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Colaboração e Inclusão Digital - Completo
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Colaboração e Inclusão Digital - Completo

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  • 1. Sistemas de informação
    NPA 810
    Professor Mateus t. S. Cozer
    ColaboraçãoeInclusão Digital
  • 2. Alunos
    Diego Henrique de Miranda – 12107075-9
    Marina Moreno Teixeira – 12205543-7
  • 3. Web 2.0
    "Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva” – TimO’Reilly
    http://oreilly.com/web2/archive/what-is-web-20.html
  • 4. Colaboração
    "A própria raiz da palavra colaboração significa “trabalhar juntos”. Portanto acredito que colaboração seja essencialmente trabalhar junto, mas acho que, na verdade, significa trabalhar junto de forma independente para chegar a uma meta comum” – Thomas Malone
  • 5. Colaboração
    Wikipedia e comunidades Wiki
    WikiWiki = Rápido em Maori
    http://stats.wikimedia.org/EN/TablesWikipediaPT.htm#distribution
    Kernel - Software colaborativo que permite a edição coletiva dos documentos usando um sistema que não necessita que o conteúdo tenha que ser revisto antes da sua publicação.
    http://cyber.law.harvard.edu/wealth_of_networks/Main_Page
  • 6. Colaboração
    SETI@home - http://setiathome.berkeley.edu/
    BOINC - http://boinc.berkeley.edu/
    MIT’s CCI - http://cci.mit.edu/index.html
  • 7. Colaboração e Software Livre
    Quatro tipos de liberdade para os usuários do software:
    A liberdade de executar, para qualquer uso;
    A liberdade de estudar o funcionamento de um programa e de adaptá-lo às suas necessidades;
    A liberdade de redistribuir cópias;
    A liberdade de melhorar o programa e de tornar as modificações públicas de modo que todos se beneficiem das melhorias.
  • 8. Colaboração e Software Livre
    Artesanato Coletivo
    Resgate do “espírito aventureiro” do início da informática
    Monopólios e produção em série de softwares ruins
    Padrões OSI (Open Source Iniciative) - http://www.opensource.org/docs/osd
    SENNETT, Richard. O Artífice. Record, 2009.
  • 9. Colaboração e Software Livre
    “A pessoa que entende e conserta o problema não é necessariamente o mesmo que o caracterizou.”– Linus Torvalds
    Eric Steven Raymond – A Catedral e o Bazar
    "Havendo olhos suficientes, todos os erros são óbvios"
    Modelo Catedral – caracterizado por uma estrutura de planejamento e esforço centralizada com uma equipe especializada
    Modelo Bazar – forma de trabalho descentralizada e o esforço de voluntários são as principais características
    Gerald Weinberg – Egoless Programming
    Fetchmail / Netscape
    http://www.catb.org/~esr/writings/cathedral-bazaar/cathedral-bazaar/index.html
  • 10. Colaboração e Software Livre
    http://www.brod.com.br/node/536
  • 11. Colaboração e Software Livre - Motivações
    Interesse no desafio e fuga de uma rotina de trabalho
    Visão a Longo Prazo de uma futura colocação no mercado de trabalho por conta de suas colaborações
    Ser reconhecido pelo público-alvo da plataforma trabalhada
    Interesses Governamentais e Inclusão Digital
    Lerner, J. & Tirole, J. (2004) “The Economics of Technology Sharing: Open Source and Beyond”
    Staff, (2005), “The economics of sharing,” The Economist.
  • 12. Colaboração e Software Livre - Exemplos
    Sistemas Operacionais (GNU/Linux, OpenBSD);
    Servidores Web (Apache, Abyss);
    Servidores de Aplicação (TomCat, JBOSS);
    SGBD (MySQL, Postgresql);
    Navegadores (Firefox, Opera, Konqueror);
    Suíte de Escritório (Open Office, Koffice);
    Editores e Processadores de Texto (Emacs, Vi, Kile,LaTex);
    Gráficos (Gimp);
    Multimídia (Xine, XMMS).
    http://www.deinf.ufma.br/~fssilva/palestras/2009/sl.pdf
  • 13. Sistemas Colaborativos
    Ferramentas de software utilizadas em redes de computadores para facilitar a execução de trabalhos em grupos.
    O objetivo dos Sistemas Colaborativos é diminuir as barreiras impostas pelo espaço físico e o tempo
  • 14. CSCW
    CSCW = ComputerSupportedCooperative Work - Trabalho Cooperativo Apoiado por Computador
    Área de pesquisa que estuda o uso das tecnologias de computação e telecomunicações que auxiliam atividades de grupos de usuários.
    80’s – Office Automation
    http://www.ufpa.br/cdesouza/teaching/cscw-2006-2/1-introduction.pdf
  • 15. Groupware
    Groupware = Group + Software
    São os sistemas baseados em tecnologias de computação e telecomunicações que auxiliam grupos de usuários a exercer uma atividade.
    Lei de Metcalfe – Quanto mais pessoas usam um sistema de comunicação, mais valioso ele se torna
    http://www.ufpa.br/cdesouza/teaching/cscw-2006-2/1-introduction.pdf
  • 16. Groupware / CSCW
    Groupware e CSCW são dois termos distintos que frequentemente são confundidos. No entanto, a idéia inerente a ambos é auxiliar o trabalho de grupos de usuários.
    “Sistemas baseados em computador que auxiliam grupos de pessoas envolvidas em tarefas comuns (ou objetivos) e que provê interface para um ambiente compartilhado“ – Clarence (Skip) Ellis
    http://www.ufpa.br/cdesouza/teaching/cscw-2006-2/1-introduction.pdf
    A Conceptual Model of Groupware (1994). Clarence (Skip) Ellis ,  Jacques Wainer
  • 17. Groupware / CSCW
    CSCW é o contexto mais amplo onde o Groupware está incluído.
  • 18. Groupware – Ferramentas Síncronas
    Exigem resposta imediata
    Messenger, Conferências e Vídeo Conferências
  • 19. Groupware – Ferramentas Assíncronas
    Não exigem resposta curta ou imediata
    E-mails, fóruns e ferramentas de workflow
  • 20. Groupware – Quadro Esquemático
    http://www.usabilityfirst.com/glossary/groupware-term/
  • 21. Groupware – Quadro Esquemático
    SARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002
  • 22. Por Que o Groupware é Necessário?
    Para tornar o trabalho em grupo mais eficiente:
    TEMPO gasto nas atividades em grupo
    CUSTO de realização das atividades em grupo
    Para atingir melhores resultados
    QUALIDADE dos resultados
    Para possibilitar certos tipos de tarefas em grupo que seriam impossíveis (ou quase) de ser realizadas sem o suporte computacional
    http://www.ufpa.br/cdesouza/teaching/cscw-2006-2/1-introduction.pdf
  • 23. Vantagens do Groupware
    Melhor Controle de Custo
    Produtividade Crescente
    Melhor serviço ao cliente
    Menos reuniões
    Automação de processos rotineiros
    Integração de equipes distribuídas
    Novos serviços que diferenciarão a organização
    Aumenta o conhecimento profissional
    http://www.ufpa.br/cdesouza/teaching/cscw-2006-2/1-introduction.pdf
  • 24. Desvantagens do Groupware
    Aumento no volume de informação a ser tratada
    Utilização para assuntos pessoais (no ambiente empresarial)
    Diferenças de habilidades em um mesmo ambiente
    Desvios e ambiguidades de informações
    Manipulação de dados confidenciais
    Impessoalidade na comunicação
    Resistência à implantação deste sistema
    Dificuldade de Integração
    SARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002
  • 25. Funcionalidades do Groupware
    Agenda
    Banco de dados (Repositório de Documentos)
    Áudio e Vídeo Conferência
    Reuniões virtuais
    Suporte à Decisão
    Fóruns de Discussão / Chat
    Correio eletrônico
    Co-Autoria de Documentos
    Workflow
    Geradores de Formulários de Integração
    JUNGER, Andréia Lima, et al., Sistemas Colaborativos. Trabalho de Graduação. Vitória. 2007
  • 26. Exemplo GW Integrado - TUTOS
    Tutos é um programa para atender às necessidades organizacionais de pequenos grupos, equipes de trabalho e departamentos. Para atingir esses objetivos, inclui algumas ferramentas baseadas em web, tais como:
    Gerenciador de tarefas
    Gerenciador de projetos ("timeline")
    Gerenciador de documentos
    Gerenciador de instalações
    Correio eletrônico para usuários e grupos
    Repositório de projetos e arquivos
    Com este sistema, todos os membros do grupo de trabalho ficarão sempre imformados sobre o status de todos os projetos em andamento. Todas as ferramentas foram desenvolvidas com uma consistência tal que proporciona uma interface única para as necessidades do dia a dia de pessoas envolvidas em um projeto.
  • 27. Exemplo GW Integrado - TUTOS
  • 28. Workflow
    “Automatização de um processo de negócio, no todo ou em parte, através da gestão da sequência de atividades de trabalho e a invocação dos recursos humanos e /ou das tecnologias de informação apropriadas, associados aos vários passos de atividade.”
    Workflow Management Coalition
    [WfMC, 1997]
  • 29. Workflow
    Sistemas de gestão proativos;
    Com capacidade para armazenar as regras (planos de trabalho, prioridades, encaminhamentos, autorizações, segurança etc.) e os procedimentos dos processos;
    Automatizam os processos de negócio;
    Geram fluxos de trabalho entre participantes;
    Coordenam recursos de informação, utilizadores e tarefas baseadas em informação.
    SARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002
  • 30. Os 3 R’s do Workflow
    Em Inglês : Rules, Routesand Roles
    http://www.idoc.inf.br/pdf/Workflow.pdf
  • 31. Vantagens do Workflow
    Reduzir os tempos de ciclo
    Minimizar erros
    Melhorar as condições de trabalho e aumentar a eficiência operacional
    Direcionamento automático dos documentos necessários a cada ponto da cadeia de produção
    Gerenciar o processo completo
    http://www.idoc.inf.br/pdf/Workflow.pdf
  • 32. Classificações do Sistema Workflow
    Ad Hoc
    Administrativo
    Produção ou Transação
    Orientado para o Objeto
    Baseado no Conhecimento
    Colaborativo
    SARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002
  • 33. Classificações do Sistema Workflow – Ad Hoc
    Desenvolvido para grupos de trabalho dinâmico que necessitam de executar processos altamente individualizados para cada documento.
    SARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002
  • 34. Classificações do Sistema Workflow Administrativo
    Orientado para as rotinas administrativas.
    Ideal para tratamento de documentos e formulários.
    Gerenciamento de prazos com todos os tipos de alarmes possíveis.
    SARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002
  • 35. Classificações do Sistema Workflow Produção ou Transação
    Orientado para aplicações que envolvem grandes quantidades de dados, muitas políticas de negócio e recursos financeiros em grande escala.
    http://www.idoc.inf.br/pdf/Workflow.pdf
  • 36. Classificações do Sistema Workflow Objeto
    Um objeto é o conjunto de atributos, ou dados, e instruções sobre como os dados e os atributos devem ser processados, estocados, recuperados e visualizados pelo usuário.
    http://www.idoc.inf.br/pdf/Workflow.pdf
  • 37. Classificações do Sistema Workflow Conhecimento
    Aprende com seus próprios erros e acertos.
    Vai além da execução pura e simples das regras preestabelecida e incorpora exceções a seus procedimentos.
    http://www.idoc.inf.br/pdf/Workflow.pdf
  • 38. Classificações do Sistema Workflow Colaborativo
    A solução apresentada preserva a integridade do documento, bem como a do processo.
    Limitado a um grupo de funcionários na organização, envolvendo, sobretudo os mais conhecedores do processo em causa.
    É importante ser maleável. Normalmente, estes processos envolvem grande criatividade e reflexão, portanto não devem ser muito regulamentados.
    SARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002
  • 39. Comunidades On-Line
    http://xkcd.com/256/
  • 40. Comunidades On-Line
    Teoria dos “Seis Graus de Separação” - São necessários apenas seis laços de amizade para que duas pessoas quaisquer, em qualquer lugar do mundo, estejam interligadas – Stanley Milgram
    Através das Comunidades OnLine as pessoas se tornam cada vez mais próximas, ou seja, reduzem seus graus de separação
    Oracle of Bacon - http://www.oracleofbacon.org/
    IMDB - http://www.imdb.com/
    Zagat’sSurveys – http://www.zagat.com/Review/Index.aspx
  • 41. Comunidades On-Line
    Obtiveram maior reconhecimento após a maior acessibilidade aos computadores e à internet
    Reduzem as distâncias geográficas
    Ampliam as distâncias do conhecimento, selecionando áreas de interesse comum
    Levam à uma fragmentação social e intelectual (Cyber – Balkanization)
    VanAlstyne, M., & Brynjolffson, E. (2005). Global village or cyber-balkans? Modeling and measuring the integration of electronic communities. Management Science, 51(6), 851-868
  • 42. Comunidades On-Line Aldeia Global x Cyber-Balkans
    Aldeia Global
    Marshall McLuhan
    Conceito ideal de colaboração, aproximação e união
    Inter Relacionamento entre diversas áreas do conhecimento para um bem comum
    Determinação da estrutura do DNA – Zoologia+ Física (Difração de Raios X)
    Guerra e Paz na Aldeia Global. Ed. Record. Tradução: Ivan Pedro de Martins
    VanAlstyne, M., & Brynjolffson, E. (2005). Global village or cyber-balkans? Modeling and measuring the integration of electronic communities. Management Science, 51(6), 851-868
  • 43. Comunidades On-Line Aldeia Global x Cyber-Balkans
    Cyber - Balkans
    Região dos Bálcãs – Sudeste Europeu
    Fragmentação e Especialização
    Conflitos
    VanAlstyne, M., & Brynjolffson, E. (2005). Global village or cyber-balkans? Modeling and measuring the integration of electronic communities. Management Science, 51(6), 851-868
  • 44. Comunidades On-Line Aldeia Global x Cyber-Balkans
    Pode ser economicamente viável a super especialização derivada da fragmentação. Os benefícios remetem ao trabalho de Adam Smith
    Nem sempre as conexões interdisciplinares são claras, isolando áreas do conhecimento
    Comunidades Científicas x Grupos terroristas
    VanAlstyne, M., & Brynjolffson, E. (2005). Global village or cyber-balkans? Modeling and measuring the integration of electronic communities. Management Science, 51(6), 851-868
  • 45. Facebook
    Facebook é uma rede social que tem como missão dar às pessoas o poder de partilhar e tornar o mundo mais aberto e conectado socialmente.
    Atualmente são milhões de pessoas conectadas que usam o Facebook diariamente para manter o contato entre amigos e pessoas, fazer upload de um número ilimitado de álbuns de fotos, compartilhar muitos links e vídeos, fazer amizades e saber mais sobre as pessoas que encontram no mundo virtual
    http://sobretudo.org/facebook-login-brasil.html
  • 46. Comunidades On-Line - Facebook
    Início em 2004 por Mark Zuckerberg
    Inicialmente restrito aos alunos de Harvard e, posteriormente, da IvyLeague antes de se tornar popular
    Mais de 400M de usuários ativos
    Líder de acessos em 2010
    Ultrapassou a AOL em buscas nos EUA
    http://www.facebook.com/press/info.php?statistics
  • 47. Comunidades On-Line - Facebook
    Promoção de conectividade entre as pessoas de forma prática.
    Aplicativos eficientes e de boa qualidade
    Excelente ferramenta de divulgação de empresas (Facebookads)
    Integração com diversos sites
  • 48. Facebook
    2009 foi o ano que o Facebook daria inicio a grande tendência de jogos nas redes, pois abriu espaço para que fosse criado aplicativos independentes, e assim surgiu:
    MafiaWars
    FarmVille
    E redes sociais como:
    LinkedIn
    “Em 2010 podemos esperar muitas surpresas ou não, aqui no Brasil, O twitter e Facebook com certeza irão crescer, mas o Google certamente manterá sua supremacia de logins no Orkut”.
    http://www.alandavid.com.br/facebook-login-brasil/
  • 49. Comunidades On-Line - Facebook
  • 50. Facebook
    2010 foi o ano que a quantidade de logins criados no Facebook foram tão altos que ultrapassou facilmente o MySpace
    “se o Facebook fosse um país seria a quarta nação mais populosa”
    (Scott Stanzel)
    http://www.alandavid.com.br/facebook-login-brasil/
  • 51. Facebook
    efeito de rede (network effect); Quanto mais os usuários utilizarem o serviço, maior o valor para todos usuários.
    No começo = desvantagem
    À medida que mais amigos entram no Facebook, mais atraente ele se torna.
    Acelera cada vez mais o ritmo de crescimento até chegar a um ponto no qual o crescimento passa a ser exponencial.
    http://oglobo.globo.com/blogs/inovacao/posts/2009/08/12/o-facebook-ultrapassara-orkut-no-brasil-em-2010-213334.asp
  • 52. O que as empresas podem fazer pela inclusão digital
    Há no Brasil dezenas de empresas que estão inovando e fazendo muito mais pela inclusão digital, não esperando resoluções do governo, que na maioria das vezes não é capaz de dar solução aos grandes problemas nacionais.
    Cenário: 148 milhões de brasileiros não têm acesso a internet.
    Políticas e ações de inclusão digital: capacitar para o uso das tecnologias e promover o desenvolvimento da cidadania.
    Importância: governos e empresas oferecem serviços em meios digitais.
    Motivação e capacitação para utilização das tecnologias da informação e comunicação de forma crítica e empreendedora
  • 53. O que as empresas podem fazer pela inclusão digital
    Empresas
    Ganham em questão de:
    Conhecimento.
    Qualificação da mão de obra.
    Auto-estima de funcionários.
  • 54. O que é inclusão digital?
    “ A inclusão digital e o combate à exclusão social e econômica estão intimamente ligados, em uma sociedade onde cada vez mais o conhecimento é considerado riqueza e poder.”
    “A inclusão digital deve favorecer a apropriação da tecnologia de forma consciente, que torne o indivíduo capaz de decidir quando, como e para que utilizá-la”
    (Cristina de Luca)
  • 55. O que é inclusão digital?
    Comunidade: Aplicar as tecnologias a processos que contribuam para o fortalecimento de:
    Atividades econômicas
    Capacidade de organização
    Nível educacional e auto-estima
    Comunicação com outros grupos
    Entidades, serviços e qualidade de vida
  • 56. O que é inclusão digital?
    Promoção da inclusão digital: Motivação e capacidade para utilização das tecnologias da informação e comunicação, para desenvolvimento pessoal e comunitário.
    Novos conhecimentos e ferramentas.
    Consciência histórica, política e ética.
    Ações cidadãs
    Qualificação profissional
  • 57. Como?
    Doações
    Conectividade
    Voluntariado
    Incentivo à produção e troca de conhecimento e compartilhamento de experiências.
    Dicas profissionais
    Projetos
    Auto-sustentabilidade
    Apoio tecnológico
    “Do ponto de vista de uma empresa com responsabilidade social, investir
    em programas de inclusão digital significa entender “solidariedade” não só como
    mero conceito assistencialista, mas como promoção de oportunidades para a
    produção e a disseminação de conhecimento e renda.”
    (Cristina de Luca)
  • 58. Importância da inclusão
    Direito básico à informação, liberdade de opinião e expressão!
    Dificuldade do cidadão em conhecer e exercer seus direitos.
    Capacitação em informática.
    Preparação educacional.
    Benefícios ao indivíduo, empresa, sociedade e país.
  • 59. Para um acesso real
    Bridges.org
    Ajudar na melhora da qualidade de vida nos países em desenvolvimento com a informática e as comunicações.
    Definição de 12 critérios para avaliar se existe acesso real à tecnologia.
  • 60. 12 Critérios de Avaliação
    Acesso físico
    Adequação
    Preço acessível
    Capacidade
    Conteúdo relevante
    Integração
  • 61. 12 Critérios de Avaliação
    Fatores socioculturais
    Confiança
    Estrutura real e regulatória
    Ambiente econômico local
    Ambiente macroeconômico
    Vontade política
  • 62. Situação no Brasil
    28º lugar
    64 países com condições melhores que a nossa
    0,5 ponto numa escala de 0~1.
    Nível alto
    Disponibilidade de infra-estrutura
    Poder aquisitivo do usuário
    Nível educacional do usuário
    Qualidade dos serviços
    Uso efetivo da internet
    (União Internacional das Telecomunicações (UIT) - Novembro de 2003)
  • 63. Situação no Brasil
    82 países conforme aptidão para integrar redes: Capacidade para ter acesso e utilizar de maneira eficiente as tecnologias da informação e comunicação;
    Ambiente
    Aptidão
    Uso
    (Relatório Global de Tecnologia da Informação, 2002-2003)
  • 64. Situação no Brasil
    Indicadores do desenvolvimento da rede mundial:
    • N° de hosts
    • 65. 10° colocado – mundial
    • 66. 3° colocado – nas Américas
    1° EUA
    2° Canadá
    Posição dos países por número de hosts
    Fonte: Network Wizards
  • 67. Situação no Brasil
    148 milhões de brasileiros sem acesso à Internet
    Mesmo para as empresas brasileiras, a inclusão digital não é um problema resolvido
    46% delas não têm acesso à Internet e que 16% dependem de acesso fora da empresa para se comunicar.
    Acesso nas pequenas e médias empresas
    Fonte: Sebrae - SP
  • 68. Situação no Brasil
    Apesar do acesso limitado à tecnologia na sociedade brasileira, a
    A informática e as telecomunicações já são um segmento importante da economia.
    O mercado local de TI movimentou cerca de US$ 18 bilhões em 2001, ou R$ 42,3 bilhões, em 2001. Os serviços de telecomunicações tiveram receita de US$ 7,3 bilhões no mesmo ano, ou R$ 17,2 bilhões, enquanto a indústria de equipamentos faturou R$ 11,4 bilhões. O agregado tecnologia da informação e telecomunicações somou então R$ 70,9 bilhões, o que representa 6% do Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB), que acumulou R$ 1,2 trilhão em 2001, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
  • 69. Desafios
    “O incluído digital precisa ser capacitado para usar a tecnologia e ter um grau de educação, no sentido amplo, que permita aplicá-lo de forma efetiva”
    Má distribuição de renda
    Baixa taxa de escolaridade
    Acesso à internet
    Disponibilidade de computadores e telefonia - preço
  • 70. Acesso à Internet
    Apesar de a Internet comercial existir no Brasil desde 1995, somente 30,3 milhões usavam a rede mundial em janeiro de 2004
  • 71.
  • 72. Acesso à Internet
  • 73.
  • 74. Acesso aos Computadores
    http://www.abinee.org.br/informac/arquivos/pan2010.pdf
  • 75. Acesso à Telefonia
  • 76. Histórico
  • 77. Histórico
  • 78.
  • 79.
  • 80. Software Livre X Software Proprietário
    Defensores do software proprietário:
    Adesão da maioria
    preparação para o mercado
    Defensores do software livre:
    monopólio
    software livre pode ser utilizado gratuitamente, tem código aberto (instruções e modificações)
    Definição de uma política de informática: usuário geralmente tem uma transição tranqüila de um tipo de software a outro
    Casos bem-sucedidos tanto com software proprietário (Windows, Photoshop)
  • 81. Capacitação em Tecnologia
    Não basta ter acesso à infra-estrutura; o essencial é saber como usá-la
    ênfase na educação
    Treinamento X Conhecimento integrado
    Proposta do Comitê para a Democratização da Informática (CDI):
    Repense seu contexto e suas necessidades.
    Use a informática como uma ferramenta em ações concretas.
    Fundação Vale do Rio Doce (FVRD)
  • 82. Educação a Distância
    Ferramenta importante de aprendizado
    Regulamentado no País em 1998
    Infra-estrutura física disponível
    e-learning
    Cursos que não estão disponíveis presencialmente onde vive o estudante
    convívio e da troca de experiências
    Ex: TV Digital Interativa - parceria com a Universidade Mackenzie
    Educadores
    Mais viável
    Necessária
    Empresas; funcionários e parceiros
    Ex: Cisco
  • 83. Novas alternativas tecnológicas
    TV digital
    89% das residências do País possuem televisão, enquanto somente 12,6% têm computador
    Canal de retorno
    Celulares
    Barreira: preço
    Redes locais sem fio
    Satélite
    PLC (Powerline Communications): usa a rede de energia elétrica para a comunicação de dados
  • 84. Papel das Empresas
    “deixado por sua própria conta, o mercado de informação aumentará a brecha entre países ricos e pobres, e entre pessoas ricas e pobres”
    Prof. Michael Dertouzos, Massachusetts Institute of Technology (MIT)
    Computador no trabalho
    muitas vezes como a única porta de entrada para o mundo digital.
    melhores resultados na gestão do conhecimento
    qualificação da mão-de-obra
    Acesso da informação
    desenvolvimento da comunidade
    Ex: Philips e da Alstom, em parceria com o CDI
    Doações de equipamentos
    ciclo de substituição: 2~3 anos
    Campanha Megajuda, Criada pelo CDI: captar computadores e mobilizar voluntários para a manutenção e apoio técnico – 8300 computadores, 256.500 beneficiados
  • 85. Papel das Empresas
    Presença e apoio na comunidade
    auxiliam o desenvolvimento comunitário
    melhoram o capital social e humano
    fortalecem a marca da empresa
    incentivam a diversidade
    estimulam o voluntariado corporativo
    ajudam a reter talentos
    fortalecem os funcionários para enfrentar desafios, aumentando sua auto-estima.
    Política de capacitação e emprego: ferramentas tecnológicas devem ser colocadas à disposição do cidadão não apenas como trabalhador, mas também para suas necessidades pessoais
    Contribui para a empregabilidade (capacitação do funcionário para que ele enfrente desafios tanto na empresa quanto no mercado de trabalho)
    Realização de um investimento socialmente responsável
    Diversidade interna
    fortalece sua marca na comunidade
    estimula o desenvolvimento comunitário e descobre novos talentos
    Muitas empresas vão além da capacitação funcional e adotam uma política de emprego para quem passa pelos cursos
  • 86. Papel das Empresas
    Voluntariado
    ensino de informática ou manutenção dos computadores
    ensino de informática ou a manutenção dos computadores
    estreita os vínculos entre empresa e comunidade
    Internet pode ser um instrumento, ex: e-Voluntários (IBM)
    Inclusão de pessoas com deficiência
    acesso à tecnologia para pessoas com deficiência
    meio importante para os deficientes físicos trocarem experiências e informações
    IBM Home Page Reader
    Motivar a ação do Estado
    Patrocínio do desenvolvimento
  • 87. Governo e terceiro setor
    colaborar em projetos existentes
    1% do faturamento de empresas de telecomunicação é arrecadado para o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) para ser aplicado aplicado em projetos para levar a Internet a escolas, hospitais, bibliotecas e outras instituições
    Acessa São Paulo
    Telecentros
    Sua escola a 2000 por hora
    Cidade Escola Aprendiz
    Associação Meninos do Morumbi
    Digitando o futuro
    Cidade do conhecimento
    Instituto Porto Digital
  • 88. Comitê para Democratização da Informática (CDI)
    Criado em 1995 pelo empreendedor social Rodrigo Baggio, o CDI é uma organização não-governamental, que tem como missão promover a inclusão digital, usando as tecnologias da informação e da comunicação como instrumento para a construção e o exercício da cidadania. Atende a comunidades de baixa renda e a públicos com necessidades especiais, como pessoas com deficiência, pacientes psiquiátricos, jovens moradores de rua, presidiários e população indígena, entre outros.
    837 Escolas de Informáticae Cidadadania (EICs)
    575,8 mil pessoas já foram capacitadas por 1.674 educadores de comunidades de baixa renda
    conceitos e valores da pedagogia de Paulo Freire
    formação técnica: ferramenta para que os trabalhadores possam desenvolver, a partir do próprio trabalho, a sua cidadania.
    cidadania não se constrói somente com empregabilidade e salários melhores, mas com a luta política para a criação de uma sociedade mais justa e mais humana
    educação deve estar ligada à mudança estrutural da sociedade.
    Apoio inicial:
    Núcleo de Informática Educativa (Nied)
    Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
  • 89. Comitê para Democratização da Informática (CDI)
    Objetivo:
    Motivar e capacitar seus educandos e educadores a usarem as tecnologias de informação e comunicação de forma crítica e empreendedora, com a finalidade de promover o desenvolvimento pessoal e comunitário.
    Alguns Projetos:
    CDI na Empresa: modelo de inclusão digital do comitê para o mundo corporativo
    Febem de São Paulo
    Projeto Mais em parceria com a Esso
    Instituto de Competências e Cidadania (ICC), do Centro de Integração Empresa Escola (CIEE) do Rio de Janeiro
    projetos especiais em penitenciárias e institutos psiquiátricos, para pessoas com deficiência auditiva e física, para jovens infratores e em aldeias indígenas
    Apoiadores do CDI:
    Fundação Avina, Fundação W. K. Kellog,a Usaid, Philips, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Accenture, Fundação Vale do Rio Doce, Microsoft, Fundação Telefônica, Esso, Banco UBS, Banco Mundial/Infodev, Unibanco, Xerox, Fundação EDS, Politec, Unicef/Unesco, a Ernst & Young, a Barbosa, Mussnich & Aragão e a Contemporânea.
  • 90. Acessa São Paulo
    Iniciativa do governo estadual, tem como objetivo levar os recursos da Internet à população de baixa renda e estimular o desenvolvimento humano e social das comunidades
    Infocentros comunitários, em parceria com entidades como associações de bairro
    Infocentros municipais, em parceria com prefeituras;
    postos públicos de acesso à Internet, em parceria com órgãos do próprio governo estadual, em locais onde circulam muitas pessoas.
    144 infocentros
    1,4 mil computadores para acesso público à Internet
    6 milhões de atendimentos 320 mil pessoas cadastradas e criou mais de 200 mil contas gratuitas de correio eletrônico.
  • 91. Telecentros — Prefeitura de São Paulo
    espaços públicos de acesso à Internet, que oferecem cursos e permitem também o uso livre dos computadores. Cada unidade possui de 10 a 20 micros
    todos os telecentros usam software livre, como o sistema operacional GNU/Linux, o pacote de aplicativos OpenOffice, o browser Galeon e o software de ilustrações Gpaint
  • 92. Sua Escola a 2000 por Hora
    O programa Sua Escola a 2000 por Hora, parceria entre o Instituto Ayrton Senna e a Microsoft, é uma rede virtual que envolve 66,3 mil alunos e 975 educadores, de 54 municípios em 11 estados, que emprega a tecnologia para desenvolver o potencial das novas gerações.
    Alunos e professores implementem em suas instituições projetos interativos e multidisciplinares,
    Com base nas necessidades de cada escola e de seus estudantes
    pesquisas, interação virtual (salas de bate-papo e fóruns), troca de mensagens de correio eletrônico que promovam o encontro entre as escolas, os educadores e os estudantes.
  • 93. Cidade Escola Aprendiz
    Busca integrar a escola e a comunidade, com o conceito de bairro-escola
    mais de dez programas, nas áreas de arte, meio ambiente, esporte, comunicação, tecnologia e geração de renda, em parceria com empresas, entidades de ensino, institutos e fundações, governos federal, estadual e municipal, além de outras ONGs
    Entre os programas da entidade estão o
    Site Aprendiz, produzido por jovens, com reportagens sobre educação, cidadania e trabalho;
    Expressões Digitais, para o ensino de língua portuguesa por meio da leitura de jornais e revistas e da produção de fanzines;
    Oldnet, em que jovens ensinam idosos a navegar na Internet;
    Incubadora, para apoiar a inserção de jovens no mercado de trabalho;
    Histórias de Vida, em que jovens desenvolvem páginas pessoais na Internet, relacionando sua história pessoal a momentos da História do Brasil e do mundo.
  • 94. Associação Meninos do Morumbi
    atende a cerca de 4 mil crianças e adolescentes de baixa renda, em situações consideradas de risco, ou seja, expostos às drogas e à delinqüência juvenil.
    O projeto busca, por meio da prática musical e outras diversas atividades artísticas e culturais, gerar alternativas para integrá-los à sociedade.
    A HP Brasil apóia as iniciativas da associação, por intermédio das leis de incentivo fiscal e pela doação de equipamentos para a sala de informática do projeto.
  • 95. Cidade do Conhecimento
    criado em 1999 pelo economista, sociólogo e jornalista Gilson Schwartz
    Objetivo: formar redes digitais cooperativas que unam os mundos do trabalho e da escola, para incluir mais pessoas em processos de produção de conhecimento e, desta forma, ampliar as oportunidades de emprego e renda.
    conectada laboratórios de diversos países
    No Brasil, desenvolve projetos em parceria com governos federal, estaduais e municipais, ONGs e outras instituições acadêmicas e de pesquisa.
    Educar na Sociedade da Informação: rede formada por pesquisadores da USP e outras instituições e professores dos ensinos médio e fundamental, sobretudo da rede pública
    Gestão de Mídias Digitais: conecta a USP a infocentros, telecentros e outros locais de acesso público à Internet.
  • 96. Roteiro para uma política de inclusão digital corporativa
    Elaborado em conjunto pelo CDI e Instituto Ethos
    Objetivo:
    Ajudar as empresas a criarem ações de inclusão digital como parte de seu programa de responsabilidade social, orientando o empresário a identificar diretrizes e promover soluções criativas e inovadoras, muitas vezes em parceria com instituições do primeiro e do terceiro setor.
    O que fazer?
    Onde?
    Com que objetivos?
  • 97. Roteiro para uma política de inclusão digital corporativa
    Identifique parceiros
    Sensibilize a empresa
    Defina objetivos claros
    Faça um diagnóstico
    Dentro da empresa
    Na comunidade
    Na sociedade
  • 98. Experiências de Empresas
    Accenture
    Bradesco
    Companhia Vale do Rio Doce
    Esso
    HP
    IBM
    Microsoft
    Philips
    Politec
    PricewaterhouseCoopers
    Prodemge
    Sadia
    Sebrae
    Telefônica
    Telemar
  • 99. IBM
    Mais de 100 projetos sociais, com foco em educação básica, capacitação de professores e inclusão digital.
    KidSmart: 225 centros, tem 880 professores capacitados e beneficia 12,9 mil alunos.
    e-Voluntários
    810 participantes
    Reinventando a Educação:2.250 professores capacitados, em aproximadamente cem escolas, beneficiando 67,5 mil alunos.
    IBM doou mais de 500 computadores reciclados e 300 novos no programa de profissionalização entre 2001 e 2003, criando 80 laboratórios com dez máquinas, que atendem a 38,4 mil pessoas
    Parcerias: CDI, a Rede de Informações para o Terceiro Setor (Rits), o Instituto Avisa Lá, o Instituto de Qualidade no Ensino, a Cidade do Conhecimento, a Rede Saci e secretarias de Educação de diversos estados do País.
  • 100. Microsoft
    A Microsoft doa software para todos os microcomputadores instalados nas Escolas de Informática e Cidadania (EICs) do CDI no Brasil, em países da América Latina e na África.
    Colabora com a disseminação de EICs em São Paulo, no Paraná, na Bahia e no Distrito Federal e com o financiamento da operação de CDIs Regionais, da confecção de materiais de comunicação e da reforma da sede do CDI Matriz.
    Além do CDI, a empresa também é parceira do Instituto Ayrton Senna, no Programa Sua Escola a 2000 por Hora.
    Parcerias com universidades. A Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a Universidade Federal de Pernambuco foram selecionadas pela empresa, num grupo de cinco em todo o mundo, para aperfeiçoarem componentes do software Visual Studio.
    Criação de centros de pesquisa, para qualificação de profissionais
  • 101.
  • 102. Bibliografia
    Entrevista com Thomas Malone, Cisco ExecutiveMembership – 2008
    SENNETT, Richard. O Artífice. Record, 2009.
    SARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002
    A Conceptual Model of Groupware (1994). Clarence (Skip) Ellis ,  Jacques Waine
    • VanAlstyne, M., & Brynjolffson, E. (2005). Global village or cyber-balkans? Modeling and measuring the integration of electronic communities. Management Science
    • 103. Guerra e Paz na Aldeia Global. Ed. Record. Tradução: Ivan Pedro de Martins
    • 104. SEBRAE
    • 105. IBGE
    ABINEE
    CRUZ, R. ; GONCALVES, B. ; SILVA, C. A. ; WEINGRILL, C. ; PACHI, F. ; SILVA, L. ; COZER, M. T. S. . O QUE AS EMPRESAS PODEM FAZER PELA INCLUSÃO DIGITAL. 1. ed. São Paulo: Instituto Ethos, 2004.
    Raymond, Eric Steven; The Cathedral & the Bazaar, O'Reilly (1999)
    Lerner, J. & Tirole, J. (2004) “The Economics of Technology Sharing: Open Source and Beyond”
    Staff, (2005), “The economics of sharing,” The Economist.
  • 106. Links
    http://stats.wikimedia.org/EN/TablesWikipediaPT.htm#distribution
    http://cyber.law.harvard.edu/wealth_of_networks/Main_Page
    http://setiathome.berkeley.edu/
    http://boinc.berkeley.edu/
    http://cci.mit.edu/index.html
    http://www.opensource.org/docs/osd
    http://www.catb.org/~esr/writings/cathedral-bazaar/cathedral-bazaar/index.html
    http://www.brod.com.br/node/536
    http://www.deinf.ufma.br/~fssilva/palestras/2009/sl.pdf
    http://www.ufpa.br/cdesouza/teaching/cscw-2006-2/1-introduction.pdf
    http://www.usabilityfirst.com/glossary/groupware-term
    http://www.idoc.inf.br/pdf/Workflow.pdf
    http://xkcd.com/256/
    • http://www.oracleofbacon.org/
    • 107. http://www.imdb.com/
    • 108. http://www.zagat.com/Review/Index.aspx
    • 109. http://sobretudo.org/facebook-login-brasil.html
    http://www.facebook.com/press/info.php?statistics
  • 110. Links
    http://oglobo.globo.com/blogs/inovacao/posts/2009/08/12/o-facebook-ultrapassara-orkut-no-brasil-em-2010-213334.asp
    • http://www.alandavid.com.br/facebook-login-brasil/
    • 111. www.bridges.org/digitaldivide/realaccess.html
    • 112. http://pcworld.uol.com.br/noticias/2009/03/26/brasil-nao-avanca-no-relatorio-global-de-tecnologia-da-informacao
    • 113. http://www.softex.br/observatorio/_pesquisasConcluidas/pesquisa.asp?id=578
    http://www.filantropia.org/OqueeTerceiroSetor.htm
    Cidade.usp.br
    TODOS OS LINKS FORAM VERIFICADOS E CONFIRMADOS DIA 22/04/2010 ÀS 21:23

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