Planos de ensino Design Digital 2012 UNIARA
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Planos de ensino Design Digital 2012 UNIARA Planos de ensino Design Digital 2012 UNIARA Document Transcript

  • P L A N O S D E E N S I N O 9.1. Conteúdos programáticos das disciplinas da primeirasérie Disciplinas curriculares da primeira série – Grade curricular 2012 1. Design digital I 2. Estética e história da arte 3. Fotografia 4. Influências do Design 5. Mídia digital e online 6. Plástica I 7. Psicologia da forma e percepção 8. Programação para web I 9. Redação e hipertexto I 10. Teoria da comunicação e semiótica
  • UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO DESIGN DIGITAL I 1 1 2 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): Gabriel Arroyo DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIACARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL TEO/PR TEÓRICA PRÁTICA A160 04 x PLANO DE ENSINOOBJETIVOS:O objetivo principal da disciplina é apresentar ao aluno os principais elementos envolvidos nosconceitos do design gráfico, através da investigação dos processos da linguagem visual em relação àsmídias digitais.Torná-lo apto a conceber/produzir imagens por meio de ferramentas de computação gráfica.Desenvolver senso crítico apurado para avaliar, classificar e propor novas interfaces para web.EMENTA:Estudo dos princípios básicos do design - organizar o espaço visualmente - utilizando uma combinaçãode forma e conteúdo para resolver um problema visual, priorizando sempre a comunicação/informação.CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:1- Introdução: A interface como categoria central do design2- Fundamentos sintáticos da comunicação visualEquilíbrioTensãoNivelamento e aguçamentoPadrão de varredura do campo visualAtração e agrupamentoPositivo e negativo2- Anatomia da mensagem visualImagem representacionalImagem AbstrataImagem simbólica3- Elementos do design 2A- FormaInvestigação acerca das formas básicasEfeitos visuais em inter-relações de formasRepetição de unidades de formas e suas variaçõesSimilaridade e Contraste de elementos visuais e relacionais 2B- TexturaTextura visual e sua produçãoColagemTextura tátil 2C- CorEstímulo e percepção da corClassificação das coresHarmonia das cores complementares e análogas
  • Gamut de coresATIVIDADES COMPLEMENTARES (CARGA HORÁRIA 36H):Pesquisas exploratórias sobre elementos do design e investigação de mensagens visuais ambientais:Atividade de campo em busca de fotografias, outdoors, anúncios de revistas dentro de umaclassificação em “equilíbrio perfeito” ou “aguçamento por tensão”. Apresentação em relatório de umaanálise do ponto de vista da disposição compositiva básica e seus efeitos, sobretudo seus significados.Análise de filmes: “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain”, sons e formas acompanhadas de relatórios.Análise de Filme: “Guerra do fogo”, início da comunicação gestual. Entrega de relatório manuscrito.Leituras do livro “As várias Faces do Design” com entrega de resumo.Visitas técnicas a Exposições e eventos da área com acompanhamento do professor.Desenvolvimento de estudos para a sala do curso na Feira de profissões. FECCRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:Através do programa, o procedimento enfatiza e relaciona fundamentos teóricos, através de aulasexpositivas; e de produção (práticos), através de exercícios e trabalhos executados no laboratório pormeio de ferramentas de computação gráfica.O aluno será avaliado através dos trabalhos individuais ou em grupo realizados no decorrer das aulaspráticas. O aluno poderá ser avaliado através de provas bimestrais escritas e individuais sobre osfundamentos teóricos apresentados no conteúdo programático.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:Revisão do conteúdo teórico, aplicação de prova e trabalho prático laboratorial.BIBLIOGRAFIA BÁSICA:GOMES, Filho J. Gestalt do Objeto: Sistema de leitura visual da forma. São Paulo :Escrituras, 2002WONG, Wucius. Princípios de Forma e Desenho. São Paulo: Martins Fontes, 1998DONDIS, Donis A. Sintaxe da Linguagem Visual. São Paulo: Martins Fontes, 1997BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:JENKINS, H. Cultura da convergencia. São Paulo: Editora Aleph, 2011MUNARI, Bruno. Design e Comunicação Visual. São Paulo: Martins Fontes, 1997FARINA, Modesto. Psicodinâmica das cores em comunicação. São Paulo: Edgard Blucher, 1986LÉVY, Pierre. Cybercultura.São Paulo: Editora 34 ltda, 2000FERRARA, Lucrecia D’Aléssio. Leitura sem palavras. São Paulo: Ática, 1986PEDROSA, Israel. Da cor à cor inexistente. Rio de Janeiro: Leo Christiano, 2002
  • UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO PLÁSTICA I 1 ANUAL 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Profa. Ms. Adeline Gabriela Silva Gil DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIACARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA120 2 120 PLANO DE ENSINOOBJETIVOS:Capacitar o aluno a projetar objetos de design com conhecimentos essenciais de sintaxe de linguagens;Auxiliar o aluno no desenvolvimento da habilidade de transitar entre as diferentes linguagens e tomardecisões projetuais que adéquem o material/técnica/meio às finalidades expressivas/semânticas doprojeto;Contribuir para uma reconfiguração do modo habitual de perceber e, conseqüentemente, de produzirlinguagens, expandindo o processo criativo do aluno, seja individualmente ou em grupo;Incentivar a pesquisa e experimentação de diferentes materiais para expressão e estimular uma visãocrítica de produções contemporâneas no campo do design.EMENTA: Sintaxe e semântica da linguagem (com ênfase na linguagem visual), hibridização delinguagens, pesquisa de novas linguagens para a atividade projetual. Teorias da percepção, exercíciosde percepção das especificidades de diferentes técnicas, materiais e meios de expressão. Teoria eprática do processo de criação individual e coletivo.CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:Módulo I- Linguagem e expressão- Cultura visual – Uma introdução;- Elementos básicos da linguagem visual: relações de composição, ponto, linha, plano, volume, cor,forma, luz, contraste, perspectiva, proporção, ritmo, movimento, equilíbrio, textura, tipografia;- Interfaces entre as linguagens visuais e outras formas de expressão. Linguagens híbridas. Diferentessuportes. Tendências contemporâneas.Pesquisa individual: está surgindo um novo paradigma estético relacionado às novas tecnologiasdigitais?Módulo II- Teorias da Percepção- Condições físico-biológicas. Princípios da Gestalt. Percepção háptica;- A percepção sob uma visão sistêmica. Percepção enquanto processo. Cibercepção;- Cognição e sensibilidade;- Noções sobre estética. A experiência estética;- Exercícios de percepção. Exercícios de produção. Observação do grau de condicionamento daprodução e interpretação.Módulo III – Criação- Obra aberta;- Relações indivíduo/espaço – uma constituição mútua;- As múltiplas inteligências;- Criação e complexidade;- Criação e alteridade: o papel do designer como agente articulador de códigos e linguagens queconstituem as realidades. A ética implicada no ato de criação.Produções e experimentações individuais e em grupo.ATIVIDADES EXTRA-CLASSE (40h):Todos os temas contarão com material de apoio (audiovisual, textual ou outro). Para cada tema
  • abordado em aula, serão propostas atividades com grau de complexidade crescente, de acordo com ofeedback da classe. As atividades poderão ocorrer em sala de aula ou entregues em data definidapreviamente pelo professor:pesquisas de produções relacionadas aos temas abordados;leitura dirigida e discussão;produções relacionadas aos temas da disciplina;experimentações e visitas a eventos e exposições.Será utilizado um canal para discussão, troca de informações e referências na world wide web(googlegroup).CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:Para cada tema abordado em aula, será proposto um exercício a ser realizado em grupo ouindividualmente. A participação do aluno é o principal critério de avaliação, seja em exercícios em salade aula ou na realização de tarefas. A evolução do aluno em seu processo de aprendizagem poderá serobservada no decorrer do ano letivo através de:desenvolvimento e aprofundamento nas atividades propostas;criatividade;capacidade de trabalhar em grupo;pontualidade nas entregas.Cada atividade vale de 0 a 10 e a soma das notas será dividida pelo número de atividades para aobtenção da nota final. O atraso de até uma semana, na entrega das tarefas, acarretará na diminuiçãoda nota em 40%. Após este período, serão consideradas como não entregues.A média mínima para aprovação é 6,0 (seis) e a freqüência mínima é de 75%.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:Se a nota final for menor que 6,0 (seis), o aluno que tiver entregue mais de 75% das atividades e tiverfreqüentado mais de 75% das aulas, poderá participar do ciclo de recuperação e realizar uma prova,podendo assim atingir a média da disciplina. Do contrário, não poderá ser promovido.A prova abordará os principais temas da disciplina, indicados no item ”ementa”.BIBLIOGRAFIA BÁSICA:DONDIS, Donis A. A sintaxe da Linguagem Visual. São Paulo: Martins Fontes, 2002.LÉVY, P. Cibercultura. São Paulo: Ed. 34, 1999.MUNARI, Bruno. Design e Comunicação Visual. São Paulo: Martins Fontes, 1997.WONG, Wucius. Princípios de Forma e Desenho. São Paulo: Martins Fontes, 1998.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:BENJAMIN, W. A obra de arte na época de sua reprodutibilidade técnica. In: LIMA, L. (org). Teoria dacultura de massa. Rio de Janeiro, Paz e Terra: 1982.CAPRA, F. A teia da vida. São Paulo: Cultrix, 1996.ECO, U. - Obra Aberta. São Paulo: Perspectiva, 1976.FERRARA, L. Leitura sem palavras. São Paulo: Ática, 2001.HARVEY, David. A condição pós-moderna. São Paulo: Loyola, 1992.MCLUHAN, M. Os meios de comunicação como extensão do homem. São Paulo: Cultrix, 1979.LÉVY, P. O que é virtual? Rio de Janeiro : Editora 34,1996.LUPTON, E.; PHILLIPS, J. C. Novos fundamentos do design. São Paulo: Cosac Naify, 2008.PARENTE, A. Imagem – Máquina: A era das tecnologias do Virtual. RJ: Ed.34, 1993.FLUSSER, V. O mundo codificado. São Paulo: Cosac Naify, 2010.OSTROWER, F. Acasos e Criação Artística. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1995.GIANETTI, C. Estética Digital. Sintopia da arte, a ciência e a tecnologia. Belo Horizonte: EditoraC/ Arte, 2006.
  • MATERIAL ONLINE:GUATTARI, F. As três ecologias. Disponível em<http://www.dossie_deleuze.blogger.com.br/index.html>. Acesso em 08 dez 2010.
  • UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO Teoria da Comunicação e Semiótica 1° 1 2 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Renato Márcio Martins de Campos CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 80 02 80 X X PLANO DE ENSINOOBJETIVOS:Proporcionar ao aluno percepção da importância e da condição interdisciplinar nos estudos decomunicação de massa.Permitir o reconhecimento das diversas correntes teóricas que abordam a comunicação de massa comoobjeto de estudos.Permitir ao aluno desenvolver referenciais teóricos e conceituais a respeito do processo decomunicação e significação (Semiótica).EMENTA:A Comunicação e seu objeto. A pluralidade no estudo da comunicação, sua interdisciplinaridade. Oprocesso de comunicação e significação. Semiótica e Semiologia. O desenvolvimento da teoria dacomunicação e a evolução tecnológica. O processo de globalização: sociedade e a cultura da mídia.CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:1. Apresentação do Curso: A Ciência da Comunicação e seu Objeto1.1. A comunicação social hoje: sua atualidade e pluralidade1.2. Introdução às correntes teóricas: condicionamentos históricos para o desenvolvimento da Teoriada Comunicação. A Escola Funcionalista. Comunicação de massa, gosto popular e a organização daação social.1.3. A Escola de Frankfurt. Indústria Cultural e a teoria crítica.1.4. A evolução da tecnologia de comunicação como condição para os estudos teóricos. A Ênfase aosMeios de Comunicação: Mcluhan – “O Meio é a Mensagem”. A Galáxia de Guttemberg. Comunicação etecnologia: condicionando a realidade através do meio. Os meios de comunicação como extensões dohomem.1.5. Quadro geral de referência teórica2. O processo de Comunicação e Significação2.1.O fenômeno da comunicação2.2.O processo de comunicação2.3.Funções da comunicação2.4. As teorias voltadas para análise da mensagem. A teoria da informação nos Estados Unidos. Osestudos estruturalistas na Europa.3. Introdução aos Estudos Semiológicos3.1. Semiótica: a abordagem de Pierce3.2. Semiologia: a abordagem de Saussure3.3. Classes e categorias de signos4.O Papel da Comunicação de Massa na Sociedade Global4.1. Os estudos centrados na recepção: o paradigma das mediações. Os estudos de comunicação naAmérica Latina, a abordagem de Jésus Martim Barbero.4.2. Sociedade, estudos culturais e a cultura da mídia
  • 4.3. Identidade pós-moderna e sociedade de consumo. A nova mídia: tecnologia digital e convergênciade mídias.ATIVIDADES COMPLEMENTARES:Não haverá atividades complementares na disciplina.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:Para cada unidade de estudo:Avaliação de Leitura e exercício em sala de aula (3pts)Provas Bimestrais (7pts)CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:Conteúdo: exercício avaliativo da matéria desenvolvida na disciplina.Avaliação: prova com questões testes a partir do conteúdo.BIBLIOGRAFIA BÁSICA:BORDENAVE, J.. O que é comunicação. São Paulo: Brasiliense, 1997.Biblioteca Uniara: 09 exemplares – 301.153 / B724qDIZARD JR, W.. A nova mídia comunicação de massa na era da informação. R. Janeiro: Zahar, 1998.Biblioteca Uniara: 12 exemplares – 659.3 / D652nMATTELART, A. e M.. História das teorias da comunicação. São Paulo: Loyola,1999.Biblioteca Uniara: 08 exemplares – 659.3(091) / M387hRÜDIGER, Francisco. Introdução à Teoria da Comunicação. São Paulo: Loyola, 1999.SANTAELLA, Lúcia. O que é Semiótica. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1997.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:DEFLEUR, M. L.. Teorias da comunicação de massa. 5 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993.Biblioteca Uniara: 08 exemplares – 659.3 / D359tLIMA, Luiz Costa. Teoria da Cultura de Massa. São Paulo: Paz e Terra, 1990.Biblioteca Uniara: 05 exemplares – 301.152 / L698tMATTELART, A.. A Globalização da Comunicação. Bauru: EDUSC, 2000.Biblioteca Uniara: 05 exemplares – 659.3 / M387gRAMONET, Ignácio. A Tirania da Comunicação. Petrópolis: Ed. Vozes, 2001.Biblioteca Uniara: 5 exemplares – 659.3 / R14t
  • UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO FOTOGRAFIA 1ª. 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): Prof. CESAR MULATI CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 2 AULAS 2 AULAS PLANO DE ENSINOOBJETIVOS:OBJETIVO GERALIniciar o aluno nas técnicas fotográficas e propiciar a ele o conhecimento da linguagem fotográficacomo uma forma de comunicação.OBJETIVOS ESPECÍFICOS1) Permitir que o aluno conheça o processo fotográfico desde os seus primórdios, passando pelafotografia analógica ate a digital.2) Permitir que o aluno conheça e manuseie corretamente um equipamento 35 mm digital.3) Permitir que o aluno desenvolva um trabalho orientado para exercitar os conhecimentos técnicosadquiridos e ter seu primeiro contato com a linguagem fotográfica, realizando imagens sobredeterminados temas, gerando o trabalho que denominamos de “Primeiro Olhar”.4) Propiciar ao aluno uma percepção mais arrojada do seu olhar, permitindo-o explorar com maiorprofundidade o mundo das imagens.5) Permitir que o aluno conheça as regras básicas de iluminação e a partir dai possa criar seu própriorepertório resolvendo situações das mais diversas que possam surgir, entendendo a luz como oelemento primordial na construção da imagem.6) Permitir que o aluno conheça os caminhos da linguagem fotográfica, para que ele possa produzirimagens com significados específicos.7) Apresentar ao aluno o universo da fotografia digital, discutindo e conhecendo os princípios teóricos etécnicos básicos dessa tecnologia.EMENTA:Noções básicas da técnica fotográfica, dentro dos processos analógicos e digitais. Reflexões sobre afotografia como meio de comunicação dentro do universo midiatico. Desenvolvimento da criatividadecom a produção e elaboração de projeto fotográfico.CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:1) Noções básicas do processo fotográfico, do analógico ao digital.2) O Ato Fotográfico - As variáveis da Fotografia3) A prática fotográfica - O uso prático da máquina fotográfica – Obs. Conteúdo que devera ser posto em praticoem saídas fotográficas que deverão gerar o trabalho denominado de “Primeiro Olhar”.
  • Semiótica da Imagem – Linguagem fotográficaA Noção de Representação – o signo peirceanoO Código da Fotografia – os elementos de composição da imagem - o contraste, a luz, o ponto devista, o ângulo, o extra-quadro...5) IluminaçãoNaturalArtificialProdução de um Projeto Conceitual8) Ciclo de Recuperação – Nas ultimas três semanas do curso será feita uma revisão dos principaisconteúdos programáticos da disciplina, que orientara o aluno na produção de uma imagem.ATIVIDADES COMPLEMENTARES:1) Palestras com profissionais da área de fotografia,2) Exercícios práticos dentro e fora do campus3) Pesquisas sobre diferentes assuntos principalmente em material disponível na internet4) Visita a feiras de fotografia, como a PhotoImageBrazil, no segundo semestreCRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:Material produzido em campo será avaliado e discutido com o alunoTrabalhos produzidos em grupo, ou individual, seguindo a orientação de um tema. Chamamos essetrabalho de “Primeiro Olhar”. Deve ser apresentado em suporte digital e depois de editado, deveragerar copias impressas.Trabalhos produzidos em grupo ou individual, em estúdio, seguindo a orientação de um tema.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: Recuperação no final do ano, com aplicação de um trabalho pratico de fotografia onde o alunodevera desenvolver um ensaio fotográfico sobre um determinado tema.BIBLIOGRAFIA BÁSICA:AUMONT, JACQUES. A Imagem. Campinas: Papirus, 1993.BARTHES, ROLAND. A camara Clara. Lisboa: Edições 70, 1980.MACHADO, ARLINDO. A ilusão Especular: introdução a fotografia. São Paulo: Brasiliense, 1984WOLFENSON, BOB. Jardim da Luz. São Paulo: Dorea Book and Art: Companhia das Letras, 1995.
  • BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:PHILIPPE, DUBOIS. O Ato Fotográfico e outros ensaios. Campinas: Papirus, 1994.VASQUEZ, PEDRO. Fotografia: reflexos e reflexões. São Paulo: L & PM, 1986.FOTOGRAFIA, Guia Prático. São Paulo: Abril Cultural, 1973.CIAVATTA, Maria e ALVES, Nilda. A Leitura de imagens na pesquisa social. São Paulo: Cortez, 2004.MARTINS, Nelson. A imagem digital na editoração. Rio de Janeiro: Senac, 2005COSTA, Helouise, SILVA, Renato Rodrigues da. A fotografia Moderna no Brasil. São Paulo: Cosac Naify,2004SAMAIN, Etienne. O fotográfico. São Paulo: Senac, 1998.
  • UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO Psicologia da forma e da percepção 1º 1º 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): ANA CRISTINA ALVES LIMA CARGA HORÁRIA TOTAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA SEMANAL TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 40 h/a 2h/a 40 PLANO DE ENSINOOBJETIVOS:Panorama da origem histórica e das ramificações da psicologia contemporânea. Ênfase na psicologiageral e psicologia da percepção e da forma.EMENTA:Reconhecer a influência da percepção nas escolhas, no comportamento do homem, afim de que na suaprática possa utilizar os conceitos de atenção seletiva, organização perceptiva para a composição deuma imagem ou produto. Abordará: histórico da Psicologia; estruturas psíquicas, memória,pensamento e linguagem; percepção (Gestalt).CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:Histórico da Psicologia;Desenvolvimento psicológico;Memória, pensamento e linguagem;Criatividade;Motivação; ePercepção.METODOLOGIA DE ENSINO:• Aulas expositivas• Vídeos (filmes para trabalhar conteúdos específicos)• Leituras programadas e Discussão de textos• DebatesCRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:• Prova bimestrais• Trabalhos em grupo• Trabalhos em sala de aulaCICLO DE RECUPERAÇÃOO aluno que não tiver obtido média na disciplina ou ficar no limite de faltas (entre 70 e 74%) passarápelo ciclo de recuperação, tendo que comparecer as aulas nas datas estipuladas pela coordenação.Será aplicada ao aluno uma prova e serão feitos trabalhos em sala de aula.
  • BIBLIOGRAFIA BÁSICA:DAVIDOFF, L. Introdução à psicologia. São Paulo: Makron Books, 2001.GADE, C. Psicologia do consumidor e da propaganda. São Paulo: EPU, 1998MINICUCCI, A. Técnicas do trabalho em grupo. São Paulo: Atlas, 1992BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:PFROMM NETTO, S. Telas que ensinam. Campinas: Alínea, 2001.PFROMM NETTO, S. Comunicação de massa. Campinas: Alínea, 1987.ALMEIDA, M.J. Imagens e sons: a nova cultura oral. São Paulo: Cortez, 1999.FILHO, J.G. Gestalt do objeto: sistema de leitura visual da forma. São Paulo: Escrituras, 2008.PAPALIA, D. E.; OLDS, S.W.; FELDMAN, R.D. Desenvolvimento humano. Porto Alegre: Mc Graw Hill,2009 Assinatura:
  • UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO PROGRAMAÇÃO PARA WEB I 1 1 2 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Leandro Donaires Figueira DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 160 4 160 PLANO DE ENSINOOBJETIVOS:Capacitar o aluno a desenvolver sites Web usando as tecnologias HTML (Hypertext Markup Language –Linguagem de Marcação de Hipertexto), CSS (Cascading Style Sheets – Folhas de Estilo em Cascata) eJavascript. A disciplina trata de conceitos fundamentais de desenvolvimento voltado para Webpossibilitando que o aluno construa e publique sites Web que satisfaçam às necessidades específicas esolucionem problemas provenientes do mercado.EMENTA:Introdução à linguagem HTML. Histórico, fundamentos e sintaxe da linguagem HTML. Tratamento eformatação de textos, imagens e recursos de multimídia. Tratamento de links. Inserção de listasformatadas. Inserção de tabelas (tables). Tratamento de formulários (forms). Introdução às folhas deestilo em CSS. Propriedades e seletores. Métodos de posicionamento e tipos de layout em CSS.Introdução à linguagem Javascript. Sintaxe e recursos básicos da linguagem.CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:Introdução à linguagem HTML- Histórico da Computação e da Internet- Introdução a WWW e ao protocolo HTTP- Conceitos básicos da linguagem HTML - Estrutura de um documento HTML- Tags, elementos e atributos- Seções HEAD e BODYTratamento de textos, imagens e recursos de multimídia- Divisões e parágrafos- Formatação de texto- Espaçamento e layout- Inserção de imagens- Imagens de fundo e cores- Áudio e animação de texto- Outros recursos de multimídiaTratamento de links- Conceitos básicos- Referenciando documentos- Criando hyperlinks- Imagens sensíveis ao mouseListas formatadas- Listas não-ordenadas
  • - Listas ordenadas- A tag <li>- Listas aninhadas- Listas de definição- Listas em forma de diretório e em forma de menuTabelas (Tables)- A estrutura padrão de uma tabela- Principais tags (básicas e avançadas)- Recursos avançadosFormulários (Forms)- Fundamentos de formulários- A tag <form>- As tags <input> e <button>- Áreas de texto (multiline text areas)- Elementos de múltipla escolha (multiple-choice elements)- Atributos de controle de formulários- Elementos para rotular e agrupar- Criando formulários efetivosIntrodução às folhas de estilo em CSS- Definições e conceitos- Modelo CSS de formatação visual- Unidades CSS para medida- Propriedades CSS- Seletores CSSPosicionamento e Layout em CSS- O modelo de caixa- Esquemas de posicionamento em CSS- Posicionamento em profundidade com z-index- Tipos de layout- Centralizando o layout- Layout com duas colunas- Layout com três colunasIntrodução à linguagem JavaScript- Sintaxe básica da linguagem- Tipos de dados e variáveis- Operadores aritméticos, relacionais, de atribuição e lógicos- Estruturas de controle- Funções embutidas e funções definidas pelo usuário- Objetos- Tratamento de eventosATIVIDADES COMPLEMENTARES:As atividades complementares serão realizadas no laboratório de informática e apontam basicamentepara dois tipos de atividades:- Elaboração e resolução de exercícios propostos em sala.- Elaboração de projetos específicos assim que cada tópico do conteúdo for inteiramente contemplado
  • CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:Os critérios de avaliação da aprendizagem têm por objetivo avaliar o aluno tanto no contexto práticoquanto no contexto teórico, assim, haverá basicamente três tipos de critérios:- Entregas de trabalhos individuais e em grupo (contexto prático e contexto teórico)- Apresentação de trabalhos (fortemente voltado para o contexto prático)- Provas individuais (fortemente voltado para o contexto teórico)CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:O aluno deverá assistir às aulas de recuperação e realizar uma avaliação sobre os temas abordados nadisciplina.BIBLIOGRAFIA BÁSICA:CASTRO, Elizabeth. HTML para a World Wide Web. 4 ed. Makron Books do Brasil, 2000. 534p.GOODMAN, Danny. Javascript: a Bíblia. Campus, 2001. 944p.MEMÓRIA, F. Design para a Internet: Projetando a experiência perfeita. Campus, 2005.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:CHAN, M. C. et al.1001 Dicas de programação.Makron Books, 1999DEITEL, H.M.; DEITEL, P.J. . XML Como Programar. Bookman Companhia Ed, 2003MAZZETTI, Gerardo; MINK, Carlos. HTML 4 com XML. São Paulo: Makron Books do Brasil, 2000.411p.KINGSLEY-HUGHES, A.; KINGSLEY-HUGHES, K. Iniciando em Javascript 1.5. Makron Books doBrasil, 2001. 299p.RAMALHO, José A. HTML dinâmico. 2 ed. Berkeley Brasil, 1999. 719p.SOMERA, Guilherme. Treinamento prático em CSS. São Paulo: Universo dos Livros Editora, 2006.Disponível em:http://books.google.com/books?id=BTwgtyyJHAoC&printsec=frontcover&dq=CSS&hl=pt-BR&ei=YHeUTdv4LKG00QHxrbnxCw&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=1&ved=0CCwQ6AEwAA#v=onepage&q&f=false. Acesso em 06/02/2012.MEYER, Eric A. CSS: The definitive guide. 3rd Edition. O’Reilly Media Inc., 2006. Disponível em:http://books.google.com/books?id=rdtCRLXAL78C&printsec=frontcover&dq=CSS&hl=pt-BR&ei=YHeUTdv4LKG00QHxrbnxCw&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=2&ved=0CDEQ6AEwAQ#v=onepage&q&f=false. Acesso em 06/02/2012.PILGRIM, Mark. HTML 5: Up and running. O’Reilly Media Inc., 2010. Disponível em:http://books.google.com/books?id=Mk3sW0on7OAC&printsec=frontcover&dq=html5&hl=pt-BR&ei=6HaUTZOpCO-K0QHdzIz5Cw&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=1&ved=0CC8Q6AEwAA#v=onepage&q&f=false. Acesso em: 06/02/2012.
  • UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO Estética e História da Arte 1º 1º 2º 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Prof.a Luciana Sperduti Lima CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 72 2 52 10 10 PLANO DE ENSINOOBJETIVOS:Ver a Arte como linguagem artística e estética, percebendo as características estruturais daslinguagens expressivas na educação visual;Contextualizar as produções artísticas do homem no processo de construção da identidade pessoal ecoletiva, da pluralidade cultural, e da memória histórico-cultural de um povo, do período clássico àcontemporaneidade;Utilizar a Arte como linguagem expressiva, articulando a percepção, a imaginação, a emoção, ainvestigação, a sensibilidade, a expressão e a reflexão em leituras visuais e experiências estéticas;Conhecer e situar períodos históricos, movimentos artísticos e artistas (europeus e brasileiros) em cadaépoca.EMENTA:- Noções e conceitos artístico-estéticos aplicados à Educação Digital, contextualizações teóricas,relações de interdisciplinaridade com as demais áreas de formação e produção prática artístico-expressiva em atividades pessoais e coletivas.CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:Vivência de conteúdos teóricos das Artes Visuais:Bloco I: Civilizações Primitivas, Período Clássico Greco-romano, Idade Média, Renascimento eManeirismo.Bloco II: Barroco Europeu e Brasileiro, Neoclassicismo, Indianismo, Romantismo e Realismo.Bloco III: Impressionismo, Arte Moderna (Europa e Brasil);Bloco IV: Arte Contemporânea (Europa e Brasil).Percepção da Gramática Visual;Criação de Trabalhos Expressivos como Subsídios Educacionais;Arte como Linguagem Integradora de Conteúdos Disciplinares;ATIVIDADES COMPLEMENTARES:Mostras monotemáticas a serem agendadas;Criação de Poesia plástico-visual-digital;Visitas a exposições de artes visuais;Ocupações plástico-espaciais em ambientes arquitetônicos;Contatos, pesquisas e entrevistas com artistas (exposições e ateliês) onde possam perceberas relações entre: subjetividade, recursos expressivos, contextualidade, materiais etécnicas;- Observação e leitura dirigida de obras de arte em diferentes tempos históricos.
  • CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:Na introdução de temas, momento em que é possível perceber e discutir o conhecimento prévio dosalunos;No desenvolvimento de atividades, notando-se a formulação de hipóteses, levantamento de questões,procedimentos e registros das construções conceituais;Na apresentação de sínteses, tanto escritas quanto expressivas, quando podemos perceber a aplicaçãode conceitos construídos;Nas avaliações escritas, trabalhando com clareza os critérios para a sua execução.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:- Revisão geral do conteúdo estudado e reelaboração de atividades e avaliações.- Avaliação final.BIBLIOGRAFIA BÁSICA:AZEVEDO, Wilton. O que é design. São Paulo, Brasiliense, 1988.ARNHEIM, R. Arte e Percepção: uma Psicologia da visão criadora. São Paulo: Pioneira/Edusp 1980.BARDI, P. M. O Modernismo no Brasil. São Paulo: Banco Sudameris Brasil S.A. 1982.BECKETT, Wendy. História da Pintura. São Paulo: Atica, 1997.GOMBRICH, Ernest. H. A História da Arte. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 1989.JANSON, H. W. História Geral da Arte. V. 1. O mundo antigo. São Paulo: Martins Fontes, 1993.______. História Geral da Arte. V. 2. Renascimento e barroco. São Paulo: Martins Fontes, 1993.______. História Geral da Arte. V. 3. O mundo moderno. São Paulo: Martins Fontes, 1993.STRICKLAND, Carol. Arte comentada: da pré-história ao pós-moderno. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004.WONG, Wucius. Princípios de forma e desenho. São Paulo: Martins Fontes, 1998.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:ARCHER, Michael. Arte Contemporânea: uma história concisa. São Paulo: Martins Fontes, 2001.ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.ARGAN, G. C; FAGIOLO, M. Guia de História da Arte. Lisboa: Editorial Estampa, 1994.EDWARDS, Betty. Exercícios para desenhar com o lado direito do cérebro. Rio de Janeiro: Ediouro,2003.STANGOS, Nikos. Conceitos da Arte Moderna. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor,1993.STRICKLAND, Carol. Arquitetura Comentada: uma breve viagem pela história da arquitetura. Rio deJaneiro: Ediouro, 2004. Assinatura: Luciana Sperduti Lima Data: 26/02/2012
  • UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO REDAÇÃO E HIPERTEXTO I 1 1 2 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): Fabricio José Mazocco CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 72 2 72 PLANO DE ENSINOOBJETIVOS:Revisar técnicas de redação e escrita;Capacitar o estudante para uma visão e um discurso mais críticos em relação à Língua Portuguesa esua utilização em diversos contextos;Desenvolvimento da habilidade de comunicação precisa e eficaz dentro do grupo social utilizando anorma culta;Auto-realização pela eficiência na comunicação, na integração e na busca de seus valores,principalmente, os profissionais;Ler, entender e interpretar diferentes tipos de textos.Promover uma reflexão sobre os conceitos de texto e hipertexto.EMENTA:O texto, o hipertexto e a Língua Portuguesa em seus contextos de leitura crítica, técnica redacional,aspectos históricos e teóricos e dos desafios frente ao paradigma digital.CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:Leitura crítica de textosNorma culta x linguagem coloquialOs usos da língua em ambientes digitaisLeitura analítica de textosTécnicas de redaçãoConceitos de texto, discurso e enunciaçãoPrincípios de concisão, coerência, coesão, clareza e precisãoInterpretação e análise de textos atuais literários e não-literários envolvendo temas emergentesEstudo de texto: Narrativos, Descritivos, Dissertativos, Jornalísticos, Propagandas, Poemas e músicas.Produção textual: artigo, notícia, editorial resenha, crônica, conto, novela, press-release.Introdução ao conceito de hipertextoTexto, hipertexto, mídia, multimídia e hipermídiaTexto linear e não-linear e interatividadeRECURSOS METODOLÓGICOS:Estão previstas aulas expositivas, discussões em grupo, seminários, exercícios em sala de aula e extra-classe. Leitura oral dos textos pelo professor e alunos, exploração do entendimento e compreensão dostextos através de exercícios orais e escritos, exercícios de identificação das partes que formam osdiferentes tipos de textos, comentários sobre dúvidas específicas de vocabulários e da parte gramaticalexplorada, criação de textos narrativos, descritivos e dissertativos, intercâmbio de textos criados edebates sobre assuntos atuais.
  • CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:Participação nas atividades propostas;Posição crítica em relação às leituras e debates;Utilização da língua formal nas produções textuais;Correção e usabilidade da produção textual sugerida;CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:Envolvimento no processo de ensino-aprendizagem;Evolução do aprendizado ao longo do curso.BIBLIOGRAFIA BÁSICA:BLIKSTEIN, I. Técnicas de Comunicação Escrita. São Paulo: Ática, 2002.FIORIN, J. L., SAVIOLI, F. P. Para entender o texto: Leitura e Redação. São Paulo: Ática, 1995.WINCK, J. B. Quem conta um conto aumenta um ponto: Design Do Audiovisual Interativo. Rio deJaneiro: Garamond, 2007.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:FARACO, C. A. & TEZZA, C. Oficina de Texto. São Paulo: Vozes, 2003.PALACIOS, Marcos. Mundo Digital. In: RUBIM, Albino (org). Cultura e Atualidade no Vestibular.Salvador: EDFUBA, 2005.PELLEGRINI, T.; FERREIRA, M. Redação, palavra e arte. São Paulo: Atual, 1999.MATERIAL ONLINE:ANDRADE, Leila Minatti. A escrita, uma evolução para a humanidade. Revista Linguagem em(Dis)curso, volume 1, número 1, jul./dez. 2001. Disponível em<http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0101/12.htm>. Acesso em 14 mar 2011.BONETTI, Luana Medeiros. Texto: reorganizando sua compreensão. Revista Linguagem em(Dis)curso, volume 1, número 1, jul./dez. 2001. Disponível em<http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0101/14.htm>. Acesso em 14 mar 2011.CRUZ, Dulce Márcia. A digitalização das mídias e as mudanças no cotidiano do trabalho, das relaçõeshumanas e do conhecimento. Revista Linguagem em (Dis)curso, volume 1, número 2, jant./jun.2001. Disponível em <http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0102/10.htm>. Acessoem 14 mar 2011.Possenti, Sírio. Baronas, Roberto Leiser. A Linguagem Politicamente Correta no Brasil: Uma Língua deMadeira?. Revista Polifonia, n. 2, v. 12, p. 47-72. Cuiabá: EdUFMT, 2006. Disponível em<http://cpd1.ufmt.br/meel/arquivos/artigos/245.pdf>. Acesso em 14 mar 2011.
  • UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO INFLUÊNCIAS DO DESIGN 1 2 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): Ms. Itamiro Nogueira da Silva DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL TEO/PR TEÓRICA PRÁTICA A 40 02 x PLANO DE ENSINOOBJETIVOS:Oferecer um panorama geral sobre a produção e as diferentes transformações artísticas ocorridasdurante o fim do século XIX e início do século XX, com ênfase nas relações entre as poéticas dasvanguardas artísticas e as novas concepções apresentadas pelo design gráfico.Proporcionar bases para a formação de um repertório crítico, estético cultural e histórico a partir daanálise da obra artística e suas diversas interpretações.EMENTA:Estudar os importantes movimentos de arte e design e analisar como eles influenciaram os principaisdesigners gráficos do passado e do presente. Conhecer as importantes influências que o design tevedurante seu movimento e desenvolvimento. Seus desdobramentos e influencias na produção gráficados tempos atuais.CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:Tema 1: O movimento de “Artes e Ofícios” e a origem do design.Tema 2: O pôster artístico e as artes gráficas.Tema 3: A Art Nouveau e a situação do design europeu.Tema 4: A concepção e produção da escola Bauhaus.Tema5: A fotografiaTema 6: O cinema mudo (as mudanças na concepção e fruição da imagem).Tema 7: O Futurismo Italiano e a sua concepção e produção de arte.Tema 8: O Neoplasticismo e a produção holandesa.Tema 9: O Construtivismo e a produção soviética.Tema 10: A Pop Art e a produção americana.ATIVIDADES COMPLEMENTARES (CARGA HORÁRIA 36H):Apresentação e discussão de materiais iconográficos (filmes e imagens), trabalhos e seminários emequipe, leituras programadas, atendimento aos alunos e equipe.
  • CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:Trabalho: Criação de um arquivo digital individual de imagens obtidas através de diversos meios(pesquisa internet, câmera, scanner, etc.) baseado nos temas expostos em seminários eimplementados à medida que estes forem transcorrendo. É sugerida a troca e acesso de materialexposto em seminário a todos os alunos. A partir do arquivo, elaborar eixo de leitura privilegiando umtema a ser definido pelo aluno e discutido com o professor (ex.: material, forma, cor, textura, uso,tema, estrutura, poética, relações, “sacadas”, usos, idéias pertinentes, período histórico, categorias,etc.).Entrega: última semana de aula.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:Revisão do conteúdo teórico, aplicação de prova e trabalho prático laboratorial.BIBLIOGRAFIA BÁSICA:ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.BENEVOLO, Leonardo. História da Arquitetura Moderna. São Paulo: Ed. Perspectiva, 1976.PEVSNER, N. Os Pioneiros do Desenho Moderno. Lisboa: Ed. Ulisséia, 1962.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:ARANTES, P. Arte e Mídia: Perspectivas da estética digital. SENAC, 2005.DONDIS, Donis A. Sintaxe da Linguagem Visual. São Paulo: Martins Fontes, 1997.DE MICHELLI, M. Las Vanguardias Artisticas del Siglo XX. Madri: Aliança Editorial, 1985.MUNFORD, Lewis. Arte e Técnica. Ed. Nuevas Visions, 1961.GOMBRICH, Ernest. H. A História da Arte. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989.PIGNATARI, Décio. Semiótica da Arte e da Arquitetura. São Paulo: Ed. Cultrix, 1981.Sites pertinentes: Arte, Design e Fotografia:http://www.airtightinteractive.com/news/http://www.core77.com/gallery/photoshttp://www.fotogarrafa.com.br/http://www.centrepompidou.fr/Pompidou/Accueil.nsfhttp://www.e-flux.com-projectshttp://www.bibliotecadigitaleitaliana.ithttp://www.designboom.com/weblog/index.phphttp://www.sobresites.com/design/imagens.htmhttp://www.we-make-money-not-art.comhttp://www.sobresites.com/design/blogsdesign.htmhttp://www.advanceddesign.org/http://www.mitpress.mit.eduhttp://www.palaisdetokio.com
  • UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO MÍDIA DIGITAL E ON-LINE 1 SEMESTRAL 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: SAMUEL GATTI ROBLES CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 40 2 40 PLANO DE ENSINOOBJETIVOS:Abordar de forma objetiva a comunicação digital e on-line através de aulas teóricas, pesquisas eestudos de casos, onde os alunos possam entender de forma clara como definir ações junto ao target(público-alvo) e assim focar seus investimentos de mídia de forma eficaz. Entender o dinamismo daWEB e as alternativas de mídia que existem atualmente (marketing viral / epidêmico, e-marketing,mobile-in, e-commerce entre outras) que são necessidades fundamentais para o profissional quepretende atuar na área da informação.EMENTA:Apresentar e discutir as bases teóricas, pesquisa e estudos de casos, internet, negócios on-line, comose comunicar, os canais utilizados, os impactos estratégicos desses canais, definição de perfil, mídiasalternativas, aulas práticas em laboratório de informática, mídia digital e palestras.CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:1º BimestrePesquisa de Mídia.Base teórica da mídia digital.Adequação do conteúdo ao perfil (target)2º BimestreBase teórica da mídia On-line.Atualidades, tendências e variações de mídia on-line, estudo de casos (mídia on-line), pesquisa epalestra com profissional da área (convidado).Meios de propagação de conteúdos on-lineMídias sociaisSeminários sobre mídias sociaisATIVIDADES COMPLEMENTARES:Leitura e discussão de artigos e casos.Palestras com profissionais da área.Visitas técnicas e feiras de comunicação digital.
  • CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:Avaliação por meio de provas bimestrais e atribuição de notas complementares por meio de discussãode casos referentes a matéria abordada em sala de aula. Atribuição de conceitos por participação emsala de aula, bem como comportamento e respeito aos demais colegas e ao professor.Também será analisada, para efeito de retirada de pontos, o uso correto da Língua Portuguesa,considerando a relevância da boa escrita na formação acadêmica e profissional do aluno.A prova substitutiva poderá ser realizada em dia normal de aula, na semana que antecede o Ciclo deRecuperação, para aqueles alunos que não fizeram uma das provas bimestrais por qualquer razão.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:Conforme calendário estabelecido pela coordenação do curso, o Ciclo de Recuperação será oferecidoàqueles alunos que não obtiverem notas condizentes com os critérios previamente estabelecidos.A Avaliação no Ciclo compreenderá aula expositiva seguida de avaliação que poderá se dar por meio deprova tradicional ou construção de qualquer outro formato de trabalho.BIBLIOGRAFIA BÁSICA:GARFINKEL, S. & SPAFFORD, G. Comercio & seguranca na Web. Market books, 1998.CRUMLISH, C. Explorando a internet. Makron books, 1999.NEGROPONTE, N. A Vida Digital. Companhia das letras, 1997.SAAD, B. Estratégia para mídia digital. Senac, 2003.ARANTES, P. Arte e Mídia: Perspectivas da estética digital. Senac, 2005.GOSCIOLA, V. Roteiro para as novas mídias. Senac, 2003.FERREIRA, L. Novos rumos da cultura da mídia. Mauad, 2007.KELLNER, D. A cultura da mídia. Edusc, 2002.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:KOTLER, P. Marketing para o século XXI. Futura, 1999.CHLEBA, M. Marketing digital. Futura, 1999.STERNE, J. Marketing na web. Campus, 2000.LIMA, A. B. E.LIFE: idéias vencedoras para marketing e promoção na web. Alta Books, 2003.MACHADO, ARLINDO. Arte e mídia. Jorge Zahar, 2007.SHAVER, MARY. Como vender a mídia. Nobel, 2002.COSTA, DANIEL. Comunicações multimídia na internet - da teoria à prática. Ciência Moderna,2007.TAHARA, MIZUHO. Contato imediato com a mídia. Global, 1998.BAIRON, SERGIO. Contato imediato multimídia. Global, 1995.CHOMSKY, NOAM. Controle da mídia. Graphia, 2003.
  • VIANA, FRANCISCO. De cara com a mídia. Negócio, 2001.CRISTOL, STEVEN. A essência do planejamento de mídia. Nobel, 2001.
  • 9.2. Conteúdos Programáticos das disciplinas da segundasérieDisciplinas curriculares da segunda série – Grade curricular 2012 1. Animação Digital 2. Design digital II 3. Interação Humano-Computador 4. Metodologia de pesquisa para design digital I 5. Plástica II 6. Programação para web II 7. Projeto Experimental em Design Digital I 8. Redação e hipertexto II 9. Web-Marketing
  • UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO Animação Digital I 2 ANUAL 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Prof. Davi Antonio da RosaCARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA80 2 80 PLANO DE ENSINOOBJETIVOS:Apresentar o campo da animação para os alunos, introduzindo variadas técnicas de animação emostrando como utilizá-las juntamente com os princípios fundamentais da animação para produziranimações de qualidade. Fazer os alunos compreenderem o fluxo de trabalho de uma animação e produzirem uma animaçãoque passe por todas as etapas apresentadas.EMENTA:História da animação. Princípios Fundamentais da Animação. Etapas da Produção de Animação. Roteiro Audiovisual. Storyboards e Storyreels. Animação Stop Motion. Animação Tradicional 2D. Animação, Sites e Programação Básica com Adobe Flash. Animação 2D com ToonBoom. Motion Graphics com After Effects. Princípios de Edição de vídeo.Atuação para animadores. Produzir um curta-metragem de animação.CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:Apresentação e discussão sobre o campo-Apresentação Pessoal.-Ouvir sobre expectativas e sobre o conhecimento dos alunos nesta área.-Apresentação da disciplina.-Apresentar as ferramentas de avaliação para esta disciplina.-Definir cronograma de entrega de trabalhos.História da Animação- Os primórdios da animação,- Disney e a diversificação estilística- O surgimento dos computadores e o desenvolvimento da CG.Etapas da Produção de Animação- História e roteiro-Desenvolvimento de personagens-Direção de arte-Storyboards-Vozes
  • -Storyreels-Construção de cenários e personagens-Animação-Iluminação e Render-Efeitos visuais-Composição-Efeitos sonoros e música-Edição e montagem-Marketing e distribuiçãoOrganização da Produção-Decupagem da produção;-Pesquisa de produção;-Como escrever um roteiro – formatação e organização-Usando o Celtx para organizar projetos-Storyboard – o que é e como funciona-Os tipos de storyboard-A linguagem dos storyboards-O que é um storyreelAdobe Flash-Animação 2D-Criação de Websites-Programação Básica em ActionScript 2.0Montagem e Edição-O que é montagem-Conceitos de edição-Significado das transições e cortes-Cadência-Usando software de edição (Premiere)Princípios Fundamentais da Animação-Temporização-Aceleração e desaceleração-Movimentos em arco-Continuidade e sobreposição-Ação secundária-Comprimir e Esticar-Exageração-Animação direta e Posição-Chave-Antecipação-Encenação (Atuação Para Animadores)-ApeloMotion Graphics com After Effects-Composições básicas, efeitos, máscaras, animações-Correção de cor – importância e fluxo de trabalho.-Princípios básicos do design em movimento.ATIVIDADES COMPLEMENTARES:-Assistir a vídeos históricos e de referência na área.-Planejamento, Projeto, Criação e Desenvolvimento de Animações em grupo ou de forma individual;
  • -Participação em Palestras e Fóruns sobre o assunto.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:-Avaliações práticas em laboratório-Exercícios e trabalhos teóricos e práticos em sala de aula e em casa-Projeto audiovisual prático que aplicará todos os conhecimentos adquiridos nos módulos anteriores.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:-Avaliação teórica e prática em sala de aula ou laboratórioBIBLIOGRAFIA BÁSICA:MILBURN, K. & CROTEAU, J. Flash 4: animação na web. Makron Books, 2000.BARBOSA JÚNIOR, Alberto Lucena. Arte da Animação: Técnica e estética através da história. SãoPaulo: Editora SENAC, 2002.DONDIS, Donis. Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Martins Fontes, 1991.FIELD, Syd. Manual do roteiro: os fundamentos do texto cinematográfico. Rio de Janeiro,Objetiva, 1995.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:FRANKLIN, D. Macromedia Flash 5. Ed. Campus, 2001.PEDROSA, Israel. Da cor à cor inexistente. Leo Christiano Editorial, 2002.SAUCIER, C. Animação e interatividade na web. Markt Books, 2000.MURRAY, Janet. Hamlet no holodeck: o futuro da narrativa no ciberespaço. São Paulo: Unesp:Itaú Cultural, 2003.GIANETTI, C. Estética Digital. Sintopia da arte, a ciência e a tecnologia. Belo Horizonte: EditoraC/ Arte, 2006.
  • UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO DESIGN DIGITAL II 2ª 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): Gabriel Arroyo CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 160 4 X PLANO DE ENSINOOBJETIVOS: A disciplina tem como objetivo capacitar o aluno a desenvolver “produtos digitais” osquais sejam planejados com o conhecimento não só das técnicas, mas que seja capaz de planejar,realizar, resolver problemas, propor soluções viáveis por meio de conhecimento holístico dos elementosque compõem a linguagem visual das mídias digitais.EMENTA: Aprimoramento dos elementos de design no sentido de provocar/produzir resultadoseficientes e eficazes na composição visual digital concebendo produtos que atendam ao binômionavegabilidade e informação.CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:1. Entender e sentir o que é design- Aula sensibilidade artística- Design como informação visual- Encontrando seu estilo2. Stop Motion- Técnicas de produção- Conteúdo Teórico- Trabalho interdisciplinar3. O aprimoramento do olhar para o desenvolvimento do conceito- Entender antes de fazer- Padrão visual- Conceito e criatividade4. Estimulando a sensibilidade dos sentidos para criar- Aguçamento dos sentidos no processo de gerar informação- Observação de trabalhos5. Desenvolvimento de logotipos e famílias tipografias- Técnicas para agrupamento de idéias- Teste de técnicas visuais e estilos- Composição dos elementos- Manual de identidade- Defesa e apresentação6. Briefing e brainstorm para criação- Coleta das informações com o cliente- Discussão das idéias em grupo- organização da informação
  • 7. Rabiscar e “viajar”: Etapas para realizar um projeto Digital.- Estudo de interfaces antes do projeto- Papel antes do computador8. Comunicação visual nas novas tecnologias: A comunicação está ao nosso redor.- Estudo da interferência da comunicação visual nas novas tecnologias- Tendências visuais e tecnologia9. Design Centrado no usuário – Produtos digitais e ambientes acessíveis a todos.- O papel do designer frente ao usuário- Estudo da necessidade do usuário para adaptações no projeto- Precauções na comunicação visual para usuários10. Redesign. Como aperfeiçoar um projeto “evolução”.- Melhoria de projetos e interfaces- Análise dos pontos que podem ser melhorados/adaptados- Uso dos estudos anteriores para adequação as novas tecnologias11. Estética, Navegabilidade e Linguagem visual nas mídias digitais: aplicações- Não basta ser bonito. Precisa funcionar!- Testes de navegabilidade em diferentes interfaces- Estudo de interfaces em diferentes mídias digitais12. Direção de arte: Definindo as técnicas de criação.- Estudo de técnicas de criação- Exercícios práticos visuais- Como trabalhar a informação13. Estudo de símbolos- Estudo dos principais símbolos e suas culturas- Análise visual e interpretação- Uso da simbologia nas mensagens visuais14. Argumentações estruturadas para defesa de projetos.- Preparação para apresentação de trabalhos visuais.- Diferentes ferramentas para apresentação de trabalhos- Pontos importantes a serem trabalhados14. Desenvolvimento de produtos culturais criativos.- Estudo da cultura interessada- Criação do produto digital- Uso da identidade visual cultural15. Estudo de Interface para tecnologias Móbile.- Estudo da tecnologia móbile- Estudo de interfaces- Criação de aplicativos/interfaces16. Apresentação e exposição de trabalhos.17. Analise de filmes.18. Estudo de casos.
  • ATIVIDADES COMPLEMENTARES:Pesquisa avançada em sites que discutam Design Digital, com apresentação de relatório.Leitura e fichamento de artigos em revistas e sites especializadosAtividades de caráter artístico que promovam a ampliação do conhecimento do aluno (teatro, cinema,artes plásticas etc.)Viagens para exposições e eventos ligados a Design / ArtesCRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:A avaliação da aprendizagem do aluno se dará por meio de provas dissertativas individuais, provas“práticas” individuais e exercícios práticos desenvolvidos em grupo e/ou individual. Nos seguintestrabalhos.- Descobrindo a sensibilidade para criar.- Desenvolvimento de logotipos e interfaces criativas e funcionais.- A comunicação visual ao nosso redor (fotos e composições informativas).- Desenvolvimento de produtos culturais criativos.- Análise de interfaces.- Redesenhando produtos e ambientes funcionais.- Apresentação e exposição de trabalhos.- Relatórios sobre filmes e textos.- Simbologia.- Exercícios em clase.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:No ciclo de recuperação o aluno deverá apresentar como avaliação um projeto de desenvolvimento dedesign digital a partir dos conceitos aprendidos em sala de aula.BIBLIOGRAFIA BÁSICA:MEMÓRIA, F. Design para a Internet: Projetando a experiência perfeita. Rio de Janeiro: Campus, 2005.BONSIEPE, Gui. Design: do material ao digital. Florianópolis: FIESSC/IEL, 1997LÉVY, Pierre. O que é virtual?. São Paulo: Editora 34 ltda, 1996JENKINS, H. Cultura da convergencia. São Paulo: Editora Aleph, 2011BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:NORMAN, D. Design Emocional. Rocco, 200LÉVY, Pierre. Cybercultura.São Paulo: Editora 34 ltda, 2000NIELSEN, J.; LORANGER, H. Usabilidade na web: projetando websites com qualidade. Campus, 2007CANCLINI, Nestor García. Culturas híbridas. São Paulo: Edusp, 2003COSTA, DANIEL. Comunicações multimídia na internet - da teoria à prática. Ciência Moderna, 2007. Assinatura:
  • UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANOIHC INTERAÇÃO HUMANO-COMPUTADOR 2 1 2 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Eduardo Pezutti Beletato dos Santos CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 80 2 80 PLANO DE ENSINOOBJETIVOS:OBJETIVO GERAL:Apresentar novas perspectivas das formas de interação humano-computador, visando facilitar acomunicação entre o homem e a máquina e ensinar para o aluno conceitos de navegação e interaçãoem meios digitais, com ênfase na Internet, assim como aplicar conceitos de aplicabilidade,comunicabilidade e usabilidade na construção de websites, visando fornecer suporte às atividadescotidianas das pessoas.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:1) Proporcionar aos alunos a compreensão dos fundamentos teóricos e do conhecimento aplicado aodesign de interação.2) Proporcionar a compreensão gerencial para a identificação e seleção de métodos, técnicas eferramentas necessárias à concepção e avaliação da usabilidade de interfaces com o usuário desistemas interativos.3) Ensinar como desenvolver telas e interfaces simplificadas para Internet e sistemas de informação,de modo a contemplar usuários com idades e perfis variados, como por exemplo, crianças, adultos eidosos, e também verificar necessidades para pessoas portadores de deficiência.4) Proporcionar o desenvolvimento da capacidade de realização de atividades práticas de análise,especificação, projeto, testes, implantação, revisão e manutenção de interfaces.EMENTA:Fornecer aos alunos conceitos de interface, navegação e interação, com teoria a respeito dosfenômenos envolvidos, como modelos teóricos de desempenho e cognição humanos.Explicações e previsões para fenômenos de interação usuário-sistema e resultados práticos para odesign de interação.Teste para prever e verificar se o sistema satisfaz as condições de usabilidade, aplicabilidade ecomunicabilidade dos usuários.CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:O que é Interface?Evolução de Interface e sua conceituação
  • Interação Humano-ComputadorDesafios e objetivos de IHCPrincípios de DesignDesign de InteraçãoAcessibilidadeUsabilidadeValidação de websites com as ferramentas atualmente propostas da W3CCritérios para avaliação de interfacesAvaliação de InterfacesProjeto de interfaceNovas perspectivas de interação humano-computadorATIVIDADES COMPLEMENTARES:Palestra com profissionais da áreaExibição de vídeos de novos produtos disponíveis que possuem formas inovadoras de interaçãoCRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:Os critérios a serem adotados são assiduidade, interesse e desenvolvimento acadêmico e profissionalde cada estudante.O modelo de avaliação contempla provas escritas e entregas de trabalhos individuais e coletivos.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:Avaliação escrita e entrega de trabalhos individuais.BIBLIOGRAFIA BÁSICA:ROCHA, Heloisa Vieira da; BARANAUSKAS, Maria Cecília Calani. Design e avaliação de interfaceshumano-computador. Campinas: NIED, 2003. Disponível em<http://eurydice.nied.unicamp.br/publicacoes/livros.php> . Acesso em 11 dez 2010. (A publicação emquestão pode ser adquirida via download gratuito)PREECE, J., ROGERS, Y., SHARP, H. Design de Interação: além da interação humano-computador. Bookman, 2005.Nielsen, J.; Loranger H. Usabilidade na web - Projetando Websites com qualidade. Campus,2007.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:KRUG, Steve. Não me faça pensar:uma abordagem do bom senso à navegabilidade da WEB.São Paulo: Market Books, 2001.MEMÓRIA, F. Design para a Internet: Projetando a experiência perfeita. Rio de Janeiro: Campus,2005.Oliveira Netto, A. A. IHC - Interação Humano Computador - Modelagem e Gerência deInterfaces com o Usuário. Visual Books, 2004.NORMAN, D. Design Emocional. Rocco, 2008.Gomes Filho, João. Gestalt do Objeto: Sistema de leitura visual da forma. Ed. Escrituras, SãoPaulo, 2002.
  • UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANOMetodologia de Projeto para Design Digital 2 SEMESTRAL 2012 I DOCENTE RESPONSÁVEL: Sérgio Vinícius de Lima Grande CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 40 2 40 PLANO DE ENSINOOBJETIVOS:Articular/relacionar teoria, método e técnica de pesquisa, por meio do aprendizado das principaisetapas de uma pesquisa e sua documentação por meio de relatórios acadêmicos;Conhecer as principais fontes bibliográficas online, direcionando as pesquisas para o campo do Design;Considerando as diversas possibilidades de propostas e temas para os trabalhos de conclusão do cursode Design Digital a serem desenvolvidos na terceira série do curso, a disciplina Metodologia do projetopara Design Digital I tem como objetivo central permitir a estruturação dos projetos de pesquisa naforma de Pré-Projetos. Trata-se, portanto, de aprender pela pesquisa.EMENTA:Introdução aos métodos e técnicas de pesquisa de acordo com o tema/objeto proposto pelos grupos detrabalho. Subsídios conceituais para a elaboração de projetos e relatórios acadêmicos. Normas técnicasde estruturação dos projetos com base nas definições da Associação Brasileira de Normas Técnicas(ABNT).CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:Questões conceituais e estruturais a respeito do projeto:O que é um projeto de pesquisaEstrutura básica de um projetoQuestões relacionadas à subjetividadeA escolha do tema para pesquisaA escolha do caminho/método e os tipos de pesquisaPesquisas exploratóriasPesquisas descritivasPesquisas explicativasTécnicas de PesquisaObservaçãoDepoimentosEntrevistasHistória de vida/trajetóriasOrientações relativas às normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
  • CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:1º Bimestre: Trabalho em equipe.2º Bimestre: Trabalho em equipe. Entrega do Pré – Projeto.Obs: Ainda que os trabalhos estejam sendo desenvolvidos em grupo, o(a) professor(a) que ministra adisciplina tem a prerrogativa de avaliar o desempenho individual de cada aluno(a) membro de grupo.Portanto, será considerado também o desempenho do aluno no interior do grupo de trabalho.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:Reformulação do projeto de acordo com os conhecimentos teóricos, metódicos e técnicos construídosdurante o semestre, para a conclusão do projeto em Design Digital.BIBLIOGRAFIA BÁSICA:CERVO, A.L; BERVIAN, P.A. Metodologia científica. São Paulo: Makron Books, 1996; 2002.GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002.MARCONI, M.A.; LAKATOS, E.M. Técnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1999; 2002; 2007.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:LAKATOS E.M., MARCONI M.A. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2005.LAKATOS E.M., MARCONI M.A. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 2006.GONSALVES, Elisa Pereira. Conversas sobre iniciação à pesquisa científica. Campinas, SP: EditoraAlínea, 2001, 80p.GIL, Antonio Carlos. Métodos e Técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 1999SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 1993; 2002.
  • UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO Plástica II 2 ANUAL 2010 DOCENTE RESPONSÁVEL: Profa. Ms. Adeline Gabriela Silva Gil CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 120 2 120 PLANO DE ENSINOOBJETIVOS:- Abordar elementos de estética digital como aprofundamento da disciplina Plástica I, introduzindoos processos colaborativos em rede sob uma perspectiva ético-estética e evidenciando osdesdobramentos dessas novas tendências criativas na atividade profissional do designer;- Proporcionar conhecimentos que são uma condição essencial para a concepção de objetos dedesign na atualidade, em um contexto de conexão e interação entre coletivos humanos e não-humanosem processos dinâmicos;- Levar os alunos a identificar as diferentes estratégias de comunicação e expressão presentesnas mais diversas produções no campo do design digital por meio de ferramentas teóricas eexercícios práticos.EMENTA:- Flusser e a filosofia do Design. Os conceitos de Projeto e Programa e sua relação com um novoparadigma de criatividade. A questão da autoria.- Processos colaborativos em ambiente digital.- Cibercultura. Diferenças entre os conceitos de Virtual e Digital. Interatividade. A linguagem digitalcomo elemento de instauração estética. A estética da interface.- Introdução às teorias sistêmicas e sua relação com a criatividade.- Cibercidades, mídias locativas, computação ubíqua e realidade aumentada.CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:- Flusser e a filosofia do Design. Os conceitos de Projeto e Programa e sua relação com um novoparadigma de criatividade.- A questão da autoria: Software livre, Creative Commons, metarreciclagem, recombinação.- Breve histórico de projetos colaborativos (Séc. XX, Internacional Situacionista).- O pensamento coletivo: Comunidades virtuais, smart mobs, ciberativismo.- A Cultura do acesso. O conceito de cibercultura e suas implicações nas atividades do profissional decomunicação. O Universal sem totalidade.- As Tecnologias da Inteligência. Diferenças entre virtual e digital. Tipos/níveis de interatividade.- Ideografia dinâmica. Os 4 espaços antropológicos (Lévy);- O objeto de design como mediador da Inteligência Coletiva.- A estética da interface (Giannetti).- Introdução ao pensamento sistêmico e sua relação com a criatividade (conceitos de complexidade,interação, auto-organização, descentralização, entropia).- Cibercidades, mídias locativas, computação ubíqua e realidade aumentada.- Experimentações e análises de produções contemporâneas.ATIVIDADES EXTRA-CLASSE:
  • Todos os temas contarão com material de apoio (audiovisual, textual ou outro). Haverá abertura para acontribuição dos discentes, estabelecendo um fluxo transversal de informações e referências através daWWW, não restrita aos alunos da disciplina. Para cada tema abordado em aula, serão propostasatividades com grau de complexidade crescente, de acordo com o feedback da classe. As atividadespoderão ocorrer em sala de aula ou entregues em data definida previamente pelo professor:- pesquisas de produções relacionadas aos temas abordados;- leitura dirigida e discussão;- produção de objetos relacionados aos temas da disciplina;- experimentações e visitas a eventos e exposições.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:Para cada tema abordado em aula, será proposto um exercício e/ou uma tarefa a ser realizada emgrupo ou individualmente. A participação do aluno é o principal critério de avaliação, seja em exercíciosem sala de aula ou na realização de tarefas. A evolução do aluno em seu processo de aprendizagempoderá ser observada no decorrer do ano letivo através de:- desenvolvimento e aprofundamento nas atividades propostas;- criatividade;- capacidade de trabalhar em grupo;- pontualidade nas entregas.Cada atividade vale de 0 a 10 e a soma das notas será dividida pelo número de atividades para aobtenção da nota final. O atraso de até uma semana, na entrega das tarefas, acarretará na diminuiçãoda nota em 40%. Após este período, serão consideradas como não entregues.A média mínima para aprovação é 6,0 (seis) e a freqüência mínima é de 75%.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:Se a nota final for menor que 6,0 (seis), o aluno que tiver entregue mais de 75% das atividades e tiverfreqüentado mais de 75% das aulas, poderá participar do ciclo de recuperação e realizar uma prova,podendo assim atingir a média da disciplina. Do contrário, não poderá ser promovido. A prova abordaráos principais temas da disciplina, indicados no item “ementa”.BIBLIOGRAFIA BÁSICA:HARVEY, David. A condição pós-moderna. São Paulo: Loyola, 1992.LÉVY, P. O que é virtual? Rio de Janeiro : Editora 34,1996.PARENTE. A. (org.) Imagem - Máquina. A era das tecnologias do Virtual. RJ: Ed.34, 1993.ARANTES, P. Arte e Mídia no Brasil: perspectivas da estética digital. Disponível em:<http://www.cap.eca.usp.br/ars6/arantes.pdf>. Acesso em 28 jan. 2011.BEIGUELMAN, G. O livro depois do livro. Disponível em:<http://www.desvirtual.com/thebook/ebook.htm>. Acesso em 28 jan. 2011.PLAZA, J. Arte e interatividade: autor, obra, recepção. Disponível em:<http://www.cap.eca.usp.br/ars2/arteeinteratividade.pdf>. Acesso em 28 jan. 2011.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:BEY, H. TAZ – Zona autônoma temporária. Disponível em:<http://www.scribd.com/doc/16978783/Hakim-Bey-TAZ-Zona-Autonoma-Temporaria>. Acesso em 28jan. 2011.CANCLINI, N. Consumidores e cidadãos: conflitos multiculturais da globalização. Rio de Janeiro:UFRJ, 1998.FLUSSER, V. O mundo codificado. São Paulo: Cosac Naify, 2010._________. O universo das imagens técnicas. SP: Annablume, 2008.GIANETTI, C. Estética Digital. Sintopia da arte, a ciência e a tecnologia. Belo Horizonte: EditoraC/ Arte, 2006.LÉVY, Pierre. As Tecnologias da Inteligência. O Futuro do pensamento na era da informática.Coleção Trans, Rio de Janeiro: 34, 1993.
  • LUPTON, E.; PHILLIPS, J. C. Novos fundamentos do design. São Paulo: Cosac Naify, 2008.MCLUHAN, M. Os meios de comunicação como extensão do homem. São Paulo: Cultrix, 1971.PIMENTA, E. Aquitectura no espaço em rede. No domínio do tangível ou do intangível?Disponível em: <http://www.asa-art.com/edmp/95rede1.doc> e <http://www.asa-art.com/edmp/95rede2.doc>. Acesso em 29 nov. 2009.
  • UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO Programação para Web II 2 ANUAL 2011 DOCENTE RESPONSÁVEL: Dênis Leonardo Zaniro CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 160 4 160 PLANO DE ENSINOOBJETIVOS:Proporcionar conhecimentos básicos, teóricos e práticos, para o desenvolvimento de hipertextosdinâmicos para ambientes interativos através de linguagem de marcação e linguagem de programação.Proporcionar conhecimentos básicos, teóricos e práticos, para a criação de aplicações multimídiainterativas por meio de kits de Desenvolvimento.EMENTA:Histórico, evolução e características da Internet. Revisão de HTML (HyperText Markup Language) e CSS(Cascading Style Sheets). Linguagem de scripts JavaScript. Linguagem de programação Java e atecnologia Servlet. Introdução aos SGBDs e bancos de dados relacionais. Comandos básicos dalinguagem SQL para acesso a bancos de dados. Criação de aplicações Web em Java com conexão abanco de dados. Introdução ao JSP.CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:Revisão da linguagem HTML e do padrão CSS- Introdução à Engenharia da Web, histórico e evolução da Internet- Introdução a WWW e ao protocolo HTTP- Revisão da linguagem HTML * Tratamento de textos, imagens e recursos de multimídia * Tratamento de links * Listas formatadas * Tabelas * Formulários * Objetos e plugins * Definição de folhas de estilo em CSSIntrodução à linguagem JavaScript- Sintaxe básica da linguagem JavaScript- Tipos de dados, variáveis e instruções de entrada e saída de dados- Operadores aritméticos, relacionais e de atribuição- Estruturas de controle e operadores lógicos- Labels- Funções embutidas e funções definidas pelo usuário- Objetos- Tratamento de eventosProgramação em Java para Web – Servlets- Histórico e principais características da linguagem Java - Introdução aos servidores WEB: características básicas e o servidor Tomcat - A tecnologia Servlet
  • * Características básicas * Ciclo de vida de um servlet * Atendimento de requisições * Geração de saída * Captura de parâmetros de requisição * Cookies e sessõesProgramação em Java para Web – Conexão com Banco de dados e introdução ao JSP - Introdução aos SGBDs e bancos de dados relacionais - Visão geral da linguagem SQL: operações de inserção, atualização, deleção e consulta - Processo de conexão com banco de dados - Introdução ao JSP: características básicas, ciclo de vida, elementos dinâmicos e tags - Utilização da tecnologia JSP para formatação do conteúdo de resposta para uma requisiçãoATIVIDADES COMPLEMENTARES:-Planejamento, Projeto, Criação e Desenvolvimento de documentos hipertexto e aplicações multimídiadesenvolvidas em grupo ou de forma individual;-Participação em Palestras e Grupos de Estudos de Mídias InterativasCRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:-Avaliações teóricas dissertativas e de múltipla escolha-Avaliações práticas em laboratório-Exercícios e trabalhos teóricos e práticos em sala de aula e em casaCRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:-Avaliação teórica e prática em sala de aula ou laboratórioBIBLIOGRAFIA BÁSICA:DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J. Java: como programar. Tradução de Carlos Arthur Lang Lisboa. 4.ed.Porto Alegre : Bookman, 2003.HORSTMANN, C. S. & CORNELL, G. Core java. Makron Books, 2001.GOODMAN, Danny. Javascript: a Bíblia. Campus, 2001. 944p.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:CASTRO, Elizabeth. HTML 4 para a World Wide Web. 4 ed. Makron Books do Brasil, 2000. 534p.RAMALHO, José A. HTML dinâmico. 2 ed. Berkeley Brasil, 1999. 719p.MAZZETTI, Gerardo; MINK, Carlos. HTML 4 com XML. São Paulo: Makron Books do Brasil, 2000.411p.KINGSLEY-HUGHES, A.; KINGSLEY-HUGHES, K. Iniciando em Javascript 1.5. Makron Books doBrasil, 2001. 299p.DEITEL, H.M.; DEITEL, P.J. . XML Como Programar. Bookman Companhia Ed, 2003.
  • UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANOProjeto Experimental para Design 2 ANUAL 2012 Digital I DOCENTE RESPONSÁVEL: Maira Valencise Gregolin CARGA HORÁRIA DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIACARGA HORÁRIA TOTAL SEMANAL TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 320 4 320 PLANO DE ENSINOOBJETIVOS:Orientar os alunos a elaborarem ciclos de projetos colaborativos, que consistem naaplicação de conceitos abordados relativos ao universo do designer digital. O processode experimentação deve explorar as ligações e sobreposições entre midias, tecnologiae design.EMENTA:O Design é a alma das criações humanas – Steve JobsA disciplina se propõe a encorajar os alunos a experimentarem a elaboração deinterfaces tangíveis, valendo-se de conceitos consistentes na implementação de suaspropostas.Estabelecido um fio condutor temático, os alunos são livres na utilização dasferramentas (hardware e software) para a criação, planejamento e produção de seusprojetos.De maneira geral, a disciplina busca contribuir para a formação profissional do aluno,na medida que propicia condições de:colocar na prática de conhecimentos teóricos adquiridos em diversas disciplinas docursoadquirir uma atitude de trabalho sistematizado de forma colaborativa, desenvolvendo-lhe a consciência de organização, divisão de tarefas e produtividadeincentivar o exercício do senso estético crítico e da criatividadesentir suas próprias deficiências e buscar seu aprimoramentoAlém dos próprios projetos, os alunos serão orientados a organizarem entre eles odesign da exibição dos trabalhos finais resultantes da disciplina.CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:A Cultura da Convergência
  • As mídias tradicionais e digitaisAs mídias sociaisO Ativismo DigitalDispositivos MóveisOs artefatos lúdicosA linguagem dos gamesIntrodução à Narrativa Transmídia – Everyday life with mediaOrientação e Apresentação de Projetos Intermediários e Trabalho Final ao longo doanoATIVIDADES COMPLEMENTARES:Manutenção de dialogo com alunos e acompanhamento das atividades desenvolvidasem rede social criada especificamente para essa disciplina, no linkWWW.uniara.ning.comAo final da disciplina, os alunos Irão elaborar um Relatório Técnico (RT) e TrabalhoFinal (TF) para avaliação. Ainda assim, todos os projetos intermediários (PI)desenvolvidos ao longo do ano serão avaliados.Incentivo à participação em eventos, congressos e visitas técnicas a empresas dosetor.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:Os critérios de avaliação da aprendizagem têm por objetivo avaliar o aluno tanto nocontexto prático quanto no contexto teórico. Assim, no decorrer do curso, os alunosserão avaliados em diferentes aspectos:freqüência nos encontrosparticipação nos projetos em andamentodesempenho na elaboração e apresentação das etapas sequenciais do projetoparticipação do espaço virtual da disciplina, na plataforma NINGConsiderados esses aspectos, as notas serão sintetizadas através da fórmula:PA(3) + PI(3) + TF(2) + RT(2) /10sendo:Participação do aluno nas atividades: PAProjetos Intermediários: PITrabalho Final: TF
  • Relatório Técnico: RTCRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:O aluno deverá assistir às aulas de recuperação e ao final entregar os trabalhos sobreos temas abordados em sala de aula.BIBLIOGRAFIA BÁSICA:IGOE, T. Making things talk: practical methods. Sebastopol, CA: O´Reilly Media,2007.GLANVILLE, R. Try again. Fail again. Fail better: the cybernetics in design and thedesign in cybernetics. In: Kybernetes. Vol.36, n° 9/10. 2007 p. 1173-1206.JENKINS, H. A cultura da convergência. São Paulo: Aleph, 2008.JOHNSON, D. "Intelligent Design or Godless Universe? The Creative Challenges ofWorld Building and Franchise Development," Franchising Media Worlds: ContentNetworks and The Collaborative Production of Culture, PhD Dissertation, University ofWisconsin-Madison, 2009.MURRAY, Janet. Hamlet no holodeck: o futuro da narrativa no ciberespaço. São Paulo:Unesp: Itaú Cultural, 2003.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:GORDON, Bob e GORDON, Maggie. O guia completo do design gráfico digital: a chavedo designer gráfico para os novos media. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.(p.182-195) (p.148 -149).LUHMANN, N. Risk: a sociological theory. New York: A de Gruyter, 1993.SOMMERER, C.; JAIN, L.C.; MIGNONNEAU, L. (Ed.). The Art and the science ofinteraction design. Berlin Heidelberg: Springer-Verlag, 2008.SOMMERER, C.; MIGNONNEAU, L. (2005). Desigining emotional, metaphoric, naturaland intuitive interfaces for interactive art, edutainement and mobile communications.In: Computer & Graphics 29, p.837-851. Disponível em <www.sciencedirect.com>.Acesso em out.2007.WEIBEL, P. (2007). It is forbidden not to touch: some remarks on the (forgotten partsof the) history of interactivity and virtuality. In: GRAU, O. (Ed.). MediaArtHistories.Cambridge: MIT Press.______. (1996). The World as Interface: Toward the Construction of Context-Controlled Event-Worlds. In: DRUCKREY, T. (ed.) Electronic Culture: Technology andvisual representation. New York: Apperture.______. (2008). Intelligent beings in an intelligent universe. In IntelligenteAmbiente/Intelligent Enviroment. p 06-26. s/d.
  • UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO SEQUENCIAL DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA EM WEB DESIGN DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO REDAÇÃO E HIPERTEXTO II 2 1 2 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): Fabricio José Mazocco CARGA HORÁRIA DISTRIBUIÇÃO DA CARGACARGA HORÁRIA TOTAL SEMANAL HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 80 2 80 PLANO DE ENSINOOBJETIVOS:Aprimorar as habilidades de redação e edição de textos;Criar um ambiente de produção textual colaborativo para web;Promover a utilização e familiaridade com softwares de produção, edição, revisão epublicação de textos na web;Apresentar uma revisão teórico-prática do conceito de hipertexto e outrosrelaiconados ao mundo digital;EMENTA:Reflexões teórico-práticas sobre o texto e sua evolução. Conceituação, história eprática do hipertexto. Colaboratividade e produção textual.CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:Convergência midiáticaO conceito de HipertextoO que é hipertextoMetamorfose, Heterogeneidade, Multiplicidade e encaixe de escalas, Exterioridade,Topologia e Mobilidade de centrosIntertextualidade, Multivocalidade, Descentralização e IntratextualidadeHistória do hipertextoNoções básicas de hipertextoTradição narrativaRepresentação gráficaPercursos de hipertextoInterface e interatividadeNão-linearidadeReflexões sobre hipertextoFragmentação ao longo da históriaHipertexto x HipermídiaLink como elemento paratextualComo se chega ao fim da história?Não-Linearidade X MultilinearidadeOficina de produção textual colaborativaA produção textual em Blogs e redes sociais.
  • RECURSOS METODOLÓGICOS:A metodologia da disciplina poderá envolver, de acordo com o tópico, aulasexpositivas; revisão bibliográfica; discussões em grupo; atividades de pesquisa naInternet; preparação de documentos eletrônicos (sites, blogs etc.); seminários;atividades individuais e coletivas em sala de aula e no Laboratório de Informática;exercícios práticos, individuais e coletivos. O desenvolvimento de atividades deextensão ocorrerá por meio da publicação de textos produzidos durante o semestreem sites, portais ou outros instrumentos de visibilidade na web.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:Participação ativa nas atividades propostas;Posição crítica em relação às leituras e debates;Utilização da língua formal nas produções textuais;Correção e usabilidade da produção textual sugerida;CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:Envolvimento no processo de ensino-aprendizagem;Evolução do aprendizado ao longo do curso.BIBLIOGRAFIA BÁSICA:CASTELLS, Manuel. A galáxia da Internet. RJ: Jorge Zahar Editor Ltda, 2004.LEVY, P. Cibercultura. São Paulo, Ed. 34, 1999.PIGNATARI, D. Informação Linguagem Comunicação. São Paulo: Ed. Cultrix,1991.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:COSTA, D. Comunicações multimídia na internet - da teoria à prática. CiênciaModerna, 2007.BLIKSTEIN, I. Técnicas de Comunicação Escrita. São Paulo: Ática, 2002.
  • MATERIAL ONLINE:ARAÚJO, Júlio César. Chats na Web: a linguagem proibida e a queda de tabus. RevistaLinguagem em (Dis)curso, volume 8, número 2, maio/ago. 2008. Disponível em<http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0802/05.htm>. Acesso em 14mar 2011.BARBOSA, Ana Cristina Lima Santos. Leitura e Escrita na Web. Revista Linguagemem (Dis)curso, volume 5, número 1, 2005. Disponível em<http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0501/08.htm>. Acesso em 14mar 2011.HEINE, Palmira Bahia. Considerações sobre a cena enunciativa: A construção do ethosnos blogs. Revista Linguagem em (Dis)curso, volume 8, número 1, jan./abril.2008. Disponível em<http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0801/06.htm> Acesso em 14mar 2011.MIELNICZUK, L. ; PALACIOS, M. . Considerações para um estudo sobre o formato danotícia na web: o link como elemento paratextual. In: X Compós - Encontro doscursos de Pós-Graduação em Comunicação, 2001, Brasília, 2001. Disponível em<http://www.facom.ufba.br/jol/pdf/2001_mielniczuck_linkparatextual.pdf>. Acessoem 14 mar 2011.MIELNICZUK, L. . Considerações sobre interatividade no contexto das novas mídias.In: André Lemos; Marcos Palacios. (Org.). Janelas do ciberespaço. Porto Alegre:Sulina, 2001. Disponível em<http://www.facom.ufba.br/jol/pdf/2001_mielniczuk_interatividadenovasmidias.pdf>.Acesso em <14 mar 2011>PALACIOS, Marcos Silva. Hipertexto, Fechamento e o uso do conceito de não-linearidade discursiva. Lugar Comum, Rio de Janeiro, n. 08, p. 111-121, 1999. Disponível em<http://www.facom.ufba.br/jol/pdf/1999_palacios_hipertexto_naolinearidade.pdf>.Acesso em 14 mar 2011.PALACIOS, Marcos. Mundo Digital. In: RUBIM, Albino (org). Cultura e Atualidade noVestibular. Salvador, EDFUBA, 2005. Disponível em<http://www.facom.ufba.br/jol/doc/2005_palacios_mundodigital.doc> Acesso em 14mar 2011.PRIMO, Alex. Quão interativo é o hipertexto?: Da interface potencial à escrita coletiva.Fronteiras: Estudos Midiáticos, São Leopoldo, v. 5, n. 2, p. 125-142, 2003.Disponível em <http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/quao_interativo_hipertexto.pdf>.Acesso em 14 mar 2011.
  • UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAISCURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO WEBMARKETING 2ª 1º ----- 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): CARLOS EDUARDO PIKEL PEREZ CARGA HORÁRIA DISTRIBUIÇÃO DA CARGACARGA HORÁRIA TOTAL HORÁRIA SEMANAL TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 40 2 40 ----- ----- PLANO DE ENSINOOBJETIVOS:Conduzir os alunos à formação de competência na área de webmarketing,trabalhando de maneira moderna e interativa a construção de técnicas decomunicação aplicadas ao ambiente eletrônico da WEB. Para tanto, propõe-se a baseda teoria de marketing para então alinhar tais conceitos à realidade virtual. A partirdos conceitos bem delineados, pode-se propor linhas eficazes de comunicaçãoeletrônica que tenha como objetivo precípuo a obtenção de informações que possamgerar estratégias eficazes para a divulgação de produtos e serviços dos clientescontratantes do serviço.EMENTA:Base teórica e atividades práticas de marketing. O mix de marketing. Adaptação dalinguagem de marketing às necessidades e dinamismo da web. O que vem gerandoresultado para gerar percepção de qualidade sobre produtos e serviços. Identificaçãode objetivos. Identificação de clientes potenciais e seleção de clientes reais. Eficáciada linguagem de marketing com foco nos resultados.CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:1º Bimestre1- Base teórica de marketing. Conceitos e evolução. Abordagem de autores nacionaise internacionais. Análise de Cases.2- Avaliação da base teórica de WEB. Análise da trajetória de sites (provedores deacesso, ferramentas de busca, sites comerciais, sites de entretenimento).2º Bimestre
  • 3- Análise dos sites e das estratégias de marketing usadas para descobrir,persuadir e transformar necessidades e desejos de compra em dividendos para aempresa. 4- Construção de estratégias de marketing para empresas.ATIVIDADES COMPLEMENTARES: Leitura e discussão de artigos, livros e papers relativos ou não à disciplina; Visitas técnicas e feiras; Visita à agências e empresas de construção de sites e/ou especializadas na criaçãode estratégias mercadológicas para web.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:Avaliação por meio de provas bimestrais e atribuição de notas complementaresquando da apresentação de seminários em sala de aula. Haverá ainda atribuição deconceitos por participação e debates em sala de aula, bem como comportamento erespeito ao direito dos demais colegas e do professor.Também será analisada para efeito de retirada de pontos que compõe a notabimestral e final do aluno a análise de Língua Portuguesa, considerando a relevânciada boa escrita na formação acadêmica e profissional do aluno. A prova substitutiva, destinada àqueles alunos que não fizeram, por qualquer razão,uma das provas bimestrais previstas no calendário regular ao longo do semestre,poderá ser realizada em dia normal de aula, na semana que antecede ao início doCiclo de Recuperação.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: Conforme calendário estabelecido pela coordenação do curso, pela chefia dedepartamento e pela pró-reitoria acadêmica, o Ciclo de Recuperação será oferecidoàqueles alunos que não obtiverem notas ou freqüência mínima condizentes com oscritérios previamente estabelecidos. A avaliação no Ciclo compreenderá aulaexpositiva seguida de avaliação que poderá se dar por meio de prova tradicional ouconstrução de qualquer outro formato de trabalho que certifique o docente dadisciplina de que o aluno está ou não apto à aprovação na referida disciplina.
  • BIBLIOGRAFIA BÁSICA:CARPENTER, P. E-Brands: como se constrói uma empresa na internet. Qualitymark,2000.SAAD, B. Estratégias para mídia digital. Senac, 2003.LIMA, A. B. E.LIFE: idéias vencedoras para marketing e promoção na web. AltaBooks, 2003.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:MCKEOWN, M. E-Customer. 1. ed. Makron Books, 2003.KOTLER, P. Marketing para o Século XXI: como criar, conquistar e dominarmercados. 5. ed. São Paulo: Futura, 2000.KOTLER, P. Administração de Marketing: análise, planejamento, implementação econtrole. 5.ed. São Paulo: Atlas, 1998.KOTLER, P.; ARMSTRONG, G. Princípios de Marketing. 9. ed. São Paulo: Pearson-Prentice Hall, 2003.CHLEBA, M. Marketing digital: novas tecnologias e novos modelos de negócios. SãoPaulo: Futura, 1999.COBRA, M. Marketing básico: uma abordagem brasileira. 4. ed. São Paulo: Atlas,1997.GRACIOSO, F. Contato imediato com Marketing. São Paulo: Global, 1988.
  • 9.3. Conteúdos Programáticos das disciplinas da terceira sérieDisciplinas curriculares da terceira série – Grade curricular 2012 1. ANIMAÇÃO DIGITAL II 2. ARTE E CULTURA CONTEMPORÂNEA 3. DESIGN DE INTERAÇÃO 4. FILOSOFIA E LINGUAGENS HÍBRIDAS (1º semestre) 5. PROJETO EXPERIMENTAL EM DESIGN DIGITAL II 6. MÍDIAS DO CORPO 7. METODOLOGIA DE PROJETO PARA DESIGN DIGITAL II 8. NARRATIVAS AUDIOVISUAIS 9. SOUNDESIGN (2º Semestre)
  • UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAISCURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO Animação Digital II 3 ANUAL 2011 DOCENTE RESPONSÁVEL: Davi Antonio da Rosa CARGA HORÁRIA DISTRIBUIÇÃO DA CARGACARGA HORÁRIA TOTAL HORÁRIA SEMANAL TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 80 2 80 PLANO DE ENSINOOBJETIVOS:Apresentar o campo da animação para os alunos, introduzindo variadas técnicas deanimação e mostrando como utilizá-las juntamente com os princípios fundamentais daanimação para produzir animações de qualidade. Fazer os alunos compreenderem o fluxo de trabalho de uma animação e produziremuma animação que passe por todas as etapas apresentadas.EMENTA:Conceitos de Animação 3D aplicados no Blender: Interface, Modelagem, Rigging,Animação, Texturização, Iluminação, Render, Exportação, Camera Tracking e Composição. Princípios básicos de Estereoscopia. Produção de vídeo: Conhecendo equipamentos, Fotografia, Iluminação, Chromakey, Autoração de DVD. Storyboards e Storyreels. Motion Graphics com After Effects. Princípios de Edição de vídeo. Atuação paraanimadores. Produzir um curta-metragem que misture vídeo com animação.CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:Apresentação e discussão sobre o campo-Apresentação Pessoal.-Ouvir sobre expectativas e sobre o conhecimento dos alunos nesta área.-Apresentação da disciplina.-Apresentar as ferramentas de avaliação para esta disciplina.-Definir cronograma de entrega de trabalhos.Animação 3D com Blender-Interface, Modelagem, Rigging, Animação, Texturização, Iluminação, Render,ExportaçãoEfeitos Visuais
  • -Camera Tracking-Composição.-Chroma KeyOrganização da Produção-Decupagem da produção;-Pesquisa de produção;-Como escrever um roteiro – formatação e organização-Usando o Celtx para organizar projetos-Storyboard – o que é e como funciona-Os tipos de storyboard-A linguagem dos storyboards-O que é um storyreelMontagem e Edição-O que é montagem-Conceitos de edição-Significado das transições e cortes-Cadência-Usando software de edição (Premiere)Motion Graphics com After Effects-Composições básicas, efeitos, máscaras, animações-Correção de cor – importância e fluxo de trabalho.-Princípios básicos do design em movimento.Princípios básicos de cinematografia-Elementos da Linguagem Audiovisual-Fundamentos da dinâmica visual-Planos: Enquadramento, Movimentos, Pontos de vista, Posição, Angulação-Iluminação:-características da luz, tipos de fonte de luz, etc.-Como é a luz num ambiente natural-Filtros e difusores.-Iluminação básica de três pontos.-Projeto de Iluminação e captação-Preparando o ambiente-Características e funcionamento do vídeo digital.-Resolução-Entrelaçamento-Padrões de vídeo - Tanto SD como HD-Subamostragem de Chroma-Codecs-Containers-Conhecendo o equipamento-Meios - Fitas X mini-DVD x cartão de memória x HDD - Partes móveis X Fixas
  • -Codecs - DV x MPEG2-DVD x M2TS x AVCHD,-Tamanho do sensor - FoV, Sensibilidade, noise ratio, etc,-Lentes e resolução da lenteATIVIDADES COMPLEMENTARES:-Assistir a vídeos históricos e de referência na área.-Planejamento, Projeto, Criação e Desenvolvimento de Animações em grupo ou deforma individual;-Participação em Palestras e Fóruns sobre o assunto.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:-Avaliações práticas em laboratório-Exercícios e trabalhos teóricos e práticos em sala de aula e em casa-Projeto audiovisual prático que aplicará todos os conhecimentos adquiridos nosmódulos anteriores.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:-Avaliação teórica e prática em sala de aula ou laboratórioBIBLIOGRAFIA BÁSICA:MILBURN, K. & CROTEAU, J. Flash 4: animação na web. Makron Books, 2000.BARBOSA JÚNIOR, Alberto Lucena. Arte da Animação: Técnica e estética atravésda história. São Paulo: Editora SENAC, 2002.DONDIS, Donis. Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Martins Fontes,1991.FIELD, Syd. Manual do roteiro: os fundamentos do texto cinematográfico. Riode Janeiro, Objetiva, 1995.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:FRANKLIN, D. Macromedia Flash 5. Ed. Campus, 2001.PEDROSA, Israel. Da cor à cor inexistente. Leo Christiano Editorial, 2002.SAUCIER, C. Animação e interatividade na web. Markt Books, 2000.MURRAY, Janet. Hamlet no holodeck: o futuro da narrativa no ciberespaço. SãoPaulo: Unesp: Itaú Cultural, 2003.GIANETTI, C. Estética Digital. Sintopia da arte, a ciência e a tecnologia. BeloHorizonte: Editora C/ Arte, 2006.
  • UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANOARTE E CULTURA CONTEMPORÂNEA 3 ANUAL 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Itamiro Nogueira CARGA HORÁRIA DISTRIBUIÇÃO DA CARGACARGA HORÁRIA TOTAL HORÁRIA SEMANAL TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA80 2 80 PLANO DE ENSINOOBJETIVOS:A disciplina busca oferecer uma visão ampla das diversas modalidades não-tradicionais da arte contemporânea, imprescindíveis na formação e qualificação destenovo profissional. Combinando o conhecimento da prática técnica e criação artística,enfatizando a atuação do computador como elemento transformador e instaurador denovos processos, novas metodologias e novas questões na criação artística.Para tanto, propõe-se leitura e análise dos novos meios digitais e sua potencializaçãoda criatividade e capacidade para gerar conteúdos expressivos e esteticamentesignificativos. A inserção na prática artística de técnicas e de tecnologias na produçãode grandes transformações no mundo da produção e criação atuais.EMENTA:As vanguardas artísticas. A institucionalização do modernismo. Indústria cultural.Produção erudita x produção de massa. Cultura popular e cultura pop. Acontracultura. O kitsch. A ascensão do pós-modernismo. História do pós-modernismo.Pós-modernismo e artes literárias. Pós-modernismo e artes visuais. Pós-modernismo emúsica pop. Pós-modernismo e audiovisual. Arte e performance. Corpo e plataformasestéticas. Arte e vida cotidiana. A rua e o “novo museu”. Sexualidade e afeto.Pastiche. Paródia. Intertextualidade. O jogo das identidades na arte contemporânea.Globalização e multiculturalismo. Feminismo. Movimentos culturais. Narrativas pós-modernas: tempo, espaço, fragmentação e linearidade – arte “videoclípica”. A críticade arte no Brasil.CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:Entendimento dos problemas relacionados à criação, fruição e reflexão crítica,historiográfica e teórica no campo da Arte e da Cultura Contemporânea,estabelecendo uma intervenção qualificada nas práticas de pesquisa eexperimentação.A desmaterialização da obra de arte, novas teorias sobre o campo artístico nasociedade, a importância do corpo e tendências recentes.O processo de construção dos sentidos em novos movimentos artísticos que
  • perpassam as fronteiras da mídia e dos suportes, não ficando mais presos aosmateriais ou a metodologias específicas.Divisão em módulos cronológicos:A ModernidadeAs vanguardas artísticas.A institucionalização do modernismo.Indústria cultural.ContraposiçõesProdução erudita x produção de massa.Cultura popular e cultura popA contracultura.O kitsch.A Pós-modernidadeA ascensão do pós-modernismo.História do pós-modernismo.Pós-modernismo e artes literárias.Pós-modernismo e artes visuais.Pós-modernismo e música pop.Pós-modernismo e audiovisual.Sujeitos e objetos da nova cultura tecnológicaO corpo ao centro de experimentaçõesArte e performance.Corpo e plataformas estéticas. (performances e mídia performances)Arte e vida cotidiana.Novos suportes. EstrapolaçõesArte coletiva e arte de participação: formas interativasInstalações ambientais e multimídia: espaços multisensoriaisA rua e o “novo museu”.Sexualidade e afeto.Formas emergentes da arte e do discurso contemporâneoPastiche. Paródia.Intertextualidade.Hipermídia/HipertextoTecnologia e subjetividade (Novas Identidades):O Indivíduo e as novas formas de realidade social.
  • O jogo das identidades na arte contemporânea.Produção, recepção eGlobalização e multiculturalismo.Feminismo. (Louise Bourgeois, Jana Sterbak, Janine Antonì)Movimentos culturais.Novos paradigmasNarrativas pós-modernas: tempo, espaço, fragmentação e linearidade – arte“videoclípica”.A crítica de arte no Brasil.ATIVIDADES COMPLEMENTARES:Apresentação e discussão de materiais iconográficos, trabalhos e seminários emequipe, leituras programadas, atendimento aos alunos e equipe.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:Pesquisa, levantamento, apresentação e discussão de material iconográfico.Leitura programada e fichamento de textos pertinentes aos temas relacionados aoconteúdo programático.Fichamento de textos.Levantamento de material iconográfico, proposição de leitura e apresentação em salaAtravés de material iconográfico proposto pelo professor, o aluno analisará ediscorrerá sobre o tema construindo um discurso pertinente.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:Prova.BIBLIOGRAFIA BÁSICA:ARGAN, Giulio. Arte moderna. São Paulo: Cia. das Letras, 1999.GIDDENS, A. As conseqüências da modernidade. São Paulo, Unesp, 1990.SANTAELLA, L. Culturas e artes do pós-humano: Da cultura das mídias àcibercultura. São Paulo: Paulus, 2003.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:BENJAMIN, W. A obra de arte na época de sua reprodutibilidade técnica. In:LIMA, L. (org). Teoria da cultura de massa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.BORDIEU, P. As regras da Arte. São Paulo: Ed. Companhia das Letras, 1996.COUCHOT, E. Da representação à Simulação: Evolução das Técnicas e dasArtes da Figuração. In Parente, A (org.), Imagem máquina. A Era das Tecnologiasdo Virtual. Rio De Janeiro: Ed. 34.
  • FRANCASTEL, P. Arte e Técnica. Lisboa, Editora Livros do Brasil, s/d.GOMES FILHO, J. Gestalt do Objeto: Sistema de leitura visual da forma. SãoPaulo: Ed. Escrituras, 2002.LEVY, P. As Tecnologias da Inteligência: O Futuro do Pensamento na Era daInformática. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1993.Levy. Pierre. O que é Virtual. São Paulo: Ed. 34.MICHELI, M. de. As Vanguardas Artísticas. São Paulo: Ed. Martins Fontes, 2002.NEGROPONTE, N. A Vida Digital. São Paulo: Companhia da Letras, 1995.PEVSNER, N. Os Pioneiros do Desenho Moderno. São Paulo: Ed. Martins Fontes,1980.SITES:http://www.mitpress.mit.edu/ - Massachussetts Institute of Tecnology – Journal of theInternational Society for Arts, sciences and technology.http://www.eca.usp.br - Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulohttp://www.polimi.it/it/ - Escola Politécnica de Milão.
  • UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO DESIGN DE INTERAÇÃO 3 1 2 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Eduardo Pezutti Beletato dos Santos CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 80 2 80 PLANO DE ENSINOOBJETIVOS:OBJETIVO GERAL:Apresentar novas perspectivas das formas de interação humano-computador, focado em designinterativo, visando facilitar a comunicação entre o homem e a máquina e ensinar para o alunoconceitos de navegação e interação em meios digitais, com ênfase na Internet.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:Proporcionar aos alunos a compreensão dos fundamentos teóricos e do conhecimento aplicado aodesign de interação.EMENTA:Abordar os comportamentos desenvolvidos, a inteligência em interações, a convergência dos produtos,sejam no espaço físico ou virtual.Busca-se conceber, avaliar, aperfeiçoara interação entre pessoas, artefatos e instituições incorporandoconceitos das áreas de ergonomia, psicologia e engenharia cognitiva.CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:Fundamentos de design de interaçãoFatores humanosEstilos de interaçãoDesign centrado no usuárioPrototipaçãoUsabilidadeMétodos e técnicas de avaliaçãoWorkshop de projetos de interaçãoWorkshop de análise de usabilidadeTendências do design de interaçãoATIVIDADES COMPLEMENTARES:Palestra com profissionais da áreaParticipação em eventos da área de designExibição de vídeos de novos produtos disponíveis que possuem formas inovadoras de interação
  • CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:Os critérios a serem adotados são assiduidade, interesse e desenvolvimento acadêmico e profissionalde cada estudante.O modelo de avaliação contempla entregas de trabalhos individuais e coletivos e projetos coletivos.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:Avaliação escrita e entrega de trabalhos individuais.BIBLIOGRAFIA BÁSICA:ROCHA, Heloisa Vieira da; BARANAUSKAS, Maria Cecília Calani. Design e avaliação de interfaceshumano-computador. Campinas: NIED, 2003. Disponível em<http://eurydice.nied.unicamp.br/publicacoes/livros.php> . Acesso em 11 dez 2010. (A publicação emquestão pode ser adquirida via download gratuito)PREECE, J., ROGERS, Y., SHARP, H. Design de Interação: além da interação humano-computador. Bookman, 2005.Nielsen, J.; Loranger H. Usabilidade na web - Projetando Websites com qualidade. Campus,2007.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:KRUG, Steve. Não me faça pensar:uma abordagem do bom senso à navegabilidade da WEB.São Paulo: Market Books, 2001.MEMÓRIA, F. Design para a Internet: Projetando a experiência perfeita. Rio de Janeiro: Campus,2005.Oliveira Netto, A. A. IHC - Interação Humano Computador - Modelagem e Gerência deInterfaces com o Usuário. Visual Books, 2004.NORMAN, D. Design Emocional. Rocco, 2008.Gomes Filho, João. Gestalt do Objeto: Sistema de leitura visual da forma. Ed. Escrituras, SãoPaulo, 2002.
  • UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DISIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO Filosofia e Linguagens 3 ANUAL 2012 Híbridas DOCENTE RESPONSÁVEL: DJAINE DAMIATI REZENDE CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA SEMANAL 40 02 TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 100% PLANO DE ENSINOOBJETIVOS:1. Estabelecer relações entre linguagem e pensamento. .2. Apresentar a idéia de uma epistemeconstituída por máquinas e sistemas de representação enquanto abstrações capazes de estruturarnossas experiências. 3. Propor a reflexão acerca do hibridismo característico da contemporaneidade noque diz respeito não só às linguagens, mas também à relação sujeito/objeto na ciência. 4. Discutir aexistência de uma pós-humanidade, suas implicações e conseqüências no aspecto da linguagem.EMENTA:A abordagem matricial das linguagens enquanto forma de representação e constituição do humano,assim como das estruturas do pensamento simbólico. O relativismo histórico cultural das linguagens esuas implicações. Os conceitos de hibridismo, convergência, aceleração e desterritorialização. Oentendimento da idéia do “entre” presente na contemporaneidade e seus reflexos nas linguagens. Acultura da convergência e os hibridismos entre arte e consumo, linguagens maquínico-humanas,primitivo e tecnológico e realidade e ficcionalidade.CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:Introdução: As matrizes da linguagem e do pensamentoA produção de sentidoO que constitui uma linguagem e como elas interagem entre si.Noção de signo e ícone.O que é a filosofia e os modos de pensar as linguagens.As linguagens no contemporâneoA cultura da convergência.. O hibridismo entre Arte e ConsumoA idéia de remix na cultura popAnálise do texto: O mercado de Luxo na era do consumo emocional. Gilles Lipovetsky em ensaio pararevista Época Luxo – Edição especial n.2 nov.20102.5 O entendimento do texto híbrido. Desenvolvimento de pesquisa e construção de texto híbridosobre Lady Gaga. Análise desse mesmo texto com base nos conceitos desenvolvidos por Lipovetsky.O estruturalismo e a relativização das culturas e linguagens.Leitura e análise do texto: Crepúsculo dos Trópicos de Otávio Frias Filho sobre o estruturalismo e ascontribuições de Claude Levi Strauss.
  • Análise do Filme Avatar com base nos conceitos desenvolvidos por Otávio Frias Filho.Os híbridos entre as linguagens Maquínicas e humanasLeitura do texto: Tecnologia e subjetivação: a questão da agência. De Rosana Medeiros de Oliveira.Leitura em contraponto ao texto: Clive Thompson on gadgets that know how we fell , publicado narevista Wired novembro/2010. Exibição e análise do filme Matrix com base nos conceitos depreendidos dos textosATIVIDADES COMPLEMENTARES:Exibição e análise de filmes, textos, imagens, vídeos e obras de artemídia além de debates conceituaisem sala de aula.CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:Apresentação de seminários, avaliação da participação nos debates realizados em sala de aula. Análisede texto híbrido e produção de texto sobre a análise e reflexão.BIBLIOGRAFIA BÁSICA:FRIAS. Otávio, Filho. Crepúsculo dos Trópicos. Disponível em:http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-50/questoes-antropologicas/crepusculo-estruturalista-nos-tropicos. Acessado em 20/01/2011FLUSSER, V. O mundo codificado. São Paulo: Cosac Naify, 2010.JENKINS, H. A cultura da convergência. São Paulo: Aleph, 2008.OLIVEIRA, R. M. Tecnologia e subjetivação: a questão da agência. Disponível em:http://www.scielo.br/pdf/psoc/v17n1/a08v17n1.pdf. Acessado em 20/01/2011.SANTAELLA, L. Matrizes da linguagem e pensamento. Sonora, Visual, Verbal. São Paulo:Iluminuras, 2001.THOMPSON C. Gadgets that know how we feel. Disponível em:http://www.wired.com/magazine/2010/11/st_thompson_emotionalgadget. Acessado em 20 de janeirode 2011.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:LÉVY, P. Cibercultura. São Paulo: Ed. 34, 1999.LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática.Rio de Janeiro: Editora 34, 6 reimpressão 1990/1998.SANTAELLA, L.. Culturas e artes do pós-humano: Da cultura das mídias à cibercultura; SãoPaulo: Paulus, 2003.PARENTE. A. (org.) Imagem – máquina. A era das tecnologias do virtual. RJ: Editora 34, 1993.LIPOVETSKY, G. O mercado de luxo. Disponível em:http://matapurga.blogspot.com/2011/01/entrevista-gilles-lipovetsky-parte-i.html. Acessado em21/01/2011.
  • UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANOProjeto Experimental para Design Digital 3 ANUAL 2012 II DOCENTE RESPONSÁVEL: Maira Valencise Gregolin CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 160 2 160 PLANO DE ENSINOOBJETIVOS:OBJETIVO GERAL:Auxiliar os alunos a elaborar projetos a partir do uso de conceitos relativos ao universo do designerdigital, pela experimentação nas diferentes mídias, tecnologia e formas de design.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:Fornecer ao aluno elementos teóricos e práticos para o desenvolvimento de seus projetos;Incentivar o desenvolvimento da capacidade de criatividade e análise critica de projeto;EMENTA:A disciplina irá acompanhar o planejamento e desenvolvimento dos trabalhos de conclusão de cursodos alunos. Para tanto, iremos trabalhar os conceitos adquiridos ao longo dos dois primeiros anos deestudo e em desenvolvimento no terceiro ano
  • CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:Coleção de elementos:- Busca de diferentes fontes para inspiração da ideia inicial, tais como filmes, imagens e materiaisfísicos- Sessões de brainstormProjeto conceitual:- Definição da área de desenvolvimento do projeto- Definição do projeto conceitual- Definição das etapas de desenvolvimento do projetoDesenvolvimento:- Desenvolvimento prático de cada uma das etapas pré-definidas, onde cada grupo irá utilizar osmateriais/técnicas necessários ao desenvolvimento de seu projeto, trabalhando os conceitos jáadquiridos ao longo dos dois primeiros anos de estudo e em desenvolvimento no terceiro anoAnálise:- aplicação de técnicas de análise e avaliação, coerentemente com cada tipo de projeto emdesenvolvimento, com o objetivo de analisar o que já foi desenvolvido, buscando as falhas existentes eo que ainda falta ser trabalhadoAdaptação:- desenvolvimento das rotinas e materiais necessários para o melhoramento do que deve sertrabalhado no projetoProjeto final:- Apresentação do projeto final- Apresentação de um relatório técnico ou monografia contendo o objetivo, defesa do conceito doprojeto, descrição do desenvolvimento, bem como uma análise final.ATIVIDADES COMPLEMENTARES:Incentivo à participação em eventos, congressos e visitas técnicas, bem como a organização dematerial extra que possa servir de apoio ao desenvolvimento do projeto.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO:Os alunos serão avaliados em diferentes aspectos, envolvendo a área teórica e prática:frequência nos encontros;participação no desenvolvimento dos projetos;desempenho na elaboração e apresentação das etapas do projeto.Ainda que os trabalhos estejam sendo desenvolvidos em grupo, o docente responsável pela disciplinatem a prerrogativa de avaliar o desempenho individual de cada aluno(a) membro de grupo. Portanto,será considerado também o desempenho do aluno no interior do grupo de trabalho.As notas serão calculadas da seguinte forma, com os respectivos pesos:F(2) + PA(2) + PI(6) ou PF(6) /10Frequência do aluno nas aulas: FParticipação do aluno nas atividades: PAProjetos Intermediários: PIProjeto Final: PFSendo que o Projetos Intermediários serão avaliados nos 3 primeiros bimestres e Projeto Final seráavaliado ao fim do 4º. Bimestre.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO NO CICLO DE RECUPERAÇÃO:Entrega de relatório final com as adaptações necessárias, solicitadas pelos avaliadores do projeto.
  • BIBLIOGRAFIA BÁSICA:CASTELLS, Manuel. A galáxia da Internet. RJ: Jorge Zahar Editor Ltda, 2003.HIRATSUKA, T. P. Contribuições da Ergonomia e do Design na Concepção de Interfaces Multimídia,Dissertação de Mestrado, http://www.eps.ufsc.br/disserta96/tei/index/index.htm.1996.KRUG, Steve. Não Me faça Pensar – Usabilidade na Web – 2ºed. Rio de Janeiro: Editora Alta Books,2008.MURRAY, Janet. Hamlet no holodeck: o futuro da narrativa no ciberespaço. São Paulo: Unesp: ItaúCultural, 2003.ROYO, Javier. Design Digital. São Paulo: Edições Rosari, 2008SANTAELLA, Lucia. Cultura Tecnológica e o corpo biocibernético. Margem (PUC/SP), São Paulo, v. 7, p.33-44, 1999.VALENCISE-GREGOLIN, M. Mídia e Cultura: Machinima, objeto da contemporaneidade. Dissertação deMestrado. Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais. Campinas: Universidade Estadual deCampinas, 2009.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:LEVITT, Steven. Freakonomics: O lado oculto e inesperado de tudo que nos afeta.Rio deJaneiro:Editora Campus,2005.TANCER, Bill. Click: O que milhões de pessoas estão fazendo on-line e por que isso é importante. Riode Janeiro:Globo,2009.
  • UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DISIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO MÍDIAS DO CORPO 3 ANUAL 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: DJAINE DAMIATI REZENDE CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA SEMANAL 80 02 TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 70% 30% PLANO DE ENSINOOBJETIVOS: Proporcionar reflexão acerca do corpo na contemporaneidade. Possibilitar oentendimento do corpo enquanto interface na relação com o mundo. Desenvolver um olhar críticosobre a relação homem/máquina. Possibilitar a sistematização do pensamento e dos estudos do corposob o ponto de vista epistemológico.EMENTA:A idéia de corpo enquanto mediador da relação sujeito/objeto. A abordagem fenomenológica.O entendimento do corpo enquanto mídia de si mesmo sob a abordagem da teoria do Corpo-mídia.O pensamento sobre o corpo ao longo da história da ciência. Um breve traçado epistemológico.Um panorama do corpo/informação e as relações entre corpo e virtualidade. Diálogos eexperimentações sobre corpo, interação e interfaces.CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:Introdução: A questão epistemológica do corpo.O pensamento das ciências NaturaisO pensamento das ciências HumanasO pensamento das ciências CognitivasO Pós-humano e o corpo enquanto recipiente de Informação.O corpo – Mediador das Relações entre o sujeito e o mundoO ponto de vista fenomenológico. A visão EstruturalistaO corpo como criador e interpretador de linguagens.A teoria do Corpo-MídiaCódigos, as linguagens e metáforas do corpoO processo de cognição, propriocepção e motricidade
  • O corpo enquanto mídia de si mesmoCorpo e VirtualidadeCorpos e códigosO processo de transdução ou a digitalização dos corposRepresentação e SimulaçãoA Genealogia do ciborgueO Adeus ao corpoEstruturas de interação Corpo/MáquinaConhecendo e pesquisando as interfaces e os modos de interação. Um pequeno apanhado histórico.Estudo das relações entre corpos e realidade virtual – Arte Virtual, Visorama, CAVEs.Conhecendo e pesquisando sobre corpos e realidade híbrida – Cinema 3D, instalações interativas,vídeo mapping, videogames com sensores de movimento e simuladores.ATIVIDADES COMPLEMENTARES:Visitas à exposições e espetáculos de dança. Dinâmicas e vivências corporais. Debates conceituais emsala de aula.CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:Apresentação de seminários, avaliação da participação nos debates realizados em sala de aula.Apresentação de plano de projeto de arte digital com interação corporal. Análise de projeto deinteração corporal.BIBLIOGRAFIA BÁSICA:PARENTE. A. (org.) Imagem - Máquina. A era das tecnologias do virtual. RJ: Editora 34, 1993.HARVEY, David. A condição pós-moderna. São Paulo: Loyola, 1992.JENKINS, H. A cultura da convergência. São Paulo: Aleph, 2008.OLIVEIRA, R. M. Tecnologia e subjetivação: a questão da agência. Disponível em:http://www.scielo.br/pdf/psoc/v17n1/a08v17n1.pdf. Acessado em 20/01/2011.SANTAELLA, L.. Culturas e artes do pós-humano: Da cultura das mídias à cibercultura. SãoPaulo: Paulus, 2003.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:ARANTES, P. Arte e Mídia: Perspectivas da estética digital. Senac, 2005.GRAU, Oliver. Arte Virtual. São Paulo: UNESP/SENAC. 2005.GIANETTI, C. Estética Digital. Sintopia da arte, a ciência e a tecnologia. Belo Horizonte: EditoraC/ Arte, 2006.
  • LÉVY, P. O que é o virtual. Rio de Janeiro: Editora 34, 1996.NORMAN, D. Design Emocional. Rocco, 2008.PLAZA, J. Arte e interatividade: autor, obra, recepção. Disponível em:<http://www.cap.eca.usp.br/ars2/arteeinteratividade.pdf>. Acesso em 28 jan. 2011.
  • UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANOProjeto Experimental para Design Digital 3 ANUAL 2012 II DOCENTE RESPONSÁVEL: Maira Valencise Gregolin CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 160 2 160 PLANO DE ENSINOOBJETIVOS:OBJETIVO GERAL:Auxiliar os alunos a elaborar projetos a partir do uso de conceitos relativos ao universo do designerdigital, pela experimentação nas diferentes mídias, tecnologia e formas de design.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:Fornecer ao aluno elementos teóricos e práticos para o desenvolvimento de seus projetos;Incentivar o desenvolvimento da capacidade de criatividade e análise critica de projeto;EMENTA:A disciplina irá acompanhar o planejamento e desenvolvimento dos trabalhos de conclusão de cursodos alunos. Para tanto, iremos trabalhar os conceitos adquiridos ao longo dos dois primeiros anos deestudo e em desenvolvimento no terceiro ano
  • CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:Coleção de elementos:- Busca de diferentes fontes para inspiração da ideia inicial, tais como filmes, imagens e materiaisfísicos- Sessões de brainstormProjeto conceitual:- Definição da área de desenvolvimento do projeto- Definição do projeto conceitual- Definição das etapas de desenvolvimento do projetoDesenvolvimento:- Desenvolvimento prático de cada uma das etapas pré-definidas, onde cada grupo irá utilizar osmateriais/técnicas necessários ao desenvolvimento de seu projeto, trabalhando os conceitos jáadquiridos ao longo dos dois primeiros anos de estudo e em desenvolvimento no terceiro anoAnálise:- aplicação de técnicas de análise e avaliação, coerentemente com cada tipo de projeto emdesenvolvimento, com o objetivo de analisar o que já foi desenvolvido, buscando as falhas existentes eo que ainda falta ser trabalhadoAdaptação:- desenvolvimento das rotinas e materiais necessários para o melhoramento do que deve sertrabalhado no projetoProjeto final:- Apresentação do projeto final- Apresentação de um relatório técnico ou monografia contendo o objetivo, defesa do conceito doprojeto, descrição do desenvolvimento, bem como uma análise final.ATIVIDADES COMPLEMENTARES:Incentivo à participação em eventos, congressos e visitas técnicas, bem como a organização dematerial extra que possa servir de apoio ao desenvolvimento do projeto.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO:Os alunos serão avaliados em diferentes aspectos, envolvendo a área teórica e prática:frequência nos encontros;participação no desenvolvimento dos projetos;desempenho na elaboração e apresentação das etapas do projeto.Ainda que os trabalhos estejam sendo desenvolvidos em grupo, o docente responsável pela disciplinatem a prerrogativa de avaliar o desempenho individual de cada aluno(a) membro de grupo. Portanto,será considerado também o desempenho do aluno no interior do grupo de trabalho.As notas serão calculadas da seguinte forma, com os respectivos pesos:F(2) + PA(2) + PI(6) ou PF(6) /10Frequência do aluno nas aulas: FParticipação do aluno nas atividades: PAProjetos Intermediários: PIProjeto Final: PFSendo que o Projetos Intermediários serão avaliados nos 3 primeiros bimestres e Projeto Final seráavaliado ao fim do 4º. Bimestre.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO NO CICLO DE RECUPERAÇÃO:Entrega de relatório final com as adaptações necessárias, solicitadas pelos avaliadores do projeto.
  • BIBLIOGRAFIA BÁSICA:CASTELLS, Manuel. A galáxia da Internet. RJ: Jorge Zahar Editor Ltda, 2003.HIRATSUKA, T. P. Contribuições da Ergonomia e do Design na Concepção de Interfaces Multimídia,Dissertação de Mestrado, http://www.eps.ufsc.br/disserta96/tei/index/index.htm.1996.KRUG, Steve. Não Me faça Pensar – Usabilidade na Web – 2ºed. Rio de Janeiro: Editora Alta Books,2008.MURRAY, Janet. Hamlet no holodeck: o futuro da narrativa no ciberespaço. São Paulo: Unesp: ItaúCultural, 2003.ROYO, Javier. Design Digital. São Paulo: Edições Rosari, 2008SANTAELLA, Lucia. Cultura Tecnológica e o corpo biocibernético. Margem (PUC/SP), São Paulo, v. 7, p.33-44, 1999.VALENCISE-GREGOLIN, M. Mídia e Cultura: Machinima, objeto da contemporaneidade. Dissertação deMestrado. Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais. Campinas: Universidade Estadual deCampinas, 2009.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:LEVITT, Steven. Freakonomics: O lado oculto e inesperado de tudo que nos afeta.Rio deJaneiro:Editora Campus,2005.TANCER, Bill. Click: O que milhões de pessoas estão fazendo on-line e por que isso é importante. Riode Janeiro:Globo,2009.
  • UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO Narrativas Audiovisuais 2 ANUAL 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Maira Valencise Gregolin CARGA HORÁRIA DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIACARGA HORÁRIA TOTAL SEMANAL TEÓRICA PRÁTICA TÉORICA160 2 160 PLANO DE ENSINOOBJETIVOS:Proporcionar ao aluno a experiência teórica e prática de desenvolvimento deproduções a partir da investigação de características das narrativas tendo como baseas inovações possibilitadas pelas tecnologias de ponta.EMENTA:“A narrativa é o enunciado em sua materialidade, o texto narrativo que se encarregada história a ser contada (...) “ Jacques AumontO Design é a alma das criações humanas – Steve JobsProporcionar aos alunos ferramentas para desenvolver produções no ambiente digital,para que reconheçam:Pretende-se explorar as possibilidades de linguagens narrativas pelas diferentesmídias de maneira interessante aos alunos, tais como: telenovelas, propagandas,games, ficção seriada e filmes.CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:- Definição do Conceito de Narrativa audiovisual;- Referencial Teórico Atual;- Estudo da evolução das mídias;- Análise das Principais Experiências;- Elaboração de Ciclo de Projetos;Apresentação do CursoIntrodução ao conteúdo programáticoNarrativas AudiovisuaisA estética das mídias hibridas: a nova percepção, migração de audiência, nãolinearidade, serialização, apropriação e transformação. Ficção Seriada Televisiva,Cinema.
  • A Narrativa cinematográficaA linguagem cinematográfica como ponto de partida para compreender as outraslinguagens audiovisuais.O video interativoEntender como os vídeos se tornam interativos, as possibilidades exploradas pelosprodutores, as funções do designer na confecção do projeto e da interface.Histórias em RedeA web e as narrativas que são criadas com base nas potencialidades do estar emrede, conectado.Narrativas Audiovisuais MóveisAbordar o design das narrativas para as mídias móveis. Mostrar a importância daminiaturização dos aparelhos, do acesso à internet banda larga via celular, as novaspossibilidades oferecidas pela mobilidade, as diferenciações de design de blackberry eiphone. Mostrar as inovações da Apple e Android. Apresentar a noção de Marketplace.Ficção Seriada TelevisivaBreve panorama histórico da televisão brasileira, os formatos televisivos, a evoluçãoda mídia em direção aos tempos atuais, as contribuições para o campo de estudos.A Narrativa no MarketingTeoria» Apresentar as formas como a Publicidade e Propagando estão se apropriandodas mídias interativas, sociais e tradicionais fazendo uso da narrativa transmídia.Integração entre a Marca/Produto e Narrativas AudiovisuaisGame e AudiovisualComo as histórias estão sendo representadas nos games. O envolvimento do usuárionas narrativas representadas e vivenciadas nos games sociais.O videoclipe: narrativa ou plasticidade ?Compreender brevemente como os videoclipes podem se diferenciar em função dasrelações entre canção, narrativa e vídeo.Narrativas ColetivasExplorar as novas possibilidades de uso colaborativo/coletivo das mídias a partir doadvento das tecnologias emergentes. Entender como algumas pessoas têm exploradoo espaço urbano construindo histórias.Mídias InterativasAs novas janelas de exibição, instalações, paredes interativas e outras possibilidadesde construção de narrativas.O Futuro da Narrativa Transmídia e a Internet das CoisasA internet das coisas irá conectar todos os objetos que nos cercam NarrativasTransmidiáticas. Cultura da Convergência e a Experiência do Usuário. As produções
  • transmídia e aspecto transdisciplinar: social, cultural, tecnológico e econômico. Oprodutor transmídia.Orientação e Apresentação de Projetos Intermediários e Trabalho Final ao longo doanoATIVIDADES COMPLEMENTARES:Manutenção de dialogo com alunos e acompanhamento das atividades desenvolvidasem rede social criada especificamente para essa disciplina, no linkWWW.uniara.ning.comAo final da disciplina, os alunos Irão elaborar um Relatório Técnico (RT) e TrabalhoFinal (TF) para avaliação. Ainda assim, todos os projetos intermediários (PI)desenvolvidos ao longo do ano serão avaliados.Incentivo à participação em eventos, congressos e visitas técnicas a empresas dosetor.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:Os critérios de avaliação da aprendizagem têm por objetivo avaliar o aluno tanto nocontexto prático quanto no contexto teórico. Assim, no decorrer do curso, os alunosserão avaliados em diferentes aspectos:freqüência nos encontrosparticipação nos projetos em andamentodesempenho na elaboração e apresentação das etapas sequenciais do projetoparticipação do espaço virtual da disciplina, na plataforma NINGConsiderados esses aspectos, as notas serão sintetizadas através da fórmula:PA(3) + PI(3) + TF(2) + RT(2) /10sendo:Participação do aluno nas atividades: PAProjetos Intermediários: PITrabalho Final: TFRelatório Técnico: RTCRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:O aluno deverá assistir às aulas de recuperação e ao final entregar os trabalhos sobreos temas abordados em sala de aula.
  • BIBLIOGRAFIA BÁSICA:BECHMANN PETERSEN, A. Internet and cross media productions: Case studies in twomajor Danish media organizations. Australian Journal of Emerging Technologies andSociety, 4(2), 94-107, 2006.DINEHART, S. Thesis Paper, USC CNTV IMD 2006. Disponível em:http://interactive.usc.edu/members/edinehart/archives/006541.html. Acesso em:01/01/2010.JENKINS, H. A cultura da convergência. São Paulo: Aleph, 2008.JOHNSON, D. "Intelligent Design or Godless Universe? The Creative Challenges ofWorld Building and Franchise Development," Franchising Media Worlds: ContentNetworks and The Collaborative Production of Culture, PhD Dissertation, University ofWisconsin-Madison, 2009.MURRAY, Janet. Hamlet no holodeck: o futuro da narrativa no ciberespaço. São Paulo:Unesp: Itaú Cultural, 2003.REIS, C.; LOPES, A.C. Dicionário de teoria da narrativa. São Paulo: Ática, 1988.SCOLARI, C. (2008). Hipermediaciones. Elementos para una Teoría de laComunicación Digital Interactiva. Barcelona: Gedisa.VALENCISE-GREGOLIN, M. Mídia e Cultura: Machinima, objeto da contemporaneidade.Dissertação de Mestrado. Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais. Campinas:Universidade Estadual de Campinas, 2009.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:BERNSTEIN, Mark. “Padrões do hipertexto”. In: Labirintos do pensamentocontemporâneo, Lúcia Leão (ed.). São Paulo: Iluminuras – Fapesp, 2002.__________. “Jardins Prazeirosos”. In: Labirintos do pensamento contemporâneo,Lúcia Leão (ed.). São Paulo: Iluminuras – Fapesp, 2002.BOLTER, Jay David. “Topographic writing: hypertext and the electronic writing space”In: Hypermedia and literary studies, (George P. Landow e Paul Delany, eds.).Cambridge, MIT Press, 1990.DAMASCENO, Anielle. Webdesign: Teoria e Prática. Florianópolis: Visual Books, 2003.DIAS, C. 2001. Heurísticas para avaliação de usabilidade de portais corporativos.http://www.geocities.com/claudiaad/heuristicas_web.html._____________. Recomendações para a acessibilidade do conteúdo da Web - 1.0.http://www.geocities.com/claudiaad/acessibilidade_web.htmlGARRAND, T. 1997. Writing for multimedia and the Web. Focal PressGORDON, Bob e GORDON, Maggie. O guia completo do design gráfico digital: a chavedo designer gráfico para os novos media. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.(p.182-195) (p.148 -149).GOSCIOLA, Vicente. Roteiro para as novas mídias: do game à TV interativa. SãoPaulo: Editora Senac São Paulo, 2003.__________. Roteiro para as Novas Mídias. XXVII Congresso Brasileiro de Ciências daComunicação. Junho de 2004.HARRISON, C. Visual Social Semiotics: Understanding How Still Images MakeMeaning. In: http://www.candocareersolutions.com/publication/0553.pdf . Acesso:
  • 02/11/2003HIRATSUKA, T. P. Contribuições da Ergonomia e do Design na Concepção deInterfaces Multimídia, Dissertação de Mestrado,http://www.eps.ufsc.br/disserta96/tei/index/index.htm.1996.HORTON, William. Designing and writing on-line documentation: Hypermedia for self-supporting products (2nd Ed). New York: John Wiley & Sons, 1994.KILIAN, C. Writing for the Web. Self-Counsel Press, 1999.KRESS, G.& VAN LEEUWEN, Theo. Reading Images: The Grammar of Visual Design.London: Routledge, 1996 (tradução in mimeo: Bressane, T.)LEÃO, Lúcia. O labirinto da hipermídia: arquitetura e navegação no ciberespaço. SãoPaulo: Iluminuras, 2002.__________ (org.). Derivas: cartografias do ciberespaço. São Paulo: Annablume,2005.__________ (org.). Cibercultura 2.0. São Paulo: U. N. Nojosa, 2003.LEMKE, J. Travels in Hypermodallity. City University of New York. In: http://www-personal.umich.edu/~jaylemke/papers/hypermodality/ Acesso: 02/11/2003 (traduçãoin mimeo: Bressane, T.)MACHADO, I. A. Gêneros no Contexto Digital. In: LEÃO, L. Interlab: Labirintos doPensamento Contemporâneo. São Paulo: Iluminuras, 2002MANOVICH, Lev. The language of new media. MIT Press, Cambridge, 2001.NIELSEN, J. Designing Web Usability: The Practice of Simplicity. Indiana: NewReaders Publishing, 2000.__________ The AlertBox: Current issues in Web usability.http://www.useit.com/alertbox/ (24 Feb. 2000)PARIZOTTO, R. Guia de Estilos para Serviços de Informação em Ciência e Tecnologia.http://www.labiutil.inf.ufsc.br/estilo/Guia.htm, 1999.PETITOT, Jean. “Centrado/acentrado”. In: Enciclopédia Einaudi, v.13, Lógica –Combinatória. Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 1998, pp. 336-93.SILVA, M. Interatividade: Uma Mudança no Esquema Clássico da Comunicação. Inwww.saladeaulainterativa.pro.br/texto_0009.htm, 2003.SLATIN, John M. Reading hypertext: Order and coherence in a new medium. CollegeEnglish, 52(8), 870-883, 1990.STANSBERRY, D. The Art of Interactive Writing and Design: content development fornew media. Wadsworth Publishing Company, 1998.WATTERS, C. The Role of Genre in the Evolution of Interfaces for the Internet. JodreySchool of Computer Science, Acadia University, 1996.ZIELINSKI, Siegfried. “Arqueologia das mídias”. In: O Chip e o caledoscópio: estudosem novas mídias (Lucia Leão, org.). São Paulo, Editora SENAC, 2005.
  • U N I A R A C e n t r o U n i v e r s i t á r i o d e A r a r a q u a r a DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE SEMESTRE SOUNDESIGN 3 x CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 40 02 40 PLANO DE ENSINOOBJETIVOS:Oferecer base teórica para a compreensão da linguagem sonora como um sistema sígnico relacional esuas potencialidades.Ampliar as noções sobre a relação entre som e percepção humana por meio do entendimento de suaspropriedades físicas e historicidade, possibilitando a reflexão e a visão crítica quanto seus usos.Apresentar possibilidades técnicas e referenciais práticos para o uso estratégico da linguagem sonoraem aplicações do contexto digital.EMENTA:Uma potência entre a música e o design. Sons e imagens enquanto ondas sonoras e luminosas que seinterconectam em um espaço vibrátil. Estudos acerca do novo signo do design, que passou a ser daordem do virtual, da diversidade e da multiplicidade de relações entre todos os sentidos, sem formanem lugar fixos. Explorar o espaço dessas novas relações feitas da mesma matéria: vibração,freqüência ativa, movimento.
  • CONTEÚDO PROGRAMÁTICOIntrodução à produção de sentidoO paradigma das ciências cognitivas, sistemas sígnicos, matrizes da linguagem (sonora, visual everbal), vococentrismo e verbocentrismo.2. Som, ruído e silêncioFísica e metafísica do som, antropologia do ruído, propriedades da linguagem sonora, fundamentos dapercepção sonora, a psicoacústica, os modos de escuta, acusmática, paisagens sonoras, entre oacústico, o analógico e digital.Mídia e linguagem sonoraO som no contexto audiovisual, cinema e hipermídia, o expectador como ouvinte, hierarquia esincretismo das linguagens, sonoridade e convergência midiática, mobilidade, broadcast e selfcast,narrativas sonoras e interatividade.5. Poéticas da SonoridadeMúsica, comunicação poética, poesia sonora e fonética, estéticas da transmissão.Manipulação de sonsTécnicas de captação e edição de sons, pesquisa de softwares e equipamentos, formatos de gravação,estratégia e semântica do sonoro, ambientação, relação som, corpo e espaço, princípios da acústica.Projeto de finalização do cursoAplicação dos conceitos e técnicas apresentados em projeto prático.BIBLIOGRAFIA BÁSICA:MCLEISH, Robert. Produção de Rádio: Um guia abrangente de produção radiofônica. São Paulo:Summus. 2001LEVY, Pierre. O que é o virtual? São Paulo: Ed. 34, 1996MCLUHAN, M.. Os meios de comunicação como extensão do homem. São Paulo: Cultrix,1979.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:DEFLEUR, M. L.. Teorias da comunicação de massa. 5 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993.PIGNATARI, Décio. Informação, Linguagem, Comunicação. São Paulo: Cultrix, 1991.ARANTES, P. Arte e Mídia: Perspectivas da estética digital. Senac, 2005.BIBLIOGRAFIA ONLINE:PRIMO, Alex. Para além da emissão sonora: as interações no podcasting. Intexto, Porto Alegre,n. 13. 2005 Disponível em <http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/podcasting.pdf> . Acesso em 08 dez2010.CUBITT, S. Pigmaleão: silêncio, som e espaço. Disponível em<http://members.fortunecity.com/cibercultura/vol12/vol12_seancubitt.htm>. Acesso em 08 dez 2010.
  • A N E X O S 10.1. Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso Bacharelado em Design com habilitação em Design Digital Capítulo I - Das disposições preliminares Artigo 1º - O presente regulamento tem como finalidade normatizar asatividades relativas à elaboração e execução do Trabalho de Conclusão de Curso– TCC, do currículo pleno do curso de Bacharelado em Design com Habilitação emDesign Digital do Centro Universitário de Araraquara – UNIARA. Artigo 2º - O TCC é uma atividade obrigatória, a ser desenvolvidaindividualmente ou em grupo, de acordo com cada modalidade especificada noCapítulo IX deste regulamento. Parágrafo primeiro – A carga horária mínima prevista para o TCC do cursode Design Digital é de 160 horas, incluídas as horas destinadas à orientação, quedevem ser distribuídas ao longo do ano letivo. Artigo 3º - O TCC deve observar critérios científicos e profissionais em suaexecução, revelando competência técnica e nível de conhecimento compatíveiscom as exigências do mercado de trabalho, bem como a responsabilidade socialdo futuro profissional. Parágrafo primeiro – Os estágios não supervisionados (ou quaisqueroutras experiências profissionais) realizados pelo aluno no decorrer do cursopoderão servir como objeto de estudo para a elaboração do TCC, desde que: - tenham possuído uma carga horária mínima igual ou superior a 160horas. A carga horária deve ser devidamente comprovada pela empresa ouinstituição concedente; - o professor responsável pela orientação do TCC aceite o estágio ouexperiência profissional. O aceite deve estar condicionado à relevância dotrabalho realizado em relação ao curso. Artigo 4º - O professor(a) responsável pela disciplina da 3ª série ProjetoExperimental em Design Digital II é o(a) coordenador(a) das atividadesnecessárias para a execução dos TCC e compartilha a responsabilidade pelodesenvolvimento dos referidos trabalhos com os professores(as) orientadores(as)dos projetos e o professor(a) que ministra a disciplina da 3ª série Metodologia deProjeto para Design Digital II.
  • Capítulo II - Das Atribuições da Coordenação do Curso de DesignDigital Artigo 5º - Compete à coordenação do curso de Design Digital analisar,aprovar e encaminhar ao Departamento de Ciências Humanas e Sociais asalterações deste regulamento. Parágrafo primeiro – Compete à coordenação do curso indicar anualmenteum professor do curso de Design Digital para exercer a função de coordenadordos TCC, como docente responsável pela disciplina “Projeto Experimental emDesign Digital II”. Capítulo III - Das Atribuições do Colegiado do Curso de DesignDigital Artigo 6º - Compete ao Colegiado do curso de Design Digital: Analisar, em grau de recurso, as questões pertinentes aos TCCs; Resolver casos omissos neste regulamento e interpretar seus dispositivos; Tomar, em primeira instância, todas as decisões e medidas necessárias aoefetivo cumprimento deste regulamento; Solicitar mudanças e a inclusão de melhorias a este regulamento. Capítulo IV - Das Atribuições da Coordenação dos Trabalhos deConclusão de Curso - TCC Artigo 7º - Cabe à coordenação dos TCC: - tomar, no âmbito da sua competência, todas as medidas necessárias aoefetivo cumprimento deste regulamento; - elaborar e publicar o Cronograma Geral dos Trabalhos de Conclusão deCurso anualmente. O Cronograma Geral estabelece os prazos para todas as fasesdos Trabalhos de Conclusão de Curso, dentre elas: • Atribuição de Orientadores aos Alunos; • Entrega das propostas dos TCC, denominadas “pré-projeto”; • Exame de Qualificação; • Entrega dos trabalhos para os exames de defesa do TCC; • Definição das Bancas Examinadoras dos TCC; • Exames de defesa dos TCC. - disponibilizar horário de atendimento específico aos alunos e professorespara acompanhamento do desenvolvimento dos TCC. Parágrafo primeiro – o horário de atendimento deve ser compatível com ohorário em que o curso é oferecido (noturno).
  • - gerenciar a oferta de meios e infraestrutura necessários aodesenvolvimento das atividades dos TCC, tomando providências cabíveis queassegurem a conclusão dos TCC no prazo pré-determinado; - convocar, sempre que necessário, reuniões com os professoresorientadores e alunos da última série do curso de Design Digital; - indicar professores orientadores para os alunos da última série que nãoconseguiram fazê-lo sozinhos; - manter atualizado o arquivo com os TCC em desenvolvimento; - providenciar o encaminhamento dos TCC concluídos à Biblioteca doCentro Universitário de Araraquara – UNIARA. Capítulo V - Das Atribuições e Deveres dos ProfessoresOrientadores Artigo 8º - O TCC é desenvolvido sob a orientação de um professor docurso de Design Digital que ministre disciplinas pertencentes ao núcleoprofissionalizante ou ao núcleo específico e que tenha interesse e/ou identidadecom o tema proposto pelo aluno. Parágrafo primeiro – ao assinar a proposta de estudo, ou seja, o pré-projeto do aluno, o professor aceita formalmente a orientação. Parágrafo segundo – o encaminhamento de um TCC em desenvolvimentosob orientação de um docente a outro docente só é permitido após o devidoaceite por parte do docente que estiver assumindo a orientação do trabalho eapós a consulta e a aprovação da coordenação dos TCC. Artigo 9º - Além dos orientadores, que têm a responsabilidade deacompanhar o desenvolvimento dos trabalhos, todo aluno pode recorrer à co-orientação de outros professores da instituição e/ou de profissionais em atuaçãono mercado, com a devida anuência do orientador do trabalho. Artigo 10º - Cabe ao professor orientador as seguintes atribuiçõesespecíficas: - participar das reuniões convocadas pela coordenação dos TCC; - atender seus orientandos (alunos) em datas e horários previamentefixados e devidamente comunicados à coordenação dos TCC; - cumprir as atribuições decorrentes da atividade de orientação,procedendo de forma responsável e adequada a este regulamento, oferecendo aoaluno o suporte teórico-metodológico necessário ao desenvolvimento do seutrabalho e dele exigindo a dedicação e a disciplina necessária para a execução dotrabalho acadêmico;
  • - estar à disposição para compor as bancas examinadoras dos TCC quandoconvocado pela coordenação dos TCC; - cumprir e fazer cumprir este regulamento. Capítulo VI - Das Atribuições e Deveres dos Alunos em Fase deRealização do TCC Artigo 11º – É considerado aluno em fase de realização do TCC todoaquele regularmente matriculado na última série do curso de Design Digital. Artigo 12º – O aluno é responsável pela elaboração e desenvolvimento doseu TCC. Parágrafo único - Mesmo que a responsabilidade pelo TCC sejaintegralmente do aluno, o professor não deve ser eximido do bom desempenhodas suas obrigações, dentro das normas estabelecidas por este regulamento. Artigo 13º – São deveres do aluno em fase de elaboração do TCC: - indicar o tema e o(s) orientador(es) escolhidos, de acordo com as datasdivulgadas anualmente no Cronograma Geral do TCC; - solicitar à coordenação dos TCC a indicação de um docente para realizara orientação do seu trabalho, caso o aluno não tenha conseguido um orientadorpor si só; - comparecer regularmente às reuniões de orientação em datas e horáriospreviamente estabelecidos de comum acordo com o orientador e devidamentecomunicados à coordenação dos TCC; - participar das reuniões convocadas pela coordenação dos TCC; - justificar por escrito as eventuais faltas às reuniões de orientação e/oude coordenação dos TCC; - cumprir este regulamento, bem como os prazos estabelecidos noCronograma Geral dos TCC; - desenvolver e entregar todos os materiais solicitados pelo orientadore/ou pela coordenação dos TCC previstos nas normas expressas nesteregulamento, observando rigorosamente as providências solicitadas peloorientador e/ou pela banca examinadora; - comparecer ao exame de defesa do TCC em dia, horário e localpreviamente determinados no Cronograma Geral dos TCC; - Fazer cumprir este regulamento. Capítulo VII - Da Proposta do TCC Artigo 14º – A proposta do TCC (pré-projeto) deverá obedecer ao roteiroestabelecido pela coordenação do TCC, e deve ser desenvolvida de maneira
  • integrada às disciplinas Projeto Experimental em Design Digital II e Metodologiade Projeto para Design Digital II. Parágrafo único – A nota do pré-projeto será lançada como base da notade 1º Bimestre para as disciplinas Projeto Experimental em Design Digital II eMetodologia de Projeto para Design Digital II. Artigo 15º – A proposta do TCC deve ser entregue à coordenação dos TCCaté a data especificada pelo Calendário Geral, em duas vias assinadas pelo alunoe pelo orientador responsável. Artigo 16º – Estando aprovada a proposta do TCC, a mudança de tema sóé permitida mediante a elaboração de um novo projeto nos termos desseregulamento, atendidas as seguintes condições: - ocorrência da mudança dentro do prazo estabelecido pela coordenaçãodos TCC; - aprovação do professor orientador; - concordância do professor orientador em continuar com a orientação oua concordância expressa de outro orientador em substituí-lo; - aprovação do coordenador dos TCC. Parágrafo único – Mudanças que não comprometam as linhas básicas doprojeto serão permitidas a qualquer tempo, desde que sejam autorizadas peloorientador. Capítulo VIII – Do Exame de Qualificação Artigo 17º - O Exame de Qualificação tem como objetivo avaliar o TCC emandamento, apresentado em forma de Relatório de Qualificação. Artigo 18º - O relatório, objeto de exame da Qualificação, deve serentregue pelo aluno ou grupo em três cópias, mediante inscrição junto àCoordenação de TCC, sendo:I. A primeira cópia endereçada ao(a) orientador(a);II. A segunda ao(a) professor(a) que coordena a disciplina Projeto Experimental em Design Digital II.III. A terceira ao(a) professor(a) que coordena a disciplina Metodologia de Projeto para Design Digital II. Artigo 19º – Na Qualificação são atribuídas notas de zero a dez aotrabalho do(a) aluno(a), ou grupo, que entregar o Relatório de Qualificação.Parágrafo primeiro – O(A) aluno(a) ou grupo que não apresentar o Relatório deQualificação se exclui do processo de elaboração do TCC e, portanto, éautomaticamente reprovado nas disciplinas Projeto Experimental em Design
  • Digital II e Metodologia de Projeto para Design Digital II, que só poderão sercursadas no ano subseqüente.Parágrafo segundo - Os orientadores e coordenadores(as) das referidasdisciplinas podem atribuir notas distintas e individualizadas aos alunoscomponentes de um mesmo grupo, de acordo com o envolvimento de cada umna execução do trabalho.Parágrafo terceiro – A nota do Exame de Qualificação será lançada como base danota de 3º Bimestre para as disciplinas Projeto Experimental em Design Digital IIe Metodologia de Projeto para Design Digital II. Artigo 20º - Os problemas e/ou conflitos do/no grupo devem serresolvidos pelo/no grupo.Parágrafo único - Casos excepcionais podem ser encaminhados ao(a)orientador(a) que tem autoridade e autonomia para decidir a melhor forma deresolução do conflito, podendo desligar do grupo o aluno incompatibilizado, quepassa a realizar seu trabalho individualmente, de acordo com as modalidades,formatos previstos no capítulo IX, a partir do desligamento. Os membrosremanescentes do grupo continuam a desenvolver o projeto experimental emandamento. Capítulo IX – Modalidades e Formatos admitidos para o Trabalhode Conclusão de Curso Artigo 21º – As modalidades admitidas para o TCC são: - Monografia; - Trabalho de Iniciação Científica; - Projetos centrados em área teórico-prática ou de formação profissional, acompanhados de relatórios. Artigo 22º - O formato dos trabalhos na modalidade Monografia devem seenquadrar nos seguintes critérios: - a monografia deverá ser elaborada considerando-se a estrutura e os critérios técnicos estabelecidos pelas normas ABNT. Parágrafo-único – Os itens mínimos que devem ser elaborados para aapresentação no exame de qualificação são: resumo, objetivos, justificativa,metodologia, síntese da bibliografia fundamental, plano de trabalho e cronogramade sua execução. - a partir da monografia, o aluno poderá elaborar um artigo acadêmico e submetê-lo à publicação em revista especializada.
  • Artigo 23º - O formato dos trabalhos na modalidade Iniciação Científicadevem se enquadrar nos seguintes critérios: - o relatório de iniciação científica deverá ser elaborado considerando-se a estrutura e os critérios técnicos estabelecidos pelas normas ABNT. - Parágrafo-único – Os itens mínimos que devem ser elaborados para a apresentação no exame de qualificação são: resumo, objetivos, justificativa, metodologia, síntese da bibliografia fundamental, plano de trabalho e cronograma de sua execução. - a partir do relatório, o aluno poderá elaborar um artigo acadêmico e submetê-lo à publicação em revista especializada. Artigo 24º - O formato dos trabalhos na modalidade Projetos centradosem área teórico-prática ou de formação profissional devem se enquadrar nosseguintes temas: - interface gráfica e design de interação para produtos digitais, tais comosoftwares, games, aplicativos para internet, dispositivos móveis e TV digital; - interface gráfica e programação visual, tais como revistas, embalagens ecatálogos; campanhas de divulgação, sinalização, identidade visual e corporativa,podendo conter ilustrações e trabalho fotográfico; - vídeos, tais como produção de vinheta, vídeo clipe, vídeo experimental,cinema interativo e animação; - ambientes e instalações artísticas. Parágrafo primeiro: temas não previstos neste regulamento podem serencaminhados à Coordenação dos TCC, que deverá convocar o Colegiado doCurso para emitir um parecer, desde que esteja dentro do Cronograma Geral dosTrabalhos de Conclusão de Curso. - O relatório do Projeto centrado em área teórico-prática ou de formaçãoprofissional deverá ser elaborado considerando-se a estrutura e os critériostécnicos estabelecidos pela norma ABNT. Parágrafo-único – Os itens mínimos que devem ser elaborados para aapresentação no exame de qualificação são: resumo, objetivos, justificativa,metodologia, síntese da bibliografia fundamental, plano de trabalho e cronogramade sua execução. - A partir do relatório, o aluno ou grupo poderá elaborar um artigoacadêmico e submetê-lo à publicação em revista especializada.
  • Artigo 25º - Casos em que a proposta se enquadre em duas ou maismodalidades devem ser encaminhados à Coordenação dos TCC, que deveráconvocar o Colegiado do Curso para emitir um parecer, desde que esteja dentrodo Cronograma Geral dos Trabalhos de Conclusão de Curso. Artigo 26º - O TCC pode ser desenvolvido individualmente ou em grupo,obedecendo aos seguintes limites: - Monografia: individualmente - Trabalho de Iniciação Científica: individualmente - Projetos centrados em área teórico-prática ou de formação profissional, acompanhados de relatórios: individualmente ou em grupos de até três alunos. Artigo 27º - Não são permitidas alterações de temas e transferências dealunos para outros grupos, após a inscrição dos projetos, conforme o CronogramaGeral dos Trabalhos de Conclusão de Curso. Artigo 28º – O aluno ou grupo deve elaborar o TCC de acordo com esteregulamento levando em consideração as orientações do seu professororientador. Parágrafo-único – É de obrigação do aluno ou grupo entregar no mínimotrês cópias de seu TCC para serem disponibilizadas aos membros da bancaexaminadora em data especificada no Cronograma Geral dos Trabalhos deConclusão de Curso. Capítulo X - Da Banca Examinadora e das Sessões de Apresentaçãoe Arguição Artigo 29º – O TCC será apresentado pelo aluno perante as bancasexaminadoras. A composição das bancas será definida pelo orientador e aprovadapelo coordenador de TCC do curso de Design Digital. Parágrafo primeiro - Para a defesa, a banca será composta pelo professororientador, que a preside, e por outros dois membros, sendo um deles umprofessor da instituição, podendo o terceiro membro ser convidado de outrainstituição, mediante indicação do professor orientador e aprovação docoordenador de TCC.
  • Parágrafo segundo – Quando da designação das bancas examinadoras,também deverá ser indicado um membro suplente encarregado de substituirquaisquer dos titulares em caso de impedimento. Artigo 30º – As sessões de apresentação serão divididas em 3 partes: Apresentação inicial do trabalho: o aluno terá um prazo máximo de 20(vinte) minutos para apresentar o seu trabalho. Argüição: cada componente da banca examinadora terá 15 (quinze)minutos para perguntas, que deverão ser respondidas pelo autor. Conclusão: cada elemento da banca terá 5 (cinco) minutos paracomentários finais sobre o trabalho. Capítulo XI - Da defesa do Trabalho de Conclusão de Curso Artigo 31º – Ao término das datas limite para a entrega das cópias dosTCC, a coordenação dos TCC deverá divulgar a composição das bancasexaminadoras, os horários e as salas destinadas às apresentações. Artigo 32º – A atribuição da nota do exame de defesa do TCC se dará apóso encerramento da etapa de arguição final, obedecendo ao sistema de notasindividuais por examinador e deverá ser composta pela média aritmética dasnotas atribuídas pelos membros da banca examinadora. Artigo 33º - É obrigatória a participação de todos os componentes dogrupo na apresentação. Mesmo fazendo parte da apresentação oral, propriamentedita, alguns têm a obrigatoriedade de participar como apoio (projetar slides, som,expor peças à banca examinadora, etc.). Todos os membros dos grupos sãoobrigados a subir ao palco e responder as perguntas formuladas pela banca,independente do cargo que ocupam. O não comparecimento de 1 (um) ou maisalunos na apresentação do trabalho, implica na reprovação automática dosausentes, exceto prévia autorização da Coordenadora do Curso. Artigo 34º – A banca examinadora, por maioria, pode sugerir ao aluno ougrupo que corrija seu TCC. Parágrafo primeiro – O prazo para entrega do TCC corrigido é de nomáximo 20 dias corridos; Parágrafo segundo – Quando as cópias do TCC forem entregues (já com asalterações realizadas), o orientador deverá emitir um parecer final. Artigo 35º – A avaliação final, assinada por todos os membros da bancaexaminadora, deverá ser registrada em documento específico a ser arquivado nacoordenadoria do curso.
  • Parágrafo primeiro – Para aprovação, o aluno deverá obter nota final igualou superior a 6 (seis). Parágrafo segundo – A nota do Exame de Defesa será lançada como baseda nota de 4º Bimestre para as disciplinas Projeto Experimental em Design DigitalII e Metodologia de Projeto para Design Digital II.CAPÍTULO XII – Critérios de Avaliação.Artigo 36º – O projeto será avaliado e para aprovação será emitida uma únicanota após defesa em Banca Examinadora.A nota será composta pelos seguintes critérios:- Desenvolvimento do grupo- Desenvolvimento do alunoDentro desses critérios serão avaliados:- Entregas das partes nos prazos determinados.- Participação nas orientações com empenho na discussão do tema.- Presença.- Conteúdo do Projeto de acordo com as orientações.- Conceito do Projeto.- Qualidade da Produção.Apresentação impressa: utilização das normas do projeto e normas da ABNT.Apresentação oral: domínio do conteúdo, oratória. Capítulo XIII - Da Entrega da Versão Definitiva do Trabalho deConclusão de Curso Artigo 37º – A versão definitiva do TCC deve ser entregue em DVDacompanhado de relatório impresso. No caso de monografia e relatório deiniciação científica, deve ser encadernada em capa dura azul royal com letrasdouradas. A folha de aprovação deve ser colocada logo após a capa do trabalho.A versão final deve ser entregue à coordenação dos TCC. Artigo 38º – A aprovação da versão definitiva do TCC é requisito para aconclusão do curso. Artigo 39º – Não sendo aprovado nos termos deste regulamento, o alunodeverá repetir o trabalho, observando obrigatoriamente o limite máximoestabelecido para a integralização do curso de graduação em Design Digital. Capítulo XIV - Das Disposições Transitórias
  • Artigo 40º – Este regulamento entra em vigor na data de sua aprovaçãopelo CONSEPE.
  • 10.2. Regulamento das atividades complementares do cursoDA ESPECIFICAÇÃO DA ATIVIDADE COMPLEMENTAR1º) Será considerada ATIVIDADE COMPLEMENTAR, a atividade desenvolvida forado âmbito do conteúdo programático das disciplinas, devendo o cômputo dehoras ser requerido e comprovado pelo aluno através de documentação abaixoespecificada;2º) As seguintes atividades caracterizam-se como ATIVIDADE COMPLEMENTAR,com as correspondentes cargas horárias: a) Participação em eventos internos e externos, tais como semanasacadêmicas, congressos e seminários: total de horas atestado em certificados oudeclarações; ou até 20 horas nos casos em que a carga horária não é registradanos certificados e declarações; b) Participação em palestras e conferências: 4 horas; c) Participação em cursos de extensão e/ou atualização acadêmica eprofissional: total de horas atestado no certificado ou declaração; d) Participação em atividades extracurriculares internas como feiras,organização de eventos: até 16 horas; e) Estágios internos e externos realizados: no máximo 260 horas; f) Atividades de iniciação científica e pesquisa: no máximo 20 horassemanais; g) Participação em órgãos colegiados, tais como Colegiado de Curso eColegiado de Representantes de Classe: 2 horas semanais; h) Monitoria: 6 horas semanais.DA COMPROVAÇÃO E REGISTRO DE HORAS DA ATIVIDADECOMPLEMENTAR3º) AS ATIVIDADES COMPLEMENTARES deverão ser comprovadas pelo ALUNO,de acordo com o seguinte procedimento: a) O ALUNO deve entregar à Coordenação de Curso o Relatório deAtividades Complementares (ANEXO I), no qual devem estar relacionadas todasas atividades desenvolvidas durante aquele ano. b) Junto ao Relatório deverão ser anexadas fotocópias de certificados,declarações e contratos de estágio que comprovem as AtividadesExtracurriculares desenvolvidas e relacionadas;4º) A comprovação da ATIVIDADE COMPLEMENTAR registrada no Relatório deveser feita através dos seguintes documentos:
  • a) Fotocópia de certificados e declarações nos casos de participação emeventos internos e externos, tais como semanas acadêmicas, congressos,seminários, palestras, feiras, cursos de extensão e/ou atualização acadêmica eprofissional; b) Fotocópia do Acordo de Estágio assinado entre a instituição fornecedorado estágio, a Uniara; c) Relatório de pesquisa, acompanhado de declaração do professororientador da pesquisa atestando o número de horas dedicadas à atividade nocaso de atividades de iniciação científica e pesquisa; d) Declaração do professor orientador da monitoria atestando o número dehoras dedicadas à atividade de Monitoria; e) Declaração do coordenador do curso e presidente do Colegiadoatestando o número de horas dedicadas à atividade de participação em órgãoscolegiados, tais como Colegiado de Curso e Colegiado de Representantes deClasse:5º) É responsabilidade do aluno controlar o número de horas de AtividadesComplementares e acompanhar se o registro das mesmas está sendo procedido,de forma a integralizar até o término do curso o total de horas determinadas.DISPOSIÇÕES FINAIS6º) Cada aluno deve executar e comprovar 240 horas de AtividadesComplementares7º) Em caso de dúvidas, caberá ao Colegiado de Curso dar o parecer final sobre ocômputo das Atividades Complementares.
  • 10.3. Formulário de Atividade Complementar CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA - UNIARA FORMULÁRIO PARA REGISTRO DE ATIVIDADE COMPLEMENTARNome do aluno: Código:Curso: Design Digital Série: Carga Descrição Local Período HoráriaCARGA HORÁRIA TOTAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGISTRO ACADÊMICO Protocolo Interno N.º : _______________________________________________________ASSINATURA DO ALUNO Data : ______/___/_____ Funcionário________________________________________ASSINATURA DO COORDENADOR