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Michael Jackson E O Vitiligo
 

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Talvez vc já saiba de tudo o que está neste slide, mas talvez não. Com fotos, textos, informações precisas, entrevistas, links de vídeos e depoimentos de várias pessoas, além de alguns comentários meus, procuro mostrar a verdade a todos que se interessem em conhecê-la. Só peço que:
NÃO CRITIQUE MICHAEL JACKSON PELA COR DE SUA PELE - NÃO ANTES DE ASSISTIR A ESTA APRESENTAÇÃO DE SLIDES.
Obrigada.

Pra mais informações sobre Michael Jackson acesse:

http://michaeljacksonsemprevivo.blogspot.com/

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  • Revolta: sempre achei os cabelos de Michael muito bonitos. Más ví uma reportagem aonde dizem que ele sempre usou perucas. Estou muito revoltado e nervoso com isto. Gostaria de saber á verdade.
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  • Desabafo: deixei de ir ao show dele no Brasil, por achar que ele não gostava de ser negro. Agora depois do que lí estou muito arrependido. Realmente era uma doênça, ele foi bombardeado pela mídia sem ter culpa.
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  • Estou com peso de consciência agora. Nesta foto vçs conseguiram mostrar detalhes, que na época não foram mostrados. Parabens
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  • sou fã do Michael, e só agora depois dele morto, é que vim entender o problema que ele tinha.
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  • gostei bastante de tudo que lí. Parabens me esclareceu muitas dúvidas. Agora gostaria de saber outra inf. É verdade que Michael Jackson usava perucas? gostaria de obter inf sobre isto, obrigado
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    Michael Jackson E O Vitiligo Michael Jackson E O Vitiligo Presentation Transcript

    • MICHAEL JACKSON E O VITILIGO
      • Veja aqui a história verdadeira
      • Vale a pena! E isso tomará apenas alguns minutos de seu tempo.
    • O surgimento das manchas
      • No comecinho dos anos 80, Michael Jackson enfrentava um sério problema que não tinha coragem de revelar a ninguém. Manchas esbranquiçadas lhe surgiam pelo corpo, deixando-o bastante intrigado (observe sua mão na foto). Michael já tinha enfrentado as espinhas na fase da adolescência e tinha sofrido muito com isso. Seu pai, irmãos e primos implicavam com ele por causa disso, os fãs não disfarçavam o espanto ao vê-lo com o rosto coberto por enormes espinhas e ele chegou a ficar com vergonha de sair de casa. Sendo assim, como ele iria mostrar aos parentes algo ainda pior que espinhas? Achou melhor ficar quieto e não contar a ninguém sobre as manchas.
      • À medida que essas manchas aumentavam, ele ia inventando novas maneiras de cobrí-las ou disfarçá-las, como maquiagem e luvas.
      • Com o tempo elas foram ficando cada vez maiores e mais numerosas, por todo o corpo, inclusive partes cada vez maiores de seu rosto. Michael ficou apavorado e pensou que pudesse estar com algum tipo raro e grave de câncer de pele. Resolveu consultar um dermatologista.
    • A descoberta da doença
      • Assim, em 1983, Michael foi pela primeira vez à clínica do Dr. Arnold Klein e foi diagnosticado como portador de uma doença incurável e não-contagiosa de pele, de causa genética e que pode ser desencadeada e/ou agravada por fatores emocionais e estresse. Essa doença se chama VITILIGO e atinge pelo menos 1% da população mundial, segundo pesquisas. Ela provoca a despigmentação da pele em áreas maiores ou menores, de acordo com o grau da doença, que varia de pessoa pra pessoa. Michael Jackson teve o chamado “vitiligo universal”, que afeta mais de 50% do corpo deixando poucas partes em sua cor original. Quem tem a doença deve evitar o sol porque a pele fica extremamente sensível e pode sofrer queimaduras e até câncer de pele. Eis o porquê de Michael usar chapéu e guarda-chuva até dentro de seu próprio quintal. O vitiligo aparece mais comumente nas seguintes idades: dos 10 aos 15 anos, e dos 20 aos 40. Michael Jackson tinha pouco mais de 20 anos quando as manchas começaram a aparecer. Para saber mais sobre a doença VITILIGO, acesse: http://www.abcdasaude.com.br/artigo . php ?456
      • A reação de Michael a essa notícia foi a esperada: desespero, depressão, medo. “Ah, meu Deus! Essa não! Eu sou uma aberração!”, desabafou ele. Foi aí que ele foi aconselhado pelo seu médico a procurar a enfermeira e recepcionista, Debbie Rowe (que anos mais tarde viria a ser a mãe de seus dois filhos mais velhos) pra obter mais informações sobre o vitiligo. Michael e Debbie ficaram amigos. Ele ligava pra ela às vezes de madrugada pra chorar as mágoas e ouvir conselhos de como lidar com a doença. Ou melhor: como viver – e conviver – com ela. Ou... melhor ainda, como suportá-la! Michael sentia como se estivesse vivendo em um pesadelo. Mas sempre que acordava, lá estavam as manchas, sempre aumentando, se multiplicando, se alastrando pelo seu corpo, derrubando cada vez mais sua auto-estima.
      • Michael continuou fazendo o que já fazia antes: disfarçava as manchas com maquiagem. Acabou tendo que revelar este seu segredo às pessoas mais próximas como, além da família, sua maquiadora Karen Faye. Karen explicou, em uma entrevista de 2003, o que aconteceu naquela época. Segundo ela, Michael escondeu a doença dela por um tempo, depois não deu mais. Ela passou então, a ter a missão de encobrir as cada vez maiores partes descoloradas da pele dele. Chegou a um ponto que ele tinha que maquiar os braços quando ia aparecer em público usando camisas de mangas curtas.
      • As luvas e um pouco de maquiagem escura nas faces já não bastavam mais. Nos shows, Michael suava e a maquiagem costumava ir embora. Por isso ele foi obrigado a usar camadas cada vez mais grossas de base marrom. Mas nunca conseguia um resultado satisfatório na tentativa de uniformizar a cor de sua pele. Vamos entender porquê: parte da testa de Michael, assim como suas pálpebras e parte do queixo mantinham sua cor natural. Suas bochechas e parte do nariz estavam brancos.
      • Ao cobrir apenas as partes afetadas pelo vitiligo ficava evidente que ele passara maquiagem em algumas partes do rosto e outras não, já que ainda não havia naqueles tempos maquiagem apropriada pra casos como o de Michael.
      • Aqui está uma foto de Michael cobrindo apenas a parte de seu rosto que estava despigmentada, suas bochechas. Como se vê, não funcionava muito bem.
      • Ao tentar maquiar o rosto todo, ficava artificial e desigual, já que a mesma maquiagem ganhava um tom sobre as partes escuras e outro sobre as partes claras. Observe a foto ao lado .
    • A fase de transição
      • Foi aí que sua maquiadora assim como seu dermatologista disseram que estava na hora de fazer o contrário: parar de tentar escurecer as partes brancas que já eram predominantes, atingindo mais de 50% do corpo de Michael e passar a clarear as cada vez menores partes escuras. Karen então sugeriu que Michael passasse por uma transição (clareamento gradual à base de maguiagem): ela usaria nele (no rosto e nas partes expostas de seu corpo) uma maquiagem em um tom intermediário que o faria ficar mais natural e com um tom de pele único. Michael passou então, a usar sempre uma grossa maquiagem cor de Nescau, que igualava sua pele. Nas pontas dos dedos (parte em que suamos mais) ele enrolava esparadrapos, principalmente durante os shows. Nessa fase que começou por volta de 1985 ou 86 e prosseguiu por toda a chamada “Era Bad” (que durou dois ou três anos a partir do disco “Bad” lançado em 87), Michael estava moreno, mais claro que sua cor original (o que deu origem aos boatos de que ele estaria usando cremes e até injeções pra ficar branco).
      • Veremos agora, três fotos de uma mesma fase.
      • Primeiro o vemos em uma de suas últimas tentativas de manter o tom original de sua pele, cobrindo com maquiagem escura as partes despigmentadas pela doença. Essa foto ao lado é de 1986.
      • Esta foto aqui ao lado também é do mesmo ano (1986) e nela vemos Michael em sua casa, num de seus “home-vídeos”durante um ensaio da coreografia pro filme da Disney “Captain EO”. Ele não está “produzido” (inclusive está com o cabelo desarrumado). Está sem maquiagem nenhuma, portanto vemos seu rosto quase todo já tomado pela doença.
      • E pra ninguém falar que isso é trabalho de photoshop aqui está o vídeo em que aparece esse ensaio (essa parte aparece mais no final desse vídeo – que mostra apenas cenas do especial em que Michael fala de Janet ou aparece com ela): http://www.youtube.com/watch?v=lzLqg7EDTPk&NR=1
      • OBS: Michael não deve ter visto nenhum problema em se mostrar ao público dessa maneira, uma vez que na época desse especial (2003) em que ele mostra seus “home-videos” ele já havia revelado sua doença ao mundo 10 anos antes.
      • Agora, em foto de 1987, no vídeo-clipe de “Bad”, o início da transição: a maquiagem pesada que igualava sua pele em um único tom intermediário entre sua cor original e a cor (ou falta dela) causada pelo vitiligo.
    • O lupus e o benoquin
      • Em 1990 Michael foi diagnosticado também com lupus, pelo Dr. Arnold Klein. Ele inclusive tinha a doença no couro cabeludo.
      • Também foi nessa época que o dermatologista prescreveu pra Michael o uso do creme benoquin, pra clarear as poucas partes - que naquela época já pareciam pequenas pintas ou manchas - escuras que restavam no corpo dele.
      • Veja a foto ao lado.
      • Com o uso constante desse medicamento, Michael pôde mostrar mais as mãos e passou a maquiar apenas o rosto e as pequenas manchas escuras das partes do corpo que ficariam visíveis (já menos escuras após ter começado a usar frequentemente o benoquin).
      • Foi assim que ele surgiu em novembro de 1991, em “Black or White” e teve que aturar a mídia e pessoas de todo o mundo dizendo: “Mas ele está cada vez mais branco!”.
      • Há boatos de que Michael, ainda nos anos 80, teria usado um creme clareador de pele chamado “Porcelana”, que era vendido sem prescrição médica. Ele teria tentado atenuar o contraste das manchas em sua pele escura por conta própria, antes do médico lhe prescrever o benoquin. Mas isso é apenas especulação, ainda mais que pelo que andei me informando, esse creme tem um efeito irrelevante. Dizem as más línguas que LaToya também usava esse creme pra clarear a pele.
      • Mas pelas fotos de LaToya quando criança e adolescente vemos claramente que ela SEMPRE foi a mais clara de todos os irmãos (seguida de Jackie). Ela SEMPRE teve exatamente a cor de pele que tem hoje. Portanto, se usou o tal creme, não fez efeito nenhum. Veja ao lado, uma foto bem antiga de LaToya.
      • OBS: Além disso, negros costumam parecer mais ou menos claros de acordo com vários fatores: maquiagem, iluminação, fotografia, etc... Assim como brancos também costumam parecer mais ou menos morenos de acordo com esses mesmos fatores.
    • A revelação do segredo
      • Em fevereiro de 1993, cansado de toda essa boataria, Michael finalmente tomou uma das decisões mais difíceis de sua vida: revelar ao mundo que sofria de vitiligo, algo que ele desejava esconder até de si próprio. Depois de muitos anos dando apenas pequenas entrevistas e declarações onde praticamente não falava de sua vida pessoal, Michael resolveu aceitar aparecer no programa de Oprah Winfrey e conversar com ela sobre tudo, respondendo a tudo o que ela lhe perguntasse. Ele sabia que esse assunto surgiria e se preparou pra contar toda a verdade.
      • Ao lado, uma foto de Michael com Oprah em Neverland durante essa entrevista .
      • Durante a entrevista, Michael realmente respondeu a todas as perguntas e esclareceu muita coisa. O momento da revelação veio com uma pergunta sobre um comercial da Pepsi.
      • Aqui está o comercial que levou à revelação do vitiligo de Michael Jackson:
      • http://www.youtube.com/watch ?v=To-6wIC5Q7g& feature = related
      • A primeira pergunta feita por Oprah a ele sobre este assunto foi a seguinte: “Recentemente houve uma história sobre você querendo um menino branco pra interpretar você num comercial da Pepsi...” Michael, que pelo jeito ainda não sabia de mais esse boato, respondeu indignado: “Isso é tão estúpido! Essa é a história mais ridícula e horrível que já ouvi. Isso é loucura! Porque, em primeiro lugar, é o MEU rosto quando criança no comercial. EU quando EU era pequeno. Por que eu iria querer uma criança branca pra me interpretar? Eu sou um negro-americano, eu sou ORGULHOSO da minha raça, eu sou orgulhoso de quem eu sou. Eu tenho muito orgulho e dignidade. Isso seria como você querendo uma pessoa oriental pra interpretar você quando criança. Isso faz sentido?”
      • Essa reação de Michael, provavelmente deixou muita gente de queixo caído ao ver toda aquela teoria da mídia de que “Michael tinha vergonha de ser negro” indo por água abaixo.
      • Em seguida, Oprah fez a pergunta que parecia estar coçando em sua garganta pra sair desde o começo da entrevista: “Ok, então vamos à questão mais discutida sobre você que é a cor da sua pele… está obviamente muito diferente de quando você era mais jovem, então eu acho que isso tem causado muita especulação e controvérsia sobre o que você fez ou está fazendo, se você está clareando sua pele, e sua pele está ficando mais clara porque você não gosta de ser negro?” Então houve uma pequena discussão entre Michael e Oprah sobre “maneiras de clarear a pele” (Michael disse que não acreditava ser possível um negro ficar branco – o que me faz rejeitar “a teoria da ‘Porcelana’” – e Oprah dizia que com baldes e baldes de um certo creme clareador era possível atingir um tom mais claro de pele).
      • Michael explicou o que aconteceu com sua pele: “Eu tenho uma doença de pele que destrói a pigmentação da minha pele. Isso é algo que não posso resolver, certo? MAS QUANDO AS PESSOAS INVENTAM HISTÓRIAS DE QUE EU NÃO QUERO SER O QUE EU SOU, ISSO ME MACHUCA. É um problema pra mim que eu não posso controlar… mas o que dizer dos milhões de pessoas que se sentam sob o sol pra ficarem mais escuras, pra serem diferentes do que elas são? Ninguém fala nada sobre isso.”
      • Oprah quis saber quando a doença começou e Michael explicou: “Oh, cara, eu não ( não lembrava com exatidão )... um pouco depois de Thriller, ou mais ou menos entre Off the wall e Thriller, por aí…” ( Realmente, foi entre Of the wall e Thriller que ele começou a perceber o aparecimento das misteriosas manchas brancas em seu corpo ). “Isso vem da minha família, meu pai disse que é do lado dele. Eu não posso controlar, eu não entendo. Quero dizer que isso me deixa muito triste. Eu não quero entrar na questão do meu histórico médico porque isso é assunto privado, mas a situação é essa.”
      • Oprah disse que seria direta então, e perguntou: “Então você não está fazendo nada pra mudar a cor da sua pele?” Michael visivelmente ofendido respondeu: “ Oh, Deus, não! Nós tentamos controlar isso usando maquiagem pra disfarçar porque a doença causa manchas na minha pele. Eu tenho que igualar a cor da minha pele. Mas sabe o que é engraçado, por que isso é tão importante? Não é tão importante pra mim, eu sou um grande fã de arte. Eu amo Michelangelo. Se eu tivesse tido a chance de falar com ele ou ler sobre ele eu gostaria de saber o que o inspirou a se tornar o que se tornou, a anatomia de sua habilidade e não sobre com quem ele saiu na última noite.”
      • Michael estava coberto de razão. Fazia alguma diferença que ele estivesse preto ou branco? Por acaso essa doença (assunto tão particular e delicado pra ele) tem alguma coisa a ver com seu talento, com sua música, com sua dança, com sua obra artística? NÃO. Mas as pessoas preferem muitas vezes discutir a cor da pele dele e o número de plásticas feitas, assim como sua sexualidade e outras fofocas do que conversar sobre seus discos, sobre quais são as músicas mais bonitas, sobre quais clipes preferem, sobre como ele fez esse ou aquele difícil passo de dança...
      • Por causa de toda essa importância dada à aparência de Michael e todo o crédito dado à boataria e mentirada da mídia sensacionalista, Michael teve que fazer isso: se abrir sobre um assunto tão complicado, um assunto que tentara por mais de uma década, esconder do público. As coisas teriam sido mais fáceis pra ele e sua vida bem mais calma se as pessoas tivessem dado menos importância à cor de sua pele! Mas... mesmo tendo que passar por isso, ter que revelar um fato tão desagradável de sua vida pessoal, Michael não se livrou de aborrecimentos quanto a este assunto, porque teve gente que continuou acreditando no que a mídia dissera antes: que ele queria ser branco e clareara a pele de propósito. Mesmo ele tendo desmentido isso!
      • Muitas pessoas que não sabiam da existência do vitiligo andaram debochando de Michael e dizendo: “Legal! Que doença mais conveniente seria essa que é capaz de deixar um negro branquinho?”
      • Quando ele fez essa revelação, foi mostrado no Jornal Nacional e eu acreditei 100% nele porque percebi que as peças do quebra-cabeça finalmente se encaixavam. Michael estava mais claro por fora, mas mais negro por dentro. Mantinha sua origem musical, suas raízes culturais, valorizava cada vez mais o talento de artistas negros, contribuía com entidades voltadas pra negros, vivia indo à África, que chamava de “home” (lar). Eu sabia que ele não tinha vergonha e nem negava sua raça. Então com essa revelação tudo se encaixou. A verdade estava ali, clara como água, na frente dos nossos olhos!
      • Mas... pior cego é aquele que não quer ver. Era mais conveniente pros tablóides inescrupulosos fazer as pessoas continuarem acreditando na mentira e ignorando o que o próprio Michael havia feito “das tripas coração” pra revelar. A palavra de Michael devia bastar. Pra mim (e pra muita gente, graças ao bom Deus), bastou. Mas... pra outras tantas pessoas não bastou e por isso, fazem questão de ter outras evidências.
    • Divulgação das provas
      • Felizmente as fotos que mostravam o vitiligo de Michael, publicadas em revistas dos anos 80 e 90 foram escaniadas por pessoas que querem mostrar a verdade e colocadas na internet, inclusive no youtube. Mas infelizmente muitas pessoas só estão se interessando em procurar por essas fotos agora, que nosso Rei do Pop partiu da Terra! Eu comprei uma revista em 1993, uma “Manchete” (ao lado) e fiquei um tempão olhando praquela foto enorme de capa, com lágrimas nos olhos. Michael, com o rosto muito suado (provavelmente não tivera tempo ou paciência de ficar retocando a maquiagem nos intervalos entre as músicas) estava já com poquíssima maquiagem cobrindo suas manchas; assim pude percebê-las com bastante clareza.
      • Me coloquei no lugar dele e pude sentir o drama. Será que as pessoas que o julgam já fizeram isso alguma vez? Se colocar no lugar dele? Imagino que não... Elas não fariam isso. Se fizessem não seriam tão duras e implacáveis!
      • Bom... já mostrei as fotos que não deixam dúvidas a respeito do vitiligo de Michael. Mas agora faço questão de mostrar o que disseram a esse respeito pessoas que conheceram o Michael, que lidaram pessoalmente com ele.
      • Janet Jackson, irmã caçula de Michael disse, nos anos 90: “Michael tem uma doença de pele, mas não é o único da família que a tem. Isso não quer dizer que seus irmãos e irmãs tenham que ter essa doença. Mas temos parentes mais distantes que a têm.”
      • Jermaine Jackson, irmão de Michael disse:
      • “ Michael tem uma forma de lupus que interfere na pigmentação da pele”.
      • Joseph (Joe) Jackson, pai de Michael entregou à imprensa umas fotos pessoais do filho pra provar que ele sofria de vitiligo. Nessas fotos, Michael ergueu a calça pra mostrar uma ferida em sua perna. Aqui está uma dessas fotos.
      • Dr. Arnold Klein, o dermatologista de Michael, declarou que ele sofria de vitiligo, que o diagnóstico foi feito em 1983 e que lhe prescreveu o benoquin em 1990 porque chegou a um ponto que já não dava mais pra cobrir a pele com maquiagem e seria ridículo Michael insistir naquilo. Estava na hora de tentar igualar a pele ao máximo possível, clareando as poucas partes escuras do corpo.
      • OBS: Ainda assim, Michael jamais conseguiu uniformizar totalmente a cor de sua pele, sempre teve manchas marrons pelo corpo (embora elas já estivessem em um tom bem mais claro de marrom do que o original – isso por causa do uso do benoquin).
      • Karen Faye, maquiadora de Michael que o acompanhava direto, declarou:
      • “ Michael está quase totalmente destituído de sua cor original agora. Seu rosto ficou seriamente desigual em cores. Ele tem uma doença de pele. Ele tentou escondê-la até de mim. Michael sempre tentava cobrir essas manchas com maquiagem e igualar o tom de sua pele, até que ficou extenso demais. Estava por todo seu corpo. No começo eu tentava cobrir as partes claras pra combinar com as partes escuras de sua pele. Mas alastrou tanto que tivemos que fazer o contrário: cobrir as partes escuras com maquiagem clara porque todo seu corpo tinha sido afetado. Antes ele tinha que maquiar todo seu corpo (com maquiagem escura), cada polegada de seu corpo. Quantas vezes você costuma ver Michael revelar seus braços e pernas? Raramente. Se compararmos as roupas dele da “Victory Tour” (1984) com as da “Triumph Tour” (1981) então veremos a diferença no que ele usava. O rosto de Michael estava totalmente desigual em cores. Quando se branqueia a pele, se aplica o agente descolorante por todo o rosto e ele não provoca manchas. (...)”
      • Continuação...
      • “ (...)Michael não tinha nenhuma necessidade de clarear sua pele por razões estéticas. O argumento que as pessoas me apresentam é de que Michael queria atingir um público maior, então dizer que ele branqueou sua pele é totalmente falso. Depois do sucesso de “Thriller”, que se tornou o álbum mais vendido no mundo em 1984, ele já era um fenômeno global. Não havia razão nenhuma pra ele querer atingir a um público maior, porque ele já tinha um público maior do que qualquer outro superstar jamais teve. Michael já tinha de 30% a 50% de seu corpo com vitiligo, e ele estava sempre sob o olhar público, constantemente sendo fotografado. Então seria tão embaraçoso ele aparecer nos shows, nos eventos, nas suas performances com a pele manchada quanto usar um sapato de cada cor. Então ele teve que fazer a despigmentação, porque a repigmentação é uma descoberta pros pacientes recentes dessa doença. Então, no começo dos anos 90 ainda não havia essa alternativa. Assim, notamos que Michael foi ficando mais e mais claro até aparecer literalmente branco por volta de 1996.”
      • A repórter Glória Maria, que conversou com Michael por cerca de 15 minutos no Brasil em 1996 disse, em entrevista dada à revista “Contigo!” dois dias após o falecimento de Michael :
      • “ Subi a pé o Dona Marta. Cheguei morta e suja! A primeira coisa que observei é que ele era realmente muito branco, mas era um branco de doença. A pele era quase transparente. Eu me senti culpada por ter pensado que ele queria ficar branco de propósito. Comprovei que ele era humilde e muito triste. Não era amiga dele mas me identifiquei com sua história de sofrimento e de dor, que é uma história comum aos negros.” Ela ainda disse que Michael não era fresco e nem tinha medo de germes. “Ele não me deu entrevista, me entrevistou. Isso foi o mais impressionante. Ele me deu um beijo. Foi incrível. Eu estava toda suada, se ele realmente tivesse frescura com germes e bactérias, jamais faria isso. Em tão pouco contato, Michael demonstrou o quanto era doce.”
      • Glória já havia falado sobre isso antes, no Fantástico, em uma entrevista que ela deu pouco tempo depois de ter estado com Michael. Aqui está o vídeo (não deixe de assistir, é revelador):
      • http://www.youtube.com/watch?v=qA-OkcpNjTU
      • Em 1993, Michael vivia maquiado constantemente. Porém, durante a tentativa de extorção (que desencadeou as falsas acusações de pedofilia), ele estava arrasado e andou descuidando-se da aparência. Um de seus assessores de imprensa contou sobre o dia em que Michael o recebeu no apartamento que mantinha em Los Angeles:
      • “ Ele estava com péssima aparência, como se não dormisse há dias. Estava sem maquiagem, de modo que seu rosto parecia esfacelado, manchado. Estava magro e debilitado, apresentou-se de pijama.”
      • O garoto brasileiro que foi atropelado por uma van da comitiva de Michael em 1993, Márcio Alberto de Paula (hoje adulto), certa vez disse que não achou aquele branco da pele de Michael normal.
      • J. Randy Taraborrelli em sua biografia “A Magia e a Loucura” faz várias especulações sobre a aparência de Michael, mas apenas uma afirmação vinda de fontes seguras (como seu dermatologista): Michael realmente sofria de vitiligo. Isso é fato.
      • Quanto às plásticas, aqui está a prova de que Michael não mudou tanto quando se alardeia. Veja a foto ao lado.
      • Apenas o nariz mudou bastante. O rosto ficou mais fino devido ao emagrecimento, o queixo ganhou um furinho e... só. Os olhos estão iguais (apenas ele pinsou a sombrancelha) e os lábios NÃO parecem mais finos. Não sei onde inventam tanta diferença! Que ele fez plásticas ninguém nega (nem ele). Mas não foram tantas assim. E de que importa quantas foram? Como ele bem disse: “A cirurgia plástica não foi inventada pra Michael Jackson”.
      • Por que Michael é o principal alvo? Ele na frente, seguido de suas duas irmãs LaToya e Janet (que também fizeram plásticas pra afinar o nariz – elas também costumam clarear os cabelos assim como sua mãe, Katherine já fez). A repórter brasileira Glória Maria também fez plástica no nariz como tantos outros negros e negras. Geralmente são sempre criticados, porque na nossa sociedadezinha hipócrita e racista os negros não podem mudar de visual porque fazendo isso estão “renegando sua raça”, sua “negritude”. Então por que nunca disseram que Elvis Presley ao pintar seus cabelos louros de preto estava renegando sua “louritude” e querendo virar moreno ou negro? Por que não acham feio quando um branco se bronzeia, faz permanente nos cabelos ou muda totalmente o formato de seu nariz? Quantas pessoas brancas, principalmente mulheres já fizeram implantes de silicone nos lábios pra aumentá-los, torná-los mais carnudos? Muitas, mas muitaaaasss mesmo! Mas ninguém as acusa de estarem renegando as características da raça branca!
      • O negro é vítima de mais esse preconceito: não ter o direito de mudar algo em si. E por ser o Rei do Pop e sofrer de vitiligo Michael Jackson se tornou o maior exemplo desse lamentável fato. Outra coisa: Michael alisava o cabelo, sim. Mas não era com a intenção de esconder suas origens. É bom lembrar que nem sempre ele os alisava. Sempre que saía em turnê ele deixava seus cachos naturais à mostra. Talvez fosse por puro charme, ou também por praticidade já que devia ser trabalhoso manter os cabelos lisos durante as turnês. Mas fosse por esse ou aquele motivo, fato é que nos shows e em alguns clipes podíamos ver os cabelos crespos de Michael nos lembrando de suas raízes africanas. Prova de que ele não as queria esconder.
      • James Brown alisava os cabelos, sempre. Usava é claro, os recursos falhos de sua época. Mas alisava. E não foi muito criticado. Provavelmente porque não teve a infelicidade de ter vitiligo.
      • Tem gente que acha que seria muito mais fácil Michael ter contado que tinha vitiligo logo que descobriu a doença. Mas será que é fácil pra um artista famoso (ainda mais mundialmente como Michael) falar de um assunto que o deixa constrangido ou complexado? Por acaso vemos Roberto Carlos falar na boa por aí que tem uma perna mecânica? Claro que não!
      • Portanto, deixemos Michael Jackson em paz. Todos que não lhe deram nem ao menos o benefício da dúvida quando ele declarou-se com vitiligo preferindo ignorar o que ele disse ou mesmo desacreditá-lo só pra continuar tendo o prazer mórbido de acusá-lo de auto-racismo têm agora provas contundentes de que estavam redondamente errados. Bom... Eles têm as provas, mas terão a humildade de reconhecê-las? Saberão agora agir com imparcialidade ou continuarão difundindo mentiras e julgando injustamente seu próximo?
      • Michael Jackson é nosso próximo. É filho de Deus como todos nós. Pertence à sua família, aos seus amigos, à sua imensa legião de fãs e à todos que o amam. Também pertence à nação estado-unidense, ao continente americano, à comunidade negra, ao meio artístico, ao mundo da música, dança e dramaturgia; do entretenimento. Pertence à cultura mundial, à raça humana, ao planeta Terra, ao Universo. É nosso semelhante e é o próximo de cada um de nós: daqueles que gostam dele e também dos que não gostam; daqueles que o admiram e também dos que o invejam; daqueles que o aceitam e também dos que o discriminam; daqueles que o aplaudem e se emocionam com ele, com sua arte criativa e versátil, com seu talento genial, com sua humildade rara, com suas atitudes nobres, com seu brilho natural, com seu carisma incomum... e daqueles que o julgam por atitudes que ele teve e outras que ele não teve, mas que acham preferível continuar fingindo crer que teve porque isso torna a fofoca mais interessante.
      • Ele não está mais aqui, mas continua sempre muito próximo... de mim. Por isso estou aqui pra (assim como outras pessoas que – sendo ou não fãs de Michael – têm senso de justiça e mantém os olhos bem abertos), mostrar e comprovar A VERDADE, que nesse caso é essa:
      • MICHAEL JACKSON TEVE VITILIGO.
      • ELE NUNCA TEVE PRECONCEITO CONTRA SUA PRÓPRIA RAÇA.
      • ELE NÃO ERA INFELIZ POR SER NEGRO.
      • ELE NÃO CLAREOU SUA PELE DE PROPÓSITO NEM FEZ PLÁSTICAS POR QUERER SE LIVRAR DE SUA RAÇA.
      • ELE SE ORGULHAVA MUITO DE SEU SANGUE AFRICANO.
      • CONTRA FATOS NÃO HÁ ARGUMENTOS.
      • Leia o texto todo com mais vídeos aqui:
      • http://michaeljacksonsemprevivo.blogspot.com/2009/09/michael-e-o-vitiligo.html?showComment=1252637786536#c3807459211801416527
      • E procuremos valorizar em Michael Jackson, eterno REI DO POP, aquilo que ele TEM de melhor: sua obra e sua arte, assim como seu coração bom e puro de “Peter Pan”.
      • Por favor, repasse essa mensagem. A verdade precisa ser divulgada. Chega de mentiras de tablóides sensacionalistas. Michael não está mais aqui pra se defender. Mas aqueles que ainda estão aqui podem e devem fazer isso por ele. Sem dúvidas, ele merece.
      • OBRIGADA,
      • Elisa Barreto.
      • Este slide é uma variação de “Michael e o Vitiligo”, o segundo capítulo do texto-documento “Michael Jackson – Um Negro Consciente”, do blog MICHAEL JACKSON SEMPRE VIVO.
      • Acesse essa e outras partes do texto aqui:
      • http://michaeljacksonsemprevivo.blogspot.com/
      • As outras partes do texto são, Capítulo 1 - “Michael e o Racismo” e Capítulo 3 - “Michael e a África”, além da introdução.
      • MÚSICA DE FUNDO:
      • Will you be there?
      • Composição: Michael Jackson
      • Disco: Dangerous (1991)
      • Ano de lançamento do single: 1993