?page=pol_det&cand=34354). 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