Your SlideShare is downloading. ×
0
PNAIC - Matemática - Caderno de Apresentaçao
PNAIC - Matemática - Caderno de Apresentaçao
PNAIC - Matemática - Caderno de Apresentaçao
PNAIC - Matemática - Caderno de Apresentaçao
PNAIC - Matemática - Caderno de Apresentaçao
PNAIC - Matemática - Caderno de Apresentaçao
PNAIC - Matemática - Caderno de Apresentaçao
PNAIC - Matemática - Caderno de Apresentaçao
PNAIC - Matemática - Caderno de Apresentaçao
PNAIC - Matemática - Caderno de Apresentaçao
PNAIC - Matemática - Caderno de Apresentaçao
PNAIC - Matemática - Caderno de Apresentaçao
PNAIC - Matemática - Caderno de Apresentaçao
PNAIC - Matemática - Caderno de Apresentaçao
PNAIC - Matemática - Caderno de Apresentaçao
PNAIC - Matemática - Caderno de Apresentaçao
PNAIC - Matemática - Caderno de Apresentaçao
PNAIC - Matemática - Caderno de Apresentaçao
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

PNAIC - Matemática - Caderno de Apresentaçao

44,543

Published on

Published in: Education
12 Comments
11 Likes
Statistics
Notes
No Downloads
Views
Total Views
44,543
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
2
Actions
Shares
0
Downloads
857
Comments
12
Likes
11
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROSUNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS Caderno de ApresentaçãoCaderno de Apresentação Antônio José LopesAntônio José Lopes Carlos Roberto VianaCarlos Roberto Viana Cristiano A. MunizCristiano A. Muniz Emerson RolkoskiEmerson Rolkoski Maria da Conceição F. R. FonsecaMaria da Conceição F. R. Fonseca Rosinalda Aurora de Melo TelesRosinalda Aurora de Melo Teles
  • 2. FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA NO ÂMBITO DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA
  • 3. Introdução: O caderno de Apresentação do material de formação do PNAIC de linguagem ressalta: • A pessoa alfabetizada é aquela que é capaz de ler e escrever em diferentes situações sociais, de tal forma que isso lhe permita inserir-se e participar ativamente de um mundo letrado, enfrentando os desafios e demandas sociais. É necessário também um amplo domínio de outras disciplinas como a matemática, no qual os números e sistema de numeração decimal são fundamentais, mas não são os únicos aspectos que devam ser abordados na escola.
  • 4. E evidencia: O papel do professor alfabetizador é central, não cabendo confundi-lo com o de alguém que na sala de aula irá reproduzir métodos e técnicas. O professor alfabetizador deve ser tratado como um profissional em constante formação em todas as áreas que fazem parte do ciclo de alfabetização. (PNAIC MAT. Cad. Apresentação/pág. 10)
  • 5. PRINCÍPIOS DA FORMAÇÃO CONTINUADA QUE ORIENTAM AS AÇÕES DO PNAIC. • A prática da reflexividade que é pautada na ação prática /teoria/ prática, operacionalizada na análise de práticas de sala de aula, aliadas à reflexão teórica e reelaboração das práticas. • Constituição da identidade profissional é efetuada em movimentos de reflexão sobre o professor enquanto sujeito de um processo mais amplo, auxiliando-o a perceber-se em constante processo de formação.
  • 6. • A socialização é a operacionalização e fortalecimento de grupos de estudo que transcenda o momento presencial, diminuindo o isolamento profissional que em geral, mantém contato com pais, alunos e diretores, mas não com seus pares. • O enganjamento tende a privilegiar o gosto em continuar a aprender e faz parte da melhoria de atuação em qualquer profissão. • A colaboração vai além da socialização, trata-se de um processo de formação no qual os professores exercitem a participação, o respeito, a solidariedade, a apropriação e o pertencimento.
  • 7. OPERACIONALIZAÇÃO DA FORMAÇÃO É um curso de formação continuada que se dá através da articulação entre universidades, secretarias de educação e escolas que objetiva-se num processo formativo dos professores alfabetizadores nas escolas, nas salas de aula. É estruturado inicialmente por dois grupos de professores: • Professores Formadores; • Orientadores de Estudos. • A ação desses dois grupos incide sobre um terceiro grupo: • Professores alfabetizadores. • O curso está organizado em 08 unidades, totalizando 80 horas. • Além do seminário de encerramento de 8 horas.
  • 8. •Os 8 (oitos) cadernos serão trabalhados em 10 meses;
  • 9. AS ESTRATÉGIAS FORMATIVAS NO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA. Com o objetivo de desenvolver uma cultura de formação continuada individual e em rede, o Pacto estrutura-se em vários eixos, sendo fundamentais o compromisso institucional e individual.
  • 10. • Institucionalmente: Governo Federal das Secretarias de Educação e Universidades – Financiadores, apoiadores e parceiros na elaboração e execução das ações PNAIC. •Individualmente: Os professores que optam por continuar seu processo formativo. • Os cadernos de formação: Suporte e auxílio no processo do trabalho do professor formador, do orientador de estudo e dos professores alfabetizadores.
  • 11. Os cadernos de formação são constituídos pelas seções: Iniciando a conversa Aprofundamento do tema Compartilhando Para saber mais Sugestões de atividades para encontros em grupos Atividades para casa e Escola.
  • 12. O DIÁLOGO COM AS OUTRAS ÁREAS DO SABER E COM AS PRÁTICAS SOCIAIS. Todos os componentes curriculares são importantes no ciclo da alfabetização. • Primeiro ano do programa de formação: Linguagem • Segundo ano do programa de formação: Matemática • A proposta de formação visa dar continuidade ao trabalho iniciado no primeiro ano do PNAIC, ampliando a equipe de formadores - além dos especialistas em linguagem mais os especialistas em matemática – que devem trabalhar de forma conjunta mantendo a mesma estrutura para os encontros em grupo.(Ex: iniciar com a leitura deleite).
  • 13. • Com relação às outras áreas do conhecimento, o diálogo ocorre no interior do texto. Exemplo: Geografia e as cartas cartográficas, a história como fio condutor de seqüência didática, etc. • Entender a Alfabetização Matemática na perspectiva do letramento impõe o constante diálogo com outras áreas do conhecimento e com as práticas sociais.
  • 14. APRESENTAÇÃO DOS CADERNOS DE REFERÊNCIA E DE JOGOS Aos oitos cadernos de formação, esse caderno de apresentação, juntam-se outros três cadernos: 1) Educação Inclusiva objetiva-se em: • Ampliar conhecimentos sobre aspectos legais à educação especial; • Aprofundar conhecimento sobre encaminhamentos destinados aos alunos que fazem parte do público alvo; • Ampliar conhecimento sobre espaço de aprendizagem dos alunos com necessidades educacionais especiais no âmbito escolar; • Compreender a importância de um trabalho considerando as diferenças dos alunos; • Encaminhar práticas pedagógicas de alfabetização matemática para alunos com necessidades específicas.
  • 15. 2) Educação Matemática do Campo: • Apresentar um histórico da educação brasileira no campo; • Ampliar conhecimentos sobre aspectos legais; • Aprofundar conhecimento sobre a relação entre Educação do campo e a Educação matemática. • Apresentar diferentes práticas sociais da realidade campesina como disparadoras do trabalho com a alfabetização matemática.
  • 16. 3) Cadernos de Jogos na alfabetização Matemática: • Jogos e encartes apresentados e divididos conforme os eixos de direitos da aprendizagem na alfabetização matemática.(Números e operações, pensamento algébrico,geometria,grandezas e medidas, educação estatística) • Cada Jogo é apresentado em várias seções: Aprendizagem Materiais Número de jogadores Regras Problematização
  • 17. REFERÊNCIASREFERÊNCIAS  BRASIL, Ministério da Educação – Secretaria da Educação Básica. Elementos conceituais e metodológicos para definição dos direitos de aprendizagem e desenvolvimento do ciclo de alfabetização (1.o , 2.o e 3.o anos) do ensino fundamental. Brasília, 2012.  BROUGÈRE, G. Jogo e educação. Porto Alegre: Artmed, 1997.  ______ . Brinquedo e cultura. São Paulo: Cortez, 1995.  BRUNER, J. O processo da educação. 8. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1987.  CAILLOIS, R. Les jeux et les hommes. Paris: Gallimard, 1967.  CAMPOS, T.; NUNES, T. Tendências atuais do ensino e aprendizagem da matemática. Revista em aberto. Brasília, ano 14, n. 62, abr/jun. 1994.  CARVALHO, J. M. Cidadania no Brasil: o longo caminho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.  CANDAU, V. et al. Oficinas pedagógicas de direitos humanos. Petrópolis: Vozes, 2003.  DALLARI, D. A. Direitos humanos e cidadania. São Paulo: Moderna, 1998.  FREITAS, L. C. Luiz Carlos Freitas: entrevista [out. 2012]. São Paulo: Associação dos Docentes da Universidade de São Paulo, 2012. Entrevista concedida à revista ADUSP
  • 18.  KAMII, C. A criança e o número: implicações educacionais da teoria de Piaget para a atuação junto a escolares de 4 a 6anos. 4. ed. Campinas: Papirus, 1986.  MOURA, A. B. O.; LINS, J. B.; CRUZ, F. M. L. A escola nas representações sociais de crianças em instituições de acolhimento. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Pedagogia) – Universidade Federal de Pernambuco, 2013.  MUNIZ, C. A. Brincar e jogar: enlaces teóricos e metodológicos no campo da educação matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2010.  REDE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS. Capacitação em direitos humanos e cidadania: fundamentos teórico- metodológicos. Recife, 2001. Disponível em: <http://dhnet.org.br>. Acesso em: 14 de fevereiro de 2014.  SPINILLO, A. G. As contribuições da pesquisa em psicologia cognitiva para a psicologia da educação matemática. In: BORBA, R.E.S.R.; MONTEIRO, C.E.F. (Org.). Processos de ensino e aprendizagem no ensino da matemática. Recife: Universitária, 2013. p. 209-236.

×