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  • 1. PROJETO POLÍTICO PEDÁGOGICO SÃO JOAQUIM/SC, 2013
  • 2. Sumário INTRODUÇÃO ............................................................................................................................................................. 8 1. APRESENTAÇÃO................................................................................................................................................10 1.1. Descrição e Características da Instituição.................................................................................................10 1.1.1. Histórico.................................................................................................................................................................11 1.2. Origem e Valores da Clientela Atendida ...................................................................................................13 1.3. Objetivo Geral ...........................................................................................................................................13 1.4. Expectativas Educacionais para o período dos anos letivos 2009 – 2010 METAS ....................................13 1.5. Expectativas Educacionais para o período dos anos letivos 2011 - METAS ..............................................14 1.6. Expectativas Educacionais para o ano letivo de 2012- METAS.................................................................15 1.7. Expectativas Educacionais para o ano letivo de 2013- METAS.................................................................15 1.8. Resultados obtidos em 2009 no Ensino Fundamental e Médio (dados de repetência, evasão e relação idade /série). ...........................................................................................................................................................16 1.9. Estratégias para recuperação para os alunos de baixo rendimento.........................................................16 2. PAPEL DA ESCOLA.............................................................................................................................................18 2.1. Da concepção filosófica / pedagógica ......................................................................................................18 3. PROPOSTA CURRICULAR...................................................................................................................................21 3.1. No Cotidiano da Escola .............................................................................................................................21 3.2. Currículo....................................................................................................................................................21 3.3. Matriz Curricular – 2009, 2010, 2011, 2012 e 2013 Lei nº074..................................................................22 3.4. Matriz curricular 2010 Ensino Fundamental/Ensino por Oficinas.............................................................26 3.5. Matriz curricular 2010 Ensino Médio/Ensino por Oficinas........................................................................27 3.6. Terminalidade Ensino por Oficinas............................................................................................................29 3.7. Matriz curricular ensino médio presencial – 2011/4 fases .......................................................................30 3.8. Matriz Curricular- Ensino Fundamental Presencial - 2012........................................................................32 3.9. Matriz Curricular Ensino Médio Presencial ...............................................................................................32 3.10. Conceitos essenciais das disciplinas curriculares – Ensino fundamental ..................................................33 3.10.1. Matemática ......................................................................................................................................................34 3.10.2. Língua Portuguesa ............................................................................................................................................36 3.10.3. Língua Estrangeira - Inglês................................................................................................................................37 3.10.4. Ciências.............................................................................................................................................................38 3.10.5. História .............................................................................................................................................................40 3.10.6. Geografia ..........................................................................................................................................................43 3.10.7. Artes .................................................................................................................................................................46 3.11. Conceitos essenciais por disciplina - 2º segmento ....................................................................................48 3.12. Ensino Médio.............................................................................................................................................51 3.12.1. Matemática ......................................................................................................................................................51 3.12.2. Língua Portuguesa e Literatura.........................................................................................................................54 3.12.3. Língua Estrangeira – Inglês ...............................................................................................................................55 3.12.4. Física .................................................................................................................................................................57 3.12.5. Biologia.............................................................................................................................................................57 3.12.6. Química.............................................................................................................................................................59 3.12.7. História .............................................................................................................................................................59 3.12.8. Geografia ..........................................................................................................................................................60 3.12.9. Artes .................................................................................................................................................................62 3.12.10. Filosofia.............................................................................................................................................................63 3.12.11. Sociologia..........................................................................................................................................................64 3.13. Educação Especial – Sala de recursos (Para Deficientes Visuais)..............................................................65 3.13.1. Matemática ......................................................................................................................................................67 3.13.2. Inclusão Social ..................................................................................................................................................67 3.14. Metodologia de ensino e sistema de avaliação ensino – aprendizagem..................................................69 3.15. Conceitos essenciais por disciplina- 2º segmento e ensino médio – diretrizes/2010................................71 3.16. Currículo do Ensino Médio ........................................................................................................................74 3.16.1. Conceitos essenciais por disciplina área de linguagens, códigos e suas tecnologias........................................74
  • 3. 3.16.2. Língua Portuguesa e Literatura.........................................................................................................................76 3.16.3. Língua Estrangeira Moderna.............................................................................................................................77 3.16.4. Artes .................................................................................................................................................................78 3.16.5. Ciências humanas e suas tecnologias ...............................................................................................................79 3.16.6. História .............................................................................................................................................................80 3.16.7. Geografia ..........................................................................................................................................................81 3.16.8. Sociologia..........................................................................................................................................................83 3.16.9. Filosofia.............................................................................................................................................................83 3.16.10. Ciências da natureza e suas tecnologias...........................................................................................................84 3.16.11. Biologia.............................................................................................................................................................86 3.16.12. Física .................................................................................................................................................................88 3.16.13. Química.............................................................................................................................................................89 3.16.14. Educação Física.................................................................................................................................................90 3.18.14. Matemática e suas tecnologias ........................................................................................................................91 3.17. Relação professor/aluno...........................................................................................................................93 3.18. Pressupostos de Aprendizagem ................................................................................................................93 3.19. Prática Escolar ..........................................................................................................................................93 4. DIMENSÃO ADMINISTRATIVA ..........................................................................................................................94 4.1. Aspectos Gerais da Organização Escolar ..................................................................................................94 4.2. Regime de Funcionamento- 2009 - 2010 ..................................................................................................94 4.3. Regime de Funcionamento - 2011 ............................................................................................................95 4.4. Regime de Funcionamento - 2012 ............................................................................................................95 4.5. Da Matrícula .............................................................................................................................................96 4.5.1. Legislação 2011/2012 ............................................................................................................................................96 4.6. Frequência.................................................................................................................................................97 4.7. Expedição de Documentos Escolares ........................................................................................................97 4.8. O número de alunos por série e, ou turmas, em cada nível e sua justificativa dentro da filosofia proposta 100 4.9. As normas de Organização e Convivência da Comunidade Escolar........................................................100 4.10. A função Social e Pública de cada integrante da Comunidade Escolar...................................................100 4.10.1. Direção............................................................................................................................................................100 4.10.2. Da assistente de educação .............................................................................................................................101 4.10.3. Do cargo de Analista Técnico em Gestão Educacional ...................................................................................102 4.10.4. Do cargo de assistente técnico pedagógico....................................................................................................103 4.10.5. Dos serviços gerais:.........................................................................................................................................104 4.10.6. São atribuições dos serventes: .......................................................................................................................105 5. O CORPO DOCENTE ........................................................................................................................................106 5.1. Compete ao corpo docente:....................................................................................................................106 6. CORPO DISCENTE............................................................................................................................................108 6.1. Direitos dos alunos..................................................................................................................................108 6.2. Deveres dos alunos .................................................................................................................................108 6.3. Da indisciplina dos alunos.......................................................................................................................108 6.4. Da AFPAC ................................................................................................................................................109 7. DO CONSELHO DELIBERATIVO ........................................................................................................................110 7.1. Atribuições do Conselho Deliberativo Escolar.........................................................................................110 7.2. Do conselho de classe .............................................................................................................................111 7.3. Formação acadêmica do corpo docente, diretivo administrativo e serviços gerais - 2009 ....................112 7.4. Formação acadêmica do corpo docente, diretivo administrativo e serviços gerais - 2010 ....................113 7.5. Formação acadêmica do corpo docente, diretivo administrativo e serviços gerais - 2011. ...................115 7.6. Formação acadêmica do corpo docente, diretivo administrativo e serviços gerais - 2012. ...................116 7.7. Formação acadêmica do corpo docente, diretivo administrativo e serviços gerais - 2013. ...................118 7.8. Orientações sobre o diário de classe.......................................................................................................119 7.9. Planejamento Geral e Avaliação Institucional ........................................................................................120 7.10. Propostas de Articulação com as Organizações da Sociedade Civil........................................................120 8. DIMENSÃO FINANCEIRA .................................................................................................................................121
  • 4. 9. DIMENSÃO FÍSICA - 2009................................................................................................................................122 9.1. Espaço Físico Secretaria..........................................................................................................................122 9.2. Espaço Físico Pedagógico........................................................................................................................122 9.3. Banheiros ................................................................................................................................................122 9.4. Instalações ..............................................................................................................................................122 10. DIMENSÃO FÍSICA – 2010 E 2011....................................................................................................................123 10.1. Espaço Físico Secretaria..........................................................................................................................123 10.2. Banheiros ................................................................................................................................................123 10.3. Cozinha e Refeitório ................................................................................................................................123 10.4. Salas de Aula...........................................................................................................................................123 11. DIMENSÃO FÍSICA – 2012 ...............................................................................................................................124 12. METAS AÇÕES E RESPONSÁVEIS .....................................................................................................................125 12.1. Projetos...................................................................................................................................................125 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS................................................................................................................................127 ANEXOS...................................................................................................................................................................128
  • 5. LISTA DE TABELAS Tabela 1. Quadro de direção.............................................................................................12 Tabela 2. Dados Estatísticos – Ensino Fundamental e Médio – 2011. .............................16 Tabela 3. Organização curricular por oficinas. ..................................................................22 Tabela 4. Organização curricular modularizado EF 1. ......................................................23 Tabela 5. Organização curricular modularizado EF 2. ......................................................23 Tabela 6. Organização curricular modularizado EM 1.......................................................24 Tabela 7. Organização curricular modularizado EM 2.......................................................25 Tabela 8. Organização curricular modularizado EM 3.......................................................25 Tabela 9. Quadro matriz/duração aula/hora e horas semanais disciplina/oficina..............26 Tabela 10. Matriz curricular 2010 ensino fundamental por Oficinas..................................26 Tabela 11. Quadro matriz/duração aula/hora e horas semanais disciplina/oficina............28 Tabela 12. Matriz Ensino Médio/Ensino por Oficinas. .......................................................28 Tabela 13. Matriz curricular ensino médio presencial 1ª fase. ..........................................30 Tabela 14. Matriz curricular ensino médio presencial 2ª fase. ..........................................30 Tabela 15. Matriz curricular ensino médio presencial 3ª fase. ..........................................30 Tabela 16. Matriz curricular ensino médio presencial 4ª fase. ..........................................31 Tabela 17. Grade curricular ensino fundamental 2012......................................................32 Tabela 18. Matriz curricular ensino médio presencial. ......................................................33 Tabela 19. Quadro de Recursos Humanos - 2009..........................................................112 Tabela 20. Formação acadêmica corpo docente - 2010. ................................................114 Tabela 21. Formação acadêmica corpo docente – 2011.................................................115 Tabela 22. Formação acadêmica corpo docente – 2012.................................................117 Tabela 23. Formação acadêmica corpo docente – 2013.................................................118
  • 6. LISTA DE IMAGENS Imagem 1. Digitalização da Resolução nº42.....................................................................99
  • 7. LISTA DE ABREVIATURAS CEJA: Centro de Educação de Jovens e Adultos GERED: Gerência Regional de Educação GEREI: Gerência Regional de Educação e Inovação EJA: Ensino de Jovens e Adultos NAES: Núcleo Avançado de Educação Supletiva NTE: Núcleo de Tecnologia Educacional PO: Professor Orientador de Tecnologia PPP: Projeto Político Pedagógico STE: Sala de tecnologia Educacional UE: Unidade escolar
  • 8. 8 INTRODUÇÃO Somos seres humanos e desde que nascemos precisamos conviver com outros seres humanos. Ao nascermos ganhamos a vida; e a convivência que ela nos dá tem finalidade grandiosa, já que, cada um de nós e todos juntos, trabalhamos para o aperfeiçoamento da vida. É possível perceber que nossas vidas estão sendo modificadas de forma cada vez mais rápida e intensa. Embora estejamos afetados por fatos novos, novas informações, novas condições, novas ameaças e novas oportunidades, parecendo que não temos conseguido fazer parte destas transformações. Por isso o homem precisa estar atento as grandes e imediatas transformações. Partindo do princípio de que toda ação pedagógica que norteia esta escola é força política de toda a comunidade. O homem é sujeito da construção do seu conhecimento. É através da interação, que o homem constrói seu conhecimento de mundo e o representa. Este Projeto Político Pedagógico pretende articular a comunidade escolar do CEJA, em torno de sua função social educacional e transformadora. Para tanto, se faz necessário um roteiro que facilite o desenvolvimento do trabalho coletivo na escola, partindo do princípio de que toda ação pedagógica que norteia esta escola é força política de toda a comunidade. No que tange o objetivo principal, o esforço concentra-se em apontar soluções, buscar realizações e subsídios que sirvam como tópicos que podem ser trabalhados no processo de elaboração, desenvolvimento e inovação do novo ato de planejar, tendo sempre a visão de homem e jovem se quer formar. O trabalho está centrado nos seguintes pressupostos:  A condição de não crianças;  A condição de excluídos de escolas regulares;  A condição de membros de determinados grupos culturais. Assim sendo, o objetivo principal será trabalhar de forma coletiva em um contexto histórico-cultural e social do aluno, de modo a prepará-lo para participar de todas as mudanças, como sujeito de sua história. Busca-se assim a visão de uma expansão dos
  • 9. 9 horizontes pessoais e do desenvolvimento biopsicossocial do indivíduo, além da observação das dimensões econômicas, fortalecendo uma visão mais participativa, crítica e reflexiva.
  • 10. 10 1. APRESENTAÇÃO 1.1. Descrição e Características da Instituição O CEJA (Centro de Educação de Jovens e Adultos de São Joaquim/SC) é uma instituição voltada para a educação de jovens e adultos, que visa atender pessoas que não tiveram a oportunidade para concluir seus estudos na idade prevista. Tendo em vista que toda a escola tem o seu perfil de educando, traçamos o perfil dos alunos com base em um questionário onde os alunos expuseram seus valores.  Por que tiveram que interromper seus estudos? R. Nesta questão a maioria respondeu que não tiveram oportunidade devido a inúmeras causas: falta de interesse, falta de transporte escolar, por causa do trabalho, para ajuda familiar, casamento muito precoce também a chegada dos filhos.  Qual o motivo levou a retomar os estudos? R. Com essa questão obtivemos os seguintes resultados: necessidade devido ao mercado de trabalho, elevar autoestima, para aprender uns com os outros e para obter mais conhecimento.  Dentre estes valores abaixo relacionados quais são os fundamentais para sua vida? R. Os mais citados foram: 1. Religião - Todos responderam que é fundamental na vida ter uma religião e na sua maioria se declararam católicos. 2. Família - Os alunos tiveram respostas semelhantes, fundamental para suas vidas, força de apoio, princípio da vida, base de tudo, imprescindível para ter equilíbrio na vida. 3. Trabalho - Sinônimo de sobrevivência, essencial, dignidade, ajuda financeira. 4. Educação - Muito importante para vida, direito de todos e dever do estado promovida e incentivada como colaboração da sociedade,
  • 11. 11 importante, sem educação não se chega a lugar algum, é fundamental através da educação podemos mudar o mundo, dela depende o futuro do Brasil, importante para resolver os problemas do dia a dia. Nossa clientela é composta por trabalhadores que lutam por melhores condições de vida; filhos de trabalhadores com baixa escolaridade; desempregados que buscam uma colocação no mercado de trabalho; mulheres que desejam auxiliar seus filhos nas tarefas escolares e realizar-se pessoal e profissionalmente; pessoas idosas que procuram alfabetizar-se para melhorar sua vida no dia-a-dia; empregadas domésticas e outros, onde mais ou menos 40% localizam-se na zona rural e outros 60% na zona urbana, fazendo – se necessário oferecer uma educação que possa atender expectativas da demanda de quem a procura. Segundo Cury “os trabalhadores conscientes do valor da educação para a construção de uma cidadania ativa e para uma formação contemporânea, tomam a EJA como um espaço de direito e como lugar de desenvolvimento humano e profissional.” (IN, EJA Orientações 2005, p.7). Dessa forma a escola deve oferecer uma educação de qualidade a todos os que a frequentam, para que possam usufruir com dignidade o exercício de sua cidadania. Este projeto pretende articular a comunidade escolar em torno de sua função sócio - educacional e transformadora, onde possa ser um instrumento de inserção com qualidade para que o indivíduo possa utilizar em sua prática cotidiana. O CEJA (Centro de Educação de Jovens e Adultos de São Joaquim/SC) é uma instituição voltada para a educação de jovens e adultos, que visa atender pessoas que não tiveram a oportunidade para concluir seus estudos na idade prevista. 1.1.1. Histórico Na Constituição Federal de 1988 fica garantida a obrigatoriedade da educação básica para jovens e adultos, comprometimento que “visa o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.” (CF, Art.205).
  • 12. 12 No Art.208 define-se que o ensino fundamental é “obrigatório e gratuito, assegurada, inclusive sua oferta gratuita para todos os que a ele não tiveram acesso na idade própria”. Na Lei nº9394/1996, a noção de ensino supletivo desaparece e a Educação de Jovens e Adultos (EJA) fica caracterizada como uma modalidade da Educação Básica, de caráter permanente e a serviço do pleno desenvolvimento do educando. Em seu art.37 é dito que a EJA “será destinada àqueles que não tiveram acesso à continuidade de estudos no ensino fundamental e médio na idade própria”. Assim, a modalidade é incluída no ensino regular, ficando diferenciada do ensino “livre”, como os cursos de idiomas, por exemplo. A Secretaria do Estado da Educação e inovação, pelo órgão competente encaminha para apreciação deste Colegiado processo em que solicita a autorização para funcionamento da Educação de Jovens e Adultos em níveis Fundamental e Médio, no Centro de Educação- CEJA, a ser oferecido no Município de São Joaquim/SC. A GEREI - Gerência Regional de Educação e Inovação, de São Joaquim, após análise, encaminha o processo à Secretaria de Estado de Educação e Inovação, para as “devidas providências”. E nesse contexto de mudança e valorização da EJA que o Centro de Educação de Jovens e adultos foi criado pelo decreto nº 2426 de 08/09/2004, por uma ação da Secretaria de Desenvolvimento Regional de São Joaquim – SDR 28, desvinculando-se o NAES-SJ, do CEJA da cidade de Lages. Através do processo de descentralização a ser a sede polo da região que compõe os municípios da 28ª Regional do Estado. A Partir do ano de 2004, o CEJA-São Joaquim foi instituído com a seguinte gestão: Tabela 1. Quadro de direção. 2004 2009 2010 - 2013 Gestora: Marilu de Fátima Oliveira Pereira Período: 10/08/2004 a 30/01/2009 Empossada pela portaria nº. 10161 Gestora: Angelita Goulart Camargo Góss. Período: 07/07/2009 a 31/12/2009 Empossada pela portaria nº. 1826 de 07/07/2009. Gestora: Valdete de Figueiredo Período: 01/2010 até os dias atuais Empossada pela portaria nº. 982 15/04/2010
  • 13. 13 Assessora de Direção: Ana Rita Coral Rodrigues. Período: 07/03/2007 Empossada pela portaria nº. 749 17/04/2007 1.2. Origem e Valores da Clientela Atendida Nossa clientela é composta por trabalhadores que lutam por melhores condições de vida; filhos de trabalhadores com baixa escolaridade; desempregados que buscam uma colocação no mercado de trabalho; mulheres que desejam auxiliar seus filhos nas tarefas escolares e realizar-se pessoal e profissionalmente; pessoas idosas que procuram alfabetizar-se para melhorar sua vida no dia-a-dia; empregadas domésticas e outros, onde mais ou menos 40% localizam-se na zona rural e outros 60% na zona urbana, fazendo – se, necessário oferecer uma educação que possa atender expectativas da demanda de quem a procura. Segundo Cury “os trabalhadores conscientes do valor da educação para a construção de uma cidadania ativa e para uma formação contemporânea, tomam a EJA como um espaço de direito e como lugar de desenvolvimento humano e profissional.” (IN, EJA Orientações 2005, p.7). Dessa forma a escola deve oferecer uma educação de qualidade a todos os que a frequentam, para que possam usufruir com dignidade o exercício de sua cidadania. 1.3. Objetivo Geral Oferecer uma educação com função reparadora, equalizadora e qualificadora, proporcionando instrumentos que permitam a inserção no mundo do trabalho e na vida social. 1.4. Expectativas Educacionais para o período dos anos letivos 2009 – 2010 METAS
  • 14. 14  Mudar de prédio;  Construir uma sede própria;  Cedência de um carro próprio;  Ter um laboratório de informática;  Ampliação da biblioteca;  A EJA profissionalizante;  Palestras – saúde x mulher;  Sustentabilidade - queimadas, turismo, água;  Condições para que as expectativas sejam atendidas;  Cursos de capacitação para professores de EJA;  Planejamento com os professores;  Organização de currículo temático regional;  Calendário de visita;  Calendário de oficinas;  Palestra civismo e cidadania;  Criação de hábitos e atitudes;  Festa Junina. 1.5. Expectativas Educacionais para o período dos anos letivos 2011 - METAS  Mudar de prédio;  Construir uma sede própria;  Cedência de um carro próprio;  Ter um laboratório de informática;  Socialização e recreação (professores e alunos);  Educação voltada para a qualidade;  Condições para que as expectativas sejam atendidas;  Cursos de capacitação para professores de EJA;  Palestra civismo e cidadania;  Criação de hábitos e atitudes;  Festa Junina.
  • 15. 15 1.6. Expectativas Educacionais para o ano letivo de 2012- METAS  Planejamento com os professores;  Instalação de laboratório de informática;  Palestras;  Instalar torneiras em locais adequados com a finalidade de facilitar a limpeza da unidade escolar;  Socialização e recreação (professores e alunos);  Educação voltada para a qualidade;  Contratação de uma cozinheira;  Conscientizar os alunos sobre a importância do ato de estudar valorizando desde a refeição que é servida ao ambiente escolar;  Diminuir o número de desistências;  Melhorar a rede elétrica;  Curso de Formação Continuada. 1.7. Expectativas Educacionais para o ano letivo de 2013- METAS  Planejamento com os professores;  Instalação de laboratório de informática;  Palestras;  Motivação – dia internacional da mulher;  Saúde Preventiva;  Socialização e recreação (professores e alunos);  Educação voltada para a qualidade;  Contratação de uma cozinheira;  Conscientizar os alunos sobre a importância do ato de estudar, valorizando desde a refeição que é servida ao ambiente escolar;  Diminuir o número de evasão escolar e aumentar o número de alunos;  Melhorar a rede elétrica.
  • 16. 16 1.8. Resultados obtidos em 2009 no Ensino Fundamental e Médio (dados de repetência, evasão e relação idade /série). 2009 - Ensino Médio:  Número alunos cursando: 920  Número de repetências: 30  Número de Evasões: 276 2009 - Ensino Fundamental:  Número de alunos cursando incluindo os NAES: 489  Número de Repetências: 16  Número de Evasões: 182 Tabela 2. Dados Estatísticos – Ensino Fundamental e Médio – 2011. Turma Turno Matric. Inicial Aprov Reprov Evasão Transf. Matric. Final 1º ano 2 º ano 3 º ano 4 º ano Not. 14 04 02 08 06 5 º ano Not. 6 º ano Not. 7 º ano Not. 8 º ano Not. 1407 894 11 493 14 905 1º EM Not. 2º EM Not. 3º EM Not. 1.198 874 16 307 01 890 Total 2.619 1772 29 808 15 1801 1.9. Estratégias para recuperação para os alunos de baixo rendimento. Conforme resolução nº. 158, § 1º os estabelecimentos de ensino deverão oferecer, a título de recuperação paralela de estudos, novas oportunidades de aprendizagem, sucedidas de avaliação, sempre que verificado o rendimento insuficiente (inferior a 70%) durante os bimestres ou trimestres, antes do registro das notas bimestrais ou trimestrais.
  • 17. 17 O processo avaliativo dos CEJA(s) leva em consideração a educação na sua totalidade, concebida coletivamente, onde o professor e o aluno são sujeitos dos processos de ensino e aprendizagem, com o objetivo comum de apropriação do conhecimento científico, que capacite o indivíduo a encontrar alternativas para dar melhor encaminhamento às propostas de soluções dos problemas do dia a dia. Partindo deste princípio, a avaliação escolar é feita no decorrer do processo, sendo, sempre que necessário à retomada de estudos e a possibilidade de recuperação paralela. Na Educação de Jovens e Adultos são consideradas as peculiaridades inerentes aos alunos, como: idade, condições socioeconômicas e culturais, expectativas, características individuais, ritmos de aprendizagem no decorrer do processo, conhecimento de jovens e adultos já possuem internalizados, enfim, considerados todos os aspectos relevantes para atingir um grau satisfatório de interação motivacional e de propostos. A auto avaliação também é adotada frequentemente como prática em todas as disciplinas, pois a mesma possibilita ao aluno a reflexão crítica permanentemente descobrindo como está a sua aprendizagem e se esta se encontra dentro das expectativas das atividades escolares e consequentemente, o seu crescimento pessoal. A avaliação tem também a função de orientar os procedimentos de ensino. Serve para oportunizar ao professor a tomada de decisões no, planejamento do seu fazer pedagógico, para que ele possa ir além do nível de desenvolvimento real dos alunos, comprometendo – se com o processo de aprendizagem dos mesmos, superando, assim, o senso comum. Na avaliação, os CEJA segue na integra o disposto na resolução nº. 158/2008/CEE. Os estabelecimentos de ensino deverão oferecer, a título de recuperação paralela de estudos, novas oportunidades de aprendizagem, sucedidas de avaliação, sempre que verificado o rendimento insuficiente (inferior a 70%) durante os bimestres ou trimestres, antes do registro das notas bimestrais ou trimestrais. Com respaldo na resolução esta UE, oferecerá aos alunos que não conseguiram alcançar a média o direito a recuperação paralela sendo esta oferecida através de: Trabalhos de pesquisa, elaboração e reelaboração de textos, exercícios, atividades diversificadas, etc.
  • 18. 18 2. PAPEL DA ESCOLA 2.1. Da concepção filosófica / pedagógica Os seres humanos desde seu nascimento precisam aprender a conviver com o outro e com o contexto social no qual está inserido, ampliando e entendendo sua capacidade social. A sociedade sofre modificações cada vez mais rápidas e intensas, e embora o planeta Terra seja afetado por inúmeros fatos, informações, condições climáticas, ambientais, fatores econômicos, ameaças nos mais variados setores, e oportunidades diversas, o homem precisa estar atento as grandes e imediatas transformações do século XXI. Segundo FREIRE, “a educação deve estimular a colaboração, a tomada de consciência social e a política para uma participação crítica do sujeito em sua realidade”. De acordo com a Proposta Curricular do Estado de Santa Catarina (1997), no Brasil há mais de 35 milhões de pessoas maiores de quatorze anos que não completaram os quatro anos de escolaridade mínima. Apesar da existência de muitos programas criados pelo governo federal visando diminuir esse índice, ainda é muito alto o número de pessoas analfabetas ou que ainda não completaram a escolaridade prevista por fatores já citados anteriormente. O CEJA - Centro de Educação de Jovens e Adultos, visando atender essa clientela, propõe uma educação voltada para a compreensão, contra a exclusão, quer de raça, sexo, cultura, ou outras formas discriminatórias. A questão educativa deve ser colocada como norteadora no processo de desenvolvimento e formação de cidadãos que se mostrem conscientes, ativos e dotados de opiniões próprias. Sendo assim, as suas funções devem ser:  REPARADORA: que se refere à restauração do direito à escolaridade, com qualidade, “um imperativo e um dos fins da EJA,” para todos os cidadãos, independente de idade ou sexo.  EQUALIZADORA: a qual diz respeito à adequação da correlação idade/ano escolar, possibilitando a reentrada nas atividades escolares, a quem teve seus estudos interrompidos, restabelecendo sua trajetória
  • 19. 19 escolar, trabalhando a autoestima, desmistificando valores e evitando a exclusão social.  QUALIFICADORA: que se refere á tarefa de propiciar a todos a atualização continuada de conhecimentos, o que é função permanente e última da EJA, ou seja, propiciar a atualização de conhecimentos para toda a vida e o resgate da cidadania significa: preparação e atualização. Profissional. O trabalho do CEJA de São Joaquim é desenvolvido pela convivência de pessoas comprometidas com a educação como um todo, que se dedicam ao trabalho coletivo, almejando o progresso do aluno em seu contexto, seja ele, particular, social e profissional, através de uma educação de qualidade. Para desempenhar sua função, esta escola tem como proposta inserir-se no contexto social, proporcionando a construção de uma sociedade solidária, onde todos tenham direito a cidadania plena. O educador deve tornar-se ser ativo, não se submetendo ao condicionamento da sociedade, mas sim com o compromisso de colaborar com o crescimento intelectual, moral, profissional e pessoal dos alunos e resgatando a cidadania sociocultural. A escola de Educação de Jovens e Adultos tem como compromisso sair da pedagogia tradicional e dar um enfoque andragógico, onde a apropriação do conhecimento acontece de maneira diferente da criança, e o ponto de partida é uma rica e variada experiência de vida, para elaboração de diversas situações de aprendizagem. A aquisição de saberes da prática como saúde, nutrição, desempenho pessoal e outros que assegurem o prosseguimento no processo de formação continuada. Adultos são aprendizes ativos que aprendem através da motivação, ou seja, caráter andragógico (andros= homem, agem= conduzir, logos= tratado, ciência,) é orientar o adulto a aprender (andragogia), sendo esta aprendizagem que tem como objetivo a formação continuada ao longo da vida. Nesta linha de pensamento, a escola visa um processo de aprendizagem centrado nas experiências de vida e o interesse pelo conhecimento direcionado para o que poderá aplicar em sua vida e profissão de maneira imediata. Sendo assim o CEJA propõe-se a:  Oferecer aos educadores que trabalham nesta escola, um roteiro que facilite o desenvolvimento do trabalho coletivo na escola;
  • 20. 20  Repensar a prática escolar e um “querer mudar”, caracterizado pela articulação da equipe escolar em torno da função social da escola, democratizar os conhecimentos acumulados historicamente pela humanidade e construir o novo conhecimento;  Construir um trabalho coletivo, coerente, articulado e libertador;  Envolver vários segmentos da escola, sendo a comunidade escolar indispensável;  Deverá haver cooperação, competência, comprometimento e pacto naquilo que se quer;  Trabalhar dentro de uma prática contextualizada com a realidade concreta;  Será exigido mais: querer crescer, mudar, libertar e transformar; querer participar do processo de recriação da escola e da sociedade (tendo como suporte o trabalho de base que é a consciência para mudar). O planejamento desta unidade deverá ser feito anualmente com Professores, Direção e Assistentes Técnicos Pedagógicos, sujeito a sofrer alterações no decorrer do processo, por entender que planejar faz parte do cotidiano de cada ser humano. É um processo dinâmico que visa uma melhor organização tanto no cotidiano do indivíduo quanto na sociedade a que está inserida. Sendo a escola parte integrante da sociedade, não fica isenta da responsabilidade de planejar e sistematizar o seu trabalho, fazendo deste um instrumento que vise melhorias no processo ensino aprendizagem; trabalho este que deverá ser desenvolvido por todos os envolvidos na U.E. (CEJA), onde será priorizada a contextualização para uma melhor compreensão e apropriação dos conteúdos repassados. A elaboração conceituará e se constituirá em categorias de compreensão da realidade que, quando elaboradas a partir de fundamentos científicos, tornando-o sujeito de sua própria história, isto é, tornando-o emancipado, capaz de pensar, agir e mudar.
  • 21. 21 3. PROPOSTA CURRICULAR 3.1. No Cotidiano da Escola O processo pedagógico que se estabelecerá no interior desta Escola será pautado em um trabalho coletivo, priorizando a democratização efetiva do ensino, onde o objetivo maior será reincluir e ampliar o conhecimento, dando cobertura a trabalhadores e outros seguimentos sociais, como: donas de casa, migrantes, aposentados, portadores de deficiências, etc., que procuram nossa Escola em busca de instrumentos para o acesso a habilidades e competências, que permitam sua inserção com qualidade de vida no mundo de trabalho. O objetivo central do CEJA será em planejar, mediar, executar e avaliar atividades e serviços diretamente relacionados com o fortalecimento dos veículos, necessários a uma melhor qualidade das relações pessoais, tendo como fim uma educação andragógica. O planejamento antecede todas as atividades do CEJA e consiste na definição do objetivo de cada atividade, assim como a sistematização das estratégias de ação. 3.2. Currículo O currículo escolar é um processo dinâmico que deve ser construído coletivamente a partir das diretrizes curriculares nacionais e a Legislação vigente. A área de Ciências Humanas e suas tecnologias, que compreende:  Conhecimento em História;  Conhecimento em Geografia;  Conhecimento Filosofia;  Conhecimento em Sociologia, Antropologia e Política. A área da Matemática e Ciências da Natureza e suas Tecnologias, que compreende:
  • 22. 22  Conhecimento em Biologia;  Conhecimento em Física;  Conhecimento em Química;  Conhecimento em Matemática. A parte diversificada compreende as demais incorporações do sistema de Ensino, as prioridades estabelecidas no projeto da Escola, e a inserção do aluno na construção do seu currículo. O trabalho que será desenvolvido no EJA, em relação ao currículo, contará com a colaboração dos envolvidos em educação desta unidade, e se constitui em categorias de compreensão e elaboração do conhecimento, possibilitando ao aluno uma compreensão da totalidade do sujeito, das relações estabelecidas social e historicamente, das diferentes formas de produção e da relação estabelecida com a natureza. 3.3. Matriz Curricular – 2009, 2010, 2011, 2012 e 2013 Lei nº074  As orientações da matriz de 2013 estão descritas na comunicação circular 012/2013 neste documento na seção Anexo. Curso de Ensino Fundamental por Oficinas - Educação de Jovens e Adultos Unidade Escolar: Centro de Educação de Jovens e Adultos Turno: Diurno - Duração da hora/aula: 48 min. - Duração da Oficina: 2,5 horas/aula Carga horária total: Presencial: 284 horas/aula Tabela 3. Organização curricular por oficinas. Organização Curricular Disciplinas Carga Horária Presc. 30% Base comum Língua Portuguesa Matemática Ciências Geografia História 62 62 40 38 42
  • 23. 23 Arte 16 Parte diversificada Língua Estrangeira Moderna 24 Total Geral 284 Curso de Ensino Fundamental Modularizado - Educação de Jovens e Adultos Unidade Escolar: Centro de Educação de Jovens e Adultos Turno: Noturno - Duração da hora/aula: 40 min. - Duração da Oficina: 2,5 horas/aula Carga horária total: Presencial: 284 horas/aula Tabela 4. Organização curricular modularizado EF 1. Organização Curricular Disciplinas Nº de Módulos Carga Horária Pres. 30% Base comum Língua Portuguesa Matemática Ciências Geografia História Arte 16 13 11 12 10 05 62 62 40 38 42 16 Parte diversificada Língua Estrangeira Moderna 08 24 Total Geral 75 284 Curso de Ensino Fundamental Modularizado - Educação de Jovens e Adultos Unidade Escolar: Centro de Educação de Jovens e Adultos Turno: Noturno - Duração da hora/aula: 40 min. - Duração da Oficina: 2,5 horas/aula Carga horária total: Presencial: 284 horas/aula Tabela 5. Organização curricular modularizado EF 2. Organização Curricular Disciplinas Nº de Módulos Carga Horária Pres. 30%
  • 24. 24 Base comum Língua Portuguesa Matemática Ciências Geografia História Arte Educação Física 16 13 11 12 10 05 62 62 40 38 42 16 Parte diversificada Língua Estrangeira Moderna 08 24 Total Geral 75 284 Curso de Ensino Médio Modularizado - Educação de Jovens e Adultos Unidade Escolar: Centro de Educação de Jovens e Adultos Turno: Diurno - Duração da hora/aula: 48 min. - Duração da Oficina: 2,5 horas/aula Carga horária total: Presencial: 310 horas/aula Tabela 6. Organização curricular modularizado EM 1. Organização Curricular Disciplinas Nº de Módulos Carga Horária Pres. 30% Linguagens, códigos e suas tecnologias Língua Portuguesa e Literatura Língua Estrangeira Moderna Arte 13 09 03 50 24 14 Ciências da natureza, matemática e suas tecnologias Matemática Química Física Biologia 13 14 11 10 50 36 36 36 Ciências humanas e suas tecnologias História Geografia 12 13 32 32 Total Geral 98 310
  • 25. 25 Curso de Ensino Médio Modularizado - Educação de Jovens e Adultos Unidade Escolar: Centro de Educação de Jovens e Adultos Turno: Noturno - Duração da hora/aula: 40 min. - Duração da Oficina: 2,5 horas/aula Carga horária total: Presencial: 310 horas/aula Tabela 7. Organização curricular modularizado EM 2. Curso de Ensino Médio Modularizado - Educação de Jovens e Adultos Unidade Escolar: Centro de Educação de Jovens e Adultos Turno: Noturno - Duração da hora/aula: 40 min. - Duração da Oficina: 2,5 horas/aula Carga horária total: Presencial: 310 horas/aula Tabela 8. Organização curricular modularizado EM 3. Organização Curricular Disciplinas Carga Horária Pres. 30% Organização Curricular Disciplinas Nº de Módulos Carga Horária Pres. 30% Linguagens, códigos e suas tecnologias Língua Portuguesa e Literatura Língua Estrangeira Moderna Arte 13 09 03 50 24 14 Ciências da natureza, matemática e suas tecnologias Matemática Química Física Biologia 13 14 11 10 50 36 36 36 Ciências humanas e suas tecnologias História Geografia 12 13 32 32 Total Geral 98 310
  • 26. 26 Linguagens, códigos e suas tecnologias Língua Portuguesa e Literatura Língua Estrangeira Moderna Arte 50 24 14 Ciências da Natureza, matemática e suas tecnologias Matemática Química Física Biologia 50 36 36 36 Ciências humanas e suas tecnologias História Geografia 32 32 Total Geral 310 3.4. Matriz curricular 2010 Ensino Fundamental/Ensino por Oficinas Matriz curricular 2010 Ensino Fundamental/Ensino por Oficinas implantadas no SERIE, conforme diretrizes do parecer nº 422/07/CEE. Tabela 9. Quadro matriz/duração aula/hora e horas semanais disciplina/oficina. Matriz Descrição Duração Hora/aula Horas semanais Disciplinas/oficina 6210 EJA - Ensino Fund.(5º/8º) Diurno 48 minutos 04 horas-aula 6211 EJA – Ensino Fund. (5º/8º) Noturno 40 minutos 04 horas-aula Total Carga Horária do Curso 2.200 horas Tabela 10. Matriz curricular 2010 ensino fundamental por Oficinas. Disciplina Total de horas – aula Total de horas – aula à Total de oficinas
  • 27. 27 presencial distância Língua Portuguesa 128 300 32 Matemática 128 300 32 Ciências 64 258 16 Geografia 64 258 16 História 64 258 16 Artes 64 68 16 Língua Estrangeira (Inglês, Espanhol, Alemão, Italiano, Francês). 64 68 16 Educação Física 64 50 16 Total Geral 640h/a 1.560h/a 160  O aluno poderá matricular-se em 01ou em 02 disciplinas, no máximo;  Optando por 02 disciplinas, irá cursá-las no mesmo turno (diurno ou noturno);  Cursando 01 disciplina, o aluno poderá concluir em 04 anos;  Cursando 02 disciplinas, o aluno poderá concluir em 02 anos;  A disciplina de Educação Física: o Parecer CEE nº422/2007 traz a obrigatoriedade de oferta de Educação Física, para a Educação de Jovens e Adultos.  O professor deve adequar às atividades conforme as especificidades desta faixa etária de estudantes e ao espaço disponível. A prática da disciplina de Educação Física é facultativa para o aluno, nos casos previstos em lei;  A unidade escolar deverá optar pela oferta de uma disciplina de Língua Estrangeira;  Educação Especial: quando houver aluno(s) com deficiência e conduta típica, contratar professor das áreas afins. 3.5. Matriz curricular 2010 Ensino Médio/Ensino por Oficinas Matriz Ensino Médio/Ensino por Oficinas. Implantadas no SERIE, conforme parecer nº 422/07/CEE.
  • 28. 28 Tabela 11. Quadro matriz/duração aula/hora e horas semanais disciplina/oficina. Matriz Descrição Duração Hora/aula Horas semanais Disciplina/oficina 6215 EJA-Ensino Médio – Diurno 48 minutos 04 horas 6216 EJA-Ensino Médio - noturno 40 minutos 04 horas Tabela 12. Matriz Ensino Médio/Ensino por Oficinas. Disciplina Total de horas – aula presencial Total de horas – aula à distância Total de oficinas Língua Portuguesa e Literatura 60 160 15 Língua Estrangeira (Inglês, Espanhol, Alemão, Italiano, Francês). 36 70 09 Artes 36 65 09 Matemática 36 150 15 Química 60 100 09 Física 36 100 09 Biologia 36 100 09 História 36 100 09 Geografia 36 100 09 Filosofia 36 60 09 Sociologia 36 60 09 Educação Física 36 55 09 Total Geral 480h/a 1.120h/a 120  O aluno poderá matricular-se em 01ou em 02 disciplinas, no máximo;  Cursando uma disciplina, o aluno poderá concluir em 03 anos;  Cursando 02 disciplinas, o aluno poderá concluir em um ano e meio;  A disciplina de Educação Física: o Parecer CEE nº422/2007 traz a obrigatoriedade de oferta de Educação Física para a Educação de Jovens
  • 29. 29 e Adultos. O professor deve adequar às atividades conforme as especificidades desta faixa etária de estudantes e ao espaço disponível. A prática da disciplina de Educação Física é facultativa para o aluno, nos casos previstos em lei;  A unidade escolar deverá optar pela oferta de uma disciplina de Língua Estrangeira;  Educação Especial: quando houver aluno(s) com deficiência e conduta típica, contratar professor das áreas afins. 3.6. Terminalidade Ensino por Oficinas Não será ofertada matrícula para novas turmas. Para as turmas em andamento, garantir continuidade/terminalidade para alunos matriculados e com frequência suficiente, seguindo as orientações abaixo: a. O aluno do Ensino Fundamental poderá matricular-se em 01 uma, 02 duas ou 03 três disciplinas, desde que em períodos diferentes. No Ensino Médio, os alunos deverão cursar, no máximo, 02 (duas) disciplinas. b. As matrizes do Ensino Fundamental permanecem com 02 (dois) blocos, sendo: Bloco/etapa 01 (um) (A/B) e Bloco/etapa 02 (dois) (C/D), para Língua Portuguesa e Matemática, tendo duração de um semestre para cada bloco. As demais disciplinas terão 01 (um) Bloco/etapa (A/B/C/D), com duração de 01 (um) semestre. c. O Ensino Médio continuará funcionando em 01 (um) Bloco/etapa (A/B/C) para todas as disciplinas. Língua Portuguesa e Matemática terão duração de 02 (dois) bimestres. As demais disciplinas, duração de 01 (um) bimestre. O CEJA “segue como diretrizes as resoluções nacionais: Resolução nº 03/2010/CNE/CEB, para a Educação de Jovens e Adultos, Resolução nº 04/2010/CNE/CEB, do Parecer nº06/2010/CNE/CEB, das Resoluções Estaduais nº93/2007/CEE/SC, nº 74/2010/CEE/SC e Parecer nº405/2004/CEE.”.
  • 30. 30 3.7. Matriz curricular ensino médio presencial – 2011/4 fases Tabela 13. Matriz curricular ensino médio presencial 1ª fase. 1ª Fase Disciplina Ensino Médio H/A 4 dias /5 aulas diárias Total H/A Língua Portuguesa 12 192 Língua Estrangeira 04 64 Artes 04 64 Atividade Complementar 05 80 Total 25 400 A disciplina de Atividade Complementar é obrigatória aos alunos e deve ser orientada na primeira fase pelo professor de Língua Portuguesa, dentro de sua carga horária de 12 horas semanais. As atividades desenvolvidas precisam estar voltadas para os conteúdos de Língua Portuguesa, devendo gerar registro de notas para a disciplina de atividade complementar, sendo esta cursada pelo aluno na modalidade à distância. Tabela 14. Matriz curricular ensino médio presencial 2ª fase. 2ª Fase Disciplina Ensino Médio H/A 4 dias /5 aulas diárias Total H/A Matemática 12 192 Biologia 08 128 Atividade Complementar 05 80 Total 25 400 A disciplina de Atividade Complementar é obrigatória aos alunos e deve ser orientada na segunda fase pelo professor de Matemática, dentro de sua carga horária de 12 horas semanais. As atividades desenvolvidas precisam estar voltadas para os conteúdos de Matemática, devendo gerar registro de notas para a disciplina de atividade complementar, sendo esta cursada pelo aluno na modalidade à distância. Tabela 15. Matriz curricular ensino médio presencial 3ª fase. 3ª Fase Disciplina Ensino Médio H/A 4 dias /5 aulas diárias Total H/A
  • 31. 31 História 06 96 Geografia 06 96 Química 08 128 Atividade Complementar 05 80 Total 25 400 A disciplina de Atividade Complementar é obrigatória aos alunos e deve ser orientada na terceira fase pelo professor de Química, dentro de sua carga horária de 8 horas semanais. As atividades desenvolvidas precisam estar voltadas para os conteúdos de Química, devendo gerar registro de notas para a disciplina de atividade complementar, sendo esta cursada pelo aluno na modalidade à distância. Tabela 16. Matriz curricular ensino médio presencial 4ª fase. 4ª Fase Disciplina Ensino Médio H/A 4 dias /5 aulas diárias Total H/A Física 08 128 Filosofia 04 64 Educação Física 04 64 Sociologia 04 64 Atividade Complementar 05 80 Total 25 400 A disciplina de Atividade Complementar é obrigatória aos alunos e deve ser orientada na quarta fase pelo professor de Física, dentro de sua carga horária de 8 horas semanais. As atividades desenvolvidas precisam estar voltadas para os conteúdos de Física, devendo gerar registro de notas para a disciplina de atividade complementar, sendo esta cursada pelo aluno na modalidade à distância. Cada fase da grade curricular do Ensino Médio corresponde a um semestre. Em 2012 de acordo com os Pareceres CEE/SC nº337/04, de 09 de novembro de 2004 foi acrescentada na Matriz Curricular a disciplina de Educação Física que até então não era obrigatória, o aluno com mais de 30 anos que comprove que trabalha fica desobrigado de fazer as aulas práticas, mas deverá assistir às aulas teóricas.
  • 32. 32 3.8. Matriz Curricular- Ensino Fundamental Presencial - 2012  Unidade Escolar: Centro de Educação de Jovens e Adultos  Número de dias de efetivo trabalho escolar: 100 dias letivos  Número de dias letivos semanais: 05 dias  Número Mínimo de Semanas Letivas: 24 semanas  Número de aulas diárias: 05 aulas  Duração da aula: 40 minutos  Carga horária total: 1.600 horas  Duração do curso: 02 anos Tabela 17. Grade curricular ensino fundamental 2012. Áreas Disciplina 6º ano 7º ano 8º ano 9º ano Carga horária Área I Língua Portuguesa Língua Portuguesa Língua Estrangeira Moderna Inglês Artes Educação Física 06 02 02 02 06 02 02 02 06 02 02 02 06 02 02 02 480 160 160 160 Área II Ciências da natureza, matemática. Matemática Ciências 07 02 06 02 06 02 06 03 500 180 Área III Ciências Humanas História Geografia 02 02 02 03 03 02 02 02 180 180 Total geral semanal 25 25 25 25 1.600 h. 3.9. Matriz Curricular Ensino Médio Presencial Educação de Jovens e Adultos com 05 dias Noturnos
  • 33. 33  Unidade Escolar: Centro de Educação de Jovens e Adultos  Número de dias de efetivo trabalho escolar: 100 dias letivos  Número de dias letivos semanais: 05 dias  Número Mínimo de Semanas Letivas: 24 semanas  Número de aulas diárias: 05 aulas  Duração da aula: 40 minutos  Carga horária total: 1.200 horas  Duração do curso: 01 ano e meio Tabela 18. Matriz curricular ensino médio presencial. Áreas Disciplina 1º ano 2º ano 3º ano Carga horária Área I Linguagens, Códigos e suas Tecnologias Língua Portuguesa e Literatura Língua Estrangeira Moderna – Inglês Educação Física Artes 03 02 02 01 03 02 02 01 03 02 02 01 180 120 120 40 Área II Matemática Matemática 03 03 03 180 Área III Ciências Humanas e suas Tecnologias História Geografia Filosofia Sociologia 02 02 02 02 02 02 02 02 02 02 02 02 120 120 120 120 Área IV Ciências da Natureza e suas Tecnologias Química Física Biologia 02 02 02 02 02 02 02 02 02 120 120 120 Total Geral Semanal 25 25 25 1.200h Língua Estrangeira. Moderna Espanhola 02 02 02 96 Total Geral Com Espanhol 1.296h 3.10. Conceitos essenciais das disciplinas curriculares – Ensino fundamental
  • 34. 34 3.10.1. Matemática Objetivo Geral: Fornecer ao indivíduo condições de análise crítica e uma participação consciente na sociedade em que vive de forma a modificar, se necessária, o meio social em que está inserido. Objetivos Específicos:  Mediar o conhecimento para que este venha de encontro com as necessidades da realidade do aluno;  Oportunizar meios ao aluno para que este possa produzir refletir e interagir no meio social, ou seja, exercer sua cidadania;  Desenvolver o raciocínio lógico para resolver as operações matemáticas. Ementa: A história dos números e a criação dos sistemas de numeração.  Os primeiros registros numéricos  Os sistemas de numeração  Os sistemas de numeração decimal O surgimento da geometria e o estudo das formas geométricas  Das formas da natureza às construções geométricas  As formas espaciais ou tridimensionais  As formas planas e bidimensionais Os números naturais  A sequência dos números naturais  Operações com números naturais  Múltiplos e divisores de um número natural  Números primos Os números inteiros  Os números negativos: usos e significados  O conjunto dos números inteiros
  • 35. 35  Operações com números inteiros Os números fracionários  As frações e suas representações  Frações equivalentes  Operações com frações Os números decimais  Os números decimais: usos e significados  Fracionamento de unidades  Operações com números decimais  Porcentagem Geometria e medidas  Os entes geométricos primitivos e suas representações  Das medidas arbitrárias as medidas padrões  Contando o dinheiro e o tempo A linguagem algébrica  A álgebra: uma forma de comunicação entre os povos  Equações de primeiro grau  Equações de segundo grau Proporcionalidade  Razão e proporção  Grandezas diretamente e inversamente proporcionais  Porcentagem e regra de três simples A estatística do mundo da informação  A linguagem das tabelas e dos gráficos como forma de comunicação  Noções de estatística A matemática empregada no comércio  Noções de matemática financeira
  • 36. 36 3.10.2. Língua Portuguesa Objetivo Geral: Utilizar a linguagem na escuta e produção de textos orais e na leitura e produção de textos escritos, de modo a atender as múltiplas demandas sociais, responder a diferentes propósitos comunicativos e expressivos e considerar as diversas condições de produção do discurso. Objetivos Específicos:  Oportunizar o aluno através de textos para usar sua capacidade de observar, descobrir, de questionar e se comunicar;  Desenvolver a capacidade de argumentar criticamente;  Focalizar alguns pontos que levem o aluno a entender e usar as classes gramaticais. Ementa:  Interpretação de texto;  Verso, estrofe e rima;  Substantivo coletivo;  Numeral: cardinal, ordinal, fracionário e multiplicativo;  Pronome pessoal e oblíquo;  Atividades relacionadas ao texto;  Gênero do substantivo (masculino e feminino);  Uso do mais e mas;  Adjetivos;  Locução adjetiva;  O verbo haver e existir na terceira pessoa;  Produção de texto;  Emprego da vírgula;  Aposto e vocativo;  O poema;  Carta / bilhete;  Biografia;  Descrição/ narração;  Interjeição;
  • 37. 37  Crônica;  Pronome de tratamento;  Verbo;  Figuras de linguagem;  Concordância nominal;  O emprego de onde/aonde;  Conjunção;  Monossílabos;  Ditongos;  Formação de palavras;  Dissertação: introdução, desenvolvimento e conclusão. 3.10.3. Língua Estrangeira - Inglês Objetivo Geral: Ensinar a Língua Estrangeira na Educação de Jovens e Adultos é construir um caminho comunicativo que leve o educando o ser capaz de transmitir e assimilar o conhecimento da sociedade e do mundo em que vive. Objetivos Específicos:  Compreender o uso da língua;  Estabelecer novas relações com o mundo;  Conhecer novas culturas;  Interagir com o mundo globalizado. Ementa:  Números;  Saudações;  Dias da semana;  Estações do ano;  Meses do ano;  Traduções de textos;  Conversação;  Verbo;
  • 38. 38  Vocabulário;  Uso do dicionário;  Escrita de textos;  Gramática geral. 3.10.4. Ciências Objetivo Geral: Promover os caminhos para apropriação futura do conhecimento científico como forma de interpretar o próprio homem, o mundo em que vive com os seres que nele habitam as condições econômicas e sociais, enfim, a relação todas em sua realidade material, preparando jovens e adultos para à vida com seus desafios e transformações. Objetivos Específicos:  Compreender a natureza como um todo dinâmico, sendo o ser humano parte integrante e agente de transformações do mundo em que vive;  Identificar relações entre conhecimento científico, produção de tecnologia e condições de vida no mundo de hoje e com sua evolução histórica;  Formular questões, diagnosticar e propor soluções para problemas reais a partir de elementos das Ciências da natureza, colocando em prática, conceitos, procedimentos e atitudes desenvolvidos na aprendizagem escolar. Ementa: Natureza: um sistema dinâmico  Nossa morada no Universo: a Terra  Onde a vida é possível Natureza em equilíbrio  Ambiente e biodiversidade  Conhecendo os vertebrados  Reconhecendo os invertebrados
  • 39. 39  Recursos verdes  Os seres vivos em interação O homem no ecossistema  Vida e ambiente em interação  A transformação de substâncias  Energia e respiração  O transporte de substâncias  A excreção: eliminando substâncias Em sintonia com o ambiente  Os cinco sentidos vitais  Locomoção: percorrendo caminhos  Os comandos do organismo  A perpetuação da espécie  O ser humano e a genética A química do cotidiano  Matéria e energia: noções gerais  A terra e seus materiais  Misturas de substâncias  Os átomos  Os elementos químicos  Funções químicas  A reciclagem dos materiais Vivenciando a física  O estudo da física no dia a dia  Trabalho e potência  Tipos de energia e sua conservação  O Sol: fonte primária de energia Transformações da natureza
  • 40. 40  O homem alterando o ambiente  Água: um recurso inesgotável?  O solo: nossa morada 3.10.5. História Objetivo Geral: Fazer com que o aluno construa seu conhecimento, se sinta estimulado em aplicar e aprofundar o interesse na dinâmica da História de várias épocas e lugares, de modo a compreender o mundo contemporâneo e a importância de seu papel como agente transformador. Objetivos específicos:  Compreender a história, procurando situar os acontecimentos nas temporalidades em que ocorreram avaliando as descobertas, tanto no que se refere aos fatos ocorridos como na maneira que foram interpretados e transmitidos;  Promover um aprendizado de forma que trate a História como representação que questiona a ideia de verdade e investiga diferentes pontos sobre o tema em análise:  Contribuir no estudo e no entendimento das mudanças ocorridas ao longo da história:  Proporcionar momentos de descobertas e reflexões que contribuam na formação humana dos alunos e de sua participação ativa na vida social e escolar: Você e a história  A História no espaço e no tempo  Fato histórico  Alinha do tempo A pré-história
  • 41. 41  Período Paleolítico ou Idade da Pedra Lascada  Período Neolítico ou Idade da Pedra Polida  A Idade dos Metais Antiguidade oriental  Egito Antigo  Os povos da Mesopotâmia  Os hebreus e os fenícios Antiguidade clássica  Grécia antiga  Roma antiga  O declínio do Império Romano A idade média  Idade Média no Ocidente  O sistema feudal e a igreja Católica  Império romano do Oriente – Império Bizantino  Império Muçulmano Idade moderna  Transição do mundo feudal para o Mercantilismo  A expansão europeia e as navegações marítimas  O pensamento moderno – Renascimento e Reforma A colonização europeia na América  O encontro entre portugueses e índios  Administração colonial portuguesa  A escravidão africana no Brasil  Expansão territorial e a sociedade mineradora As revoluções do século XVIII  Uma nova visão do mundo iluminismo e Revolução Francesa  A Revolução Americana
  • 42. 42  A Revolução Industrial O primeiro reinado, as regências e o segundo reinado no Brasil.  A família real portuguesa no Brasil e o primeiro reinado (1822-1831)  A Constituição de 1824 e a abdicação de D. Pedro I  O período regencial  O Segundo Reinado no Brasil (1840-1889) O Brasil republicano  O início da República no Brasil  Os movimentos sociais do inicio da Republica  O Brasil na década de 1920 O mundo no início do século XX  O imperialismo europeu  Primeira Guerra Mundial (1914-1918)  A revolução que contestou o capitalismo – Revolução Russa Transformações no quadro mundial  A crise capitalista de 1929  Os regimes totalitários  Movimentos sociais urbanos no Brasil Era getulista no Brasil e a segunda guerra mundial  Revolução de 1930 e o período getulista no Brasil  O Estado Novo (1937-1945)  Segunda guerra mundial (1937-1945)  Período democrático no Brasil (1939-1945) O mundo dividido  A Guerra fria  A Crise de populismo e a ditadura militar no Brasil A nova ordem mundial
  • 43. 43  A globalização  Brasil – o difícil caminho da transição democrática 3.10.6. Geografia Objetivo Geral: Mediar para que os alunos sejam capazes de fazer coisas novas e não simplesmente repetir o que outras gerações fizeram. Tornando-os críticos, interessados, ativos, descobridores e capazes de compreender Geografia como realmente ela é. Objetivos Específicos:  Compreender a geografia como ciência que estuda as formas, os processos e as dinâmicas dos fenômenos naturais e sociais:  Aprofundar os conhecimentos sobre a ocupação territorial do Brasil, bem como a construção da sociedade política, econômica e ambiental do país e as transformações ocorridas ao longo do tempo:  Garantir a aprendizagem significativa, considerando o conhecimento prévio dos alunos e o meio geográfico em que ele está inserido:  Estimular os alunos a sentirem- se integrantes, responsáveis e construtores do espaço que ocupa. Ementa: Conceitos e ferramentas da geografia  O espaço geográfico é uma produção social  Orientação no espaço geográfico  A localização no espaço geográfico  A representação do espaço geográfico A geografia e o ensino da dinâmica da natureza  Terra que planeta é esse?  A origem da Terra e sua estrutura  A dinâmica do revelo
  • 44. 44  A dinâmica do ar e das águas A geografia e as dinâmicas da população  A população e os números  O crescimento da população Um lugar chamado Brasil  Características gerais  Regionalização do território brasileiro  Região Centro-Oeste  Aspectos gerais  Mato Grosso  Mato Grosso do Sul  Goiás  Construção de Brasília o centro do poder vai para o interior  Região Nordeste  Características gerais  Polígono das Secas  Por que a população nordestina migra?  Subdivisão regional nordestina  Transposição das águas do Rio São Francisco  Região Norte  Aspectos gerais  Povoamento regional  Amazônia e seus desafios  Região Sudeste  Aspectos gerais  Onde é produzida a riqueza no Sudeste  A expansão e a industrialização  Região sul  Aspectos gerais  Aspectos econômicos
  • 45. 45 Critérios de divisão regional do planeta  Divisão continental: critério geológico  Divisão de “mundos”: critérios sociais, políticos e econômicos. O continente Americano  O que é América?  América Latina  América Anglo-Saxônica  Questões americanas O continente Africano e Asiático  O que é a África?  Questões africanas  O que é a Ásia?  Problemas que ainda persistem na Ásia O continente europeu e da Oceania  O que é a Europa?  A União Europeia  Questões europeias  O que é a Oceania? Organização do espaço e da produção  O trabalho e a produção da existência humana  Tipos de agricultura  Especialização e integração das atividades  Urbanização, modernização agrícola e êxodo rural no Brasil. Compreendendo a organização do espaço mundial  Os mundos capitalista e socialista  O clima da guerra fria  A nova divisão do mundo: países desenvolvidos e subdesenvolvidos  Norte e Sul: um abismo cada vez maior os separa
  • 46. 46 Vivemos num mundo globalizado  O que é a globalização?  Uma globalização perversa  Blocos econômicos Estudos de demografia  Demografia  Aspectos da população brasileira  População e meio ambiente 3.10.7. Artes Objetivo Geral: Promover atividades que envolvam o aluno no mundo das linguagens artísticas ampliando seus saberes sobre produção, apreciação e história expressas nas artes visuais, na música e no teatro, com o intuito de contextualizar o desenvolvimento das práticas artísticas em sua diversidade histórico-cultural. Objetivos Específicos:  Identificar as artes visuais, nas mais diferentes formas de expressão artística, reconhecendo-as como expressão e comunicação do pensamento e sentimento humano;  Compor com pontos gráficos e geométricos empregando-os como elementos plásticos na composição visual;  Reconhecer o volume como elemento básico na composição tridimensional;  Observar, conhecer, nomear e aplicar a linha e a forma na prática diária e na obra artística;  Conceituar, identificar, reconhecer e empregar as cores no cotidiano, nas livres composições artísticas e nas obras de arte;  Observar e criar texturas táteis e visuais na pratica artística e no mundo ao eu redor;
  • 47. 47  Construir e interpretar conceitos e aplicações, inter-relacionando a perspectiva, os planos e a profundidade nas mais variadas produções artísticas;  Interpretar uma obra de arte e nela observar a técnica e a aplicação nas diferentes formas: o abstrato, o figurativo, a natureza morta e a luz e sombra;  Distinguir e representar caricatura, cartum, charge e ilustração;  Diferenciar a pintura e a escultura, reconhecendo as suas mais diversas modalidades e aplicações;  Conhecer obras e artistas de alguns Movimentos Modernistas e do Renascimento, considerando sua importância na história da arte. Ementa:  Artes Visuais: 1. Arte é comunicação 2. Composição visual 3. O ponto 4. Volume 5. A linha 6. A forma 7. A cor 8. Textura 9. Perspectivas, planos e profundidade. 10.Luz e sombra 11.O desenho 12.Pintura e escultura  Música: 1. Conceito básico de música 2. Os elementos da música 3. O Folclore Popular: 4. O Som 5. Os Elementos do Som 6. A Voz
  • 48. 48 7. Como se dá a Emissão da Voz 8. Classificação das Vozes 9. Iniciação à Teoria Básica da Música  Teatro: 1. Teatro? 2. Ator, uma Voz e um Corpo sob os Refletores. 3. Em cena Ele, o Ator. 4. O Mundo todo é um Palco. 3.11. Conceitos essenciais por disciplina - 2º segmento A) Matemática: Reconhecimento, análise, interpretação, formulação e resolução de situações- problema, compreendendo os diferentes significados das operações, envolvendo os campos numéricos, algébricos, geométricos e a estatística. Conceitos essenciais – números e álgebra; medidas e estatística; geometria. B) Ciências: O ensino de ciências deverá promover os caminhos para o conhecimento científico como forma de interpretar o próprio homem, o mundo em que vive com os seres que nele habitam as condições econômicas e sociais em sua realidade material, preparando o indivíduo para vida com seus desafios. Tema problematizado: elaboração de hipóteses, coleta de dados, experimentação, interpretação, conclusão. Dessa forma, permite ao educando estabelecer conexões com os fenômenos naturais, socioculturais e, assim, realizar uma leitura e uma interpretação mais elaborada do contexto onde vive. Para atingir esses objetivos sugerem-se os seguintes conteúdos que, ao serem trabalhados no processo de ensino e a aprendizagem, possibilitam ao educando a reelaboração de sua base conceitual: Big Bang, meio biótico e abiótico, água, solo, ar, seres vivos, desenvolvimento sustentável, ciclo da matéria e energia, fenômenos físicos e químicos.
  • 49. 49 C) Educação Física: Por ser parte do conhecimento historicamente produzido, deve reunir o que for de mais significativo, ligado aos conceitos de movimento/ corporeidade, ginástica, jogo, dança e esporte. D) Artes: Como disciplina na escola, gera conhecimento, valorizam os aspectos psicológicos, sociais, culturais, políticos e históricos, possibilitando o acesso às linguagens: visual (pinturas, escultura, cerâmica, entre outras), cênica, musical e à dança, aos conceitos fundamentais da arte, às experiências: estéticas; artísticas; culturais. Para a compreensão destes conceitos, considerar: produção artística; contextualização; leitura da obra de arte. Estudo da história e da cultura afro- brasileira e indígena. Este conteúdo programático deve incluir diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes á história do Brasil. E) Geografia: Espaço; espaço/tempo; espaço produzido; espaço representado; localização; orientação; paisagem; região; meio ambiente; população; relação local/global; relações socioculturais. F) História: Tempo; temporalidades; tempo/espaço; cultura; memória; identidade; ideologia; imaginário; relações sociais; relações sociais de produção. G) Língua Portuguesa: Dos conceitos a serem apropriados no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa, destacamos, em primeiro lugar, o de que toda língua é produção humana, construída historicamente nas e pelas relações sociais (historicamente) e, como tal, é uma forma de ação sobre o outro e o mundo, marcada por um jogo de intenções e representações. Entender a língua a partir dessa perspectiva pressupõe, também, a apropriação dos conceitos de: dialogia; polifonia; polissemia; interdiscursividade; intertextualidade; discurso; textualidade; texto; coerência; coesão.
  • 50. 50 A condição para que o aluno se aproprie desses conceitos é o trabalho, em sala aula, com as práticas reais de uso da língua (fala/escuta- leitura- escrita) e o trabalho com a reflexão sobre essas práticas (análise linguística).Esses eixos de trabalho de indicam, apenas, que podemos focalizar este ou aquele aspecto, esta ou aquela dimensão. Devem, porém ser trabalhados de maneira simultânea ou alternados, tal como ocorre na prática da língua. H) Língua Estrangeira: Consideramos importante ressaltar algumas das razões que justificam o aprendizado dessa disciplina: possibilidade de ampliação do universo cultural; desenvolvimento de muitas funções intelectuais, possibilitando a interação entre a língua materna e a língua estrangeira; possibilidade de questionar a própria identidade, ressignificando-a; necessidade de acesso à tecnologia. Da mesma forma que em Língua Portuguesa, em Língua Estrangeira os alunos precisam compreender que toda língua é produção humana, constituída historicamente nas e pelas relações sociais (historicidade) e, como tal, é uma forma de ação sobre o outro e o mundo, marcada por um jogo de intenções e representações. Entender a língua estrangeira a partir dessa perspectiva pressupõe, também, a apropriação dos conceitos de: dialogia; polifonia; polissemia; interdiscursividade; intertextualidade; discurso; textualidade; texto; coerência; coesão. A condição para que o aluno se aproprie desses conceitos é o trabalho, em sala de aula, com as práticas reais de uso da língua estrangeira (fala/escuta- leitura- escritura) e o trabalho com reflexão sobre elas (análise linguística). Esses eixos de trabalho indicam, apenas, que podemos focalizar este ou aquele aspecto, esta ou aquela dimensão. Devem, porém, ser trabalhados de maneira simultânea ou alternados, tal como ocorre na prática da língua. No caso de Língua Estrangeira, deve-se priorizar o trabalho com as práticas de leitura e escritura, não no sentido de restringir as possibilidades de aprendizagem, mas para viabilizar o aprendizado efetivo de, pelo menos, estas habilidades. Essa opção leva em consideração a função social – ler textos em outra língua – da aprendizagem de uma língua estrangeira para alunos brasileiros.
  • 51. 51 H) Cultura e Trabalho: Cultura geral, cultura regional e popular, festas folclóricas e populares, turismo e lazer como fonte de renda, mundo do trabalho, trabalho formal e informal, segurança do trabalho, emprego e trabalho, tecnologia e trabalho, diversidade e trabalho, meio ambiente e trabalho. Estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena: este conteúdo programático deve incluir diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes a história do Brasil. 3.12. Ensino Médio 3.12.1. Matemática Objetivo: Conhecer, interpretar e transformar a realidade, propondo subsídios para enfrentar os desafios que se apresentam na formação do cidadão no contexto social. Objetivos específicos:  Utilizar a matemática como uma forma de expressão, como uma linguagem que é produzida e utilizada socialmente como representação do real e da multiplicidade de fenômenos propostos pela realidade.  Possibilitar ao aluno a apropriação da forma sistematizada de pensamento e de linguagem que é a matemática, partindo das experiências vividas pelo aluno para atingir níveis mais complexos.  Possibilitar ao educando a apropriação destes conhecimentos como um dos instrumentos necessários ao exercício da cidadania. Ementa: Conjuntos numéricos
  • 52. 52  O aparecimento dos números  Os campos numéricos  Os números naturais  Os números inteiros  Os números racionais  Os números irracionais  Os números reais  A importância dos números na nossa sociedade Funções  O estudo das funções  Relação entre grandezas  Gráficos de funções  Função de 1º grau ou função afim  O referencial cartesiano  O estudo da função afim  Representação gráfica da função afim  Função do 2º grau ou função quadrática  O estudo da função quadrática  Representação gráfica da função quadrática Outras funções  Função exponencial  Conceito e representação gráfica  Equação exponencial  Função Logarítmica  Logaritmo de um número real  Igualdade de logaritmos  Propriedades operatórias de logaritmos  Função logarítmica  Sequências  Lei de uma formação de uma sequência  Progressão aritmética
  • 53. 53  Progressão geométrica Trigonometria  Semelhança  Teorema de Tales  Triângulos semelhantes  Relações métricas no triângulo retângulo  Trigonometria no triangulo  A trigonometria no triangulo retângulo  A trigonometria no triangulo qualquer  O estudo da reta  Distancia entre dois pontos  Ponto médio de um segmento  A equação da reta Geometria  Geometria plana  Polígonos  Área de figuras planas  Geometria espacial  As formas geométricas tridimensionais  Poliedros  As pirâmides  Os sólidos não poliedros  Os sólidos de revolução  Geometria espacial métrica  Área de superfície de sólidos geométricos  Volume dos sólidos geométricos Geometria analítica  Contagem  Principio fundamental da contagem  Arranjos, permutações e combinações
  • 54. 54  Fatorial  Arranjos simples  Permutação  Combinação  Probabilidade  Probabilidade de ocorrência de um evento  Propriedades da probabilidade  Probabilidade da união de dois eventos 3.12.2. Língua Portuguesa e Literatura Objetivo Geral: A Língua Portuguesa tem por objetivo apresentar aos alunos os conteúdos de Gramática, Literatura e Produção de Textos, seguida de uma série de atividades. A Língua Portuguesa requer uma metodologia questionadora, tendo como base a análise, a reflexão e a interpretação. Objetivos Específicos:  O aluno deverá se apropriar de conhecimentos e recursos linguísticos sendo capaz de tornar-se um usuário competente da língua.  Através da literatura e dos movimentos literários, das obras e da vida dos autores os alunos devem ser capazes de. Contextualizar as ideias da atualidade com as do passado. Ementa:  Comunicação;  Produção de texto;  Origem da Língua Portuguesa;  Formação do vocabulário português;  Arte e Literatura;  Quinhentismo;  Gêneros Literários;  Fonética;  Seiscentismo ou Barroco;
  • 55. 55  Linguagem Literária;  Acentuação Gráfica;  Setentismo ou Arcadismo;  Poesia, poemas e prosa;  Classes de palavras;  Concordância nominal;  Dissertação;  Prosa romântica;  Concordância verbal;  Realismo;  Naturalismo;  Parnasianismo;  Verbos;  O Simbolismo;  O Pré-Modernismo;  Revisão de pronomes pessoais;  Modernismo;  Estrutura de frases. 3.12.3. Língua Estrangeira – Inglês Objetivo: Despertar o interesse do aluno pelo idioma. Objetivos específicos:  Desenvolver no aluno as principais habilidades que levam a aprendizagem da Língua Inglesa.  Ter o interesse pela aprendizagem e a alfabetização na Língua Inglesa que são: VER, OUVIR, FALAR e LER. Ementa:  Saudações;  Pronomes pessoais;  Artigos definidos e indefinidos;
  • 56. 56  Pronomes demonstrativos;  Verbo ser ou estar;  Verbo haver;  Presente contínuo ou progressivo;  Forma interrogativa ou negativa;  Adjetivos possessivos;  Plural dos substantivos;  Verbo haver – passado;  Verbo “To Be”;  Passado contínuo;  O caso possessivo;  Pronomes possessivos;  Pronomes objetivos ou oblíquos;  Pronomes interrogativos;  Pronomes relativos;  Pronomes indefinidos;  Substantivos contáveis e incontáveis;  Adjetivos de quantidade;  Graus de comparação;  Preposições;  Futuro com “Will”;  Futuro com “Going To”;  Condicional simples;  Verbos modais auxiliares;  Tempo passado simples;  Verbos irregulares;  Advérbios de tempo;  Verbo fazer;  Falsos cognatos;  Leitura e tradução de textos.
  • 57. 57 3.12.4. Física Objetivo: Proporcionar os alunos a entender que o mundo em que vivemos foi construído em grande parte graças ao conhecimento da física. Objetivos Específicos:  Definir os conhecimentos e conceitos de matéria, energia, movimento e força, que estão presentes concretamente em nosso dia-a-dia, nas grandes cidades ou no campo, no trabalho ou no laser.  Levar o aluno a refletir sobre os acontecimentos científicos e tecnológicos que surgem constantemente de maneira crítica e avaliativa.  Transpor os conhecimentos científicos e tecnológicos, já socialmente dominados como bens culturais acessíveis ao cidadão e, também, os recentemente elaborados pelos cientistas. Ementa:  A Física é uma atividade humana  Conhecimentos básicos e fundamentais  O Movimento e a descoberta das leis físicas  Recursos da natureza  Energia, trabalho e potência  Conceitos de física térmica em sua vida  Calor e suas manifestações  Oscilações, ondas e radiação.  Luz e espelhos  Fenômenos elétricos  Fenômenos magnéticos 3.12.5. Biologia Objetivo: Viabilizar o conhecimento das áreas biológicas que deve subsidiar análises de questões polêmicas referentes ao desenvolvimento e funcionamento dos
  • 58. 58 seres vivos, preservação e aproveitamento de recursos naturais, utilização de tecnologias aplicadas à biologia e as dinâmicas dos ecossistemas. Objetivos Específicos:  Entender que a Biologia é a ciência que estuda a vida.  Ressaltar a diversidade dos seres vivos.  Conceituar a genética, sua origem e história. Ementa: Introdução a Biologia  Citologia  Organização geral das células  Citoplasmas  Energia para célula  Núcleo celular  Divisão celular  Reprodução Humana  Embriologia  Histologia Diversidade dos seres vivos  Diversidade de animais invertebrados  Diversidade de animais vertebrados  Fisiologia humana  As plantas Genética  Evolução  Ecossistema, habitat e nicho ecológico.  Ciclos biogeoquímicos  Relações ecológicas  Biomas Alterações no ambiente
  • 59. 59 3.12.6. Química Objetivo: Viabilizar o conhecimento químico demonstrando que poderá trazer benefícios ou malefícios aos seres vivos e ao meio ambiente, dependendo de como o homem utilizar desta ciência, demonstrando através de assuntos atuais e de conteúdos selecionados que permitam uma visão ampla da química e suas aplicações tecnológicas e cientificas. Ementa:  Matéria e sua estrutura  Funções inorgânicas;  Ligações químicas;  Soluções, coloides e concentrações;  Eletroquímica;  Termoquímica;  Cinética e química;  Equilíbrio químico;  Radioatividade;  Química orgânica;  Funções químicas orgânicas;  Biomoléculas;  Isomeria. 3.12.7. História Objetivo Geral: Estabelecer relações entre a vida individual e social, identificando relações sociais em seu próprio grupo de convívio, na localidade, na região, país e no mundo, relacionando-as com outras manifestações, em outros tempos e espaços. Objetivos Específicos:  Desenvolver a capacidade de reconhecer diferentes formas de relações;  Repensar a identidade e seu significado na sociedade;  Situar acontecimentos e localizá-los em uma multiplicidade de tempos.
  • 60. 60 Ementa:  A longa viagem pelo tempo  A Civilização do Extremo Oriente: China e Japão  O Egito Antigo  Na Mesopotâmia: nossas raízes  As Civilizações da Palestina: fenícios e hebreus  O mundo grego: de Creta a Grécia heroica  O mundo grego: Grécia Antiga, Clássica e Helenística.  O mundo romano: da monarquia a república  Da crise da República ao fim do Império Romano  O Império Carolíngio e a Idade Média  A Civilização Mulçumana  O Sacro Império Romano-Germânico e o Cristianismo Feudal  Rumo à modernidade: das Cruzadas ao início dos Estados Nacionais  Os tempos modernos e o Renascimento  A Revolução Religiosa  O Absolutismo na França e o século XVII  O Século das Luzes  O Século das Revoluções  A Revolução Industrial e as revoluções europeias  Napoleão e a expansão da Revolução  As Revoluções Americanas  A Europa burguesa e a unificação da Itália e Alemanha  A 1ª Guerra Mundial  A Revolução Russa  O Novo Capitalismo  A 2ª Guerra Mundial  O mundo do Pós-Guerra  O mundo atual: a história não acabou 3.12.8. Geografia
  • 61. 61 Objetivo Geral: Estabelecer o saber geográfico elaborado em diferentes épocas e em diferentes contextos sociais, culturais, ideológicos, políticos e religiosos marcados pelas representações de mundo e ideias predominantes em cada momento. Objetivos Específicos:  Desvendar os pressupostos teóricos que cada autor dos textos, imagens e materiais utilizados tem sobre o espaço;  Estimular as diferentes ações sociais e culturais, sociais e espaciais, os impactos naturais que transformam o mundo;  Identificar as marcas que identificam os diferentes espaços. Ementa:  O que conhecer a Geografia?  Leitura e interpretação de mapas;  As projeções cartográficas;  Orientação espacial;  Os Paralelos e os Meridianos;  Latitude e Longitude;  Coordenadas geográficas;  A estrutura da Terra;  Fusos horários;  Linha Internacional da Data – LID;  A hora brasileira;  A formação da Terra;  A formação dos Continentes;  As águas de nossa terra;  Solstícios e Equinócios;  Zonas climáticas e zonas térmicas da Terra;  Os sistemas socioeconômicos;  Países desenvolvidos e desenvolvidos;  Globalização;  Estágios da Indústria;  As civilizações no espaço mundial;  A demografia nos dias atuais;
  • 62. 62  Migrações;  Pirâmides etárias;  População ativa e inativa;  Cidadania;  Recursos energéticos;  Petróleo;  Energia elétrica;  Fontes alternativas de energia;  Proteção ao meio ambiente;  A água;  Posição geográfica do Brasil;  Relevo;  Dinâmica climática;  Paisagens vegetais;  Hidrografia;  População brasileira;  Espaço socioeconômico;  Agropecuária;  Extrativismo vegetal;  Fontes de energia;  Indústria no Brasil;  Recursos minerais;  Comercio exterior, transporte e comunicações. Sociedade e natureza  A sociedade, a natureza e os conceitos geográficos.  A natureza, a paisagem. 3.12.9. Artes Objetivo: Numa visão histórica, onde a mediação será um instrumento, propiciar ao aluno condições que contribuirá para que o mesmo possa entender e goste da Arte como uma das mais ricas linguagens da comunicação humana.
  • 63. 63 Objetivos Específicos:  Conhecer a história da Arte e sua contribuição para a sociedade.  Conhecer a História da Arte Brasileira. Ementa:  Conhecendo a História da Arte Brasileira  Arte na Pré-História  Arte Indígena  Arte Colonial  Arte Holandesa  Arte Barroca  Arte Clássica  Arte Acadêmica  Arte Moderna  Expressionismo Brasileiro  Arte Primitiva  Arte Contemporânea no Brasil 3.12.10. Filosofia Objetivo Geral: Compreender que a ação da humanidade é resultado dos saberes e conhecimentos que o homem desenvolveu por meio de experiências e questionamentos que são cumulativos e dinâmicos. Objetivos Específicos:  Elencar os filósofos da natureza com suas ideias;  Distinguir a linha do pensamento de Sócrates, Platão e Aristóteles;  Analisar o sistema de pensamentos de cada um dos filósofos do idealismo;  Elaborar interpretações próprias sobre os assuntos estudados;  Listar as principais características do pensamento materialista;  Identificar a linha de pensamento dos principais materialistas;  Expressar opinião sobre aspectos positivos da técnica no desenvolvimento social humano;
  • 64. 64  Diagnosticar sobre a forma de organização humana no futuro;  Conquista do conhecimento científico;  Características da ciência e de seus objetivos;  Ética na utilização dos conhecimentos advindos das conquistas científicas;  Capacidade de analisar os limites impostos ao conhecimento científico. Ementa:  Quem sou Eu?  Os Filósofos da Natureza, ou Pré-Socráticos.  Idealismo: Concepções Filosóficas  Materialismo  O Método da Ciência  A Tecnologia  O Homem e sua Dimensão Político-Moral  Os Juízos de Valores  O Homem como ser Político  O Mundo Político de Roma  O Estado Moderno  As Origens do Pensamento Político do Século XX 3.12.11. Sociologia Objetivo: Por meio da transmissão dos fatos básicos do desenvolvimento da sociedade humana, levar o aluno a analisar e fazer juízo próprio dos acontecimentos sociais dos tempos presentes. Ementa:  O ser humano  O grupo social  Classificação dos grupos sociais  A família  A escola  A religião
  • 65. 65  O trabalho  A cultura humana  O Feudalismo  O Mercantilismo  O Colonialismo  A Revolução Industrial  Os tempos modernos  O Socialismo  O Socialismo Utópico  O Socialismo Cristão  O Marxismo  O Comunismo Soviético 3.13. Educação Especial – Sala de recursos (Para Deficientes Visuais) Objetivo Geral: Mediar o processo de apropriação e produção de conhecimento dos educandos com deficiência sensorial através da utilização de recursos específicos e signos, a fim de propiciar sua inclusão na sociedade. Objetivos Específicos:  Trabalhar as necessidades específicas do deficiente visual;  Orientar as Escolas (regular) e demais profissionais envolvidos na educação dos alunos com DV, quanto à apropriação de conhecimentos, adaptações físicas e materiais;  Fornecer materiais didáticos especializados ou adaptados, necessários para o desenvolvimento do educando;  Promover, através de ensinamentos básicos, a pessoa com DV a conquista de seus direitos como cidadãos. Caracterização dos Educandos: Pessoas cegas são indivíduos que apresentam perda total ou residual da visão necessitando do sistema Braille para o acesso à leitura e escrita, bem como o uso dos sentidos táteis, auditivo, olfativo, gustativo e sinestésico no seu processo de desenvolvimento e aprendizagem.
  • 66. 66 Portadores de visão subnormal (baixa visão) pessoas que possuam resíduos visuais em grau que lhes permita ler textos impressos em tinta, desde que empregue recursos didáticos e equipamentos especiais (ópticos e não ópticos) para sua educação. Material Didático Adaptado: Considerando a educação como um processo que visa inclusão social de qualquer indivíduo na sociedade, faz-se necessário que os materiais utilizados para estimulação sensório-motora sejam apresentados ao educando tantas vezes forem necessárias para seu entendimento e conhecimento. O conhecimento através da percepção tátil se dará por partes. Ementa:  Comunicação e Expressão  Matemática  Inclusão Social  Psicomotricidade  APVD (atividades da vida diária)  Educação Sensorial  Orientação e Mobilidade  Sistema Braille  Estimulação Visual  Lúdico, literatura infantil. Comunicação e Expressão: Através de técnicas de desenho, pintura, recorte, desenvolverem o senso crítico, imaginação, coordenação motora, canalizar excessos de energia e favorecer a descarga emocional, respeitando a capacidade individual de cada criança. Atividades:  Estudo das cores (oralidade e estimulação)  Desenho  Pintura  Recorte e colagem  Dobraduras  Trançados
  • 67. 67  Atividades em teares 3.13.1. Matemática Atividades:  Jogos  Bingo  Sorobã1  Escrita de números  Encaixes  Recorte e colagem 3.13.2. Inclusão Social A educação inclusiva reforça a prática e o princípio de que as diferenças são aceitas e respeitadas. BURIGO, 2001, p.8. Atividades:  Família  Comunidade  Escola  Mercado de trabalho Psicomotricidade: Conhecimento das qualidades físicas dos alunos, identificação das partes do corpo e espaço. Atividades  Passeios  Danças 1 Sorobã: Instrumento de cálculo em que se torna possível realizar as operações matemáticas com rapidez e eficácia além de outras aplicações.
  • 68. 68  Frente, atrás, descer, subir, pular.  Exercícios de relax e de equilíbrio corporal Atividades da vida diária (AVD): Propõe desenvolver no educando itens básicos para o convívio em comunidade quanto à higiene básica em relação ao corpo, ao se alimentar, cuidados com a saúde e segurança. Adquirindo hábitos relativos à alimentação, higiene pessoal, autoestima e independência. Educação sensorial: Identificar objetos, alimentos, materiais consistentes, odores, sabores, distinguir as formas, tempo espacial e temporal, salgados, azedo e amargo, texturas através de recursos variados. Orientação e Mobilidade: O treinamento em orientação e mobilidade favorece os deficientes visuais em relação a sua independência, tornando-os mais seguros, livres, confiantes para realizar todo e qualquer percurso que necessite, estabelecendo sua posição em relação a todos os objetos significativos do ambiente, para deslocar-se de um local para outro com independência. Para se atingir os objetivos desse treinamento há necessidade do desenvolvimento de algumas habilidades, tais como: lateralidade, força de vontade, atenção, ritmo, coordenação, noção espacial, postura. Atividades  Passeios  Pontos de referências (escola, bairro, comunidade, cidade)  Bengala e apoio da professora. Sistema Braille: Reconhecido universalmente como uma das formas de comunicação escrita das pessoas com deficiência visual, permite que esta possa satisfazer o seu desejo de comunicação, abrindo-lhe os caminhos do conhecimento literário, científico e ampliar suas atividades profissionais, sendo este aprendizado de maior interesse dos educandos cegos. Desenvolvimento de habilidades manuais – se faz necessário trabalhar o tato e as habilidades manuais (coordenação motora fina), para que a pessoa possa aprender o Braille e desempenhar com mais facilidade e eficiência as atividades da vida diária, bem como, poderá vir a ser devido seu baixo custo, uma fonte de renda para os educandos.
  • 69. 69 Estimulação Visual: As diferentes atividades devem ensinar o educando a fixação visual, á investigação a diferentes distâncias e como julgar estas distâncias quanto á direção, velocidade. Discriminar formas e combinar informações visuais com as obtidas através dos sentidos táteis e auditivos. Ensino este que não deve ser vivenciado pelo educando de forma rigorosa ou treinamento formal, mas tendo como objetivo o de permitir a cada educando o desenvolvimento da sua capacidade visual até atingir o máximo de sua eficiência visual, a fim de somar aos os sentidos do tato e da audição, mesmo que não venha a tornar-se o seu meio principal de aprendizagem acadêmica. Atividades  Trabalhar cores  Formas  Perto – Longe  Alto – Baixo  Grande – Pequeno  Estímulo residual. Lúdico e Literatura Infantil: Através da emoção e da criatividade possibilitar ao educando um mergulho no mundo da fantasia através das histórias. 3.14. Metodologia de ensino e sistema de avaliação ensino – aprendizagem Da avaliação da Educação de Jovens e Adultos e registros de avaliação. A resolução na 17/99/CEE determina em seu artigo 6º III que o Plano Político Pedagógico defina o processo de Avaliação na Unidade Escolar. Articulando este dispositivo com as diretrizes estabelecidas na resolução nº 23/2000/CEE e tendo como base as orientações da SED, o Centro de Educação de Jovens e Adultos adota o regime para efeitos de registro, que são organizados em bloco/etapa por disciplina. Para efeitos de registros de avaliação do aluno no processo de ensino/aprendizagem, considerando os valores numéricos, inteiros de um a dez. ressaltamos que não adotamos o regime de 2ª época, sendo que se o aluno não alcançar a média 7,0 ele fará recuperação paralela e ou repetirá o bloco/etapa.
  • 70. 70 Para obter aprovação nos estudos, o aluno deverá até o último bloco/etapa, ter nota igual ou superior a sete, ou seja, dominar 70% dos conceitos propostos para a série que está cursando. Como o registro da nota é a síntese do processo de ensino/aprendizagem, entendemos que o aluno e o professor precisam estar envolvidos neste processo. No entanto, a aprovação está condicionada ao alcance de pelo menos 70% dos conhecimentos registrados. Deve-se observar a lei nº 9394/96 em seu artigo 24, VI e a lei complementar nº 170/98 em seu artigo 26, VIII, SEE exigem frequência mínima de 75% do total de horas letivos para aprovação. Em decorrência do exposto vimos à necessidade e a importância da avaliação, não somente do aluno e do professor, mas também da instituição escolar no seu conjunto, pois o processo de avaliação e a reavaliação desenvolvida pela escola, bem como o seu resultado, são reflexos da elaboração e da implantação de um projeto político pedagógico, concebido de maneira coletiva. Na Educação de Jovens e Adultos, são levadas em conta as peculiaridades inerentes aos alunos, como: idade, condições socioeconômicas e culturais, expectativas, características individuais, ritmo, conhecimentos que cada jovem e adulto já possui, enfim, considerados todos os aspectos relevantes para atingir um grau satisfatório de interação motivacional e de propósitos. A avaliação não será apenas uma quantificação apresentada em notas, precisa ser a expressão do movimento de quem ensina de quem aprende e como aprende, constituindo o processo de ensino/aprendizagem. Avaliar faz parte do projeto de construção da sociedade que desejamos, da formação de um cidadão capaz de refletir resolver problemas, decidir a atuar na sua comunidade. Obs. Segundo as orientações da EJA 2010, é permitida nota quebrada tipo: 5,5; 7,5; 8,5. São períodos em que acontece a mediação direta entre aluno, professor e o saber, sistematizado pela Escola:  Tirar dúvidas é apenas um dos aspectos que devem compor o processo;  Aulas dialogadas, não muito além de quinze minutos por etapa, para evitar a desconcentração do aluno;  Exercícios de oralidade;
  • 71. 71  Fixação de conteúdos;  Soluções de exercícios;  Dramatizações;  Apresentação de textos complementares;  Elaboração e reelaboração de textos;  Correções de exercícios;  Palestras;  Debates;  Avaliações;  Aulas audiovisuais relacionadas aos conteúdos desenvolvidos;  Apresentação de pesquisas e relatórios;  Visitas de estudos e outros são momentos que podem compor uma oficina. Compete ao professor estruturar seu trabalho, programando as atividades mais significantes para cada tema. 3.15. Conceitos essenciais por disciplina- 2º segmento e ensino médio – diretrizes/2010 A) Matemática: Reconhecimento, análise, interpretação, formulação e resolução de situações- problema, compreendendo os diferentes significados das operações, envolvendo os campos numéricos, algébricos, geométricos e a estatística. Conceitos essenciais – números e álgebra; medidas e estatística; geometria. B) Ciências: O ensino de ciências deverá promover os caminhos para o conhecimento científico como forma de interpretar o próprio homem, o mundo em que vive com os seres que nele habitam as condições econômicas e sociais em sua realidade material, preparando o indivíduo para vida com seus desafios. Tema problematizado: elaboração de hipóteses, coleta de dados, experimentação, interpretação, conclusão. Dessa forma, permite ao educando estabelecer conexões com os fenômenos naturais, socioculturais e, assim, realizar uma leitura e uma interpretação mais elaborada do contexto onde vive.
  • 72. 72 Para atingir esses objetivos sugerem-se os seguintes conteúdos que, ao serem trabalhados no processo de ensino e a aprendizagem, possibilitam ao educando a reelaboração de sua base conceitual: Big Bang, meio biótico e abiótico, água, solo, ar, seres vivos, desenvolvimento sustentável, ciclo da matéria e energia, fenômenos físicos e químicos. C) Educação física: Por ser parte do conhecimento historicamente produzido, deve reunir o que for de mais significativo, ligado aos conceitos de movimento/ corporeidade, ginástica, jogo, dança e esporte. D) Artes: Como disciplina na escola, gera conhecimento, valorizam os aspectos psicológicos, sociais, culturais, políticos e históricos, possibilitando o acesso às linguagens: visual (pinturas, escultura, cerâmica, entre outras), cênica, musical e à dança, aos conceitos fundamentais da arte, às experiências: estéticas; artísticas; culturais. Para a compreensão destes conceitos, considerar: produção artística; contextualização; leitura da obra de arte. Estudo da história e da cultura afro- brasileira e indígena. Este conteúdo programático deve incluir diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes á história do Brasil. E) Geografia: Espaço; espaço/tempo; espaço produzido; espaço representado; localização; orientação; paisagem; região; meio ambiente; população; relação local/global; relações socioculturais. F) História: Tempo; temporalidades; tempo/ espaço; cultura; memória; identidade; ideologia; imaginário; relações sociais; relações sociais de produção. G) Língua Portuguesa: Dos conceitos a serem apropriados no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa, destacamos, em primeiro lugar, o de que toda língua é produção humana, construída historicamente nas e pelas relações
  • 73. 73 sociais (historicamente) e, como tal, é uma forma de ação sobre o outro e o mundo, marcada por um jogo de intenções e representações. Entender a língua a partir dessa perspectiva pressupõe, também, a apropriação dos conceitos de: dialogia; polifonia; polissemia; interdiscursividade; intertextualidade; discurso; textualidade; texto; coerência; coesão. A condição para que o aluno se aproprie desses conceitos é o trabalho, em sala aula, com as práticas reais de uso da língua (fala/escuta- leitura- escrita) e o trabalho com a reflexão sobre essas práticas (análise linguística).Esses eixos de trabalho de indicam, apenas, que podemos focalizar este ou aquele aspecto, esta ou aquela dimensão. Devem, porém ser trabalhados de maneira simultânea ou alternados, tal como ocorre na prática da língua. H) Língua Estrangeira: Consideramos importante ressaltar algumas das razões que justificam o aprendizado dessa disciplina: possibilidade de ampliação do universo cultural; desenvolvimento de muitas funções intelectuais, possibilitando a interação entre a língua materna e a língua estrangeira; possibilidade de questionar a própria identidade, ressignificando-a; necessidade de acesso à tecnologia. Da mesma forma que em Língua Portuguesa, em Língua Estrangeira os alunos precisam compreender que toda língua é produção humana, constituída historicamente nas e pelas relações sociais (historicidade) e, como tal, é uma forma de ação sobre o outro e o mundo, marcada por um jogo de intenções e representações. Entender a língua estrangeira a partir dessa perspectiva pressupõe, também, a apropriação dos conceitos de: dialogia; polifonia; polissemia; interdiscursividade; intertextualidade; discurso; textualidade; texto; coerência; coesão. A condição para que o aluno se aproprie desses conceitos é o trabalho, em sala de aula, com as práticas reais de uso da língua estrangeira (fala/escuta- leitura- escritura) e o trabalho com reflexão sobre elas (análise linguística). Esses eixos de trabalho indicam, apenas, que podemos focalizar este ou aquele aspecto, esta ou aquela dimensão. Devem, porém, ser trabalhados de maneira simultânea ou alternados, tal como ocorre na prática da língua. No caso de Língua Estrangeira, deve-se priorizar o trabalho com as práticas de leitura e escritura, não no sentido de restringir as possibilidades de aprendizagem,
  • 74. 74 mas para viabilizar o aprendizado efetivo de, pelo menos, estas habilidades. Essa opção leva em consideração a função social – ler textos em outra língua – da aprendizagem de uma língua estrangeira para alunos brasileiros. I) Cultura e Trabalho: Cultura geral, cultura regional e popular, festas folclóricas e populares, turismo e lazer como fonte de renda, mundo do trabalho, trabalho formal e informal, segurança do trabalho, emprego e trabalho, tecnologia e trabalho, diversidade e trabalho, meio ambiente e trabalho. Estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena: este conteúdo programático deve incluir diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes a história do Brasil. 3.16. Currículo do Ensino Médio O currículo do Ensino Médio, agora organizado em três ares de conhecimento escolar, fundamenta-se nos eixos de representação e comunicação, investigação e compreensão e na contextualização sociocultural. As disciplinas integrantes de cada área de conhecimento, levando em consideração os eixos apontados, têm a finalidade de desenvolver as competências e habilidades específicas. Assim, para cada área, teremos as disciplinas pertinentes, bem como a indicação dos conhecimentos e habilidades a serem desenvolvidos. 3.16.1. Conceitos essenciais por disciplina área de linguagens, códigos e suas tecnologias. Representação e Comunicação 1. Utilizar-se das linguagens como meio de expressão, informação e comunicação, em situações intersubjetivas, que exijam graus de distanciamento e reflexão sobre os contextos e estatutos dos
  • 75. 75 interlocutores; e colocar-se como protagonista no processo de produção/ recepção. 2. Compreender e usar a Língua Portuguesa como língua materna, geradora de significação e integradora da organização de mundo e da própria identidade. 3. Aplicar as tecnologias da comunicação e da informação na escola, no trabalho e em outros contextos relevantes á vida. Investigação e compreensão 1. Analisar, interpretar e aplicar os recursos expressivos das linguagens, relacionando textos com seus contextos, mediante a natureza, função, organização, estrutura das manifestações, de acordo com as condições de produção/recepção (intenção, época, local, interlocutores participantes da criação e propagação de ideias e escolhas, tecnologias disponíveis, entre outras). 2. Recuperar, pelo estudo, as formas instituídas de construção do imaginário coletivo, o patrimônio representativo da cultura e as classificações preservadas e divulgadas, no eixo temporal e espacial. 3. Articular redes de diferenças e semelhanças entre as linguagens e seus códigos. 4. Conhecer e usar línguas estrangeiras modernas como instrumento de acesso a informações, a outras culturas e grupos sociais. 5. Entender os princípios das tecnologias da comunicação e da informação associá-las aos conhecimentos científicos, ás linguagens que lhes dão suporte e aos problemas que se propõem a solucionar. 6. Entender a natureza das tecnologias da informação como integração de diferentes meios de comunicação, linguagens e códigos, bem como a função integradora que elas exercem na sua relação com as demais tecnologias. Contextualização sociocultural 1. Considerar a linguagem e suas manifestações como fontes de legitimação de acordos e condutas sociais, e sua representação simbólica como forma
  • 76. 76 de expressão de sentidos, emoções e experiências do ser humano na vida social. 2. Compreender e usar os sistemas simbólicos das diferentes linguagens como meios de: organização cognitiva da realidade pela constituição de significados, expressão, comunicação e informação. 3. Respeitar e preservar as manifestações da linguagem, utilizadas por diferentes grupos sociais, em suas esferas de socialização e de convívio familiar; usufruir do patrimônio nacional e internacional, com as suas diferentes visões de mundo; e construir categorias de diferenciação, apreciação e criação destas manifestações. 4. Entender o impacto das tecnologias da comunicação na vida em sociedade, nos processos de produção, no desenvolvimento do conhecimento e na vida social. 3.16.2. Língua Portuguesa e Literatura Representação e comunicação 1. Confrontar opiniões e pontos de vista sobre as diferentes manifestações da linguagem verbal. 2. Compreender e usar a Língua Portuguesa como língua materna, geradora de significação e integradora da organização do mundo e da própria identidade. 3. Aplicar as tecnologias de comunicação e da informação na escola, no trabalho e em outros contextos relevantes á vida. 4. Formar leitores, trabalhando a partir de obra literária emancipadora, visualizando cenários geográficos e temporais, modos de pensar, sentir, agir e ver o mundo além da compreensão do próprio indivíduo na busca do prazer e do lazer. Investigação e compreensão 1. Analisar os recursos expressivos da linguagem verbal, relacionando textos com seus contextos, mediante a natureza, função, organização, estrutura, de acordo com as condições de produção e recepção (intenção, época,
  • 77. 77 local, interlocutores participantes da criação e propagação das ideias e escolhas, tecnologias disponíveis). 2. Recuperar, pelo estudo do texto literário, as formas instituídas de construção do imaginário coletivo, o patrimônio representativo da cultura e as classificações preservadas e divulgadas no eixo temporal e espacial. 3. Articular as redes de diferenças e semelhanças entre a língua oral e escrita e seus códigos sociais, contextuais e linguísticos. Contextualização sociocultural 1. Considerar a Língua Portuguesa como fonte de legitimação de acordos e condutas sociais e como representação simbólica de experiências humanas manifestas nas formas de sentir, pensar e agir na vida social, manifestadas através dos diversos signos. 2. Entender os impactos das tecnologias da comunicação, em especial da língua escrita, nos processos de produção, no desenvolvimento do conhecimento e na vida social de todos os falantes, respeitando-se as variações existentes na língua. 3. Estudo da história e cultura afro- brasileira e indígena: este conteúdo programático deve incluir diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes á história do Brasil. 3.16.3. Língua Estrangeira Moderna Representação e comunicação 1. Escolher o registro adequado á situação na qual se processa a comunicação e o vocábulo que melhor reflita a ideia que pretende comunicar.
  • 78. 78 2. Utilizar os mecanismos de coerência e coesão na produção oral e escrita. 3. Utilizar as estratégias verbais e não verbais para compensar as falhas, favorecer a efetiva comunicação e alcançar o efeito pretendido em situações de produção e leitura. 4. Conhecer e usar as línguas estrangeiras modernas como instrumento de acesso a informações, a outras culturas e a grupos sociais. Investigação e compreensão 1. Compreender de que forma determinada expressão pode ser interpretada em razão de aspectos sociais e/ou culturais. 2. Analisar os recursos expressivos da linguagem verbal , relacionando textos com seus contextos mediante a natureza, função, organização, estrutura, de acordo com as condições de produção/recepção (intenção, época, local, interlocutores participantes da criação e propagação de ideias e escolhas, tecnologias disponíveis). Contextualização sociocultural 1. Saber distinguir as variantes linguísticas. 2. Compreender em que medida os enunciados refletem a forma de ser, pensar, agir e sentir de quem os produz. 3.16.4. Artes Representação e comunicação 1. Realizar produções artísticas, individuais ou coletivas, nas linguagens da arte (música, artes visuais, dança, teatro, artes audiovisuais). 2. Apreciar produtos de artes, em suas várias linguagens, desenvolvendo tanto a fruição quanto análise estética. Investigação e compreensão 1. Analisar, refletir e compreender os diferentes processos da Arte, com seus diferentes instrumentos de ordem material e ideal, como manifestações socioculturais e históricas.
  • 79. 79 2. Conhecer, analisar, refletir e compreender critérios cultural e socialmente construídos e embasados em conhecimentos afins, de caráter filosófico, histórico, sociológico, antropológico, semiótico, científico e tecnológico, entre outros. 3. Estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena: este conteúdo programático deve incluir diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade na formação da sociedade nacional e internacional, que se deve conhecer e compreender em sua dimensão sócia histórica. 3.16.5. Ciências humanas e suas tecnologias Representação e comunicação 1. Entender a importância das tecnologias contemporâneas de comunicação e informação para planejamento, gestão, organização e fortalecimento do trabalho de equipe. Investigação e compreensão 1. Compreender os elementos cognitivos, afetivos, sociais e culturais que constituem os diversos grupos sociais, e que interferem nas relações sociais e interpessoais. 2. Compreender a sociedade, sua gênese e transformação, e os múltiplos fatores que nela intervêm, como produtos da ação humana; a si mesmo como agente social; e os processos sociais como orientadores da dinâmica dos diferentes grupos e indivíduos. 3. Entender os princípios das tecnologias associadas ao conhecimento do indivíduo, da sociedade e da cultura, entre as quais as de planejamento, organização, gestão, trabalho de equipe, e associá-las aos problemas que
  • 80. 80 propõem resolver, se encaminhado às respostas para as ações em grupo, através das diversas situações de interação. Contextualização sociocultural 1. Compreender o desenvolvimento da sociedade como processo de ocupação de espaços físicos e as relações da vida humana coma paisagem, em seus desdobramentos políticos, culturais econômicos e humanos. 2. Compreender a produção e o papel histórico das instituições sociais, políticas e econômicas, associando-as às práticas dos diferentes grupos e atores sociais, aos princípios que regulam a convivência em sociedade, aos direitos e deveres da cidadania, à justiça à distribuição dos benefícios econômicos. 3. Traduzir os conhecimentos sobre a pessoa, a sociedade, a economia, as práticas sociais e culturais em condutas de indagação, análise, problematização e protagonismo diante de situações novas, problemas ou questões da vida pessoal, social, política, econômica e cultural. 4. Entender o impacto das tecnologias associadas às Ciências Humanas sobre sua vida pessoal, os processos de produção, o desenvolvimento do conhecimento e a vida social. 5. Aplicar as tecnologias das Ciências Humanas e Sociais na escola, no trabalho e em outros contextos relevantes para sua vida. 3.16.6. História Representação e comunicação 1. Criticar, analisar e interpretar fontes documentais de natureza diversa, reconhecendo o papel das diferentes linguagens, dos diferentes agentes sociais e dos diferentes contextos envolvidos em sua produção. 2. Produzir textos analíticos e interpretativos sobre os processos históricos, a partir das categorias e procedimentos próprios do discurso historiográfico. Investigação e compreensão
  • 81. 81 1. Relativizar as diversas concepções de tempo e as diversas concepções de tempo cronológico, reconhecendo-as como construções culturais e históricas. 2. Estabelecer relações entre continuidade e permanência, ruptura e transformação nos processos históricos. 3. Construir a identidade pessoal e social na dimensão histórica, a partir do reconhecimento do papel do indivíduo nos processos históricos simultaneamente como sujeito e como produto dos mesmos. 4. Atuar sobre os processos de construção da memória social, partindo da crítica dos diversos lugares de memória socialmente instituídos, possibilitando o desvelamento destas relações. 5. Estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena: conteúdo programático deve incluir diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira (o negro e o índio na formação da sociedade nacional), resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes á história do Brasil. Contextualização sociocultural 1. Situar as diversas produções da cultura – as linguagens, as artes, a filosofia, a religião, as ciências, as tecnologias e outras manifestações sociais- nos contextos históricos de sua constituição e significação. 2. Situar os momentos históricos nos diversos ritmos da duração e nas relações de sucessão ou simultaneidade. 3. Comparar problemáticas atuais e de outros momentos históricos. 4. Posicionar-se diante de fatos presentes a partir da interpretação de suas relações com o passado. 3.16.7. Geografia Representação e comunicação
  • 82. 82 1. Ler, analisar e interpretar os códigos específicos da Geografia (mapas, gráficos, tabelas etc.), considerando-os como elementos de representação de fatos e fenômenos espaciais ou especializados, buscando inseri-los na realidade social. 2. Reconhecer e aplicar o uso das escalas cartográficas e geográficas, como formas de organizar e conhecer a localização, distribuição e frequência dos fenômenos naturais e humanos, possibilitando a cada um sua colocação no espaço, físico e social, em que se inserem. Investigação e compreensão 1. Reconhecer os fenômenos espaciais a partir da seleção, comparação e interpretação, identificando as singularidades ou generalidades de cada lugar, paisagem ou território. 2. Selecionar e elaborar esquemas de investigação que desenvolvam a observação dos processos de formação e transformação dos territórios, tendo em vista as relações de trabalho, a incorporação de técnicas e tecnologias e o estabelecimento de redes sociais. 3. Analisar e comparar, interdisciplinarmente, as relações entre preservação e degradação da vida no planeta, tendo em vista o conhecimento da sua dinâmica e a mundialização dos fenômenos culturais, econômicos, tecnológicos e políticos que incidem sobre a natureza, nas diferentes escalas- local, regional, nacional e global. Contextualização Sociocultural 1. Reconhecer, na aparência das formas visíveis e concretas do espaço geográfico atual, a sua essência, ou seja, os processos históricos, construídos em diferentes tempos, e os processos contemporâneos, conjunto de práticas dos diferentes agentes, que resultam em profundas mudanças na organização e no conteúdo do espaço. 2. Compreender e aplicar no cotidiano os conceitos básicos da Geografia. 3. Identificar, analisar e avaliar o impacto das transformações naturais, sociais, econômicas, culturais e políticas no seu lugar-mundo, comparando, analisando e sintetizando a densidade das relações e transformações que tornam concretas e vividas a realidade.
  • 83. 83 3.16.8. Sociologia Representação e comunicação 1. Identificar, analisar e comparar os diferentes discursos sobre a realidade: as explicações das Ciências Sociais, amparadas nos vários paradigmas teóricos, e as do senso comum. 2. Produzir novos discursos sobre as diferentes realidades sociais, a partir das observações e reflexões realizadas. Investigação e compreensão 1. Construir instrumentos para uma melhor compreensão da vida cotidiana, ampliando a visão de mundo e o horizonte de expectativas, nas relações interpessoais com os vários grupos sociais. 2. Construir uma visão mais crítica da indústria cultural e dos meios de comunicação de massa, avaliando o papel ideológico do marketing, como estratégia de persuasão do consumidor e do próprio eleitor. 3. Compreender e valorizar as diferentes manifestações culturais de etnias e segmentos sociais, agindo de modo a preservar o direito á diversidade, como princípio estético, político e ético que supera conflitos e tensões do mundo atual. Contextualização sociocultural 1. Compreender as transformações no mundo do trabalho e o novo perfil de qualificação exigida, gerados por mudanças na ordem econômica. 2. Construir a identidade social e política, de modo a viabilizar o exercício da cidadania plena, no contexto do Estado de Direito, atuando para que haja, efetivamente, uma reciprocidade de direitos e deveres entre o poder público e o cidadão e também entre os diferentes grupos. 3.16.9. Filosofia Representação e comunicação
  • 84. 84 1. Ler textos filosóficos de modo significativo. 2. Ler, de modo filosófico, textos de diferentes estruturas e registros. 3. Elaborar por escrito o que foi apropriado de modo reflexivo. 4. Debater, tomando uma posição, defendendo-a argumentativamente e mudando de posição em face de argumentos mais consistentes. Investigação e compreensão 1. Articular conhecimentos filosóficos e diferentes conteúdos e modos discursivos nas Ciências Naturais e Humanas, nas Artes e em outras produções culturais. Contextualização sociocultural 1. Contextualizar conhecimentos filosóficos, tanto no plano de sua origem específica, quanto em outros planos: o pessoal-biográfico; o entorno sócio- político, histórico e cultural; o horizonte da sociedade científico-tecnológica. 3.16.10. Ciências da natureza e suas tecnologias Representação e comunicação 1. Ler e interpretar textos de interesse científico e tecnológico. 2. Interpretar e utilizar diferentes formas de representação (tabelas, gráficos, expressões, ícones, entre outros). 3. Exprimir-se oralmente com correção e clareza, usando a terminologia correta. 4. Produzir textos adequados para relatar experiências, formular dúvidas ou apresentar conclusões. 5. Utilizar as tecnologias básicas de redação e informação, como computadores. 6. Identificar variáveis relevantes e selecionar os procedimentos necessários para a produção, análise e interpretação de resultados de processos e experimentos científicos e tecnológicos. 7. Identificar, representar e utilizar o conhecimento geométrico para aperfeiçoamento da leitura, da compreensão e da ação sobre a realidade.
  • 85. 85 8. Identificar, analisar e aplicar conhecimentos sobre valores e variáveis, representados em gráficos, diagramas ou expressões algébricas, realizando previsão de tendências, extrapolações e interpretações. 9. Analisar qualitativamente dados quantitativos, gráfica ou algebricamente relacionados a contextos socioeconômicos, científicos ou cotidianos. Investigação e compreensão 1. Formular questões a partir de situações reais e compreender aquelas já enunciadas. 2. Desenvolver a capacidade de questionar processos naturais e tecnológicos, identificando regularidades, apresentando interpretações e prevendo evoluções. 3. Desenvolver o raciocínio e a capacidade de aprender. 4. Desenvolver modelos explicativos para sistemas tecnológicos e naturais. 5. Utilizar instrumentos de mediação e de cálculo. 6. Procurar e sistematizar informações relevantes para a compreensão da situação-problema. 7. Formular hipóteses e prever resultados. 8. Elaborar estratégias de enfrentamento das questões. 9. Interpretar e criticar resultados a partir de experimentos e demonstrações. 10.Articular o conhecimento científico e tecnológico em perspectiva interdisciplinar. 11.Entender e aplicar métodos e procedimentos próprios das Ciências Naturais. 12.Compreender o caráter aleatório e não determinístico dos fenômenos naturais e sociais e utilizar instrumentos adequados para medidas, determinação de amostras e cálculo de probabilidades. 13.Fazer uso dos conhecimentos da Física, da Química e da Biologia para explicar o mundo natural e para planejar, executar e avaliar intervenções práticas. 14.Aplicar as tecnologias associadas ás Ciências Naturais na escola, no trabalho e em outros contextos relevantes para sua vida. Contextualização sociocultural
  • 86. 86 1. Compreender e utilizar a ciência, como elemento de interpretação e intervenção, e a tecnologia como conhecimento sistemático de sentido prático. 2. Utilizar elementos e conhecimentos científicos e tecnológicos para diagnosticar e equacionar questões sociais e ambientais. 3. Associar conhecimentos e métodos científicos com a tecnologia do sistema produtivo e dos serviços. 4. Reconhecer o sentido histórico da ciência e da tecnologia, percebendo seu papel na vida humana em diferentes épocas e na capacidade humana de transformar o meio. 5. Compreender as ciências como construções humanas, entendendo como elas se desenvolveram por acumulação, continuidade ou ruptura de paradigmas, relacionando o desenvolvimento científico com transformação da sociedade. 6. Entender a relação entre o desenvolvimento de Ciências Naturais e o desenvolvimento tecnológico e associar as diferentes tecnologias aos problemas que se propuser e se propõe solucionar. 7. Entender o impacto das tecnologias associadas às Ciências Naturais, na sua vida pessoal, nos processos de produção, no desenvolvimento e na vida social. 3.16.11. Biologia Representação e comunicação 1. Descrever processos e características do ambiente ou de seres vivos, observados em microscópio ou a olho nu. 2. Perceber e utilizar os códigos intrínsecos da Biologia. 3. Apresentar suposições e hipóteses acerca dos fenômenos biológicos em estudo. 4. Apresentar, de forma organizada o conhecimento biológico apreendido nas relações interescolares e extraescolares, através de textos, desenhos, esquemas, gráficos, tabelas, maquetes, etc.
  • 87. 87 5. Conhecer diferentes formas de obter informações (observação, experimento, leitura de texto e imagem, entrevista), selecionado aquelas pertinentes ao tema biológico em estudo. 6. Expressar dúvidas, ideias e conclusões acerca dos fenômenos biológicos. Investigação e compreensão 1. Relacionar fenômenos, fatos, processos e ideias em Biologia, elaborando conceitos, identificando regularidades e diferenças, construindo generalizações. 2. Utilizar critérios científicos para realizar classificações de animais, vegetais, etc. 3. Relacionar os diversos conteúdos conceituais de Biologia (lógica interna) na compreensão de fenômenos. 4. Estabelecer relações entre parte e todo de um fenômeno ou processo biológico. 5. Selecionar e utilizar metodologias cientifica adequado para a resolução de problemas, fazendo uso, quando for o caso, de tratamento estatístico na analise de dados coletados. 6. Formular questões, diagnósticos e propor soluções para problemas apresentados, utilizando elementos da Biologia. 7. Utilizar noções e conceitos da Biologia em novas situações de aprendizado (existencial ou escolar) 8. Relacionar o conhecimento das diversas disciplinas para o entendimento de fatos ou processos biológicos (lógica externa). Contextualização sociocultural 1. Reconhecer a Biologia como um fazer humano e , portanto , histórico, fruto da conjunção de fatores sociais, políticos, econômicos, culturais, religiosos e tecnológicos. 2. Identificar a interferência de aspectos místicos e culturais nos conhecimentos do senso comum relacionados a aspectos biológicos. 3. Reconhecer o ser humano como agente e paciente de transformações intencionais por ele produzidas no seu ambiente.
  • 88. 88 4. Julgar ações de intervenção, identificando aquelas que visam á preservação e à implementação da saúde individual, coletiva e do ambiente. 5. Identificar as relações entre o conhecimento científico e o desenvolvimento tecnológico, considerando a preservação da vida, as condições de vida e as concepções de desenvolvimento sustentável. 3.16.12. Física Representação e comunicação 1. Compreender enunciados que envolvem códigos e símbolos físicos. 2. Compreender manuais de instalação e utilização de aparelhos. 3. Utilizar e compreender tabelas, gráficos e relações matemáticas gráficas para a expressão do saber físico. Se capaz de discriminar e traduzir as linguagens matemática e discursiva entre si. 4. Expressar-se corretamente utilizando a linguagem física adequada e elementos de sua representação simbólica. Apresentar de forma clara e objetiva o conhecimento apreendido, através de tal linguagem. 5. Conhecer fontes de informações e formas de obter informações relevantes, sabendo interpretar notícias cientifica. 6. Elaborar sínteses ou esquemas estruturados dos temas físicos trabalhados. Investigação e compreensão 1. Desenvolver a capacidade de investigação física. Classificar, organizar, sistematizar. Identificar regularidades. Observar, estimar ordens de grandeza, compreender o conceito de medir, fazer hipóteses, testar. 2. Conhecer e utilizar conceitos físicos. Relacionar grandezas, quantificar, identificar parâmetros relevantes. Compreender e utilizar leis e teorias físicas. 3. Compreender a Física presente no mundo vivencial e nos equipamentos e procedimentos tecnológicos. Descobrir o “como funciona” de aparelhos.
  • 89. 89 4. Construir e investigar situações-problema, identificar a situação física, utilizar modelos físicos, generalizar de uma a outra situação, prever, avaliar, analisar previsões. 5. Articular o conhecimento físico com conhecimentos de outras áreas do saber científico. Contextualização sociocultural 1. Reconhecer a Física como construção humana, aspectos de sua história e relações com o contexto cultural, social, político e econômico. 2. Reconhecer o papel da Física no sistema produtivo, compreendendo a evolução dos meios tecnológicos e sua relação dinâmica com a evolução do conhecimento cientifico. 3. Dimensionar a capacidade crescente do homem propiciada pela tecnologia. 4. Estabelecer relações entre o conhecimento físico e outras formas de expressão da cultura humana. 5. Ser capaz de emitir juízos de valor em relação a situações sociais que envolvem aspectos físicos e/ou tecnológicos relevantes. 3.16.13. Química Representação e comunicação 1. Descrever as transformações químicas em linguagens discursivas. 2. Compreender os códigos e símbolos próprios da Química atual. 3. Traduzir a linguagem discursiva em linguagem simbólica da Química e vice versa. 4. Utilizar a representação simbólica das transformações químicas e reconhecer suas modificações ao longo do tempo. 5. Traduzir a linguagem discursiva em outras linguagens usadas em química: gráficos, tabelas e relações matemáticas. 6. Identificar fontes de informação e formas de obter informações relevantes para o conhecimento da Química (livro, computador, jornais, manuais, etc.).
  • 90. 90 Investigação e compreensão 1. Compreender e utilizar conceitos químicos dentro de uma visão macroscópica (lógico-formal) 2. Compreender os fatos químicos dentro de uma visão macroscópica (lógico- formal) 3. Compreender dados quantitativos, estimativa e medidas, compreender relações proporcionais presentes na Química (raciocínio proporcional). 4. Reconhecer tendências e relações a partir de dados experimentais ou outros (classificação, seriação e correspondência em Química). 5. Selecionar e utilizar ideias e procedimentos científicos (leis, teorias, modelos) para a resolução de problemas qualitativos e quantitativos em Química, identificando e acompanhando as variáveis relevantes. 6. Reconhecer ou propor a investigação de um problema relacionado á química, selecionando procedimentos experimentais pertinentes. 7. Desenvolver conexões hipotético/lógicas que possibilitem previsões acerca das transformações químicas. Contextualização sociocultural 1. Reconhecer aspectos químicos relevantes na interação individual e coletiva do ser humano com o ambiente. 2. Reconhecer o papel da Química no sistema produtivo, industrial e rural. 3. Reconhecer as relações entre o desenvolvimento científico e tecnológico da Química e aspectos sociopolíticos e culturais. 4. Reconhecer os limites éticos e morais que podem estar envolvidos no desenvolvimento da Química e da tecnologia. 3.16.14. Educação Física Representação e comunicação 1. Demonstrar autonomia na elaboração de atividades corporais, assim como capacidade para discutir e modificar regras, reunindo elementos de várias
  • 91. 91 manifestações de movimento e estabelecendo uma melhor utilização dos conhecimentos adquiridos sobre a cultura corporal. 2. Assumir uma postura ativa na prática das atividades físicas e consciente da importância delas na vida do cidadão. 3. Participar de atividades em grandes e pequenos grupos, compreendendo as diferenças individuais e procurando colaborar para que o grupo possa atingir os objetivos a que se propôs. 4. Reconhecer, na convivência e nas práticas pacíficas, maneiras eficazes de crescimento coletivo, dialogando, refletindo e adotando uma postura democrática sobre diferentes pontos de vista postos em debate. 5. Interessar-se pelo surgimento das múltiplas variações da atividade física, como objeto de pesquisa e de interesse social e de mercado promissor. Investigação e Compreensão 1. Compreender o funcionamento do organismo humano de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as como melhoria de suas potencialidades físicas. 2. Desenvolver as noções conceituadas de esforço, intensidade e frequência, aplicando-as em suas práticas corporais. 3. Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpreta-las em bases científicas, adotando uma postura autônoma, na seleção de atividades e procedimentos para manutenção ou aquisição de saúde. Contextualização sociocultural 1. Compreender as diferentes manifestações da cultura corporal, reconhecendo e valorizando as diferenças de desempenho, linguagem e expressão. 3.18.14. Matemática e suas tecnologias Representação e comunicação 1. Ler e interpretar textos de matemática.
  • 92. 92 2. Ler, interpretar e utilizar representações matemáticas (tabelas, gráficos, expressões etc.). 3. Transcrever mensagens matemáticas da linguagem corrente para linguagem simbólica (equações, gráficos, diagramas, fórmulas, tabelas etc.) e vice- versa. 4. Exprimir-se com correção e clareza, tanto na língua materna, como na linguagem matemática, usando a terminologia correta. 5. Produzir textos matemáticos adequados. 6. Utilizar adequadamente os recursos tecnológicos como instrumentos de produção e de comunicação. 7. Utilizar corretamente instrumentos de medição e de desenho. Investigação e compreensão 1. Identificar o problema (compreender enunciados, formular questões etc.). 2. Procurar, selecionar e interpretar informações relativas ao problema. 3. Formular hipóteses e prever resultados. 4. Selecionar estratégias de resolução de problemas. 5. Interpretar e criticar resultados numa situação concreta 6. Distinguir e utilizar raciocínios dedutivos e indutivos 7. Fazer e validar conjecturas, experimentando, recorrendo a modelos, esboços, fatos conhecidos, relações e propriedades. 8. Discutir ideias e produzir argumentos convincentes. Contextualização sociocultural 1. Desenvolver a capacidade de utilizar a matemática na interpretação e intervenção no real 2. Aplicar conhecimentos e métodos matemáticos em situações reais, em especial em outras áreas do conhecimento. 3. Relacionar etapas da história da matemática com a evolução da humanidade. 4. Utilizar adequadamente calculadoras e computador, reconhecendo suas limitações e potencialidades.
  • 93. 93 3.17. Relação professor/aluno  Professor e aluno, elemento central no processo ensino-aprendizagem;  Professor como mediador na transmissão do conhecimento científico;  Tomada de decisões, em comum acordo, onde todos serão responsáveis;  Professor, orientador e mediador. 3.18. Pressupostos de Aprendizagem  Os conteúdos deverão ser repassados de forma a desenvolver a autoaprendizagem;  Desenvolvimento do senso crítico diante do conhecimento;  Aprendizagem será pautada por um processo de inclusão através do conhecimento científico e erudito;  O aluno deverá reconhecer-se nos conteúdos e modelos sociais discutidos em grupos e em sala de aula, estimulando assim, relações democráticas e contextualizadas com a sociedade. 3.19. Prática Escolar  Integração: Conteúdo/Realidade Social;  Democratização efetiva do ensino para reintegrar toda a população, historicamente marginalizada, no processo escolar;  Ampliar a função equalizadora, que vise dar cobertura a trabalhadora e outros segmentos sociais como donas de casa, migrantes, aposentados e portadores de deficiências, etc.
  • 94. 94 4. DIMENSÃO ADMINISTRATIVA 4.1. Aspectos Gerais da Organização Escolar A Escola de Jovens e Adultos para prestar atendimento a sua clientela funciona em três turnos nos quais relataremos a seguir: 1. Ensino Fundamental e Médio por oficinas – Noturno: Número mínimo 13 e no máximo 20, com oficinas que devem ter no mínimo a duração de duas aulas e meia de 48 minutos, totalizando 120 minutos, no período diurno. No período noturno são duas aulas e meia de 40 minutos por oficina, totalizando 100 minutos. 2. Educação Especial – Vespertino 3. Programa Santa Catarina Alfabetizada - Vespertino e Noturno: Com funcionamento de 3 dias semanais, com 320 horas de aula curso, distribuídos em 16 horas/aula semanais, sendo que o número mínimo de alunos é de sete (7) no interior do município e de catorze (14) na zona urbana. 4. Turmas Descentralizadas do Ensino Fundamental e Médio por oficinas – Noturno. Por se tratar de cargas horárias diferenciadas para cada metodologia oferecida, a Educação de Jovens e Adultos será adaptada conforme a realidade da U.E. 4.2. Regime de Funcionamento- 2009 - 2010  A Secretaria e Departamento Pedagógico funcionam nos três turnos;  Uma turma de Educação Especial;  Noturno: Ensino Fundamental e Médio por oficinas;  O Programa Brasil Santa Catarina Alfabetizado funciona nos três turnos;
  • 95. 95  As turmas descentralizadas no interior deste município com o Ensino Fundamental e Médio por oficinas funcionam no noturno;  Descentralizada de Rio Rufino e Urupema com o Ensino Fundamental e Médio tem seu funcionamento no período noturno;  Esta Unidade Escolar, presta apoio e assessoramento, trocam de parcerias, emissão e assinaturas de documentos aos NAES dos municípios de: Urubici, Bom Retiro e Bom Jardim da Serra;  Os NAES têm autonomia para montar seu próprio PPP;  O número de turmas funciona conforme a procura dos alunos. 4.3. Regime de Funcionamento - 2011  A Secretaria e Departamento Pedagógico funcionam nos três turnos;  Noturno: Ensino Fundamental e Médio por oficinas;  As turmas descentralizadas no interior deste município com o Ensino Fundamental e Médio por oficinas funcionam no noturno;  Descentralizada de Rio Rufino e Urupema com o Ensino Fundamental e Médio tem seu funcionamento no período noturno;  Esta Unidade Escolar, presta apoio e assessoramento, trocam de parcerias, emissão e assinaturas de documentos aos NAES dos municípios de: Urubici, Bom Retiro e Bom Jardim da Serra;  Os NAES têm autonomia para montar seu próprio P.P.P;  O número de turmas funciona conforme a procura dos alunos. 4.4. Regime de Funcionamento - 2012  A Secretaria e Departamento Pedagógico funcionam nos três turnos;  Noturno: Ensino Fundamental e Médio por oficinas e Ens. Presencial Fundamental e Médio;  01 turma descentralizada no interior deste município com o Ensino Fundamental por oficinas funciona no noturno;
  • 96. 96  Descentralizada de Rio Rufino com o Ensino Fundamental e Médio tem seu funcionamento no período noturno;  Esta Unidade Escolar, presta apoio e assessoramento, trocam de parcerias, emissão e assinaturas de documentos aos NAES dos municípios de: Urubici, Bom Retiro e Bom Jardim da Serra;  Os NAES têm autonomia para montar seu próprio PPP;  O número de turmas funciona conforme a procura dos alunos, e a abertura das mesmas só acontecerão com o número mínimo de 20 alunos. 4.5. Da Matrícula  Plano de matrícula será feito pela secretaria do CEJA  Para matrícula inicial na U.E. o candidato deverá apresentar carteira de identidade, CPF e Histórico Escolar da última série cursada.  O candidato que procurar a secretaria do CEJA para efetuar matrícula, terá que ter 18 anos completos para cursar os Ensinos Fundamental e médio, atendendo normatização do Conselho Nacional de Educação.  Excetuam-se deste requisito podendo-se matricular alunos a partir de 15 anos. Residentes em Zona Rural onde não há oferta de ensino regular e acesso ao transporte escolar;  Alunos com elevada defasagem idade/série em locais onde não há possibilidade de oferta de ensino noturno.  Alunos de Educação Especial com significativa defasagem idade/série, após análise da equipe técnica da FCEE e da SED;  Alunos que comprovadamente trabalham em sistemas de turnos;  Alunos em situações de riscoindicados pelo Ministério Público;  Alunos egressos do Programa Santa Catarina Alfabetizada. 4.5.1. Legislação 2011/2012 Requisitos de acesso /idade mínima Para o aluno ingressar na Educação de Jovens e Adultos, é necessário:
  • 97. 97  Ter 15 anos completos no ato da matrícula para o Ensino Fundamental e 18 anos para o Ensino Médio:  A prioridade de matrículas é para os jovens e adultos trabalhadores que não tiveram direito ao acesso, permanência na idade escolar obrigatória ou que apresenta defasagem idade/série;  Apresentar em tempo hábil a documentação solicitada para matrícula:  Entregar cópia do histórico escolar mediante a apresentação do original no ato da matrícula, ou no prazo máximo de 30 dias:  Na falta de histórico escolar de 1ª a 5ª série, submeter-se ao teste de sondagem realizado pelo CEJA, conforme normas estabelecidas e nivelamento. 4.6. Frequência De acordo com a Lei Nº9394/96, a aprovação do aluno está condicionada ao mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de frequência às aulas, em relação ao cômputo total da carga horária em vigor, ou seja, 100% (cem por cento) das aulas. Para obter aprovação nos estudos, o aluno deverá em cada bloco/etapa, ter nota igual ou superior a sete, ou seja, dominar 70% dos conceitos propostos para a série que está cursando. Como o registro da nota é a síntese do processo de ensino/aprendizagem, entendemos que o aluno e o professor precisam estar envolvidos neste processo. O aluno deve obter a frequência mínima de 75% ao final de cada bloco etapa, ou seja, um semestre que corresponde a um ano cursado do total de horas letivo para aprovação. 4.7. Expedição de Documentos Escolares  O artigo 24 das VII da lei nº 9394/96 é uma concessão do princípio de autonomia dada a Escola, em certificar os seus atos e expedir os documentos escolares;  A validade dos documentos expedidos pela Escola ficará assegurada a responsabilidade da Escola e expedição de históricos escolares,
  • 98. 98 declaração de conclusão de séries, certificados ou diplomas de conclusão de cursos escolares, todos com as especificações próprias;  O histórico escolar de responsabilidade da U.E. compreende o registro de identificação da Escola, do aluno e de sua vida escolar;  Constarão informações objetivas e sucintas do aluno, indicando o processo de classificação ou reclassificação a que o aluno possa ter sido submetido na Escola;  É responsabilidade de a Escola preservar os direitos adquiridos relacionados à vida escolar do aluno;  A autonomia da Escola não a exime da responsabilidade de manter em arquivos a escrituração escolar para que, a qualquer tempo, alunos ou ex- alunos possam recorrer em uma busca de documentos com probatórios de sua vida escolar.
  • 99. 99 Imagem 1. Digitalização da Resolução nº42.
  • 100. 100 4.8. O número de alunos por série e, ou turmas, em cada nível e sua justificativa dentro da filosofia proposta No centro de Educação de Jovens e Adultos, no qual o ensino é por oficinas, o número de alunos por turma será de acordo com a lei vigente, visando um atendimento mais direto, já que estes alunos precisam de uma educação de qualidade para poder aplicar em sua vida e profissão de maneira imediata. 4.9. As normas de Organização e Convivência da Comunidade Escolar O processo educacional desta unidade está tentando trabalhar de maneira andragógica, isto é, objetivando uma formação continuada, onde os educadores buscam sair da pedagogia tradicional e trabalham de uma forma de expressão que permite uma troca de experiências através de um trabalho coletivo, almejando o progresso do aluno em seu contexto, seja ele, particular social e profissional, através de uma educação de qualidade. 4.10. A função Social e Pública de cada integrante da Comunidade Escolar Com a gestão democrática, as relações profissionais tornam o trabalho mais aberto e participativo e com mais comprometimento aos interesses e necessidade do meio. 4.10.1. Direção  A direção é o órgão que gerencia o funcionamento dos serviços escolares garantindo os objetivos educacionais da UE definidos de acordo com este P.P.P.  A direção é indicada pelo Secretário de Desenvolvimento e pela Gerente de Educação, e precisa ser efetiva no Ceja ou na rede estadual e ter curso superior na área da educação.
  • 101. 101 Compete ao diretor:  Cumprir e fazer cumprir as Leis de Ensino e as determinações legais das autoridades competentes na esfera de suas atribuições;  Representar oficialmente a U.E. Perante aos órgãos Federal, Estadual e Municipal;  Dar posse exercício a todo corpo administrativo e docente na forma da lei;  Convocar reuniões do corpo docente, AFEPAC e Assembleias referentes;  Receber, informar e despachar todas as informações sobre a U.E. e os órgãos da administração estadual de ensino;  Executar o plano de aplicação financeira e sua respectiva prestação de contas;  Inspecionar o livro ponto dos professores e funcionários;  Presidir as atividades do corpo docente e discente da U.E., suas relações com família e comunidade;  Orientar e coordenar todo o trabalho da AFEPAC. 4.10.2. Da assistente de educação O serviço técnico-administrativo é composto pela secretária. A secretaria é o setor que tem a seu encargo todo o serviço de escrituração escolar e correspondência da Unidade Escolar. Competente ao assistente de educação:  Coordenar e executar as tarefas da secretaria escolar;  Organizar e manter em dia o protocolo, o arquivo escolar e o registro de assentamentos dos alunos, de forma a permitir, em qualquer época, a verificação da identidade e regularidade da vida escolar do aluno e a autenticidade dos documentos escolares;  Redigir e expedir toda a correspondência oficial da Unidade Escolar;  Organizar e manter em dia a coletânea de leis, regulamentos, diretrizes, ordens de serviço, circulares, resoluções e demais documentos;
  • 102. 102  Auxiliar na elaboração de relatórios;  Rever todo o expediente a ser submetido a despacho do Diretor;  Apresentar ao Diretor, em tempo hábil, todos os documentos que devem ser assinados;  Coordenar e supervisionar as atividades referentes à matrícula, transferência, adaptação e conclusão de curso;  Assinar juntamente com o Diretor, os documentos escolares que forem expedidos, inclusive os diplomas e certificados;  Preparar e secretariar reuniões, quando convocado pela direção;  Zelar pelo uso adequado e conservação dos bens materiais distribuídos à secretaria;  Comunicar à direção toda irregularidade que venha a ocorrer na secretaria;  Organizar e preparar a documentação necessária para o encaminhamento de processos diversos;  Conhecer a estrutura, compreender e viabilizar o funcionamento das instâncias colegiadas na Unidade Escolar;  Registrar e manter atualizados os assentamentos funcionais dos servidores; e executar outras atividades compatíveis com o cargo. 4.10.3. Do cargo de Analista Técnico em Gestão Educacional  Coordenar e executar trabalhos relacionados com a organização e atualização de arquivos e fichários;  Redigir instruções, ordens de serviço, minutas de cartas, ofícios, memorandos e atos administrativos sobre assuntos do órgão;  Auxiliar na aquisição e, suprimento de material permanente e de consumo divulgação de editais e outras tarefas correlatas;  Coordenar, controlar e executar;  Auxiliar o pessoal técnico na definição de objetivos e no planejamento administrativo do órgão;  Auxiliar e propor o aperfeiçoamento e adequação da legislação e normas específicas, bem como, métodos e técnicas de trabalho;
  • 103. 103  Participar, mediante supervisão e orientação, de trabalhos relacionados à concorrência ou tomada de preços para aquisição de material, redigindo atos, termos de ajuste e contratos correspondentes;  Executar trabalhos referentes o registro, análise e controle de serviços contábeis;  Executar trabalhos relativos a balancetes, análises e controles estatísticos;  Executar serviços de cadastro geral, manutenção e organização de arquivos cadastrais, microfilmagem, e equipamento específico;  Executar serviços de análise e encaminhamento de processos, pesquisa legislativa e jurisprudencial;  Executar serviços relativos à atualização de registros funcionais, elaboração de folhas de pagamento, datilografia, cadastramento de servidores, operação de máquinas diversas e compra e controle de material;  Acompanhar, em todas as fases, os processos referentes ao registro do comércio;  Expedir registros, carteiras e outros documentos sob orientação superior;  Organizar e controlar os serviços de recepção, encaminhamento de documentos e correspondência em geral;  Secretariar autoridades de hierarquia superior, taquigrafando e redigindo expedientes relacionados às suas atividades;  Integrar-se em projetos de pesquisa, levantamento de dados e diagnósticos, emprestando apoio administrativo necessário;  Fornecer dados estatísticos e apresentar relatórios de suas atividades; e  Executar outras atividades compatíveis com o cargo. 4.10.4. Do cargo de assistente técnico pedagógico  Participar de estudos e pesquisas de natureza técnica sobre administração geral e específica, sob orientação;  Participar, estudar e propor aperfeiçoamento e adequação da legislação e normas específicas, bem como métodos e técnicas específicas de trabalho;  Realizar programação de trabalho, tendo em vista alterações de normas legais, regulamentares ou recursos;
  • 104. 104  Participar na elaboração de programas para o levantamento, implantação e controle das práticas de pessoal;  Selecionar, classificar e arquivar documentação;  Participar na execução de programas e projetos educacionais;  Prestar auxílio no desenvolvimento de atividades relativas à assistência técnica aos segmentos envolvidos diretamente com o processo ensino- aprendizagem;  Desenvolver outras atividades afins ao órgão e sua área de atuação;  Participar com a comunidade escolar na construção do projeto político- pedagógico;  Auxiliar na distribuição dos recursos humanos, físicos e materiais disponíveis na escola;  Participar no planejamento curricular;  Auxiliar na coleta e organização de informações, dados estatísticos da escola e documentação;  Contribuir para a criação, organização e funcionamento das diversas associações escolares;  Comprometer-se com atendimento às reais necessidades escolares;  Participar dos conselhos de classe, reuniões pedagógicas e grupos de estudos;  Contribuir para o cumprimento do calendário escolar;  Participar na elaboração, execução e desenvolvimento de projetos especiais;  Administrar e organizar os laboratórios existentes na escola;  Auxiliar na administração e organização das bibliotecas escolares;  Executar outras atividades de acordo com as necessidades da escola; 4.10.5. Dos serviços gerais: Os serviços gerais têm em seu encargo a manutenção, preservação, segurança, sendo coordenados e supervisionados pela Direção e Assistentes Técnicos Pedagógicos da UE.
  • 105. 105 4.10.6. São atribuições dos serventes:  Efetuar a limpeza e manter em ordem as instalações escolares;  Cumprir o horário de acordo com o estipulado pela legislação do trabalho;  Participar das funções da Unidade Escolar.  Executar os serviços de conservação, limpeza das dependências da escola, zelando pela boa aparência da U.E;  Preparar e servir a merenda dos alunos;  Fazer reparos e equipamentos da escola, possíveis de conserto e informar a Direção da escola quanto a reparos de despesa maior que devem ser efetuados;  Executar serviços que a direção solicitar;  Elaborar o cardápio dentro das possibilidades e necessidades na elaboração de merenda;  Atender a solicitação de professores;  Abrir e fechar a U.E no horário previsto pela Direção  Auxiliar as promoções da escola;
  • 106. 106 5. O CORPO DOCENTE 5.1. Compete ao corpo docente:  Ministrar aulas;  Elaborar o seu planejamento de acordo com o Projeto Político Pedagógico da Unidade Escolar;  Fazer o controle de frequência;  Paralelamente deverá ter um plano de ação que assegure o direcionamento de seu trabalho;  Trabalhar as oficinas, propiciando a mediação direta e troca de experiências entre grupo de alunos e professor, e o saber sistematizado pela escola;  Trabalhar projetos interdisciplinarizados com o ensino propiciando aquisição do conhecimento científico, erudito e universal para que os alunos reelaborem os conhecimentos adquiridos e elaborem novos conhecimentos, respeitando os valores culturais, artísticos e históricos próprios do contexto social do educando, garantindo-lhe a liberdade de criação e o acesso às fontes de cultura;  Promover uma avaliação contínua acompanhando e enriquecendo o desenvolvimento do trabalho do aluno, elevando-o a uma compreensão cada vez maior sobre o mundo e sobre si mesmo;  Atribuir às avaliações de acordo com as normas fixadas;  Participar de processos coletivos de avaliação do próprio trabalho e da unidade escolar com vistas ao melhor rendimento do processo ensino- aprendizagem;  Participar de reuniões de estudo, encontros, cursos, seminários, atividades cívicas, culturais, recreativas e outros eventos, tendo em vista o seu constante aperfeiçoamento e melhoria da qualidade de ensino;  Cumprir os dias letivos, ministrar as aulas programadas e participar dos períodos destinados ao planejamento, à avaliação, ao desenvolvimento profissional e demais atividades escolares extras - classe;
  • 107. 107  Comparecer à unidade escolar nos horários previstos e às provas para as quais for designado, comunicando com antecedência às faltas que por ventura esteja sujeito;  Manter em dia a escrituração do diário de classe, a qual deverá ser feita com a máxima clareza e sem rasura;  Promover as avaliações dos alunos e atribuir-lhes notas nos prazos fixados pela secretaria da escola;  Zelar pelo bom nome da unidade escolar dentro e fora dela;  Zelar pela aprendizagem dos educandos.
  • 108. 108 6. CORPO DISCENTE 6.1. Direitos dos alunos  Igualdade de condições para acesso e permanência na escola;  Aquisição do conhecimento prático necessário;  Fazer uso dos serviços e dependências escolares de acordo com as normas estabelecidas no P.P.P.  Requerer transferência ou cancelamento de matrícula por si mesmo;  Organizar e participar da AFPAC;  Requerer atestado de frequência quando solicitado pela empresa onde trabalha;  Participar dos eventos promovidos pela UE;  Usufruir dos equipamentos de multimídia e biblioteca; 6.2. Deveres dos alunos  Cumprir as disposições deste Projeto Político Pedagógico no que lhe couber;  Atender as determinações dos diversos setores da Unidade Escolar;  Comparecer pontualmente às aulas e demais atividades escolares;  Participar das atividades programadas e desenvolvidas pela Unidade Escolar;  Cooperar na manutenção da higiene e na conservação das instalações escolares;  Devolução dos livros ao término de cada disciplina;  Não riscar as carteiras e paredes da escola;  Tratar com cordialidade e respeito aos professores, funcionários e colegas. 6.3. Da indisciplina dos alunos
  • 109. 109  No caso de alunos indisciplinados serão tomadas as seguintes providências:  Advertência verbal perante os colegas.  Advertência por escrito e convocação dos pais na escola.  Em caso grave como: ofender a honra do professor, lesão corporal de colegas, danos ao patrimônio público, será lavrado um boletim de ocorrência e encaminhado ao juiz da Infância e Juventude. Após serem tomadas todas as medidas cabíveis a direção terá autonomia para solicitar ao aluno que procure outra UE. 6.4. Da AFPAC Constitui finalidade específica a AFPAC integrar os alunos e professores em termos de conjugação de esforços, articulação de objetivos e harmonia de procedimento que caracterizam por: a) Promover a aproximação e cooperação entre alunos e professores de modo a integrar os membros da AFPAC pelo desenvolvimento integral das atividades pedagógicas e culturais, seguindo e respeitando a filosofia a que o CEJA se propõe; b) Assegurar a reimpressão de módulos de ensino, a fim de que o aluno seja plenamente atendido em suas necessidades de estudo; c) Gerenciar recursos que permitam: 1. Conservar o material didático e pedagógico, bem como máquinas e equipamentos pertencentes ao CEJA; 2. Adquirir e conservar material de apoio, máquinas e equipamentos necessários ao bom funcionamento do CEJA; 3. Enriquecer o acervo bibliográfico e audiovisual, sempre que necessário; 4. Conservar e manter o edifício sede do Centro de Educação de Jovens e Adultos, interno e externamente. 5. Promover atividades sociais e culturais, tais como, palestras, reuniões, formaturas, comemorações, etc. 6. Administrar, de acordo com o estatuto da AFPAC, os recursos os recursos obtidos.
  • 110. 110 7. DO CONSELHO DELIBERATIVO 7.1. Atribuições do Conselho Deliberativo Escolar  Participar da avaliação e reelaboração do Projeto Político-Pedagógico da escola visando sua aprovação;  Definir conjuntamente com as demais entidades e direção da escola, critérios para o uso do prédio escolar para outras atividades que não as de ensino, seguindo a Lei nº11156 de 16 de julho de 1999, publicado no Diário Oficial 16.210 de 19 de Julho de 1999 e garantindo que a comunicação sobre a cedência, ou não, seja divulgada a todos em tempo hábil. Ressaltando se que os espaços públicos não poderão ser utilizados com fins lucrativos como, por exemplo, qualquer forma de locação tanto das áreas escolares como das salas de aula;  Analisar e emitir parecer, fundamentados na legislação e diretrizes da SED, sobre projetos elaborados pelos diversos segmentos que compõem a comunidade escolar;  Propor alternativas de solução dos problemas de natureza administrativa e/ou/ pedagógica tantos daqueles detectados pela entidade, como dos que forem a ela encaminhados por escrito pela comunidade escolar;  Articular ações em parcerias com as entidades da sociedade que possam contribuir para melhoria da qualidade do processo ensino aprendizagem;  Elaborar e/ou/ reformular o Regimento do Conselho Deliberativo Escolar, sempre que se fizer necessário em consonância com a legislação vigente;  Promover círculos de estudos envolvendo os conselheiros visando a um melhor desempenho do trabalho;  Buscar mecanismos que garantam a capacitação continuada para todos os segmentos da comunidade escolar;  Participar da discussão e definição de critérios para a distribuição de material escolar ou de outros materiais destinados aos alunos;  Discutir e fiscalizar, juntamente com as demais entidades representativas da comunidade escolar, sobre o destino de verbas da escola, considerando os recursos descentralizados e/ou oriundos de parcerias com outras
  • 111. 111 instituições ou arrecadação de contribuições espontâneas, doações, legados e outras promoções;  Divulgação através de relatórios ou boletins de todas as ações desenvolvidas CDE, a todos os segmentos da comunidade escolar;  Assessorar e colaborar efetivamente com o Gestor Escolar em todas as suas atribuições, com destaque especial para: o O cumprimento das disposições legais; o A preservação do prédio e dos equipamentos escolares; o Comunicação ao órgão competente das situações de emergência em casos de irregularidade na escola.  Como irregularidades serão consideradas, dentre outras: o As que representam risco à integridade física, moral e profissional das pessoas; o As que caracterizem risco ao patrimônio escolar; o Aquelas que, comprovadamente, se configurem como trabalho inadequado, acarretando prejuízo pedagógico; o O desvio de merenda escolar material de qualquer espécie e recursos financeiros. Nestes casos, há necessidade de que todas as situações e posicionamentos sejam necessariamente discutidos inicialmente com a Direção da Escola, demais entidades, e, sempre que possível, obedecendo à hierarquia de encaminhamentos: Direção da Unidade Escolar, Gerência Regional de Educação e Secretaria de Estado da Educação. 7.2. Do conselho de classe Art.18 O Conselho de Classe é instância deliberativa integrante da estrutura das unidades escolares e tem sob sua responsabilidade: I. A avaliação do processo ensino-aprendizagem desenvolvido pela escola e a proposição de ações para sua melhoria;
  • 112. 112 II. A avaliação da prática docente, no que se refere á metodologia, aos conteúdos programáticos e a totalidade das atividades pedagógicas realizadas. III. A avaliação dos envolvidos no trabalho educativo e a proposição de ações para a superação das dificuldades; IV. A avaliação das condições físicas, materiais e de gestão dos estabelecimentos de ensino que substanciam o processo ensino- aprendizagem. V. A definição de critérios para avaliação e sua revisão, quando necessária; VI. Apreciar, em caráter deliberativo os resultados das avaliações dos alunos apresentados individualmente pelos professores; VII. Decidir pela aprovação ou não aprovação dos alunos. Art. 19 O Conselho de Classe será composto: I. Pelos professores da turma; II. Pela direção do estabelecimento ou seu representante; III. Pela equipe pedagógica da escola; IV. Por alunos; V. Por pais ou responsáveis, quando for o caso; 7.3. Formação acadêmica do corpo docente, diretivo administrativo e serviços gerais - 2009 O quadro de Recursos Humanos de 2009 está assim distribuído: Tabela 19. Quadro de Recursos Humanos - 2009. Nome Cargo Função Habilitação Nível de Escolaridade Aldaci Quirino da Silva Assistente Técnico Pedagógico Pedagógico Pedagogia Superior com Especialização Ana Rita Coral Rodrigues Assessora de Direção Assessora de Direção História Superior com Especialização Angelita Goulart Camargo Góss Diretora Direção Artes Superior com Especialização Claudio Marques da Analista Técnico Digitador Científico 2º Grau
  • 113. 113 Silva em Gestão Educacional Denise Rodrigues do Amaral Assistente Técnico Pedagógico Pedagógico Pedagogia Superior Eloísa Janaina da Silva Rodrigues Professora Professora Pedagogia Superior com Especialização Josiane Souza Amaral Professora Professora Ciências Biológicas Superior com Especialização Mara Luzia Koerich Vieira Professora Professora Pedagogia Superior com Especialização Marcelo Zanella Professor Professor Educação Física Superior Márcia Godinho Vello Professora Professora Letras Superior Márcio Eron de Souza Professor Professor Matemática Superior com Especialização Maria Gorete Maciel de Oliveira Servente Servente Ensino Fundamental Marta Aparecida Pereira Assistente Pedagógico Pedagógico Pedagogia Superior com Especialização Moacir de Souza Vieira Professor Professor Zootecnia Superior Neide Padilha Thomaz Machado Professora Professora Pedagogia e Artes Superior com Especialização Risolete de Fatima da Silva Oliveira Professora Professora Pedagogia e Letras Superior com Especialização Rodrigo Oliveira Rocha Analista Técnico em Gestão Educacional Digitador Turismo e Hotelaria Superior Rosa de Lima Bergamaschi Dutra Assistente de Educação Secretária Magistério 2º Grau Shirley Apª Camargo de Souza Assistente de Educação Secretária Supervisão Escolar Superior com Especialização Wilson de Lira Servente Servente Ensino Médio Zuleica Aparecida Lima Professora Professora História Superior com Especialização 7.4. Formação acadêmica do corpo docente, diretivo administrativo e serviços gerais - 2010 O quadro de Recursos Humanos de 2010 está assim distribuído:
  • 114. 114 Tabela 20. Formação acadêmica corpo docente - 2010. Nome Cargo Função Habilitação Nível de Escolaridade Aldaci Quirino da Silva Assistente Técnico Pedagógico Pedagógico Pedagogia Superior com Especialização Ana Rita Coral Rodrigues Assessora de Direção Assessora de Direção História Superior com Especialização Elizabeth Bathke Vieira Professora Professora Letras Superior Denise Rodrigues do Amaral Assistente Técnico Pedagógico Pedagógico Pedagogia Superior Mirella Martorano Melo Professora Professora 2º grau Magistério Janisse Cequinel Matos Professora Professora Letras Superior com Especialização Sandra Padilha Alves Professor Professor Letras Superior com Especialização Celita Pereira Alves Nunes Professora Professora Ciências Biológicas Superior Márcio Eron de Souza Professor Professor Matemática Superior com Especialização Maria Gorete Maciel de Oliveira Servente Servente Ensino Fundamental Marta Aparecida Pereira Assistente Pedagógico Pedagógico Pedagogia Superior com Especialização Luciana Souza Miguel Professor Professor Pedagogia Superior com Especialização Lucia de Fátima Furtado dos Santos Martins Professora Professora Matemática Superior com Especialização Rosangela Santos Loss Matos Professora Professora Letras Superior com Especialização Rodrigo Oliveira Rocha Analista Técnico em Gestão Educacional Digitador Turismo e Hotelaria Superior Rosa de Lima Bergamaschi Dutra Assistente de Educação Secretária Magistério 2º Grau Shirley Apª Camargo de Souza Assistente de Educação Secretária Supervisão Escolar Superior com Especialização Valdete de Figueiredo Diretora Direção Letras Superior com Especialização
  • 115. 115 Wilson de Lira Servente Servente Ensino Médio Zuleica Aparecida Lima Professora Professora História Superior com Especialização Aparecida Denise Borges Waltrick Assistente de Educação Secretária Pedagogia Superior com Especialização Roza Maria de Figueiredo Rosa Servente Servente Ensino Médio Incompleto Cristiane Aparecida Cordova Alexandre Professora Professora Ensino Médio Magistério Maria Marlene Kalkmann de Souza Professora Professora Letras Superior Antonio Carlos Muniz Professor Professor Técnico Agrícola 7.5. Formação acadêmica do corpo docente, diretivo administrativo e serviços gerais - 2011. O quadro de Recursos Humanos 2011 está assim distribuído: Tabela 21. Formação acadêmica corpo docente – 2011. Nome Cargo Função Habilitação Nível de Escolaridade Aldaci Quirino da Silva Assistente Técnico Pedagógico Pedagógico Pedagogia Superior com Especialização Rodrigo Nunes Ribeiro Professor Professor Ciências Biológicas Superior com Especialização Claudia da Silva Flores Professora Professora Geografia Superior com Especialização Denise Rodrigues do Amaral Assistente Técnico Pedagógico Pedagógico Pedagogia Superior Lidiane Proença Almeida Professora Professora Letras Superior Janisse Cequinel Matos Professora Professora Letras Superior com Especialização
  • 116. 116 Sandra Padilha Alves Professor Professor Letras Superior com Especialização Gilson Santos Ramos Professor Professor Pedagogia Superior Márcio Eron de Souza Professor Professor Matemática Superior com Especialização Maria Gorete Maciel de Oliveira Servente Servente Ensino Fundamental Marta Aparecida Pereira Assistente Pedagógico Pedagógico Pedagogia Superior com Especialização Lucia de Fátima Furtado dos Santos Martins Professora Professora Matemática Superior com Especialização Adriana Farias de Almeida Professora Professora Magistério Ensino Médio Rodrigo Oliveira Rocha Analista Técnico em Gestão Educacional Digitador Turismo e Hotelaria Superior Sabrina Arcaro Matos Professora Professora Magistério Ensino Médio Shirley Apª Camargo de Souza Assistente de Educação Secretária Supervisão Escolar Superior com Especialização Valdete de Figueiredo Diretora Direção Letras Superior com Especialização Zuleica Aparecida Lima Professora Professora História Superior com Especialização Aparecida Denise Borges Waltrick Assistente de Educação Secretária Pedagogia Superior com Especialização Roza Maria de Figueiredo Rosa Servente Servente Ensino Médio Incompleto Cristiane Aparecida Cordova Alexandre Professora Professora Ensino Médio Magistério Cristiane Cabral Guimaraes Professora Professora Matemática Superior com Especialização 7.6. Formação acadêmica do corpo docente, diretivo administrativo e serviços gerais - 2012. O quadro de Recursos Humanos 2012 está assim distribuído:
  • 117. 117 Tabela 22. Formação acadêmica corpo docente – 2012. Nome Cargo Função Habilitação Nível de Escolaridade Aldaci Quirino da Silva Assistente Técnico Pedagógico Pedagógico Pedagogia Superior com Especialização Rodrigo Nunes Ribeiro Professor Professor Ciências Biológicas Superior com Especialização Claudia da Silva Flores Professora Professora Geografia Superior com Especialização Denise Rodrigues do Amaral Assistente Técnico Pedagógico Pedagógico Pedagogia Superior Lidiane Proença Almeida Professora Professora Letras Superior Gilson Santos Ramos Professor Professor Pedagogia Superior Márcio Eron de Souza Professor Professor Matemática Superior com Especialização Maria Gorete Maciel de Oliveira Servente Servente Ensino Fundamental Marta Aparecida Pereira Assistente Pedagógico Pedagógico Pedagogia Superior com Especialização Marcia Luiza Velho Godinho Professora Professora Letras Superior com Especialização Luciana Zandonadi Professora Professora Bacharel Ed. Física Superior Rodrigo Oliveira Rocha Analista Técnico em Gestão Educacional Digitador Turismo e Hotelaria Superior Roberto Pereira Nunes Professor Professor Pedagogia Superior com Especialização Shirley Apª Camargo de Souza Assistente de Educação Secretária Supervisão Escolar Superior com Especialização Valdete de Figueiredo Diretora Direção Letras Superior com Especialização Zuleica Aparecida Lima Professora Professora História Superior com Especialização Aparecida Denise Borges Waltrick Assistente de Educação Secretária Pedagogia Superior com Especialização
  • 118. 118 Roza Maria de Figueiredo Rosa Servente Servente Ensino Médio Incompleto Herminio Costa Dutra Professor Professor Pedagogia Superior Vanderlei Copetti Professor Professor Filosofia Superior com Especialização Rosimeri Machado Cardoso Professora Professora Pedagogia Superior com Especialização Luciane Matias de Oliveira Professora Professora Magistério Ensino Médio 7.7. Formação acadêmica do corpo docente, diretivo administrativo e serviços gerais - 2013. O quadro de Recursos Humanos 2012 está assim distribuído: Tabela 23. Formação acadêmica corpo docente – 2013. Nome Cargo Função Habilitação Nível de Escolaridade Aldaci Quirino da Silva Assistente Técnico Pedagógico Pedagógico Pedagogia Superior com Especialização Claudio Marques da Silva Analista Técnico em Gestão Educacional Digitador Científico 2º Grau Denise Rodrigues do Amaral Assistente Técnico Pedagógico Pedagógico Pedagogia Superior Edison Luiz de Souza Hugen Professor Professor Ensino Médio Fabiano Padilha Professor Professor Pedagogia e Letras Superior com Especialização Francisco Carlos Mondadori Junior Professor Professor Informática Superior com Especialização Lucia Serafim de Souza Silva Professora Professora Pedagogia e Letras Superior com Especialização Luciana Zandonadi Professora Professora Educação Física Superior Márcio Eron de Souza Professor Professor Matemática Superior com
  • 119. 119 Especialização Maria Gorete Maciel de Oliveira Servente Servente Ensino Fundamental Nadja Naira Vieira Grillo Professora Professora Letras Superior Rodrigo Oliveira Rocha Analista Técnico em Gestão Educacional Digitador Turismo e Hotelaria Superior Thayani Borges de Haro Professora Professora Biologia Superior 7.8. Orientações sobre o diário de classe O Diário de classe é um instrumento utilizado para o registro do processo ensino- aprendizagem ocorrido em cada componente curricular para o registro de frequência dos alunos. Serve também, para registrar a trajetória do trabalho cotidiano do professor e é fundamental para que tal trabalho tenha legalidade e, portanto, gere direito. É um documento próprio para o professor registrar por turma, disciplina e curso os dias letivos, a matéria lecionada em cada aula, bem como o aproveitamento escolar expresso pelas notas de provas, seminários, recuperações paralelas e atividades diversas. É de responsabilidade do professor (a) o registro diário, correto e completo do Diário de classe, tendo em vista este ser importante documento da vida acadêmica sujeito á consulta verificação e guarda. Por esse motivo não é permitido que fosse retirado do recinto da Escola sob nenhuma circunstancia. O Diário é o documento escolar de controle e confirmação do trabalho do professor e dos alunos nas disciplinas do curso. Devido a sua importância, o Diário de classe deve ser preenchido somente pelo professor de forma cuidadosa e sem rasuras. Ao final de cada bimestre letivo, o diário devera estar totalmente encerrado com a matéria lecionado e ainda datado e assinado pelo professor sem rasuras não deixando espaços em branco. Após o termino do ano letivo em curso, os Diários de classe deverão ser arquivados na Unidade Escolar para salva guardar a trajetória escolar.
  • 120. 120 7.9. Planejamento Geral e Avaliação Institucional Nosso Projeto Político Pedagógico, ao ser traçado em pontos firmes, mas flexíveis busca evitar uma diretividade exagerada, pois não pretende ser um projeto acabado e formalizado; mas estar aberto para a criatividade de cada um, planejar a dinâmica do ensinar e do aprender de acordo com as licitações de cada momento. Por considerar que as ações escolares têm sempre um objetivo a alcançar estas devem ser planejadas, evitando-se a improvisação e tornando o trabalho da Escola, responsável e competente. O planejamento deve orientar-se pelo princípio de democratização das relações no interior da escola priorizando a participação de todos os que integram a comunidade escolar. Objetivamos planejar, mediar, executar e avaliar as atividades e serviços diretamente relacionados com o fortalecimento dos vínculos necessários a uma melhor qualidade das relações interpessoais, tendo como fim o processo ensino aprendizagem. 7.10. Propostas de Articulação com as Organizações da Sociedade Civil Para um melhor andamento com a UE a direção deverá estar articulada em parceria com:  Corpo Docente  Corpo Discente  A.F.P.A.C.  Serventes  Organizações: organizações empresariais e bancárias através de doações e contas correntes.  Associações profissionais e comunitárias.  Parcerias com os municípios da 28º SDR
  • 121. 121 8. DIMENSÃO FINANCEIRA  PDDE-Programa Dinheiro Direto na Escola.  PRODENE – Programa de Descentralização e Enriquecimento da Nutrição Escolar  O PRODENE tem como finalidade o atendimento aos alunos do Ensino Fundamental e Ensino Médio, cadastrados no Censo Escolar do ano anterior, situados nos municípios onde a alimentação escolar não foi municipalizada.  SESI  2012 foram acrescentados no recurso do PRODENE verba para ser aplicada na Agricultura Familiar.
  • 122. 122 9. DIMENSÃO FÍSICA - 2009 O Centro de Educação de Jovens e Adultos (CEJA) está situado em São Joaquim no Largo Aristorides Stadler, nº 19, centro, no prédio que compartilha com a escola de Educação Básica Rocha Pombo, das quais são usadas oito salas de aula no período noturno. As demais dependências, tais como, banheiros masculino e feminino, pátio interno, são de uso comum das duas escolas. De uso exclusivo, somente do CEJA, a cozinha, a secretaria e o departamento pedagógico, estas sendo equipadas com bens permanentes do CEJA. 9.1. Espaço Físico Secretaria 1 sala (parte de cima) 1 sala (parte de baixo) 9.2. Espaço Físico Pedagógico Sala para a coordenação pedagógica e também sala dos professores 9.3. Banheiros 1 Banheiro feminino 1 Banheiro masculino 1 Banheiro masculino/feminino conjugado. 9.4. Instalações A sede do CEJA-SDR 28 encontra-se instalado nas dependências da EEB Rocha Pombo, no Largo Aristorides Stadler,19 Centro –São Joaquim-SC.
  • 123. 123 10. DIMENSÃO FÍSICA – 2010 e 2011 10.1. Espaço Físico Secretaria 1 Sala Secretaria 1Sala para uso do Pedagógico, Direção, Sala de professores 10.2. Banheiros 1 Banheiro Masculino 1 Banheiro Feminino 1 Banheiro Professores 10.3. Cozinha e Refeitório 1 Cozinha 1 Refeitório 10.4. Salas de Aula 4 Salas de Aula
  • 124. 124 11. DIMENSÃO FÍSICA – 2012 O Centro de Educação de Jovens e Adultos (CEJA) está situado em São Joaquim no Largo Aristorides Stadler, nº 19, centro, no prédio que compartilha com a escola de Educação Básica Martinho de Haro, das quais são usadas seis salas de aula no período noturno. As demais dependências, tais como, banheiros masculino e feminino e de professores, refeitório, auditório, ginásio e pátio interno, são de uso comum das duas escolas. De uso exclusivo, somente do CEJA, uma cozinha, uma secretaria, um departamento pedagógico uma sala de direção, uma biblioteca, uma sala de multimídia na qual não está totalmente equipadas sendo estes equipadas com bens permanentes do CEJA. Instalações: A sede do CEJA – SDR 28 encontra-se instalada na Rua Juvenal Mattos, nº 91 Centro – São Joaquim – SC. Obs.: No mês de setembro, o CEJA mudou-se para as antigas instalações do DER, permanecendo neste local até inicio do mês de janeiro do ano de 2010. 2011: A sede do CEJA – SDR 28 encontra-se instalada na Rua Juvenal Mattos, nº 91 Centro – São Joaquim – SC. 2012: A sede do CEJA – SDR 28 encontra-se instalada no Largo Aristorides Stadler, 19 Centro – São Joaquim – SC.
  • 125. 125 12. METAS AÇÕES E RESPONSÁVEIS Nosso Projeto Político Pedagógico, ao ser traçado em pontos firmes, mas flexíveis busca evitar uma diretividade exagerada, pois não pretende ser um projeto acabado e formalizado; mas estar aberto para que a criatividade de cada um para planejar a dinâmica do ensinar e do aprender de acordo com as licitações de cada momento. Por considerar que as ações escolares têm sempre um objetivo a alcançar estas devem ser planejadas, evitando-se a improvisação e tornando o trabalho da Escola, responsável e competente. O planejamento deve orientar-se pelo princípio de democratização das relações no interior da escola priorizando a participação de todos os que integram a comunidade escolar. Objetivamos planejar, mediar, executar e avaliar as atividades e serviços diretamente relacionados com o fortalecimento dos vínculos necessários a uma melhor qualidade das relações interpessoais, tendo como fim o processo ensino aprendizagem. 12.1. Projetos Projeto 01: Turismo como Tema Interdisciplinar. Objetivo Geral: Respeitar o meio ambiente, conservar a memória histórica – cultural e gerar oportunidades de trabalho e renda. Objetivos Específicos:  Melhorar qualidade dos serviços ofertados.  Valorizar o potencial turístico como gerador de renda.  Incentivar e resgatar a cultura da nossa região.  Trabalhar o turismo como tema gerador em todas as disciplinas do currículo.  Conceituar turismo e sua importância para a comunidade.
  • 126. 126 Projeto 02: Educação Ambiental (Heranças das Águas) Objetivo Geral: Por meio das informações recebidas, reelaborar e ampliar os conhecimentos prévios sobre a água e sua importância, articulando os conceitos adquiridos para construção de sua autonomia de pensamento e ação, podendo assim, intervir em seu meio social. Objetivos Específicos:  Reconhecer a água como substância existente em toda a Terra e essencial para a vida do homem;  Compreender a natureza como um todo dinâmico, sendo o ser humano parte integrante e agente de transformação do mundo em que vive;  Valorizar a água, principalmente a água potável como bem valioso, imprescindível e escasso;  Preservar as nascentes.  Conhecer os rios da região que compreendem os municípios da 2º SDR (São Joaquim, Bom Jardim, Bom Retiro, Rio Rufino, Urubici, Urupema). 2011:  Projeto Semana do Município 2012:  Curso de Formação Continuada em: Planejamento, Metodologia e Avaliação no Processo de Ensino Aprendizagem dos Alunos e Professores de EJA - alguns apontamentos.  Projeto para a construção e instalação do Aquecedor Solar composto de embalagens descartáveis.
  • 127. 127 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANTUNES, Orceni, CHIODI, Célia Regina Benecci. (apostila) Um Curso de Reeducação Visual, Curitiba, 1989. Proposta Curricular de Santa Catarina: Educação Infantil, ensino fundamental e médio: Temas. Legislação Básica de ensino para Educação de Jovens e Adultos. POLIDORO, Pedro, Andrade, Beatriz Clair, Franke, Carmem Mosele, et. al. Eja Orientações (apostila), Florianópolis, 2005. Proposta Curricular de Santa Catarina: Estudos Temáticos, Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia, Florianópolis, 2005. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, 1996. Orientações de Educação de Jovens e Adultos: Secretaria de Estado da Educação e Inovação, Gerência de Educação de Jovens e Adultos – GEREJ, 2006. Educação de Jovens e Adultos, Proposta Curricular, 1º e 2º Segmento, 2002. Orientações para a Educação Básica e Profissional da Rede Pública Estadual: Secretaria de Estado da Educação e Inovação, Florianópolis, 2005.
  • 128. 128 ANEXOS ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL – SÃO JOAQUIM GERÊNCIA DA EDUCAÇÃO SUPERVISÃO DE EDUCAÇÃO BÁSICA E PROFISSIONAL REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DA SALA DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL - STE SÃO JOAQUIM/SC, 2013.
  • 129. 129 CAPÍTULO I Das disposições preliminares Art.1. O presente documento regulamenta a utilização, a organização, fornecendo diretrizes para o funcionamento das Salas de Tecnologias Educacionais das Unidades Escolares e dispõe sobre as atribuições dos responsáveis por este ambiente de aprendizagem, denominado Professor Orientador (PO) da Sala de Tecnologias Educacionais (STE). Art.2. O NTE – Núcleo de Tecnologia Educacional, em parceria com a SED, MEC e ProInfo tem como principal função propiciar a formação continuada aos profissionais das Unidades Escolares quanto a utilização pedagógica da STE, bem como prestar atendimento de suporte e consultoria técnico-pedagógica às escolas que possuem STE, além de monitorar, acompanhar e avaliar as atividades nas STE(s). Parágrafo único. Oferecer curso de formação continuada: Introdução à Educação Digital (40 horas); Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as Tecnologias de Informação e Comunicação (100 horas) e Elaboração de Projetos (40 horas), entre outros. Art.3. As STE estão equipadas de microcomputadores (monitores, mouses, CPUs, mouse pad (pé de mouses), microfones, mesas) ou Carteiras Informatizadas (cada uma possui dois terminais e o conjunto possui um servidor), impressora, cadeiras giratórias, quadro branco e climatizador. Art.4. É expressamente proibida a alteração, exclusão e instalação de qualquer espécie de software sem o prévio consentimento da equipe do NTE, uma vez que o Sistema Operacional a ser utilizado na Sala de Tecnologia Educacional é o Linux Educacional, conforme orientação do MEC/Proinfo. Parágrafo único. A manutenção e conservação de todos os equipamentos da STE são de responsabilidade de seus usuários. Art.5. Os Professores Orientadores da Sala de Tecnologias Educacionais na condição de servidores públicos estaduais ficam subordinados às determinações previstas pelo órgão empregador, em consonância com GERED/NTE e Gestores escolares. Art.6. A STE funcionará de segunda a sexta-feira, nos períodos matutino, vespertino e noturno, quando houver a presença do Professor Orientador da STE. No caso de falta desse profissional o diretor irá designar um profissional que tenha condições de atuar na
  • 130. 130 STE e responsabilizar-se por equipamentos utilizados ou não. O diretor da escola será responsável pelo uso indevido da STE, na ausência do professor orientador. Art.7. Os Professores Orientadores da Sala de Tecnologias Educacionais são os responsáveis por esse ambiente, no seu horário de trabalho, e tem como atribuição manter, preservar e conservar em bom estado de funcionamento, bem como orientar os usuários para o cumprimento deste regulamento.
  • 131. 131 CAPÍTULO II Das Finalidades da STE Art.8. Os Professores Orientadores devem, frequentemente, alertar oralmente e/ou através de cartazes os usuários da STE que a conservação dos microcomputadores, equipamentos e mobiliários, seu perfeito estado e funcionamento dependem dos cuidados de higiene e manuseio de cada um e de todos. Art.9. O NTE é responsável por acompanhar o responsável técnico pela manutenção, controle e diretrizes das Salas de Tecnologias Educacionais. Art.10. A Sala de Tecnologias Educacionais da Unidade Escolar tem por objetivo primordial assegurar a toda comunidade escolar a utilização dos recursos computacionais para atividades pedagógicas (ensino/aprendizagem) e para o desenvolvimento de aulas práticas nas disciplinas curriculares, mediante prévio agendamento. §1.º A utilização dos recursos computacionais é permitida apenas para atividades de aprendizagem; §2.º A utilização das STE é para toda escola, conforme o funcionamento sala e disponibilidade de um responsável; §3.º A responsabilidade dos conteúdos trabalhados na STE é do professor da disciplina que está na orientação das atividades de aprendizagem. Art.11. A utilização da internet destina-se exclusivamente as atividades de natureza pedagógica orientadas pelos professores ou para a realização de trabalhos extraclasse, sob a supervisão do responsável pela STE, sendo vetado o conteúdo ofensivo ou pornográfico (sujeitos a punição prevista no PPP).
  • 132. 132 CAPÍTULO III Do ambiente da STE Art.12. Os usuários da Sala de Tecnologias Educacionais devem preservar a harmonia na sala como ambiente de estudos. Art.13. Não é permitido o consumo de qualquer tipo de alimento ou bebida nas dependências da Sala de Tecnologias Educacionais, inclusive balas, chicletes, salgados e refrigerantes. Art.14. Objetos como bolsas, pastas, livros devem ser colocados em móvel reservado a este fim. Art.15. Todos os usuários são responsáveis pelo uso correto dos equipamentos na STE, em caso de dúvida chamar o professor orientador de tecnologia. Art.16. Poderá ser liberado ou não a utilização nos microcomputadores dos programas (MSN, MESSENGER) ou sites (You Tube, Twitter, Facebook, Orkut, Skype e outros) especificamente em casos em que os professores, juntamente com a direção, entenderem necessário o uso dos mesmos em atividades expressamente pedagógicas.
  • 133. 133 CAPÍTULO IV Do funcionamento da STE Art.17. O Sistema Operacional a ser usado na STE é o Linux Educacional, não sendo permitido a instalação de outro Sistema Operacional sem o consentimento da equipe do NTE São Joaquim/SC. Art.18. Os usuários devem respeitar/cuidar das instalações físicas das Salas de Tecnologias Educacionais, bem como a disposição das mesas, cadeiras e microcomputadores. Parágrafo único: O usuário que perceber qualquer problema deve reportar-se ao professor responsável. Art.19. A Sala de Tecnologias Educacionais da Unidade Escolar funcionará nos mesmos períodos de funcionamentos da Escola e na presença do Professor Orientador. Art.20. Quando não houver aula na STE ou em período pré-determinado pela Unidade Escolar, os alunos de outros turnos poderão utilizá-la, com assistência do Professor Orientador, desde que agendado o horário e o trabalho a ser realizado na STE. Art.21. Os usuários deverão respeitar os horários das aulas desenvolvidas no laboratório e desocupá-lo quando solicitado. Quando a STE estiver sendo utilizada para aulas, é vedado o seu uso para qualquer outro usuário que não seja aluno da turma em referência, mesmo que haja computadores disponíveis. Art.22. Os usuários poderão fazer reservas de horários preferencialmente até 2 (dois) dias antes da utilização da STE, individual, em grupo ou a turma, podendo esse horário ser prorrogado, caso haja disponibilidade de equipamentos e de horário. Salvo em casos que haja disponibilidade da sala. Art.23. O agendamento poderá ser feito mediante a apresentação do tema e objetivos a serem trabalhados, para que o professor orientador da Sala de Tecnologia Educacional (STE) possa deixar os equipamentos e o ambiente preparado para o seu devido uso e anexar às atividades nos relatórios diários.
  • 134. 134 CAPÍTULO V Das atribuições do professor orientador da Sala de tecnologia educacional Art.24. Cumprir rigorosamente sua carga horária conforme hora-relógio. O professor contratado com 40h terá que cumprir 8h diárias. Compreendendo 10 períodos, e o professor contratado com 20h terá que cumprir 4h diárias, compreendendo 5 períodos, em conformidade com o item 14.25 Instrução Normativa SED. Art.25. Zelar pela utilização adequada dos equipamentos da Sala de Tecnologia Educacional. Os Professores Orientadores da STE deverão alertar frequentemente os usuários que a conservação dos equipamentos, bem como o seu perfeito estado de funcionamento, depende de cuidados de higiene e da restrição ao acesso a arquivos e programas indevidos sem orientação do responsável pela Sala de Tecnologia Educacional. Art.26. Agendar horário, estabelecendo cronograma único para utilização adequada da Sala de Tecnologia Educacional. Art.27. Acompanhar o trabalho desenvolvido pelo professor, auxiliando-o quanto ao uso das tecnologias, sendo impossibilitado ministrar aula no lugar do professor titular, pois este deverá permanecer presente durante o tempo da aula na Sala de Tecnologia Educacional. Art.28. Desempenhar funções de apoio e atendimento aos usuários da Sala de Tecnologia Educacional. Art.29. A assistência técnica da STE é de competência do Professor Orientador de Tecnologias, as necessidades técnicas que não forem sanadas, deverão ser comunicadas a equipe do NTE, através do Blog http://ntesaojoaquimsc.blogspot.com. Ressalta-se que os equipamentos não podem ser abertos antes do término da garantia e sem autorização do NTE. Art.30. Participar com assiduidade e aproveitamento dos cursos de formação continuada oferecidos pelo NTE. Art.31. Sempre que possível, participar de eventos relacionados à área de educação e tecnologia educacional. Art.32. Auxiliar, sempre que possível e se solicitado, desde que não interfira no seu trabalho na STE, na organização de eventos promovidos pela SED, GERED, NTE e unidade escolar.
  • 135. 135 Art.33. Divulgar os cursos oferecidos pelo NTE aos professores e funcionários da unidade escolar, disponibilizando sempre o convite e a Comunicação Interna (CI) enviada à escola. Art.34. Enviar relatório Bimestral de atividades desenvolvidas na Sala de Tecnologia Educacional, conforme modelo elaborado pela equipe do NTE, sempre até o 5º (quinto) dia útil do mês, lembrando que este documento deverá ser assinado e carimbado pelo gestor da unidade escolar. Art.35. Manter atualizado o item Acompanhamento de Tecnologias no Cadastro Equipamentos no SAGETEC. Art.36. O não cumprimento do item acima pode interferir no recebimento de novos equipamentos para a Sala de Tecnologia Educacional. Art.37. Quando houver mais de um Professor Orientador na mesma unidade escolar, manter diálogo recíproco quanto às informações recebidas e ou alterações realizadas nos equipamentos (software, hardware e configurações). Art.38. As regras quanto ao uso das salas de Tecnologias, bem como as competências do Professor Orientador devem ser respeitadas e cumpridas, conforme determinações dos órgãos empregatícios competentes. O não cumprimento acarretará em punições e ou medidas mais severas que os órgãos competentes entenderem e julgarem oportunas para cada caso. Art.39. O Professor Orientador deve: a)Comparecer ao local de trabalho com assiduidade e pontualidade; b)Trajar-se adequadamente; c)Guardar sigilo profissional; d)Respeitar e executar as orientações da GERED/NTE São Joaquim. Art.40. Os usuários têm direitos e obrigações previstas no PPP e neste Regulamento. Art.41. Todas as informações referentes à STE são de domínio da escola, tais como, senhas de modens, nº dos circuitos da secretaria e da banda larga, conta de e-mail, blogs, tutoriais, usuários, entre outros. Deverá ser disponibilizado um arquivo físico para o gestor, sempre atualizado. Papel do professor regente na sala de tecnologia educacional Art.42. Planejar e apresentar para o Professor Orientador da Sala de Tecnologia Educacional, o planejamento da (s) aula (s) na STE, conforme conteúdo da série.
  • 136. 136 Art.43. Manter a ordem e a disciplina dos alunos enquanto estiver ministrando aulas na Sala de Tecnologia Educacional. Art.44. Ministrar a aula na Sala de Tecnologia Educacional, acompanhando o desempenho e aprendizagem dos alunos, contribuindo também com a orientação quanto ao uso dos computadores/tecnologias. Art.45. O professor da disciplina deve permanecer na sala de tecnologia educacional no momento da aplicação das aulas. Art.46. Acompanhar, verificar e corrigir o trabalho realizado no computador no decorrer da aula (e posteriormente quando necessário). Art.47. Antes de ir para a Sala de Tecnologia Educacional, organizar o assunto, a atividade e os grupos de trabalho, orientando e acompanhando os alunos quanto ao material. Art.48. Conhecer a Sala de Tecnologia Educacional e os recursos disponíveis, bem como planejar as atividades de acordo com as condições oferecidas. (nº de alunos por computador, programa a ser utilizado). Papel da equipe gestora, administrativa e pedagógica da unidade escolar na sala de tecnologia educacional Art.49. Conhecer a Sala de Tecnologia Educacional e os recursos nela disponíveis, bem como acompanhar sua adequada utilização, responsabilizando-se quando o professor orientador não estiver presente. Art.50. Garantir que todos os alunos tenham acesso ao uso da Sala de Tecnologia Educacional. Art.51. Zelar pelo patrimônio da Sala de Tecnologia Educacional, mantendo o registro, a segurança e manutenção dos equipamentos, bem como do espaço físico. Art.52. Manter toda a documentação referente às tecnologias em ordem e com fácil acesso. Art.53. Manter espaço físico protegido contra furto, vandalismo, pó, sujeira e umidade. Art.54. Em hipótese alguma remanejar equipamentos da sala de Tecnologia para outras salas ou fora do espaço físico da escola sem consultar o NTE para tramites legais de documentação. Art.55. Acompanhar e avaliar o uso adequado das tecnologias, enviando Bimestralmente, o relatório de atividades desenvolvidas na Sala de Tecnologia Educacional, elaborado
  • 137. 137 pela equipe do NTE, preenchido pelo Professor Orientador e assinado e carimbado pela equipe gestora da unidade escolar, sempre até o quinto dia útil do mês. Art.56. Organizar e motivar os professores e demais funcionários da unidade escolar a participação em cursos promovidos pela GERED/NTE. Art.57. Promover eventos de socialização e divulgação dos trabalhos produzidos com a utilização das tecnologias educacionais em sua unidade escolar. Art.58. Solicitar, recolher e arquivar termo de concessão de uso de voz e imagem dos professores, funcionários e alunos matriculados na unidade escolar. Art.59. Acompanhar e estimular a comunicação e a interação entre os profissionais que atuam na Sala de Tecnologia Educacional, nos casos onde mais de um Professor Orientador atue na escola. Papel do aluno e comunidade escolar na sala de tecnologia educacional Art.60. Manter a ordem e a disciplina durante a utilização da Sala de Tecnologia Educacional. Art.61. Não consumir nenhum tipo de alimento ou bebida na Sala de Tecnologia Educacional. Art.62. Zelar pelo patrimônio da Sala de Tecnologia Educacional. Art.63. É expressamente proibida a alteração, exclusão ou instalação de qualquer espécie de software sem o consentimento do Professor Orientador da Sala de Tecnologia Educacional. Art.64. Atender às orientações do Professor Regente e do Professor Orientador da Sala de Tecnologia Educacional. Art.65. Aproveitar o tempo disponível na Sala de Tecnologia Educacional para o desenvolvimento das atividades propostas. Art.66. Atitudes agressivas, ofensivas, grosseiras ou de desrespeito ocorridas no ambiente da Sala de Tecnologias Educacionais serão encaminhadas pelo responsável à Direção da Unidade Escolar.
  • 138. 138 CAPÍTULO VII Das considerações finais Art.67. A utilização da Sala de Tecnologias Educacionais fora dos horários estabelecidos neste regulamento dependerá da expressa autorização da Direção da Unidade Escolar. Art.68. Os casos omissos no presente Regulamento serão objetos de análise e deliberação dos Gestores Escolares e GERED/Núcleo de Tecnologias Educacionais - NTE, conforme o caso. Art.69. Este Regulamento deverá ser revisto e atualizado, sempre que necessário, de forma a ajustar-se às condições contextuais internas e externas, mediante avaliação dos Gestores da Escola e, se necessário, solicitar a participação do NTE. Art.70. Este Regulamento será impresso em duas (2) vias (uma para a Unidade Escolar e outra para o NTE) de igual teor, assinado pelo Diretor, Assessor de Direção, Assistente Técnico Pedagógico e Professor Orientador da Sala de Tecnologia e entra em vigor na data de sua divulgação. Art.71. O Núcleo de Tecnologias Educacionais - NTE fica reservado ao direito de realizar fiscalização, em tempo real ou não, da utilização dos equipamentos.
  • 139. 139 O “NÃO” cumprimento destas normas pode levar à proibição da utilização da STE e resultar em processo administrativo. São Joaquim/SC, 20 de março de 2013. ____________________________ Assinatura Diretor _____________________________ Assinatura Assessor de Direção _____________________________ Assinatura Assistente Técnico Pedagógico _____________________________ Assinatura Professor Orientador de Tecnologias
  • 140. 140 ESTADO DE SANTA CATARINA Secretaria de Estado da Educação Diretoria de Educação Básica e Profissional COMUNICAÇÃO INTERNA CIRCULAR Nº: 012/2013 DATA: 20/02/13 DE: Diretoria de Educação Básica e Profissional - DIEB PARA: GEREDs e CEJAs ASSUNTO: Orientações Gerais para os CEJAs Senhor (a) Gerente de Educação, Senhor (a) Diretor (a), Orientações gerais para o funcionamento das novas Turmas nos CEJAs 1. Do funcionamento das aulas:  Disponibilização da nova matriz no SISGESC: 19 de fevereiro de 2013;  Início das aulas para turmas novas: 25 de fevereiro de 2013;  Escolha de vagas para turmas novas: de 20 a 22 de fevereiro de 2013;  Número mínimo de alunos para abertura de turmas novas: 20 alunos;  Todos os alunos novos deverão ser incluídos na nova matriz de Ensino Presencial por disciplina, inclusive aqueles não concluíram seus estudos na EJA, ensino regular, ENEM, ENCCEJA e outros.  Os OEJAs poderão ofertar, no semestre, quantas disciplinas forem necessárias para atender aos alunos;  Os alunos poderão optar por quantas disciplinas pretendem cursar no semestre;  Não será permitida aos professores que atuarem nos CEJAs a complementação de carga horária, com aulas excedentes;  Não deverá ser aberta matrícula para a 1a etapa nas matrizes presenciais de 3, 4 ou 5 dias (matrizes que eram utilizadas até o 2' semestre de 2012)  A nova matriz de Ensino Presencial por disciplina obedece às
  • 141. 141 resoluções CEB/CNE n° 03/2010 e CEE/SC n° 074/2010, que preveem o tempo mínimo, a carga horária mínima e a metodologia integralmente presencial.  Para a liberação de matrizes de turmas novas nos NAES e UDs, deverá ser enviada solicitação, via e-mail da Gerência: (gerei@sed.sc.gov.br), com as seguintes informações: Código lotacional da UD ou NAES, número da matriz, turno, cidade, nome da pessoa e GERED/CEJA solicitante; 2. Das matrizes: 2.1. Matrizes Curriculares do Ensino Fundamental - Ensino Presencial por Disciplina:  1° Segmento do Ensino Fundamental (1° ao 50 ano): permanece matriz vigente.  2° Segmento do Ensino Fundamental: EJA diurno/noturno Unidade escolar: Centro de Educação de Jovens e Adultos Número mínimo de dias de efetivo trabalho escolar: 200 dias letivos Número de dias letivos semanais: 05 dias Número mínimo de semanas letivas diurno: 20 semanas Número mínimo de semanas letivas noturno: 24 semanas Número de aulas diárias: 05 aulas Duração da aula diurno: 48 minutos Duração da aula noturno: 40 minutos Carga horária total: 1.600 horas Duração do curso: 02 anos
  • 142. 142 1ª ETAPA - Disposição das disciplinas na matriz no SISGESC (cada etapa corresponde a 1 (um) semestre) Disciplinas h/a semanais CH 202 - Língua Portuguesa 8 128 301 - Matemática 8 128 302 - Geografia 4 64 304 - História 4 64 307 - Educação Física 4 64 319 - Língua Estrangeira Inglês 4 64 612 - Ciências 4 64 628 - Artes 4 64 3521 - Ciência, Cultura, Tecnologia - LP 2 32 3522 - Ciência, Cultura, Tecnologia - MAT 2 32 3523 - Ciência, Cultura, Tecnologia - GEO 1 16 3524 - Ciência, Cultura, Tecnoloiia - HIS 1 16 3525 - Ciência, Cultura, Tecnologia - EF 1 16 3526 - Ciência, Cultura, Tecnologia - LEI 1 16 3527 - Ciência Cultura, Tecnologia - CIE 1 16 3528 - Ciência, Cultura, Tecnologia - ART 1 16 155 - Intérprete das Libras 20 0 1344 -Inclusão social 20 0 2ª ETAPA - Disposição das disciplinas na matriz no SISGESC (cada etapa corresponde a 1 (um) semestre) Disciplinas hla semanais CH 202- Língua Portuguesa 8 128 301- Matemática 8 128 302- Geografia 4 64 304- História 4 64 307- Educação Física 4 64 319- Língua Estrangeira Inglês 4 64
  • 143. 143 612- Ciências 4 64 628- Artes 4 64 3529- Ciência, Cultura, Tecnologia - LP 2 32 3522- Ciência, Cultura, Tecnologia - MAT 2 32 3523- Ciência, Cultura, Tecnologia - GEO 1 1 1 1 16 16 16 16 3524- Ciência, Cultura, Tecnologia- HIS 3525- Ciência, Cultura, Tecnologia - EF 3526- Ciência, Cultura, Tecnologia - LEI 3527- Ciência, Cultura, Tecnologia - CIE 1 16 3528- Ciência, Cultura, Tecnologia - ART 1 16 155- Intérprete das Libras 20 0 1344-Inclusão social 20 0  O aluno do Ensino Fundamental terá que cursar as 2 (duas) etapas em cada disciplina, para a conclusão do curso. Cada etapa corresponde a 1 (um) semestre, observando que as disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática deverão ser cursadas duas vezes por semana;  No Ensino fundamental, o aluno que frequentar os 5 (cinco) dias na semana concluirá o curso em 2 (dois) anos. Matrizes Curriculares do Ensino Médio: EJA diurno/noturno Unidade escolar: Centro de Educação de Jovens e Adultos Número mínimo de dias de efetivo trabalho escolar: 200 dias letivos Número de dias letivos semanais: 05 dias Número mínimo de semanas letivas diurno: 20 semanas Número mínimo de semanas letivas noturno: 24 semanas Número de aulas diárias: 05 aulas Duração da aula Diurno: 48 minutos Duração da aula Noturno: 40 minutos Carga horária total: 1.200 horas Duração do curso: 1 ano e meio
  • 144. 144 1 ETAPA - Disposição das disciplinas na matriz no SISGESC (cada etapa corresponde a 1 (um) semestre) Disciplinas h/a semanais CH 255 - Biologia 8 128 301- Matemática 8 128 302- Geografia 4 64 304- História 4 64 307- Educação Física 4 64 319- Língua Estrangeira Inglês 4 64 320- Língua Estrangeira Espanhol 4 64 401- Língua Portuguesa e Literatura 8 128 437- Sociologia 4 64 475- Física 4 64 513- Química 4 64 536- Filosofia 4 64 628- Artes 4 64 3529- Ciência, Cultura, Tecnologia - LPL 2 32 3522- Ciência, Cultura, Tecnologia - MAT 2 32 3530- Ciência, Cultura, Tecnologia - BIO 2 32 3523- Ciência, Cultura, Tecnologia - GEO 1 16 3524- Ciência, Cultura, Tecnologia - HIS 1 16 3525- Ciência, Cultura, Tecnologia - EF 1 16 3526- Ciência, Cultura, Tecnologia - LEI 1 16 3531- Ciência, Cultura, Tecnologia - LEE 1 16 3528- Ciência, Cultura, Tecnologia - ART 1 16 3532- Ciência, Cultura, Tecnologia - FIS 1 16 3533- Ciência, Cultura, Tecnologia - QUI 1 16 3534- Ciência, Cultura, Tecnologia - SOC 1 16 3535- Ciência, Cultura, Tecnologia - FIL 1 16 1155- Intérprete das Libras - 20 20 0 1344-Inclusão Social - 20 20 0 O aluno do Ensino Médio terá que cursar as 1 (uma) etapa em cada disciplina,
  • 145. 145 para a conclusão do curso. Cada etapa corresponde a 1 (um) semestre, observando que as disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática e Biologia deverão ser cursadas duas vezes por semana; No Ensino Médio, o aluno que frequentar os 5 (cinco) dias na semana concluirá o curso em 1 ano e meio. 3. Das Disciplinas:  A disciplina de Ciência, cultura, tecnologia e trabalho é parte do currículo escolar, portanto obrigatória, presencial e avaliativa;  Os alunos devem cursar a disciplina concomitantemente à(s) disciplina(s) cursada(s) na semana, devendo ser assim distribuídas: quatro aulas diárias da disciplina cursada mais uma aula da disciplina de Ciência, cultura, tecnologia e trabalho, totalizando 5h/a dia.  O aluno deverá cursar a disciplina de Ciência, Cultura, Tecnologia e Trabalho (CCTT) no(s) dia(s) da(s) disciplina(s) escolhida(s), e estar vinculado ás mesmas; Exemplo; Língua Portuguesa - 2 vezes por semana (8 aulas) + CCTT — LP 2 aulas na semana; História - 1 vez por semana (4 aulas) + CCTT HIS 1 aula por semana. A disciplina de CCTT deverá ser ministrada por professor habilitado nas disciplinas oferecidas na matriz curricular, podendo ser professor efetivo do CEJA ou contratado, observando que a carga horária não poderá recorrer em aula excedente. IMPORTANTE: a disciplina de CCTT não precisa ser ministrada, necessariamente, por professor com habilitação na disciplina escolhida pelo aluno. EX:  Disciplina escolhida pelo aluno: Geografia (professor com habilitação em Geografia);
  • 146. 146  Disciplina de CCTT — GEO: esta aula pode ser ministrada por professor com qualquer outra habitação das disciplinas da matriz curricular,  O número diário de aulas deverá ser de 5 horas/aulas por turno; 4. TABELA DE CORRELAÇÃO DO ENSINO PRESENCIAL POR DISCIPLINAS COM ENSINO REGULAR  Ensino Fundamental 2ª Segmento do Ensino Fundamental 1a ETAPA 2ª ETAPA  Corresponde a 1 (um) semestre  Corresponde a 1 (um) semestre  1º semestre/etapa: 6° e 7° ano  2º semestre/etapa: 8° e 9° ano Ensino Médio 1ª ETAPA  Corresponde a 1 (um) semestre  Semestre/etapa: 1°, 2° e 3' ano 5. Ementa e metodologias da disciplina de Ciência, cultura, tecnologia e trabalho: Na Educação de Jovens e Adultos a disciplina de Ciência, cultura, tecnologia e trabalho deverá ocorrer em todos os espaços que o estudante estiver inserido: escola, família, comunidade, local de trabalho, e, em tempos organizados pelo próprio educando, com orientação e acompanhamento dos professores e parcerias com órgãos ou entidades locais. Para que a disciplina se torne parte do currículo é fundamental que a
  • 147. 147 comunidade, alunos, professores, equipe pedagógica, funcionários, famílias, representantes de órgãos e entidades locais se reúnam com a finalidade de discutir e analisar o contexto no qual a escola está inserida, as diferentes histórias de vida, os diferentes pertencimentos dos sujeitos: étnico-raciais, de gênero, geracional e religioso e as necessidades socioeducacionais desta comunidade, apresentando as proposições de atividades a serem definidas pela escola. As vivências socializadoras (CCIT) buscam suprir as demandas pedagógicas da escola e responder aos anseios da comunidade, visando obter resultados para o aluno, para a escola e para a comunidade. A disciplina deverá ser ofertada em todas as fases do Ensino Fundamental e Médio integradas ao currículo. Sugestões de temas e metodologias: 1- Mostras de materiais produzidos pelos alunos como: trabalho de conclusão de atividades de complementação, painéis, cartazes, pinturas, palestras e apresentações. 2- Projetos de Arte e Cultura: música, artes visuais, esculturas, desenho, fotografia, história em quadrinhos, propaganda visual, arte digital e acesso às produções artísticas da humanidade. 3- Literatura: ênfase à leitura e à produção de textos de variados gêneros literários, como: romance, novela, conto, crónica, drama, poema, cordel, fábula, entre outros, por meio de metodologia diversificada: leituras e produções individuais e coletivas, contação de histórias, divulgação das obras da biblioteca ao coletivo escolar. O aluno leitor deve ser visto como um sujeito ativo, porque cabe a ele não só a tarefa de descobrir o significado do texto, mas inferir sentidos a partir de interação com o mesmo. 4- Leitura: permite a formação de conceitos, explicações e entendimentos sobre realidades, elementos eiou fenômenos com os quais os sujeitos leitores se defrontam no dia a dia. Utilizar não apenas o livro didático, mas, sobretudo, diferentes textos, que circulam socialmente: anúncios, convites, avisos, bulas, cartas, entrevistas, contratos, atlas, comédias, contos de fadas, decretos, letras de música, histórias, discursos políticos, mensagens entre outros. 5- Esporte e lazer: poderão ser desenvolvidas atividades complementares como
  • 148. 148 brinquedos e brincadeiras, contribuindo para a aptidão física, bem estar mental, interação, lazer, inclusão social, exercício da cidadania, melhoria do rendimento escolar dos alunos envolvidos e a redução da evasão escolar, além de atender as demandas da população por esporte recreativo e lazer. Também, sugere-se a prática de atividades variadas de esportes. 6- Tecnologias da Informação, da Comunicação e uso de Mídias: poderão ser desenvolvidas atividades complementares como informática e tecnologia da informação, contribuindo para alfabetização tecnológica e formação cidadã dos alunos. Utilização de software educacional, recursos de informática e conhecimentos básicos da tecnologia da informação no desenvolvimento de projetos educativos e culturais, em comunicação com a rede mundial de computadores. Promover o uso educativo das diferentes tecnologias da informação e da comunicação, TV, rádio e impressos, de forma articulada à proposta pedagógica da escola. 7- Educação Ambiental: a implementação da Educação Ambiental na escola deve se dar por intermédio de um processo de envolvimento coletivo. Suas ações podem ser problematizadas a partir de diagnósticos que levem em consideração o cotidiano escolar e seu entorno. Seu principal objetivo é sensibilizar, incentivar e acompanhar projetos e ações, que visem a transformar o espaço escolar e seu entorno em ambientes sustentáveis, refletindo na qualidade de vida de todos os envolvidos. 8- Direitos Humanos: nessa atividade pretende-se provocar a participação individual e coletiva dos estudantes, no sentido de que as discussões realizadas se relacionem com a prática de pesquisa. Ainda, nesse campo, abordar a construção social e histórica sobre as relações entre os gêneros e a diversidade sexual. Ao se propor intervenções pedagógicas relacionadas a estes temas é, imprescindível, problematizar as construções dos "padrões" hegemônicos de relações entre os gêneros e, também, das sexualidades. Utilizar vídeos, artigos acadêmicos, notícias de jornais, no intuito de provocar discussões pedagógicas e esclarecer aos alunos a importância do respeito às diversidades. Pode-se abordar a questão étnico-racial, propondo a leitura crítica das diferentes representações e estereótipos das/os negras/os, indígenas, ciganos e ciganas e outras etnias historicamente invisibilizadas ou excluídas nos mais diversos espaços (política, cinema, TV, música, literatura, dança, esportes).
  • 149. 149 9- Promoção da Saúde: poderão ser desenvolvidas atividades de prevenção de doenças e as principais informações sobre a prevenção às DSTs e AIDS, ações e os efeitos das drogas no organismo, a legislação, a vulnerabilidade, os preconceitos e as discriminações aos usuários, a violência e as influências da mídia. 10- Mundo do Trabalho e Geração de Renda: uma atividade a ser desenvolvida é o empreendedorismo, por intermédio de programas voltados ao desenvolvimento do perfil empreendedor e participativo dos estudantes e da implementação de novos projetos e negócios corporativos. É importante abordar perspectivas de economia solidária e de projetos comunitários. 5.1. Avaliação da disciplina: A avaliação é compreendida como uma prática que alimenta e orienta a intervenção pedagógica. É um dos principais componentes do ensino, pelo qual se estuda e interpreta os dados da aprendizagem. Tem a finalidade de acompanhar e aperfeiçoar o processo de aprendizagem dos educandos, diagnosticar os resultados, propondo ações para melhoria do processo. Na avaliação da aprendizagem é fundamental a análise da capacidade de reflexão dos educandos frente às suas próprias experiências. E, portanto, deve ser entendida como processo contínuo, descritivo, compreensivo que oportuniza uma atitude crítico-reflexiva ante a realidade concreta. A avaliação educacional seguirá orientações contidas no artigo 24, da LDBEN 9394/96, Resolução n° 158/08/CEE/SC e compreende os seguintes princípios:  Investigativa ou diagnóstica: possibilita ao professor obter informações necessárias para propor atividades e gerar novos conhecimentos;  Contínua: permite a observação permanente do processo ensino- aprendizagem e possibilita ao educador repensar sua prática pedagógica;  Sistemática: acompanha o processo de aprendizagem do educando, utilizando instrumentos diversos para o registro do processo;
  • 150. 150  Abrangente: contempla a amplitude das ações pedagógicas no tempo- escola do educando;  Permanente: permite um avaliar constante na aquisição dos conteúdos pelo educando no decorrer do seu tempo-escola, bem como do trabalho pedagógico da escola. A disciplina, conforme a matriz curricular, tem oferta semanal e avaliação ao longo do semestre e do processo ensino-aprendizagem. Considerando que os saberes e a cultura do educando devem ser respeitados como ponto de partida real do processo pedagógico, a avaliação contemplará, necessariamente, as experiências acumuladas e as transformações que marcaram o seu trajeto educativo, tanto anterior ao reingresso na educação formal, como durante o atual processo de escolarização. A avaliação processual utilizará técnicas e instrumentos diversificados, tais como: trabalhos práticos, debates, seminários, experiências e pesquisas, participação em trabalhos coletivos e/ou individuais, atividades complementares propostas pelo professor, que possam elevar nível de aprendizado dos educandos. Atenciosamente,
  • 151. 151 METAS PARA 2014  Aumentar a qualidade de ensino aprendizagem em no mínimo 80%.  Diminuir a evasão escolar em 70%. AÇÕES PARA ATINGIR AS METAS  Monitorar mensalmente a frequência dos alunos do Ensino Fundamental e médio Noturno para diminuir a evasão escolar;  Elaborar e realizar, em parceria com os alunos, projetos didáticos que promovam encontros prazerosos com comunidade escolar do CEJA; Tais como: Projeto de Aprendizagem Jogral Corais Visitas Pedagógicas Utilização de Novas Tecnologias Palestras Feiras Gincanas Pedagógicas Seminários  Conscientizar os alunos que a perda da escolaridade acarreta prejuízos no desenvolvimento pessoal, acerca da não continuidade dos estudos;  Trabalhar com as todas as turmas o Filme “Nenhum a Menos”, onde o mesmo relata.... Posteriormente sendo trabalhado dramatização, mesa redonda, debate aberto: discussão na sala de aula dos aspectos observados no filme.  Aulas prazerosas, diversificadas e dinâmicas voltadas a realidade do aluno, cada professor na sua disciplina.  Aumentar a autoestima, fazendo com que o aluno tenha gosto em frequentar o ambiente escolar.  Ajustar o horário a necessidade do aluno, ou seja, mudar o horário de início 18h30min para às 19h.
  • 152. 152  Incorporar atividades relacionadas á arte e a cultura.  Associar temas do cotidiano às disciplinas fazendo com que os alunos entendam o assunto com mais facilidade.  Desenvolver um trabalho em equipe, transformador, visando a melhoria na aprendizagem. RESPONSÁVEIS PELAS AÇÕES  Todo o Corpo Docente e Discente. PERÍODO DE DESENVOLVIMENTO  Todo o ano letivo RESULTADO ESPERADO Evidenciada a dimensão dos aspectos internos que envolvem a problemática da Evasão Escolar, esperamos com esse trabalho consequentemente, que as possibilidades de intervenções pedagógicas, sejam capazes de minimizar e/ou superar as causas da evasão no CEJA São Joaquim. AVALIAÇÃO FINAL Ao término do ano letivo o Corpo Docente se reunirá para uma avaliação observando se o objetivo foi alçando, relatar pontos positivos e negativos e se há ou não necessidade de proceder com o trabalho no ano seguinte.