Geografia  A Construção do Mundo Capítulo 15: ALCA Demétrio Magnoli Regina Araújo
<ul><li>Iniciativa para as Américas do Presidente George H. Bush (para criar uma zona de livre comércio abrangendo todo o ...
<ul><li>A análise de gráficos é fundamental para a aferição de transformações quando o tema é comércio exterior. </li></ul...
Mercosul: problemas e perspectivas <ul><li>Criado através do Tratado de Assunção (1991). </li></ul><ul><li>Ruptura com a t...
Argentina: problemas e perspectivas <ul><li>Estabilização econômica de ambos e reduções tarifárias aumentaram o comércio. ...
 
<ul><li>Antes dos anos 1960 </li></ul><ul><li>Exportações: produtos primários ou pouco elaborados: café, borracha e açúcar...
<ul><li>Depois dos anos 1960 </li></ul><ul><li>Exportações: semimanufaturados, manufaturados de baixo valor, manufaturados...
Circulação de mercadorias e o comércio externo  <ul><li>As redes de transporte refletem como funciona a economia do país. ...
Circulação de mercadorias e o comércio externo  <ul><li>Problemas: </li></ul><ul><li>Ausência de pavimentação em grande pa...
Brasil no contexto comercial global
Brasil no contexto comercial global  <ul><li>O Brasil pode ser considerado um  global trader  – nosso comércio está bem di...
Comércio exterior e integração sul-americana
Comércio exterior e integração sul-americana <ul><li>Início do século: a economia brasileira estava organizada para atende...
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Aula de Geografia - ALCA

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  1. 1. Geografia A Construção do Mundo Capítulo 15: ALCA Demétrio Magnoli Regina Araújo
  2. 2. <ul><li>Iniciativa para as Américas do Presidente George H. Bush (para criar uma zona de livre comércio abrangendo todo o continente). </li></ul><ul><li>Zona de livre comércio como expansão do NAFTA (tratado entre EUA, Canadá e México de 1992). </li></ul><ul><li>Em 1994, ano em que entrou em vigor, o NAFTA sofre problemas com a crise mexicana e o protecionismo nos EUA. </li></ul><ul><li>Nova proposta do presidente Clinton para entrada em vigor da ALCA em 2005. </li></ul><ul><li>Divergências entre EUA e Brasil em torno dos subsídios e liberalização de serviços cria novo impasse. </li></ul>Origem da proposta da ALCA
  3. 3. <ul><li>A análise de gráficos é fundamental para a aferição de transformações quando o tema é comércio exterior. </li></ul><ul><li>Trabalho com obras de Portinari retratando a economia cafeeira do início do século no Brasil. </li></ul><ul><li>Pesquisa de charges sobre as relações Brasil-Argentina. </li></ul><ul><li>Matérias recentes publicadas na Folha de S. Paulo sobre as relações do Brasil com seus vizinhos e o que os seus habitantes pensam sobre nós. </li></ul><ul><li>Filme Bye Bye Brasil (anos 70) sobre a abertura da Amazônia com a construção de estradas. </li></ul>Sugestões para ampliar a discussão
  4. 4. Mercosul: problemas e perspectivas <ul><li>Criado através do Tratado de Assunção (1991). </li></ul><ul><li>Ruptura com a tradição de rivalidade histórica entre Brasil, Uruguai, Argentina e Paraguai, foi resultado da redemocratização do Cone Sul. </li></ul><ul><li>Tentativa de fortalecimento regional diante do acirramento da concorrência internacional nas décadas de 1980 e 1990. </li></ul><ul><li>Propostas de livre comércio entre membros e união aduaneira (tarifa externa comum). </li></ul><ul><li>Adesão parcial da Bolívia e Chile; adesão da Venezuela e acordo de livre comércio com a Comunidade Andina – regionalismo aberto. </li></ul>
  5. 5. Argentina: problemas e perspectivas <ul><li>Estabilização econômica de ambos e reduções tarifárias aumentaram o comércio. </li></ul><ul><li>Economia brasileira representa ¾ do PIB do Mercosul. </li></ul><ul><li>Isoladamente, o Brasil é o maior parceiro comercial da Argentina. </li></ul><ul><li>Há grandes disparidades econômicas e de tamanho do PIB entre os membros do Mercosul. </li></ul><ul><li>Fraca integração física entre as economias sul-americanas é um entrave para o crescimento comercial, tanto da rede de transportes quanto da rede energética. </li></ul>
  6. 7. <ul><li>Antes dos anos 1960 </li></ul><ul><li>Exportações: produtos primários ou pouco elaborados: café, borracha e açúcar. </li></ul><ul><li>Importações: bens industriais de consumo e equipamentos de transporte. </li></ul>Brasil – Importação e Exportação – Evolução
  7. 8. <ul><li>Depois dos anos 1960 </li></ul><ul><li>Exportações: semimanufaturados, manufaturados de baixo valor, manufaturados de maior valor: automóveis e aviões, por exemplo. </li></ul><ul><li>Importações: bens de equipamento para indústrias, produtos químicos. </li></ul><ul><li>A partir dos anos 1990 (alterações em função da maior abertura da economia). </li></ul><ul><li>Exportações: crescimento da participação de produtos básicos e semimanufaturados de baixo valor agregado: soja, carne, aço, minério de ferro. Congelamento da participação dos produtos mais sofisticados: aviões, automóveis, peças de veículos e calçados. </li></ul>Brasil – Importação e Exportação – Evolução
  8. 9. Circulação de mercadorias e o comércio externo <ul><li>As redes de transporte refletem como funciona a economia do país. </li></ul><ul><li>Quando a economia era sustentada pelo café, as ferrovias se dirigiam na forma de leque para as áreas produtoras e se afunilavam em direção ao porto de Santos. </li></ul><ul><li>A transformação gradativa do país em uma economia urbano-industrial: representou a decadência do transporte ferroviário e a formação da malha rodoviária nacional, integrando as diferentes regiões. A construção dessa malha caminhou paralelamente com a priorização da indústria automobilística como segmento mais importante da indústria nacional. </li></ul>
  9. 10. Circulação de mercadorias e o comércio externo <ul><li>Problemas: </li></ul><ul><li>Ausência de pavimentação em grande parte das rodovias. </li></ul><ul><li>Custos de deslocamento de mercadorias é mais caro no transporte rodoviário em comparação a outros meios de transporte. </li></ul><ul><li>Dificuldades no deslocamento de cargas por ocasião das safras de produtos exportáveis, como a soja. </li></ul><ul><li>O Estado não dispõe de recursos para modernizar rodovias e integrá-las com ferrovias e hidrovias – por isso criação das PPPs (para atrair investimentos privados), de modo a tornar nossos produtos competitivos nos mercados internacionais. </li></ul>
  10. 11. Brasil no contexto comercial global
  11. 12. Brasil no contexto comercial global <ul><li>O Brasil pode ser considerado um global trader – nosso comércio está bem distribuído mundialmente. Ele é multidirecional. </li></ul><ul><li>Nossos maiores parceiros comerciais são a União Européia, os Estados Unidos, países do extremo oriente (China e Japão) e o Mercosul. </li></ul><ul><li>Temos participação destacada na Organização Mundial do Comércio (OMC), para que possamos defender o fluxo livre dos nossos produtos mundialmente. </li></ul><ul><li>Nos últimos anos temos obtido excelentes superávits comerciais (diferença entre exportações maiores e importações menores). </li></ul>
  12. 13. Comércio exterior e integração sul-americana
  13. 14. Comércio exterior e integração sul-americana <ul><li>Início do século: a economia brasileira estava organizada para atender às necessidades dos mercados internacionais. O comércio representava grande fatia da riqueza nacional. </li></ul><ul><li>A partir dos anos 1930 uma política de substituições de importações representava o gradativo aumento da importância do mercado interno como motor da economia do Brasil. Por isso o comércio exterior passa a representar fatia menor da riqueza nacional. </li></ul><ul><li>A partir da década de 1990 e anos 2000 o comércio exterior volta a crescer como resultado da redução de protecionismo alfandegário. </li></ul>
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