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Poesia de cordel e cultura popular brasileira
 

Poesia de cordel e cultura popular brasileira

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    Poesia de cordel e cultura popular brasileira Poesia de cordel e cultura popular brasileira Presentation Transcript

    • POESIA DE CORDEL ECULTURA POPULARBRASILEIRAA PERFEIÇÃO DO TEXTO DECORDEL E A SIMPLICIDADEDO POVO NORDESTINO
    • XILOGRAVURA E ARTEAS IMAGENS QUE ENCONTRAMOSEM LIVROS DE CORDEL SÃOFEITAS COM MOLDES DEXILOGRAVURA, UMA ESPÉCIE DE“CARIMBO” TALHADO NA MADEIRAPOR ATISTAS POPULARES.NORMALMENTE, OS DESENHOSARTESANAIS REDUZEM-SE ÀSCAPAS DAS PUBLICAÇÕES.
    • MODELOS DE XILOGRAVURAS
    • MÉTRICA DO CORDELApesar de serem textos de origempopular, a poesia de cordel apresentauma métrica bastante rígida:Versos com oito ou sete sílabaspoéticas;Estrofes com seis versos (sextetos);Rimas bem trabalhadas, em versosintercalados.Entenda melhor essa estrutura:
    • SÍLABAS POÉTICAS!?Os versos de alguns poemas apresentam umamétrica, isto é, podem ser “medidos” pelaquantidade de sílabas poéticas que apresentam.Para se contar as sílabas poéticas de um verso,pode-se seguir a mesma regra de divisão silábica,com algumas exceções:Sempre que a última vogal de uma palavracoincidir com a primeira vogal da palavraseguinte, deve-se contar como uma só letra.Se a última vogal da palavra anterior e a primeiravogal da palavra seguinte formarem um ditongo,devem permanecer na mesma sílaba.As sílabas poéticas só são contadas até a sílabatônica da última palavra do verso. As sílabas quevierem depois dela são ignoradas na métrica,apesar de serem pronunciadas.
    • EXEMPLO DE MÉTRICAESTADOS UNIDOS EM CHAMAS(UM AVISO PARA O MUNDO)Autor: Guaipuan VieiraA/ for/ça/ do/ mal/ a/ta/ caOu / tra/ vez/ es/ te/ pla/ne/ taA/ cha/ ma/ da/ vi/ o/ lên/ ciaTraz/ u/ ma/ luz/ vi/ o/ le/ taQue/ se a/ pa/ ga a/ ca/ da ins/ tan/ tePe/ lo/ som/ ho/ rri/ pi/ lan/ teSur/ gi/ da/ du/ ma/ cor/ ne/ ta7 SÍLABAS POÉTICAS
    • FAÇA VOCÊ AGORA A MÉTRICADOS TRECHOS DE CORDÉISA luz expressa tristezaNuma amarga solidãoA corneta é turbulênciaDe nação contra naçãoA paz sendo ameaçadaPela vingança marcadaDa dor que não diz perdão
    • Patativa do AssaréAutor: Francisco Ferreira Filho DinizJoão Pessoa-PB, 09 de julho de2002Hoje o céu está mais felizPor Jesus de Nazaré,Pelo brilho das estrelas,Pela beleza da féE por ter acenado da portaPatativa do Assaré.