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Velocidade de Leitura dos CD-ROM’s.                                                     (Tecnologia CLV, CAV e P-CAV)     ...
CD-ROM Gravável CD-R        Esta tecnologia de CD-R pertence a categoria “WORM – Write Once Read Many”.Isto significa que ...
desligado, não aparece marca alguma. Os comprimentos das riscas variam, bem como os   espaços sem marcas entre elas. A uni...
CD-ROM CHANGERS       São equipamentos compostos de um leitor de CD-ROM e um cartucho de CD’s. Destaforma, temos a possibi...
Bibliografia Utilizada:S.O. S Sistema Rápido de Pesquisa;Editora Quark;   pg 24 – 29;Storage Solutions – Soluções de Armaz...
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  1. 1. CD-ROM – Compact Disc- Read Only Memory. O CD-ROM é um pequeno disco plástico (policarbonato) com 1,2 mm de espessura,semelhantes aos CD’s de música, e da mesma forma que estes, pode armazenar vastasquantidades de informações, cerca de 640 Mb. A leitura é feita através da emissão de um feixede laser, que é refletido pela camada reflexiva no disco onde passa a ser interpretado por umalógica e só depois transformado em informação visual . A vida útil do CD-ROM é quase que infinita, só podendo as informações seremdanificadas através de danos físicos na mídia do disco, pois o processo de gravação de umCD-ROM não é magnético, ele é feito através de “altos e baixos relevos” que são impressosno disco. Este processo também conhecido como prensagem, a moldagem de “picos” e“vales” é feita num “master disk” com um gravador de CD onde são feitas as gravações. EstesCD’s “prensados” são produzidos “moldados numa camada de alumínio. Os dados gravadosnestes CD’s não são alteráveis. Estrutura de um CD-ROM convencional possue três camadas: · LAQUER - Laqueamento · ALUMINIUM - Alumínio · POLYCARBONATE - Policarbonato A leitura de um CD-ROM é feita da seguinte maneira: O laser projeta um raio concentrado de luz que é focalizado por uma bobina defocalização, o laser então atravessa uma camada de protetora de plástico e atinge uma camadarefletora que se assemelha a papel alumínio no fundo do disco. A superfície da camadaprotetora se alterna entre cavidades e planos. Os planos, também chamados de PITS, são áreasde superfícies plana, as cavidades, também conhecidas como LANDS são diminutasdepressões na camada refletora. Estas duas superfícies são uma gravação dos 1’s e 0’s usadospara armazenar dados. A luz que atinge um plano ( Pit ) é dispersada, mas a que atinge umacavidade (land ) é refletida diretamente de volta ao detetor, onde passa por um prisma quedesvia o raio refletido para um diodo sensível à luz. Cada pulso de luz que atinge o diodosensível à luz gera uma pequena voltagem elétrica. Estas voltagens são comparadas a umcircuito temporizador para gerar um fluxo de 1’s e 0’s para que o computador possacompreeder.
  2. 2. Velocidade de Leitura dos CD-ROM’s. (Tecnologia CLV, CAV e P-CAV) Tecnologia CAV - Constant Angular Velocity, ou “Velocidade Angular Constante” é atecnologia utilizada nos discos rígidos para ter acesso ás informações , o que significa que emqualquer área do disco passa por um ponto especificado, o cabeçote do disco, por exemplo, auma taxa constante. Os setores de um disco rígido variam de acordo com a posição em queestão dispostos. No centro do disco, os dados estão mais compactados, já na borda externa, asinformações são gravadas de forma mais espalhada. Devido a essa variação de densidade dedados, o disco pode girar a uma velocidade constante e ler os dados a uma velocidadeconstante, estando no centro do disco ou na borda externa. Ao contrário dos discos rígidos, a tecnologia de CD foi desenvolvida usando o padrãoCLV (Constant Linear Velocity), ou “Velocidade Linear Constante”, pois os criadores de CDsde Áudio desejavam colocar o máximo de música no CD. Para tanto as especificaçõesdeterminavam que cada setor num CD deveria ocupar o mesmo comprimento ao longo datrilha espiral, ao invés de espalhar os dados ao aproximar-se da borda do disco. Para ler estessetores eqüidistantes no centro do disco à mesma velocidade que os da borda externa, eranecessário acelerar o motor nas trilhas internas e reduzir sua rotação nas trilhas externas. Diversos fatores forçaram os fabricantes de drives de CD-ROM a migrar da tecnologia“CLV Native” do CD-ROM para a tecnologia CAV. O principal fator de limitação para avelocidade de drives de CD-ROM está nos próprios discos. Num drive de CD-ROM 12XCLV, a velocidade de rotação varia de 2.400 rpm a 6360 rpm. A 6360 rpm o disco estágirando o mais rápido possível antes que pequenas imperfeições com o disco e a legenda neleimpressa desequilibrem o disco em relação ao seu eixo de rotação, provocando vibrações ereduzida confiabilidade na leitura dos dados. O ruído causado por esse problema já levoucertos fabricantes a indicar em seus drives advertências quanto a esse efeito. Por um outro lado, um drive utilizando tecnologia CAV não precisa girar tão rápidopara atingior velocidades de leitura maiores, tendo portanto menos torque no motor e vibraçãoreduzida. Os Chips DSP (Digital Signal Processor) ou “Processador Digital de Sinal” numdrive tipo CAV precisa “ver” os dados mais rapidamente na borda externa do CD-ROM doque na borda interna, levando à especificação 8X - 16X ou 12X- 20X. A necessidade de usar opadrão P-CAV (Partial- CAV) ou “CAV Parcial” é devido a limitações na velocidade deprocessamento de dados dos chips DSP. O chip DSP usado num drive 20X P-CAV, porexemplo, só pode ler a uma velocidade máxima de transferência igual a 20X. Desse modo,quando o bloco ótico de leitura chega a um ponto no disco onde está transferindo a umavelocidade de 20X, a rotação é reduzida a uma velocidade que o processador podeacompanhar, como acontece num drive CLV. Um problema encontrado pelos fabricantes é ofato que a velocidades muitos altas, por exemplo um drive de 30X totalmente CAV lê dadosem torno de 6000 rpm, certos formatos de CD-ROM, como os discos CD-R, não poderão serlidos devidos à menor reflectividade das tinturas utilizadas em mídias CD-R.
  3. 3. CD-ROM Gravável CD-R Esta tecnologia de CD-R pertence a categoria “WORM – Write Once Read Many”.Isto significa que uma vez o dado escrito ele não pode ser apagado ou alterado de formaalguma. A estrutura de um CD-R possue cinco camadas, sendo elas: · Data Shield – Superfície de Proteção (Polímero); · Laquer – Laqueamento (Verniz); · Gold – Ouro; · Dye Layer – Tintura; · Polycarbonate – Policarbonato. O processo de gravação de um CD-R funciona da seguinte maneira:1. Um lazer envia um raio de luz de baixa energia a um CD construído em uma camada relativamente espessa de plástico policarbonato transparente. Sobre o plástico está uma camada de um material tingido, usualmente da cor verde, uma fina camada de ouro para refletir o raio laser, uma camada protetora de verniz e em geral uma camada de um material, polímero resistente a arranhões. Pode haver um papel ou uma etiqueta pintada sobre tudo isto.2. A cabeça de gravação laser segue um sulco em espiral entalhado na camada de plástico. O sulco, denominado um atip (do inglês, absolute timing in pregroove, ou temporização absoluta em pré-sulco), possui um padrão ondulado semelhante ao de uma gravação fonográfica. A freqüência das ondas varia continuamente do início ao fim do sulco. O raio laser refle6e-se neste padrão e, ao ler a freqüência das ondas, a unidade de CD pode calcular onde a cabeça está localizada em relação à superfície do disco.3. À medida que a cabeça segue o atip, usa a informação de posicionamento dada pelas ondas do sulco para controlar a velocidade do motor que gira o disco, de modo que a área do disco sob a cabeça esteja sempre se movendo à mesma velocidade. Para tanto, o disco precisa girar mais rápido quando a cabeça se move na direção do centro do disco e mais devagar quando a cabeça se aproxima da borda.4. O programa usado para fazer uma gravação em CD envia os dados a serem armazenados no disco em um formato específico, como o ISSO 9096, que automaticamente corrige erros e cria uma tabela de índice. A tabela é necessária porque não existe algo como a tabela de alocação de arquivos dos discos magnéticos para registrar a localização de um arquivo. A unidade de CD grava a informação enviando pulsos do raio laser de alta energia em uma freqüência de luz de 780 nanômetros.5. A camada tintada é projetada para absorver a luz a esta freqüência específica. A absorção da energia do laser cria uma marca por uma de três formas, dependendo do projeto do disco. A tintura pode ser descorada; a camada de policarbonato pode ser distorcida ou a camada tintada pode formar uma bolha. Independentemente de como a marca é criada, o resultado é uma distorção chamada de risca ao longo da trilha espiral. Quando o raio é
  4. 4. desligado, não aparece marca alguma. Os comprimentos das riscas variam, bem como os espaços sem marcas entre elas. A unidade de CD usa variação dos comprimentos para gravar a informação em uma codificação especial que comprime os dados e verifica erros. A alteração na tintura é permanente, fazendo dos CDs graváveis um meio do tipo WORM (grava uma vez, lê muitas).6. A unidade de CD gravável – ou uma unidade comum de leitura de CD – focaliza um raio laser de baixa energia sobre o disco para ler os dados. Onde a marca não foi formada na superfície do disco, a camada de ouro reflete o raio diretamente de volta à cabeça de leitura. Quando o raio atinge uma risca, a distorção no sulco dispersa o raio de forma que a luz não retorna à cabeça de leitura. Os resultados são os mesmos como se o raio tivesse sido dirigido aos planos e cavidades de um CD-ROM comum. Toda vez que o raio é refletido para a cabeça, esta gera um pulso de eletricidade. A partir do padrão dos pulsos de corrente, a unidade descomprime os dados, verifica quanto a erros e os passa para o PC na forma digital de 0s e 1s.
  5. 5. CD-ROM CHANGERS São equipamentos compostos de um leitor de CD-ROM e um cartucho de CD’s. Destaforma, temos a possibilidade de acesso (até o número de CD’s comportado pelo cartucho) sema necessidade de troca dos CD’s. Similar ao conjunto de cd player com cartucho de 6 a 12CD’s, os changer’s podem permitir acesso aleatório aos dados existentes nos CD’s, semnecessidade de troca de CD’s. Saindo do mercado doméstico, existem as verdadeiras vitrolas de CD-ROM,destinadas à indústrias e as grandes companhias aceitam de 25 a 500 discos, são chamadas dejukebox, tem preços altos ( de U$ 2.500 a U$ 25000 ), fora do alcance de muitos usuários,mas preenchendo um mercado indispensável apropriado aos grandes projetos ou arquivo dedados. Esses equipamentos são usualmente conectados a servidores de rede das grandesempresas que sempre necessitam de um software específico para cada sistema operacional derede. Com o lançamento de jogos, programas multidiscos o uso dos Changer’s vem a seruma necessidade aparente, mas o aparecimento do DVD faz o consumidor pensar duas vezesantes de querer adquirir um Changer.
  6. 6. Bibliografia Utilizada:S.O. S Sistema Rápido de Pesquisa;Editora Quark; pg 24 – 29;Storage Solutions – Soluções de Armazenamento Roberto Marques http://www.iis.com.br/~rmaques.

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