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O Gafanhoto #59
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O Gafanhoto #59

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  • 1. 1nº59MarçoMarço 2013ESGN 25 anos
  • 2. 2Os bastidores de qualquerespectáculo, o que se passa portrás do palco, são ricos emacontecimentos que escapamnaturalmente a quem os vê. Estesarau dos 25 anos da ESGN nãofoge a esta regra, mantendonaturalmente as devidasdistâncias com os espetáculos dereferência.25 anos da ESGN ouatribulações de um saraubem sucedidoESGN a caminhodos 25 anosAtravés da Portaria nº136/88 de29 de fevereiro de 1988 foi criadaa Escola Secundária da Gafanhada Nazaré (ESGN) para entrar emfuncionamento no ano letivo 88/89.Para comemorar os 25 anos dacriação da ESGN realizou-se, noCoube-me a mim e aosprofessores Carlos Ramos eManuel Santos, a tarefa de montare gerir o equipamento disponível(de som, luz, projeção, computador,etc) de modo a obter umespetáculo coerente à prova deazares. À professora Kitty coubea tarefa não menos importante degerir o espaço do palco e seusintervenientes.O stress foi presença notada.Em primeiro lugar na Kitty, queobviamente era o rosto visívelface ao público. Qualquer falhanossa teria reflexos na sua açãono palco e nós estávamos“protegidos” nos bastidores.Habituada a trabalhar comtécnicos a sério, levou connosco!dia 1 de março, um Sarau quemarcará o início de um ciclo deatividades comemorativas.Nestes 25 anos foram muitas asevoluções e transformações quese verificaram e pretendemos,neste ciclo comemorativo, ilustraressa evolução.A vida da ESGN estáestritamente ligada à vida daGafanha da Nazaré, pelo queiremos dando nota do programa deatividades, de forma a que acomunidade possa participar.Maria Eugénia Martins Pinheirosarau
  • 3. 3O alinhamento tinha treze entradasque “só” incluíam música, teatro,dança, poesia, filmes e discursos.É sempre mais fácil montar umespetáculo temático (música,dança ou teatro) que uma misturade “variedades”. Ainda por cima,sem ensaios a sério, trabalhando,como se costuma dizer, “semrede”. Também foi uma estreia donovo equipamento, que deixa algoa desejar em termos defuncionalidade. O sistema deluzes não funciona ainda empleno (foi deixado encaixotado),a mesa de edição idem e avisibilidade do que se passa emcena é apenas… nula. Por último,o projetor ao fim de trinta minutosde funcionamento “desatina”.Tudo coisas menores!E que dizer dos artistas,aqueles – além do público – paraquem tudo isto é feito? Asapresentadoras, cantores, atores,bailarinos e artistas afins?Preocupados como estão emfazer o melhor, passam-lhes aolado todas estas questões dalogística do espetáculo. Ao artistaa arte e ao técnico a técnica…Claro que este princípio éconhecido, mas há pontos deencontro inevitáveis.Quando ao fim da noite chegueia casa e me perguntaram comotinha corrido o sarau, eu respondiironicamente que não sabia, pornada ter visto. Fechados nosbastidores, preocupados em quenada falhasse e entrasse a tempoe horas, não houve tempo paraver fosse o que fosse. Aliás, onosso jantar foram duassanduiches comidas à pressa comcabos, micros e aparelhos porguarnição.Vamos ao sarau! Trinta minutosantes do início marcado aindahavia muitas dúvidas: o projetorcontinuava com as suas manias,o trabalho de abertura sobre aESGN ainda não estava pronto ea música de fundo tinha que serpassada à parte. O filme, aprojeção que enquadrava a dançapassava bem, mas… semmúsica. O formato não eraadequado ao programa docomputador, estando o Carlos e oManuel a trabalhar em contrarelógio. Tivemos ainda que, emtempo record gravar as músicaspara um CD, que foi assimmontada à parte, sendo feita amistura a olho! Ou melhor, nem aolho, já que não víamos bem oque se passava em cena. OCarlos e o Manuel espreitavam erevezaram-se, como estafetas,enviando sinais para subir oubaixar, direita, esquerda, para ouanda! Os CDs dos Pestinhas e daAcademia de Ritmos foramentregues quase na hora, semsaber de que tratavam, foi-nos ditoresumidamente o seu recheio... Oteatro a cargo da associação depais era também uma completaincógnita. Não sabíamos ondecolocar microfones e com que nívelde volume. Logo se verá! Asapresentadoras alternavam emusar os micros com e sem fios,sem aviso, o que nos deixavapreocupados. Os alunos Hugo ePedro ficaram de chegar ao fim datarde para experimentar as luzese só chegaram às oito. Tinha-lhesprometido mais um valor no finaldo período, tarefa que não voucumprir! No entanto, verdade sejadita, conseguiram suportar duashoras e meia de espetáculo sócom metade dos projetores afuncionar.Nestecaoshaviatambémcoisasa favor. O Carlos e Manuel nãodavam sinais de preocupação eacreditavam que tudo se resolvia.As apresentadoras tinham feito ostestes de som de manhã, a Kittytinha feito os ensaios da dança e aMagui, que cantoumaravilhosamente, também. Osom das guitarras e do baixotambém tinha sido testado. O pptsobre as bicicletas estavaprontíssimo, pudera, tinha dezanos! Resolvemos colocar oCarteiro em Bicicleta como músicade fundo deste trabalho.Siga para bingo! Conseguimoscomeçar à hora marcada e, naverdade, os problemas foramsendo resolvidos, sem uma únicapausa, nem problemas de maior…No final veio a diretora dar-nosos parabéns e prometer que napróxima ficaríamos melhorcomidos (haverá leitão?) e assimterminou tudo sem mortos nemferidos e mais uma vez foi provadaa valia da arte do desenrasca. Vivaa ESGN!António Rodriguessarau
  • 4. 4“A minha pátria é alínguaportuguesa”No dia 21 de fevereiro aBiblioteca comemorou o DiaInternacional da Língua Materna,prestando uma homenagem àlíngua portuguesa. Todos os quepassaram pela Biblioteca foramconvidados a preencher o mural,escrevendo a sua palavra maisquerida. O resultado foivisualmente agradável e o númerode participações demonstrouagrado pela atividade e o apreçoque todos sentimos pela nossalíngua.Ana Mª GuimarãesbibliotecaA Rede de Bibliotecas de Ílhavo promoveu, peloterceiro ano, no âmbito do seu plano de atividadespara o ano letivo 2012/2013, o concurso de leituraÍlhavo a Ler+, dedicado a todos os alunos domunicípio.Com o objetivo de promover a leitura, assumindo-a como um importante fator de desenvolvimentoindividual, este concurso pretende intensificar ocontacto das crianças, adolescentes e jovens como livro e a leitura, explorando obras sugeridas peloPlano Nacional de Leitura (PNL) e não só.Assim, no dia 13 de março, decorreu a final doconcurso na Biblioteca Municipal de Ílhavo, onde osalunos selecionados por categoria de cada escolado concelho tiveram oportunidade de partilhar os seusconhecimentos sobre as leituras efetuadas no âmbitodo concurso.As provas foram avaliadas por um júri constituídopelos seguintes elementos: Professora Doutora AnaMargarida Ramos, da Universidade de Aveiro, Dr.José Saro, Coordenador interconcelhio da Rede deBibliotecas Escolares, e Dr.ª Inês Vila, Coordenadorada Biblioteca Municipal de Ílhavo.Da decisão do júri foram galardoados, por nível deensino, os alunos:1º Ciclo – Joana Sampaio (EB1 Farol da Barra)2º ciclo – Selene Salavessa ( EB2,3 da Gafanhada Nazaré)3º ciclo – Sofia de Oliveira Santos ( EB2,3 JoséFerreira Pinto Basto)Secundário – Maria do Rosário Rocha (ES Dr. JoãoCarlos Celestino Gomes)A cerimónia decorreu em ambiente de festa e nofinal os prémios foram entregues pelo Eng.º PauloCosta, vereador da Cultura e pelo Assessor daEducação, Dr. Rogério Carlos, em representação daCâmara Municipal de Ílhavo.Rede de Bibliotecas de ÍlhavoÍLHAVO ALER+
  • 5. 5bibliotecaO mês de março éo mês da leituraMarço foi o mês da Leitura eas Bibliotecas Escolaresofereceram inúmeras atividades.Para além da exposição dostrabalhos sobre a vida de MatildeRosa Araújo e inspirados na suaobra, realizados por todas asescolas do Agrupamento deEscolas da Gafanha da Nazaré,a Biblioteca, com o apoio técnicoda Biblioteca Municipal de Ílhavo,organizou oficinas de escritacriativa para os alunos do 7ºanoe sessões de formação sobre autilização do catálogobibliográfico da RBI, para os 10ºanos.A Biblioteca teve a honra dereceber dois escritores,Francisco Moita Flores e AnteroAfonso, e o Eng.º João PedroRamos, antigo aluno da ESGN,atualmente a trabalhar no CERNna Suíça.Para encerrar todas asactividades, teve lugar o II Saraude Leitura. No dia 15 de março,a Biblioteca reuniu os alunos queparticiparam nos dois últimosConcursos Literários Jovem daCâmara Municipal de Ílhavo ecujos textos foram premiados, eproporcionou a todos os quecompareceram, agradáveismomentos de leitura e convívio.Ana Maria Guimarães
  • 6. 6bibliotecaÀ conversa comFRANCISCOMOITAFLORESFrancisco Moita Flores nasceuem Moura, no Alentejo. Fez partede uma geração de rapazes quebrincou numa escola sem muros,que dava para olivais e laranjais eque por isso aprendeu a brincar emliberdade e a ser livre.Numa composição da 4ª classe,ao referir a sua profissão futura,disse que queria ser detetive eescritor. Conseguiu ser os dois.Estudou Biologia e foi professor doEnsino Secundário. Trabalhou naPolícia Judiciária durante dezoitoanos. Licenciou-se em História. Foipresidente da câmara deSantarém. É pai e avô.Asua maiorpaixão é a escrita.No dia 7 de março,durante cerca deuma hora e meia,Francisco MoitaFlores conversou,fez rir, comoveu edeliciou todos ospresentes com a suapalavra fácil, com asua experiência devida e com o seuamor à escrita e àlíngua portuguesa.Uma inspiração!Ana Maria Guimarães
  • 7. 7bibliotecaNo dia 7 de março a Bibliotecateve uma visita muito especial. Osmeninos do JI da Marinha Velha ea educadora Rosário Cravo vieramà ESGN visitar a exposição detrabalhos À Descoberta de MatildeRosa Araújo, onde se encontravaum belo quadro da sua autoria,feito com a colaboração do artistaplástico António Neves. Mas oespecial da visita foi a canção quecantaram a partir do poemaCavalinho Cavalinho, de MatildeRosa Araújo. Acompanhados deinstrumentos musicais e de umcavalinho de pau, fizeram asdelícias dos graúdos queassistiram!Ana Mª GuimarãesVisita à ESGN doJardim de infânciada Marinha VelhaJoão Pedro Ramos, de 25 anos, ex-aluno daESGN, visitou no passado dia 14 de março a nossaescola. Vive atualmente em França, perto do seulocal de trabalho, o CERN, em Genebra, na fronteirada França com a Suiça.Está neste momento a tirar o Doutoramento etrabalha como Engenheiro de Materiais, pesquisandoe desenvolvendo os materiais usados nos alvosutilizados para estudar novos isótopos de elementos,num departamento do CERN chamado ISOLDE.O seu doutoramento está a ser cofinanciado peloCERN, numa colaboração com a Universidade deAveiro, onde tirou grande parte da sua licenciatura emestrado, que concluiu no CERN.João deu uma palestra na biblioteca da nossaescola, onde contou o seu percurso de vida, asexperiências que vivenciou, a forma como foirecrutado para o CERN e como certas atividadesextracurriculares que frequentou contribuíram para olançamento da sua carreira. Destaca-se a suaatividade como dirigente da Cáritas.Uma excelente palestra com uma excelentemensagem. Deixou-nos uma pergunta em quepensar: “Porque não?”. Transmite-nos umaimportante lição: nunca desistir, por mais impossívelque algo possa parecer.Pedro AugustoJoão Pedro Ramos de volta à ESGN
  • 8. 8No passado dia 14 de fevereiro recebemos na nossaescola, durante a tarde, muitos alunos do ensinobásico de várias escolas do concelho de Ílhavo, paraobservar e participarem em algumas atividadeslaboratoriais.Todos percorreram o laboratório de acordo com aorganização biológica das estruturas observadas:célula (leveduras), tecido (sangue), órgão (testículo;coração), sistema de órgãos (Plantas com flor- pólen)e até organismos (dáfnias). Para além disto puderamLaboratório abertociência para os maisnovostambém observar variadas rochas, minerais, fósseise assistir ao vivo a “vulcões” em plena atividadeexplosiva e efusiva.Tendo em conta os feedback que fomos recebendoao longo da atividade, pudemos concluir que todosgostaram e que esta lhes ensinou algo de novo.Também nós (alunos do 10º ano) apreciámos bastantee foi com agrado que desempenhámos o papel de“professores” durante algumas horas.Mafalda Pereira, Maria Spínola e Sara Rochaciências
  • 9. 9No âmbito do Projeto da Sexualidade da turma do12ºA e da disciplina de Biologia demos a conhecer àcomunidade escolar, no passado dia 18 de janeiro,no auditório da Biblioteca, alguns parâmetrosrelacionados com a reprodução humana, como:infeções sexualmente transmissíveis (IST s),reprodução medicamente assistida (RMA), métodoscontracetivos e diagnóstico pré-natal.Assim, o nosso objetivo, como adolescentes quesomos, foi transmitir aos outros o nossoconhecimento na matéria em prol de uma sexualidadeconsciente.Ana Ribau, Andreia Afonso, Cristiana Graça, MarianaBola, Tiago Lopes e Vítor RibauDoenças sexualmentetransmissíveis (DST)DSTsãodoençasquepodemseradquiridas por contacto sexual.Enumerá-lasfazpartedestetexto,dequedestacoalgumasconsideraçõesacerca de cada uma delas:SIDA: provocada por retrovírus(HIV1/HIV2),queaparecenosangue,esperma, exsudados e corrimentosvaginais.Ovírusdestróideterminadotipo de células (linfócitos T) e apessoainfetadaficaimunodeprimidaevulnerávelaadquiriroutrasdoençasinfeciosas, como por exemplo,tuberculose.Otratamentoatual,muitocaro,sóatuaquandoodiagnósticoéprecoce.Não há vacina, embora hajainvestigação nesse sentido. É dasDST com diagnóstico mais recente,tendo começado por aparecer noshomossexuais,mashojesabe-sequepodeatingirtodaapopulação.Éumadoença grave, traiçoeira, que se vaiinstalandoprogressivamenteequeènecessárioprevenir.Não esquecer: o amor é para avida, não para a SIDA.CONDILOMAouHPV(PapilomaVírus Humano): produz lesõesA sexualidade jánão é um tabuexuberantes e outras só visíveisatravésdemicroscópiosespeciaisesão estas as mais frequentes entrenós. Podem ser uma das causas dedoençasmalignas,dequeoexemplomaisfrequenteéocarcinomadocolodo útero, que foi causa de morte demuitasjovensemanosanteriores.Éuma doença essencialmente depessoas jovens e com incidênciaespecialnosexofeminino.Aevoluçãoda doença melhorousignificativamentecomdiagnósticoetratamentoatempados.Atualmenteavacinaçãoéobrigatória,massóatuasobredoisouquatrovírus,commaioratividade para malignidade. Énecessário continuar a vigilânciaginecológica após vacinação, paradetetar a existência de outros víruscom grau de virulência mais baixa,mas que também podem darmalignidade.HEPATITES: há vários tipos deHepatite,dequeasmaisconhecidassão a B e a C. Existe vacina para aHepatite B e neste momento hátratamento (muito caro) para aHepatite C, mas a atuação dependedo diagnóstico e tratamentoprecoces. O fígado pode sergravementeatingidopeladoença.SÍFILIS: é das DST ouVENÉREASqueseconhecehámaislongadata,masotratamentocorrectosófoipossívelapósadescobertadapenicilina. Conta-se que foi trazidaparaaEuropapelosmarinheirosqueacompanharamCristóvãoColombo.A primeira lesão aparece 3-6semanas após o contágio e seissemanasmaistardeháaparecimentode lesões, na boca e nos órgãosgenitais.Com a evolução da doençasãoatingidosváriosórgãos,podendolevar a situações muito graves emcada órgão atingido. A neuro-sífilispodesercausadeparalisia.Tratando-sedeumadoençadefácildiagnósticoetratamento,nãosecompreendequetenha aumentado a sua frequênciaentre nós. É preciso diagnóstico etratamento corretos, assim comoevitarcontágios.GONORREIA: é uma doençavenérea conhecida há muito tempo,mas só nas últimas décadas épossível identificar o agente causalciências
  • 10. 10“Um biólogo daUniversidade de Aveiro vemà Escola”(neisseria gonorrhoeae) e fazer otratamentoadequado.Aevoluçãodadoença, na ausência ou início tardiodetratamento,levaainfecçõesgravesaoníveldoaparelhogenitalfeminino,com consequências que se podemmanifestar muitos anos mais tarde,nomeadamenteaesterilidade.CLAMÍDIA:éaprimeiracausadeDST a nível mundial e é muitocontagiosa. Tem um período deincubação variável e tem muitasrecidivas.Temmuitasvezesuminícioinsidioso e sem sintomatologia,manifestando-se a seguir porcorrimento muco purulento.Atualmente é possível fazer odiagnóstico e tratamento. Quandoevolui com tratamento começadotardiamente, pode terminar emdoença inflamatória pélvica, comconsequênciasalongoprazo.MICOPLASMA:éumaDSTque,como as duas anteriores, permite odiagnóstico e tratamento, mas aatuação tardia pode acabar emdoençainflamatóriapélvica.CANDIDÍASE: é uma DSTatualmente de fácil diagnóstico etratamento. É a que obriga a doenteairmaisrapidamenteaomédicopeloprurido (comichão), que é causa demuitomal-estar.Aterapêuticatemdeincluirsempreoparceirosexual,quegeralmente tem muito poucasintomatologia,aliáscomoacontececom todas estas doenças.HERPESGENITAL:manifesta-sepor sintomatologia muito específica,pequenas bolhas que podem abrir einfectar, sendo causa de grandeincómodo. Feito o diagnóstico, otratamento pode ser feitocorretamente. É uma DST cujafrequênciaaumentouentrenós.TRICOMONAS:éumaDSTmuitofrequente, mas uma vez feito odiagnóstico,hátratamentoadequado.Ao falar em DST é necessárioincluiroutrasdoençasprovocadasporDe 29 de janeiro a 13 de marçodecorreunaEB2,3eESGNumCiclode Palestras “Um biólogo daUniversidadedeAveirovemàEscola”promovido pelo grupo disciplinar deBiologiaeGeologiaemcolaboraçãocom o departamento de Biologia daUniversidadedeAveiro.Os temas abordados foramescolhidosapartirdalistade tópicosde Biologia investigados na UA,enviados à escola pelo referidodepartamento, e selecionados deacordocomostemasabordadosnasaulas das disciplinas de CiênciasNaturaisdo9ºano,BiologiaeGeologiado10ºe11ºano,eBiologiado12ºano.bactérias, como o HEMOPHILUS,para as quais há tratamentoadequado, ou outros agentes maisconhecidos, como o CHATO(pediculosispúbis).Este texto é uma chamada deatençãoparaumdosmalesdanossasociedade. A proteção pelospreservativos tem alguma taxa deinsucesso,apesardeexistirumgrupodeinvestigadorescanadianosatentarmelhoraroseugraudesucesso.Recomendações:Apopulaçãotemde assumir a responsabilidadepessoaldeseprevenircontraasDST.Adelaide Pessoa (especialista deGinecologia e Obstetrícia)Assim,nosdias29dejaneiro,1e5 de fevereiro, teve lugar a açãosubordinadoaotema”Conversadeneurónios”, paraasturmasA,B,C,D e E do 9ºano de escolaridade, daresponsabilidadedaprofessoraPaulaGonçalves; no dia 30 de janeiro, aação subordinado ao tema“Evolução e biodiversidade”paraas turmas A, B e C do 11ºano deescolaridade,daresponsabilidadedaprofessora Ana Hilário; no dia 20 defevereiro,tevelugaraaçãosubordinadoao tema “ Preservar e recuperar oambiente: poluição e degradaçãodos recursos”, para as turmasA, Be C do 10ºano de escolaridade, daresponsabilidadedaprofessoraRosaFreitas; e no dia 13 de março terálugar a ação subordinada ao tema“Mutações e transferência degenes em bactérias “ para a turmaAdo12ºano,daresponsabilidadedaprofessoraCláudiaOliveira.A realização deste ciclo depalestrasteveporobjetivos:contactarcom professores da Universidade;aumentar o conhecimento sobre osconteúdosprogramáticos;incutirnosalunos interesse por novasdescobertascientíficas;aprofundarosconhecimentos científicos, os quais,deummodogeral,foramatingidos.ciências
  • 11. 11Melhore a saúde oral comuma alimentaçãoequilibradaO consumo de alimentos nutritivos variados é bom para o estado desaúde geral, incluindo a saúde oral. Certas vitaminas, em particular,demonstraram ser benéficas para a constituição de dentes saudáveis,nomeadamente o cálcio e a vitamina C, pelo que deverá incluir no seuregime alimentar alimentos ricos nestes elementos nutritivos. Estácomprovado que o cálcio é eficaz para ter dentes fortes e que a vitaminaC é um antioxidante poderoso, que desempenha igualmente umimportante papel na síntese do colagénio, que ajuda a desenvolver e amanter gengivas saudáveis.· Cálcio: Os produtos lácteos, incluindo o leite, os iogurtes e oqueijo, constituem boas fontes de cálcio. Muitos médicos recomendamo consumo diário de 1.200mg a 1.500mg de cálcio para a maior partedos adultos. Experimente mudar para iogurtes magros ou com baixoteor de açúcar, dado que o açúcar (e as bactérias) fomentam as cáries.· Vitamina C: Muitos frutos e legumes, incluindo os frutosvermelhos, as laranjas e a meloa, bem como os legumes verdes,incluindo os bróculos e os espinafres, são excelentes fontes de vitaminaC.Como é evidente, para além de uma alimentação equilibrada, éimportante seguir uma rotina de cuidados orais sistemática, comescovagem dos dentes duas vezes por dia e a utilização do fio dentáriouma vez por dia, para uma boa higiene oral. E, sobretudo, não se esqueçade ir regularmente ao dentista e de lhe perguntar quais os efeitos dasua alimentação na sua saúde oral.Nos dias 19, 20 e 21 de fevereirorealizou-se na ESGN um Rastreiode Saúde Oral nas nove turmas do7º e 8º anos, aos alunosabrangidos pelo ProgramaNacional de Promoção da SaúdeOral. Estes alunos deslocaram-seordenadamente ao gabinete doProjeto de Educação para aSaúde, onde a Dr.ª EmíliaFernandes, Higienista Oral doCentro de Saúde de Ílhavo, avalioua necessidade de intervenção oral.Em princípio, ser-lhes-á entregueo cheque-dentista até ao final doano letivo.Sete sinaisde alertaEspecialistasapontamosprincipaisproblemasoraisquedevemsertratadossem demora. A boca é uma porta deentradaparaváriasdoenças.Alémdosproblemasrelacionadoscoma saúdeoral,hádoençasquedecorremdeumprocesso infecioso iniciado na boca equepodeterminarcomcomplicaçõescardiovascularesediabetes,distúrbiosrenais e respiratórios. Além dahigienizaçãoadequadadosdentestrêsvezes por dia, deve consultar umdentista se tiver pelo menos um dossete sinais seguintes:1. DOR DE DENTE. A cárie é acausa mais comum da dor de dente,sendotantopiorquantomaisexpostoestáonervododente.2. SANGRAMENTO. Osangramentodeveserinvestigadosepersistirpormaisdedoisoutrêsdias.3.FERIDAS.Asferidaspodemtervárias causas, desde infeções porbactérias, vírus ou fungos aleucoplasias, mais frequentes emfumadoreseconsumidoresdeálcool.4.SENSIBILIDADENOSDENTES.podem ser resultado de cáriesdentárias,comodedentesfraturados,esmalte desgastado, doenças nagengiva ou ainda a dor pode serprovocadaporumaraizexposta.5. DOR NA MASTIGAÇÃO. Estetipodesintomapodeestarassociadoa doenças como sinusite, artrite,gengivite, ou ainda a uma disfunçãodaarticulaçãotemporomandibular.6. FRATURA. Com o aumento daexpectativadevidaeaincorporaçãodenovos hábitos alimentares, os dentesvêmsendocadavezmaisexigidos.7. ABCESSO. Esse tipo deproblema é resultado de uma infeçãobacteriana.Em simultâneo, decorrerampara os alunos do 7º ano, Sessõesde Educação para a Saúde emSaúde Oral, onde os alunosaprenderam como tratar da suahigiene oral.A equipa do projeto de Educaçãopara a SaúdeSaúde Oralciências
  • 12. 12Nos dias 21, 22 e 26 de fevereirodecorreuaatividadedenominada“Aimportância da Leitura do Rótulode Alimentos Pré-embalados –AnálisedeRótulos”,desenvolvidapelanutricionistadoCentrodeSaúdede Ílhavo, Dr.ª Regina Ramos, paraasturmasdo9ºanodeescolaridade.Paratal,anutricionistasugeriuqueos alunos recolhessem previamenterótuloscompletosdealgunsalimentos/bebidas e os tivessem na respetivasessão.Estesforamutilizadosparaarealização de uma atividade práticade análise dos mesmos, após uma1ºfase de informação de como seprocessa a sua leitura.A leitura do rótuloA rotulagem dos alimentos temcomo objetivo informar osconsumidoressobreascaracterísticasdosprodutosalimentaresembalados,peloqueaescolhadosalimentos,nospontos de venda, deverá passarsempre pela leitura do rótulo. Numrótulo de um produto alimentarpoderá encontrar informaçãorelativamenteàssuascaracterísticasnutricionais, qual a sua forma deconservação,utilização,etempodevida útil, entre outras informações.O que é obrigatório constarno rótulo?Com base nas informaçõesfornecidas pela Associação deNutricionistas Portugueses,destacam-seasseguintesalíneas:a) Denominação de Venda -nomedoprodutoalimentar.b) Lista de ingredientes quecompõem o produto - têm queobrigatoriamenteserapresentadas,porordem decrescente, em termos dequantidadeemqueseestãopresentes.Aditivos: são representados pelasua categoria e pelo seu nomeespecífico ou pela letra “E” seguidade um número com três algarismos(Ex: antioxidante E300).Alergénicos: estas substâncias têmque constar igualmente na lista deingredientes(Ex:glúten,ovos,crustáceos,amendoim, soja, leite, etc). Estainformaçãoéprecedidapor“contém….”.c) Quantidade líquida contidana embalagem- refere-se àquantidade em que o produtoalimentar está presente naembalagem. Esta quantidade podeser expressa em volume (l, cl ou ml)ou em massa (kg ou g).d) Prazo de validade - datalimite até à qual o alimento pode serconsumido.e)Lote de fabrico - refere-se aolote no qual aquele alimento éinserido.Esteéumdadoimportantepara se fazer a rastreabilidade doproduto alimentar, caso ocorraalguma não conformidade.f) Nome e morada da entidadeque lança o produto no mercadog)Condiçõesdeconservação-condições às quais o alimentodeverásermantidoparagarantirumestado adequado de conservação,para não perder as característicasiniciaisatéfindaroprazodevalidade.h) Código de Barras - conjuntointercaladodebarrasclaraseescurase 13 dígitos, que facilita o controlode stocks e dos valores de venda.i) Informação Nutricional -Informação relativa à composiçãonutricionaldosprodutosalimentarese da energia que fornecem.*Simples–apresentaapenasovalorenergético do alimento e o teor emproteínas,hidratosdecarbonoelípidos.*Completa–paraalémdodescritonaanterior,podetambémapresentarteores em açúcares, ácidos gordossaturados, colesterol, ácidos gordostrans, fibras alimentares, vitaminas,minerais(sódio,cálcio).Expressa por:*100gou100mldeprodutoalimentar;* Por dose;*Porporção-desdequeseindiqueno rótulo a quantidade da dose ou onúmero de porções contidas naembalagem.Nota: é importante fazer ocruzamento entre a quantidadeindicada a que corresponde acomposição nutricional e aquantidade líquida do produtoalimentar. Só desta forma, teremosreal noção do valor energético doque consumimos.Qual a escolha acertada?Paragarantirumamelhorescolhaalimentar é importante consultar,quando existentes, as informaçõespresentes na rotulagem dosalimentos.Devemosdarimportânciaà lista de ingredientes. Deve assimter-seatenção,àpresençadegordurahidrogenada (vegetal ou animal),açúcarsimples(todososingredientesqueterminemem–osesãoaçucaressimples), sal, …Devetambémverificarsempreoprazodevalidadeeoestadodasembalagens,umavezquepoderãotersidosujeitasacondições de armazenamento outransporteinadequado,devendorespeitaras condições de conservação,armazenamentoeutilizaçãodoalimento.Apesar de em Portugal não serobrigatório apresentar a composiçãonutricional,agrandemaioriadosprodutosalimentaresfacultaessainformaçãoaoconsumidor.Assim, é importante olharparaainformaçãonutricionalecompararestamesmainformaçãoemdiferentesprodutos alimentares idênticos e dediferentesmarcas.Devedar-sepreferênciaaalimentoscom baixo teor de gordura,nomeadamente saturada e trans,açúcares simples e sódio (sal) e optarporalimentosricosemfibraalimentar,ecom alto teor de hidratos de carbonocomplexos(amido).A equipa do projeto de Educaçãopara a SaúdeNutricionista veioà escolaciências
  • 13. 13A comer é que agente se entendeduas receitas a nãoperderHomus(receita doMédioOriente) Sopa decamarão(estilovietnamita)Ingredientes:-grão de bico.-1 dente de alho (por cada 300gramas de grão).-1 colher de sopa de cominhos.-1 colher de café de colorau.-azeite.-sumo de 1 limão.-sal.-piripiri.-salsa.Modo de preparação:Numa panela, aquecer o azeite;quando estiver quente junta-se oalho esmagado. Deixa-se dourarum bocadinho e junta-se nacozedura do grão. Deixar cozerbem o grão. Escorre-se e adiciona-se todos os ingredientes, menoso piripiri e a salsa; e esmaga-setudo. Coloca-se num pratito edecora-se com a salsa e o piripiri.Está pronto, é só degustá-lo. Bomapetite!Fernanda VianaIngredientes para 4 doses- 1,5 litro de caldo de marisco.- 150 g de rebentos de soja frescos.- coentros frescos qb (folhas).- 2 dentes de alho (descascado) em rodelas finas- 1 ramo de cebolinho cortado finamente.- hortelã fresca qb (folhas).- gengibre fresco (descascado, cerca de 5cm) em rodelas finas- 150g de noddles.- molho de soja qb.- 2malaguetasvermelhas cortadasàsrodelas(aproveitarassementes).- pimenta preta para moer no momento.- limas qb.- 400 g de camarão cru descascado e sem tripa.- óleo de amendoimModo de preparação:Antes de começar a cozinhar é preciso ter todos os ingredientespreparados: vegetais cortados, caldo fervilhante (ou mantido em lumebaixo e bem quente).Numa Wok, depois de bem aquecida, deitar o óleo de amendoim(não precisa de ser muito). Refogar o alho, o gengibre e uma malaguetadurante cerca de 2 minutos. Abanar sempre a wok para não pegar.Juntar os camarões e fritar durante mais uns minutos (até eles mudaremde cor de ambos os lados). Juntar o caldo (quente), os cebolinhos, osrebentos de soja e os noodles. Deixar ferver até que os noodles estejamprontos e os camarões cozidos (cerca de 5/8 minutos).Apagar o lume e retificar de sal. Na hora de servir, juntar o molho desoja muito generosamente e adicionar a pimenta preta moída nomomento.Servir e colocar à disposição a hortelã, os coentros, as limas e arestante malagueta. Bom Apetite!Filomena Grazinaciências
  • 14. 14Procurar fósseisnas férias do NatalFui à Serra da Boa Viagem procurar fósseis.Escalei montanhasRemovi pedrasObservei montanhas.ciências
  • 15. 15E encontrei um fóssil, mas … foi em casa do meuavô Luís, que o encontrou há cerca de 40 anos noseu olival emAlfarelos, perto da Serra da Boa Viagem,que lhe achou piada e trouxe-o para servir de pisapapeis na secretária do meu tio Jorge.Pedro Miguel Aveiro Gomez146 espécies de avesobservadas no BioRiaAté encontrei azevinho em estado selvagem, o quejá é raro, porque é um arbusto em vias de extinção.Nem sempre o visitante tem aoportunidade de observar noterreno uma raridade como opelicano-branco, o merganso-grande, a felosa-aquática ou aescrevedeira-pigmeia. Contudo,estas aves já foram vistas efotografadas na zona natural domunicípio de Estarreja. Essainformação é agora disponibilizadana página do BioRia na internet.O sítio do BioRia apresenta nomenu “Recursos” uma novavalência denominada “Aves noBioRia”, onde estão descritas porordem alfabética todas as aves quejá foram observadas na zonanatural do Baixo Vouga Lagunar,num total de 146 espécies.Com esta nova ferramenta osvisitantes, para além deconseguirem ter acesso àsfotografias das aves, podem obterinformação pormenorizada sobrecada espécie, nomeadamente asprincipais características deidentificação, abundância ecalendário.A listagem inclui ainda ohistórico das espécies registadasno distrito de Aveiro e informaçãosobre o potencial de Estarreja paraa prática da observação de aves,e descrição das espécies maisimportantes, comuns e raridades.Esta nova funcionalidade surgena sequência de uma parceriaentre a Câmara Municipal e oAvesde Portugal, considerado oprincipal portal dos observadoresde aves em Portugal e dos maisvisitados a nível mundial, estandoneste momento no 21º lugar a nívelmundial no que diz respeito aonúmero de visitantes.http://www.bioria.com/newstext.php?id=137ciências
  • 16. 16La Chandeleur se fête le 2 février, 40 jours aprèsNoël. À l’origine, c’était la fête de la lumière et deschandelles. Aujourd’hui, c’est surtout le jour descrêpes. À la Chandeleur, on mange des crêpes ausucre, des crêpes à la vanille, des crêpes auchocolat… Le 2 février, on fait sauter les crêpes etcelui qui ne laisse pas tomber les crêpes à terreaura du bonheur jusqu’à la prochaine Chandeleur!Certaines personnes disent que «faire sauter» lescrêpes avec un objet en or dans la main porte bonheur!Le 4 février, les élèves de la classe 7º D et leurprofesseur de français ont décidé de fêter ce jour, enfaisant de succulentes crêpes pour «lesgourmands» de leur école. Tout s’est très bien passé,on a fait plus de 200 crêpes et tout le monde s’estbien régalé! Voilà une activité qui a eu beaucoup desuccès et qui se répètera bientôt!Les crêpes -Recette facilePour un litre de pâte (8 personnes)Préparation: 10 minutesIngrédients:. 500 g de farine. 6 oeufs. 1 litre de lait (pour avoir des crêpes plus légères :½ litre de lait + ½ litre d’eau). 50 g de sucre. Une pincée de sel. 1 cuillère à soupe d’huile.3à4cuilleréesàsoupederhum,dePortooudebière.Préparation:Versez la farine dans un grand saladier et ajoutezle sel. Faites un puits au milieu et ajoutez les œufsun à un en mélangeant avec un fouet. Ajoutez au furet à mesure le lait, en faisant attention de ne pasfaire de grumeaux. Ajoutez le sucre et l’huile aumélange. Quand le mélange est bien lisse et liquide,ajoutez le rhum.Bon appétit!línguas
  • 17. 17Et voilà quelques proverbesde la Chandeleur!· À la Chandeleur, l’hiver meurt ou prend vigueur.· À la Chandeleur, au grand jour, les grandes douleurs.· À la Chandeleur, grande neige et froideur.· À la Chandeleur, la neige est à sa hauteur, ce qui signifie que c’estsouvent à cette date que l’épaisseur de la neige est à son maximum, auQuébec.· À la Chandeleur, le froid fait douleur.· À la Chandeleur, le jour croît de deux heures.· À la Chandeleur, Rose n’en sentira que l’odeur.· Rosée à la Chandeleur, l’hiver à sa dernière heure.· Si la Chandeleur pleure, l’hiver ne demeure.· Si le ciel n’est ni clair ni beau, nous aurons plus de vin que d’eau.· Soleil de la Chandeleur annonce hiver et malheur.línguas
  • 18. 18Mais de 80 alunos do 11º anoreuniram-se de manhãzinha naEscola Secundária para dareminício a uma viagem a Coimbra,Visita de Estudo aCoimbra, 12 demarçoindicações dos inúmeros guiaspara a compreensão dofuncionamento do corpo humano.Provavelmente gostariam de terficado mais tempo paraconseguirem participar em todasas experiências disponíveis, masquando a visita chegou ao fim aindapuderam trazer um cartão paramandarem mensagens quando osaldo do telemóvel acaba. Foi umdia diferente, passado fora daEscola, mas com muitasinformações a reter e comrecordações que poderão mudar aforma como agimos no dia a dia.ObservatórioAstronómico-10h«No Observatório Astronómicoé realizada investigação emAstronomia eAstrofísica nas áreasda Física Solar, Física Estelar,Mecânica Celeste e AstrofísicaExtragalática. Alguns destestrabalhos visam a preparação dosprogramas científicos de missõesda Agência Espacial Europeiacomo COROT e GAIA. OObservatório Astronómico temdesenvolvido ao longo dos anosuma tradição na disponibilizaçãode dados astronómicos àscomunidades científica e civil.Atualmente disponibilizaefemérides astronómicas,imagens solares e um arquivo deespectros de estrelas. OObservatório Astronómico dispõede um acervo museológicoconstituído por um vasto númerode intrumentos de observação emedição astronómica e terrestre.Conta ainda na sua coleção commapas e cartas celestes.Amaioriado espólio é constituído por peçasdos séc. XVIII e XIX.»http://www.astro.mat.uc.pt/novo/observatorio/site/index.htmlMuseu da Água – 14h«O espaço museológico queaqui se apresenta é o meioprivilegiado para a Águas deonde foram recebidos, noObservatório Astronómico, poruma equipa de profissionais quelhes deram a conhecer quer ahistória do Observatório e dosobjetos expostos no Museu quero funcionamento doespectroheliógrafo, entre muitasoutras informações, que não serãoesquecidas facilmente, pois não étodos os dias que se visitam locaistão diferentes do que estamoshabituados. Depois do almoçoapressado no Fórum de Coimbra,partiram para o Museu da Água,onde para além de sereminformados sobre a história daágua potável, foram alertados paraa importância da água enquantorecurso natural e puderamdesfrutar da vista sobre oMondego,seguidadovisionamentode um filme sobre o efeito dapoluição na água que bebemosdiariamente da torneira de nossacasa. Já com a oferta do cantil doPlim na mochila e depois deesperarem que parasse de chover,atravessaram o Mondego pelaponte pedestre para visitarem oExploratório, onde puderam assistira uma sessão de astronomia noinsuflável e desfrutar dassaídas
  • 19. 19Coimbra concretizar a sua ação decidadania. É um espaço aberto,dinâmico, interativo e, acima detudo, um espaço de criatividade.AÁguas de Coimbra tem procuradointervir junto dos públicos maisjovens, no sentido de os ensinar avalorizar as questões ambientaise, em especial, o recurso água.Nesse sentido, as escolas são,naturalmente, o público privilegiadodeste projeto. Mas não só. Hálugar para todos os cidadãos numespaço que tem como conceito avalorização ambiental»http://www.aguasdecoimbra.pt/index.php/educacao-ambiental/museu-da-agua-de-coimbraExploratório – 16h«O Exploratório de CoimbraOlimpíadasdeQuímicae deFísicaDecorreram na nossa escola aseliminatórias das olimpíadas deQuímica e de Física.No dia 20 de fevereiro os alunosMaria Soares, Francisca Lima,Pedro Teixeira, Pedro Guedes,João Fernandes, João Correia,Vitor Freitas, David Roque, JoãoFigueiredo, Mafalda Pereira, MariaSpínola, Sara Rocha PedroAlegrete e Miguel Coelho,participaram numa disputadaprova de seleção para apurar ostrês representantes da escola, nasfases regionais das Olimpíadas deQuímica, a decorrer naUniversidadedeAveiro.Aprovanãoera fácil, mas o desempenhodestes alunos foi brilhante. Apósuma criteriosa análise das provasforam apurados os alunos JoãoFernandes, Pedro Guedes e JoãoCorreia.No dia 13 de março decorreu aprova de seleção dos alunos querepresentarão a escola nasolimpíadas Regionais de Física,que decorrerão na Universidade deCoimbra. Participaram os alunosDavid Roque, Vitor Freitas,Francisca Lima e Fábio Maia.Mais uma vez houve grandeentusiasmo e dedicação. Osalunos selecionados foram VitorFreitas, Francisca Lima e FábioMaia.Parabéns a todos osparticipantes e que continuem amanifestar o mesmo entusiasmoe dedicação pela área dasciências. Como dizia alguém “sóse consegue a simplicidade commuito trabalho” e estes alunos semdúvida que estão num excelentecaminho.Filipe Reisinsere-se, embora modestamente,no movimento de criação decentros interativos de ciência quese iniciou com o Exploratorium deSan Francisco, Califórnia, criadoem 1969 pelo físico FrankOppenheimer, e se temintensificado em todo o mundo nosúltimos anos. Estes centrosconstituem espaços deaprendizagem informal,complementares da escola, que -do mesmo modo que a televisão eoutros meios - procuram ilustrarcomo a ciência, componenteindissociável de cultura e condiçãoinalienável de cidadania, pode seracessível e fascinante.»http://www.exploratorio.pt/index.php?page=exploratoriomais1saídasFoi um dia diferente, passado fora daEscola, mas com muitas informações areter e com recordações que poderãomudar a forma como agimos no dia a dia.
  • 20. 20I encontro denatação (Série A)No dia 13 de dezembro de 2012, realizou-se o IENCONTRO DE NATAÇÃO (Série A) – DesportoEscolar - na piscina do Colégio de Calvão. Este eventocontou com a participação de 6 equipasrepresentantes das seguintes escolas: Colégio Nª Srªda Apresentação (Calvão); ES Dr. João CarlosCelestino Gomes; ES Gafanha da Nazaré; EB Dr.João Rocha Pai; ES de Vagos e EPADRV, num totalde 81 alunos e 7 professores.Este encontro teve por finalidade mostrar o trabalhodesenvolvido pelos professores e alunos dos gruposde natação no nível técnico 2 e 3, proporcionar ummomento de convívio inter-escolas, assim comoapurar os alunos para a fase final a realizar em Ílhavoem março.A nossa escola fez-se representar por 24 alunos,tendo obtido os seguintes resultados: 27 primeiroslugares, 11 segundos lugares e 4 terceiros lugares.Estão todos de parabéns pelos excelentesresultados.Manuela SequeiraIIencontrodenatação(SérieA)No dia 8 de fevereiro de 2013, realizou-se, no âmbitodas atividades do Desporto Escolar, o II ENCONTRODE NATAÇÃO (Série A) na piscina da Gafanha daNazaré. Este evento contou com a participação de 6equipas representantes das seguintes escolas:Colégio Diocesano Nª Srª daApresentação (Calvão);Agrupamento de Escolas de Ílhavo;Agrupamento deEscolas da Gafanha da Nazaré; EB Dr. João RochaPai; ES de Vagos e EPADRV, num total de 103 alunose 8 professores.Este encontro teve por finalidade mostrar o trabalhodesenvolvido pelos professores e alunos dos gruposde natação no nível técnico 2 e 3, bem comoproporcionar um momento de convívio inter-escolas.A nossa escola fez-se representar por 28 alunos,tendo obtido os seguintes resultados: 20 primeiroslugares, 16 segundos lugares e 4 terceiros lugares, 3quartos lugares e 2 quintos lugares. De salientar amaior adesão dos alunos neste II Encontro(comparando com o I), que vem demonstrar oexcelente trabalho que tem vindo a ser desenvolvidopelas escolas participantes e pelos respetivosprofessores nesta modalidade do Desporto Escolar.Esta competição permitiu apurar os alunos para afase final a realizar em Ílhavo em Março. Tendo emconta os excelentes resultados obtidos, oAgrupamento de Escolas da Gafanha da Nazaré iráapresentar alunos para a referida fase final. Parabénsa todos os participantes.desporto
  • 21. 21CortaMatoFaseEscolaNo passado dia 11 de dezembrorealizou-se o corta mato escolarque contou com a participação de74 alunos da escola Secundária daGafanha da Nazaré. Estacompetição foi realizada emconjunto com alunos de todas asoutras escolas básicas esecundáriasdoConcelhodeÍlhavo.Alguns dos nossos alunosdestacaram-se pelo seudesempenho competitivo,nomeadamente, obtendo bonsresultados desportivos,nomeadamente: Maria JoãoEugénio (7º D, Infantis B feminino)2 º lugar; Guilherme Salvador (7ºF,infantis B masculino) 3 º lugar;Vanessa Ferreira (7ºE, iniciadosfeminino) 8 º lugar; Vera Silva (8ºE,juvenis feminino) 3º lugar; PedroPinto (9ºD, iniciados masculinos)3º lugar; Leonardo Ferreira (11º D,juniores masculinos) e RicardoOliveira (10ºA, juvenis masculinos)em 6º lugar;Esta atividade permitiu oapuramento dos seis melhoresalunos de cada escola por escalãoe sexo para a fase distrital que irádecorrer no dia 30 de janeiro, emVagos.Corta-matoFase distritalNo passado dia 30 de janeiro, disputou-se o CORTA-MATO distritalem Vagos.A nossa Escola contou com a participação de cerca de 3 dezenas dealunos de vários escalões etários.AMaria João Eugénio (7º D) ficou em 2º lugar, na prova de InfantisB e conseguiu a melhor prestação individual da nossa Escola.PARABÉNS à nossa campeã!desporto
  • 22. 22Aconvitedealunasdo12ºanodoCurso Tecnológico de Desporto daEscola Secundária Dr. João CarlosCelestino Gomes, e no âmbito dadisciplina Projeto Tecnológico, anossaEscolafez-serepresentarporduas alunas numa competição deginástica artística feminina.As escolas convidadas foram:E.B. 2,3 de Ílhavo; E.S. MárioSacramento; E.S. José Estevão;E.S. Homem Cristo; E.S. JaimeMagalhães Lima; E.B. 2, 3 daGafanhadaNazaré;E.S.daGafanhadaNazaré.A competição envolveu trêsProvas: Ginástica de solo, TraveOlímpica e Salto sobre Plinto.As nossas alunas arrecadaram o1º lugar nas provas em que cadauma competiu: a Beatriz Ramos(9ºC) no esquema de Solo e a AnaCosta(9ºC)noesquemadaTrave.Os PARABÉNS às nossasvencedoras!Ginástica artísticafemininaOLIMPÍLHAVOfevereiroainiciativadesportiva,designada“OLIMPÍLHAVO”–Atividadesde Terra, organizada pela Câmara de Ílhavo, que procura promover umconvívio competitivo entre as várias escolas básicas e secundárias doConcelho de Ílhavo. Os alunos representaram a escola em diversasmodalidades, nomeadamente basquetebol, futebol, voleibol e ténis demesa.A competição de Voleibol foi organizada na Escola Secundária daGafanha da Nazaré e contou com cerca de 60 alunos a competiremdurante toda a manhã.A nossa Escola arrebatou a maioria dos primeiros lugares nascompetições de Futebol e de Voleibol.Para o Ano há mais…desporto
  • 23. 23No âmbito do Desporto Escolar,realizou-se no dia 12 de dezembrode 2012 a 1ª concentração deTénis de Mesa deste ano letivo efoi a 1º a ser organizada na EscolaSecundária da Gafanha da Nazaré.Teve a participação de 76 alunosde cinco escolas diferentes:Escola Secundária da Gafanha daNazaré, Escolas EB e Secundáriade Vagos, Colégio de Calvão eEscola Profissional de AgriculturaeDesenvolvimentoRuraldeVagos.A concentração decorreu numambiente de boa disposição, deconvívio e de fair play entre todosos participantes, e provocou algumimpacto na nossa escola, tendolevado bastantes alunos a assistire a apoiar os colegas.Os alunos representaram anossa Escola nos 4 escalõespossíveis, Infantis B, Iniciados,Juvenis e Juniores, tendo tido umaboa prestação. Obtivemos um 1ºlugar no escalão de Infantis B como alunoAfonso Gonçalves e um 4ºlugar no escalão de Juniores como aluno Nuno Caçoilo.No dia 5 de fevereiro de 2013realizou-se na Escola EB Dr. JoãoRocha Pai em Vagos, a 2ªconcentração deste ano.Os alunos voltaram arepresentar a nossa Escola nos 4escalões anteriormente referidos,tendo tido novamente uma boaprestação. Obtivemos um 1º lugarno escalão de Iniciados com oaluno Jaime Oliveira e um 2º lugarno escalão de Juniores com oaluno Nuno Caçoilo.Saliento e felicito todos osnossos alunos pela camaradageme entreajuda demonstradas tantonos treinos como nasconcentrações realizadas.Parabéns a todos os alunos pelaparticipação, pelo desportivismo epelobomdesempenhoquetiveram.Dorabela MaiaTénis de mesadesporto
  • 24. 24DESPORTOESCOLAR - 1ºCicloNo dia 14 de fevereiro decorreu no pavilhão da Escola Secundáriada Gafanha da Nazaré uma atividade destinada aos alunos do 4º anodas escolas do Agrupamento, nomeadamente: EBI Cale da Vila, EBICambeia, EBI Chave, EBI Farol da Barra e EBI Marinha Velha.Estiveram presentes as oito turmas deste ano de escolaridade, numtotal de 137 alunos, e os respetivos professores. Durante uma horarealizaram um conjunto de atividades desportivas: deslocamentos,equilíbrio, destreza, precisão e o jogo “Bola ao Capitão”. Este jogopermitiu momentos de competição entre os alunos das diferentesescolas, sendo notório o envolvimento, empenhamento e entusiasmoque os alunos colocaram na sua realização.Esta atividade teve início no primeiro período com a participaçãodas turmas do 2º ano e irá, ainda, abranger também os 3º e 1º anos deescolaridade das escolas referidas anteriormente, nos dias 6 de marçoe 23 de maio, respetivamente.Um dos objetivos destes encontros será promover um momento deconvívio entre os alunos das diversas escolas doAgrupamento, sendotambém uma oportunidade para mostrarem as aptidões físicas quedesenvolvem nas aulas de Desporto Escolar.Grupo/EquipaVoleibol –Desporto EscolarA equipa de voleibol de Juniores participou em duas concentrações,no âmbito das atividades do Desporto Escolar.Aprimeira concentraçãodecorreu em janeiro, no Colégio de Bustos e contou com a participaçãode quatro equipas. O segundo encontro realizou-se no dia 8 de março,em Águeda, na Escola Secundária Marques Castilho. No final, a EscolaSecundária da Gafanha da Nazaré alcançaram o 2º lugar. Parabéns!desporto
  • 25. 25O Executivo Municipal deliberouaprovarasNormasdeParticipaçãonoXConcursodeFotografia“OlhossobreoMar”,dandoassimseguimentoaosinvestimentosverificadosnosúltimosanos,comoobjetivodedarcontributoparaposicionaroMunicípiodeÍlhavocomoumareferênciaincontornávelnaO Executivo Municipal deliberouaprovar as Normas de ParticipaçãonoConcursodeBandasdeGaragemdoMunicípiodeÍlhavo,considerandoqueamúsicaassumejuntodosmaisJovens uma forma de expressarema sua liberdade, espírito crítico eidentidade, estimulando a suacriatividade artística e musical.O concurso destina-se a todasas Bandas de Garagem do País,cujos elementos tenham idadesuperior a 16 anos e não tenhamsido alvo de qualquer contratodiscográfico,nemtenhamtrabalhosgravados por editoras.O mundo dos museus éfascinante e misterioso! Trabalharnum museu é diferente a cada dia.E há sempre coisas novas adescobrir. Vem conhecer o MuseuMarítimo de Ílhavo para lá das suassalas de exposição, conhecer asnossas coleções, visitar as novasreservas, aprender a criarexposições e perceber comofunciona oAquário dos Bacalhaus.Visita-nos entre os dias 20 e 22e entre os dias 26 e 28 de março,O Museu Marítimo de Ílhavo…nos bastidores!Férias da Páscoamarço de 2013entre as 14h00 e as 17h00.A participação requer inscriçãoprévia até 2 dias antes do primeirodia de atividade – 234 329 990 |museuilhavo@cm-ilhavo.ptIngresso: • 12,00 (3 dias) | •5,00 (1 dia)Horário: 20 a 22 e 26 a 28 (quartaa sexta-feira e terça a quinta-feira)Local:Museu Marítimo de ÍlhavoEntidade:Câmara Municipal deÍlhavoConcurso de Bandas de GaragemAs inscrições serão realizadasnosFórunsMunicipaisdaJuventudeouporcorreiodirigidoàCMI,devendoserentregue,noatodeinscrição,umamaqueta das músicas a concurso,com três temas originais, que nãodeverão exceder os 15 minutos.O concurso terá no máximo seisbandas a participar, pelo que seráefetuadaumapré-seleção,porumjúridevidamente credenciado doconcurso. Serão atribuídos prémiosaos três primeiros classificados (1.ºPrémio – 350 euros e atuação naSemanaJovem2013;2.ºPrémio200euros; 3.º Prémio – 150 euros), eainda prémio para a melhor BandadoMunicípio(prémiode250euroseatuaçãonaSemanaJovemde2013).Oconcursoterálugarno próximodia 25 de maio no Centro Culturalda Gafanha da Nazaré.temática do Mar, também na área dafotografia.O Concurso é aberto a todos osfotógrafosprofissionaisouamadores(e tem exclusivamente caráternacional), tendo comoTema “O Mar”em todas as suas vertentes. Divididoem duas secções (cor e preto ebranco), cada participante podeapresentar até um máximo de trêsfotografiasporsecção.Adatalimitedereceçãodasfotografiasaconcursoé21dejunhode2013(datadocorreio).Para mais informações contactar osecretariado do concurso através do 234329 600.cmi
  • 26. 26Decorreu entre os dias 2 e 9 demarço de 2013 a mobilidade doProjeto Comenius a Istambul. EsteEncontrotevecomotema“Byzantine,Roman and Ottoman CulturalHeritage in Istanbul and modernIstanbul”, reunindo os dez paísesparticipantes: Portugal, Espanha(Catalunha), Itália, Alemanha,Turquia, Chipre, Grécia, RepúblicaCheca, Letónia e Lituânia.Dia 1Oprimeirodiacomeçoucomumavisita à escola, onde fomospresenteados com uma exposiçãode pinturas que retratavam osdiferentespaísesparticipantes.De seguida, reunimo-nos numasala para mostrar os trabalhosrealizadospelosalunosdecadapaísno âmbito do grande tema desteProjeto Comenius PromotingMagicPlaces in Europe.Posto isto, foram tambémdefinidososgruposdetrabalhoeostemasaserdesenvolvidosduranteasemana. Cada grupo ficouresponsável por um tema para serapresentado na 5ª feira. Aconstituiçãodosgruposcontoucoma presença de um aluno de cadanacionalidade.Foi,ainda,sugeridaumasegundatarefa para ser realizada durante asemana: concurso de fotografia.Assim, cada delegação ficouresponsável pela recolha defotografiaseescolheramelhorparaparticipar no concurso. A votação eescolhadamelhorfotografiairiamserfeitasna5ªfeira.No final de todos os trabalhos,fizemos uma pequena visita àsinstalações da escola que culminoucom a apresentação de uma dançacaracterística da Turquia: TurkishFolk Dances.Posteriormente, deslocámo-nosaoPanorama1453HistoryMuseum,o qual se revelou uma autênticasurpresa. Depois de vermos umaexposição sobre a história daconquistadacidadedeIstambul(quepertenciaaoImpérioBizantinoeeraconhecida como “Constantinopla”)pelosOtomanos, sobocomandodoSultão Mehmed II, em 1453,deparámo-nos com uma simulaçãodabatalha.Para terminar o primeiro diafomos ao Kariye Museum, que éconsiderada uma das maisbonitas igrejas bizantinas. Estaigreja foi transformada numamesquita durante o períodoOtomano e, mais tarde, em 1948,no museu que agora podemosvisitar.Dia 2O dia começou com a visita aoRumeli Castle. Este castelo foimandado construir pelo SultãoMehned II, entre 1451 e 1452,antes da conquista deConstantinopla, com o objetivo decontrolar o tráfego marítimo do rioBósforo e do Mar Negro.Depois de percorrermos todo ocastelo e de vermos as bonitaspaisagensqueasualocalizaçãonosproporcionoufomosaoMiniaturk,quenão é mais do que a representaçãodos vários monumentos da Turquiaemminiatura.7º Encontro doProjeto ComeniusIstambulcomenius
  • 27. 27Depois do almoço, a paragemseguinte foi em Pierre Loti Hill, umacolina de onde temos uma vistafantástica para o Golden Horn. EsterepresentaaenseadadorioBósforo,que divide a cidade de Istambul.Para o final do dia estavareservada a visita à SuleymaniyeMosque.EstaéamaiormesquitadeIstambuleumdosprincipais pontosturísticos da cidade, representandoum local de culto e oração, mastambém onde se pode aprendersobre o islão e conviver com outroscrentes. Tal como diz o ditado “emRoma sê romano”, durante estavisita adotámos a tradiçãomuçulmana e na entrada tirámosos sapatos. O interior da mesquitaé um espaço amplo, sem divisõese com uma decoração interiorsimples à base de azulejos.Dia 3Para este dia estava reservadaa visita ao Dolmabachce Palace.A primeira imagem que estepalácio traz à memória é a suagrandiosidade e mistura dediferentes arquiteturas: estilobarroco, rococó e neoclássico,misturado com arquiteturatradicional Otomana. Por estarazão, o Dolmabachce Palaceé considerado o primeiropalácio de estilo europeu emIstambul. Foi neste palácio queo primeiro presidente daRepública da Turquia, MustafaKemal Atatürk, viveu durantealgum tempo e passou seusúltimos dias.O ponto de paragem e visitaseguinte foi a Galata Tower, umatorre medieval que é outromonumento marcante da cidade.Esta torre proporciona uma vistapanorâmica do rio Bósforo, dacidade de Istambul e seusarredores.comenius
  • 28. 28A Art of Turkish WaterMarbling é uma pintura numlíquido especial que contém umaespécie de corantes. Depois,com um material próprio, essescorantes são moldados atéformarem o desenho que sepretende. No final, coloca-se umpapel sobre a superfície da água,a fim de absorver o corante.Depois disto, foi a vez de cadagrupo apresentar o trabalho quedesenvolveu ao longo da semana.Assim, durante cerca de uma horafomos presenteados com umconjunto de apresentações, sendode destacar o empenho dosalunos.Outro marco de Istambul são osbazares, onde podemos encontrarprodutos característicos do país.Por isso, não poderíamos deixarde os visitar, pelo que o destinoseguinte foram o Egyptian Bazare o Grand Bazar.O dia terminou com o MevleviShow, que nos mostrou um ritualreligioso que consistiu numa dançarealizada por monges.Dia 4O nosso 4º dia de estadia emIstambul começou com a visita àSultanahmet Mosque, tambémconhecida como Blue Mosque(Mesquita Azul), devido aosazulejos azuis existentes nointerior. Também aqui seguimos atradição muçulmana, tirando ossapatos na entrada.Muito próxima da SultanahmetMosque encontra-se o HagiaSophia Museum, que representauma das maravilhas arquitetónicasda história. AHagia Sophia é umaantiga igreja bizantina e antigamesquita otomana em Istambul,tendo sido transformada nummuseu em 1935. A Hagia Sophiaé universalmente reconhecidacomo um dos grandes edifícios domundo, devido à sua arquitetura,grandeza, tamanho efuncionalidade.Posteriormente, deslocámo-nospara a Basilia Cistern. Esta éconsiderada a maior das centenasde cisternas que existem emIstambul e é responsável pelofornecimento de água da cidade.O Topkapi Palace serviu deresidência aos sultões otomanosdurante cerca de 400 anos. Alémdisso, este palácio foi também umcentro administrativo e educacionaldo estado.Dia 5Chegámos cedo à escola paraum workshop sobre Art of TurkishWater Marbling e Art of TurkishCaligraphy. Estes workshopsforam lecionados pelosprofessores turcos da escola.Começámos pela Art ofTurkish Caligraphy onde ficámosa conhecer a caligrafia árabe.comenius
  • 29. 29Posteriormente, decorreu oconcurso da melhor fotografia.Após a visualização dasfotografias de todos os países, aescolha recaiu sobre a fotografiada Alemanha.Antes do almoço houve aindatempo para sermos recebidospelo Mayor de Istambul, o qual deuas boas vindas a todas asdelegações, falando daimportância deste tipo deprojetos.Dia 6No último dia antes da viagemde regresso passámos a ponte episámos solo asiático, que tantasvezes tínhamos visto do outro ladodo rio Bósforo. O nosso destinoera Maiden’s Tower, uma torresituada numa pequena ilhotalocalizada na entrada sul doBósforo.A nossa estadia em Istambulterminou com uma visita aoMuseum Military. Aqui assistimosao Mehter Show, apresentado pelaOttoman Military Band.We have spent almost 2 monthshere and one month is missing, untilnow we have had a lot of fun, wehavemetmanynicepeopleandnowthey are our friends.Just one year ago we were fillingthe documents of MIA and we havenever thought that we could beselected but it happened, we are sohappy and we don’t want to comebackhomebutwealreadyknowthatwe are going to come here again insummer, doesn’t matter who isgoing to host us even if the girls whoare hosting us are very cute, theirnames are Maria e Nidia, theirfamilies treat us as if we were theirdaughters , we have also tried thePortuguese food, of course “bacalhau” and thanks to them ourPortuguese is getting better.When we think about our returnin Italy we start crying because weare afraid that our new friends mightforget us, but we have to come backhome, and we hope to stay in touchwith all of them.Obrigada ao projecto MIA paraesta experiencia, nos vamos sentira vossa falta.BeijinhosGiada & Lucia“ Ourexperiencehere inPortugal”A Escola Secundária viuaprovada a candidatura ao ProjetoMIA – Mobilidade Individual deAlunos - patrocinado pelaPROALV, para o ano letivo 2013-2014. A escola parceira será emPontedera, Itália e o projetopermitirá a dois alunos frequentaressa escola, e também receberem sua casa um aluno, por umperíodo de 3 meses.A par deste projeto, a ESGNgostaria também de acolher duasalunas espanholas e duasprovenientes da Letónia durante oprimeiro período. Para isso,convidamos os alunos e osencarregados de educaçãointeressados em viver aexperiência de acolher umaluno estrangeiro, a juntarem-se a nós nesta “aventura”, quepermite “desenvolver oconhecimento e sensibilizar osjovens e o pessoal educativo paraa diversidade e para o valor dasculturas, assim como das línguaseuropeias e ajuda os jovens aadquirir as aptidões e ascompetências básicas de vida,necessáriasaoseudesenvolvimetopessoal e à sua futura vidaprofissional e a uma cidadaniaeuropeia ativa”.Se estiver interessado, nãohesite em contactar-nos.Helena Maia SilvaPROJETOS EUROPEUSMobilidade Individual de Alunosmia
  • 30. 30ConcursoEuroscolaIncluída na atividade integradoradoscursosdeeducaçãoeformaçãode adultos, no passado dia 22 defevereiro, realizou-se uma palestrano Agrupamento de escolas daGafanhadaNazaré,comapresençado Sr.Arquiteto Jorge Vaz.Foi muito interessante, pois oArquiteto foi muito claro na suaexposição, abordando os temas deuma forma muito divertida.Ao longo desta palestra,ganhámosconhecimentodealgunstipos de plantas de cidades como,por exemplo, planta irregular,radioconcentrica e ortogonal.A planta irregular caracteriza-sepor um traçado desordenado dasruas, as ruas são estreitas, o quedificulta a circulação automóvel eexistência de becos sem saída, umexemplo de uma cidade assim é acidade do Porto.Os alunos do 11º ano da turmaC, Karina Mendes da Cruz Vicentee Fábio André Ribeiro Maiaparticiparam no concursoEuroscola no dia 6 de março de2013 no IPDJ em Aveiro.Participaram seis escolas doDistrito de Aveiro e a EscolaFerreira de Castro foi a vencedora.Foi uma tarde onde os alunospuderam apresentar os seustrabalhos com originalidade,abordando a dimensão europeia dotema.Todas as escolas contribuíramde uma forma exemplar com osseus trabalhos e mostraram a suacriatividade, mas os nossos alunosrepresentaram muito bem a nossaescola!PARABÉNS KARINA e FÁBIO!Na cidade radioconcêntrica, emqueváriasviasdivergemdeumcentroe são ligadas entre elas por artériasconcêntricas chamadas de radiais.Abordou-se o crescimentohabitacional ao longo dos tempos,desde a balburdia completa deantigamente, em que se construíaonde se tinha terreno (daí as ruastortas),àsuaevoluçãoaolongodostempos até aos nossos dias, comreferência a exemplos nacionais einternacionais.Falou-se dos tipos deordenamento urbano, comparticipaçãodospresentesesemprenum clima de boa disposiçãoO que para muitos poderiarepresentaruma“seca”,acabouporse revelar um momento agradávelpara todos.Andreia Ramalho, Pedro AlvimUm arquiteto naescolaatividadesGraça Martinho
  • 31. 31Catarina Gomese João Bola vãorepresentar anossa escola nasessão Nacionaldo Parlamentodos jovensO programa Parlamento dosJovens pretende promover nasescolas o debate democrático, orespeito pela diversidade deopiniões e pelas regras deformação das decisões,incentivando a reflexão e o debatesobre um determinado tema. Nopresente ano, o tema escolhido foi“Os jovens e o emprego: quefuturo?”.Na Sessão Distrital realizada nodia 12 de Março de 2013, em SantaMaria da Feira, uma vez mais osParlamento dosjovensnossos deputados tiveram aoportunidade de participar emdiversos processos eleitorais,defendendo as suas ideias comconvicção, sem nunca esquecer,no entanto, o respeito pelos valoresda tolerância e da formação davontade da maioria.Congratulamo-nos pelo facto de anossa Escola se encontrar incluídaneste grupo, sendo uma dasvencedoras.E os parabéns, em especial,aos nossos deputados, pelo muitomérito que tiveram na conduçãodaquele debate.Escolas eleitas para a SessãoNacional do Parlamento dosJovens – Secundário- Escola Secundária Dr. SerafimLeite – São João da MadeiraDeputados: José Bernardes –Miguel Lopes- Escola Secundária da Gafanhada Nazaré - ÍlhavoDeputados: João Bola –Catarina Gomes- Escola Secundária Dr. MárioSacramento –AveiroDeputados: Mariana Monteiro –Joaquim Nolasco (Porta-Voz)- Colégio Liceal de Santa Mariade Lamas – Santa Maria da FeiraDeputados: André Carvalho –Jorge Vinagre- Escola Secundária JoséEstêvão -AveiroDeputados: Sara Figueiredo –Francisco DinisatividadesDas trinta e uma Escolas dodistrito de Aveiro participantes noprograma, foram selecionadascinco para representarem o círculona Sessão Nacional doParlamento dos Jovens.
  • 32. 32As Bibliotecas Escolares sãoinstrumentos de equidade e deintegração social, sobretudo emperíodos de carência como aqueleem que vivemos. Para além deempenhadas na promoção dacultura e da leitura, afirmam-setambém, atualmente, no apoio aocurrículo escolar e nodesenvolvimento dascompetências digitais e deinformação.Acreditamos que a BibliotecaEscolar é hoje determinante naimprescindível mudança doprocesso de ensino e deaprendizagem, quando integradana planificação e no ensino dosprofessores/ conselhos de turma(equipa de professores dediferentes áreas curriculares) quetrabalham em parceria com oprofessor bibliotecário/ equipa daBiblioteca Escolar ao serviço deum ensino por projetos. Comosabemos, a investigação está nabase da construção doconhecimento, razão pela qualdeve estar também no centro dodesenvolvimento curricular, sendonecessário habilitar o aluno paraaprender, transformando ainformação em conhecimento, ouseja, desenvolvendo competênciasde planeamento, de localização ede recolha de informação, deseleção e de valorização, deorganização e de registo, decomunicação e de realização(atestando a compreensão dainformação que fornecem) e deavaliação do produto final.Obviamente que a qualidade dacoleção, no suporte ao currículo ena resposta às necessidadesindividuais dos alunos, é tambémCDU ou como arrumaro Conhecimento naBibliotecaela fator determinante para osucesso, e é neste ponto queiremos centrar a nossa atenção.O desenvolvimento da coleção,numaBibliotecaEscolar, tem de serorientado por uma Política deDesenvolvimento Documental(PDC). Este conjunto de princípiosdeveserdefinidoparaotriénio,aparcom o Projeto Educativo, ouvidos oDiretor, o Conselho Pedagógico, osProfessores, osAlunos e a restanteComunidadeEducativaedeveestardeacordocomoCurrículoNacional,os projetos de Escola/Agrupamento, as necessidadeseducativas especiais, a eventualorigem multicultural dos alunos, asáreascurriculares,extracurricularese lúdica.Por sua vez, os documentosadquiridos, material livro e nãolivro, estão sujeitos a umletras
  • 33. 33tratamento técnico rigoroso, antesde serem divulgados e colocadosà disposição dos leitores paraempréstimo e/ ou consulta, asaber: registo, carimbagem,catalogação, classificação,indexação, cotação e arrumaçãonas estantes. Neste processo,destacamos o papel fundamentalda existência de um catálogo dabiblioteca (a divulgar online), umavez que permite a pesquisaautónoma da informação, semperda de tempo, em bibliotecascomo as da atualidade, onde osdocumentos se encontram em livreacesso. Como afirma a Rede deBibliotecas Escolares do Porto(RBEP), “sem catálogo não hábiblioteca”, tal a importância deque se reveste a possibilidade queum catálogo informatizado oferecederecuperarainformaçãodeformarápida e eficaz.Para responder à necessidadede, numa biblioteca, arrumar osdocumentos de modo a permitir afácil localização de obras sobreum determinado assunto, surgiu,no final do século XIX, aClassificação Decimal Universal(CDU), que é um esquema declassificação uniformizado enormalizado, que visa cobrir eorganizar a totalidade doconhecimento humano. Baseia-seno conceito de que todo oconhecimento pode ser divididoem dez classes principais, que sesubdividem novamente de formadecimal, do geral para oespecífico. As divisões principaisda CDU são as seguintes:0 Generalidades1 Filosofia. Psicologia.2 Religião. Teologia.3 Ciências Sociais.4 Classe atualmente nãoutilizada.5 Ciências Exatas. CiênciasNaturais.6 CiênciasAplicadas. Medicina.Tecnologia.7 A r t e . A r q u i t e t u r a .Entretenimento e Desporto.8 Linguística. Língua. Literatura.9 Geografia. Biografia. História.Para encontrar um documentonuma biblioteca, importa aindasaber que a cota (indicaçãonumérica ou alfanuméricaimpressa numa etiqueta quenormalmente é colocada na parteinferior da lombada do livro) faz aconexão ente o catálogo e aestante, permitindo localizá-lorapidamente. O sistema deestabelecimento de cotas dependedos critérios de arrumação dacoleção, que variam consoante otipo de biblioteca, nomeadamentetendo em conta o público queserve. Em Portugal, como emmuitos outros países, recorre-se àtabela CDU, numa versãosimplificada, para a determinaçãodas cotas, pelo que, para acederde forma rápida aos documentos,será necessário ter umconhecimento mínimo da referidatabela.Glossário de TermosBiblioteconómicosBiblioteconomia– teoria,atividades e técnicas relativas àorganização e gestão debibliotecas, assim como àaplicação de legislação sobre asmesmas.Catalogação– parte daBiblioteconomia que trata dasnormas que se devem seguir naelaboração dos catálogos.Catálogo– documentosecundário que apresenta osdocumentos reunidos numabiblioteca, dispostos segundo osdiferentes tipos de cabeçalho esegundo regras que permitem asua recuperação. Consoante a suaforma de organização, o catálogopode dominar-se alfabético, deassuntos, de autores, deautoridade, coletivo, didascálico,ideográfico, sistemático, de títulose topográfico.Classificação– estrutura deconceitos em classes esubdivisões para exprimir asrelações semânticas existentesentre eles graças a uma linguagemdocumental pré-definidarepresentada através de notações,também elas pré-definidas.C.D.U. Classificação DecimalUniversal– diz-se daClassificação Bibliográfica em queos assuntos são divididos emgrandes classes, cada uma delasrepartida em divisões, e cadadivisão repartida em secções,cada secção em outras tantas eassim indefinidamente, o quepermite designar-se cada assuntode forma simples e individual.Cota– é constituída porsímbolos (letras, números ouambos) e permite encontrar umlivro na estante; faz a conexãoentre o catálogo e a estante.Indexação – trata-se de umaoperação de descrição interna,cujo objeto é o conteúdo intelectualdos documentos; através dela asinformações selecionadas nosdocumentos são expressas pormeio de termos de indexaçãopertencentes a uma ou váriaslinguagens documentais.Material não livro –documentação de biblioteca quese apresenta sob uma forma quenãoadeumlivro(dispositivo,vídeo,disco, cassete, cartaz, CD’R ,etc.).Pesquisa Bibliográfica –Operação com vista a obter, pormeios manuais ou informatizados,referências bibliográficasespecíficas.Definições retiradas de:Novo dicionário do livro: daescrita ao multimédia/Maria IsabelFaria, Maria da Graça Pericão.[Lisboa]: Circulo de Leitores, 1999.Diccionario de lectura ytérminos afines/ eds. Theodore L.Harris, Richard E. Hodges. Madrid:Fundación German SanchezRuipérez, 1985.SERVIÇOS DEDOCUMENTAÇÃO DOINSTITUTO POLITÉCNICO DELEIRIA - GUIAS. Disponível emhttp://www.ipleiria.pt. Acedido em25/02/2013.Manuela Mª Baptistaletras
  • 34. 34AmulherportuguesanãoésóFadado Lar, como Bruxa do Ar, Senhorado Mar e Menina AbsolutamenteImpossíveldeDomar.ÉmelhorqueoHomem Português, não por sermulher,masporsermaisportuguesa.Trabalhamais,sabemais,quermaise pode mais. Faz tudo mais àexceção de poucas atividades dediscutívelcontribuiçãonacional(bebere comer de mais, ir ao futebol, etc).Portugal(i.e.,oshomensportugueses)pagam-lheesteserviço,pagando-lhesmenos,ouaténadaOpiordefeitodoHomemportuguêséachar-semelhoremaiscapazqueaMulher.AmaiorqualidadedaMulherPortuguesaénãoligarnadaaessascrassas generalizações, sabendoperfeitamentequenãoéverdade.Eisa primeira grande diferença: oPortuguês liga muito à dicotomiaHomem/Mulher;aPortuguesanão.OPortuguês diz «O Homem isto,enquanto a Mulher aquilo». APortuguesa diz «Depende».AúnicadistinçãoquefazaMulherPortuguesaé dizer, regra geral, que gosta maisdos homens do que das mulheres.E, como gostos não se discutem, éessa a única generalizaçãoindiscutívelA Mulher Portuguesa é o opostodo que o Homem Português pensa.Também nesta frase se confirma aideia de que o Homem pensa e aMulheré,oHomemachaeaMulherjulga,oHomemracionalizaeaMulherraciocina. E mais: mesmo estadistinção básica é feita porque esteartigonãofoiescritoporumaMulher.PorqueéqueaquiloqueoHomempensa que a Mulher é, é o opostodaquilo que a Mulher é, se cadaHomemconhecedepertopelomenosA MulherPortuguesa Temum Bocado dePena dos Homensuma Mulher? Porque o Português,para mal dele, julga sempre que aMulher«dele»édiferentedetodasasoutras mulheres (um pouco comotambém acha, e faz gala disso, queele é igual a todos os homens). AMulherdeleéselvagemmasasoutrassão mansas. A Mulher dele é fogo,ciúme,argúcia,domínio,cuidado.Asoutrassãotodasmaistépidas,parvas,galinhas,boazinhas,compreensíveisOra a Mulher Portuguesa é tudomenos«compreensiva».Ouporoutra:compreende, compreendeperfeitamente, mas não aceita. Seperdoa é porque começa amenosprezar, a perder as ilusões, ea paciência. Para ela, a reação maisviolentanãoéaraivanemoódio–éaindiferença.Senãosevinganãoéporser«boazinha»–éporqueachaquenãovaleapenaA Mulher Portuguesa, sobretudo,atura o Homem. E o Homem, cascagrossa, não compreende o vexameenormequeéseraturado,juntamentecomascrianças,oclimaeosanimaisdomésticos. Aturar alguém é omesmoquedizer«coitadinho,elenãopassadisto…»Nofundonãoémaisdo que um ato de compaixão. AMulher Portuguesa tem um bocadode pena dos Homens. E nisto,convenhamos, tem um bocado derazão.O que safa o Homem, para alémda pena, é a Mulher achar-lhe umacertagraça.AMulhernãopensaqueeste achar-graça é uma expressãosuperior da sua sensibilidade – pelocontrário, diverte-se com a ideia deseroriundodeumabaixezainstintivae pré-civilizacional, mas engraçada.Considera que aquilo que a leva agostardeumHomeméumafraqueza,um fenómeno puramenteneurovegetativoouparassimpático–enfim,pulsõesalegresoutristementeirresistíveis,semqualquervalor.Echegamosaoutracaracterísticaimportante. É que a MulherPortuguesa,sepudessecingir-seaodomínio da sua inteligência e maispuravontade,nuncasemeteriacomHomem nenhum. Para quê? Se jásabe o que o Homem é? Aliás, nãofossemcertasquestõesdesprezíveisda Natureza, passa muito bem semoshomens.Nofundoencara-oscomoum fumador inveterado encara oscigarros: «Eu não devia, mas.. » E,comoassimé,enãohánadaafazer,fuma-os alegremente com a atitudesã e filosófica do «Que se lixe».Homens, em contrapartida, nãopodiam ser mais dependentes.Esta dependência, este ardesastrado e carente que nos estána cara, também vai fomentandoalguma compaixão da parte dasmulheres. A Mulher Portuguesatambém atura o Homem porqueacha que «ele sozinho, coitado;não se governava». O ditado«Quem manda na casa é ela,quem manda nela sou eu» é umaexpressão da vacuidade domachismo português. A Mulhergoverna realmente o que é precisogovernar, enquanto o homem, porabstração ou inutilidade, secontenta com a aparência idiota de«mandar» nela. Mas ninguémmanda nela. Quando muito, eladeixa que ele retenha a impressãode mandar. Porque ele, coitado,liga muito a essas coisas. Porqueeleviveatormentadopeloterrorqueseria os amigos verificarem queele, na realidade, não só na rualetras
  • 35. 35como em casa não «manda»absolutamente nada. «Mandar» écomo «enviar» – é preciso ter algoparamandarealgoaoqualmandar.Esses algos são as mulheres quefazem.O Homem é apenas alguémarmado em carteiro. É o carteiroque está convencido que escreveuas cartas todas que diariamenteentrega. A Mulher é a remetente ea destinatária que lhe alimentaessa ilusão, porque também nãolhe faz diferença absolutamentenenhuma. Abre a porta de casa ediz «Muito obrigada». É quase umaquestão de educaçãoA imagem da «MulherPortuguesa» que os homensportugueses fabricaram é apenasuma imagem da mulher com a qualeles realmente seriam capazes dese sentirem superiores. Umagalinha. Que dizer de um homemque é domador de galinhas, porqueos outros animais lhe metemmedo?Na realidade, A MulherPortuguesa é uma leoa que, porforça das circunstâncias, sabeimitar a voz das galinhas, porqueo rugir dela mete medo aoparceiro. Quando perdem apaciência, ou se cansam, cuidado.A Mulher portuguesa zangada nãoé o «Agarrem-me senão eu mato-o» dos homens: agarra mesmo, emata mesmo. Se a Padeira deAljubarrota fosse padeiro, éprovável que se pusesse antes aenvenenar os pães e ir servi-losaos castelhanos, em vez de sairporta fora com a pá na mão.Miguel Esteves Cardoso, in ‘ ACausa das Coisas ‘Sinto a tua beleza espreitar.Sinto o teu calor envolver-meem ondas de maciezem abraços brilhantes.Sei que estás aí.Sei que te espero.Sei que te quero.Não sei porque esperonem por que espero.Três Poemas deAmorDesejo de ter maisdo que um olhar intenso.Desejo de te tocarde te sentirde te ter na minha mão.Desejo da tua pelee da minha boca loucaem nascente de mel.Desejo da tua sofreguidãodo teu delírioem abraços crivados de mime em laços molhados de nós.Aproxima-te.Vem confirmar o beloenquanto é belo.Vem contemplar o simplesque mostra o muito que há em nós.Vem eternizar memóriasdo efémero sublime.letrasBetina Astride
  • 36. 36Ilha Teresa, ou aliberdade nofeminino e emportuguês«Só não me ri porque pensei quenão é fácil ver-se naufragada numpaís estrangeiro. Podem Crer.Narradora de IlhaTeresaIlha Teresa, de Richard Zimler,ficará como um dos mais originaisromances sobre uma outraexperiência imigrante nossa nosEstados Unidos. Recentementelançadonomundodelínguainglesasob o título de Strawberry FieldsForever, a famosa e marcantecanção dos Beatles, o nonoromance (ainda contos e um livropara crianças) do escritor norte-americano residente em Portugaldesde 1990 não foge assim tãoradicalmente das suas temáticasde sempre (a Diáspora e históriajudias, incluindo a O ÚltimoCabalista de Lisboa), mas constituiuma experiência literária única paraos leitores interessados na nossapresença moderna além-fronteiras.A perspetiva aqui não poderiadeixar de ser única. A própriabiografia do romancista, que não échamada para aqui, assim odeterminaria. Não conheço outroescritor daquele país (o caso deluso-descendentes comoKatherine Vaz e Frank X. Gaspar,entre alguns outros, ésumariamente muito diferente) quetenhaadotadoabinacionalidadeporinteiro como o fez Richard Zimler,natural de Nova Iorque, comexperiência académica nos doispaíses (também deu aulas dejornalismo e escrita criativa nacidade do Porto, onde reside eescreve), sendo hoje um dos maisrespeitados e lidos autores domundo anglo-saxónico, com a suaorigem judia, repita-se, no centrode praticamente toda a sua prosaficcional. Naturalmente, este seuromance ficará catalogado comopertencendo a duas línguas eculturas, o seu tema e o seu pontode vista inevitavelmente integradosno que há anos a revista Timedenominou de nova ficção mundial,com Salman Rushdie então nocentro. Tema fulcral de todos eles:a experiência pós-modernistaimigrante em países de línguainglesa, principalmente na Grã-Bretanha, Canadá e EUA. Teresa,a protagonista do romance aquiconsiderado, faz-me lembrar deimediato, por outro lado, HoldenCaulfield do mítico romance dosanos 50 do nada menos mítico J.D.Salinger, UmaAgulha no Palheiro.Adolescente de 15 anos de idade,Teresa emigra com os pais deLisboa para Nova Iorque, ondeconhece e funda uma profundaamizade com um jovem brasileirode 16 anos de idade, ido de SãoPaulo para a mesma cidade. Osdois vivem só com as mães, pois opai de Teresa falece logo no iníciodo romance. Escrito em forma dediário, confrontam-se os dois comum mundo de adultos nada menosconfuso do que eles próprios embusca do seu lugar nos subúrbiospouco amenos da metrópole domundo: as regras de vivência sãofluidas, cada história dospersonagens uma de meraletras
  • 37. 37sobrevivência quotidiana numequilíbrio precário entre o passadoportuguês e brasileiro e o presenteno mosaico labiríntico em que setornou a sociedade metropolitananorte-americana.Assumir a voz deum adolescente requer totalcontrolo de linguagem e períciaformal; assumir a voz de umamenina esperta e inteiramentevivida em meios como Lisboa e asua nova cidade é um riscoassumido por qualquer ficcionista.Em Ilha Teresa esquecemos deimediato o nome do autor na capae passamos a entrar na alma epersonalidade da protagonista.Nada mais se poderia esperar detanta audácia por parte de RichardZimler, que demonstra aqui o seumergulho sem retorno namentalidade lusíada dos nossosdias, no que nos aproxima edistancia do seu país de origem.Ilha Teresa consegue a proeza deser absolutamente original naliteratura diaspórica lusa, e de nelase integrar sem qualquer limite oureticência. O recurso ao leitmotivde canções dos Beatles terá tudoa ver com a inteligência esensibilidadeafinadadedoisjovensdo nosso tempo. Angel, cuja mãetinha decidido emigrar para NovaIorque porque pensou que ahomossexualidade do filhoencontraria aí mais abertura,compreensão e tolerância, é ocompanheiro perfeito daprotagonista, dois jovens de línguaportuguesa como que a desbravarterreno desconhecido e hostil,duplamente outsiders. Claro queparte da ironia e certa fúria nalinguagem narrativa de Teresa aquié precisamente a ilusão de que avida nessa outra geografia seriamais livre de preconceitos e dignana aceitação da diferença. Talcomo no referido romance deSalinger, é a hipocrisia do mundo“adulto” que marca o quotidiano dedois jovens sensíveis e solitários.O epicentro do romance é um diade homenagem à memória de JohnLennon na sua cidade escolhidamas onde encontraria uma morteimprovável. Enquanto os adultos àsua volta se preocupam com a cordo casaco ou vestido, Teresa eAngel sentam-se no Central Parktentando decifrar como se encontraa salvação na frieza da indiferençaou na crueldade atávica dos quevivem na mais sofisticada emoderna cidade.Adestreza dessalinguagem e o modo entre ainocência e cinismo precoce é oque mais marca o tom de voz comque nos é recriada a odisseia dese inventar totalmente do novo einesperado uma vida mais oumenosnormalizada.Osdoisjovensdeambulam pelas ruas da cidadena sua procura de direção e sentidode vida, mas já reconhecendo quepor entre a mentira do quotidiano eos valores em constante mutaçãoface a novas exigências dasobrevivência com dignidade terãode também de construir intimidadee cumplicidade para além do quelhes impõe a sociedade e esperamos outros à sua volta. Estamos aquilonge, pois, da experiênciaimigrante vivida e por vezestransfigurada pelos que haviamabandonado sociedades antigas eiletradas, e tinham arriscado umfuturo de estranhos em terraestranha.Teresa eAngel estão nossubúrbios de Nova Iorque com omesmo à vontade que estariam emLisboa ou São Paulo, só que noutralíngua e noutras margens.Aformade diário de IlhaTeresa - a narrativavai de 17 de Outubro de 2009 a 29de Janeiro de 2010 - aproxima oleitor não só do constante vaivémdos seus dois protagonistas comonos permite entrar no seuinteriorismo, ver o mundo em voltapelos olhos e alma de quem o vive.Se no romance imigrante dopassado quase sempre tínhamosuma caminhada que iainevitavelmente do desespero aotriunfo e tranquilidade, pelo menosda geração seguinte, temos agoraa circularidade de uma sociedadesem rumo e de personagens semcertezas algumas, a não ser anecessidade de encontrarem ummeiodefugaatudooqueosrodeia.Entre a rebeldia da linguagem e ocomportamento circunstancial,pressentimos com eles a eventualacomodação à sociedade que jáentendem mas não aceitam. Entreo humor juvenil e incessante e onatural chamamento a referenciaisda cultura popular internacional dosnossos dias, sobressai umaAmérica que, tambémironicamente,jápoucosediferenciado resto mundo ocidental: cada umporsinosmisteriososmeandrosquevão descobrindo sempre naesperançadeossubverterparaqueos reencontrem numa vida mais oumenos secreta e assumida. Oparágrafo com que Teresa encerraeste maravilhoso relato dos seusdias corta com todo o seu passadodando-lhe a esperança que cadageraçãorenovaparaasuasanidadementaleeventualfelicidade,mesmoque, na sua sabedoria de jovens,não acreditem por inteiro. “Maistarde, nesse dia, quando melevantei para ir à janela, enfeitiçadapelo jogo de lágrimas da luz do solnaneverecente,penseinisso,etiveentão a sensação de que o futuropuxava por mim, e eu, depois deresistir uns segundos só para sentiro esforço de me transformar numanova pessoa, deixei-me ir”.Aúltimapalavra é sua,Teresa. Linda.»Vamberto Freitas, in “AçorianoOriental”http://www.acorianooriental.pt/noticias/view/216954letras
  • 38. 38“Eu já disse que a capacidade denossurpreendermoséaúnicacoisade que precisamos para nostornarmos bons filósofos? Se nãodisse,digo-oagora:ACAPACIDADEDE NOS SURPREENDERMOS ÉA ÚNICA COISA DE QUEPRECISAMOS PARA NOSTORNARMOSBONSFILÓSOFOS.Todas as crianças pequenaspossuemestacapacidade,issoéóbvio.Compoucosmesesdevida,começama aperceber-se de uma realidadecompletamente nova. Mas quandocrescem, esta capacidade parecediminuir.Qualseráomotivo?(…)Se um recém-nascido pudessefalar, diria certamente muitascoisassobre o estranho mundo a quechegou.Porqueaindaqueacriançanãopossafalar,vemoscomoapontaàsuavoltaeagarracomcuriosidadeos objectos no quarto.Quandocomeçaafalar,acriançafica parada cada vez que vê um cãoe chama: Ão, ão!Começa a agitar-se no carrinho,e move freneticamente os braços:Ão, ão! Nós, que temos mais idade,sentimo-nostalvezpoucoàvontadecomoentusiasmodacriança.-Sim,sim,issoéumãoão!-dizemosmuitosabedores.- Mas agora senta-te.Não estamos assim tãoentusiasmados. Já tínhamos vistocães antes.Provavelmente,estacenarepete-se algumas cem vezes até que acriança possa passar por um cãosem ficar fora de si. Ou por umelefante,ouporumhipopótamo.Masmuitoantesqueacriançaaprendaafalar corretamente - ou antes queaprendaapensarfilosoficamente-omundo tornou-se para ela algo dehabitual. É pena.(...) Aparentemente, perdemosdurante a nossa infância acapacidadedenossurpreendermoscom o mundo. Mas com isso,perdemos algo essencial - algo queosfilósofosqueremreavivar.Porqueemnósalgonosdizqueavidaéumgrande mistério. Já tivemos essasensação muito antes de termosaprendidoapensarnisso.Vou ser mais preciso: apesar detodasasquestõesfilosóficasdizeremrespeito a todos os homens, nemtodososhomenssetornamfilósofos.Por diversos motivos, a maior parteestápresadetalformaaoquotidianoqueoespantoperanteavidaémuitoescasso.Para as crianças, o mundo - etudo o que existe nele - é uma coisanova, uma coisa que provocaestupefação. Os adultos não o vêmassim.Amaior parte dos adultos vêo mundo como qualquer coisacompletamentenormal.Os filósofos constituem umaexceção notável. Um filósofo nuncase conseguiu habituarcompletamente ao mundo. Para ofilósofo ou para a filósofa o mundo éainda incompreensível,inclusivamente enigmático emisterioso.Osfilósofoseascriançaspequenaspossuemumaimportantequalidade em comum. Podes dizerque um filósofo permanece durantetoda a sua vida tão capaz de sesurpreender como uma criançapequena.E agora tens que te decidir, caraSofia:ésumacriançaqueaindanãose habituou ao mundo? Ou és umafilósofaquepodejurarqueissonuncalhe acontecerá? Se simplesmenteabanas a cabeça e não te sentesnemcomocriançanemcomofilósofa,éporqueteacostumastetãobemaomundo que este já não tesurpreende. Nesse caso, o perigoestá eminente. E por isso te ofereçoestecurso,paraprevenir.Nãoqueroque tu pertenças à categoria dosapáticos e dos indiferentes. Queroque vivas a tua vida de modoconsciente.”Jostein Gaarder, O Mundo deSofia, Lx., Ed. Presença, 1995, pp.21-23ComentárioEste texto, para além deargumentaracercadaimportânciadefilosofar, é também uma boaintroduçãoàFilosofia,disciplinaquesó existe no ensino secundário, nodécimoedécimoprimeiroanos,poissupõe-se que os alunos nesta faixaetária já terão a capacidade paraquestionaroqueaprenderamerefletiracerca do que os rodeia, no entantoquase nunca isso acontece, pois omundoemquevivemestámuitomaisvoltado para as imagens, para osresultados, para as informaçõessuperficiais,paraarapidezcomquese acede a essas informações,assim como para o consumismo,tendo-sesubstituídoaimportânciadoSerpeladoTer.Comoolivrodeondefoi retirado o texto é um calhamaço,nãosepodendolerdeumdiaparaooutro, fica aqui a sugestão dovisionamento do filme, acessívelintegralmente através do Youtube,em duas partes, apesar daslegendas se encontrarem embrasileiro e conterem errosgramaticais, facilmenteultrapassáveis para quem sehabituouaverfilmesonline.Podeserum bocadito confuso no início, mastentem ver até ao fim, pois valemesmoapena!O Mundo de Sofialetras
  • 39. 39«(…) Eu quero fazer o elogio doamor puro, do amor cego, do amorestúpido, do amor doente, do únicoamor verdadeiro que há, estou fartode conversas, farto decompreensões, farto deconveniências de serviço.Nunca vi namorados tãoembrutecidos, tão cobardes e tãocomodistas como os de hoje.Incapazes de um gesto largo, decorrer um risco, de um rasgo deousadia, são uma raça detelefoneiros e capangas decantina, malta do “tá bem, tudobem”, tomadores de bicas,alcançadores de compromissos,bananóides, borra-botas,matadores do romance,romanticidas. Já ninguém seapaixona? Já ninguém aceita apaixão pura, a saudade sem fim,a tristeza, o desequilíbrio, o medo,o custo, o amor, a doença que écomo um cancro a comer-nos ocoração e que nos canta no peitoao mesmo tempo?O amor é uma coisa, a vida éoutra. O amor não é para ser umaajudinha. Não é para ser o alívio, orepouso, o intervalo, a pancadinhanas costas, a pausa que refresca,o pronto-socorro da tortuosaestrada da vida, o nosso “dá lá umjeitinho sentimental”. Odeio estamania contemporânea por sopase descanso. Odeio os novoscasalinhos. Para onde quer que seolhe, já não se vê romance, gritaria,maluquice, facada, abraços, flores.O amor fechou a loja. Foitrespassada ao pessoal da pantufae da serenidade. Amor é amor. Éessa beleza. É esse perigo. Onosso amor não é para noscompreender, não é para nosajudar, não é para nos fazer felizes.Tanto pode como não pode. Tantofaz. É uma questão de azar.O nosso amor não é para nosamar, para nos levar de repente aocéu, a tempo ainda de apanhar umbocadinho de inferno aberto. Oamor é uma coisa, a vida é outra.A vida às vezes mata o amor. A“vidinha” é uma convivênciaassassina. O amor puro não é ummeio, não é um fim, não é umprincípio, não é um destino. O amorpuro é uma condição. Tem tanto aver com a vida de cada um como oclima. O amor não se percebe. Nãoé para perceber. O amor é umestado de quem se sente. O amoré a nossa alma. É a nossa alma adesatar. A desatar a correr atrásdo que não sabe, não apanha, nãolarga, não compreende.O amor é uma verdade. É porisso que a ilusão é necessária. Ailusão é bonita, não faz mal. Quese invente e minta e sonhe o quequiser. O amor é uma coisa, a vidaé outra. A realidade pode matar, oamor é mais bonito que a vida. Avida que se lixe. Num momento,num olhar, o coração apanha-separa sempre.Ama-se alguém. Pormuito longe, por muito difícil, pormuito desesperadamente. Ocoração guarda o que se nosescapa das mãos. E durante o diae durante a vida, quando não estalá quem se ama, não é ela que nosacompanha - é o nosso amor, oamor que se lhe tem. Não é paraperceber. É sinal de amor puro nãose perceber, amar e não se ter,querer e não guardar a esperança,doer sem ficar magoado, viversozinho, triste, mas maisacompanhado de quem vive feliz.Não se pode ceder. Não se poderesistir.Avida é uma coisa, o amoré outra. Avida dura a Vida inteira,o amor não.Só um mundo de amor podedurar a vida inteira. E valê-latambém.»Miguel Esteves Cardoso, in‘Jornal Expresso’http://www.citador.pt/textos/so-um-mundo-de-amor-pode-durar-a-vida-inteira-miguel-esteves-cardosoElogio doAmorNummomento,num olhar,o coraçãoapanha-separa sempre.Ama-se alguém.Por muito longe,por muito difícil,por muitodesespera-damente.O coraçãoguardao que se nosescapa dasmãos.letras
  • 40. 40Ninguém estáContenteNo dia 13 de março, às 15h30, na Bibliotecada Escola Secundária da Gafanha da Nazaré, oAntero Afonso e a Rita Santos apresentaram-nosdescontraidamente a obra «Ninguém estácontente», intercalada pela declamação depoemas de Almada Negreiros, Ana Queirós,António Gedeão, Carlos Drummond de Andrade,Eugénio de Andrade, Fernando Pessoa, FlorbelaEspanca, Maria Teresa Horta, Mário HenriqueLeiria e Miguel Torga. Para além de nos teremproporcionado um tempo de repouso, em querealmente não pensamos em mais nada e só nosdeliciamos a ouvi-los, também nos puseram arefletir acerca da forma como nos definiríamos anós próprios apenas numa curta frase, para alémde nos terem feito rir, quer pela pronúncia à modado Porto quer pela forma insólita como contaramalgumas das histórias das personagens do livro.Um dos momentos engraçados foi quando nosfizeram intervir para darmos outra sonoridade àpalavra salsicha ou para inventarmos uma novacom o mesmo significado. É claro que o públiconão foi numeroso, estiveram poucos professorese funcionários, no entanto os alunos da turma Ado décimo segundo ano, também presentes,conseguiram encher a sala com a sua simpatia eboa disposição. Foi mais uma tarde bem passadae se fossemos nós a escolher, o Antero e a Ritaviriam todos os dias alegrar-nos as tardes, pararepousarmos da agitação quotidiana e podermospensar na vida de uma forma mais humorística.“Neste momento o escritor não está contente.Senta-sedefrenteparaocomputadordispostoainiciaro romance, convencido de que a vida tem um sentidomais importante do que todos os outros, que é feitade um argumento principal, poderoso e determinante– um nó nos interstícios do destino – numa conduçãodirigida entre veredas e vales, entre rios e montanhas,entre montanhas e planaltos. Ele é o instrumentoreveladordessesentidodavida.Levanta-seecaminhaem direção à praia, olha as areias imensas eminúsculas sob os pés e tenta vislumbrar os contornosprecisos da história que arrebata. Vagueia, entredunas, quando recebe nas palavras do mar – naquelavoz suculenta, rebelde e fluida – o eco de um apelopara que conte uma outra história.”Antero AfonsoBIOGRAFIAAntero Claudino dos Santos Afonso, escritor “pordesabafo”, é licenciado em Economia, professor doensino secundário e desempenhou vários cargosligados ao Ministério da Educação.Aleitura dos seusromances conduz-nos a uma conclusão: a dodescontentamento geral da humanidade.O autor apresenta-se assim: “ Vindo a este mundoem 24 de abril de 1953, começou a sua atuação namaternidade de Cedofeita, cidade do Porto. Foi alunodoliceuAlexandreHerculano,ondeatualmenteexercea profissão de docente.Atividades e Ex atividades:Actor, por paixão; Bancário, por não ser banqueiro;Cronista, por habilidade; Economista, por formação;Escritor,pordesabafo;Jornalista,porvontade;Político,até à deserção; Professor, por vocação; FuncionárioPúblico, por inevitabilidade…Contributos para a sociedade:Realizou a comunhão solene, produzindo umdiscurso inesquecível. É casado de modo a ostentarum estado civil apropriado. É pai de uma menina, autorde livros e plantador de árvore, pelo que cumpriu odestino. Os olhos são capazes do melhor e do pior:da miopia à sedução, uma viagem permanente.”In “Ninguém está contente”OBRAFugi da Escola, Porto Editora;Comei-vos uns aos outros, Ed. Asa;Ninguém está contente, Ed. Raridade.Coautor de: Teorias e Práticas da Paixão Docente,Porto Editora; Que fazer com os contratos deautonomia, Ed. Asa; Sentido da escolaridade,indisciplina e stress nos professores, CRIAP ASA.letras
  • 41. 41Scratch?EduScratch?O trabalho continuado de investigação e aperfeiçoamento daslinguagens e ambientes de programação para jovens (LOGO, nos anos80), desenvolvido no Massachusetts Institute of Technology (MIT),produziu a ferramenta Scratch um ambiente gráfico de programaçãoinovador, divulgado publicamente apenas em maio de 2007, que permitetrabalhar cooperativamente e utiliza media diversificados.O Scratch (cujo slogan é: «imagina, programa, partilha») foi concebidoe desenvolvido como resposta ao problema do crescente distanciamentoentre a evolução tecnológica no mundo e a fluência tecnológica doscidadãos, e pensado, igualmente, para promover um contextoconstrucionista propício ao desenvolvimento da fluência tecnológica nosjovens, desde muito cedo, e das competências transversais ditas «parao século XXI», nomeadamente a resolução de problemas. Os seusautores pensam que poderá, ainda, permitir avançar na compreensãoda eficácia e inovação do uso das tecnologias nos processos deaprendizagem em diferentes domínios e contextos, de forma maisespecífica na educação matemática formal e informal (pela próprianatureza do ambiente), incentivar a criação e invenção (para que osjovens não sejam apenas meros consumidores de tecnologia) e estimulara aprendizagem cooperativa.O projecto EduScratch, criado em 2010 (numa parceria ERTE-DGE,CCTIC ESE/IPS e SAPO KIDS), tem tido como meta principal promovera criação e desenvolvimento de uma comunidade de educadores emtorno da utilização do Scratch em ambiente escolar. Pretende se com oseu desenvolvimento divulgar e apoiar a utilização do Scratch (e oconhecimento sobre esta ferramenta), bem como incentivar à suautilização através da formação e da partilha. Já existe em Portugal umportal (SAPO Scratch) desenhado por uma equipa da PT Inovação/SAPO, como resultado de uma parceria desta empresa com o MIT,onde podem descarregar esta aplicação (software livre).Instalem e experimentem. Vão gostar!Teresa Martinho MarquesThepower ofInternetThe Internet makes people’slives so much easier! You can findeverything you are looking for inthere, at the distance of a click.You can be on the Internet at home,at work or even when you’re out,through your phone. Now you caneven buy stuff and talk to a friendthat is on the other side of theplanet! It’s amazing the amount ofthings we can do with this little thingcalled Internet, which now isalmost the whole world.Of course it has itsdisadvantages, you can be hacked,if someone finds out yourpassword, you can be spiedwithout knowing, or you can evenget addicted to it, living your life asthe avatar that you’ve created.But, as you can prove, theadvantages are much more thanthe disadvantages so, the Internetis, of course, an incredibleinvention!Inês Costaeduscratch.dgidc.min-edu.pt/na rede
  • 42. 42Despedem o inverno e saúdama Primavera, para os Caretos oCarnaval é um ritual entre o pagãoe o religioso, tão natural como apassagem do tempo e a renovaçãodas estações. Em Podence,concelhodeMacedodeCavaleiros,todos os anos é assim.RITUAISMergulhando na raiz profana ecarnal, o verdadeiro motivo quemove o Careto é apanhar raparigaspara as poder chocalhar. Sempreque se vislumbra um rabo de saia,o Careto é impelido pelo seu vigor.Ao CARETO tudo se permitenesses dias, pois ele assume umadupla personalidade. O indivíduoao vestir o fato torna-se misteriosoe o seu comportamento mudacompletamente, ficado possuindode uma energia transcendental.Existe algo de mágico e de forçassobrenaturais ocultas em todo esteCaretos dePodenceritual de festa que atribui a estaspersonagens prerrogativas aimunidade interditas a outrosmortais. A antiguidade eoriginalidade desta tradição, cheiade cor e som e a vontade dasgentes de Podence, em preservarestas figuras, fizeram dos Caretospersonagens famosas para lá doslimites da aldeia... e são cada vezmais frequentes os convites a estegrupo etnográfico paradeslocações a vários pontos dopaís e do estrangeiro.ENTRUDO EM PODENCEEm Podence, nos dias deCarnaval, os Caretos surgem emmagotes, de todos os sítios,percorrendo a aldeia em correriasdesenfreadas, num climafantástico e fascinante, pleno desedução e mistério. Ninguém lhesconsegue ficar indiferente, aquelesque não se vestirem de Caretoabrem as suas adegas aospassantes.As crianças de sexo masculino,os Facanitos perseguem osCaretos tentando imitá-los, asraparigas solteiras, são o principalalvo dos mascarados, admiram-nos das janelas ou varandas dassuas casas, com um certo receiode que o entusiasmo dos Caretosos leve a trepar para as poderemchocalhar.CARETOSNo momento atual mais queuma tradição, são o símbolo daCultura Nordestina tornando-se umdos Grupos mais emblemáticos anível Nacional.Constituído em 1985 dentro deuma associação cultural, com oobjetivo de preservar a tradiçãocarnavalesca. O grupo assume-secomo etnográfico, sendoconstituído por cerca de 20elementos todos homens, e poronde passam deixam um fascíniosedutor.O seu curriculum é invejável anível de participaçõesinternacionais, destaque para asduas participações consecutivasna “Disneylandia” PARIS, Carnavalde Nice – FRANÇA e Carnaval deViareggio - ITÁLIA.Em Portugal este Grupo tempercorrido o país de norte a sul nos...da época
  • 43. 43Uma das minhas aventuras de infância acontecia uma vez em cadaano. Na Páscoa, ia feliz a casa da madrinha de batismo para receber ofolar. Era sempre uma regueifa, azeda algumas vezes e doce outras,consoante a generosidade da oferta em anos de austeridade ou deabundância. Aqueles tempos eram de crise. O meu folar era quasesempre doce e com sabor de lamber os beiços!De regresso a casa, tinha vontade de fazer daquela roda de pão umarco para a fazer rolar na calçada. Nem precisava de gancheta. Nemlhes digo nem lhes conto, mas, vá lá, aqui fica a minha confidência:algumas vezes, a regueifa rolou ligeira na ladeira do caminho, ficandonas bermas migalhas para alimentar passarinhos.Naquele ano, lembro-me bem, a madrinha, em vez da regueifa,presenteou-me com uma moeda pequenina e reluzente de 25 tostões –uma fortuna!Aproveitei o dinheirinho para comprar o meu primeiro maço de cigarrosde três vinténs. Estava cansado de tirar, às escondidas, umas fumaçasde cigarros de barba de milho enrolada em papel. Provocavam tosserouca e não serviam para fazer rodinhas de fumo a sair da boca emarco, deixando um travo azedo na língua defumada e seca de saliva.Já andava na catequese, mas as lições da mestra ceguinha, quetanto nos sufocava as traquinices com a palmatória em riste, eram dehistórias medonhas de sacrifício. Chamava-nos pecadores quando ouviaos gritinhos das meninas de pele macia, que tanto gostávamos debeliscar.Eram tempos difíceis do final da II Guerra Mundial, marcados tambémpelo racionamento, com gente resignada à porta das mercearias, adiandoa alegria da festa da ressurreição, como uma Primavera cinzenta sem oballet dos voos de andorinhas! Foi quando compreendi que, se Cristonão tivesse vencido a morte, quem o seguisse como mestre de vidacairia redondinho na ilusão, sem acertar na saída para a esperança.Na Páscoa, façam o favor de ter cara de gente salva e recuperem atraquinice de pôr a correr ligeiro o folar nos caminhos da alegria. Não seesqueçam: partilhem as migalhas com os passarinhos para que lhespousem na cabeça quando cantam ao nascer do Sol. Não há concertomais lindo!Rui Osóriomais diversos acontecimentosculturais e recreativos. São temade investigação na área daAntropologia Cultural e Social,participando também nos maisdiversos programas televisivos daatualidade.Enquadram-se em qualquerfestividade ou animação cultural depreferência animação de rua ou“Parade” com parte instrumental.Está-se perante um grupo que faza diferença em termos deoriginalidade, alegria, cor, esedução pelo mistério num climaverdadeiramente fantásticoapresentando uma coreografia forado vulgar.A disponibilidade do grupo étotal para animar qualquer eventofestivo ou cultural em qualquerparte do mundo.https://www.facebook.com/pages/Caretos-de-Podence/229759826113?sk=infoPágina oficial: http://caretosdepodence.no.sapo.pt/Era sempre uma regueifa, azedaalgumas vezes e doce outras,consoante a generosidade da oferta emanos de austeridade ou de abundância.Aqueles tempos eram de crise. O meufolar era quase sempre doce e comsabor de lamber os beiços!O meu folar dePáscoa...da época
  • 44. 44eco-escolasCaminhadaeco-escolasApesar duma temperaturapouco primaveril, o brilho do solencorajava-mos e a boadisposição haveria de nosacompanhar numa caminhada,em que daríamos as mãos,“Todos Juntos pelo Ambiente”!À hora prevista, dissemos“presente” e os Agentes da GNRtomaram a dianteira do conjuntode Alunos, Órgão de Gestão doAgrupamento de Escolas,Professores, TécnicosAdministrativos e Auxiliares.Destino primeiro: Escola Básicado 2º e 3º Ciclos da Gafanha daNazaré.Recebidos com alegria,assistimos à atuação de umgrupo de jovens, que entoaram,entre outros cantos, o hino doEco-Escolas, daqueleestabelecimento de ensino. Apóso hastear da bandeira queidentifica a escola eco e algunsmomentos de confraternização,partimos em direção ao JardimOudinot. Por travessas maisestreitas, pedregosas e semtrânsito, tentávamos acertar opasso, ao ritmo do simpáticoAgente da Polícia. Seguiam-se-lhe duas jovens estudantes, queseguravam, com firmeza edeterminação, uma faixa branca,onde se podia ler “Todos Juntospelo Ambiente”. Das habitaçõeslaterais, os presentesc u m p r i m e n t a v a m ,animadamente, os ecocaminhantes. A paisagemcampestre parecia agradecer alembrança e a máquina docomboio de mercadoriasconfirmava a sua presença, comoque aplaudindo o nosso gesto.Uns mais cansados do queoutros, eis que, chegados aodestino, pudemos repousar ospés pouco habituados a taisandanças, sob um sol tímido,mas cúmplice com o nossopropósito!Repostas as energias e… horade regressar! A conversadescontraída fez-nos esquecer adistância e o contagiante humordos jovens revelou-seindispensável a um esforço final.Já na Escola Secundária,animava-nos o objectivoconseguido! Estamosconscientes que, tal como nestacaminhada, será, certamente,com empenho e determinação,que havemos de saber zelar peloAmbiente, que é nosso e do qual,afinal, fazemos parte!Sendo assim, não desistimosda ideia de mobilizar amigos,conhecidos e desconhecidos,pela causa que agora nos uniu efica a promessa de que noshavemos de encontrar, em brevee mais uma vez, “Todos Juntospelo Ambiente”!Equipa do Eco-EscolasEscola Secundária da Gafanha daNazaré
  • 45. 45eco-escolasEm embalagem cuidada, eisque chegou, à Escola Secundáriada Gafanha da Nazaré, umasignificativa quantidade delâmpadas economizadoras!A encomenda, com origem naCâmara Municipal de Ílhavo,destinava-se a proporcionar, aosalunos da Escola Secundária, umareflexão sobre os benefíciosresultantes da utilização daquelaslâmpadas, quer em termosambientais, quer em termoseconómicos.Para a equipa do Eco-Escolas,o desafio começava por idealizaruma forma ágil de distribuir as ditaslâmpadas, aproveitando-se aoportunidade para transmitir, tantoquanto possível, mensagensimportantes, que facilmentepudessem ser associadas aoscuidados com o ambiente.Como que por magia, foi entãoque nos deparámos com as caixasde cartão, que haviam servido deembalagem aos novos monitores,acabadinhos de chegar à Escola!Cartão forte, de primeiríssimaqualidade, havia de se transformara nosso gosto!Uma fita de ráfia, esquecidadentro de um antigo saco,rejuvenesceu quando decidimosutilizá-la para anexar, a cadalâmpada, uma questão queproporcionaria, aos alunos, anecessária reflexão sobre aprevenção de resíduos, o ambientee as opções que nos permitemmais economia, no quotidiano.Abertas as preciosas caixas decartão, fizeram-se perfilar aslâmpadas, num alinhamentoperfeito.Ao lado, uma tela verde, quenum passado bem recente servirade protecção nas obras derequalificação da Escola, sorria,como que adivinhando que seriaconvidada a ornamentar a caixade cartão. Flexível e em óptimoestado, a tela deixou-se dobrarnuma fita e num laçarote,elegantemente associados. Doisgolpes na face superior daembalagem e mais um pouco detela, transformavam agora a caixanuma atrativa mala, de interiorluminoso. Em jeito de etiqueta, osímbolo do Eco-Escolascompletava o trabalho!E as malas deram luz! OsDirectores de Turma distribuíramas lâmpadas pelos alunos do 10ºano de escolaridade. Asmensagens terão sidocompreendidas, acreditamos!Obrigada, Câmara Municipal deÍlhavo! Estamos prontos para novodesafio, na esperança decontinuar a proporcionar, aosnossos alunos, o conhecimentoque lhes permitirá crescer numambiente de qualidade, que hãode saber preservar!A Equipa do Eco-EscolasEscola Secundária da Gafanha daNazaréMalas que dão luzEstamos prontos para novo desafio, naesperança de continuar a proporcionar, aosnossos alunos, o conhecimento que lhespermitirá crescer num ambiente dequalidade, que hão de saber preservar!
  • 46. 4611 a 15 de março de 2013Exposição doAmbienteNa Semana do Ambiente quedecorreu de 11 a 15 de marçoestiveram expostos na salaA20 ostrabalhos realizados pelos alunosdo 8º ano nas aulas de CiênciasNaturais sobre a Água, e os EcoCódigos realizados pelos alunosdo 7º ano nas aulas de FormaçãoCívica. Também na mesma sala osvisitantes puderam observar belasfotografias legendadas sobre aFlora e as Dunas do Sapal queforamcedidaspelaUniversidadedeAveiro.Muitos foram os alunos,professores e convidados queobservaram e leram os materiaisafixados.Esperamos com esta exposiçãoque a comunidade educativacontinue a adotar atitudesambientalmente corretas e quepromova a mudança de algunscomportamentos individuais esociais de forma a preservar oplaneta Terra de uma formasustentável.A equipa do Eco-EscolasHastear da Bandeira do Eco EscolasNo último dia da semana doAmbiente,15demarço,foihasteadaa Bandeira Verde do Eco-Escolas,atribuída pelaAssociação BandeiraAzul da Europa comoreconhecimento simbólico dotrabalho efetuado pela EscolaSecundária da Gafanha da Nazaréem prole da Educação Ambiental.Este ano foi diferente do habitual, onúmero de convidados a assistir aesta simbólica cerimónia foigrandioso, tivemos a presença dacomunidade educativa da E.B. 2,3daGafanhadaNazaré,eramaotodocerca de 450 elementos. A juntar aeste grande número de convidadostivemos também a honra de terpresente nesta cerimónia simbólicao Engº Marcos Ré – Vereador doAmbiente, Engº Luís Rabaça –Técnico do Ambiente, umrepresentantedaAssociaçãodePaisda Escola Secundária e todos osmembros da ComissãoAdministrativa Provisória doAgrupamento (CAP) de Escolas daGafanhadaNazaré.Foram entregues os certificadosàs turmas mais solidárias daatividade realizada no primeiroperíodo – “Eu gostei- tu vais gostar”queforamporordemdeclassificaçãoaturmado11ºDeasturmasdo7ºE,7ºG e 7ºD. Apesar de estarmoscertos que nenhum prémio serianecessárioparaincentivaràentregade roupas usadas, considerámosque, em sinal de reconhecimentopelo gesto de boa vontade, foiagradável para nós poder retribuir,comumatardedecinema,noFórum,em Aveiro, para a turma que maiornúmero de peças angariou – 11º D.Comescassosmeiosparaatingirosfins a que nos propusemos,apelámos à colaboração daAPESGA – Associação de Pais daEscola Secundária da Gafanha daNazaré, que patrocinou, natotalidade, a tarde de cinema, paraos alunos da turma vencedora. Damesma forma, a Câmara MunicipaldeÍlhavo,aexpensassuas,tomouacargo o transporte dos alunos.Diremosqueestaatividadecomeçoubem e terminou melhor. Umagradecimentoàsrestantesturmas,comunidade escolar em geral,APESGAECMI,semosquaisnadaseriapossível.Esperamos continuar com asnossasboaspráticasAmbientaisnaEscolaparapodervoltarareceberabandeira verde do Eco Escolas.A equipa do Eco-Escolaseco-escolas
  • 47. 47“ A turma maisecológica”Mal se abriram os portões daescola a turma D do 7º ano chegoupara colaborar na atividade derecolha de material reciclável. Jádistribuídos por grupos,organizaram-senosseuspontosdeeco recolha: óleo, rolhas de cortiça,lâmpadas, papel, tinteiros e pilhas.Mais tarde, à hora da caminhada,foramsubstituídospeloscolegasdaturma F do 8º ano.Às 8 horas 20 minutoscomeçaram a chegar os alunos daescola com sacos que continham omaterial para reciclar e as entregasprolongaram-se por toda a manhã.Foram muitos os queparticiparam na atividade masdestacaram-se na entrega dematerialasturmasdo7ºD,8ºE,7ºE,10ºD, 10ºB, 9ºF. Só falta apurar osresultados finais que serãodivulgadosnapáginadaescolaenoplacard do Eco-Escolas.Obrigada a todos pelaparticipação e esperamos quecontinuem a colocar materialreciclávelnospontosderecolhaqueficarão colocados na entrada danossa escola.A equipa do Eco-Escolas!ENERGIASOLARLogo ao início da manhã osalunos do 9º ano da turma F docurso de eletricidade montaram aexposição da energia solar queincluía um forno solar e umpequeno lago artificial construídocom um armário velho da escola.Este serviu para expor edemonstrar os barcos solares poreles construídos com a ajuda doprofessor Feliciano Brazete.Explicaram aos visitantes ofuncionamento básico do fornosolar e dos barcos e as vantagensde se usarem as energiasalternativas.Alguns dos visitantes testaramos barcos e provaram as maçãsassadas no forno solar.A equipa do Eco-Escolas!ALMOÇO BIOLÓGICOPara culminar as atividadescomemorativas do dia do Eco-Escolas, recolha de materialreciclável, demonstração do usoda energia solar, caminhada“Todos juntos pelo ambiente”, visitaà exposição doAmbiente e eleiçãodo poster Eco-Código da ESGN,teve lugar um almoço biológico nacantina da escola.Estiveram presentes osrepresentantes da CâmaraMunicipal de Ílhavo para asquestões ambientais, VereadorMarcos Ré e engenheiro LuísRabaça, representante daAssociação de pais da ESGN, aComissãoAdministrativa Provisóriae elementos dos Conselhos Eco-Escolas, das Escolas EB2,3 eSecundária do Agrupamento deEscolas da Gafanha da Nazarénomeadamente alunos,professores e assistentesoperacionais. Este almoço foiservido pelos alunos do 11ºano daturma F do curso profissional derestauração a quem agradecemosa colaboração, bem como aosprofessores envolvidos.A todos os que contribuírampara que este dia fossedevidamente comemorado,favorecendo os laços entre as duasescolas, os nossosagradecimentos.Viva o Eco-Escolas!A equipa do Eco-Escolaseco-escolas
  • 48. 48Passamos cartãoQuando entrámos na sala deOficinadeArtes,pelaprimeiravez,noinício do semestre, deparámo-noscom um cartão gigante, quesuspeitámos ter servido já, na suavida, de protecção a um quadrointeractivo. Sobre o dito painel,recortados no mesmo material,alguns “galhos” juntavam-se,formando parte de uma árvore. Issopercebemos nós muito bem! AProfessora disse-nos, então, quedevíamosaprenderaobservar,commais atenção, o que nos parecessenão ter utilidade.Acrescentou que,usando a imaginação, poderíamoscriar peças bonitas, que nosdariam a possibilidade demanusear diferentes materiais econhecer ferramentas. “Está-sebem”, pensámos nós!E começámos o semestre atoda a velocidade. Para além deumas malas, em madeira, quetentamos recuperar e sabe-se lá oque mais, a Professora propôs-nosque passássemos um tal “vieux-chêne” nos “galhos” da árvore.Tarefa nada fácil, já que todo ocuidado era pouco, para não sujaro fundo. Seguiu-se-lhe o recorte deuma coruja e quatro coelhos. Tratarda ave foi mais difícil, por serconstituída por várias peças, queassentaram, depois, umas sobreas outras.A um canto da sala, esquecidoe com pó, havia um material, quenão era tecido, nem plástico.Parecia fofo e percebia-se que játinha protegido os quadrosinteractivos, ou semelhantes.Desdobrando o dito tecido plástico,a Professora disse ser muitointeressante e que dava até parafazer um vestido de noiva. Dissonão éramos capazes, mas foidesse material que, à falta danoiva, “vestimos” dois dos coelhose cobrimos os grandes olhos dacoruja.Cada um de nós escolheu omelhor sítio para o seu coelho e acorujinha pousou num ramo daárvore, a observar tudo, lá parabaixo.Também abandonada, na sala,havia mais uma peça de cartão,que tinha servido de embalagem,talvez, a uma tela. Foi o remateideal para o painel. Coladinho comcola térmica, parecia ter sido feitode encomenda!Pintámos umas folhas, para darmaisvidaàárvore.Umaspequenastiras de cobre, que em tempospassaram electricidade e maistarde ornamentaram uma árvore deNatal, serviam agora para remataros galhos de cartão. AProfessoradizia gostar muito dos tons dosmateriais, embora nos parecesseque o verde teria sido melhorescolhido para as folhas. Gostos!Para completar a “cena” e como tal material que nem é tecido,nem plástico e mais uns restos decobre, a Professora fez umasflores, que aplicámos junto doscoelhos! Perfeito!O painel de cartão, ou melhor,a embalagem do quadro interactivoficou mesmo “fixe”! Quem havia dedizer que tudo aquilo eram restosde restos! Afinal, valeu a penapassarmos cartão… ao cartão!Páscoa Feliz!Alunos do 7ºH...da casa
  • 49. 49As plantas são a base desustentação da vida na Terra. Sãoelas que, juntamente com as algas,produzem o oxigénio necessário àrespiração dos seres vivos. A suaimportância continua em muitosoutros aspetos/ áreas do nosso dia-a-dia. Elas são utilizadas naalimentação, no vestuário, naprodução do papel, no mobiliário,na medicina, na cosmética, naperfumaria, na ornamentação...No vestuário: As fibras, comoo linho, o algodão, a juta e o sisal,são usadas para fabricar tecidos,bolsas, chapéus.As diversasutilizações das plantasNo papel: No seu fabrico sãoutilizadas as árvores do pinheiro edo eucaliptoNo mobiliário: A maioria dosmóveis pode ser feita dasseguintes madeiras: nogueira,carvalho, mogno, pau-rosa, bétula,cerejeira e pinhoNa medicina: as plantasmedicinais são plantas que agemno tratamento de doenças ouajudam a melhorar a condição dasaúde das pessoas. Hoje em diaa sua eficácia não é somente doconhecimento popular, mas simestudada, reconhecida e utilizadana medicina. São exemplos abatata, a cenoura, o aloé vera, oalho, a tília e a cidreira.Na cosmética: são muitas asplantas utilizadas na cosmética,mas podemos destacar a avena,a cavalinha, a bardana, a oliveira.Na alimentação: os alimentosde origem vegetal estão presentesnas nossas refeições, pelo que nãonos podemos esquecer dasbatatas, cenouras, alface, couve,laranjas, milho, arroz, cacau, …Na perfumaria: as plantasmais utilizadas são a rosa,alfazema, alecrim, magnólia,lavanda.Na ornamentação: as plantasmais utilizadas para embelezarespaços interiores são: rosas,orquídeas, malmequeres... entremuitas outras.Há plantas de exterior que,combinadas, criam diversos tiposde jardins, os quais são capazesde nos transmitir um grande bem-estar.Alunos do 7ºH – Jardinagem...da casa
  • 50. 50Muitos foram aqueles quecontribuíram para que a escolafosse aquilo que é.Uma escola, mais do que umedifício bonito e renovado, é o lugarde todos aqueles que por elapassameneladeixamasuamarca.Eamarcadosqueporcápassaramestá, também, nos arquivos doClubedeFotografia,durantemuitosanos coordenado pelo professorAntónio Rodrigues.Essas fotografias foramrecuperadas e o Gafanhoto publicaagoraalgumas.Noarquivohácercade duas mil imagens, que refletemos rostos, ilustram os passeios, assaídas, as atividades realizadas.Estas imagens vão sendodivulgadas, quer no jornal, quer nofacebook da ESGN, onde, todasas segundas feiras, é colocadauma nova (antiga) imagem. Osantigos alunos podem rever-se, osalunos atuais encontrarão os pais,os tios, os primos, as madrinhase os padrinhos...O mesmo acontece com osprofessores. É engraçado vermosos nossos colegas (e a nóspróprios...) com menos 15 ou 20anos. É graças a este arquivo quealgum do passado da ESGNcontinua bem presente nos dias dehoje....da casaEditorialÍndiceFicha técnica2 sarau4 biblioteca8 ciências16 línguas18 saídas20 desporto25 cmi26 comenius29 mia30 atividades32 letras41 na rede42 ...da época44 eco-escolas48 ...da casaCoordenação: Fernanda Alegrete, Paula Justiça, Inês FerreiraGrafismo e Paginação: Fernanda Alegrete, Pedro AugustoRedaçãoProfessores: Adelaide Pinheiro,Ana Guimarães, Anabela Sousa,António Rodrigues, Dorabela Maia,Eugénia Pinheiro, Fernanda Alegrete, Filipe Reis, Graça Martinho, Helena Maia Silva, Inês Ferreira, IvoneMarques, Luísa São Marcos, Manuela Sequeira, Fátima Duarte, Luisa Costa, Maria João Fonte, PaulaJustiça, Teresa Pacheco, Equipa do Eco-escolas, Equipa do PES, Rede de Bibliotecas de ÍlhavoAlunos: Ana Teixeira, Ana Ribau, AndreiaAfonso, Andreia Ramalho, Cristiana Graça, Gabriel Estrói,Giada, Inês Costa, Jéssica, Lucia, Mafalda Pereira, Maria Spínola, Mariana Bola, Pedro Alvim, PedroAugusto, Pedro Gomez, Sara Rocha, Tiago Lopes, Vitor Ribau, alunos do 7ºHColaboradores: Adelaide Pessoa, Betina Astride, Fernanda Viana, Filomena Grazina, Manuela Baptista,Teresa Martinho Marques.Patrocínio: Câmara Municipal de Ílhavo25 anos já passaram…Daqui a25 anos esperamos por umaedição especial do Gafanhoto acomemorar os 50 anos da ESGN,quem sabe feita por algum dosnossos jovens estudantes leitores!Porque já estamospraticamente nas férias daPáscoa, é tempo de recompor asenergias para mais um períodoletivo, mas também de repensar oque fizemos até aqui. Comopodemos constatar nos artigossobre o desporto, as atividades, osprojetos, as visitas de estudo, asleituras e as reflexões, já fizemosmuito! Gostaríamos ainda de fazermuito mais, pois apesar dodesânimo coletivo nos afetardiariamente, o papel da Escolacontinua a ser crucial para odesenvolvimento dos mais novos,que passam aqui grande parte dosseus dias e que contam com oapoio dos mais velhos para dar ospróximos passos. Esperemos queestes sejam largos e quepossamos voar em conjunto aindamais alto nos próximos meses,sem medo de sermos criticadosporquerermossuperarmo-nos,pois“quanto mais alto voamos,menores parecemos aos olhosdaqueles que não sabem voar”(Nietzsche).
  • 51. 51A decoração natalícia contribui para oembelezamento do novo espaço da ESGN sendo derealçar o empenho de alunos, professores e pessoalnão docente.Os nossos alunos do Curso de Eletricidade deInstalações mostraram à comunidade o brilho do Natale o seu engenho através desta bonita árvore.Parabéns.Maria Eugénia Martins PinheiroO Agrupamento de Escolas daGafanha da Nazaré apresentou 5candidaturasaoPAPE(ProgramadeApoio a Projetos Escolares daCâmaraMunicipaldeÍlhavo)2012/13.Projetos escolaresAinda Natal!Todos os projetos foramaprovados.Importa realçar o dinamismodos responsáveis pelos diversosprojetos e a sua relevância para aconstrução de uma identidademarcada pelo espírito de iniciativae empenho na construção deambientes educativos dequalidade....da casaAcho que estou apaixonadoApaixonado pela poesiaPor ter pensadoCom tanta alegriaTenho imaginaçãoTenho de estar com atençãoTenho de fazer poemasSem poder dizer que “não”Poeta da casa...Tenho lágrimas nos olhosMas tenho que as conterSe eu as largarAlguém as pode verTenho bolhas no cérebroDe tanto pensarFaço tantos poemasQue até me põem a chorarGosto de te por a sorrirDe tanto te darÉs tão engraçadaQue até me pões a rimarSinto-te na minha menteEstou à espera de um momentoPara ficar contenteCom o meu talentoGabriel Estrói, 9ºB
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