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Planejamento de controle e manutenção
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  • 1. UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO “LATO SENSU” AVM FACULDADE INTEGRADAPLANEJAMENTO E CONTROLE DA MANUTENÇÃO Antonio de Paula ORIENTADOR PROf.Luiz Cláudio Lopes Alves RIO DE JANEIRO 2011-09-21
  • 2. UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO “LATO SENSU” AVM FACULDADE INTREGADAPLANEJAMENTO E CONTROLE DA MANUTENÇÃO Apresentação de monografia à AVM Faculdade Integrada como requisito parcial para obtenção do grau de especialista pòs graduação Engenharia de Produção. Por:Antonio de Paula Braga dos Santos.
  • 3. AGRADECIMENTOS A minha mãe Efigênia Braga minha Filha Jeneffer Braga meu orientador Luis Cláudio Lopes Alves.
  • 4. DEDICATÓRIA Dedico a DEUS por mais um momento de Finalização.
  • 5. RESUMOAs empresas que estão em busca de melhorias de seus processosprodutivos, encontram na manutenção os meios que permitam aumentara eficiência de máquina, reduzir seus estoques e, conseqüentemente, oscustos.As organizações necessitam, para ganhar competitividade, estruturar seuplanejamento de manutenção de forma a se moldar aos objetivosestratégicos e garantir com sucesso a qualidade e a eficiência dos meiosde produção. A razão de ser da manutenção está em gerar condiçõesoperacionais para que equipamentos, instalações e serviços funcionemadequadamente, visando atingirem objetivos e metas da empresaatendendo assim, aos clientes, aos acionistas o mais baixo custo, semperda da qualidade através dos indicadores estratégico da eficiência totalem fazer a primeira vez e sempre com zero defeito.
  • 6. METODOLOGIAAntes de iniciar qual quer programa MPT/TPM deve-se avaliar se aempresa está preparada para um trabalho participativo,voltado para aformação de equipes,para a análise de falhas,para operadores maisqualificados e responsáveis pelos equipamentos que operam,para otreinamento direcionado e continuado,para criação de índices globais,parautilizar o conceito da fabrica visual onde as informações sejamtransparentes para todos os funcionários e não mais para uns poucosescolhidos,que as utilizam em benefício próprio para crescer e mostrar maispoder
  • 7. SUMÁRIOINTRODUÇÃO 08CAPÍTULO Ι Quem Executa a Manutenção 09CAPÍTULO ΙΙ Relação com Outra Função 10CAPITULO ΙΙΙ Conceito e os Objetivos 12CONCLUSÃO 53BIBIOGRAFIA CONSULTADA 54ÍNDICE 55FOLHA DE AVALIAÇÃO 56
  • 8. INDRODUÇÃO Os bens patrimoniais ou ativos de produção existem para que deles aorganização se utilize. Para isso é necessário que os bens sejamconservados em estado de uso, isto em estado disponível, de formaconfiável ao menor custo possível. Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas, ABNT, 1994,manutenção é: “Combinação de todas as ações técnicas e administrativas,incluindo as de supervisão, destinadas a manter ou recolocar um item emestado no qual possa desempenhar uma função requerida”. Entenda-se por manutenção como o conjunto de ações que permitemmanter um bem dentro de um estado específico ou na medida paraassegurar um serviço determinado, descrito pelo padrão normativo francês- AFNOR NF X60-010. A manutenção pertence ao ramo da engenharia que visa manter, porlongos períodos, os ativos fixos da empresa em condições de atenderplenamente ás suas finalidades funcionais. Esta definição introduz as noções de manter, restabelecer e serviçodeterminado, exemplificado da seguinte forma: Manter – noção de prevenção sobre o sistema em funcionamento; Restabelecer – noção de correção consecutiva à perda de função de um sistema ou equipamento; Estado específico e/ou serviço determinado – predeterminação do objetivo esperado. É importante ressaltar que a manutenção não é um ato de puro esimples de conservação, vai além desta fronteira, assume um significadomais amplo do que a simples expectativa de conservação patrimonial. A manutenção é, todavia, de fundamental importância para que uma 1organização cumpra os seus objetivos e deve ser vista como uma função
  • 9. que participa plenamente da produtividade da organização. É por esta razãoque vamos detalhar um pouco mais profundamente os aspectos damanutenção que interessam do gestor ou administrador, do técnico aoengenheiro e da portaria ao presidente.Assim como os demais órgãos da empresa, a manutenção assume o papelde prevenção evitando atrasos nas entregas, insatisfação dos clientes eperdas financeiras, mas para que tal função seja executada os programas demanutenção devem ser pensados de forma integrada e estruturados com osobjetivos e políticas administrativas ditadas pela alta administração. Caberessaltar que esta linha de pensamento é fruto da integração com opensamento e planejamento estratégico da organização. A manutenção tema missão de maximizar a disponibilidade de um bem a um mínimo custo,com o máximo de segurança e com o máximo de respeito ao meioambiente. Definição de manutenção segundo a ABNT (NBR 5462 - 1994).“Combinação de ações técnicas e administrativas, incluindo as desupervisão, destinadas a manter ou recolocar um item em um estado noqual possa desempenhar uma função requerida. A manutenção pode incluiruma modificação de um item”. 1 Será utilizado o termo “organização” no lugar de “empresa” por sermais genérica e adaptada a condição de mercado vigente no mundocorporativo. O termo “organização” serve, inclusive, por exemplo, paradesignar entidades que não são empresas, tais como um exército, umaprefeitura, um clube, uma igreja, uma ONG, etc. Isto implica em garantir a disponibilidade da função dos sistemas eequipamentos de forma a atender aos critérios de preservação do meioambiente e aos objetivos da organização com confiabilidade, segurança ecustos adequados. É bom observar-se que “mínimo custo” não significa,necessariamente, “máximo lucro”. O mínimo custo deve ser um objetivo dequalquer função gerencial, porém sem provocar aumento de custo ou quedade receita em outras atividades. Na realidade, deve-se sempre gerenciaruma área não a vendo de modo isolado, mas dentro de um contexto que é aorganização como um sistema. A redução de custos sem observar o sistema 2empresa pode levar a uma deterioração do resultado.
  • 10. CAPITUTLO Ι QUEM EXECUTA A MANUTENÇÃO? A função manutenção é executada por diversas categorias depessoas. Pode-se afirmar que todas as pessoas de uma organização têm seupapel na manutenção. Atividades especializadas devem ser executadas porpessoal especializado, porém as pessoas que utilizam equipamentos podemexecutar tarefas simples, tais como limpeza, troca de componentesconsumíveis, por exemplo, uma troca de toner de uma copiadora,calibragem dos pneus de um veículo, etc. Atividades que envolvem um altograu de segurança devem estar sob a supervisão e a responsabilidade deprofissionais qualificados, tais como, Engenheiros, Tecnólogos e Técnicosque possam responder civil e tecnicamente as exigências legais e 3operacionais de um ativo ou planta industrial. O principal cliente do processo de manutenção é a produção. Osdesempenhos da manutenção devem ser medidos, sobretudo relativamenteàs exigências de confiabilidade, qualidade, segurança e previsibilidade,porém sempre atento aos custos. Para poder dizer se o processo de manutenção é realmente eficiente,deve ser possível comparar os números de seus desempenhos reais com oesperado. O setor ou departamento de manutenção responde pela promoção daconfiança e da segurança da instalação fabril, sendo assim, aresponsabilidade pela conservação dos ativos é de todos – operadores emantenedores -, porém a responsabilidade pelos índices de confiança edisponibilidade é dos mantenedores.
  • 11. CAPILULO ΙΙ RELAÇÕES COM OUTRAS FUNÇÕES A função manutenção se relaciona com outras funções e atividadesdentro de uma organização industrial, destacam-se as mais importantes aoprocesso produtivo: Produção – planejamento das paradas de máquinas e equipamentos utilizados na produção; aperfeiçoamento visando o aumento da produtividade através dos ganhos em disponibilidade operacional. Recursos Humanos – segurança, higiene, qualificação e treinamentos são esferas comuns da convivência entre ambos. Pesquisa e Desenvolvimento – estudos que visem à melhoria da produtividade através da engenharia de manutenção.2 Em geral todos os conceitos aplicados aos ativos físicos (bens concretos,tais como, máquinas, instalações, equipamentos, etc.) valem, com asdevidas adaptações, para serviços (assistência técnica, prestação deserviços interna ou externa, um sistema ou programa de computador, etc.).3 Acesso em 27/06/2006, emhttp://www.fatepa.anchieta.br/home/rebellor/Ad-4-Ano- 2 Segurança Ambiental – evitar, minimizar ou mitigar os riscos de acidentes ambientais. Qualidade – gerenciamento dos ativos, certificação para execução da manutenção dentro de padrões ótimos de excelência (best pratices). Vendas e Assistência Técnica – manutenção pós-venda; posto autorizado.
  • 12. CAPITULO ΙΙΙ CONCEITO E OS OBJETIVOS É fato que danos, defeitos e paradas são males que precisam serevitados, mas como evitá-los? Há duas maneiras básicas, uma – apurar arazão da falha, para que sejam tomadas medidas visando à eliminação dasua repetição. A segunda - evitar a perda de faturamento, analisando opassado e tendências para o futuro, conhecendo o que se passa ao nívelgerencial da manutenção, sintetizando as informações técnico-econômicasque permitam fazer a escolha mais racional, adequada e viável aoequipamento ou sistema, diluindo assim os custos em função daaplicabilidade na gestão dos serviços e métodos. Fica uma pergunta no ar, qual é o motivo da baixa competitividadedas nossas empresas? Subtraindo os fatores tributos e carga social debitada às empresas,temos, no Brasil, um perfil de acomodação pernicioso, que pode ser assimresumido: Alta taxa de retrabalho; Falta de mão de obra qualificada; Número elevado de serviços não previstos; Baixa produtividade por homem/hora; Excesso de horas-extras para compensar as falhas de processo e de manutenção. Os objetivos da função manutenção não podem ficar simplesmentevinculados à melhoria da confiabilidade, manutenibilidade e adisponibilidade. Outras vertentes afloram a partir da sinergia em os diversosdepartamentos e órgãos da empresa. Conseqüentemente, outros benefícios,principalmente a tão falada competitividade, que se materializa nasquestões econômicas.
  • 13. A interação entre os diversos departamentos proporciona a sinergianecessária com outras funções da organização industrial, dentre elas,destacam-se as:Ilustração 1: interação
  • 14. Os desempenhos da manutenção assim como o de todas as demaisfunções da organização refletirão no objetivo fim da organização, a funçãocomercial.Dentre os objetivos de uma gestão da manutenção estão: Acompanhar o desempenho elétrico e mecânico dos equipamentos envolvidos na produção, maximizando a sua vida útil e minimizando o tempo de parada em serviço; Efetuar controles, registrando anormalidades e ocorrências com as máquinas, visando identificar o tipo e a freqüência dos problemas mais comuns de forma a permitir efetuar a correção antecipada. Evitar riscos de paradas não planejadas; Efetuar lubrificações, consertos e reformas; Reparar equipamentos e instalações o mais rapidamente possível. Selecionar, dentro de uma abordagem técnica, os consumíveis a serem utilizados, fornecendo a quantidade necessária à plena funcionalidade do processo. Em algumas organizações, é de sua responsabilidade o controle de estoque de peças de reposição; Garantir disponibilidade de modo a atender os objetivos da operação da organização. Buscar índice zero de acidentes.
  • 15. Reduzir custos de modo a aperfeiçoar o resultado da organização; Primar pela qualidade nos serviços executados; Não trazer danos ao meio ambiente.Observação: as considerações aqui descritas acerca da manutençãoexecutada por pessoal próprio valem para a manutenção executadapor terceiros.3.3. Enfoques e Tipos de Manutenção Para efetuar uma gestão correta dos equipamentos existentes em umaunidade industrial ou de serviços é absolutamente necessário conheceresses equipamentos com riqueza de detalhes e registros históricos de formaa poder atuar rapidamente e de forma organizada respondendo às quatroquestões fundamentais em Manutenção: Qual o modelo mais adequado ao negócio? Que tipo de equipamento deve ter Manutenção Preventiva? Como se deve fazer a Manutenção? Quando se deve fazer a Manutenção? O procedimento de Manutenção efetuado atende aos padrões técnicos e econômicos? As filosofias de manutenção já são utilizadas há muitos anos naindústria, tendo como objetivo o aprimoramento da disponibilidade dasinstalações fabris. Com a finalidade de tornar os equipamentos industriaiscada vez mais econômicos, eficientes e seguros, tem havido uma evoluçãocrescente e constante da manutenção reativa, para preventiva, preditiva epor fim pró-ativa. A combinação apropriada destas quatro formas demanutenção está na base dos novos conceitos de manutenção - RCM,manutenção centrada na confiabilidade; TPM, manutenção produtiva total;e JIT, manutenção "Just -in -Time".
  • 16. Saindo das elucubrações filosóficas inerentes à gestão damanutenção temos o problema do fluxo de informações que ainda seconstitui em um pesado entrave ao progresso e sucesso da atividade. Porvezes a dificuldade na comunicação transforma a manutenção em umcentro gerador de problemas. A gestão dos ativos industriais possui vários enfoques. Dentre osmais atuais e decorrentes do conceito “manutenção classe mundial”,podemos classificar a manutenção sob o enfoque “tradicional”, sob oenfoque da “manutenção produtiva total” ou sob o enfoque da “manutençãocentrada em confiabilidade”. Tal denominação encontra justificativa, no fato de que a maioria dospaíses ocidentais os utiliza. São eles: MTBF (Mean Time Between Failures / Tempo Médio Entre Falhas); MTTR (Mean Time To Repair / Tempo Médio Para Reparo); Disponibilidade e eficácia operacional global; Custo de manutenção por faturamento; Custo de manutenção por valor de reposição.Planejamento da ManutençãoFundamentação teórica conhecimento do processo produtivo levantamento da situação atual/diagnósticos descritivo dasetapas de implantação de controle.O planejamento da manutenção requer uma análise prévia dosseguintes tópicos: Mão de obra Treinamento Material Ferramental
  • 17. Opção de utilização de serviços de terceiros. a 01:Subdivisão das rotinas de manutenção■ Manutenção■ Preditiva■ Preventiva■ CorretivaMonitoramento Inspeções/Exames■ Programada■ Emergência■ Estático■ DinâmicoPgr. de Manutenção Preventiva Sistêmica Preventiva SistêmicaDefeitosDetectados quando da intervenção da Manutenção.Reparo à falhas Corretiva operacionais dos equipamentos.Acidentes e vandalismo.Reparos devido a erro de operação ou projeto.DefeitosDetectados quando da intervenção da Manutenção.Reparo à falhas Corretiva operacionais dos equipamentos.Acidentes e vandalismo.Reparos devido a erro de operação ou projeto.
  • 18. CAPITULOΙV O ELEMENTO HUMANO. O PARADOXO É a chave de partida de qualquer processo É o ponto crítico dos acidentes Sua função: manter os equipamentos operandode modo efetivo e seguro. Maior tecnologia aumento da confiabilidade menorconfiabilidade humana em operar os novos recursos.O elemento humano e os cenários de risco.ProduçãoComo reduzir o erro Controle à distância (automatização) Redução da jornada (redução da fadiga) Acidentes industriais, em sua grande maioria.Ocorrem: Nas trocas de turnos e durante a noite. Equipamentos falham → geram incidentes →Que são causados por uma seqüência de eventos que juntosdefinem o cenár io de um acidente.
  • 19. Análise dos problemas na manutenção Modos de falhas Freqüência das falhas Conseqüências das falhas Um pequeno número de causas é responsável por altaproporção dos problemas. É a regra dos 80-20, isto é, emlinhas gerais, 80% dos problemas se devem a 20% das causas. Ouseja, 80% do risco total estão contidos em aproximadamente 20%do número total de modos de falha. A avaliação do risco nos traz: Aumento da disponibilidade Redução dos custos Aumento da segurançaBanco de dados de manutenção Conjunto de informações referente à manutenção, ao seupessoal, aos eventos e ocorrências com as máquinas, seucadastramento e seus códigos, podendo ser informatizado ou não.A finalidade de um banco de dados computadorizado deequipamentos existentes em uma unidade (seja predial, industrial,de serviços ou qualquer outra) é proporcionar um acesso maisrápido e sistemático às características e ventos relacionados comdeterminada máquina, item, sistema ou unidade.Dicionário de termos de Manutenção, Confiabilidade e Qualidade,Gil Branco Filho, pág. 10.O que são e para que servem os indicadores: Dados ou informações numéricas que quantificam as entradas(recursos ou insumos), saídas (produtos) e o desempenho deprocessos, produtos e da organização como um todo.
  • 20. Os indicadores são utilizados para acompanhar e melhorar osresultados ao longo do tempo e podem ser classificados em:simples (decorrentes de uma única medição) ou compostos; diretosou indiretos em relação à característica medida; específicos(atividades ou processos específicos) ou globais (resultadospretendidos pela organização); e direcionadores (drivers) ouresultantes (outcomes).O sistema de informações É o recurso que formaliza os procedimentos operacionais efacilita o processo de decisão. Não há como estabelecer metas de melhoria quando osparâmetros iniciais não foram medidos. O primeiro passo paraestabelecer as metas é implantar uma forma de medição, apuraçãoe análise. A informática é uma poderosa ferramenta, mas será precisoestude e dedicação na do software de manutenção. Perguntas importantes: seu software possui módulo de gestãoeficaz da manutenção? Foi implantado e estruturado para isso? Eleacompanha os indicadores mais importantes para o seu negócio?O controle de informações O sistema gerenciador da atividade de manutenção deve: Relatar o custo de manutenção; Integrado com as demais divisões; Interagir diretamente com a produção; Controle sobre a reserva de materiais e sobressalentes; Permitir o acompanhamento dos indicadores; Permitir o acesso a todas as áreas da empresa.
  • 21. Tratamento dos Dados (Função Manutenção) A Gerência de Manutenção para tomar decisões necessita deinformações fidedignas e em tempo útil.Daí a necessidade da existência de um Sistema deGestão da Informação que garanta a coleta dos dados e seuposterior tratamento, traduzindo-os em apontamento de melhorias. O Sistema deverá documentar toda e qualquer informaçãorelacionada a manutenção (registros históricos). Registrar a experiência passada de forma que possibiliteestudos estatísticos válidos como elementos de tomada de decisão.O papel técnico-gerencial das informações Determinar onde e quando as tecnologias de manutençãopreventiva deverão ser aplicadas. Determinar onde e quando os treinamentos de empregadosdeverão ser desempenhados. Indicar alterações de projeto quandoNecessárias. Gerenciar a manutenção é gerenciar os ativos da empresa.O cadastro dos equipamentos O cadastro de equipamentos é talvez o item mais importantequando se trabalha com manutenção planejada. Este cadastro é iniciado com as informações obtidas atravésdas impressões de avaliação, a partir do inventário. A partir daí, toda e qualquer atividade de inspeção, lubrificação,manutenção, etc., executada na máquina deve ser registrada. De posse destas informações serão estabelecidas as paradaspara manutenção planejada.
  • 22. A ordem de serviço e/ou trabalho Deve constar na ordem de trabalho: Prioridade da tarefa. Setor responsável pela execução do serviço. Relato apropriado da tarefa. Onde executar o serviço. Planejamento e tempo necessário ao serviço. Medidas de segurança necessárias. Avaliação do prestador de serviço.O controle das ações efetivadas No registro dos equipamentos devem constar: Os trabalhos já realizados; As modificações já realizadas, o custo e os novos parâmetrosde manutenção.O controle das ações efetivadas No registro dos equipamentos devem constar: Os trabalhos já realizados; As modificações já realizadas, o custo e os novos parâmetrosde manutenção. Análise versus avaliação Analisar - verificar a precisão, a validade, o significado dagrandeza produzida durante a avaliação. Por exemplo: se a avaliação do consumo de um automóvellevou a 20 km/litro de gasolina, então a análise se preocupa em secertificar que:
  • 23. • a metodologia utilizada foi correta;• que os números levantados são suficientemente precisos;• Daí então, conclui-se se o desempenho avaliado é bom, ruim,satisfaz ou não aos pré-requisitos, etc.Qualidade e aplicabilidade dos registrosHistórico da Manutenção deve conter: Tempos de funcionamento/operação; Registros de quebras/avarias; Tempo de reparo; Registro de acidentes; Custo de sobressalentes; Custo de Hh (Homem/hora). Homens. Hora (HH ou Hh) - Somadas horas consumidas pelo total de homens que executamdeterminado serviço. Custos totais de manutenção pelo faturamento, etc.Macrobjetivos da ManutençãoPREVER, MANTER E REDUZIRPrever uma margem de avarias ou quebras dos equipamentos.Manter os equipamentos em condições seguras.Reduzir ao mínimo os custos da manutenção(paradas por avarias).Manter a eficácia dos equipamentos e o nível técnico da equipe.
  • 24. Acompanhamento das condições Comparação das condições atuais com as condições dereferência. Evitar a condição insegura - Estado Inseguro (INS):Estado no qual o sistema pode produzir erros, mas aparentementeestá operacional. Os erros neste caso podem provocar acidentes. Registro das condições do equipamento quando novo e apósreparação, no banco de dados da manutenção e nas fichas decadastro. Comparar o desempenho, analisar a tendência e efetuar umdiagnóstico (wait and see).Objetivos da moderna manutenção Garantir a Disponibilidade da função dos equipamentos einstalações, possibilitando atender um processo de produção ou deserviço com Confiabilidade, Segurança,Preservação do Meio Ambiente, e Custo adequado.Como elevar a disponibilidade de equipamentos Uma das maneiras mais seguras e precisa é fazê-lo usando astécnicas de análise de falhas, gerando um Plano de ManutençãoBaseado em Confiabilidade para garantir elevada disponibilidade doativo. A maneira mais segura, mais precisa e garantida é fazê-lousando as técnicas de:FMEA e FMECA.A geração do plano preventivo A geração de um Plano de PreventivaBaseado em Confiabilidade, faz-se seguindo as 4 etapas abaixo:
  • 25. Levantamento e estratificação de dados; Análise de Falhas (FMEA); Avaliação da criticidade das falhas; Geração de tarefas preventivas, através de diagramas dedecisões, específicos.Pesquisa e Análise de Confiabilidade O processo analítico é feito através da técnica FMECA (Análiseda Criticidade do Modo e dos Efeitos das Falhas), para identificar eanalisar a influência (probabilidade) dos potenciais Modos de Falhado produto (Projeto, Processos e sistemas), cujos efeitos devam serconsiderados, eliminados ou minimizados, por meio de umaavaliação de índices (probabilidade de ocorrência, gravidade epossibilidade de detecção de falhas), que correspondem a um valorda criticidade na utilização do produto, sua Manutenibilidade eSegurança (operacional e ambiental).Os tipos de análises Os tipos de análises são: FEA - Failure Effect Analysis;FTA - Failure Tree Analysis; FMEA - Failure Mode, andEffect Analysis; FMECA - Failure Mode, Effect andCriticality Analysis. Embora cada empresa possa especificar a suaforma de análise por meio de uma FMEA ou FMECA, é importanteressaltar que estas análises estão especificadas em várias normase padrões internacionais, sendo as mais comuns: MILSTD- 1629A(Departamento de Defesa dos Estados Unidos); SAE InternacionalJ1739 (Aplicações Automotivas); ARP5580 (Aplicações não-automotivas) e a AIAG FMEA-3 para as Normas QS9000.A seqüência das ações A seqüência de ações para a Análise da Criticidade, dos Efeitose dos Modos de Falhas segue a seguinte ordem: Estruturação;
  • 26. Levantamento das Possíveis Falhas; Avaliação; Ações; Acompanhamento das Ações.A escolha da modelagem Um bom plano de manutenção deve responder as seguintesquestões: Como? O quê? Em quanto tempo? Quem? Quando? Quanto?Planejamento Programação.A divisão de manutenção É o coração da área de intervenção técnica da empresa.Compete-lhe, na medida do aplicável: Constituir e manter atualizada toda a informação pertinente àmanutenção; Gerir os serviços das oficinas; Planejar as ações técnicas de manutenção; Gestão das sub-empreitadas e contratos de manutenção; Aprovisionamento do almoxarifado da manutenção;
  • 27. Responder por toda a gestão da manutenção dos ativos daempresa.Estruturação da ManutençãoA estrutura e organização interna da manutenção dependem de: Tipo de atividade da empresa; Tecnologia das instalações; Tipo e quantidade de equipamentos envolvidos no processo; Grau de dispersão geográfica das instalações; Dimensão da empresa ou do serviço.EstruturaEm linhas gerais, a estrutura deverá ser constituída de: Um módulo ou unidade de manutenção por cada área deprodução. As oficinas e as áreas de serviço poderão ser comunizadas. Grandes empresas devem instituir áreas especializadas (PCM,Engenharia de Manutenção; Almoxarifado, por exemplo).Seqüência das tarefas Seqüência das atividades de manutenção:Planejamento (o que se deve fazer)Estudos, Preparação e Métodos (como se deve fazer)Programação (quando se deve fazer)Execução (fazer)Sobre a documentação técnica
  • 28. A boa gestão e organização da manutenção deve contar umacervo de documentação técnica organizada e acessível. A documentação técnica de um equipamento é, normalmente,constituída de: Manual de operação (Operating Manual); Manual de Manutenção e Reparação (Maintenance Manual); Lista de peças de reserva codificada (Parts List and PartNumber). Momento para execução da manutenção. Tudo isso começa na ordem de trabalho. A análise einterpretação dos dados Somente através da análise e interpretação dos dadospodemos melhorar a confiabilidade das operações através daadoção de uma política de manutenção compatível com demanda eos objetivos traçados no planejamento. A análise estatística dos equipamentos e sistemas, de forma adeterminar o melhor momento para execução da manutenção. Tudo isso começa na ordem de trabalho.A gênese da ordem de trabalho Na linguagem da manutenção é abreviada por O.T. erepresenta o motor do sistema de gestão da manutenção. Ela deve fornecer as instruções necessárias para suaexecução; Serve de suporte para o registro das tarefas efetivamenterealizadas; O correto preenchimento atende e orienta o grupo em açõesfuturas; É um agente de registro do esforço dos homens demanutenção, dos recursos aplicados (previstos/despendidos. Mãode obra, materiais e serviços) e os custos da realização do trabalho.A constituição da O.T.
  • 29. Uma boa ordem de trabalho deve conter os seguintes blocos deinformação: Identificação; Parâmetros de gestão; Preparação dos trabalhos; Espaço para comentários e observações (reporting)A gestão da ordem de trabalho Identificação e elementos para gestão, tais como: Número. De ordem seqüencial e não repetível. Descrição do título do trabalho; Data e hora de sua elaboração; Definição do tipo de trabalho sugerido; Grau de urgência e prioridade (classe e prioridade).A ordem de trabalho A ordem de trabalho deve especificar o estado defuncionamento necessário pra a realização do trabalho e sãopossíveis os seguintes termos: Máquina parada; Linha parada; Parada anual ou reforma; A funcionar, porém, com desempenho menor.É igualmente importante especificar a previsão da duração dotrabalho.A ordem de trabalho e seus detalhes
  • 30. Existem diferenças entre tempo de intervenção (tempo demanutenção) e o período de intervenção. TDI. Quanto tempo foi dedicado a fazer trabalho; PDI. Durante que período de tempo decorreu. Os TDI e PDI serão coincidentes se o trabalho for todorealizado seguido e em um mesmo dia, mas serão diferentes se forocupado mais de um dia ou se for interrompido. Por exemplo, se um trabalho necessitar de um tempo dereparação de mais de 24h, isso envolverá um período de reparaçãode 3 dias, se o regime de trabalho for de um turno de 8h/dia, ou deum dia. Se o regime for de 3 turnos de 8h/diárias.BACKLOG Período de tempo necessário para que um grupo demanutenção execute todas as atividades pendentes, supondo quedurante esse tempo nenhum novo serviço será solicitado a essegrupo. Tempo em que os pedidos de manutenção aguardam na filapara atendimento. Através da análise dos gráficos pode se determinar o nível derecursos se estão superdimensionados ou subdimensionados.BACKLOG As causas mais freqüentes causadoras da existênciado BACKLOG são: Falta de mão de obra; Falta de material para execução Equipamento não disponível; Falta de condições de trabalho. Máquinas muito quentes;presença de gases, condições inseguras, etc. Falta de ferramentas, aparelhos e instrumentos;
  • 31. Falta de verba; Motivos políticos (internos ou externos).Pensamento Estratégico A manutenção para ser pensada estrategicamente precisa estarvoltada aos resultados organizacionais da organização. Precisa deixar de lado apenas o aspecto eficiência para tornar-se eficaz.A política ótima de manutençãoAs informações da planta devem ser tabuladas e avaliadasobjetivando a: Substituição ou reparo quando da falha Idade operacional ótima para substituição Substituição em grupo Substituição oportuna Substituição baseada na condiçãoPolítica de substituição O equipamento ou componente não é sujeito a qualquer açãode manutenção mas tão só é substituído quando avaria. Esta política aplica-se a equipamentos que não afetem aSegurança e a Confiabilidade do conjunto. A indisponibilidaderesultante da substituição é menor que a ação de manutenção e oscustos da substituição são inferiores ou da mesma ordem degrandeza da ação de manutenção.O que medir MTTF Tempo esperado até a primeira ocorrência da falha. MTTR
  • 32. Tempo médio para reparo do equipamento ou sistema MTBF Tempo médio entre as falhas e/ou avarias.Os tempos médiosFuncionamento (t0)ReparoTempo até a primeira avaria Tempo entre duas avarias (t)Siglas mais usadas (recapitulando) Taxa de Avarias. Número de avarias esperado num dadointervalo de tempo MTTF. (Mean Time To Failure). Tempo esperado até à primeiraavaria. MTTR. (Mean Time To Repair). Tempo médio para reparaçãodo sistema. MTBF. (Mean Time To Failure). Tempo médio entre avarias dosistema.O MTTF MTTF. É o tempo esperado de operação antes da ocorrência daprimeira falha. Considera-se N sistemas idênticos colocados em operação emum instante t = 0. Mede-se o tempo de operação ti de cada um até o surgimentodo primeiro evento (defeito ou avaria). MTTF equivale ao tempo médio de operação. Quanto maior a quantidade de amostras [N], mais próximo dovalor real será o MTTF estimado.
  • 33. Análise quantitativa: equipamento em operação Quando um item é colocado em operação, observa-se o seucomportamento operacional ao longo do tempo. A cada evento demanutenção corretiva, se faz o registro das devidas falhas bemcomo o modo de como as falhas ocorreram. Nestes registros, éimportante estarem anotados os tempos de funcionamento do itemdesde a sua partida até a falha, através das datas de entrada emoperação até as datas de ocorrência da falha. A obtenção dos indicadores de taxa de falhas bem como oMTTF se faz através de análise dos tempos de funcionamento. Estaanálise é feita adequando-se uma distribuição estatística ao tipo dedegradação deste item, de onde podemos extrair uma estimativa dataxa de falhas.Análise quantitativa: equipamento novo Na documentação técnica fornecida pelo fabricante deveráconstar o MTTF (Meiam Time to Failure), bem como a respectivataxa de falha. Estes indicadores são obtidos pelo fabricante porensaios de vida útil efetuados em laboratórios utilizando métodos deensaios de vida acelerados ou nos próprios clientes, através defornecimento de um lote de itens, cuja análise se faz de acordo como número de itens falhados que retornaram durante um determinadoperíodo. Quanto maior o número de provas e ensaios em diversosambientes, melhor será o resultados obtidos, mais confiáveis serãoestes indicadores, de forma a predizer uma análise estatística futurade possíveis falhas e poder a partir daí determinar um período ótimopara intervenção de manutenção preventiva, associado a umpatamar de confiabilidade desejado e economicamente viável.A correta utilização dos indicadores Maior confiabilidade dos equipamentos, menor risco associado afalha.
  • 34. A probabilidade expressa a possibilidade de ocorrência de umevento. Para isso, não existe uma simples fórmula ou uma únicatécnica. O período de uso normalmente expresso em função do tempo,deve ser analisado a partir da premissa básica de que a falhaocorrerá mais cedo ou mais tarde.Conceitos dos indicadores Disponibilidade - Fração do tempo em que o item está emestado operacional. MTBF. Tempo Médio entre Falhas. MTTF. Tempo médio ou tempo esperado para o item falhar. Aodividirmos o MTTF/MTBF, temos a curva da disponibilidadeassintótica1.Confiabilidade O que é: é Probabilidade de um sistema não falhar em umdeterminado período de tempo.Supõe-se que o sistema está operando no instante inicial e que ascondições ambientais do sistema permaneçam as mesmas nesseperíodo. Para que serve: Minimizar o custo (e/ou risco) para oconsumidor. Toda vez que um equipamento falha o consumidorpaga (ou sofre). Isso significa prejuízo para o consumidor.
  • 35. CAPITULOV CONCEITO DE CONFIABILIDADE PROBABILIDADE EFICIÊNCIA GLOBAL A definição de confiabilidade encerra um conjunto de aspectosessenciais para a compreensão do significado da expressãoconfiabilidade. Três aspectos são importantes e merecem atenção: Confiabilidade é um noção probabilística; O conceito é definido para um dado período de tempopredeterminado; As condições de funcionamento têm que ser definidas econhecidas à prioridade.Os elementos que definem uma intervenção Segundo Monchy, os elementos que definem uma intervençãosão três, a função, métodos, planejamento e a execução. Métodos: tem por objetivo definir os componentes de uma açãode manutenção. Planejamento tem por objetivo reunir os meios necessários àrealização da ação em uma data t e num local x. A função execução: tem por objetivo utilizar os meios colocadosà disposição, conforme os procedimentos impostos, no sentido decolocar o equipamento em causa na condição especificada. As metas são definidas na preparação quer seja pelo seuconteúdo (lista de operações) ou pelo seu resultado (parâmetrosquantificáveis).Confiabilidade × Disponibilidade Objetivo: a manutenção deve ser organizada de forma que oequipamento ou sistema pare de produzir somente de formaplanejada.
  • 36. O produto da manutenção: de maneira básica é composta pelasatividades de operação, manutenção e engenharia +disponibilidade e confiabilidade. Confiabilidade: comportamento esperado durante certo intervalode tempo. Paradigma moderno: maior disponibilidade confiável ao menorcusto.Confiabilidade × Disponibilidade A DISPONIBILIDADE da lâmpada que ilumina a mesa decirurgia de um neurocirurgião é altíssima, da ordem de um milhãode horas, porém de nada adianta se ela apagar por 5 segundos nomeio de uma cirurgia, ou seja, não tiver a adequadaCONFIABILIDADE quando necessária. Obter confiabilidade somente é possível com a corretamanutenção dos ativos. Consolidando conceitos A DISPONIBILIDADE é função da CONFIABILIDADE e daMANUTENIBILIDADE. Portanto, quanto maior o número de falhasmenor a confiabilidade de um item para as condições estabelecidas.Confiabilidade Matematicamente, confiabilidade C(t) é definida como aprobabilidade de um item não falhar entre um tempo inicial (t0) e umtempo final (t), considerando que o item esteja atuando desde otempo inicial (t0). O complemento da função confiabilidade, denominada defunção de probabilidade acumulativa F(t), é a probabilidade de oitem falhar no mesmo intervalo de tempo (t - to). A probabilidade deocorrer um e outro evento, em qualquer tempo t é 1. Assim:C(t)+ F(t) = 1A função F(t), dependendo da aplicação, é mais freqüentementerepresentada pela distribuição de Weibull e Exponencial. Pode-seutilizar também a distribuição Normal, Log-Normal, Poisson ouBinomial. Probabilidades x Tempo
  • 37. A confiabilidade e a manutenibilidade são probabilidades,portanto devem ser associadas a uma unidade de tempo. o MTBF e MTTR são parâmetros de tendência central (o valormais provável) de distribuições de probabilidade que descrevem otempo entre falhas e o tempo até o reparo. Conceitos sobre taxas defalhas e reparo Sobre o conceito de taxa de falhas e tempo de reparo, adefinição clássica só é válida em situações particulares, nas quais otempo entre falhas e até o reparo se distribui de modo exponencialnegativo, normal ou uniforme, o que é usual em componentes, masnão em equipamentos complexos. É mais usual que o tempo entrefalhas se distribua segundo a Weibull (ou gamma) e o tempo até oreparo segundo a lognormal. Uma definição geral que inclui todosos casos é: MTBF(MTTR) é o valor esperado para a distribuição de probabilidade quedescreve, com maior verossimilhança, o comportamento do tempoentre falhas (até o reparo).Prof. Dr. Miguel Sellitto. PPGEPS – UNISINOSA distribuição exponencial: sobreviventes Um dos modelos mais populares e fáceis de utilizar pararepresentar o tempo para falhar é a distribuição exponencial.Utilizando-a, implica que a taxa de falha é constante sobre a faixade prognóstico. Para certas situações de falha ou trecho da vida doproduto, isso pode ser bastante apropriado (KAPUR, 1988). Afunção que descreve a densidade de probabilidade de uma variávelaleatória, exponencialmente distribuída, é dada por: tempo parafalhar (T) Onde é a taxa de falha. O recíproco da taxa de falha é a vidamédia ou expectativa de vida.f (t) = λ ⋅e−λ ⋅tonde t ≥ 0A taxa de falhas e a confiabilidade Onde ë é a taxa de falha. O recíproco da taxa de falha é a vidamédia ou expectativa de vida.
  • 38. Para produtos que são reparáveis, o parâmetro é referido comosendo o tempo médio entre falhas, ou MTBF (mean time betweenfailures). Para produtos não-reparáveis, ele é chamado de tempomédio para falhar, ou MTTF (mean time to failure) (KAPUR, 1988).θ = 1/ λIndicadores: definições Estado Inicial (INI): Estado de um sistema no qual este realizacorretamente todas ou grande parte de suas funções. Não contemcomponentes falhos. Pode conter defeitos. MTTR ("Mean Time To Repair"): Tempo esperado para repararum sistema a partir do instante de início do reparo. MTTF ("Mean Time To Failure"): Tempo esperado para osistema falhar a partir do início de uma operação. MTBF: ("Mean Time Between Failure"): Tempo médio decorridoentre duas falhas consecutivas. MTTUF: ("Mean Time To Unsafe Failure"): Tempo esperadopara o sistema alcançar um estado inseguro (INS) a partir do estadoinicial (INI). Estado Não-Operacional (NOP): Estado de um sistema no qualeste não realiza nenhuma de suas funções mais importantes.Equipamento está parado.Taxa de Falhas e TMEF A taxa de falhas deve ser observada de forma semanal oumensal, de acordo com o modelo dos equipamentos ou da planta. Onde: ë é a taxa de falhas; n = número de falhas observadas; N= número de equipamentos operando; T = intervalo de tempo;TMPF = tempo médio para falhar. A fórmula de cálculo é:λ = n/tλ = 1/ΤΜEF λ =TMPF n = N ×λ ×T
  • 39. Indicadores de Desempenho da Manutenção - IDM Chamados de Key Performance Indicators. TMEF. Tempo médio entre falhas (MTBF - Mean Time toFailure) é o tempo médio até a ocorrência da falha. TMPR. Tempo médio para reparo (MTTR - Mean Time toRepair) é o tempo médio para reparo. Disponibilidade = TMEF/(TMEF+TMPR) Taxa de falhas (λ) = número de falhas ÷ número total de horasde operação da unidade. Para múltiplas unidades, λ = Nº. de falhas÷ (Nº. und. Testadas) x (Nº. de horas de teste). Disponibilidade é a relação entre o tempo em que oequipamento ou instalação ficou disponível para produzir emrelação ao tempo total.TMPR. Tempo Médio para Reparo O tempo sem produção está associado à falha. Esse tempoinclui o que foi gasto no reparo e todas as esperas que retardam acolocação do equipamento em operação. (Kardec & NascifManutenção: Função Estratégica, pág. 102). O tempo médio para reparo depende: Da facilidade em manter o equipamento; Da capacitação dos profissionais de manutenção; Das características de organização e planejamento damanutenção.Taxa de falhas e TMEF A taxa de falhas observada, quando constante, pode serdeterminada em nível de sistema e em nível de equipamentosinstalados. As áreas interessadas são as de manutenção e operação. Deve ser apresentada sob a forma gráfica (série histórica).
  • 40. Sua finalidade é determinar o a confiabilidade (TMEF ou TMPF)de equipamentos e sistemas em um determinado intervalo detempo.Benefícios da cultura da confiabilidadeManutenção e Produção Confiabilidade Continuidade Operacional Disponibilidade Minimização Riscos Acidentes e Danos ao Meio Ambiente Cultura Confiabilidade Utilização das Ferramentas de Confiabilidade: FMEA, RCFA, Árvore de Falhas, RCM, etc. Times de Confiabilidade Ações de Melhoria.ConfiabilidadeÉ a probabilidade de que um equipamento opere com sucesso porum período de tempo especificado e sob condições de operaçãopreviamente especificada.T=0TtT=tProbabilidade de chegar ao destino.Formas de confiabilidade Confiabilidade operacional. É resultante da observação e daanálise comportamental de entidades idênticas sob condiçõesoperacionais.
  • 41. Confiabilidade predita. É a medida da confiabilidade futuraestimada levando-se em conta o projeto do sistema e aconfiabilidade de seus componentes. Confiabilidade extrapolada. É resultante de uma extensão, porinterpolação, da confiabilidade operacional para diferentessituações ou condições de estresse.Villemeur, 1992, pág. 16A função densidade A função densidade de probabilidade, PDF (probability densityfunction),representada como f(x), e a função de distribuiçãoacumulada, CDF (cumulative distribution function), representadacomo F(x), são duas das mais importantes funções estatísticasaplicadas na confiabilidade, e uma está intimamente relacionadacom a outra. Quando estas funções são conhecidas, praticamentetodas as medidas de confiabilidade podem ser obtidas(RELIASOFT, 2003). Se X é uma variável aleatória contínua, afunção densidade de probabilidade de X é uma função f(x), de talforma que para dois números a e b, onde a b, temos:A função densidade sob a curva Ou seja, a probabilidade de que X assuma um valor no intervalo[a, b] é a área sob a curva da função de densidade. Formulação Matemática:P( a ≤ X ≤ b) = ∫ f( x). dxReliability A função acumulada de sucesso é também chamada de FunçãoConfiabilidade e o símbolo mundialmente adotado é R (t). A função é definida como a razão entre o número de unidadessobreviventes até o instante t em relação ao total em teste,representando a probabilidade de sucesso naquele instante.Representação gráfica
  • 42. Exemplo:ManutenibilidadeÉ a probabilidade de restabelecer as condições de funcionamentoespecificadas de um sistema, dentro de limites de tempo desejados.É a probabilidade de um sistema entrar em serviço no tempo T.após a falha.Condições que afetam a manutenibilidade (facilidade de executaros serviços de manutenção): acessibilidade, facilidadediagnóstico, sobressalentes, procedimentos operacionais,treinamento da equipe, etc.Manutenibilidade M(t) = 1 - eµt Onde: M(t) é a função manutenibilidade, representada pelaprobabilidade de que o reparo comece no tempo t=0 e esteja concluído,satisfatoriamente, no tempo t (duração do reparo). e= base de logaritmos neperianos (e = 2,718). µ=taxa de reparos ou número de reparos efetuados em relação aototal de horas de reparo do equipamento.
  • 43. t = tempo de reparo.Gestão de equipamentos via indicadores A manutenibilidade mede a facilidade e a velocidade com queum sistema pode ser restaurado para um estado operacional apósuma falha ocorrer. Por exemplo, se um sistema possui 90% demanutenibilidade em uma hora, isso significa que há 90% deprobabilidade de que o mesmo será reparado dentro de uma hora.A principal variável levada em conta para o cálculo damanutenibilidade é o tempo de reparo. Para uma máquina, um equipamento ou sistema, o principalelemento de informação é o seu histórico. A estimativa do TMEF (MTBF) traduz a confiabilidade e oTMPR (MTTR) a manutenibilidade permitindo assim avaliar adisponibilidade, que é o indicador de gestão mais eficaz.A finalidade dos indicadores de desempenho A disponibilidade é a proporção do tempo em que oequipamento/sistema ficou indisponível em um intervalo de tempo. Também pode ser observado como o tempo de operação de umequipamento/sistema em um dado intervalo de tempo programadopara operação. A finalidade do indicador: Avaliar o desempenho da manutenção; Determinar a probabilidade do equipamento/sistema em umdado intervalo de tempo programado de operação atuar; Áreas interessadas: Manutenção, Operação e Produção.Indicadores Mundiais Tempo total. É o tempo total no qual o equipamento estariadisponível para a operação. Tempo de funcionamento. É a parcela do tempo total em quea instalação ou equipamento estava em pleno funcionamento.
  • 44. Tempo de não funcionamento. É a parcela do tempo total emque a instalação, embora disponível, não foi utilizada pelaoperação/produção.Disponibilidade de equipamentos A disponibilidade depende da confiabilidade(número de falhas ou número de paradas) e da manutenibilidade(tempo de reparo ou tempo de paralisação). Segundo Kardec, Seixas e Flores a periodicidade demedição/aferição deve ser mensal. O gráfico apresenta um análise temporal em virtude doadimensional da unidade. A disponibilidade está diretamente ligada ao desempenho doequipamento.Análise quantitativa Há duas formas de fazer estudo de confiabilidade aplicando aanálise quantitativa: Equipamento novo: na sua documentação técnica fornecidapelo fabricante deverá constar o MTTF e MTBF (Mean Time toFailure ou Mean Time Between Failure), Taxa de Falhas. Estesindicadores são obtidos pelo fabricante por ensaios de vida útilefetuados em laboratórios utilizando métodos de ensaios de vidaacelerados ou nos próprios clientes, cuja análise se faz de acordocom o número de itens falhados que retornaram durante umdeterminado período; Equipamento em operação: no qual se observa ocomportamento operacional ao longo do tempo e a cada evento demanutenção corretiva, se faz o registro das devidas falhas bemcomo o modo de como as falhas ocorreram. Nestes registros, éimportante estarem anotados os tempos de funcionamento do itemdesde a sua partida até a falha, através das datas de entrada emoperação até as datas de ocorrência da falha.Fórmulas de cálculos (s)
  • 45. Disponibilidade inerente ou intrínseca:DISPi = TMEF/TMEF+TMPRDISPex = TMEM/TMEM+TMPMDisponibilidade executada.Fórmulas de cálculo(s) Dispop = TMEM/TMEM+TMPDisponibilidade operacionalDefinição dos parâmetros: TME. Tempo Médio Entre Falhas; TMPR. Tempo Médio para Reparo; TMEM. Tempo Médio para Manutenção; TMP. Tempo Médio de Paralisação (MWT . Mean Wait Time).Confiabilidade e Manutenibilidade A obtenção dos indicadores de taxa de falhas bem como oMTTR (Mean Time to Repair) se faz através de análise dos temposde funcionamento. Esta análise é feita adequando-se uma distribuição estatísticade acordo com o tipo de degradação do equipamento ou do itemque está sendo analisado. O estudos das distribuições estatísticas permite apurar osindicadores de confiabilidade e manutenibilidade.
  • 46. Leis de aplicações Estatísticas Distribuição Normal: é aplicada quando a característica dafalha segue uma tendência normalmente distribuída com variaçõessimetricamente dispostas em torno da média. Distribuição LogNormal: é aplicada para a determinação deciclos para a falha devido à fadiga em metais quando submetidos atensões alternadas, e em estudos de manutenibilidade. Distribuição Weibull: sua aplicação permite determinar a fasede falhas prematuras (mortalidade infantil ou taxa de falhasdecrescentes), fase de falhas casuais ou aleatórias (taxa de falhasconstante) e a taxa de falhas por desgaste (taxa de falhascrescente). Distribuição Exponencial: é aplicada em sistemas quedescrevem taxas de falhas constantes nos quais as falhas ocorremaleatoriamente ao longo do tempo.A Distribuição Exponencial−λtf (t) = λe; t≥0A distribuição exponencial é aplicada em sistemas que descrevemtaxas de falhas constantes nos quais as falhas ocorremaleatoriamente ao longo do tempo. onde λ > 0 é uma constante.A média e o desvio padrão da distribuição exponencial sãocalculados usando:µ= 1/ λ σ =1/λ
  • 47. Equipamento em uso constante Quando o dispositivo não está em uso constante, adisponibilidade do mesmo deixa de ser somente função do MTBF eMTTR. Considerando que a probabilidade de uma falha éconstante, a probabilidade de o componente funcionar quando sedeseja é dada pela equação a seguir. Probabilidade estar funcionando = eλt Na equação, ô é o tempo decorrido desde a última verificaçãode que o dispositivo está funcionando e ë é a taxa de ocorrência defalhas. A relação entre ë e o MTBF é dada por: MTBF = 1/λContinuando... Assim, a probabilidade do componente ou equipamento aindase encontrar ativo após o tempo ô é dado por: Probabilidade estar funcionando = e t/ MTBFDistribuição Exponencial A distribuição Exponencial acumulada vem dada por: tF(t) = p{T ≤ τ} = ∫λe−λtdx=1- eλt t≥0A distribuição Exponencial é largamente utilizada no campo daconfiabilidade, como um modelo para a distribuição dos tempos atéa falha de componentes eletrônicos.Nessas aplicações o parâmetro λ representa a taxa de falha para ocomponente, e 1/λ é o tempo médio até a falha.
  • 48. A distribuição Lognormal A distribuição lognormal é mais adequada para investigaçãodos tempos de e para os reparos executados. A distribuição tem sua aplicação na engenharia daManutenibilidade é capaz de representar os tempos presentes nareparação de equipamentos ou componentes que falharam, assimcomo, na análise de falhas em equipamentos que ocorremraramente, mas não intensivamente devido a diversos fatores, taiscomo: degradação ambiental, manutenção inadequada, erros deoperação, etc.O Tempo Médio para Reparos - TMPR O tempo médio para reparos é indicado por:Operação Manutenção Operação Mant OperaçãoO período da falha - TMEF O sistema falha quando deixa de cumprir a sua função. O tempo médio entre falhas pode ser calculado tomando-se porbase o período considerado de operação. Exemplo: tempo de operação ÷ pelo número de falhas doperíodo; o resultado em horas indica o tempo de parada com perdade produção.
  • 49. Disponibilidade de equipamentos Relação entre a diferença do número de horas do períodoconsiderado (horas calendário) com o número de horas deintervenção pelo pessoal manutenção (manutenção preventiva portempo ou por estado, manutenção corretiva e outros serviços) paracada item observado e o número total de horas do períodoconsiderado.Custo de manutenção por faturamento Relação entre o custo total de manutenção e o faturamento daempresa no período considerado.Medir para gerenciar Custo por faturamento; Custo por reposição; Hh corretiva; Hh preventiva; Produtividade; Efetividade (0EE);
  • 50. Manutenibilidade; Vida útil; DisponibilidadeEquipamentosO uso da disponibilidade hoje se encontra em queda.Manutenção: elevando os padrões de qualidade► FOCO NAS INSPEÇÕES E ENSAIOS E NO CONTROLE DE PROCESSSO.CONTROLE DE QUALIDADE.► FOCO NA SATISFAÇÃO DOS CLIENTES.► FOCO EM INSPEÇÕES E ENSAIOS.► GARANTIA DA QUALIDADE.► GESTÃO DA QUALIDADE.► Mudança Cultural.A busca por metas tangíveis A busca de indicadores classe mundial deve ser perseguidapor todos, uma meta a ser alcançada no menor espaço de tempopossível.RENDIMENTO GLOBAL■ Definir o rendimento global como sendo a relação entre a produção reale a produção teórica correspondente ao tempo necessário.■ Através desta definição se faz necessário o estabelecimento daestatística referentes a um dado período de tempo:► Durações da panes e taxa de indisponibilidade e equipamentos.► Tempos necessário para estabelecer a manutenção preventiva.
  • 51. ► Nas determinação dos custos da não-eficácia,o Victor Mirshawka eNapoleão Olmedo,apresentam que as perdas de rendimento devidoà”micro-falhas” e a degradação não deve ser ocultadas dos balanços damanutenção.► Os custos não-eficácia devem ser expressos em moeda corrente esubtraído da contabilidade e ainda,a existência de equipamentos”reservas”ou estoques intermediários influenciam no diagnóstico dos custos da não-eficácia da empresa.DEFINIÇÃO DO CÁLCULO DE EFICIÊNCIA GLOBAL■ Este índice avalia o rendimento das linhas de produção e é calculadodividindo-se a produção real pela produção padrão:► IEG=(produção real ÷ produção padrão) × 100► Produção real = total de peça~produzidas durante o tempo totaldisponível do equipamento nos dois turnos de trabalho.► Produção padrão = total de horas disponíveis ÷ tempo de ciclo.► Com este resultados é possível verificar o quanto pode ser melhorado odesempenho verificando o gargalo.EFICIÊNCIA GLOBAL DAS INSTALAÇÕES■ Tempo efetivo ÷tempo operacional × problema de qualidaderepresentam a eficiência do TPM.■ Observar as especificações do projeto isso significa:■ Operar na velocidade do projeto;■ Produzir na taxa planejada;■ Harmonizar os resultados com a velocidade e a taxa.EFICIÊNCIA GLOBAL,PARA QUE SERVE?■ A partir dos dados quantitativos da produção e da disponibilidade dosequipamentos e da planta,é possível verificar se a utilização doequipamento está sendo plena e onde pode ser realizadas melhorias.COMO CALCULAR O INDICADOR OEE?
  • 52. ■ Como calcular o OEE?■ O OEE é representado por 3 termos que relacionam as 8 perdasdescritas anteriormente:%Disponibilidade = Tempo de operação ÷ Tempo programado p/ operar.%Desempenho = produção real ÷ produção ideal.%Qualidade = (total de produtos – produtos defeituosos) ÷ total daprodução.OEE = % disponibilidade × %desempenho × % qualidade.OEE – overall equipment effectivenees.■ Significa eficiência operacional maxima■ È a utilização plena das funções e capacidades do equipamento.■ Para aumentarmos a eficiência,devemos trabalhar identificando eeliminando os oitos fatores principais que constituem o obstáculo`aeficiência global,as oitos grandes perdas.Os oitos grandes perdas■ Por falhas nos equipamentos (1)■ Perdas por set up e ajustes (2)■ Trocas de ferramentas (3)■ Perdas por acionamentos (4)■ Pequenas paradas (5)■ perdas de velocidades (6)■ Defeitos retrabalhados (7)■ Perdas por desligamento inativos ou programados (8)
  • 53. CONCLUSÃO Novo ambiente empresarial, o mundo dos negócios mudouqualitativamente desde o final da década de 1980,com conseqüênciasprofundas,as aberturas dos mercados,a concorrência global,avanços na áreade tecnologia da informação alteraram de forma irreversível a capacidadede produzir e fazer negócios,eliminando as restrições tradicionais de tempoe espaço. Outra grande tendência tem sido a fragmentação do mercado deconsumo e negócios. Na empresa do futuro,o objetivo do desenho seráinstitucionalizar as mudanças,aumentar a velocidade do relógio,nestecontesto,o momento certo é o fator mais importante.Durante o período demudanças radicais e descontinuas quem muda primeiro tem vantagenssignificativas. Foco nas carteiras de negócios, as empresas de sucesso terãodesenvolver antenas organizacionais sensíveis e suas principaiscaracterísticas serão:objetivas simultâneos,menores custos, simplificaçãoda produção,flexibilidade e velocidade;interconexão total entre as áreas deprodução e comercialização;relações mais estreitas com os clientes;menortempo de preparação da máquina para uma rápida resposta aocliente;relação estreita com fornecedores;a empresa vista como um sistemaintegração entre estratégicas(proliferação de diversastecnologia;capacitação continua do pessoal;tamanho limitado das fabricas;ede diferentes sistemas contábeis).vejamos como ilustra o que estaacontecendo no Japão com os seus muitos modelos de fabricas do futuro.Afilosofia de eficiência aprendida com os ocidentais,porem transforrmada deacordo com os seus próprios conceitos.A melhoria da produtividade deveaumentar o emprego e não reduzi-lo;o aumento da produtividade dependedo entrosamento entre empresários e trabalhadores;os resultados dosincrementos de produtividade deve ser dividida com os consumidores etrabalhadores.
  • 54. BIBLIOGRAFIA/ WEBGRAFIA CONSULTADAKAPLAN, Robert S.; NORTON, David P. A Organização orientada para aestratégia. Rio de Janeiro: Campus, 2001.MONCHY, François. A Função Manutenção. Editora Ebras-Durban, 1989.São PauloAGUIAR. J.G.F.; Administração da Manutenção- Sistema PIS. EdgarBlücher. 1994.SOUZA, Valdir Cardoso de. Organização e gerência da manutenção:planejamento, programação e controle de manutenção. São Paulo: All PrintEditora, 2006.TAVARES, Lourival. Administração Moderna da Manutenção EditoraNovo Pólo, Rio de Janeiro, 1999.TAVARES, Lourival; CALIXTO, Marco; POYDO, Roberto P.Manutenção Centrada no Negócio. Editora Novo Pólo, Rio de Janeiro,2005.MIRSHAWKA. V.; Manutenção Preditiva-Caminho para Zero Defeito.Makron Books. 1991.DOUCHV. J.M.; Em direção ao Zero Defeito na Empresa. Atlas. 1992.SLACK, Nigel e outros. Administração da Produção. Atlas, 1997.
  • 55. ÍNDICEFOLHA DE ROSTO 02AGRADECIMENTO 03DEDICATORIA 04RESUMO 05METODOLIGIA 06SUMÁRIO 07INTRODUÇÃO 08CAPÍTULO Ι 09CAPÍTULO ΙΙ 10CAPÍTULO ΙΙΙ 12CAPÍTULO ΙV 19CAPÍTULO V 36CONCLUSÃO 53BIOGRAFIA CONSULTADA 54ÍNDICE 55FOLHA DE AVALIAÇÃO 57
  • 56. FOLHA DE AVALIAÇÃONome da instituição: UNIVERSIDADE CANDIDO MENDESTítulo da Monografia: PLANEJAMENTO E CON TROLE DAMANUTENÇÃOAutor: ANTONIO DE PAULA BRAGA DOS SANTOSData da entrega:Avaliado por: conceito:

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