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A leitura revolucionada

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  • 1. A LEITURA REVOLUCIONADA READING REVOLUTIONIZED LECTURA REVOLUCIONADO Resumo: Existem múltiplas práticas de leituras que não sãonecessariamente práticas cultas, ou profissionais, ou legitimas, há muitos textos,livros ou impressos que não se definem a partir de conteúdos filosóficos, literários,científicos ou escolares. Estas práticas se apropriam da cultura textual impressa edisponível nas bancas, jornais, revistas e textos úteis. Logo essas diversidades deescritos e de leituras permitem ler-se muito mais hoje que no começo do século XX.Portanto a grande questão é como dotar de instrumento crítico, ou direcionar esseuniverso de leituras para que o leitor tenha uma visão mais ampla de mundo e dooutro.Palavras-chave: práticas de leituras, múltiplas práticas de leituras, aculturação eapropriação. *Elicio Gomes LimaSummary: There are multiple practices of reading practices that are not necessarilyeducated or professionals, or legitimate, there are many texts, books or leaflets thatdo not define the content from philosophical, literary, scientific or school. Thesepractices take ownership of culture and printed text available on newsstands,newspapers, magazines and useful texts. Soon these diversities of writings andreadings allow you to read much more today than in the early twentieth century. Sothe big question is how to provide a critical instrument, or to direct the universe ofreadings so that the reader has a broader view of the world and each other.Keywords: practice reading, multiple reading practices, acculturation andappropriation.Resumen: Existen múltiples prácticas de las prácticas de lectura que nonecesariamente están educados o profesionales, o legítimos, hay muchos textos,libros o folletos que no definen el contenido de la escuela filosófica, literaria,científica o. Estas prácticas se apropien de la cultura y el texto impreso disponible enlos quioscos, los periódicos, revistas y textos útiles. Pronto, estas diversidades de losescritos y lecturas te permiten leer mucho más hoy que en el siglo XX. Entonces lagran pregunta es cómo proporcionar un instrumento de crítica, o para dirigir eluniverso de las lecturas para que el lector tiene una visión más amplia del mundo yentre sí.Palabras clave: práctica de la lectura, las prácticas de múltiples lecturas, laaculturación y la apropiación.*Mestre em Educação pela UNICAMP – Universidade Estadual de Campinas/SP.Professor convidado do UNASP-EC – Centro Universitário Adventista de SãoPaulo e docente efetivo da rede pública Estadual e Municipal de São Paulo.Contato: elicio.lima@bol.com.br. INCURSO EM ROGER CHARTIER: QUARTA JORNADA PRÁTICAS PRIVADAS, ESPAÇO PÚBLICO.
  • 2. 1. PRÁTICAS PRIVADAS, ESPAÇO PÚBLICO.O PODER DO LIVRO Segundo Daniel Goldin é uma idéia ingênua a transformação dos leitores pela difusão das idéias pelo emissor do texto. Chartier por sua vez aponta para comunidades de leitores expondo que no seio de cada uma existe paradigma de leitura, como exemplo cita a leitura que se faz na bíblia. Ainda no percurso de sua fala faz um breve comentário ao trabalho de Daniel Favre que tratou das comunidades dos Pirineus franceses e espanhóis, onde a leitura é vista como algo místico dentro dessas comunidades (livro de magia), que ata, vincula o leitor a sua letra. Esse mesmo paradigma de leitura é sustentado quando se toma a leitura como prejudicial a saúde, a mente podendo levar a loucura se exercida em excesso. Vemos aqui como o livro de magia e sua leitura é um paradigma que define outras leituras, outros livros e finalmente a relação com o escrito. Também em Shakespearer, “A tempestade” e em Borges “O livro de areia” apresenta um cunho místico (o poder do livro) referênciando-se outras leituras. Enfim, chartier acredita que se constrói práticas de leituras dentro de comunidades particulares, peculiares na relação com o texto no espaço e no tempo. “Cada comunidade organiza, explicita ou implicitamente, suas práticas de leituras particulares de um texto particular.” Logo o conteúdo de um texto pode ser apropriado, resignificado para uma dada comunidade que constrói uma maneira de ler, uma técnica de leitura, um paradigma de livro.
  • 3. 2. ACULTURAÇÃO E APROPRIAÇÃO Anular, destruir, fazer desaparecer as crenças, condutas e a cultura do outro e impor um novo sistema de práticas de representações é uma visão que Chartier não compartilha, advoga a aculturação recíproca, ou seja, existe um processo de legitimação, e de criação de novos sentidos nas práticas culturais e sociais de dominantes e dominados, se bem que isso não implica igualdade no processo, uma vez que o econômico, o político, o militar e o eclesiástico são forças que persistem, porem não é o determinante final na relação social. Deste modo há toda uma dinâmica que permeiam as práticas sociais “equilibrando” as continuidades e descontinuidades que envolvem o processo de transformação social, ou seja, um território de conflitos e tensões, mas que permite a negociação. É uma negociação que pode ser mais ou menos aberta, que pode gerar equilíbrio ou rejeição, mas que funciona sempre nas relações culturais. Nesta visão cai por terra a idéia que a cultura dominante impõem seus valores de forma absoluta e unívoca. Por esta perspectiva apropriação é resignificar, reconstruir, legitimar, negociar e dar um novo sentido aquilo que recebemos, anulando a possibilidade de um texto ter um sentido único, e é isso que Goldin chama de instabilidade fundamental do texto escrito. Chartier concorda com essa visão e enriquece ainda mais com a definição foucoultiana segundo a qual apropriação é um processo desigual que ocorre como resultado de um conflito, de uma luta, de uma vontade em confronto com outra.1 Há jogo de poderes e interesses nas formas de apropriação, e isso neutraliza o discurso habitual de que a ideologia contida nos textos é consumida passivamente pela classe dominada.1 Apropriação provem de uma tensão entre as vontades de conquista e as vontades de controle e monopólio.
  • 4. 3. ENTENDER A REVOLUÇÃO Segundo a maneira de pensar de Carlos Aguirre a interpretação da revolução a partir das deduções e do corpus de idéias em textos e em livros, contrapõem a uma interpretação que se empenha na importância das práticas cotidianas imergidas neste território de tensões e conflitos. As revoluções interpretadas como mudanças bruscas, radicais que causa profundas transformações e rupturas a curto prazo elimina todo o processo no qual se constituiu as condições necessárias para a efetivação das mudanças revolucionária ( a imagem mais forte da revolução e a ruptura) . Por outro lado a nova tendência de explicar a revolução a partir de um processo de longa duração traz à tona as práticas cotidianas desse movimento de continuidade e descontinuidade. Vista por esse ângulo na Revolução não pode haver um rompimento radical e absoluto com o passado acumulado, uma vez que as transformações são frutos de um processo histórico-social. Além disso, a interpretação da revolução como um processo de ruptura em curto prazo impõe-se uma idéia de fundação radicalmente nova, de um surgimento que se destaca de todo o passado histórico e isso é uma realidade contraditória. A segunda contradição desta visão de acordo com Chartier é a busca do percurso da revolução rejeitando o passado acumulado no qual há elementos que definem a própria revolução. A terceira realidade contraditória da revolução vista por esse ponto é a vinculação particular com a evolução histórica das práticas dos discursos (os discursos atravessam, mas não definem as revoluções segundo Foucault). Enfim na nova história cultural a revolução é um processo de longa duração que abarca as práticas sociais cotidiana do universo na qual se inscreve. Assim como não podia ser diferente neste texto de Chartier há um encontro com as obras de Foucault e de Elias quando concorda que existe uma dispersão nas relações de poder, ou seja o poder se insere dentro de toda a esfera
  • 5. social em maior ou menos grau, levando se em conta a existência dos mecanismos de controle. Pontos de vista: Interpretações da Revolução (a) Ruptura radical- curto prazo (b) Processo de continuidade (c) Processo de transformação política-Furet2 (d) Processo histórico de longa duração34. A LEITURA REVOLUCIONADA As práticas cotidianas influência mais que as exposições críticas e de denúncia proposta pelos livros filosóficos (Carlos Aguirre Anaya). Chartier diz que no século XVII há um deslocamento nas práticas de leituras que abarcam as práticas revolucionárias- Leitura extensiva, que é a leitura mais crítica que acumula textos efêmeros, que estão vinculados ao cotidiano das mudanças políticas. Neste tipo de leitura estabelece lugares onde se faz as leituras que conforme Darnton são os clubes, cafés, praças públicas e jardins (leitura urbana pré-revolucionaria). Por outro lado a Revolução por diversas razões é inovadora no campo das práticas de leituras ao abrir possibilidades, mesmo sendo estas carregadas de discursos ideológicos, uma vez que na Revolução as leituras são usadas como veículos de difusão de idéias, como mediação revolucionária para aculturação, e isso permite aos mais humildes, aos mais numerosos ter acesso a leitura (alfabetização) que antes lhes foram negadas. (leitura como propaganda2 Chartier não concorda com a posição de Furet que toma a Revolução como um fato político capaz de mudar a sociedade e osindivíduos.3 A Revolução é vista como um processo de longa duração desenvolvida a partir das práticas sociais cotidianas, em um território detensões, conflitos, conquistas e legitimações.
  • 6. ideológica). Com isso os gêneros tradicionais (almanaque, catecismo) adquirem uma roupagem revolucionária e se transformam nos suportes, nos veículos para a difusão das novas idéias. Deste modo a Revolução inventa práticas de leituras, gêneros textuais e editoriais, e dá centralização ao seu pensamento e atualização ao escrito (leitura como geradora de mudança). Inclui-se ainda na leitura revolucionada as mudanças nos registros e gosto literário no século XVIII, e isso segundo Chartier se deve a dois fatores: as cidades como objeto da literatura, (lugares de leituras-Darnton) onde através das crônicas e dos ensaios expressam as visões críticas. O segundo elemento é a relação de sociabilidade e a educação.5. DEFINIÇÕES DA OPINIÃO PÚBLICA Espaço abstrato onde a esfera privada se comunica através do impresso, que por sua vez vincula formas especificas de sociabilidades, ou seja, quando efetivamente cada pessoa, com as capacidades de leituras e de escrito, com capacidades de atuar em uma dimensão crítica possam faze-lo. Desse modo a circulação textual apóia-se na privacidade de cada um, definindo uma rede de intercâmbio, idéias, de juízo, de valores e críticas – uso público da razão privada (conceito Kantiano).
  • 7. 6. DESCRIÇÃO DO PRESENTE Á INVENÇÃO DO FUTURO “Os discursos habituais lamentam a perda da idade de ouro da leitura, não percebem ou ignoram as múltiplas práticas de leituras que hoje se faz”. Existem múltiplas práticas de leituras que não são necessariamente práticas cultas, ou profissionais, ou legitimas, há muitos textos, livros ou impressos que não se definem a partir de conteúdos filosóficos, literários ou científicos. Estas práticas se apropriam da cultura textual impressa e disponível nas bancas, jornais, revistas e textos úteis. Logo essas diversidades de escritos e de leituras permitem ler-se muito mais hoje que no começo do século XX. Portanto a grande questão é como dotar de instrumento crítico, ou direcionar esse universo de leituras para que o leitor tenha uma visão mais ampla de mundo e do outro (projeto iluminista). Alguns textos permitem esta atividade crítica de maneira mais aguda que outros, tais textos constituem um denso patrimônio de referências literárias e culturais, que ajudam a pensar, que permitem ao indivíduo situar-se com relação aos outros, com mundo, com a natureza e com a transcendência e que é o suporte da atividade crítica. Dentro dessa perspectiva Chartier compartilha de um projeto iluminista – leitura como instrumento, ferramenta crítica, mas para isso é indispensável estabelecer um diagnóstico objetivo, neutro das múltiplas práticas de leituras desenvolvidas por leitores e comunidade de leitores atualmente. A partir destas práticas mudando de registro, pode-se analisar se são obstáculos, ou apoio a uma sociedade democrática, crítica, na qual uma pessoa possa atuar com certa distância, aproximação ou rejeição que julgue necessária.
  • 8. 7. INVENÇÃO DO JORNAL CONTRASTE ENTRE O JORNAL E O LIVRO Os primeiros periódicos mal se diferenciavam do livro (século XVII), no entanto no século XVIII o conteúdo textual do periódico passa a se relacionar com os acontecimentos e isso vai distanciar o periódico em relação ao livro, embora a imposição do formato do livro se faz presente em toda a impressa dos séculos XVI ao século XVIII. Já no século XIX acontecem notáveis diversificações na produção, com o advento de técnicas inovadoras no mundo editorial que possibilita ainda mais a busca das noticias urgentes, consolidando ainda mais a emancipação do jornal em relação ao livro. E é essa relação com o fluxo cotidiano das noticias que define o periódico do livro, em outras palavras o conteúdo (efêmero) é mais importante que a forma, embora hoje o jornal tenha uma forma bem definida. Enquanto o livro pode ser objeto que mereça ser conservado aos quais se pode retornar, são reutilizados, relidos, ao passo que o jornal em sua essência, não leva a releitura por dominar um conteúdo efêmero, onde efêmero não é unicamente os fluxos das noticias mais o próprio objeto. Os autores e suas obras desaparecem com o suporte jornal, uma vez que a necessidade de atualização imediata de novas noticias, torna o número anterior em objeto descartável e difícil de preserva-lo e reunir os artigos ali editados.
  • 9. 8. ORDEM DOS LIVROS Chartier comenta que o trabalho bibliográfico é importante na contribuição da recuperação do passado por meio de textos impressos de autores nacionais. Esse tipo de trabalho permite reviver o que aconteceu no século XVI, quando a bibliografia era um elemento de construção da identidade nacional. O inventário da produção escrita e de autores (lista de autores e suas obras) identifica a nação e a língua, e defende a honra, a reputação nacional contra uma desvalorização que vem de fora, como também permite a reconstrução de toda uma produção livresca em um projeto da ordem dos livros. Além da bibliografia Chartier comenta brevemente a evolução das práticas escrita dos periódicos, as resenhas e crônicas que se transformaram em fascículos, vinculados aos periódicos como também histórias que continuam no próximo número e organizadas de acordo com a recepção dos leitores. Enfim no fechamento deste texto ele fala dos ofícios profissionais (evolução) ligados a impressa ; colunistas, autores de crônicas, de recopilação de noticias, do editorial.9. EVENTO E MONUMENTO Evento e monumento definem-se como a relação das práticas efetivas das leituras com o ideal do texto escrito. A reprodução do texto em seu molde, de acordo com a escrita obedecendo restritamente todas as normas prescritas denomina-se aqui como texto-monumento. Já no denominado texto-evento o leitor não se prende as regras prescritas, há uma distância total entre a cena enunciativa do texto, e as condições efetivas da circulação do impresso.
  • 10. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1.CERTEAU, Michel de. A invenção do cotidiano: arte de fazer. Petrópolis, Rio de Janeiro,1994.CHARTIER, Anne-Marie e HÉRBRARD. Discurso sobre a leitura – 1880 – 1989. SãoPaulo: ed. Ática, 1995.CHARTIER, Roger. A ordem dos livros. Brasília: ed. Universidade de Brasília, 1999._____________. A aventura do livro: do leitor ao navegador. São Paulo: Unesp, 1999._____________. Cultura Escrita, Literatura e História. Porto Alegre: ARTMED, 20001._____________. Práticas da leitura. São Paulo: Estação Liberdade, 1996.DARNTON, Robert. O beijo de Lamourette. São Paulo. Companhia das Letras,1990.EISENSTEIN, Elizabeth L. A revolução da cultura impressa: Os primórdios da EuropaModerna. São Paulo: Ática, 1998.ENI, Puccinelli Orlandi (org). A leitura e os leitores. Campinas, São Paulo: Pontes, 1998._____________. Análise de discurso: princípios e procedimentos. Campinas, São Paulo:Pontes 3ª ed, 2001.ESCARPIT, R. A revolução do livro. Rio de Janeiro. FGV. INL, 1976.FEBVRE & MARTINS. O aparecimento do livro. São Paulo: Hucitec, 1992.
  • 11. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFIAS 2 FONTES, Joaquim Brasil. O livro dos simulacros. Florianópolis – SC: ed. Clavicórdio, 2000.BENJAMIN, Walter. Infância em Berlim por Volta de 1900. Obras escolhidas II. Rua de Mãoúnica. 2.º ed. São Paulo. , pp 73-142. Brasiliense, 1985.FARACO, C. Alberto e TEZZA, Cristóvão. Práticas de Textos. 8.º ed. São Paulo. Vozes,2001.FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. 30.º ed. São Paulo, Cortez, 1995FREIRE, Paulo.Pedagogia do Oprimido. 12.º ed. Rio de Janeiro. Paz e Terra, 1983.LIMA, Elicio Gomes. Reflexões Didáticas. São Paulo. Mimeo, 2000.LIMA, Elicio Gomes. Breve Excurso em Thompson e Walter Benjamin. São Paulo. Mimeo.2001.LIMA. Elicio Gomes. Iconografia no livro didático de história: leitura e percepções de alunosdo ensino fundamental. – Pará de Minas, MG: Virtual Books, 2012.http://pt.scribd.com/doc/94199339LIMA. Elicio Gomes. Pesquisa sobre o livro didático de história: uma introdução ao tema. –Pará de Minas, MG: Virtual Books, 2011. http://pt.scribd.com/doc/94196969LIMA. Elicio Gomes. Para compreender o livro didático através da história da escrita e dolivro.. – Pará de Minas, MG: Virtual Books, 2012. http://pt.scribd.com/doc/94198335LIMA. Elicio Gomes. Gestão Escolar: Desafios da organização e gestão escolar.http://pt.scribd.com/doc/94971143LIMA. Elicio Gomes. Para compreender o livro didático como objeto de pesquisa. Educação eFronteiras On-Line, Vol. 2, No 4 (2012).http://www.periodicos.ufgd.edu.br/index.php/educação/article/view/1563LIMA, Paulo Gomes. Formação de professores: por uma ressignificação do trabalho- Dourados,MS: Editora da UFGD, 2010.RIOS, Terezinha Azeredo. Ética e competência. 10.º ed. São Paulo, 2001.THOMPSON, E. P. A miséria da teoria. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1981. VIGOTSKI, Lev Semenovich. A formação social da mente: o desenvolvimento
  • 12. FERRES, Gilberto. A fotografia no Brasil (1840 – 1900). Rio de Janeiro: Fund. Nacional deArtes, Fund. Nacional Pró – Memória, 1985.GALZERANI, Maria Carolina Bovério. O almanack, a locomotiva da cidade moderna.Campinas, década de 1870 e 1880. tese de doutoramento. Dep. De história, IFCH,UNICAMP. Campinas São Paulo: 1998.GUEDES, Fernando. O livro e a leitura em Portugal. Subsídios para a sua história. SéculosXVIII e XIX, Lisboa e São Paulo: Ed. Verbo, 1987.GUGLIELMO, C. & CHARTIER Roger (org). História da leitura no mundo Ocidental:coleção múltiplas escritas –1. São Paulo: Ática, 1998._____________. História da leitura no mundo Ocidental: coleção múltiplas escritas –2.São Paulo: Ática, 1999.HALLEWELL, Laurence. O livro no Brasil, sua história. São Paulo: Queiroz/Eduap, 1985.LAJOLO, Marisa e ZIBERMAN,Regina. A formação da leitura no Brasil. São Paulo:Ática, 1996.LAJOLO, Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. São Paulo: Ática, 1994.McMURTRIE, Douglas C. O livro. 3ª ed. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa,1997.MANGUEL. Alberto. Uma história da leitura. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.MARTINS, Wilson. A palavra escrita. História do livro, da imprensa e da biblioteca. SãoPaulo: Ática, 1996.P. Albert e F. Terrou. História da Imprensa. São Paulo: Martins Fontes, 1990.
  • 13. PAYER, Maria Onice. Memória de Leitura e meio rural. In ENI, Puccinelli Orlandi (org).A leitura e os leitores Campinas, São Paulo: Pontes, 1998.PFROMM, NETO. S.; ROSAMILHA, N.; DIB, C.Z. O livro na educação. Rio de Janeiro:Primor, Inl. 1974.REVISTA DO INSTITUTO BRASILEIRO DE EDIÇÕES PEDAGÓGICAS – ÁREA DECONHECIMENTO HISTÓRIA, ANO 1 – Nº 3 – Junho de 2001.RIBEIRO, Maria Luiza Santos. História da educação Brasileira: Organização escolar 15ªed. ver. e amp. Campinas São Paulo: Autores associados, 1998.SILVA, Maria Beatriz Nizza da. Livro e sociedade no Rio de Janeiro (1808 –1821). Revistade História, 1973._____________. Produção, distribuição e consumo de livros no Brasil colonial. Colóquio– Letras nº 50. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1979.SODRÉ, Nelson Werneck. História da imprensa no Brasil. Rio de Janeiro: CivilizaçãoBrasileira, 1966.TRAVASSO, N. P. Livros sobre livros. São Paulo: Hucitec,1978.

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