NutriçãO E Capacidades FíSicas 2003

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NutriçãO E Capacidades FíSicas 2003

  1. 1. Professor: Emídio Lourenço Educação Física Ano Lectivo 2008/2009 Nutrição e Capacidades Físicas Escola Secundária de Pinheiro e Rosa
  2. 2. <ul><li>O que é uma alimentação saudável? </li></ul><ul><li>Quais são os principais grupos de alimentos que existem? </li></ul><ul><li>Quais os erros que cometemos na nossa alimentação? </li></ul><ul><li>O que é uma dieta? </li></ul><ul><li>Quais os tipos de dietas que existem? </li></ul><ul><li>Quais são as capacidades físicas que existem e como podemos treiná-las? </li></ul><ul><li>Qual a relação que existe entre capacidades físicas e alimentação saudável? </li></ul><ul><li>... Iremos responder a estas perguntas ao longo deste trabalho!! </li></ul>
  3. 3. Alimentação Saudável <ul><li>A alimentação saudável pressupõe o consumo de uma enorme variedade de alimentos, de todos os grupos, essenciais e indispensáveis para um crescimento equilibrado física e intelectualmente, enquanto criança em crescimento, e para uma manutenção da saúde e do peso, enquanto adulto. </li></ul><ul><li>Visto que queremos viver com qualidade, deve-se ter uma alimentação que ofereça numa refeição um alimento de cada grupo: Energéticos, Construtores e Reguladores. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Energéticos: Têm como função fornecer energia para o corpo, para o seu funcionamento e para a manutenção da temperatura do corpo. Por exemplo: andar, pensar, trabalhar e até dormir. Exemplos: óleo, batata, açúcar, pão, cereais, doces, manteiga, farinhas, massas e outros. </li></ul><ul><li>Construtores: Têm como função auxiliarem o nosso corpo no seu crescimento, na cicatrização e na construção dos ossos, da pele, do cabelo, etc. Exemplos: carnes, leite e derivados, ovos, leguminosas, etc. </li></ul><ul><li>Reguladores: Têm como função prevenir doenças, auxiliar a digestão e regular o funcionamento do sistema. Ex.: vitaminas e os minerais. Exemplos: qualquer fruta, legume e verdura. </li></ul>
  5. 5. Os Nutrientes <ul><li>Os nutrientes são substâncias simples que estão contidas nos alimentos e que vão fornecer a energia e os elementos necessários para a síntese e manutenção da matéria viva. Os nutrientes que nos podem ser fornecidos pelos alimentos são: </li></ul><ul><li>Água; </li></ul><ul><li>Fibras; </li></ul><ul><li>Sais minerais; </li></ul><ul><li>Vitaminas; </li></ul><ul><li>Lípidos; </li></ul><ul><li>Proteínas; </li></ul><ul><li>Hidratos de Carbono. </li></ul>
  6. 6. Digestão (maneira do corpo aproveitar os nutrientes) <ul><li>A digestão começa assim que começamos a mastigar os alimentos. Devemos mastigá-los, para quando chegarem ao estômago estarem mais simples e serem digeridos mais facilmente. Depois disto, o corpo absorve os nutrientes e elimina os restos desnecessários através da urina e das fezes. </li></ul>
  7. 7. Alimentação equilibrada: recomendações <ul><li>Todos os alimentos fornecem mais do que um nutriente, razão porque se deve comer um pouco de tudo; </li></ul><ul><li>Durante as refeições deve-se permanecer num ambiente tranquilo e nunca se deve fazer outras actividades ao mesmo tempo que se come; </li></ul><ul><li>Deve-se evitar estar sem comer mais do que três horas, que é o tempo ideal de intervalo entre as refeições, ou comer de hora a hora; </li></ul><ul><li>Nunca se deve “saltar” o pequeno-almoço, pois quando se for compensar essa lacuna, a pessoa tende sempre a seleccionar alimentos com mais gordura, o que leva a um aumento de peso e de substâncias indesejadas a circular no nosso sistema; </li></ul><ul><li>Ao almoço deve-se comer uma salada, antes da refeição principal. As hortaliças e os legumes são muito importantes numa refeição, pois fornecem vitaminas, fibras e minerais, auxiliam a digestão e diminuem o apetite; </li></ul><ul><li>Ao jantar a quantidade de gordura deve ser o mínimo possível nas preparações e ao cozinhar; </li></ul><ul><li>Deve-se utilizar óleos vegetais; </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Deve-se comer grelhados, cosidos e assados em vez de fritos; </li></ul><ul><li>Deve-se tomar três lanches leves entre as refeições para controlar o apetite e equilibrar melhor o sistema; </li></ul><ul><li>Líquidos são muitos importantes, para hidratar o organismo. É recomendado beber entre 1,5 a 2 litros por dia, ou 8 a 10 copos; </li></ul><ul><li>Deve-se ingerir frequentemente frutas. 3 a 5 porções por dia são o ideal; </li></ul><ul><li>Deve-se evitar alimentos muito salgados pois aumenta a pressão arterial. É preferível ervas aromáticas e especiarias; </li></ul><ul><li>Deve-se experimentar alimentos novos e evitar “rotinas alimentares” (comer sempre a mesma coisa); </li></ul><ul><li>Como as fibras localizam-se normalmente na casca dos legumes e das frutas, deve-se sempre que possível comê-los com a casca; </li></ul><ul><li>Deve-se optar pelo peixe pelo menos três vezes por semana. </li></ul>
  9. 9. Roda dos Alimentos <ul><li>A roda dos alimentos é uma representação gráfica, criada pelos portugueses na década de 70 no âmbito da Campanha de Educação Alimentar “Saber comer é saber viver”, que nos ajuda a melhor escolher e combinar os alimentos que deverão fazer parte da alimentação diária. </li></ul><ul><li>O seu símbolo é em forma de círculo que se divide em grupos de alimentos. Mas, em muitos outros países a roda dá lugar à pirâmide dos alimentos, que na opinião dos especialistas nacionais hierarquiza os alimentos, dando mais importância a uns que a outros.  </li></ul><ul><li>Com a nova roda introduziu-se o conceito de porção de modo a facilitar opções mais fáceis na escolha das quantidades de alimentos a ingerir. </li></ul>
  10. 10. Como é constituída? <ul><li>Antes: na roda dos alimentos existiam 5 grupos de alimentos sem indicação das porções recomendadas por dia. Os grupos de alimentos eram os seguintes: </li></ul>Cereais e derivados, tubérculos 4 a 11 porções Hortícolas 3 a 5 porções Fruta 3 a 5 porções Lacticínios 2 a 3 porções Carnes, pescado e ovos 1,5 a 4,5 porções Leguminosas 1 a 2 porções Gorduras e óleos 1 a 3 porções
  11. 11. <ul><li>Depois: É composta por 7 grupos de alimentos de diferentes dimensões que indicam, precisamente, a proporção com que cada um deles deve estar presente na alimentação diária: </li></ul><ul><li>Cereais, seus derivados e tubérculos - 28% </li></ul><ul><li>Hortícolas – 23% </li></ul><ul><li>Fruta – 20% </li></ul><ul><li>Lacticínios – 18% </li></ul><ul><li>Carnes, pescado e ovos – 5% </li></ul><ul><li>Leguminosas – 4% </li></ul><ul><li>Gorduras e óleos – 2% </li></ul>
  12. 12. Nova Roda dos Alimentos <ul><li>A nova Roda dos Alimentos foi criada numa parceria entre a Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto, o Instituto do Consumidor e o Ministério da Saúde. </li></ul><ul><li>De uma forma simples e sucinta, ensina-nos como manter uma alimentação saudável, completa, equilibrada e variada. </li></ul>
  13. 13. ... erros na nossa alimentação! Apesar de toda esta informação ainda se cometem ...
  14. 14. <ul><li>Os erros que se cometem numa alimentação são: </li></ul><ul><li>Abusos de gorduras: nunca se deve meter a hipótese de deixar de comer qualquer tipo de alimento por muito tempo. Os carboidratos, por exemplo, ajudam no aumento da massa muscular. Se os carboidratos forem retirados da alimentação, o nosso organismo passa a procurar outras fontes de energia, atacando o músculo e a gordura e provocando problemas graves na saúde. Portanto, é aconselhável uma alimentação equilibrada, com todos os grupos de alimentos, mas em quantidades reduzidas; </li></ul><ul><li>Escassez de consumo de produtos hortícolas e frutas; </li></ul><ul><li>Reduzidos consumo de leite e seus derivados; </li></ul><ul><li>Excesso de doces: Petiscar não é problema se determinarmos os horários e as quantidades a ser ingerida. </li></ul>
  15. 15. <ul><li>Abuso de bebidas alcoólicas: uma pequena percentagem dos adolescentes consome regularmente bebidas alcoólicas ao almoço e jantar, o que poderá constituir uma ameaça ao estado de saúde e ao bom desenvolvimento; </li></ul><ul><li>Uso de sal e derivados a mais: consumo elevado de alimentos com alta densidade energética, com adição de açúcar, gorduras e sal como produtos de pastelaria, refrigerantes, alimentos fast-food são muito evidentes na sociedade actual ; </li></ul><ul><li>Saltar refeições: m uitas pessoas não comem o pequeno-almoço porque ignoram a importância desta refeição para o organismo. O pequeno-almoço é a base energética para o dia. Ao saltarmos esta refeição, o corpo deixa de libertar a glicose adequada e suficiente para o dia. Quem não almoça também prejudica o organismo. O perigo vem à noite, quando todas as refeições são compensadas no jantar. Como é um período em que não há gasto de energia, pode provocar um aumento de peso; </li></ul>
  16. 16. <ul><li>Comida em excesso; </li></ul><ul><li>Jejum prolongado; </li></ul><ul><li>Trocar uma refeição por frutas: muitos acreditam que comer apenas fruta durante uma refeição é muito mais saudável do que um prato de comida. Este é um erro muito grave, porque o almoço deve ter um valor energético alto; </li></ul><ul><li>Não beber água: a água é essencial para a hidratação do corpo e ajuda no controlo do apetite. Não beber água ou ficar muito tempo sem a ingerir e, depois, beber vários copos de água seguidos de uma só vez acaba por ser prejudicial ao organismo. É importante beber água constantemente. </li></ul>
  17. 17. O que é uma dieta? <ul><li>Uma dieta pode ser definida como o tipo de hábitos alimentares que cada indivíduo escolhe. </li></ul><ul><li>Para se ter uma boa alimentação e para a dieta ser saudável deve haver um equilíbrio entre a qualidade e a quantidade dos alimentos, fornecendo, desta maneira, todos os nutrientes necessários para o bom funcionamento do organismo. Para tal é necessário ingerir, pelo menos, um alimento de cada grupo. </li></ul>
  18. 18. <ul><li>Hoje em dia, existem vários tipos de dietas, por isso, é importante referir que nem todas são saudáveis. Assim, é necessário dividir as dietas em dois tipos: </li></ul><ul><li>Dietas saudáveis </li></ul><ul><li>Dietas perigosas </li></ul>
  19. 19. Dietas Saudáveis <ul><li>Uma dieta saudável conta com o equilíbrio dos três grupos principais de nutrientes, carboidratos, proteínas e lipídos. Por isso, não é possível eliminar um desses grupos sem ter efeitos na saúde da pessoa. O mais indicado é fazer uma dieta bem balanceada, mudando de hábitos alimentares, para assim atingir o peso pretendido. </li></ul><ul><li>Os lipídios são essenciais, em pequenas quantidades, para a protecção dos órgãos, síntese de hormonas e transporte de vitaminas. </li></ul><ul><li>As proteínas têm a função de imunidade e diferenciação celular, além de contribuir para o vigor da pele, cabelos e unhas. </li></ul><ul><li>Os carboidratos são o “combustível” do nosso organismo e principalmente do cérebro. </li></ul><ul><li>O pão é um alimento importante na dieta, pois é fonte de carboidratos complexos, necessários para fornecer energia rápida e a sua falta gera fadiga, tonturas e pode levar, até mesmo, a desmaios. Por isso, se equilibrado com outros alimentos, tornará a dieta eficiente e saudável. </li></ul><ul><li>Uma dieta eficaz é sinónimo de reeducação alimentar, por isso, não adianta deixar de se comer ou cortar refeições, pois o corpo precisa estar são para que continue apto a desempenhar as suas funções no dia-a-dia. </li></ul>
  20. 20. Dietas Perigosas <ul><li>As dietas perigosas são dietas que têm por base tomar comprimidos, pois escondem vários perigos com consequências gravíssimas para a saúde, bem como, as dietas altamente restritivas. </li></ul><ul><li>Alguns exemplos são: </li></ul><ul><ul><li>Dieta das Frutas ; </li></ul></ul><ul><ul><li>Dieta de South Beach ; </li></ul></ul>
  21. 21. <ul><ul><li>Dieta da Sopa: tem por base uma sopa de verduras que pode ser consumida à vontade durante todo o dia. Esta dieta pode fazer com que se perca de três a sete quilos em uma semana. Além da sopa, os alimentos permitidos são frutas (como maçã, melancia, melão, manga, banana), legumes e verduras (cruas ou cozidas), água e chás. Tudo tem de ser consumido rigorosamente. Durante a dieta é proibido ingerir qualquer tipo de fritura. A vantagem é a rápida perda de peso, sendo que a desvantagem é a ingestão severa de carboidratos, cortando radicalmente esta fonte de energia do organismo. (“Manter essa dieta por mais de sete dias pode ser uma agressão ao organismo”, afirma um naturólogo); </li></ul></ul><ul><ul><li>Dieta da Lua: quando a lua muda, a pessoa passa 24 horas sem comer nada. Só é permitido líquidos, como, por exemplo, água, chá, café, iogurtes e sopas batidas. (Pode-se perder até um quilo por semana). Um exemplo de refeições que se pode fazer é no pequeno almoço beber-se um sumo de frutas naturais (sem açúcar), chá com adoçante e café com leite magro, no almoço come-se um caldo de carne ou de frango, com legumes batidos no liquidificador (não se pode usar batatas, nem outros tubérculos), no jantar deve-se repetir a sopa rala de legumes ou tomar um copo de leite magro. Como sobremesa deve-se optar, no almoço e no jantar, por uma fatia de manga ou melão; </li></ul></ul>
  22. 22. <ul><ul><li>Dieta do tipo sanguíneo : baseia-se no tipo de sangue de cada pessoa, sendo, por isso, permitido: </li></ul></ul><ul><li>Pessoas do grupo O – são carnívoras por natureza, por isso têm mais facilidade de digerir carne vermelha; </li></ul><ul><li>Pessoas do grupo A – têm o sistema digestivo mais sensível e, por isso, assimilam melhor os vegetais, peixes, cereais, leguminosas e frutas; </li></ul><ul><li>Pessoas do grupo B – gostam de leite e de seus derivados; </li></ul><ul><li>Pessoas do grupo AB – aceitam comida misturada, mas com porções equilibradas. </li></ul><ul><li>Os alimentos proibidos são: </li></ul><ul><li>Grupo O – produtos de trigo, como pães e gérmen de trigo, e os derivados do leite; </li></ul><ul><li>Grupo A – carnes vermelhas; </li></ul><ul><li>Grupo B – aves e milho; </li></ul><ul><li>Grupo AB – carne bovina, de porco e frango, leite integral e alguns derivados como alguns tipos de queijo. </li></ul>
  23. 23. <ul><li>O programa alimentar baseado no tipo sanguíneo de cada pessoa ainda não tem comprovação científica o que constitui uma desvantagem; </li></ul><ul><li>Dieta do Atum; </li></ul><ul><li>Dieta do Dr. Atkins: baseia-se no consumo de grandes quantidades de gorduras e proteínas. </li></ul><ul><li>Para quem quer fazer dietas, o acompanhamento médico é essencial! </li></ul>
  24. 24. Capacidades Físicas <ul><li>As capacidades físicas podem ser divididas em o grupo das capacidades condicionais e o grupo das capacidades cordenativas . </li></ul><ul><li>As capacidades condicionais baseiam-se na eficiência do metabolismo energético, sendo determinadas por processos metabólicos nos músculos e sistemas orgânicos que conduzem à obtenção e transformação de energia. Estas capacidades são, fundamentalmente: </li></ul>
  25. 25. <ul><li>Força: é a capacidade que permite deslocar objectos e vencer resistências externas, ou até mesmo as do nosso corpo. Permite superar ou contrariar as resistências ao movimento, com base em forças internas (produzidas por contracção muscular, acções dos tendões e ligamentos) e forças externas (gravidade, atrito, oposição).   </li></ul><ul><li>A força aplica-se na resistência muscular, na resistência à fadiga (dependendo fundamentalmente da quantidade de sangue bombeado pelo coração) e na velocidade (que não seria possível sem níveis de força adequados). </li></ul><ul><li>Esta capacidade tem como variantes a força máxima, a força rápida ou potência e a força resistente, podendo ser: </li></ul><ul><li>Geral, quando é visada a utilização de todos os grupos musculares; </li></ul><ul><li>Específica, quando se pretende desenvolver um ou vários grupos musculares característicos dos gestos desportivos de uma modalidade. </li></ul>
  26. 26. <ul><li>O treino desta capacidade visa a estimulação dos grupos musculares, tendo em consideração os esforços de curta duração com cargas elevadas, intervalos prolongados (recuperação total) e um número pequeno de repetições. No treino da força utilizam-se três tipos de cargas: a carga máxima, e a carga submáxima (com muitas repetições). </li></ul><ul><li>Testes_Força.doc </li></ul>
  27. 27. <ul><li>Velocidade: é a capacidade motora que permite a máxima rapidez de execução de um movimento ou de uma série de movimentos. Tem como variantes: </li></ul><ul><li>a velocidade de reacção ou de resposta a estímulos sensoriais. Pode medir-se tendo em conta o intervalo que decorre entre o estímulo e a resposta motora, ou seja, o tempo de reacção. A velocidade de reacção pode ser voluntária ou involuntária (com relação a reflexos); </li></ul><ul><li>a velocidade de contracção. Depende do grau de coordenação neuromuscular e da condição fisiológica da musculatura; </li></ul><ul><li>outras formas de manifestação: velocidade de aceleração, velocidade de execução, velocidade de resistência e velocidade de repetição.  </li></ul><ul><li>Para melhorar a velocidade de qualquer tipo de movimento é necessário: </li></ul><ul><li>pôr em condições o músculo interessado; </li></ul><ul><li>executar o movimento desejado à máxima velocidade possível; </li></ul><ul><li>aperfeiçoar a coordenação dos movimentos; </li></ul><ul><li>estar atento ao relaxamento. </li></ul>
  28. 28. <ul><li>O treino da velocidade deve conter esforços (curtos, intensos à máxima velocidade de execução possível), intervalos (possibilitam uma boa recuperação entre os esforços) e repetições (desde que a fadiga não surja como inibidora do desempenho da velocidade). </li></ul><ul><li>Testes_Velocidade.doc </li></ul>
  29. 29. <ul><li>Resistência: é uma capacidade revelada pelo sistema muscular que permite realizar esforços de longa duração, resistindo à fadiga e permitindo uma rápida recuperação depois dos esforços, evitando a perda de eficácia motora. </li></ul><ul><li>As formas de manifestação da resistência são: </li></ul><ul><li>em função da massa muscular solicitada </li></ul><ul><ul><li>resistência geral; </li></ul></ul><ul><ul><li>resistência regional; </li></ul></ul><ul><ul><li>resistência local. </li></ul></ul><ul><li>em função da modalidade desportiva </li></ul><ul><ul><li>resistencia geral; </li></ul></ul><ul><ul><li>resistência especifica. </li></ul></ul><ul><ul><li>em função da mobilização bio-energetica </li></ul></ul><ul><ul><li>resistência aeróbia, equilíbrio entre o oxigénio que está a ser requisitado para o trabalho muscular e o que é transportado pela circulação até esse tecido; </li></ul></ul><ul><ul><li>resistência anaeróbia, onde há falta de oxigénio e a energia é produzida através da fermentação. </li></ul></ul>
  30. 30. <ul><li>em função da duração do esforço </li></ul><ul><ul><li>resistência de curta duração; </li></ul></ul><ul><ul><li>resistência de média duração; </li></ul></ul><ul><ul><li>resistência de longa duração. </li></ul></ul><ul><li>Para o treino da resistência é necessário praticar repetidamente exercícios de média intensidade ou séries de corridas relativamente curtas, rápidas ou com variações de velocidade. </li></ul><ul><li>Testes_Resistencia.doc </li></ul>
  31. 31. <ul><li>Flexibilidade: é a capacidade motora que permite executar todo o tipo de movimentos articulares do modo mais descontraído possível e com a maior amplitude articular.  Depende dos seguintes factores: </li></ul><ul><li>Limites possíveis de mobilidade articular, considerando as estruturas ósseas que integram a articulação em causa, assim como os grupos musculares opostos ao movimento; </li></ul><ul><li>área das superfícies cartilaginosas, que podem ser aumentadas, quando se efectuam movimentos de um modo amplo, ou reduzidas, no caso contrário; </li></ul><ul><li>comprimento do sistema ligamentoso de sustentação, susceptível de aumento através do exercício; </li></ul><ul><li>níveis de descontracção e comprimento dos grupo musculares opostos ao movimento. </li></ul>
  32. 32. <ul><li>As variantes da flexibilidade são a flexibilidade geral, a flexibilidade específica (uma só articulação), a flexibilidade activa (sem ajuda) e a flexibilidade passiva (com ajuda). </li></ul><ul><li>O treino da flexibilidade assenta na repetição, de modo descontraído, de movimentos progressivamente mais amplos, efectuando insistências, ou forçando mesmo, no sentido de obter uma maior amplitude articular e o alongamento dos grupos musculares que se opõem ao movimento. </li></ul><ul><li>Testes_Flexibilidade.doc </li></ul>
  33. 33. <ul><li>As capacidades coordenativas são capacidades que organizam e regulam o movimento, constituindo na base para a aprendizagem, a execução e domínio dos gestos técnicos. O que se denomina “técnica desportiva” é determinado por este tipo de capacidades. </li></ul><ul><li>As capacidades coordenativas baseiam-se na elaboração da informação e no controle da execução, sendo desenvolvidas por: </li></ul><ul><li>analisadores tácteis - informam sobre a pressão nas diferentes partes do corpo; </li></ul><ul><li>analisadores visuais - recolhem a imagem do mundo exterior; </li></ul><ul><li>analisadores estático-dinâmicos - informam sobre a aceleração do corpo, mais propriamente, a posição da cabeça, colaborando, assim, para a manutenção do equilíbrio; </li></ul><ul><li>analisadores acústicos - por onde recebemos os sons e os ruídos; </li></ul><ul><li>analisadores cinestésticos - por onde recebemos informações sobre as tensões produzidas pelos músculos. </li></ul>
  34. 34. Relação entre Capacidades Físicas e Alimentação Saudável <ul><li>Hoje em dia, a busca pela saúde e qualidade de vida, é cada vez mais frequente no planejamento de cada um. Relacionar uma boa alimentação com uma actividade física adequada pode ser um dos meios para se alcançar esse objectivo. E porque não começar na infância? </li></ul>
  35. 35. <ul><li>É importante que desde cedo, o jovem possa ter contacto com uma alimentação saudável. Apesar dos media promoverem fast food, o papel dos pais é essencial na escolha de uma alimentação adequada. Devem habituar as crianças desde cedo, a adquirirem hábitos saudáveis. Além disso, é indicado que o jovem tenha várias experiências desportivas, assim, o aprimoramento de sua consciência corporal irá permitir-lhe a escolha do desporto mais indicado para as suas capacidades físicas. </li></ul><ul><li>Muitos estudos têm mostrado que os vegetarianos são mais fortes, mais ágeis e têm maior resistência do que os comedores de carne. </li></ul><ul><li>Dr. H. Schouteden, da universidade da Bélgica, realizou testes para comparar a resistência, a força e a rapidez em se restabelecer da fadiga, em vegetarianos e comedores de carne. Suas descobertas revelaram que os vegetarianos eram substancialmente superiores em todas as três características. </li></ul>
  36. 36. <ul><li>Dr. Irving Siher da Universidade de Yale conduziu testes de resistência em 1906 e 1907. A sua demonstração surpreendente revelou que os vegetarianos tinham duas vezes mais vigor que os comedores de carne, além disso recuperaram-se da fadiga em um quinto do tempo gasto pelos comedores de carne. </li></ul><ul><li>Estes resultados demonstram que a dieta vegetariana é superior para o desenvolvimento da força física, da resistência e da eficiência. Na verdade os animais mais poderosos e de vida mais longa são os vegetarianos. O cavalo, o boi, o búfalo e o elefante, todos têm corpos grandes e saudáveis, poder de resistência e força fenomenal que os capacitam a carregar cargas pesadas e realizar trabalhos árduos para o homem. Nenhum dos carnívoros tem o vigor ou resistência para serem animais de carga. </li></ul><ul><li>É interessante notar que os grandes atletas que estabeleceram recordes mundiais foram vegetarianos. </li></ul>
  37. 37. <ul><li>O Clube dos Ciclistas Vegetarianos na Inglaterra, tem conquistado acima de 40% dos recordes nacionais de ciclismo e, por toda a Europa, os ciclistas vegetarianos tem consistentemente conseguido uma maior percentagem de vitórias do que os ciclistas que comem carne. </li></ul><ul><li>O grande nadador vegetariano, Murray Rose, foi o mais jovem conquistador de três medalhas de ouro nos jogos olímpicos. Ele conquistou muitos recordes e foi aclamado como um dos maiores nadadores de todos os tempos. </li></ul><ul><li>Muitos atletas internacionalmente famosos, do passado e do presente, mudaram para uma dieta vegetariana - por exemplo, o austríaco levantador de peso, A. Amderson, que estabeleceu muitos recordes e Johny Weismuller, que estabeleceu 56 recordes mundiais de natação. Ao tornarem-se vegetarianos não evidenciaram nenhum enfraquecimento nas suas fortalezas físicas, pelo contrário, suas capacidades aparentemente aumentaram. </li></ul>Murray Rose
  38. 38. <ul><li>Bill Walton, a estrela do basquetebol, aclamado nacionalmente, é famoso por seu desempenho enérgico e ofensivo. Os benefícios de sua experiência pessoal são conquistados através de uma dieta vegetariana equilibrada. </li></ul><ul><li>Concluímos que os vegetarianos têm maior resistência e energia porque os seus organismos não têm que gastar, desnecessariamente, quantidades enormes de energia, tentando contrabalançar os efeitos da carne. </li></ul>Bill Walton
  39. 39. Curiosidades <ul><li>As calorias presentes nas frutas, nos vegetais, nas carnes, nos peixes e frutos do mar e nas bebidas encontram-se no documento em anexo. </li></ul><ul><li>Calorias.doc </li></ul>
  40. 40. Bibliografia <ul><li>Educação Física 10.º/11.º/12.º anos (1ª Parte), Paula Romão e Silvina Pais, Porto Editora, páginas 30 a 32 </li></ul><ul><li>http://members.fortunecity.com/rui_nuno_carvalho/capcidad.html </li></ul><ul><li>http://www.dragteam.info/forum/saude/11600-dietas-saudaveis.html </li></ul><ul><li>http://www.bela.com.br/news/dietas-da-moda </li></ul><ul><li>http://www.dieta-certa.com/dietas.html </li></ul><ul><li>http://www.guiafenix.com/m-dietas.html </li></ul><ul><li>http://www.mensageironoticias.pt/noticia/223 </li></ul><ul><li>http://forum.hardmob.com.br/archive/index.php/t-281329.html </li></ul><ul><li>http://www.wmulher.com.br/template.asp?canal=dieta&id_mater=1135 </li></ul><ul><li>http://www.esramada.pt/pt/alunos/alimsau/a_nova_roda_dos_alimentos.htm </li></ul><ul><li>http://static.publico.clix.pt/docs/pesoemedida/Panfleto_Roda_Alimentos.pdf </li></ul><ul><li>http://www.confagri.pt/PoliticaAgricola/Temas/SegurançaAlimentar/Documentos/doc37.htm </li></ul>
  41. 41. Trabalho realizado por:   Ana Raquel Piedade, nº 1 Carina Rebelo, nº 3 Isabel Correia, nº 11 Verónica Silva, nº 26 12º D

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