Your SlideShare is downloading. ×
Valores
Valores
Valores
Valores
Valores
Valores
Valores
Valores
Valores
Valores
Valores
Valores
Valores
Valores
Valores
Valores
Valores
Valores
Valores
Valores
Valores
Valores
Valores
Valores
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply
0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
2,780
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
2
Actions
Shares
0
Downloads
61
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. Os Valores e a Acção Humana
  • 2. Os Valores e a Ação Humana
  • 3. Os Valores Os valores não são coisas: Os valores não sãoobjetos, nem pessoas, nem situações. Essas coisas éque são valiosas, ou seja, adquirem um determinadovalor a partir da sua relação com o Homem. Ex.: Umpão não é um valor, mas adquire valor se eu o quisercomer (valor útil se eu estiver com fome, ou valor doagradável se eu o quiser comer, só por prazer, mesmosem fome).Os valores são dependentes: Os valores não temexistência própria, não são objetos, mas necessitamdos objetos como suporte.Os valores são subjetivos: Os valores dependemtotalmente do sujeito, das suas preferências eapreciações valorativas. É o sujeito que atribui umvalor, isto é, um significado ao objeto, sendo queeste, sem a apreciação do sujeito, não tem qualquervalor.
  • 4. Os ValoresValorar significa reconheceralgo como valioso, no sentidode sermos nós a atribui-lhe umvalor emitindo um juízo devalor. A experiência valorativaimplica que o mundo deixe deser indiferente para o Homem eque o Homem opte, aprecie,escolha, dando sentido à suaexistência.
  • 5. Tipos de Valores Natureza Tribo (cultural) Arte (estético) (ecológico) Líder espiritual (religioso) Carro (material) Presidente de um país (político) Campo de concentração (saúde/vital) Amor (sentimental) Escola (educacional)Dinheiro (econômico)
  • 6. Características dos ValoresBipolaridade: O Homem estima positiva ounegativamente. Isto quer dizer que osvalores possuem um pólo positivo e um pólonegativo, que se opõem mutuamente.Exemplo: o belo opõe-se ao feio, a justiça àinjustiça, a riqueza à pobreza, etc.Enquanto que o valor positivo recebe a nossapreferência e adesão, o valor negativomanifesta-se porque nos causa rejeição erepulsa.
  • 7. Características dos ValoresHierarquia: todos os valores valem, masuns valem mais que outros, ou seja, osvalores surgem dispostos numa escala que vaida menor para a maior importância.Além de o Homem atribuir uma escala devalores (hierarquização), as comunidadestambém as atribuem. No entanto, esta escalanão é estática mas sim dinâmica, tal como sãodinâmicas as sociedades e as culturas. Se nãofosse dinâmica, isto é, se o Homem nãoquestionasse criticamente a sua escala devalores assim como a da comunidade em quese insere, o Homem pararia na história,afastando-se desta e do desenvolvimento dahumanidade. (Charge)
  • 8. Hierarquia dos Valores
  • 9. Juízos de Fato e Juízos de Valor Quando valorizamos alguma coisa ou alguém, emitimos um juízo de valor, ou seja, dizemos que algo tem valor. Os juízos de valor distinguem-se dos juízos de fato.
  • 10. Juízos de Fato e Juízos de ValorFato: É o que é em si mesmo, isto é, fato é oque acontece. Por ser o que acontece é o real,podendo descrever-se e ver se é verdadeiro oufalso (por exemplo, 42 adultos nesta sala, é umfato).É um acontecimento objetivo e exterior aosujeito, e implica um consenso, um acordoentre os sujeitos (por exemplo, se for verdadeque estão 42 adultos, todos aceitam econcordam com esse fato).
  • 11. Juízos de Fato e Juízos de ValorValor: é o que deve ser, pelo que não pode serverificável, nem pode ser verdadeiro nem falso(por exemplo os 42 adultos desta sala sãotodos muito bonitos, a beleza é um valor queeu atribuo aos adultos e outras pessoas podemnão atribuir, podem discordar da minhaopinião.) O valor resulta do preferível e por issoé subjetivo e relativo ao próprio Homem quevalora. Não implica consenso e mostra arelação que o Homem tem com o mundo (o queele valora).
  • 12. Juízos de Fato e Juízos de Valor NO ENTANTO: Não se pode separar fato de valor uma vez que, quando emito um juízo de fato não emito qualquer preferência valorativa, mas quando emito um juízo de valor, o valor ou desvalor que atribuo é sempre em relação a um fato (situação, acontecimento, etc., ou seja, algo concreto).
  • 13. Juízos de Fato e Juízos de ValorEM SUMA: Os objetos, os fatos e as circunstâncias, isoladamente, não passam disso mesmo; mas na sua relação com o Homem deixam de ser simples objetos, fatos e circunstâncias para passarem a ter uma realidade diferente, ou seja, passam a possuir um determinado valor. Assim, a realidade, na sua relação com o Homem, transforma-se ela mesma em mundo humano, por lhe atribuirmos valores.
  • 14. A AÇÃO HUMANA AS PESSOAS REVELAM AS SUAS PREFERÊNCIAS, OS SEUS VALORES, QUANDO TOMAM DECISÕES.O que é tomar decisões? Tomar decisões éoptar por um caminho em detrimento de outro.E essa opção, essa escolha, realiza-se combase nos nossos valores. Quandoescolhemos, quando optamos, estamos aAGIR.A AÇÃO HUMANA: Os conceitos que permitemcaracterizar a ação humana apareceminterligados, em relação recíproca de tal modoque apenas podem compreender-se uns pelosoutros.
  • 15. A Ação HumanaAgente: sujeito da ação; é ator e ator daação; quer agir (voluntariamente) paraalcançar um fim. Tem uma... Intenção: projeto do agente (responde àpergunta “o quê?); é o propósito da ação;antecipa possibilidades realizáveis (a intençãotem que por em causa se se pode ou nãorealizar). É objeto de uma...
  • 16. A Ação Humana Decisão: implica deliberação [avaliação dasituação (contexto) e ponderação dos prós edos contras – com base numa valoração(atribuir um bom ou mau valor a...]; conduz auma escolha entre várias alternativas. Encontra a sua explicação nos... Motivos: (explica o porquê de termosrealizado a ação; responde à pergunta “porquê?”, uma vez que não há ações gratuitas,sem motivo, realizadas ao acaso); consistenas razões que levam à ação; concretiza-se naexecução.
  • 17. A Ação Humana e o Futuro A Ação Humana consiste sempre numa escolha entre, no mínimo, duas alternativas. Quando optamos, ou seja, escolhemos, por uma dessas alternativas influenciamos sempre, positiva ou negativamente, o nosso futuro. Por exemplo, quando opto por estudar, faço-o a pensar num futuro melhor. Por este motivo, podemos dizer que as nossas ações constituem escolhas para o futuro.
  • 18. A Acção Humana e a Liberdade As situações que estão determinadas à partida(por exemplo, o Sol nascerá amanhã) não nosdão hipótese de escolha.Pelo contrário, a nossa escolha por uma dadasituação (comer a carne ou o peixe ao almoço)não está determinada à partida.Por este motivo, nós podemos escolher e decidir-nos pela possibilidade que consideramos melhor,ou seja, mesmo que nos seja imposta umadeterminada situação, podemos sempre escolhercomo agir nessa mesma situação.Assim, a minha liberdade manifesta-se no fato deter tomado uma determinada decisão emdetrimento de outra que poderia ter tomado.
  • 19. Liberdade e Responsabilidade Liberdade e Responsabilidade implicam-se mutuamente:Responsabilidade implica Liberdade:Somos livres e, por isso, responsáveis. Somoslivres para escolher realizar ou não umdeterminado ato, logo, temos que responderpor essa escolha e pelas suas consequências.Liberdade implica Responsabilidade:Somos livres porque somos responsáveis. Só épossível conceber a liberdade para seresresponsáveis, isto é, para seres que assumeme respondem pelos seus atos.
  • 20. Condicionantes da Ação Humana Condicionantes internas: físicas, biológicas e psicológicasA ação humana é condicionada pelos próprioslimites do Homem.Somos condicionados pela forma do nossocorpo e pelo modo como o nosso corpofunciona;Somos condicionados por motivaçõesprimárias de natureza biológica (temos decomer, beber, dormir, entre outras).Somos condicionados pelos nossos estadosde espírito (fator afetivo, emoções,sentimentos positivos ou negativos, etc.).
  • 21. Condicionantes da Acção HumanaCondicionantes externas: históricas, sociais e culturaisSomos condicionados pelo contexto histórico,pelo tempo e pelo espaço em que vivemos: deépoca para época o Homem sofre alterações,apresenta modificações de várias ordens.Somos condicionados pelo ambiente social emque nascemos, crescemos e vivemos. A sujeição àsregras sociais que orientam o nossorelacionamento com os outros influencia,condiciona o nosso comportamento.Somos condicionados pela cultura. Cada culturacondiciona a ação individual através dos padrõesculturais (valores, crenças, tradições, hábitos ecostumes) que impõe aos seus membros.
  • 22. APESAR DESTAS CONDICIONANTES, O HOMEM NÃO DEIXA DE SER LIVRE.O Homem tenta sempre superar as suascondicionantes. É por ser um seressencialmente livre, que o Homem temcapacidades de superar, ou pelo menos, tentarsuperar, algumas das suas condicionantes. Defato, apesar que o Homem estar determinadopelas suas limitações, ele é, ainda, um ser livreque não pode nunca negar a sua liberdade.Mas, além de ser livre, o Homem é também umser em aberto que está em constanteconstrução de si próprio e do mundo que orodeia. Ao contrário dos animais, o Homem éum ser em permanente insatisfação que tentasempre ir mais além e que tenta superar o quecondiciona a sua ação.
  • 23. APESAR DESTAS CONDICIONANTES, O HOMEM NÃO DEIXA DE SER LIVRE.É por este motivo que, por exemplo, umapessoa paraplégica já pode, hoje em dia, nadare fazer corridas de cadeiras de rodas comoutras pessoas paraplégicas; ou, outroexemplo, por não ser capaz de voar, o serhumano inventou o avião, entre outros.Assim, consoante as possibilidades que possui,o ser humano tenta sempre ir mais além doque aparenta ser capaz.
  • 24. ATIVIDADE DO MÓDULO DE ÉTICA CAPÍTULO 01RESPONDER AS QUESTÕES DAS PÁGINAS 10,11 E 12.ESCOLHER ENTRE AS QUESTÕES 5 E 6(TEMA 1OU TEMA 2), DA PÁGINA 13, PARA SERRESPONDIDA NO CADERNO.FAZER UMA SÍNTESE DA IDEIA DEFENDIDA.

×