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O Gafanhoto #55
 

O Gafanhoto #55

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    O Gafanhoto #55 O Gafanhoto #55 Document Transcript

    • Comenius.4Liberdade .28Galardão Ecoescolas .12N.55gafanhotoEscola Secundária Gafanha NazaréJANEIRO2012LiberdadeA responsabilidade é a maior li-berdade que podemos alcançarA imaginação é a esperança deter liberdade, de sonharÉ escolhermos os caminhos davida, da bondadeEscolhermos o valor do amor ea luz da liberdadeBeatriz Graça, Beatriz Casqueira, DianaFerreira, Diogo Margaça“A liberdade é comouma pena que transportaa felicidade”Diário da viagem à LituâniaPoesia, História, Cultura Geral, Teatro, Cinema.O prazer de saber.página .16SUPLEMENTOLITERÁRIOIsto é uma espécie de
    • Escola Secundáriada Gafanha da NazarégafanhotoÍndice3. Editorial4. Comenius6. Observação do céu noturno7. Visita à UA8. Ler +; Nota discordante9. Ontem, hoje e amanhã10. Eu sei escolher13. Ecoescolas14. BioriaFicha TécnicaCoordenação:Fernanda AlegreteRedacção:Direcção Executiva– Maria Eugénia Martins PinheiroProfessoresAmélia Pinheiro, Ana Luísa Torres, CristinaVidal, Dulce Carlos, Eugénia Pinheiro, GraçaMartinho, Helena Silva, Isabel Sardo, LeonorMendonça, Luísa Costa, Luísa São Marcos, LuísVentura Pereira, Maria João Fonte, Paula Ribau,Paula Rocha, Rosa Agostinho, Teresa Pacheco.AlunosAna Amarante, Ana Carolina, Ana LuísaCosta, Ana Rita Castro, Ana Rita Soares, AnaTeixeira, André Brandão, André Silva, António,Armando Marçal dos Santos, Beatriz Casqueira,Beatriz Graça, Beatriz Nogueira, Bernardo,Carlos Matos, Carolina, Carolina Rocha,Carolina Machado, Carolina Ribau, CatarinaGraça, Catarina Santos, Cátia Simões, DanielEncarnação, Daniela Almeida, David Tavares,David Roque, Diana Ferreira, Diogo Amaro,Diogo Ferreira, Diogo Margaça, Diogo Teixeira,Edna, Fábio Maia, Francisco Almeida, HelderReis, Inês Duarte, Inês Ferreira, Inês Oliveira,Inês Vaz, Joana Calisto, João Pedro, João PedroFernandes, João Pedro Santos, João Santos,Karina Vicente, Manuel Pires Jorge, MariaDiana, Maria João, Mariana Silva, MarianaVaz, Pedro Guedes, Pedro Martinho, RafaelaFerraz, Raquel Almeida, Salomé Margaça, SaraBatista, Sara Gonçalves, Sérgio Gandarinho,Silvério Pereira, Sofia Santos, SIlvelys, VascoFernandes, e ainda os alunos do 7ºE, do 8ºA,do 8ºB, do 8ºC e do 10ºF.Recolha de material, redação e paginaçãoFernanda Alegrete, Paula Justiça e Paulo PebreESGNNãogostavaquelhechamassemNuno,porissolhechamávamosRafael,oseusegundonome,eéessequenosficaránamemória,assimcomoasuadoçura,asuaboadisposição,assuasbrincadeiras,asuaesperança,assuasexpectativasfaceàvida.Portudoisso,porotermosacolhidobemeporeletãofacilmenteseterintegradonogrupo,nuncapoderemosesquecê-lo.Éimpossívelexpressarempalavrasoquesentimoseoquedenósperdemosporjánãootermosconnosco.Àsvezesépreferívelcalarmo-noseemsilênciorecordartodososmomentosbonsquevivemosjuntos.Para ti Rafael...O destino pregou-te uma das partidas maiscruéis, a tua partida...Não tiveste tempo para sonhar, amar, brincar,viver na sua plenitude. E tu merecias tudo isso!Não tivemos oportunidade para bem nos co-nhecermos. O tempo passou num ápice, foi tudodemasiado fugaz.Guardo algumas imagens tuas...Tu a encheresumbalão,numaaula,comosefosseacoisamaisnatural do mundo. O teu tamborilar constante,a tua desatenção... Perguntas se me irritavas?Claro que sim... Claro que me aborreci contigo.Mas vou guardar como imagem de eleição,a aula em que pedi um voluntário para ler, etu, com um entusiasmo invulgar e um sorrisomagnífico, disseste: ”Deixe-me ler professora,adoro ler...”E leste!Lesteopoemaeatualeiturafoisimplesmenteharmoniosa e sublime!Da tua professora de Português15. Erosão costeira16. À descoberta de... ; Fábulas dos dias de hoje18. Dia Mundial da luta contra a SIDA20. Temas e problemas24. O presépio de Júlia Ramalho26. Os patos preferem a escola27. Bienal de cerâmica28. LiberdadeSuplemento literário
    • Escola Secundáriada Gafanha da NazarégafanhotoAproxima-se ummomento marcanteda nossa vidaenquanto comunidadeeducativa: tudo indicaque, em Janeiro,entraremos pelaporta do novo blocoadministrativo edesembrulharemosparte do presenteque é a nova EscolaSecundária daGafanha da Nazaré.Parte,porquesóficaconcluídaaprimeirafase de obra: o bloco administrativo ondepodem encontrar os diferentes serviços(direção, diretores de turma, secretaria,CNO, CFAECIVOB, papelaria, reprografia),uma enorme sala de convívio com bar erefeitório, uma grandiosa biblioteca, salade professores, salas Tic e algumas salasde aula.Opavilhãogimnodesportivoficaráigual-mente disponível, assim como um novoequipamento: o ginásio/auditório.Como se pode deduzir, o nosso períodonatalíciovaiserumaazáfama:colocartudonobloconovoparaquevosrecebacondig-namenteemJaneiro.Atéláteremosonossodia-a-dia condicionado por trabalhos deinstalaçãodeumaportariaprovisória,assimcomooutrostrabalhosdeinfraestruturasecolocação de mais monoblocos.Asegundafasedaobraenglobaarequa-lificação dos atuais blocos A, B e D, ondeseráconstruídaaquasetotalidadedassalasde aula da futura ESGN, os laboratórios eas oficinas específicas.Na atual situação do país é uma res-ponsabilidade muito grande para a nossacomunidade poder usufruir deste tipo deequipamento escolar – em primeiro lugarexige-se-nosumaatitudederespeitoezelopelasinstalaçõesemobiliário(seráforneci-domobiliárionovoparaosdiversossetores,mas pode não estar todo já colocado emJaneiro);umaatitudedecompreensãoparao facto de se estar, ainda, em obras, o queimplica situações excecionais (como,porexemplo,utilizaçãodeespaçosparafinsdiferentesdaquelesparaoqueforamconce-bidos);umaatitudedeaberturaàmudança;mas exige, acima de tudo, que queiramosserumaverdadeiracomunidadeeducativa,que abracemos esta oportunidade.Umanovaescolanãosãoparedeseedi-fícios, mesas e cadeiras. O bem - estar éfundamental,éclaro,econtribuiparaquenossintamosmelhor.Umanovaescola,umanova ESGN, que se quer assumir como “ ofuturo começa aqui”, somos nós, as pes-soas:alunosempenhadoseresponsáveis,comprometidoscombonsresultados,quesedistinguempelocomportamentocívico,professoresedireçãocomprometidoscomo sucesso educativo dos alunos e com umbomclimadeescola,paisempenhadosnaeducação e acompanhamento dos filhos,pessoalnãodocentequeassumaaescola,comunidadelocalqueapostenaeducação.Felizmente, já temos muitos e bons exem-plos do que acabei de enumerar.Masestecaminho…estecaminhoéumaconstruçãodiária,terámaisfasesdoqueaintervenção da Parque Escolar.Este poema de Fernando Pessoa é, nomeu entender, uma excelente mensagem,a este propósito:PALCODAVIDAVocê pode ter defeitos, viver ansioso eficar irritado algumas vezes, mas não seesqueçadequesuavidaéamaiorempresado mundo. E você pode evitar que ela váà falência.Hámuitaspessoasqueprecisam,admi-ram e torcem por você. Gostaria que vocêsempre se lembrasse de que ser feliz nãoé ter um céu sem tempestade, caminhossem acidentes, trabalhos sem fadigas, re-lacionamentos sem desilusões.Ser feliz é encontrar força no perdão,esperançanasbatalhas,segurançanopalcodo medo, amor nos desencontros.Serfeliznãoéapenasvalorizarosorriso,masrefletirsobreatristeza.Nãoéapenascomemorarosucesso,masaprenderliçõesnos fracassos. Não é apenas ter júbilo nosaplausos, mas encontrar alegria no ano-nimato. Ser feliz é reconhecer que vale apena viver, apesar de todos os desafios,incompreensões e períodos de crise.Ser feliz é deixar de ser vítima dos pro-blemas e se tornar um autor da própriahistória. É atravessar desertos fora de si,mas ser capaz de encontrar um oásis norecôndito da sua alma.Ser feliz é não ter medo dos própriossentimentos. É saber falar de si mesmo.É ter coragem para ouvir um “não”. É tersegurançaparareceberumacrítica,mesmoque injusta.Ser feliz é deixar viver a criança livre,alegreesimples,quemoradentrodecadaumdenós.Étermaturidadeparafalar“euerrei”.Éterousadiaparadizer“meperdoe”.Étersensibilidadeparaexpressar“eupre-cisodevocê”.Étercapacidadededizer“eute amo”. É ter humildade da recetividade.Desejo que a vida se torne um canteirode oportunidades para você ser feliz... E,quando você errar o caminho, recomece,pois assim você descobrirá que ser feliznão é ter uma vida perfeita, mas usar aslágrimas para irrigar a tolerância.Usarasperdaspararefinarapaciência.Usar as falhas para lapidar o prazer.Usarosobstáculosparaabrirasjanelasda inteligência.Jamais desista de si mesmo.Jamaisdesistadaspessoasquevocêama.Jamais desista de ser feliz, pois a vidaé um espetáculo imperdível, ainda que seapresentemdezenasdefatoresademons-trarem o contrário.Pedrasnocaminho?Guardotodas...Umdia vou construir um castelo!um gratificante Ano Novo,Maria Eugénia Martins PinheiroEditorial.3Cara comunidadeESGN
    • Escola Secundáriada Gafanha da Nazarégafanhoto4.ComeniusEm Alytus, depoisde uma pobre noitede sono, fomosapresentados àsfamílias com asquais íamos viverdurante uma semana.Cada um foi para arespetiva casa, ondedesfizemos as malase nos preparámospara a apresentaçãona escola. Aí, ficámosa conhecer os outrosalunos da escola edos outros países.Depois fizemos umavisita guiada à escolae ao museu escolar.A impressão que nosficou da escola é queé muito diferente danossa. Cada disciplinatem uma sala própriaque se encontraadornada de acordocom a disciplinaem causa. Algo quenotámos foi que odesporto predominanteera o basquetebol,sendo que em cada 100metros havia um campopara jogarem. A língua,ao contrário do quenós achávamos, eratotalmente diferentedo Russo, mas tinhabastantes semelhançascom o Polaco.1º DIADepois de conhecermos a escola e al-gum vocabulário em Lituano, fizemos umaexcursão ao Monte Alytus, onde tivemosa oportunidade de ver algumas estátuaslá presentes e os dois rios da cidade quese encontravam nesse ponto. De seguida,fizemos uma visita ao melhor ferreiro daLituânia, Vytautasjarutis. Ao fim do dia,voltámos para a escola e fizemos váriasatividades, nomeadamente danças tra-dicionais.2º DIANamanhãseguinte,tivemosumavisitaàCâmara Municipal, com as boas vindas dopresidente. Mais tarde, formámos gruposcom alunos de diferentes nacionalidadespara descobrirmos mais sobre a cidade evários sítios interessantes. Depois destaatividade,almoçámosnacantinadaescola.Àtarde,apresentámosostrabalhosrealiza-dossobreopasseioàvoltadacidadee,porfim, fomos para o pavilhão da escola jogarbasquetebol e outros desportos.3º DIANo terceiro dia apanhámos o autocarroaté à região de Trakai. Lá tivemos umaguia que nos mostrou alguns pontos inte-ressantes na cidade e também o magníficocastelo de Trakai. Tivemos algum tempolivre para comprar “souvenirs” e logo deseguida visitámos o palácio e o parque deUzutrakis.Odestinofinaldodiafoiavisitaà quinta de Galgedu, onde adquirimosalguns conhecimentos sobre a história dopão na Lituânia.4º DIAJá no outro dia, encontrámo-nos na es-cola para irmos todos juntos até ao museude Etnografia, em Alytus. Vimos inúmerasexposições e observámos como se faziamvelas em outros tempos, experimentandotambémnóspróprios.Maistarde,cadapaísapresentou uma música/dança tradicionaldo seu país. Aprendemos também a cantaruma música lituana.Diário do ComeniusAnossaexperiêncianaLituânia
    • Escola Secundáriada Gafanha da NazarégafanhotoComenius.5PROJETO MIAMobilidade Individual de AlunosIntegrada no Projeto Comenius, a nossa escola apresentou candidatura ao Pro-jeto MIA (Mobiliddae Individual de Alunos) 2012-2013, patrocinado pela PROALV.Este projeto, pioneiro em 2007-2008, possibilita a alunos do ensino secundáriofrequentar uma escola num país parceiro do Projeto Comenius de que faz parte aESGN, e também receber em sua casa um aluno, por um período que poderá ir de3 a 10 meses. A candidatura apresentada deverá envolver quatro alunos (dois danossa escola e dois do Istituto Tecnico Commerciale e per Geometri Enrico Fermiem Pontedera, Itália).Este tipo de parcerias possibilita aos alunos uma experiência diferente, uma vezque lhes permite a aprendizagem de uma lingua estrangeira, o contacto com mé-todos de ensino diferentes, lado a lado com a partilha da vida familiar de um alunodo país de acolhimento. Projetos desta natureza permitem ainda aos participantesuma melhor compreensão da dimensão europeia e da diversidade das culturasde línguas europeias e ajuda-os a adquirir as capaciaddes necessárias para o seudesenvolvimento pessoal.A cooperação entre a escola de origem e a escola de acolhimento é fundamentalpara o sucesso de projetos desta natureza. Resta-nos aguardar pelo resultado dacandidatura.Prof. Helena SilvaDário Margaça, 11ºA e David Roque 10ºAEm geral, achamos quefoi uma experiênciaúnica. As famílias quenos acolheram foramsimpáticas e acima detudo preocupadas como nosso bem-estar. Osnossos colegas, comquem partilhamosbons momentos, foramespetaculares connosco,amigas e brincalhonas.As paisagens eos monumentosque visitámos sãofantásticos, incluindoas catedrais. A comidaera diferente da nossa,mas no entanto eraapetitosa.Aconselhamos todosa participarem nesteprojeto, porquerealmente é umaexperiência espetacular,que garanteproporcionar dosmelhores momentosda nossa vida.5º DIADia seguinte: visitámos Kaunas, a se-gunda maior cidade do país, e o dia foirepletodesítiosfantásticos,comoomuseudos Diabos, que tem diabos de todos oscantos do mundo, uma catedral das maisimpressionantes que já vimos na vida, eum centro de fazer cruzes “Prienai Cross– making centre”, uma tradição de grandevalornaLituânia,artepopularreconhecidapela UNESCO.6ºDIANoúltimodia,visitámosVilnius,acapital.
    • Escola Secundáriada Gafanha da Nazarégafanhoto6.AtividadesSe eu pudesse ir a Gliese 581g, levavaalguns humanos para tentar formar vidano planeta, já que condições não faltavam!Primeiro, levava material para construirhabitações e indústrias, depois vinha bus-car mais vinte homens e vinte mulherespara habitarem o planeta. Quando viessebuscar essas pessoas, levava plantas paraplantar em Gliese, e, assim, dentro de pou-co tempo o planeta estava com humanos,cheio de vegetação. Claro que levava tam-bém alguns animais!João Pedro, 7EObservação do céu noturnoEste evento, organizado pelos professo-res que lecionam Ciências Físico-Químicasao 7º ano, Carmo Constantino, FernandaAlegrete, Paula Beirão e Teresa Pacheco epelosub-coordenadordogrupodisciplinar,António Rodrigues, decorreu na noite de28 de Outubro, no recinto da ESGN, coma presença do astrónomo amador, JoãoPereira.Durantetodaasemanaqueoantecedeu,tememos que tivesse de ser cancelado, de-vido às condições meteorológicas: a chuvae o céu carregado de nuvens impedem aboa visibilidade dos corpos celestes.MasoUniversocrioucondiçõesparaqueessa 6ª feira amanhecesse com céu limpo,semnuvensnemchuva,queseprolongarampara a noite.A ESGN encheu-se de vida e de vontadedeespreitarpelotelescópio,paraobservaro planeta Júpiter e algumas das suas luas.Pudemos ainda deliciar os olhos comfotografias de vários corpos celestes, tira-das pelo astrónomo João Pereira. Tivemosassimumanoitecheiadeimagensúnicasequedeoutromodonãoconseguiríamoster.Sábado choveu de novo e voltou a estaruma semana inteira de céu carregado, quenão permitia ver para além das nuvens.Mas nós já tínhamos tido a nossa noitemágica!Se eu pudesseir a Gliese 581g
    • Escola Secundáriada Gafanha da NazarégafanhotoAtividades.7Os alunos das turmas B, C eD do 9º ano, participaramna semana da Ciência eTecnologia da universidadede Aveiro, que se realizoudo dia 21 ao dia 26 denovembro. Os alunos do9ºB, acompanhados pelosprofessores de CiênciasNaturais e Ciências Físico-Químicas, visitaram diversasexposições interativas,nomeadamente: ATLASCAR,assistência ao condutor erumo à condução autónoma,espetáculo da Física,experiências de Química,respirar e vozear, um olharsobre as células, voltaao mundo em 10 árvores,equilibrar o equilíbrio e aquímica das coisas. No dia25 de novembro as turmas Ce D tiveram a oportunidadede assistiram também aoShow da Física no auditórioda reitoria e um dos alunosda turma D participou,inclusivamente, noespetáculo. Neste atividadede palco demonstraram-sede forma lúdica e divertidadiversas atividadesrelacionadas com a ótica, atermodinâmica, mecânica,eletricidade e magnetismo.Visita à semanada ciência e tecnologiada universidade de aveiro
    • Escola Secundáriada Gafanha da Nazarégafanhoto8.AtividadesDecorreu no dia 15 de dezembro, no auditório do santuário de Schöenstatt, pelas vintehoras, e organizado pelo Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária da Gafanhada Nazaré, a primeira noite de poesia. Formandos, pessoal docente e não docente, revi-sitaram alguns dos poetas mais representativos da poesia portuguesa, com momentosde elevação, humor e música, que culminou num convívio salutar entre os participantes.O centro agradece a todos os que estiveram presentes, e em particular aos que acei-taram o desafio de dar voz a esta Nota Discordante.Cristina VidalLER COMPENSASEMPRE!“Senhora Professora…foi uma sessãotão interessante! Éimpressionante o quepodemos fazer a partirda leitura de uns textos!Ainda bem que vim!”Foi desta forma que, no passado dia 07de dezembro, terminou mais uma sessãoLer+ do nível básico, desta vez dedicadaao tema da solidariedade.“Os únicos bens duráveis, imutáveis esem preço, são o afeto e a solidariedadeque se sentem pelas pessoas queridas”.Os adultos dos grupos 155, 157 e 158participaram ativamente na leitura de doistextospropostospelaequipatécnico-peda-gógica do nível básico, nomeadamente umde José Jorge Letria, Uma Ceia Inesperada,que serviram de ponto de partida paraa realização de actividades práticas dereconhecimento com o objetivo final devalidação de algumas competências porparte dos adultos participantes.Para não quebrar a tradição, a atividadeculminou com o tradicional chá das dez(da noite!) acompanhado de um deliciosoBolo Rei, permitindoumsaudávelconvívioentre a equipa e os adultos!Enquadradas na iniciativa Novas Opor-tunidades a Ler+, estas sessões têm sidouma aposta do centro que desde setembroaté dezembro já dinamizou seis momentosdedicados à leitura para os níveis básico esecundário, sempre do agrado dos adultosconvidados. Desta forma o centro cumpreo seu papel indo ao encontro do grandeobjetivo do Plano Nacional de Leitura,que é a promoção de hábitos de leitura.Portodosestesmotivosemaisalguns,afinal … LER COMPENSA SEMPRE!No dia 15 de dezembro, em vez de ficar no Facebook a conversar com os amigos desempre, fui com a minha mãe ao auditório do Santuário de Schoenstatt assistir à pri-meira noite de poesia, organizada pelo Centro Novas Oportunidades da nossa escola.Fernando Pessoa, Mário de Sá Carneiro, Miguel Torga, Alexandre O´Neill, José Régio,foram alguns dos poetas portugueses que partilharam a noite connosco, através da vozdos formandos, do pessoal docente e pessoal não docente.E valeu mesmo a pena! Descobri novos amigos, cheios de emoção e loucura, algunsaté me fizeram rir…Afinal a poesia também é divertida!Já com as almas aconchegadas, era preciso tratar do corpo! E nada que um deliciosobolo - rei e outros bolinhos, acompanhados por chá quentinho, não pudessem fazer.Nessa noite a nota foi mesmo discordante!Mariana VazNotaDiscordante…NoitedePoesiaDescobrirapoesiaCNOCentro Novas Oportunidades da ESGN
    • Escola Secundáriada Gafanha da NazarégafanhotoAtividades.9Todas as turmas EFA participaram naatividade, que estava inserida nas pro-postas de trabalho de CP – Cidadania eProfissionalidade, CLC – Cultura Língua eComunicação,STC–Sociedade,Tecnologiae Ciência e Língua Estrangeira - Inglês.Cada turma tinha como objetivo a deco-ração de uma mesa alusiva ao S. Martinho,tendoporbasemateriaisreciclados/reutili-zados. Para a sua concretização, as turmasorganizaram-se por grupos e elaborarampequenos enfeites que tivessem a ver como tema do projeto. A criatividade não fal-tou a todos os alunos: construímos carrose cartuchos para as castanhas, bonecos,velas, porta-retratos com poemas alusivosao tema, toalhas de mesa feitas através depapel de jornal, flores feitas com bases emgarrafas de plástico, entre muitos outros.Nessa sexta-feira, antes de passarmosà eleição das mesas e ao jantar, tivemosuma palestra em que o tema foi “Processosde valorização e tratamento de resíduosnas medidas de segurança e preservaçãoambiental”,palestraestadirigidapelaDra.Ana Gomes da Universidade de Aveiro.O jantar começou por volta das 21 horas,e a ementa era composta por caldo verde,bifana,broadeabóbora,papasdeabóbora,leite-creme e, claro, as castanhas assadas,que não podiam faltar neste dia festivo emhonra do São Martinho.Comemos, convivemos e passámos umbom momento em ambiente escolar.No final da noite, procedemos à ava-liação das mesas. O júri era constituídopor um representante de cada turma, umfuncionário, um representante da direçãodaescolaepelapalestrante,Dr.ªAnaPaulaGomes, do Departamento do Ambiente eOrdenamento da Universidade de Aveiro.A mesa vencedora foi a da turma D, e osalunos foram premiados com um chocolatee com a atribuição de um diploma.Concluímos dizendo que esta atividadeintegradora foi muito rica, na medida emque contribuiu para sensibilizar os alunospara os problemas ambientais e para anecessidade de reciclar/reutilizar, com oobjetivo de proteger o planeta. Percebe-mos, ainda, que, através da reutilizaçãode algum “lixo”, podem nascer projetosbastante interessantes.As formandas: Rafaela Ferraz e Ana Luísa CostaAtividade Integradora“Ontem,Hoje…eAmanhã?”No âmbito da atividade integradora “Ontem, Hoje…e Amanhã?”,realizou-se no dia 11 de novembro, na Escola Secundáriada Gafanha da Nazaré, um concurso para elegera mesa mais criativa, feita através de materiais recicláveis,tendo como tema o São Martinho.Neste ano letivoo nosso departamentonorteou o seu Planode Atividades comum objetivo concreto:reconhecer o esforçode alunos que mais sedestaquem na vida daEscola, oferecendo-lhesuma viagem, em Junho.Mas os sonhos não se concretizam semsuportefinanceiro!Easverbasnecessáriasobrigam a um trabalho meticuloso e aolongo de todo o ano. Sem medo, pusemos“mãos à obra” e comemorámos o dia de S.Martinho. Promovemos o convívio entretodososelementosdaComunidadeEscolarcomumalmoçoondeossaboresdooutonoencheramasnossasmesas:ascastanhas,aspapasdeabóbora,asbroasdefrutossecos,entre outros … Os nossos alunos do CursoProfissional de Comércio asseguraram asfebras e os de Restauração iniciaram-seno serviço de mesa.E foi, de facto, um momento bonito! AEscola ganhava a vida e a alegria de um“Picnic”, que todos nós tão bem conhe-cemos!Também as manhãsdeterça-feirasetor-narammaissaborosascomocheirinhodasbroas de abóbora, que chegavam por voltadas onze horas. Poucos professores conse-guiram dar as aulas do 3.º bloco da manhãsem que os alunos os interrogassem sobreo cheirinho que estava na sala. E quantosnão partilharam essa “iguaria” com eles!Mas falta ainda trabalhar bastante paraqueestesonhotenhasucesso.Maisativida-desagendadas,esperandoodepartamentoque todos aqueles que queiram colaboraro façam, assumindo o projeto como seu.Atodososquejáaderiram,onossomuitoobrigado.Rosa Agostinho
    • Escola Secundáriada Gafanha da Nazaré10.ProjetosgafanhotoNunca é tarde demaispara aprender a comerComo em tudo na vida, manter o equilí-brio, o bom senso e valorizar cada detalhe,são princípios de eficácia.Há três princípios básicos de uma ali-mentação saudável. Deve ser completa- diariamente, devemos ingerir todos osalimentos de cada grupo da roda alimentare beber bastante água. Deve ser equilibra-da - importa ingerir maior quantidade dosalimentos com maior representatividadena roda dos alimentos e menor quantidadedaquelescommenorrepresentatividade,deforma a garantir o equilíbrio alimentar. Edeveservariada-dentrodecadagrupoedeacordo com a estação do ano. Num adulto,a alimentação deve fornecer os nutrientesnecessários para garantir que o sistemaimunitário continue a desempenhar comeficácia o seu papel de barreira contra asinfeções, e em quantidade adequada, paraprevenir o risco de obesidade.Proteínas, hidratos de carbono, fibras,minerais, vitaminas, gorduras e açúcaressão necessários, porque cumprem funçõesdiferenciadas no organismo: uns fornecemenergia, outros intervêm na formação eregeneração de tecidos, outros ainda naregulação das funções fisiológicas.Énestesprincípiosqueassentaachama-da dieta mediterrânica, que continua a serentendidacomoabasedeumaalimentaçãosaudável.Aregradeouroéajustaroconsu-mo em função dos benefícios nutricionais.0 problema é que ainda há alimentos con-sumidos em excesso e outros que escas-seiam, na dieta dos portugueses. Exemplode um consumo deficitário são os vegetais,apesar dos elevados teores de vitaminase sais minerais que fornecem, saciando eprevenindo o envelhecimento. Tal como afruta - deveríamos comer em média cincoporções de alimentos do grupo da frutae legumes por dia - fonte de vitaminas eminerais e pouco calóricos. Os hidratos decarbono abundam no pão, massa, arroz oubatata,devendoconstituiraprincipalfontede energia, sendo de preferir às gorduras,embora como regra geral devamos evitaros excessos. Carne, peixe e ovos são asmaiores fontes de proteínas.Para além do aporte proteico, o peixefornece ácidos gordos essenciais bené-ficos para o cérebro e o coração, sendopouco calórico. As carnes de aves devemser privilegiadas face às carnes de porcoou de vaca, por serem mais magras. Leite ederivadoscontribuemparaasaúdedeossose dentes, devido ao seu elevado teor emcálcio. Finalmente, a água - que participaem todas as funções e é componente decélulas e tecidos -, litro e meio a dois litrospor dia, é a quantidade indicada para umadulto saudável.Hábitos precocesA alimentação das crianças não difereassim tanto da dos adultos, mas dada afase acelerada de crescimento, as criançastêm exigências nutricionais específicas.A verdade é que o número de caloriasdiárias varia em função da idade, do ritmode crescimento e do nível de atividade:2200 kcal para crianças e adolescentesdo sexo feminino e 2800 kcal para ado-lescentes do sexo masculino. Mais do queo valor, é a qualidade dos alimentos quepermite alcançar a dose de energia diá-ria. Neste plano, o exemplo dos adultos édeterminante, porque se os pais comeremvegetais e frutas, moderarem doces, fritose salgados, a probabilidade de os filhosseguirem o mesmo modelo é maior. Masse os pais recusam a sopa ou a salada,tornar-se-ámaisdifícilosfilhosapreciaremestes alimentos.Asboasdecisõessobreofuturodosfilhospassamtambémpelaalimentação.Oshábi-tos que adquirirem na infância perdurarãomuito provavelmente durante toda a vida.Adolescência é determinanteNa adolescência, a alimentação deve,entre outros aspetos, contribuir para pro-mover as capacidades mentais e as compe-tências intelectuais. É também desde cedoe durante a adolescência que se previnemmuitas das doenças da idade adulta, quepodem ser devidas a uma alimentaçãodesequilibrada: obesidade, diabetes, hi-pertensão arterial e colesterol elevado.Por isso, o adolescente deve incluir nasua alimentação, em quantidades sempreadequadas, alimentos ricos em proteínas(a carne, o peixe, os ovos e o leite e deri-vados), energéticos (massas, arroz, batata,pão)ecomfunçãoreguladoraquecontribuipara o bem-estar e bom funcionamento doorganismo (frutas e legumes, fontes defibras, vitaminas e sais minerais).No dia 17 de outubro , em comemoração do Dia Mundialda Alimentação, foi lançada na escola a Campanha “Eusei escolher!”, cujo objetivo é promover e incentivaro consumo de lanches saudáveis. Nesse sentido,foram propostas várias combinações de menus, quese encontram disponíveis no bar dos alunos da nossaescola, a preços mais acessíveis.Com esta iniciativa, a escola pretende que os seus alunosadquiram hábitos alimentares mais saudáveis, uma vezque é na escola que passam um elevado número de horas,sendo portanto o local onde ingerem uma parte substan-cial de alimentos. A qualidade e a quantidade de génerosalimentícios, ingeridos em meio escolar, têm um impactoenorme na saúde e bem-estar dos jovens, sendo o bufeteescolar um espaço de capital importância.No âmbito do Projeto de Educação para a Saúde tem-se vin-do a aferir a quantidade de massa gorda em todos os alunosda escola e a encaminhar os casos mais problemáticos paraa Consulta de Nutrição do Centro de Saúde de Ílhavo.Equipa do PES
    • Escola Secundáriada Gafanha da Nazaré Projetos.11gafanhotoEm síntese, e para todasas faixas etárias:— Preferir hidratos de carbono (pão, mas-sa, arroz, batata, cereais) como fonte deenergia.—Reforçaroconsumodeprodutoslácteos.—Consumirproteínasdeformaequilibrada,tendo o cuidado de limitar a ingestão degordura de origem animal.—Aumentaraingestãodefrutaselegumes.— Beber água em abundância.— Evitar as bebidas gaseificadas e refri-gerantes.— Moderar o consumo de sal e de açúcar.— Tomar sempre o pequeno-almoço.— Repartir as refeições, evitando o jejumprolongado,comendoporçõesmaispeque-nas a cada refeição.Alimentar o envelhecimentoCom a idade, as necessidades energé-ticas diminuem, sobretudo se a atividadefísica for limitada, mas o corpo continuaa precisar das mesmas quantidades deproteínas, vitaminas e minerais, e maiornecessidadedefibra.Porissoéfundamen-tal que os alimentos sejam ricos do pontode vista nutricional. Apesar de a maioriados idosos beneficiar com a diminuiçãoda ingestão de gorduras, estas não devemser descuradas, pois são importantes paramelhorarem o sabor dos alimentos. É desalientar a importânciadealimentoscomoos peixes e óleos vegetais, ricos em ácidosgordosómega3eómega6,dereconhecidautilidade, especialmente naqueles queapresentem elevado risco cardiovascular.Relativamente às fibras, visto que nosidosos a obstipação e outros problemasintestinais são frequentes, o consumo decereais, frutas e legumes, deve ser incen-tivado, para favorecer o normal funciona-mento dos intestinos.0 “primeiro almoço”0 pequeno-almoço é a refeição maisimportante do dia. Só que o ritmo acele-rado do quotidiano leva-nos a torpedearesta lógica. Será que essa desvalorizaçãoé induzida pelo adjetivo “pequeno”? Éque deveria mesmo chamar-se “primeiro”,pelo papel essencial no funcionamento doorganismo ao longo do dia: é a refeiçãoque permite recarregar baterias, elevar osníveisdeenergia,depoisdashorasdesono.Não assegurar o pequeno-almoço signi-fica comprometer funções como a concen-tração e a memória, tão importantes querem idade escolar, quer no desempenhoprofissional. As crianças que “passam” aprimeira refeição do dia têm mais dificul-dades em provas realizadas pela manhã.E quando assim é, acabam por sentir fomedurante a manhã e, mais cedo ou mais tar-de, são tentadas por alimentos altamentecalóricos, desestabilizando o peso.A azáfama diária em que mergulhamoslogo de manhã é o argumento para muitaspessoas não tomarem o pequeno-almoçoadequadamente. Grande parte nem comenada, outros ficam-se por “qualquer coi-sa”... Mas o pequeno-almoço é de extremaimportância e, sobretudo para os maisjovens, tem uma influência determinanteno sucesso escolar.Uma alimentação correta deve carate-rizar-se por ser completa, equilibrada ediversificada, mas nem sempre tal acon-tece. As pessoas ainda retêm a imagemda pirâmide alimentar, procurando incluiras doses certas dos diversos nutrientes,mas frequentemente esquecem o quãoimportante é fazer refeições ao longo dodia. Não basta diversificar e calibrar nu-trientes.Háquesaberdistribui-losduranteas 24 horas. Quando, a caminho da escolaou do emprego, se come uma bolacha ouum biscoito ou se bebe meio copo de leiteou um simples café, perdemos a noção deque já passaram oito ou mais horas desdea última refeição ingerida... Ao deixarmoso organismo sem aporte nutritivo durantelongas horas, o seu funcionamento, inevi-tavelmente, ressente-se.Afinal, basta reservar 10 minutos parasalvaguardar o nosso organismo ao acor-dar. As pessoas não têm todas as mesmasnecessidadescalóricaseissotambémdeveserrespeitadonopequeno-almoço.Aidade,o sexo, o peso, o estilo de vida e o próprioclima, são fatores que influenciam o tipodealimentosincluídosnopequeno-almoço,que deve fornecer 20 a 25 por cento daenergia total obtida com a alimentação aolongo do dia. Assim sendo, não importa sehá pessoas que ficam reconfortadas comumcopodeleiteeumasandeseoutrasquerequerem algo mais substancial. Mas - éclaro - convém ter cautela com o açúcar,a gordura e o sal, tal como nas restantesrefeições. As pessoas mais sedentáriasdevem evitar pequenos-almoços muitoabundantes, que podem implicar umamaior ingestão de gorduras, para além dedificultarem a digestão. Um conselho queseaplicatambémapessoasobesasoucomtendência para a obesidade, a idosos e in-divíduoscomproblemascardiovasculares.4 mandamentos, paracomeçar bem o dia:— Comer devagar, mastigando bem osalimentos— Ingerir alimentos variados, que for-neçam proteínas e hidratos de carbono deabsorçãolentaecombaixoteordegorduras— Comer sempre à mesma hora—Tomararefeiçãonumambientecalmo,sem pressasA Primeira Refeição da Manhã é funda-mental para que o dia corra bem. Há porisso que valorizar (e muito) o pequeno-almoço ...e tenha um dia feliz!Retirado de Revista Saúde, nº181,outubro 2011-12-07
    • Escola Secundáriada Gafanha da Nazaré12.ProjetosCom PETNo âmbito das atividades do projetoEco-Escolas foi construída na ESGN umaárvore ecológica com garrafas PET.Arecolhadasgarrafasfoifeitaprincipal-mente pelos diretores de turma do ensinobásico, nas aulas de Formação Cívica, maso pessoal docente e não docente da escolae a Câmara Municipal de Ílhavo tambémcontribuíramdepositandotodasasgarrafasde água nos locais adequados.Asturmasquemaisgarrafasrecolheramforam: 7ºB, 7ºC e o 9ºC.Durante as tardes de quarta feira al-guns alunos destas turmas e também do7ºE, participaram nas diversas fases deconstrução da árvore, que envolveram aconstruçãoderecipientesadequadosparaa recolha das garrafas na escola, corte degarrafas e colocação das mesmas no local.Os alunos do 8º ano do Curso de Educaçãoe Formação de Eletricidade colaboraramna iluminação da árvore.Ecos do ecoFelicitada pelo sucesso dos seus produ-tos, a Eco-Decor agradece a todos quantosparticiparam, ou de alguma forma con-tribuíram para a entrega atempada dasencomendas de Natal.Muito para além da meia hora suple-mentar de laboração diária, já prevista, oscolaboradores da Eco-Decor orgulham-sede trabalhar, arduamente, sempre queas obrigações assim o exijam. Certos deque é possível continuar a contar com adisponibilidade de todos, não se receia adeslocalizaçãodaempresa,nemestãopre-vistos cortes nos salários, nem tão poucodespedimentos de pessoal.Na firme convicção de que, num futuropróximo,aEco-DecorvenhaasercotadaemBolsa,écomalegriaqueatodosdesejamosFestas Felizes e um Bom Ano de 2012,com a eco-decor, a empresa do futuro!departamento de informática, publicidade emarketing“ Reciclagem de papel”No dia 4 de novembro as professoras Teresa Pacheco e Ade-laide Pinheiro, do Eco Escolas, dinamizaram uma atividade comos alunos do EFA (Educação e Formação de Adultos) para estesaprenderem a reciclar papel e assim poderem fazer umas toalhasparaaAtividadeIntegradoradoDiadeSãoMartinho.Estaatividadeteve como objetivos principais a sensibilização dos formandospara a problemática do excesso de resíduos, nomeadamente dopapel e a divulgação da técnica da reciclagem do papel. Algunsdos formandos participaram com entusiasmo e aprenderam areciclar materiais e assim contribuíram para a Sustentabilidadedo planeta Terra.Estas bandeiras têm como principal objetivo reconhecer e pre-miar o trabalho desenvolvido pelos estabelecimentos de ensinona melhoria do seu desempenho ambiental. A ESGN contribuiupara que Ílhavo seja, pelo 5º ano consecutivo, o 2º melhor mu-nicípio do país e fez-se representar pela direção, professores,encarregados de educação e por muitos alunos participantesno projeto Eco Escolas.Obrigada a todos os que contribuíram e apostaram noprojeto.Galardão do Eco-EscolasNo dia 18 de novembro, no CentroCultural de Ílhavo, foram entreguesas Bandeiras Verdes do Eco Escolasdo município de Ílhavo.
    • Escola Secundáriada Gafanha da NazarégafanhotoProjetos.13Há Rolhas que dão Folhas”O Projeto Eco Escolas da ESGN ins-creveu-se na campanha promovida peloCONTINENTE “Rolhas que dão folhas”.Esta campanha tem em vista a sensibili-zação das comunidades escolares, seusfamiliares e amigos, para a reciclagemde rolhas de cortiça e as vantagens dareciclagem de rolhas de cortiça, pela qualse pretende plantar árvores no âmbito doProjeto “Floresta Comum”.Uma vez inscrita na Campanha, o EcoEscolas da ESGN ficou encarregue de reu-nir o maior número de rolhas junto darespetiva comunidade escolar.a) Por cada saco de rolhas entregue,o CONTINENTE entregará um vale, queservirá como comprovativo da entregaefetuada.b) As escolas vencedoras serão aque-las com maior número de vales reunidos,proporcionalmente ao número de alunos.Já foi entregue uma garrafa simbólica atodososelementosdacomunidadeeduca-tiva para recolher rolhas em casa e cadadiretor de turma terá um garrafão paracolocar as rolhas dos alunos da sua turma.Esperamos que todos participem, paraassimpodermosreuniromáximoderolhasna escola.30 de OutubroDiaMundialdaLutacontraoCancrodaMamaNo âmbito desta comemoração, foi dinamizado o placarddo bloco D com posters científicos alusivos à temática,elaborados pelos alunos de Biologia e Geologia do 11º ano.Equipa do PES
    • Escola Secundáriada Gafanha da Nazarégafanhoto14.LitoralAvanca (3km)OPercursoteminícionaCasaMuseuEgasMoniz - Quinta do Marinheiro, onde foraminstalados dois alpendres e seis conjuntosde mesas com bancos nas margens do RioGonde, permitindo assim aos visitantesusufruir deste parque de merendas comcapacidadeparaalbergargruposcomcercade 50 elementos, interligando o patrimó-nio cultural e natural do concelho. Foramtambém instalados bancos, papeleiras esuportes de painéis informativos. Estepercurso termina na ribeira do Mourão,fazendo a ligação ao percurso das Ribeirasde Pardilhó.Ribeiras de Pardilhó (8km)Nestepercursoforaminstaladossuportesdepainéisinformativosemtodasasribeirase os visitantes têm ao dispor na Ribeirada Aldeia uma zona de paragem que foireforçadacomumalpendre,mesas,bancose papeleiras. Este percurso termina na Ri-beira das Teixugueiras onde está instaladaumtorredeobservaçãocomumamagníficaperspetiva sobre o espelho de água da Riade Aveiro, onde atualmente é possível verfacilmente grupos de flamingos.Ribeiras de Veiros (9km)Com início na Ribeira Nova, este pa-seio, vai-se afastando gradualmente daRia,permitindocontactarcomoutrotipodehabitatseaproveitaravistapanorâmicadatorredeobservaçãoinstaladanaRibeiradaMoitela. O percurso, com passagem pelasribeiras de Veiros, Moitela, Tralhinha eMoita, termina no Esteiro de Estarreja. Sófoipossíveladefiniçãodestetroçoapósin-tervençãorecentedaautarquianasmargensdo esteiro. Este percurso ficará ligado aoPercursodoRioAntuãedessaformaatodaa rede de percursos BIORIA já existentes.40 km de percursosA inauguração dos novos percursosocorrerá na Primavera (altura em que seráatualizada a informação nos painéis infor-mativos), assinalando assim o arranquede uma nova época. Os visitantes terãoao dispor cerca de 40 km de percursos (20kmatuais+20kmnovospercursos)pedes-tres em zonas completamente distintas emtermos paisagísticos, bem como habitatse biodiversidade associada.BIORIA com novospercursos naturaisForam já instaladas as estruturas dos novospercursos nas freguesias mais a norte do concelhode Estarreja. Decorre assim a fase denominadacomo BIORIA 3 e que abrange as freguesiasde Avanca, Pardilhó, Veiros e Beduído.Reforço de estruturasno Percurso de SalreuNo Percurso de Salreu, o primeiro trilhonatural do BioRia, foi colocada uma torrede observação na zona de transição entrearrozais e caniçal permitindo assim terum grande plano sobre estes dois habitatsvitais para o ecossistema local, com umaelevada biodiversidade associada.Também a zona de merendas, ao ladodo centro de interpretação ambiental, foireforçada com dois alpendres de forma apoder dar resposta ao crescente númerode grupos que durante todo o ano visitama rede de percurso pedestres.A rede de PercursoPedestres ficaráconcluída no verão comimplementaçãodoPercursode Fermelã atravessandoo raro e genuíno habitat“Bocage”.http://www.bioria.com/newstext.php?id=80O Projeto BIORIA e a sua interligação às intervenções previstas no POLIS (FrenteLagunar, Núcleos Piscatórios e Via Ecológica Ciclável) e à rede de percursosintermunicipais do CICLORIA, permitirá uma efetiva e profunda requalificaçãode toda a frente lagunar de Estarreja, recuperando e aprofundando a relaçãodo nosso território com a Ria de Aveiro. Cumpre-se assim o desígnio de “Virar oConcelho para a Ria”.
    • oooooooooo.29Escola Secundáriada Gafanha da NazarégafanhotoSim, um suplemento é, segundo o Dicionário Houaiss de Sinónimos eAntónimos,umcaderno,umapêndice,umcomplemento.Esteteráaousadiadesedizerliterário:porquedeleconstarãotextosproduzidosporelementosda nossa comunidade escolar; porque através dele poderemos ficara saber um pouco mais sobre escritores e correntes literárias…Assim, lançamos um desafio: escrevam, escrevam sempre;preencham este espaço com textos, muitos textos – poesia;prosa;diário;textosdeopinião;sobreoMundoeomundo;sobre o aqui e o acolá; o próximo e o distante; opassado e o futuro; o eu e o outro;…NaturezaNatureza,Não vivemos sem ti.Contigo podemos ser livres,Podemos sentir-te;Podemos saber se estás feliz ou triste,Podemos compreender se estás abandonada ou protegida.Na Primavera e no Verão és feliz.Aí tudo é belo.O brilho do Sol,A serenidade da água do mar, na vasta imensidão,Os jardins verdejantes, bonitos, delicados,As flores a perfumar…Mas sentes-te triste e abandonada.Por vezes, revoltas-te contra o que o Homem te faz.No Outono já te começas a revelar:As folhas das árvores que deixas cair,As lágrimas que fazes soltar…Por vezes, as grandes tempestadesQue levam o Homem a pensar…Os Homens estão a tirar-te tudo aquilo que és,Querem dominar ...Não deixes que tal aconteça.Tu és única, bela e imponente!Carolina Maria Teixeira Ribau, 11ºCEspelhoda almaO poder do sorriso é grande e, sabersorrir é algo de muito importante. Existeo sorriso espontâneo, soltado de ummodo verdadeiro como uma plantaque não foi semeada, o sorriso discretoe envergonhado vindo da terra dossegredos ou o sorriso contagiante queespalha magia e sedução. Sorrir não éapenas um acto, é também um modo deestar na vida. Um sorriso pode afastaruma angústia, se for simpático, ouaumentá-la se for sarcástico.Um sorriso pode estimular umtrabalho, se for de aprovação, oudesanimar quem trabalha se for hipócrita.Pode criar uma amizade, se for sinceroe transparente, ou um afastamento sefor fingido. Pode também humilhar demodo irreversível, se não for autêntico eespontâneo. Um sorriso tem mil palavraspara contar e que ficam por dizer.Mostrar um sorriso, é importantepara quem sorri e para quem o sorrisoé dirigido. Ao sorrir, mostramos aafectividade, o carinho e a solidariedadepara com a pessoa. Para as mulheres,o sorriso é mais frequente, utilizam-nocomo arma de sedução espontânea.Pelo contrário, o homem utiliza-oracionalmente para delimitar o seu desejode dominação. Sorrir é sinal de vida, e nãohá emoções que se despertem que não seconsigam esconder por trás de um sorriso.Sorrir é algo inevitável. As pequenascoisas da vida fazem-nos sorrir. Um cegoque nunca viu um sorriso, sorri. Um surdoque nunca ouviu uma gargalhada podesoltá-la. Todas as pessoas merecem sorrir,e se sorrirem para a vida a vida sorrirápara elas. Sorrir faz parte da qualidadede vida de cada ser humano e é umaforma de elevar-se a si mesmo, de manteruma atitude positiva diante de cadacircunstância da vida, de se amar e sevalorizar.Ao sorrirmos ao próximo estamos adar importância ao outro e a dizer queo vemos e que ele é importante paranós. Sorrir é descobrir a beleza da vidae dar um mundo melhor a todos os quenos rodeiam. Um sorriso certo na horacerta pode ser tudo numa altura defraqueza para alguém. Um sorriso é algomuito sério. É o solvente universal dosproblemas.É por isso que um sorriso é um espelhoda alma. Reflecte o estado de espírito,a emoção, a integração e a reacção apequenos gestos que trazem felicidade.A felicidade só nos é devolvida quandoentregamos felicidade aos outros. Parareceber é preciso dar e, porque um sorrisopode representar imensos sentimentos,mais vale um sorriso triste do que atristeza de não saber sorrir. Sorri.Salomé Margaça Carvalho, 12ºanoSUPLEMENTOLITERÁRIOIsto é uma espécie de
    • 30.oooooooooo Escola Secundáriada Gafanha da NazarégafanhotoEraumavezumaaldeiaondeexis-tiammillagoas.Numadessas,estavaescondidoumtesouroquedavavidaefortunaeternaaquemoencontrasse.OReidaAldeiadasMilLagoas,“El-ReiD.Corleone”,mandouosseusservosprocurarotesouronessaslagoas.Masapenasdois,esódois,regressaram;contudo,semopretendido.Maistarde,quandoopovosoubequeoreisofriadeumagravedoençaequepagavaaquemencontrasseotesouro,muitosforamaquelesqueseaventura-ramairprocurá-lo,mas,paraalémdosquemorreram,muitosdesistiram.Oreipensavaquetudoestavaperdido,atéque,derepente,entra-lhepelocasteloadentroumhomem,dequemtodosnaaldeiatroçavameporquemnãotinhamomínimorespeito.OhomemtraziacomeleotesouroqueiriasalvaroReiD.Corleoneeaaldeia.Todosficaramadmiradoscomacoragemevalentiadaquelepequenohomeme,assim,todaaaldeiaeopróprioReiganharamrespeitoporeleeaprenderamatratartodosdamesmamaneira.Joana Gomes — Gil Cardoso— Nuno Martim — Sara RochaHaviaumsegredoinigualável,escondi-donumvelhoepoderosolivroqueseen-contravaenterradopertodasmuralhasdocastelodumReinoLongínquo.Nessemesmoreino,existiaumlagorepletodesapos,quequeriamserimortais,masque,paraisso,precisavamdeconsul-tarofamosolivro.Porém,haviaummalvadodiaboqueprotegiaocastelo,impedindoossaposderealizaremoseusonho.Filipa Miranda — Luana Fernandes— Maria Spínola — Raquel Cravo — Ricardo OliveiraO Gato BórisHavia,hámuito,muitotempo,naalturadosreis,bruxasecavaleiros,umgatochamadoBóris.Vivianumalindaaldeianomeiodasmontanhas,aldeiaondecorriasempararumrioondeBóris,todososdias,íapescarebrincarcomasuanamoradaKitty.Numabelatardedesol,BóriseKittycombinaramirbrincarparaosítiohabi-tual.Quandoláchegaram,deitaram-sedebaixodeumaárvoreacomerpeixe,quetinhampescadonorio.Depoisdeteremrelaxado,decidiramirnadarumbocadinho.Nabrincadeira,BórisempurrouKittyparaaáguaeestaficoufuriosacomele.Bóristentoudesculpar-se,masKitty,tãoaborrecidaqueestava,disse-lheparaelesecalareparanuncamaislhedirigirapalavra.Eleficoumui-totristee,então,tomouumadecisão:iràflorestafalarcomavelhabruxaquelávivia.Bóris,comoeramuitoveloz,chegoulá“numabrirefechardeolhos”.Eleexplicou-lheasituaçãoeabruxadisse-lhe:-Tensdeiraotopodacolina,ondeen-contrarásumcavaleiroquetedaráumapoçãomágica,quetevairesolvertodososteusproblemasamorosos.OGatoBórisdemorouquaseumdiaairbuscarapoçãomágica,depoistomou-aedeu-aàsuaamadaeentãoviveramfelizesparasemprejuntodosseusfilhinhos.Miguel Vilarinho — Francisco Garrelhas— Beatriz Monteiro — Levi CamposEstes pequenos textos foram escritos a partir deum jogo de cartas chamado «A Arca dos Contos» eforam, posteriormente, alvo de pequenas drama-tizações. A turma dividiu-se em grupos e cada umtirou sete cartas de um baralho; a partir destas,escreveram as histórias. Seguem-se três delas….OficinaTeatroEFEMÉRIDESMary BlairMaryBlair, responsável famosapelaanima-ção de filmes como “Dumbo”, “A Dama e oVagabundo” e “Peter Pan”, nasceu a 21 deoutubro de 1911, em McAlester, Oklahoma.Esta artista norte-americana introduziu aarte moderna nos estúdios de Walt Disneyao longo de 30 anos.Comassuascoresimaginativas,MaryBlairinspirou filmescomo“AlicenoPaísdasMa-ravilhas”, “Cinderela” e parques da Dis-neylândia. Deu vida a personagens criadasporWaltDisney,quegostavamuitodotoque“infantil” que a artista dava às suas obras. Falecida em 1978, foi uma das primeirasmulheresdistinguida comoDisneyLegend,em1991.Também,atítulopóstumo,recebeuoWinsorMcCay,prémiodaASIFA-Hollywoodem 1996.Mark TwainMarkTwain,escritornorte-americano,come-moraria, este ano, o seu 176.º aniversário.TomSawyereHuckleberryFinnsãoduasdassuas mais célebres personagens.A sequela “As aventuras de HuckleberryFinn”,de1885,faztambémpartedasobrasmais famosas de Mark Twain, escritor refe-rido por William Faulkner como “o pai daliteratura norte-americana”.Conhecidopelassuasnarrativasdeviagenseaventuras,MarkTwain,cujonomeverdadeiroé Samuel Langhorne Clemens, morreu a 21de abril de 1910. Tal como era desejo doautor, a sua autobiografia foi publicada noanopassado,umséculodepoisdasuamorte.SUPLEMENTOLITERÁRIOgafanhoto
    • oooooooooo.31Escola Secundáriada Gafanha da NazarégafanhotoSer poeta (10º F)Ser poeta éConstruir, sonhar, viverTer alma, amar, sentirÉ querer...É ter vida, coragem, vontade.Ser poeta éSer livre, realizar, gostarTer objetivos, tempo, féÉ chegar mais alto...É recordar, criar, brincar.Ser poeta éTer confiança, força, esperançaÉ pensar, imaginar, diversificarÉ ser cuidadoso, feliz, lealTer tempo, sentimentos, saudade.Ser poeta éLembrar... Recordar...E ter medo de perder os que amamos!Ser poeta (8º A)Ser poeta é gritar, sonhar, rimarExprimir-se, é ser livre, amar.Ser poeta é sentir, pensar, voarCantar, brincar, imaginar.Ser poeta é ser humano, ter espíritoSer especial, observador, realizador.Ser poeta é ser feliz, apaixonado,criativoÉ ter emoção, afeto, saudade.Ser poeta é ir mais longeE tornar o mundo amigo!Ser poeta (8º B)Ser poeta é ser criador de um novomundoE voar pelas palavras…Ser poeta é dizer o que sentimosPor amor às palavras…Ser poeta é ser um anjo que criaÉ ser um dragão que expele fogo.Ser poeta é seguir o coraçãoE ter imaginação…Ser poeta é ser uma fada com asas desedaE tornar possível o impossível…Ser poeta é ter magiaE viver a sua história…É sonhar acordado!Ser poeta (8º C)Rimar com os sentimentosIr mais alémSoltar tudo o que se tem em menteDesprezar a monotoniaSer provocado pela melodia daspalavrasSer atrevidoSer homenageadoSentir paixão pela escritaSer imortalViver pelas palavrasRevelar algo novoCriar, renovar, sonharImaginar o impossívelUltrapassar a margemSer livreMorrer e ficar na memória…SerPoetaNuma aula de Língua Portuguesa, criámos umespaço diferente: um momento de poesia.Saboreia a vida! Vicia-te em poesia! Um Natal, comsalpicos de rosa e de magia!As professoras, Amélia Pinheiro e Isabel Sardo.D. DinisD. Dinis (1261-1325) era filho do rei D.Afonso III, neto de D. Afonso X, rei de LeãoeCastela,etrinetodeD.AfonsoHenriques.Subiu ao trono de Portugal em 1279. Co-nhecido como rei lavrador, desenvolveua agricultura e ordenou a plantação doPinhal de Leiria.Nodomíniocultural,cabe-lheaglóriadeter fundado a Universidade que, sediadaem 1290 em Lisboa, foi transferida em1308 para Coimbra; determinou, ainda,que na língua vulgar portuguesa, e nãona latina, passassem a ser redigidos osdocumentos judiciais.Mas é como rei-poeta que D. Dinis nosinteressa particularmente: foi trovador,um dos maiores da sua época e, segun-do Natália Correia, o mais fecundo dostrovadores portugueses, tendo chegadoaté nós 138 cantigas por ele compostas.Aindasegundoaquelaescritora,«pelonovoalento que deu às letras hispânicas numaépoca de decadência, pela importânciade sua própria obra poética, o nome deD. Dinis deve ocupar lugar privilegiado naliteratura medieval portuguesa.Cantares dos Trovadores Galego – Portugueses,Natália Correia, Editorial Estampa, 1970SUPLEMENTOLITERÁRIOgafanhoto
    • 32.oooooooooo Escola Secundáriada Gafanha da NazarégafanhotoDurantepartedoprimeiroperíodo,osalunosdo7ºanoestudaram,nasaulasdeLínguaPortuguesa, a obra O Cavaleiro da Dinamarca de Sophia de Mello Breyner Andresen.Esta história conta a viagem de um cavaleiro dinamarquês à Terra Santa para passar oNatal. De regresso à sua terra, ele visitou locais magníficos e conheceu pessoas muitointeressantes.Nós (7º E) imaginámos as cartas que o cavaleiro e a sua família escreveram.A Dinamarca vista de terra alheiaNão parece mais do que um grão de areiaA Dinamarca, como um dinamarquês a vê,É tão grande que ninguém crê.Piet Hein (poeta dinamarquês)Dinamarca, 4 de maio de 1456Querido,Quando soube que estavas em Veneza,fiquei mais descansada, pois não tinhanotícias tuas há muito tempo.Decidi escrever-te esta carta para tecontaronossoNataleparasabercomoé que estavas.ONatalfoicomoocostume:grandeazá-fama nos preparativos, o calor e a ale-griadentrodecasa,umagrandeceia,asgrandescoroasdeazevinhopenduradasnasportase,principalmente,asnossashistórias, que continuaram a ser belase emocionantes. Ma s não foi a mesmacoisa sem ti…Quandovoltas?Estamoscheiosdesau-dades tuas e o tempo está a passar tãodevagar…Por aqui está tudo bem, tirando o factode o nosso filho mais novo ter partidoumapernaeumbraço,poiscaiudeumaárvore.Temcuidadonorestodaviagem.Quere-mos que voltes são e salvo, a tempo decelebrares o Natal connosco, tal comoprometeste.Fico a aguardar uma resposta.Um beijo da tua esposaJeraldinaAna Rita CastroAntuérpia, 25 de julho de 1456Querida famíliaEstou em Antuérpia, na casa de um sim-páticonegociantee,graçasaDeus,deboasaúde. Tenho muitas saudades vossas!O meu coração anda apertadinho desdeque parti… Faço sempre esta pergunta amimmesmo:conseguireicumpriraminhapromessa?Esperoqueosmeninosestejambem e que nunca se esqueçam que o paiosiráapoiarsempre.Jápasseiportanto,nemimaginam!Avia-gematéJerusalémfoicalmae,lá,visitei,umporum,oslugaressantos.NanoitedeNatal,rezeimuitonaquelagrutadeBelém.AcaminhodeRavena,fomosasswaltadosporumaterríveltempestadeque,felizmen-te,amainoupassadoscincodias.Ravenaé uma bela cidade, mas Veneza é irreal,pareceumcontodefadas!Estivealojadona casa de um mercador que me contouumahistórialindíssima.EmFlorençaeratudo mais sério e calmo, mas reinava asabedoria.NacasadobanqueiroAverardo,contaram-mehistóriasinteressantíssimas!TivepenadedeixarItália…Aqui, em Antuérpia, é tudo diferente. Onegocianteflamengovivenumambientemuitoacolhedor…Conheciumcapitãoquemecontouassuasaventuras…Depois conto-vos tudo. Tenho muitassaudades.Amo-vos muitoHamerAna CarolinaInesperadamente…Olhei para ti,Inesperadamente…Olhaste para mim,Inesperadamente…Cruzámos olhares,Cruzámos corações,Trocámos amor,Sem saber, sem querer, sem pensar…Inesperadamente…Foi sem saber que te olhei,Sem querer que te beijei,Sem pensar que te amei.Um dia partiste,Inesperadamente…Já não cruzamos olhares,Já não cruzamos coraçõesJá não trocamos amor.Porque tu não percebeste,Porque tu não acreditaste,Porque tu não aguentaste,Fiquei só,Inesperadamente…Sem ti,Já não olho, já não sinto, já não vivo.Foste sem mim,Inesperadamente…Mariana Ferreira Matos da Silva, 11ºCDinamarcaSUPLEMENTOLITERÁRIOgafanhoto
    • Escola Secundáriada Gafanha da NazarégafanhotoLitoral.15Recentemente o mar invadiu a costa asul de Aveiro. O mar destruiu o sistemadunar entre a praia do Areão e a praia daVagueira, mais precisamente na praia doLabrego, invadindo os terrenos interiores,chegando mesmo a cortar a estrada muni-cipal 591, situada junto ao Canal de Mirae que liga as duas localidades.Este fenómeno da erosão costeira nãoé novidade na região, dado ser uma zonade elevado risco geológico, com acentuadorecuo da linha de costa e diminuição dosareais das praias. No ano 2000, já tinhaacontecidoomesmo.NumestudorealizadopeloprofessorLuísPereiraentreOutubrode1998 e Dezembro de 2000, já se alertavapara as consequências deste fenómenona região.De facto, com a construção de váriasbarragens nos principais cursos de águasituados a norte da região, verificou-seuma acentuada diminuição da quantidadede sedimentos, que chegam ao mar e como aumento do molhe norte da barra deAveiro em cerca de 500 metros, em 1985,observou-se que ano após ano a erosãocosteira se agrava de forma muito rápida eemlargaescalaemtodasaspraiassituadasa sul do porto de Aveiro. Logo a principalcausa, segundo vários especialistas, paraesta problemática, é a falta de sedimentosquecirculamnascorrenteslitorais,ficandoretidas a norte nos molhes e esporões apouca areia que circula.No final de Outubro de 2011, nas praiasda Vagueira, Areão e Mira, este fenómenotornou-se de tal modo acentuado e visível,que as populações se alarmaram, com apossibilidade de verem destruídas as suashabitações,bemcomoassuasculturas,queestão em terrenos interdunares.NesteiníciodomêsdeNovembro,oINAG(InstitutoNacionaldaÁgua)eMinistériodoAmbiente,têmtentadoremediarosestragoscausados pelo mar, colocando sacos deareia, junto às dunas (em Mira) ou recons-truindoocordãodunarcomadeposiçãodeareias tirada de terrenos interiores. Estaforma de atuar é como “colocar um pensorápido numa fratura exposta” e, como tal,inadequada e desajustada para o tipo decosta da nossa região.A Câmara de Vagos iniciou obras de re-paração, por questões de segurança, naestrada junto ao canal.Será de dizer que esta operação de pou-co vale, pois o mar continuará a erodir acosta,jáqueaenergiadaondulaçãonãosedissipará antes de chegar à praia e duna.Além disso, ocorrerão as denominadasmarés vivas, em que se verifica erosãomais acentuada.Aerosãotambémépornormamaisacen-tuadaemalturasdetempestade,emqueosventos são de Sul ou de sudoeste.Em minha opinião, a solução para estefenómenonãodevesersóareconstruçãodocordãodunar,masarealimentaçãoartificialdas praias com sedimentos retidos a nortedas barras dos rios principais.Também penso que as autoridades res-ponsáveisdeveriamolharmaisparadentrodomar,comoumasériahipótesedeminoraros efeitos da erosão e, não somente, a re-construçãodunar(daformaqueofazem,emque os sedimentos ficam soltos, podendofacilmente ser mobilizados).Professor Luís ventura PereiraErosãocosteiraagrava-sea sul do porto de Aveiro
    • Escola Secundáriada Gafanha da Nazarégafanhoto16.BibliotecaÀ descoberta de…Álvaro MagalhãesA atividade “À descoberta de…” faz parte do Plano Anualda Rede de Bibliotecas do concelho de Ílhavo, organismode que a Biblioteca da ESGN faz parte.Esteano,oautorescolhidofoiÁlvaroMa-galhães.Dandoinícioàsuacarreiraliteráriacom a publicação de poesia, em 1980, con-tinuou em 82 com o seu primeiro livro paracrianças, intitulado História com muitasLetras. Desde então, construiu uma obrasingular e diversificada, que conta atual-mente com mais de três dezenas de títulos,integrandocontos,poesia,narrativasjuvenise textos dramáticos.Comoobjetivodedaraconheceravidaeobra de Álvaro Magalhães, a Biblioteca temvindoadesenvolverumtrabalhocooperativocom as docentes de Língua Portuguesa eOficina de Teatro do 8º ano, cujas turmasse dedicam à descoberta do trabalho desteautor. Paralelamente, foram adquiridas al-gumasobrasdasuaautoriae“Trêshistóriasde amor” foi a escolhida para a 1ª fase doconcursoÍlhavoaLermais,quedecorreránanossa escola no próximo dia 11 de janeiro.O cão e o galoEra uma vez, num belo campo, um cãoque, todos os dias, roubava a comida deum galo.Tudo acontecia assim: quando o galocomeçava a cantar, logo de manhãzinha, ocão aproveitava para lhe roubar a comida.Certo dia, o galo fartou-se do cão lheroubaracomidaedecidiupreparar-lheumaarmadilha: pegou na comida e colocou-aao pé da comida do touro.Quando o galo começou a cantar, o cão,como de costume, foi tentar roubar-lhe acomida. Foi então que descobriu que elea tinha mudado de lugar.Julgando-se muito esperto, o cão come-çouaprocuraracomida,atéqueaviuaopéda do touro. Mas não reparou que o tourolá estava também. Começou a correr paraa ir roubar e disse baixinho:- O galo acha-se muito esperto, mas eusou ainda mais esperto do que ele! Hi…hi…hi!Quandoiaparacomeçaracomer,otouro,incomodado,pensandoqueaquelaera suacomida, deu-lhe uma valente cornada e ocão por terra caiu. Ao ver o cão naqueleestado, o galo riu-se até não poder mais.Moral da história: “Quem ri por último,ri melhor!”João Pedro SantosAmigos para sempre,ou talvez não?Era uma vez, no campo do tio Zé, um cãoe um galo fortalhaço. Eles eram amigos eassim eram há já muito tempo. Porém, talnão iria durar para sempre…Certodia,ogaloeocãoestavamapescarnolagomaisosoutrosanimais.Estavatudoa correr bem, até o galo decidir pregar umapartida ao cão. Então, chegou atrás dele,encheu os pulmões de ar e berrou:- Então, amigo?!O cão apanhou tal susto que se atiroupara a água, cheio de medo.Quando emergiu, os outros animaisriram-se dele e chamaram-lhe medricas.O cão foi-se embora muito zangado.Certo dia, o cão decidiu vingar-se dogalo. Então, pegou num ovo, chegou ao pédo galo e, sorrateiramente, sem que ele seapercebesse, pôs o ovo debaixo do galo.Depois, disse:- Oh compadre, o que é que tens debaixode ti?O galo levantou-se de relance, muitosurpreendido, e todos os outros animaisse começaram a rir e a dizer:- Olha, deu à luz um ovo!!!O galo ficou tão vermelho de vergonhaque se transformou num tomate.Quem ri por último…Manuel Pires JorgeFábulasdos diasde hojeNo âmbito do estudo daunidade “Narrativas daliteratura popular e tradi-cional”, os alunos do 7º Cforam desafiados a criarnovas fábulas, tendo comoprotagonistas um cão eum galo. A história criadadeveria, ainda, dar voz aoprovérbio “Quem ri porúltimo, ri melhor!”Dos vários trabalhos ap-resentados destacaram-sedois, que aqui se divulgamà comunidade escolar:
    • Escola Secundáriada Gafanha da NazarégafanhotoBiblioteca.17Escrevi a palavra nuvemeumanuvemnasceu…Deixoucairasúltimasgotasdechuvaqueestavamamaisnasuaformação.Ergueutodosospedaçosdealgodãodoceeexerceuasuafunção:tapouosolparaaliviarocalorechoveuparaascriançasbrincaremàchuva.Depoisdecorrermundointeiro,foidescobriroutrosmundos!...Maria DianaEscrevi a palavra amoreumcoraçãonasceunodesertodepapel.Eraumcoraçãocomoéumcoração.endireitouaalegria,sacudiuamagiaeperfumouoar.Voltouacabeçaàprocuradosoledeixoucairdoispedaçosdeamorsobrealguém.Depoiscresceu,atéficarcomapontadamagiaforadanatureza…RaquelAlmeidaDediaQuandoaluasevaieéchegadoosol,amãeabrefechosepersianasevaidestrancaroportãoquedáp’rarua.Depoiseuacordo,masosmeussonhosnãoacabamaquieeusaiopara riscarodiacomumfiodeimaginação,paracavalgarmistériosatédenoite.Ànoite,umasimplesbrisaabreportasejanelasenãoháchave,fechooutrancaquefecheaportalargadosmeussonhos.Maria João e CarolinaDe diaQuando a lua se vai e é chegado o sol,a mãe abre fechos e persianase vai destrancar o portão que dá p’ra rua.Depois eu acordo, mas os meus sonhosnão acabam aqui e eu saiopara riscar o dia com um fio de imaginação,para cavalgar mistérios até de noite.À noite, uma simples brisaabre portas e janelase não há chave, fecho ou trancaque feche a porta larga dos meus sonhos.Maria João e CarolinaEscrevi a palavra águaeumpeixenasceunooceanodepapel.Eraumpeixecomoéumpeixe.Endireitouabarbatana,sacudiuacaudaeagitouomar.Voltouacabeçaàprocuradasuperfícieedeixoucairumaescamasobreocoral.Depoiscresceu,atéficarcomapontadabarbatanaforadanatureza…Edna,AntónioeBernardoEscreviapalavramareumagotanasceunodesertodepapel.Eraumagotacomosãotodasasgotas:transparente,pequenaebrilhante.Depois,juntou-seaoutrasgotaseformouummardepalavrasparatransmitirtodasasemoções…Inês OliveiraEscrevi a palavra mare uma gota nasceuno deserto de papel.Era uma gotacomo são todas as gotas:transparente, pequena e brilhante.Depois, juntou-se a outras gotase formou um mar de palavraspara transmitir todas as emoções…Inês OliveiraEscrevi a palavra aveeumagaivotanasceunodesertodepapel.Eraumagaivota,comoéumagaivota.Endireitouasasas,sacudiuaspenaseembelezouoninho.Voltouacabeçaàprocuradocéuedeixoucairduaspenassobreotronco.Depoiscresceu,atéficarcomapontadobicoforadanatureza…Daniela AlmeidaDepois de algumas aulas dedicadas àdescoberta e estudo da obra de ÁlvaroMagalhães, os alunos do 8º D deram asasà sua imaginação e criaram alguns textos,parafraseando os poemas Mistérios daescrita e À noite.Dopoema“Mistériosdaescrita”,saíramnovosmistérios…Dopoema“Ànoite”,nasceu“Dedia…”Porque o saberocupa lugar......a Biblioteca da nossa escolaenriqueceu o seu acervo commais algumas obras, de modo apossibilitar um leque de escolhascada vez mais abrangente àcomunidade escolar.De entre os novos títulosadquiridosnosmesesdesetembroe novembro, destacamos osseguintes:Novos autores portuguesesO bom Inverno – João TordoHistórias falsas – Gonçalo M.TavaresBreve história de amor – TiagoRebeloO Filho de Mil Homens – ValterHugo MãeEscritores africanosde expressão portuguesaA feira dos assombrados – JoséEduardo AgualusaA Montanha da Água Lilás –PepetelaO Testamento do Sr. Napumocenoda Silva Araújo – Germano AlmeidaLeitura recreativaColeção de livros de Ulysses MooreO fantástico Sr. Raposo – Roald DahlO silêncio da água – José SaramagoOs Piratas; O Inventão – ManuelAntónio PinaA trança de Inês; O vento Suão –Rosa Lobato FariaO livro dos Amantes; A História peloburaco da fechadura; Entre cães egatos – José Jorge LetriaHistórias para ler e chorar por mais– Várias autorasO que se leva desta vida – AliceVieiraO homem do turbante verde – Máriode Carvalho
    • Escola Secundáriada Gafanha da Nazarégafanhoto18.PrevençãoO Dia Mundial de Luta contra a SIDA celebra-se todos os anos a nível mundial, no dia1 de dezembro. Tornou-se um dos dias internacionais para a saúde mais reconhecidos euma oportunidade chave para despertar consciências, comemorar os que têm passadoa mensagem adiante e celebrar vitórias, tais como mais acesso ao tratamento e aosserviços de prevenção.Na nossa escola esse dia também não passou despercebido. Os alunos da turma D do9º ano, das turmas A, B,C e D do 10ºano e da turma C do 11ºano, inserido no projetode educação sexual de turma, elaboraram um conjunto de frases alusivas ao tema, queafixaram no recinto escolar, entre os blocos A e B.Estas frases pretendiam sensibilizar toda a comunidade escolar para os problemaséticos, sociais, afetivos e biológicos relacionados com o tema, assim como promoveratitudes de prevenção, reforçando que o preservativo é a única forma de não correrriscos numa relação sexual.O Dia Mundial de Luta contra a SIDA dá-nos a todos a oportunidade de agir e degarantir que os direitos humanos estão salvaguardados e que os objectivos mundiaisde prevenção, tratamento e cuidados são atingidos.Equipa do PESA palavra SIDAsignifica Síndromada ImunodeficiênciaAdquirida, que é umadoença resultante dainfecção pelo VIH (Vírusda ImunodeficiênciaHumana). Este vírusataca e destrói asdefesas do corpo,levando a pessoa àmorte. Actualmente,com as diversasterapias de combinaçãopotentes, as pessoasinfectadas vêem a suavida prolongada emvários anos.SIDADIAMUNDIALDELUTACONTRAASIDA2011… uma pequena reflexão !No dia - 1 de Dezembro - comemora-se o Dia Mundial da Luta contra a SIDA.O último relatório da ONU Sida aponta que desde que surgiu a doença, morreramcerca de 25 milhões de pessoas e 60 milhões foram infectadas com o vírus do HIV.Este vírus existe e não infecta só os outros...Esta provoca uma ausência de imunidades, que não tem cura, que mata! E há que arespeitar...A prevenção começa em casa, na escola, entre amigos...
    • Escola Secundáriada Gafanha da NazarégafanhotoPrevenção.19“ Cordão Solidário…Porque a SIDA existe! “1O VIH e a SIDA são a mes-ma coisa.2 Pessoas com mais de 50anos não ficam infetadascom o VIH.3 O Preservativo é a únicaforma de me proteger dasinfeçõessexualmentetrans-missíveis.4Setiversexocomumavir-gem vou ficar curado.5 Não vou infetar-me sesó não usar o preservativodesta vez.6Se retirar o pénis antes deejacular,nãoficoinfetado/a.7 A Pílula protege do VIH.8Uma grávida seropositivatem sempre filhos infecta-dos.9 Quem ficar infetado peloVIH vai falecer num curtoperíodo de tempo.10Em Portugal, posso ficarinfetadosereceberumado-ação de sangue.11O leite materno não con-tém VIH.12 Existe uma nova versãodovírus,queétransmissívelpelo ar.13 O líquido pré-ejaculató-rio contém VIH.Alguns Mitose CrençasPodes ter um filho se tu ou o teu/a tua parceiro/a forseropositivo/a?—Se alguém que tem VIH decidir que quer ter um filho há opções disponíveis de formaa permitir que consigam esse objectivo, sem infectar o seu/a sua parceiro/a e existemetapas a seguir para assegurar que a criança não seja seropositiva.Se tiveres VIH, morres em breve?—Os tratamentos estão muito avançados e, embora não exista uma cura para o VIH,não é uma sentença de morte. As pessoas com um diagnóstico de VIH, nos dias dehoje, podem ter uma esperança de vida normal e viver uma vida saudável e produtiva.Consegues dizer, ao olhar para uma pessoa, que éseropositiva?—Frequentemente, as pessoas que têm VIH não parecem doentes. De facto, na gene-ralidade, não consegues dizer se alguém é seropositivo.Podem passar-se meses até conseguires fazer um testede rastreio para saberes se estás infectado com o VIH?—Um teste de rastreio ao VIH, que dê um resultado fiável, pode ser feito no espaçode um mês, após exposição ao vírus.Se fizeres um teste, arriscas-te a uma longa espera parasaberes o resultado?—Hoje em dia, os resultados do teste ficam disponíveis rapidamente.Conheço alguém seropositivo?—Hoje em dia, há mais pessoas do que nunca a viver com o VIH, mas menos pessoasreportam que conhecem alguém com VIH. As pessoas com VIH geralmente têm umaaparência saudável e muitos não acham fácil contar a outras pessoas, por isso poderásnão te aperceber se alguém que conheces é seropositivo.Não preciso de me preocupar com o VIH, porque já hátratamentos disponíveis muito bons?—Não existe cura para o VIH. Ainda que existam bons tratamentos, o que significaque as pessoas podem viver mais tempo com o VIH, tal requer a toma de medicaçãotodos os dias. Podem ocorrer efeitos secundários. Há também sequelas a longo prazopor ter de se viver com uma doença crónica e, infelizmente, ainda existe muito estigmae discriminação.Fonte: www.worldaidsday.orgOriginal em inglêsSOLUÇÕES:Verdadeiro:3,13Falso:1,2,4,5,6,7,8,9,10,11,12.TESTA O TEUCONHECIMENTOVerdadeiroou falso?Nesta tabela, para asseguintes afirmações,deves escolher se sãoverdadeiras ou falsas,assinalando com uma cruz(X) no espaço em brancoem frentede cada item.V FV FV FV FV FV FV FV FV FV FV FV FV F
    • Escola Secundáriada Gafanha da Nazarégafanhoto20.Temas e problemasA pena de morteA pena de morte é um assunto sensível e não é fácil chegar a uma con-clusão. Será correto tirar a vida a um indivíduo por cometer um crime? Oué incorreto? Eu acho que sim; é incorreto tirar a vida a um indivíduo porcometer um crime. Porquê? Na minha opinião, não é suficiente. Ainda quemuitos considerem a pena de morte a pena máxima; eu acho que é pouco.De certo modo, o criminoso sente-se aliviado por não ter de passar o restoda vida na prisão. Logo, se queremos que o criminoso sofra pelos crimesque cometeu, deve-lhe ser atribuída a pena de prisão perpétua, onde terátodo o tempo do mundo para se debruçar sobre as suas ações.Quem tira a vida de milhões merece sofrer, sem dúvida. Não podemossimplesmente ignorar um crime que justifique a condenação à morte. Maspara além disso, também merece a oportunidade de se redimir e educar. Nãoestamos a provar nada se condenarmos o criminoso à morte.Isto, claro, ignorando o facto de que é simplesmente errado tirar a vida deum indivíduo. No fundo, é esse o primeiro ponto a ser considerado e aquelea que devemos dar mais importância. Tudo o resto é secundário. Citando aDeclaração Universal dos Direitos Humanos, Artigo 3º, «Todo o indivíduotem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.»André Silva, Carolina, Fábio Maia, 10º CClonagemÉ verdade que a clonagem é uma proposta tentadora. Poder assumir opapel da natureza ou de Deus, criar vida de acordo com condições que nósqueremos é algo apelativo. Mas é inaceitável reduzir o conceito de vida aum produto que, de certa forma, iria ser comercializado - já imaginou umafábrica de seres humanos? Como seriam esses seres psicologicamente (jáque sendo seres humanos, estariam protegidos pelos Direitos do Homem)?O Homem, para além do corpo físico, não deveria também ter uma alma,pensamentos, crenças, e as suas próprias características psicológicas? Aideia de reduzirmos a nossa própria espécie a uma indústria é ridícula. Piorainda é o facto de numa sociedade que diz defender a igualdade de direitos,uns Homens poderem criar e manipular outros.Tudo bem que a clonagem seja usada para a criação de órgãos necessáriospara transplante, desde que para se obter esses órgãos não se tenha de criarum ser humano completo, mas não será correto usá-la para criarmos seresperfeitos, ou melhor, monstros.Nem é eticamente correto criar um homem que será depois usado como“recurso natural” e, posteriormente morto.Bruno Modesto, João Santos, José Leal, Soraia CalixtoVeganismoEste tema tão polémico surge-nos numa altura em que a preocupaçãoambiental e com a extinção de muitas espécies do reino animal corre todoo mundo, ganhando cada vez mais importância.Em ambos os casos existem argumentos válidos, que podem ser apre-sentados em defesa de cada um, porém acreditamos que o futuro reservagrandes evoluções no que diz respeito a esta matéria. Este tema pode sertratado de dois pontos de vista diferentes:No caso da forma de pensar dos que estão contra o veganismo, será omelhoramento da qualidade de vida humana, e no caso da forma de pensardos que se pposicionam a favor do veganismo, será respeitar e assegurar avida animal, que é tão significativa como a humana.Na nossa opinião, estes dois pontos de vista, que aparentam ser tãodiferentes, podem unir-se, já que a qualidade de vida do ser humano passatambém pelo respeito pela natureza e pelo mundo à nossa volta.Inês Vaz, Mariana Vaz, Vasco Fernandes, Catarina GraçaTemaseproblemas
    • Escola Secundáriada Gafanha da NazarégafanhotoTemas e problemas.21Casamentos homossexuaisAs relações e os casamentos entre homossexuais são temas polémicos.Deveremos aceitá-las? Existem tantos argumentos contra como a favor,sendo então impossível decidir se é algo errado ou não. Estas relações são,porém, protegidas, pois os sentimentos sentidos por indivíduos do mesmosexo apenas dizem respeito aos próprios, não tendo o resto das pessoasnenhuma consideração a fazer quanto a elas. Por outro lado, são motivo depolémica, pois não são aceites pela maioria da sociedade.Relativamente a este assunto, as pessoas são livres de ter a sua opinião,desde que tenham argumentos válidos e suficientes para fundamentá-la.Assim, não podemos tomar como certo ou errado o casamento homossexual,pois pode ser tão aceite como o direito à liberdade de expressão, ou tãoproibido como a violência doméstica.A vontade de impedir a legalização do casamento entre homossexuaisderiva, em grande medida, de uma tendência lamentável para tentar imporaos outros o estilo de vida que consideramos melhor. Quanto muito, osargumentos que visam banir este facto não merecem o apoio jurídico doEstado, visto que a função do mesmo não é promover a moralidade popularou opinião, mas sim os direitos dos seus cidadãos.Por fim, gostaríamos de terminar este assunto com a seguinte frase, quesintetiza o espírito por detrás da defesa da legalização do casamento entrehomossexuais e da adoção por parte de homossexuais: “A única liberdadeque merece o nome, é a liberdade de procurar o nosso próprio bem à nossaprópria maneira, desde que não tentemos privar os outros do seu bem, oucolocar obstáculos aos seus esforços para o alcançar. Cada qual é o justoguardião da sua própria saúde, tanto física, como mental e espiritual. Aspessoas têm mais a ganhar em deixar que cada um viva como lhe parecebem a si, do que forçando cada um a viver como parece bem aos outros.”– Stuart MillKarina Vicente, Cátia simões , Ana Teixeira, Francisco AlmeidaO Fast FoodO Fast Food pode ter os seus benefícios, mas também pode ter gravesconsequências. A nível de custo e de rapidez, podemos dizer que é maisfavorável para quem tem um baixo ordenado e pouco tempo para almoçar,por exemplo.Mas existem outras opções de baixo custo mais saudáveis, pelas quaispodemos optar, como por exemplo uma sandes convencionais.Quanto ao sabor, apesar de ser óptimo, vem na maior parte das vezes degorduras e sal, que são postos na comida.Concluímos,então,queoFastFooftemjáváriospontosafavor,poisexistemcada vez mais opções saudáveis contudo, as pessoas acabam muitas vezespor optar pelas escolhas menos saudáveis. Mas se consumirmos apenas devez em quando, esperamos que não nos faça muito mal.David Tavares, João Pedro Fernandes, Pedro Martinho, Pedro GuedesViolênciaA violência é um comportamento que causa dano a outra pessoa, querfisica quer psicologicamente, sexualmente ou até socioeconomicamente. Aviolência infantil, a doméstica, a violência contra outros grupos raciais ouétnicos, ou contra animais, são alguns exemplos de violência.A violência pode levar ao homicídio ou ao suicídio da pessoa lesionada.Algumas das restantes consequências são: trauma, hematomas, depressões,impedimento do desenvolvimento físico ou psíquico, mau desempenho notrabalho, mau relacionamento com as pessoas.Não temos o direito de causar sofrimento a ninguém, levar a outra pessoaà morte, ofender ou bater, tirar a infância às crianças e também não temoso direito de excluir os outros, só por acharmos que eles são diferentes, porserem de outra raça, cor, etnia ou país. Acima de tudo, não temos o direitode praticar a violência, pois ninguém mudará por nós a praticarmos.Inês Ferreira, Sofia Santos, Beatriz NogueiraTemaseproblemas
    • Escola Secundáriada Gafanha da Nazarégafanhoto22.Temas e problemasADOPÇÃO DE CRIANÇASPOR HOMOSSEXUAISA adopção de crianças por casais homossexuais é possível e justa, poisexistem inúmeros casos de crianças órfãs que necessitam de uma famíliaque lhes dê carinho e conforto. Assim, apresentamos argumentos contra ea favor deste tema:Como por exemplo, dos argumentos a favor temos as crianças adoptadaspor homossexuais, que têm maior probabilidade de se tornarem homosse-xuais, podemos contrariar afirmando que a maioria dos homossexuais foramcriados por casais heterossexuais;— o crescimentodascriançasadoptadasporhomossexuaissemumafigurafeminina ou masculina, irá prejudicar o seu desenvolvimento, mas muitascrianças são educadas sem um pai ou uma mãe devido a seu falecimento,divórcio e não apresentam falhas ao nível do desenvolvimento;— uma criança adoptada por homossexuais iria ser gozada pelas outrascrianças, o que constituiria uma experiência traumática para a mesma, maseste argumento não é válido, visto que as crianças provocam-se frequente-mente, por razões mesquinhas e lamentáveis;— outro argumento contra a adopção por homossexuais é o facto de estesnão possuírem estabilidade para educarem uma criança, no entanto existeminúmeros casais heterossexuais que criam crianças, mas que não possuemmaturidade e estabilidade para as criarem;— as crianças criadas por casais homossexuais estão mais susceptíveisa terem comportamentos obscenos, isto não pode ser considerado um bomargumento, visto que o que determina este tipo de comportamentos é asociedade onde estão inseridas e a educação que os pais lhe oferecem;— as crianças adoptadas por homossexuais correm mais risco de seremvítimas de abuso sexual, mas há crianças que são vítimas do mesmo abusoe são filhas de casais heterossexuais;— as crianças adoptadas por homossexuais terão mais dificuldade naadaptação social, por causa do estigma que sofrerão, por serem criadas porhomossexuais, mas este facto não se aplica apenas às crianças criadas porhomossexuais, aplica-se também às pessoas deficientes… por isso não setorna um argumento válido;— as crianças adoptadas por homossexuais sofrem atrasos no seu desen-volvimento psicológico e cognitivo, mas as crianças adoptadas pelos casaishomossexuais são filhas de casais heterossexuais, ou seja, têm os genes dosmesmos (que determinam o aspecto físico e psicológico);— a adopção de crianças por casais homossexuais só vai em prejuízo domenor, principalmente quanto ao aspecto patrimonial, mas uma criançacriada por homossexuais, quando bem-educada e bem tratada, não teráquaisquer problemas em receber menos bens materiais do que uma criançacriada por heterossexuais - a adoção de crianças por casais homossexuais sóvem em prejuízo do menor, principalmente quanto ao aspecto patrimonial,este argumento não se apresenta válido, uma vez que uma criança criadapor homossexuais quando bem-educada e bem tratada, não terá quaisquerproblemas em receber menos bens materiais do que uma criança criadapor heterossexuais;— uma criança nunca deveria ser adotada por um casal homossexual,e este argumento pode também ser considerado falacioso, uma vez que oestatuto da criança e do adolescente, que regula a adoção de menores, nãofaz restrição alguma que seja quanto à sexualidade dos candidatos. Porfim, podemos acrescentar que tal como a mulher lutou para mostrar queera tão capaz como o homem em todas as áreas de vida humana, tambémos homossexuais acabarão pode demonstrar que a sua opção sexual nãoos impede de viver da mesma forma que todos os outros seres humanos.Diogo Teixeira, Sara Gonçalves, Sara Batista, Silvério PereiraTemaseproblemas
    • Escola Secundáriada Gafanha da NazarégafanhotoTemas e problemas.23A Degradação AmbientalAdegradaçãoambientaléumgrandeproblemadevidoaatosprovenientesdo Homem, querendo melhorar a sua vida, não pensando que riscos é queisso trará para a natureza e também para nós, ou seja, o Homem ao pensarsó em si torna- se “egocêntrico”.Atos como: derrame de petróleo em alto mar, o uso de adubos e inseticidasnas colheitas, a destruição de florestas para a construção de indústrias, ouso de papel não reciclado, são atos que levam à destruição de espécies,ao aumento de CO2 na atmosfera, e diminuição de O2.Sãoestesatoseoutrosqueumasociedadedevetentarcombater,começandopela simples reciclagem, o tratamento de águas residuais, a colocação defiltros nas indústrias, a sensibilização dos mais jovens, o abate de menosárvores, etc., contudo algumas destas soluções têm elevados custos, porisso é necessário um esforço de toda a população.Ana Maria Amarante, Beatriz Casqueira, Carlos Matos, Diogo AmaroDe que modo a publicidadee a propaganda influenciama nossa vida?Desde tempos remotos, tem-se usado a publicidade e a propaganda comomodo de vender produtos e influenciar o nosso quotidiano. É neste contextoque apresentamos este artigo, realizado no âmbito da disciplina de Filosofia.Poderás ver como se relacionam e a maneira como afetam a nossa vida.A publicidade é um meio utilizado com o propósito de levar o público aadquirir um certo produto ou a utilizar um determinado serviço. Este métodoé utilizado em todo o mundo e teve a sua origem nos finais do século XVIII.A publicidade funciona tendo em conta três aspetos importantes: atenção,memorização, persuasão e interesse.A propaganda é utilizada por empresas ou instituições, de modo a exporinformação sobre a sua marca, que tem como fim influenciar a atitude nopúblico-alvo para uma causa.A propaganda pode ser usada como uma forma de luta política, ou atémesmocomcampanhasparaencorajaroscidadãosaexercerosseusdireitos,ou com mensagens de incentivo às pessoas a denunciar crimes ou refletirsobre os problemas atuais da Humanidade.O Homem é facilmente influenciável e por isso, muitas vezes somos leva-dos a adquirir produtos que não são essenciais (consumismo) ou a alterarcomportamentos.Évistoqueapublicidadeeapropagandairãocontinuaraexistir,noentanto,vão ter sempre em conta as exigências dos consumidores e do mercado.A linguagem argumentativa é uma ferramenta da publicidade. Faz partedo apelo emocional e tem o objetivo de provocar reflexão, propor ideias emlugardeimporumaformadepensar.Poressascaracterísticas,costumacausarempatia com a marca e provocar momentos de prazer nos consumidores.«Já ninguém pode escapar à sugestão da publicidade.»Papa Paulo VI«O uso prudente da publicidade pode contribuir para o melhoramen-to do nível de vida dos povos em vias de desenvolvimento. Mas podetambém causar-lhes grave prejuízo, se a publicidade e a pressãocomercial se torna de tal maneira irresponsável.»Papa Paulo VITemaseproblemas
    • Escola Secundáriada Gafanha da Nazaré24.natalnumacasaemqueninguémligavaaospor-menores da vida quotidiana, nem mesmo amãe,queacabaradecomprarunsóculosquea deixavam ver tudo nitidamente, até o pó!Aliás,quandoelachegouacasa,reparoulogo no presépio e perguntou-lhes quem éo que o tinha limpo, pois até reluzia enfia-do numa sala coberta de pó! Eles ficarampasmados a olhar para ela, nunca lhes ti-nha perguntado nada semelhante, nuncase preocupara com a limpeza ou o arrumodacasa,sempreostinhadeixadoàvontadeparateremoquartoondedormiamdepernasparar o ar! É claro que sem os pais se inco-modarem o que se fazia não tinha a mesmapiada, então decidiram entre si arrumar oquarto à vez, tal como faziam com tudo oresto, a comida, lavar a louça, pôr a roupanamáquinaeasecar,esticá-labemnacordaainda molhada, para não terem de passara ferro depois de tantos cuidados. Nuncatinhampercebidoporquequeéqueninguémem casa se preocupava com essas tarefasa não ser eles, por isso desde cedo que asassumiram e que dividiram os encargos,para nenhum deles ficar mais cansado coma vida doméstica do que os outros.Todos os anos, no Natal, tinham prendasde outro mundo, que realmente caiam numsaco de natal pela chaminé da lareira dasala, tal como devia acontecer em todasas outras casas. Mas eles sabiam que o paiNatal era uma invenção dos criadores dacoca-colaedoscentroscomerciais,quenãoìasequeràsoutrascasasequemuitomenossependurarianumachaminéparaempurraro saco das prendas lá para dentro!Na realidade, com eles acontecia isso,não eram os pais, sempre aluados, que seapercebiam do Natal e de que deveriamcomprar prendas para aqueles miúdos tãoatinadinhos,quenemsequerpareciamfilhosdeles! Sim, deviam sair aos avós, bisavós,ou trisavós, ou talvez aquela tia afastadado pai que depois de enlouquecer decidiuque lhe competia a tarefa de limpar todoo manicómio, o que ainda hoje continuaa fazer. Como o pai Natal sabia que estestrês irmãos eram realmente boas pessoase mereciam ser recompensados, todos osanos lhes deixava como prendas o que elesdesejavam e ainda uma pequena surpresa,que geralmente aparecia antes do Natal.No ano anterior tinha sido uma ninhadade gatinhos, que apareceram no primeirodia de férias no quintal, sem a mãe nemninguémqueasubstituísse,tendosidotodosrecolhidos e tratados quase como bebéshumanos. Ali andavam os três gatarrõesa roçar-se na árvore e a tentar derrubar asbolas dos ramos mais baixos, tão lindosque eles estavam, ninguém diria que eramos mesmos ratinhos que no ano anteriormiavam desalmadamente no jardim!Esteanoaindanãotinhaacontecidonadade extraordinário, apesar dos miúdos es-tarem desejosos que chegasse a noite deNatalparaabriremasprendasedetodososdiasesperaremporumanovidade.Comosedeitavamantesdameianoitenãosetinhamapercebidodomovimentoqueasalaganha-vaapartirdessahora,quandoosbonecosdopresépio saiam da casota e vinham cá parafora viver a segunda vida deles. Sim, quea primeira os confinava à casota de barro,ondetinhamdeficareternamenteestáticos,a não ser que passasse da meia noite e nãohouvesse nenhum adulto por perto.O presépioEra uma vez umpresépio da JúliaRamalho, que foideixado por um senhorlisboeta na cadeirade uma mesa de cafée que foi levado paracasa pelo casal quese sentou na mesmamesa depois dele se terido embora. O presépiofoi colocado na mesapequena, encostadoà parede, num cantoda sala, e nunca maisninguém se lembroudele. Uma semanaantes do Natal,quando os miúdosdecidiram finalmenteenfeitar a árvore,resolveram pegarnele para o colocaremperto dela. Deviamter reparado que nãotinha pó, que brilhava,que estava mais limpodo que tudo o resto,
    • Escola Secundáriada Gafanha da Nazaré natal.25gafanhotoO primeiro a acordar era o menino, osoutros chamavam-lhe Jesus, rebolava napalha e começava-se a coçar, era alérgicoà palha, por isso passado cinco minutos deter acordado já estava cheio de bolhinhasvermelhas. A mãe acordava com o filho acoçar-seepegavalogoneleaocolo,paraelesossegar.Deseguida,eraopaiadoptivoquedeixavacairocajado,estremeciaeacordavatambém, soltando um longo suspiro, quefazia com que o burro ficasse espantadocom o barulho e se levantasse de um pulo!Avaca,maisrefasteladadoqueosrestanteshabitantes do presépio, custava-lhe mais aarrebitar, tinha a mania que era indiana equedevialevarumaboavida,demodoquenão se esforçava para nada de nada.Mesmo assim, todos juntos divertiam-sebastante,poisanoiteerapassadaatentaremencontrar comida e bebida, a subirem a ca-deiras, a mesas e armários, a jogarem comos berlindes dos gatos e a brincarem comeles às escondidinhas. Os gatos adoravamestes novos inquilinos e por isso todos seescondiam debaixo dos armários antes dameia noite, para não correrem o risco deserem enxotados da sala para fora!Na segunda-feira antes do Natal, o maisnovodosmiúdoslevantou-seameiodanoiteparaviraoquartodebanhoefoinessaalturaqueouviuosgatosarebolaremnostapetesdasala.Foi-lhesabriraporta,pensandoquetinhamficadolápresos,masquandoaabreficaboquiaberto,porquenotapeteestavamtodas as figuras do presépio, a jogarem àmacacanosquadradosdotapete,eosgatosarebolarem-seaolado,comosetodosfossemjá grandes amigos!Depoisderecuperaremdosusto,omiúdodisse:queméqueestáaganhar?Soueu,dis-seJesus,porissoganheiaestrela,aqueestánocimodepresépio,maisumasjogadaseétudomeu,acabana,oberçoeorestodasala.És tu que fazes os milagres?, perguntou-lheomiúdo.Achoquenão,disseJesus,oupelomenos ainda não me ensinaram a fazê-los,apesardomeupaiadoptivopassarotempoadizerqueéummilagreestarmosvivos,mastenho a certeza que não fui eu a fazer essemilagre. Não, ele ainda não fez milagres,respondeu a mãe, pois nem o vinho e o pãoele multiplica, quanto mais curar os cegose fazer andar os paralíticos! Ai são esses osmilagres?, perguntou o miúdo, espantado,masissoétãofácildefazernomundovirtual,porque é que ele não vai pala lá aprender?Todosficaramcuriosos,atéosgatos,quenunca se tinham apercebido que os tês mi-údos estivessem a fazer milagres quandojogavamnocomputador.Sim,estamos,asse-gurouomiúdo,sónãoconseguimostrazerdomundovirtualparaoreal.Quandochegaraépocadanossahibernação,podeslevar-nospara o mundo virtual, para continuarmos aviver?, perguntou o José, insatisfeito com asorte que lhe cabia. Posso tentar, opinou omiúdo,masquandoéqueissovaiacontecer,vocêshibernarem?Depoisdosreis,respon-deu José, quando me trazem as prendas amim, depois do pai Natal trazer as vossas.Tanto eu gostava de saber quais são asnossas este ano, exclamou o miúdo. Se mepedires com meiguice eu conto-te o que éque ele te vai trazer, sei isso por intuição,mas tenho acertado sempre, acrescentou amãe. Diz-me, por favor, diz-me! Para ti vaitrazer uma vassoura do Harry Potter, paraa tua irmã uma varinha mágica e o mantode tornar as pessoas invisíveis, para o teuirmãoumcapacetevirtual,parapodervivertudo o que não pode no mundo real.Comooirmãomaisvelhotinhaumadoen-ça que não lhe permitia andar sem cadeirade rodas, o miúdo emocionou-se e achouque o Pai Natal este ano se tinha esmera-do, aliás, como podia ele saber que o seumaior desejo seria voar de vassoura porcima dos prédios da cidade?! A Vassouravoa mesmo, não é daquelas de fingir? Não,não é, é das que podes usar mesmo fora domundo virtual, porque é preciso ter cartapara andar de vassoura nem tens sequerde estudar o código, por isso todos podemvassourar,tensédetreinarpertinhodochãoantesdeteaventurares,queaquilonãotempára-quedas!Mãe de Jesus, és tu a Maria Madalena?Não, sou só a Maria, a Madalena ainda nãonasceu, Jesus vai apaixonar-se por ela eela vai dar o nome a uma praia de Gaia,depois de ter ido para lá morar e ter tidoa ideia de criar uma ciclo via de Espinhoaté ao Porto. Ina, as coisas que tu sabes!Posso chamar os meus irmãos? Sim, claro,e o miúdo foi aos pulos para o quarto, felizpor já saber que prenda de natal iria ter epor ter sido o primeiro a deparar-se com asurpresa deste ano.Acordouosirmãoseatéaosreispassarama dormir de manhã em vez de o fazeremdurante a noite, para desfrutarem da com-panhia dos habitantes da cabana. O miúdonão conseguiu levá-los para o mundo virtu-al, mas criou avatares iguaizinhos a eles ecriouumpresépionoOpenSim,paranuncase esquecer deles enquanto não chegassenovamente o Natal!da Júlia Ramalho
    • Escola Secundáriada Gafanha da Nazarégafanhoto26.escolaOs primeiros alunos foram o Cisne, oPato, o Coelho e o Gato.Começadas as aulas, cada professor,altamente preocupado com a sua discipli-na, preparava primorosamente a matéria,que dava sem perder tempo, procurandocumprir o programa e a sua planificação.Faziam, assim, jus aos seus títulos e com-petências. Mas os alunos iam-se desencan-tando com a tão sonhada escola. Vejam ocaso particular de cada aluno:- O Cisne, nas aulas de correr, voar etrepar montes era um péssimo aluno. Emesmo quando se esforçava, ao ponto deficar com as patas ensanguentadas dascorridas e calos nas asas, adquiridos naânsia de voar, tinha notas más. O pior eraque, com o esforço e desgaste psicológicodespendido nessas disciplinas, estava aenfraquecer na natação.- O Coelho, por sua vez padecia nasmatérias de nadar e voar. Como poderiavoar se não tinha asas? Em se tratando denadar, a coisa também não era fácil. Emcontrapartida, ninguém melhor do que ele,corria e trepava montes.- O Gato tinha problemas idênticos aodo coelho, nas disciplinas de natação evoo. Ele bem insistia com o professor que,se o deixasse voar de cima para baixo,ainda poderia ter êxito. Só que o professornão aceitava essa ideia louca: não estavacontemplada no programa aprovado e ocritério de seleção era igual para todos.- O pato, voava um pouquinho, corriamais ou menos, nadava bem mas muitopior do que o cisne, e desastradamente,emboracomalgumdesembaraço,atéconse-guia subir montes e saltar obstáculos. Nãotinha reprovações a nenhuma disciplina,comoosseusrestantescolegas,oquefaziasumamente brilhante nas pautas finais. Osprofessores consideraram-no o aluno maisequilibrado, deram-lhe a possibilidade deprosseguir estudos.Osrestantesalunosestavaminconforma-dos. Nada tinham contra o pato, gostavamdele, compreendiam o seu grau mínimode suficiência a todas as disciplinas, mas,perguntavam-se: a espantosa capacidadedo Coelho em saltar obstáculos, correr etrepar montes não poderia ser aproveita-da para enfrentar as tais novas situaçõessociais, que os levaram a ter a ideia deESCOLA? E o Gato? De nada lhe serviriacorrer e saltar melhor do que o pato? E queutilidade teria, para o cisne, nadar comonenhum outro? – Cada um tinha, de facto,a sua queixa justificada. Escola, pensavameles, era o local onde aperfeiçoariam ascapacidades que tinham, de modo a pô-las ao serviço da sociedade. Se as coisasjá estavam difíceis, que fazer agora com atremenda frustração de não servirem paranada? Foram falar com os professores. Aslimitações de cada um eram um facto, elessabiam que jamais seriam polivalentes, demodo a terem grandes escolhas. Contudo,se reprovassem no ano seguinte estariamexatamente na mesma situação.Osprofessoreslamentarammuito.Haviaum programa, superiormente estabelecidoe a questão era só esta: Ninguém tinhamédia igual à do pato e, por isso, na suamediocridade, ele era, estatisticamente,superior a todos.Os outros alunos abandonaram a escola.Desde então, por razões óbvias, a escolaatrai mais os patos e, na sociedade sãoeles que dominam.Adaptado de um texto publicado na revista Noesis,nº20, Setembro de 1991Os patos preferem a escola(ouaescolaprefereospatos…)No tempo em que osanimais falavam, osbichos constataram queo meio em que viviamcomeçava a tornar-secada vez mais complexoe havia que impor novashierarquias, estabelecernovos parâmetros decomportamento, uma vezque já não chegavam osseus instintos inatos paraenfrentar as modificaçõesdo meio. Esta necessidadedeu lugar à ideia deESCOLA: uma estruturasocial, que os habilitaria,a todos, para enfrentar ascrescentes modificaçõesa que assistiam. Foramescolhidos os melhoresanimais para a docência,isto é, os reconhecidoscomo mais experientes,alta profissionalização nosseus domínios específicos.Com muitas reuniõesescolheram o seguintecurrículo: nadar, correr,voar, trepar montes esaltar obstáculos.
    • Escola Secundáriada Gafanha da NazarégafanhotoArte.27ABienalInternacionaldeCerâmicaArtís-tica de Aveiro é um dos mais importantesconcursos dedicados à cerâmica artísticaque se realiza em Portugal, sendo reconhe-cidointernacionalmentecomoumarelevan-te mostra de novas técnicas e linguagensutilizadas na criação de cerâmica artística.O júri, constituído por Pedro Matos For-tuna, Francisco Laranjo e João Labrincha,das 260 obras de 160 diferentes artistasenviadas a concurso, apurou nas triagensefetuadas durante as duas reuniões, 101obras de 89 artistas, algumas delas oriun-das de 16 países estrangeiros, nomeada-mente Alemanha, Argentina, Áustria, Bél-gica, Brasil, Bulgária, Eslovénia, Espanha,Estados Unidos da América, França, Israel,Itália, Japão, Polónia, Roménia e Ucrânia.ABienalInternacionaldeCerâmicaArtísticadeAveirohttp://www.cm-aveiro.pt/www/Templates/TabbedContainer.aspx?id_class=1694&divName=138s471s1683s1694
    • ÚLTIMA.28gafanhotoLiberdadeHáimpedimentoseconstrangimentosexternosqueinfluenciamaliberdadedecadaum.Asnormasqueexistemimpedem-nosoca-sionalmentedesermoslivres,principalmentequandoestamosaserpunidosporalgumatogravequefizemos.Istosóaconteceporquetivemosliberdadedeagir,mesmosabendoqueeraerrado,Masnãosãosóostribunaiseasprisõesalimitaremanossaliberdade,poisasnossascapacidadesfísicasepsicológicaspodemexerceromesmoefeito.Senãoconseguirmosandar,nãotemosliberdadeparacorrer,tal como acontece a todos aqueles que não têm capacidade parapensarcorretamenteenãoofazemmesmoporessarazão.Apesardemuitasvezesnãotermosliberdadedeescolha,pelomenosemtermos práticos, podemos no entanto mantermo-nos livres pelopensamento, assim como nas atitudes, pois o que temos é de serresponsáveispelaliberdadequetemos.Todosnosimpõemregrasparanóscumprirmoserespeitarmos,pais,professores,Estado,masmesmoassimcontinuamosaserlivres,apesardetodososlimitesquecondicionamanossaliberdade.HelderReis,JoanaCalistoOqueéaliberdadeparamim?Paramim,aliberdadeépodermosoptarpelasdiversasescolhasque nos aparecem na vida, como optar entre ir à praia ou fazerjogging. Sinceramente, acho que existem muitas pessoas quedesperdiçam a sua liberdade, enquanto outros dariam tudo porela, como por exemplo, enquanto nós pensamos que a Escola éumaseca,muitosdariamtudoparaestaraquinonossolugar,emvez de continuarem na miséria. Assim, espero que quem me estáa ler passe a aplicar-se em tudo o que faz, mesmo que não goste,porquevaleapenaestarmosaqui.Avidaquedesperdiçamosénarealidadeavidadeluxoquemuitosdesejariamterpornós.Porisso,devemosignorarodesnecessárioeviveromáximoquepudermos.DanielEncarnaçãoLiberdadeA liberdade é difícil de se entender. Aliás, só a partir de umadeterminadaidadedanossainfânciaéquesepercebeoqueéserlivre e independente, poder pensar e agir de acordo com a nossavontade,semquehajaalgoacondicionaranossaacão.Masexistemsemprecondicionantes,pois,nofundo,nuncafazemostotalmenteo que pensamos que devemos fazer, somos influenciados pelosoutrosepelosnossospróprioslimites.Liberdadenãoéfazeroquenosapetece,aliás,nuncafazemosrealmenteoquenosapetece,anão ser que se trate de escolher entre ir ao cinema e ler um livro,entrecomerchocolateoutripadeovos.Nofundo,hásemprealgoou alguém a impedir que determinada Acão seja feita como apensamos. Pode-se fazer a pergunta se somos ou não livres, masser livre é relativo, não encaramos a liberdade todos da mesmaforma e, apesar de teoricamente todos podermos ser livres, só oseriamos se estivéssemos sozinhos no mundo. Uma vez que nãoestamoseexistemleis,nãosomosassimtãolivres,somoscapazesdeescolherentreváriashipóteses,masassimqueanossaescolhainterferenadeoutrapessoa,deixamosdesertotalmentelivres.Narealidade, a nossa liberdade acaba onde começa a do outro. Ou,como Sartre diria, o inferno são os outros. Mas a nossa vida teriaalgumsentidosemeles?CarolinaRocha,FábioMaia,JoãoSantos,SIlvelysLiberdadeLivreInteligênciaBondadevErdadeResponsabilidadeDireitosAutonomiaDeveresEducaçãoAna Amarante, Beatriz Nogueira, Catarina SantosLiberdadeA liberdade é como uma penaQue voa de livre vontadeLeve como o ventoQue transporta a felicidadeNa guerra não há liberdadeNem direito de expressãoA guerra só traz ódioMorte e destruiçãoDá volta à vidaAlegra-te com o que tensHá quem não tenha muito para viverE mesmo assim viva bemSaboreia a tua liberdadeNão é só o que te convémUsa-a responsavelmenteAjuda os outros, pratica o bemRegista a maldade,Livra-te da opressãoAceita a piedadeQue te vai no coraçãoAndré Brandão, Diogo Ferreira, David Roque, Sérgio GandarinhoSer LIVRE,É ser feliz!É fechar os olhosE conseguir verÉ tapar os ouvidosE conseguir ouvirE fechar a boca e conseguir gritarÉ chorar a saudadeE libertar o pensamentoÉ relembrar o passadoE poder escolherÉ abraçar o mundoE recomeçar outra vez.É sair da ignorânciaE procurar a perfeiçãoÉ aprender a voar!Ser livre é nunca sairNem permanecerÉ dizer NÃOE dizer SIM.Ser livre é poder viver a vidaÀ nossa maneira!ESGN