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As ferramentas, os percursos e as estratégias de tradução no universo digital (final)
 

As ferramentas, os percursos e as estratégias de tradução no universo digital (final)

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Apresentação da defesa de mestrado de Diogo Costa, fevereiro de 2011

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    As ferramentas, os percursos e as estratégias de tradução no universo digital (final) As ferramentas, os percursos e as estratégias de tradução no universo digital (final) Presentation Transcript

    • - Não é possível imaginar um tradutorprofissional que não utilize computadores e nãoesteja conectado a Web. - As pesquisas recentes que investigam oprocesso tradutório dão aos tradutorescomputadores conectados à internet: Alves(2005), Silva (2005), Araújo (2005).-Entretanto não há grande número de pesquisasque tenham como objetivo analisar como otradutor utiliza a Web para resolver seusproblemas tradutórios.
    • Os ato de linguagem aplicados a tradução
    • - Sujeitos de PesquisaTrês tradutores iniciantesAté que ponto computadores, dicionários digitais e internet auxiliam o sujeito durante o processo tradutório.Dois tradutores estagiáriosServiu de base para observar as ferramentas tradutórias em usoDois tradutores profissionaisPermitiu observar como um tradutor inserido no mercado usa as ferramentas tradutórias
    • Formação do corpus de pesquisaUtilizamos a técnica de “pensar alto” (ERICSSON E SIMON, 1987, p.32-35), no qual, durante a tradução, o sujeito relata oralmente tudo que lhe vem a cabeça, para criação dos protocolos verbais (técnica de introspecção imediata).Para facilitar e dar maior fidelidade aos protocolos verbais, gravamos, através de um gravador de voz o relato do sujeito e através do programa “Camtasia” a tela do computador e a voz do sujeito. Antes do processo tradutório, fizemos um questionário que nos permitiria tirar conclusões sobre a realidade apresentada. E, após o processo tradutório, fizemos um questionário sobre os pareceres, níveis de satisfação do tradutor e maiores problemas em relação a sua tradução.(retrospecção imediata)
    • Antes de dar o texto base para criação do protocolo verbal, demos um outro texto para aquecimento, para que o sujeito se acostumasse com a técnica de “falar alto”.Tanto o primeiro quanto o segundo texto foram retirados do jornal “Le monde” versão on-line.Uma das críticas às pesquisas de tradução realizadas através dos modelos introspectivos era a falta de controle das variáveis. Sendo assim, para assegurar esse controle, fizemos uso das ferramentas: questionários, introspecção imediata, retrospecção imediata, gravação da tela do computador, gravação do áudio.Além de determinar ao sujeito os objetivos da tarefa tradutória
    • Problema x estratégia x percursoProblemas de natureza linguística: Problemas que envolvem a insuficiência de conhecimento em relação à apropriação de modelos fonéticos, morfológicos, sintáticos e lexicais do sistema da língua.Problemas de natureza discursivo-textual: Problemas que envolvem a insuficiência de conhecimento em relação ao tipo de discurso, a organização em função da situação de comunicação.Problemas de natureza de conhecimento de mundo: problemas que envolvem a insuficiência de conhecimento em relação aos conhecimentos prévios que o sujeito deveria ter para compreensão do texto produzido.
    • Problemas de natureza linguísticaNo geral, problemas dessa natureza foram resolvidos através de consulta a dicionários: bilíngues, monolíngues (digitais ou on-line)Dentre os problemas observados 88% foram resolvidos através de dicionários. Escolhidos por questões subjetivas.Outros problemas:Google para procurar dicionários.Google como dicionário (Google define)WikipédiaGoogle para criação de corpusFóruns
    • Problemas de natureza discursivo-textual- Busca interna- Google para criação de corpusEntretanto, uma vez que o texto base para criação do corpus tinha uma natureza discursiva conhecida pelos sujeitos, se faz importante repetir esta pesquisa com textos de naturezas discursivas diferentes.
    • Problemas de natureza de conhecimento de mundo- Busca interna- Solução de abandonoBusca no próprio TLO (texto língua de origem)Google como site de busca.Entretanto, uma vez que o texto base para criação do corpus tinha um assunto conhecido pelos sujeitos, se faz importante repetir esta pesquisa com textos de diferentes.
    • Formas de navegaçãoSegundo Batista (2007) há três formas de buscar uma informação na rede.1 – Navegação livre2 – Realizar buscas através de diretórios3 – Realizar buscas através de ferramentas de buscasTodos os tradutores utilizaram a terceira forma de navegação e escolheram como site de busca o Google.
    • Formas de uso do Google (Ferramenta de Busca),[1] Buscavam-se sites que servissem de ferramentas para auxiliar no processo tradutório[2] Buscavam-se sites em que se obtivessem as informações necessárias para a solução de um problema tradutório imediato .[3] O Google era usado não para encontrar um site específico, mas sim gerar dados que permitissem a solução do problema tradutório. Três formas diferentes para esse uso:
    •  Comparação estatísticaComparação entre duas ou mais possíveis formas para definir a mais usual;Determinar se tal palavra ou expressão é recorrente na lingua de tradução ou de origem.Comparação de determinada estrutura em diversos textos para definir a melhor tradução para o termo.
    • Em relação às ferramentas on-line utilizadas para traduzir.
    • Outros: Youtube
    • FERRAMENTAS “POTENCIAIS” DE TRADUÇÃO: ferramentas que podem se tornar ferramentas de tradução, mas não foram desenvolvidas para este fim. XFERRAMENTAS “REAIS” DE TRADUÇÃO: Ferramentas projetadas que possuem como objetivo principal realizar ou auxiliar na tradução.
    • Ferramentas reais de traduçãoTradutores (google translator)Ferramentas CAT´s (Computer Aided Translator)TAC (Tradução assistida por computador)
    • CONCLUSÕESÉ possível classificar as ferramentas digitais de tradução em potenciais e específicasProblemas de natureza linguística, na maioria das vezes, são resolvidos através de consulta a dicionários.Problemas de natureza discursivo-textual são resolvidos, na maioria dos casos, através de criação de corpus.Problemas de natureza de conhecimento de mundo, na maioria dos casos, são resolvidos a partir de consultas iniciadas em ferramentas de busca.O dicionário impresso está em completo desuso
    • Conforme o tradutor resolve seus problemas tradutórios on-line, há uma possibilidade de que sejam deixados “resíduos” de suas buscas, podendo facilitar buscas realizadas por outros tradutores no futuro.Acreditamos que, ao ensinarmos ao tradutor inexperiente os alicerces teóricos da tradução e o “saber-como” em relação às ferramentas de tradução, eles poderiam, enquanto ainda não possuírem ampla proficiência da língua de origem e de tradução, alcançar traduções bem sucedidas, ainda que através de percursos mais complexos.
    • Em meio as inúmeras possibilidades que o universo digital apresenta ao tradutor, se faz necessário uma constante reflexão sobre quais ferramentas são melhores para quais situações e como elas podem ser usadas, levando ao tradutor a escolhas objetivas e não subjetivas para uso das ferramentas tradutórias."... tenho a meu favor tudo o que não sei e - por ser um campo virgem - está livre de preconceitos..." (Clarisse Linspector)
    • REFERENCIASARAÚJO, José Paulo de. Uso de uma Ferramenta de Busca da Web como Estratégia para Solução de Problemas Tradutórios. Linguagem em (dis)curso, Palhoça, v. 5, n. 1, p.41-69, julho-Dezembro de 2005. Quadrimestral. Disponível em: <http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0501/03.htm> . Acesso em: 22 mar. 2010.BARBOSA, Heloisa Gonçalves. A tradução, seus modelos teóricos e sua prática cotidiana. Caderno de Letras, Rio de Janeiro, v. 16, p. 345-359, 2001.BARBOSA, Heloisa Gonçalves; NEIVA, Aurora Maria Soares. Using Think-Aloud Protocols to Investigate the Translation Process. In: ALVES, Fábio. TRiangulating Translation: perspectives in process oriented research. Amsterdam: Benjamins Translation Library 45, 2003. Cap. 3, p. 137-156
    •  BATISTA, Donizeti. Uma Análise Do Funcionamento Dos Mecanismos De Busca Na Rede Mundial De Computadores. 2007. 91 f. Dissertação (Mestrado) - UFRJ, Rio de Janeiro, 2007. BOMFIN, Maurício Nunes da Costa & SAMPAIO Fábio Ferrentini. A Web 2.0, suas tecnologias e aplicações educacionais. Relatório Técnico – NCE / UFRJ, fevereiro de 2008. BORTONI-RICARDO, S. M. O professor pesquisador: introdução à pesquisa qualitativa. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. CHARAUDEAU, Patrick. Linguagem e discurso: modos de organização. (Coordenação da equipe de tradução Ângela M. S. Corrêa & Ida Lúcia Machado). São Paulo: Contexto, 2008. CORRÊA, Angela Maria da Silva. Erros de tradução do francês para o português: do plano lingüístico ao plano discursivo. 1991. 322 f. Tese (Doutorado) - UFRJ, Rio de Janeiro, 1991. CORRÊA, Angela Maria da Silva; NEIVA, Aurora Maria Soares. Estratégias e problemas do tradutor aprendiz: uma visão introspectiva do processo tradutório. In: MONTEIRO, Maria José (Org.). Práticas discursivas: instituição, tradução e literatura, UFRJ, Rio de Janeiro, 2000, p.34-52.
    •  CUNHA, Tânia Reis. Fatores discursivos de interrupção do fluxo tradutório do francês para o português. 2002. 230 f. Tese (Doutorado) - UFRJ, Rio de Janeiro. 2002. EVANS, T & NATION, D. Educational Technologies: reforming open and distance education. In: Reforming Open and Distance Education. Londres: Koogan, 1993. FREITAS, Ladislau Tenório de; PÍCOLO, Guilherme Gouvea; RIZZO, Alexandre Marcpos (Comp.). Google guia definitivo: O mundo em um clique do mouse!. São Paulo: Universoeditorial, 2009. 128 p. LÉVY, P. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1993. __________. A inteligência coletiva. São Paulo: ed. Loyola, 1998. __________. Cibercultura. Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Ed. 34, 1999.
    •  PÓVOA, Marcello. Anatomia da Internet: Investigações estratégicas sobre o universo digital. Rio de Janeiro: ed. Casa da Palavra, 2000. SACRAMENTO, Cristina Jesus do. Relações entre estratégias de tradução e estratégias de leitura: uma pesquisa introspectiva. Dissertação de mestrado. Letras Neolatinas. Rio de Janeiro: Faculdade de Letras, UFRJ, 2001. SANTOS, Luiz Américo Portela dos. O processo tradutório: análise de problemas e estratégias de solução em tradução do francês para o português. Dissertação de mestrado. Letras Neolatinas. Rio de Janeiro: Faculdade de Letras, UFRJ, 2002. SILVA, Lucília Marques Ferreira da. Pesquisa auto-etnográfica do processo tradutório desenvolvido de metodologia e análise do uso de buscas externas. Dissertação de mestrado. Letras Neolatinas. Rio de Janeiro: Faculdade de Letras, UFRJ, 2005. TAVARES, Kátia Cristina do Amaral. O uso da introspecção: da técnica de pesquisa para o ensino de leitura. 1993. 237f. Dissertação (Mestrado) - UFRJ, Rio de Janeiro. 1993.
    • DIOGONCOSTA@YAHOO.COM.BR
    • ERRATASCOSTA, Diogo Neves da. As Ferramentas, os percursos e as estratégias detradução no universo digital no par lingüístico francês-português. 2010.139f Dissertação (Mestrado) – UFRJ, Rio de Janeiro. 2010