4. boas práticas de relacionamento ej ies

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4. boas práticas de relacionamento ej ies

  1. 1. Regulamentação frente às Instituições de Ensino Superior A Brasil Júnior, reconhecendo a importância da relação entre a empresa júnior ea instituição de ensino superior, tem trabalhado a fim de intensificar aregulamentação entre as partes. Desta forma, o presente documento tem porobjetivo apontar às empresas juniores alternativas para alcançar a regulamentaçãonas instituições de ensino superior. Várias empresas juniores de todo o país responderam a um questionário,através do qual puderam relatar como ocorre o relacionamento com a instituição deensino superior. Várias práticas foram selecionadas com o intuito de indicaralternativas adaptáveis à outras empresas juniores. Uma Empresa Júnior é, por definição, vinculada a uma instituição de ensinosuperior e regida por estudantes dessa instituição. Por esse motivo, aregulamentação e reconhecimento da empresa júnior perante sua instituição é devital importância e o vínculo entre essas suas instituições de dá de diversas formas: Reconhecimento como atividade de extensão, inclusive servindo comocarga horária extra-curricular (ENGETOP – UniJrBA); Reconhecimento como projeto pedagógico do curso a que pertence (CiaJunior – UniJrBA); Vínculo mediante convênio (Lamparina Design – Concentro); Parecer emitido pela universidade aprovando a criação de EJ´s e quais oscritérios devem ser cumpridos para isso (Apoio Consultoria – UFMG); Cadastro em uma Central de Empresas Juniores da própria Universidade,vinculada à pró-reitoria de extensão e cultura (Ambiental Jr – UFMG); Inserção no núcleo de inovação tecnológica da universidade (UniSigma –PB Júnior); Reconhecimento de empresas júnior através de uma resolução doConselho de Pesquisa e Extensão (JR Consultoria – FEJEPAR);
  2. 2. Vínculo mediante convênio com o Centro de Desenvolvimento Tecnológicoda Universidade (Strategos – Concentro). Além do reconhecimento da Universidade, é necessário que haja algumdocumento que formalize um vínculo entre instituição de ensino superior e empresajúnior. Este documento ainda não é padronizado e existe em formas diferentes emcada instituição de ensino: Documento que reconhece a EJ como atividade de extensão, assinadopelo diretor (ADM UFBA – UniJrBA); Termo de Parceria com a Universidade, reconhecendo a EJ como umprojeto pedagógico do curso (Cia Junior – UniJrBA); Assinatura do chefe e do coordenador de departamento na ata de posse decada gestão da EJ (Gauss Empresa – FEJECE); Relatório emitido pela EJ com informações sobre sua gestão parareinscrição como projeto de extensão (Iniciativa Empresa – Rio Junior). A maioria da empresas juniores da Brasil Júnior possui uma boa imagemperante o departamento do curso e os professores que neste trabalham. Entretantoainda não é pequeno o número de empresas juniores que possuem problemas nesterelacionamento. Algumas empresas têm trabalhado em busca de um maiorreconhecimento por parte da Instituição de Ensino Superior: Pedido de reconhecimento da empresa como sendo atividadecomplementar (Prisma – UniJrBA); Participação com voto das reuniões de colegiado (Lamparina Design –Concentro); Repasse ao departamento do que acontece dentro da empresa através demala-direta e informativos na própria faculdade (Inova Consultoria – FEJEMG); Elaboração de políticas de responsabilidade social que chamam a atençãoe reforçam os laços (Ayra – Rio Júnior);
  3. 3. Aumento do engajamento dos alunos em aula (Dinâmica Empresa –FEJEPAR); Pedido de um maior reconhecimento dos professores que realizam aorientação de projetos com uma carga de trabalho da universidade para que façamda empresa júnior uma prioridade também (CONAQ – FEJESC); Aumento do foco do trabalho da empresa na busca por maiorreconhecimento da instituição, cujo fruto gerou a elaboração do case: “Universidadee Empresa Júnior: Estruturando Relacionamento e Obtendo Resultados Efetivos”(Cia Júnior – UniJrBA); Em momentos em que a empresa júnior passa por dificuldades internas, háo convite para que o professor ajude na resolução do problema (Rumos- FEJEMG); Apresentações específicas para novos professores a respeito de como é aempresa júnior (Rumos-FEJEMG); Prestação de contas em reuniões de departamento (Soluções Consultoria –FEJEMG); Apresentação da empresa júnior aos professores é feita em reuniõesindividuais, nas quais cada professor recebe a abordagem necessária (Unifei Jr -FEJEMG). A maioria das empresas juniores participa de algum evento realizadoperiodicamente pelas IES. São eles: Recepção de calouros; Semana ou dia do profissional da área de atuação da empresa júnior; Feira de profissões; Capacitações sobre empreendedorismo; Disciplinas: Empresa Júnior 1 e 2; Capacitações sobre a área de atuação da graduação.
  4. 4. As Instituições de Ensino Superior da maior parte de empresas juniores utiliza onome da empresa júnior na divulgação de sua marca. Entre as ações realizadaspara este fim estão: Divulgação da empresa júnior através do site da instituição; Participação da empresa júnior em eventos como foco sobre alunosvestibulandos, nos quais os cursos de graduação são divulgados; Divulgação do nome em eventos em geral e em avaliações dos cursos,como o ENADE e o MEC; Utilização do nome da empresa júnior no preenchimento do Guia doEstudante pelo departamento (UFV Jr – FEJEMG); Apresentação da empresa júnior à outras instituições (In Bio – FEJEMG); Divulgação das premiações recebidas pela empresa júnior em sites, TV erádio da instituição (Ação Jr – FEJESC); Apresentação da empresa júnior como sendo um diferencial do curso degraduação no Guia de Profissões, material este distribuído no jornal de maiorcirculação na cidade para vestibulandos com informações sobre os cursos que auniversidade oferece (JR Consultoria – FEJEPAR). O Movimento Empresa Júnior é conhecido pela maior parte das Instituições deEnsino Superior das empresas juniores. Algumas empresas tiveram ações parafortalecer esse conhecimento, tais como: Apresentação do que é o MEJ quando foi estabelecido o vínculo empresajúnior-Instituição de Ensino Superior (CT Júnior - JuniorES); Sensibilização das coordenações dos cursos envolvidos durante 2 meses ea visita do presidente da Brasil Júnior (UniSigma – PB Júnior); Apresentação em forma de painel sobre a história das empresas junioresno Brasil e no mundo em uma Semana de Extensão (PRODEJU – PB Júnior);
  5. 5. Aparecimento das empresas juniores de Maringá na mídia (DinâmicaEmpresa – FEJEPAR); Apresentação realizada no começo de cada gestão para a instituição (MetaConsultoria – Rio Júnior); Participação de ex-membros da empresa júnior na direção da instituição(Ação Jr – FEJESC). O auxílio dado pela IES através de programas ou planos de açõesrealizados para ajudar o desenvolvimento das Empresas Juniores é feito de muitasmaneira diferentes: Na maioria das EJs, a IES não tem nenhum programa de desenvolvimento formal voltado às EJs, os auxílios se dão através de projetos pontuais, muitas vezes de forma informal. Em grande parte, o auxílio é referente à infra-estrutura, como por exemplo,sede, móveis, energia, água, materiais de escritório, etc. Reuniões mensais da EJ com os coordenadores dos departamentos e comos professores orientadores da EJ, onde são dados vários conselhos e orientaçõespara a EJ (Cia Junior – UniJr-BA). Existe plano de ação anual do Pró Jr (Lamparina Design – Concentro). Através do CENTEV e da CEMP, que é a instituição que organiza as EJ`sda UFV (Cace Consultoria – FEJEMG). A CEMP pede que as EJs enviem trimestralmente um relatório paramensurar o grau de desenvolvimento das EJs e com isso auxiliá-las, mas issoacaba não acontecendo na prática. Está ocorrendo reunião com os professorescoordenadores e a CEMP para melhor estruturação da organização a fim de atendermelhor as expectativas das Empresas Juniores (Soluções – FEJEMG).
  6. 6. Há um núcleo chamado UFRJr e um órgão da PR-3 na Reitoria chamadoAgência de Inovação que realiza esse auxílio (EJCM – RioJr). A existência de algum responsável da IES pelo contato direto com as EmpresasJuniores é uma questão importante para aproximar as EJs de suas IES e para poderrecorrer em momentos em que a EJ necessita do auxilio da IES: Na maioria das EJs, o contato é feito através dos colegiados, Pró-Reitoresde Extensão, coordenadores dos cursos, diretores dos centros. Professor orientador que faz parte do corpo docente do curso ao qualpertence a empresa (Tecno Jr – UniJr-BA). O professor Magnus Luiz Emmendoerfer, coordenador da CEMP. Que é aCentral de Empresas Juniores da Universidade Federal de Viçosa (Inbio –FEJEMG). O suporte financeiro dado às EJs pelas IES para eventos do MEJ, muitas EJsnão sabem se é possível pois nunca tentaram ou o processo é muito burocrático, oque torna o processo menos viável. Porém, o retorno das IES que são solicitadas namaioria das vezes é positivo: A IES pelo menos uma vez por ano ajuda a EJ com recursos financeirospara eventos (ADM Jr UEFS – UniJr-BA). Mensalmente, a IES fornece passagens de Ilhéus para Salvador para 1Conselheiro Deliberativo da Federação (UNIJr-BA); 2 diretores da federação quefazem parte da minha EJ; 1 conselheiro deliberativo da TecnoJr (outra EJ da UESC);e neste ano, como a Cia foi uma das EJs organizadoras do ENEJ Bahia, até o mêsde agosto a UESC forneceu passagens para a Coodenadora de Programação do
  7. 7. ENEJ. Além disso, quando um grupo de pessoas se reúne para ir a algum evento ouvisita técnica, a IES disponibiliza ônibus para o transporte (Cia Junior – UniJr-BA). O instituto disponibiliza uma bolsa auxílio, desde que haja comprovação deque o congresso é realmente imprescindível para o crescimento da EJ (GaussEmpresa – FEJECE). Não é muito bom devido a Burocracia existente (UFV Jr Florestal –FEJEMG). A IES não tem conhecimento de nossas idas a reuniões da federação forada cidade, cursos, congressos etc. Todo o custo é compartilhado entre membro e EJ(Granbery – FEJEMG). O apoio das IES apóia para projetos sociais realizados pela EJ nem sempre éfeito, pois muitas EJs não possuem Projetos Sociais, ou nunca tentaram o apoio dasIES. As que possuem Projetos Sociais e têm o apoio das IES, é feito da seguinteforma: Além da divulgação via site, existe apoio dos Colegiados dos cursos,Departamentos e ainda, da Reitoria no que se refere a auxílio com transportes, porexemplo (ENGETEC – UniJr-BA). A IES ajudou em um projeto da empresa de implantação de coleta seletivana instituição, auxiliando na questão de conseguir parceiros para compra dos tonéisde armazenagem do lixo e revisão do projeto final (Prisma – UniJr-BA). Divulgação no site da universidade e pelos professores em sala de aula(ADM Jr – UEFS – UniJr-BA). Infra-estrutura (Produção Jr – FEJEMG). A IES recicla todo o papel utilizados pela Cia Júnior, em coerência com ovalor "Responsabilidade Sócio-ambiental" da nossa empresa (Cia Junior – UniJr-BA).
  8. 8. Outra questão abordada foi com relação ao incentivo dado pela IES paraformação de novas EJs. As principais práticas listadas foram: Não possui política formalizada. Alguns professores, de maneira particular,ressaltam a importância da participação no MEJ (ENGETEC – UniJr-BA). A IES procura desburocratizar a formação de uma EJ (TecnoSystem –UniJr-BA). Está em processo de consolidação um programa de empreendedorismoque visa também uma divulgação do MEJ dentro da faculdade, o que pode serconsiderado um incentivo à formação das novas EJs (ENGETOP – UniJr-BA). Apoio no processo de convênio com a IES (Lamparina Design –Concentro). Estrutura física (UFMG Informática – FEJEMG). Através do CENTEV ou CEMP, o Núcleo de empresas Juniores fornecetodo o apoio necessário para a formação de novas EJS (Soluções – FEJEMG). A IES apóia a formação de novas EJs através da realização de palestras,encontros e reuniões sobre o funcionamento e a criação de novas empresasjuniores, em parceria com a UniSigma e a Federação (UniSigma – PBJr). Esse incentivo é feito pelo orgão de fomento da UFRJr (Ayra – RioJr). Foi iniciada, há pouco tempo, uma tentativa por parte do CETREINA(Departamento de Estágios e Bolsas) de oferecer apoio a EJs já existentes e àformação de novas EJs. Porém esta é uma iniciativa nova e ainda em fase deformação (Iniciativa Empresa – RioJr).
  9. 9. A Coordenadoria de Regulamentação se coloca aberta para o esclarecimento dedúvidas e conta com o trabalho da rede para que, desta forma, o MovimentoEmpresa Júnior possa se ampliar e fortalecer. Coordenadoria de Regulamentação Diretoria Administrativa

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