10 slideshare miopia no planejamento do processo logístico 04 jan 2014

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O que é apresentado neste trabalho, sem Miopia, a complexidade analítica do Planejamento Estratégico de Negócio Logístico, voltado à atenção para dentro dos Processos Logístico de Negócios no qual se questiona:
Estar-se preparado adequadamente para enfrentar os desafios que o futuro oferecerá?
Tem-se um Plano Estratégico realmente verdadeiro?

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10 slideshare miopia no planejamento do processo logístico 04 jan 2014

  1. 1. O Processo Logístico, na Visão Sistêmica hoje, não deve ser tratado, visto e analisado como uma mera Função Administrativa ou um Meio para entregar produtos e ou serviços. Miopias à parte, a Logística deve sim ser tratada como Modelo de Negócios nos seus vários vetores de ação que tem início com: Escolha de Fornecedores / Compras; Logística da Cadeia de Suprimento; Serviços ao Cliente; Logística de Produção; Logística de Distribuição; Logística de Transporte; Armazenagem / Estoque; Logística Reversa; Logística Aduaneira / Portuária. A visão que se deve ter para cada uma dessas atividades são de Negócios e como tal serem lucrativos.
  2. 2. O design do Processo Logístico, tem que ser desenhado de modo flexível, ágil e econômico, de baixo custo operacional, para tornar-se eficiente. Essa preocupação com o Processo, tem início com a junção de demanda e oferta, para entrega dentro dos prazos, preço justo e nos padrões exigidos pelo cliente. Só há uma maneira de se operacionalizar qualquer Processo, que é através do Planejamento. A primeiríssima coisa que se faz ao Planejar é definir o Negócio, ter Visão de Futuro, a Missão e Valores Centrais como diretrizes. A definição de Negócio de uma empresa visa determinar o seu âmbito de atuação. A identificação do Negócio atual é conhecer: Quem é mesmo o seu Cliente? Como seu Cliente percebe seu produto, serviço? Que benefícios seu Cliente procura? Qual é o foco do seu Cliente em relação ao seu Negócio? Qual o sentimento do seu Cliente em relação ao seu Negócio? Quem são e quem serão seus concorrentes?
  3. 3. A Visão de Futuro representa o que a empresa pretende ser, como ela quer ser reconhecida, que estilo ela quer ter e estabelece a direção e o foco do Negócio. Não se deve esquecer também de garantir o alinhamento e o comprometimento dos Colaboradores. A Missão é a expressão da razão da existência de um Negócio. É a função que este desempenha de modo a tornar útil sua ação, justificar seus lucros, do ponto de vista dos grupos e ele ligados e da sociedade em que atua. A Missão expressa ainda, onde e como o Negócio espera obter lucros através da prestação de um serviço considerado útil e desejável.
  4. 4. Exemplo de Missão é proporcionar um meio, Logística Transporte, para qualquer cliente deslocar pessoas e objetos para cima, para baixo e para os lados, ao longo de pequenas distâncias, com maior confiança que qualquer outra empresa no mundo. E por último Valores, o que se espera do Negócio? Vai definir um código do que é um comportamento aceitável ou não. Busca ser um guia de princípios ou um código de ética que baliza a tomada de decisão. Valores geralmente são palavras vagas, que necessitam de ser clarificadas com exemplos ou contra exemplos comportamentos específicos. e necessitam ser transformados em Definido o Negócio, parte-se então para o Planejamento Estratégico do Negócio Logístico e Análise dos Ambientes; Externo (análise de cenários e tendências) e Análise do Ambiente Interno (Matriz Swot).
  5. 5. Todos os elementos, segmentos e variáveis do macro ambiente que estão atuando fora de um Negócio são relevantes para as Operações Logística, tais como: Sociais / Culturais – diversidade; atitudes; papel da mulher; atitude perante o trabalho; questões ambientais; mudanças de hábitos; Global – eventos políticos; mercados globalizados; diferenças culturais; Demográfica – tamanho da população; estrutura etária; composto étnico; distribuição de renda; Político / Legal – leis defesa da concorrência, tributárias e trabalhistas; políticas educacionais; Tecnológicas – inovações de produtos; aplicação de conhecimentos; despesas de P&D; incentivo à P&D; industrialização; Econômicas – taxas de inflação, de poupança e de juros; balança comercial/pgto; evolução do PIB; emprego/renda.
  6. 6. Observa-se que na Análise do Macro Ambiente Externo existem dois Cenários: Oportunidades – são as tendências de situações ou acontecimentos externos ao Negócio, que podem contribuir para o exercício da sua Missão e o alcance de sua Visão; Ameaças – são tendências de situações ou acontecimentos externos ao Negócio, que podem prejudicar o exercício de sua Missão e o alcance de sua Visão. Na Análise do Ambiente Interno de Negócio é necessário identificar as Forças e Fraquezas; colocando-as em evidência as deficiências e qualidades. As principais Forças e Fraquezas vão conduzir à identificação dos Fatores Críticos de Sucesso para o Negócio e de suas Capacidades que precisa se desenvolver.
  7. 7. Agora, que foi mostrado, sem Miopia, a complexidade analítica do Planejamento Estratégico de Negócio Logístico, volta-se à atenção para dentro dos Processos Logístico de Negócios no qual se questiona: Estar-se preparado adequadamente para enfrentar os desafios que o futuro oferecerá? Tem-se um Plano Estratégico realmente verdadeiro? Lideres estão preocupados com a sustentabilidade e perpetuação das Operações? Tem-se boas informações para uma tomada de decisão eficaz? Como se estar gerindo os Colaboradores? Tem-se um Negócio comprometido com os objetivos Estratégicos? São humildes o suficiente para compreender as fraquezas do Negócio?
  8. 8. No início deste artigo foi apresentado os vetores e atividades do Modelo de Negócios Logístico e se coloca, para discussão, um desses que é Logística Aduaneira / Portuária. É discutida a importância dos Portos Secos no Brasil e qual a sua contribuição na melhoria da Logística do Comércio Exterior e distribuição interna, reduzindo custos e prazos para importações e exportações. O Brasil possui 63 portos secos em funcionamento em todas as regiões do país, sendo 35 unidades em 14 estados, 1 no Distrito Federal e 27 em São Paulo. Com os portos superlotados, sem espaços para movimentação e armazenagem de contêineres, os Portos Secos tornam-se uma alternativa viável, barata e eficaz para incrementar o Comércio Exterior e melhorar a competitividade das empresas brasileiras. Além disso, eles promovem o escoamento das mercadorias desembarcadas na zona primeira e oferecem serviços adicionais aos quais os portos não estão preparados para executar.
  9. 9. Além disso, os portos secos se especializaram em oferecer soluções personalizadas às necessidades comerciais dos Negócios e se fixaram próximos aos grandes centros industriais e comerciais. Desde a sua concepção, os portos secos foram criados para atuarem de forma eficaz, trazendo economia e aumento de produtividade e rentabilidade nos Negócios Internacionais dos mais diversos setores. Hoje, não há dúvida que estes terminais alfandegados em zonas secundárias se tornaram um importante elo na Logística Aduaneira das Operações de Comércio Exterior brasileira, reduzindo custos e prazos e contribuindo para o crescimento da economia nacional. Fontes de Pesquisa: BALLOU, R. H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: planejamento, organização e logística empresarial. Porto Alegre: Bookman, 2001. http://pt.slideshare.net/fabricioambr/planejamento-estrtegico-presentation

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