• Like
O conceito da_moral_paim
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

O conceito da_moral_paim

  • 487 views
Published

 

Published in Spiritual
  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Be the first to comment
    Be the first to like this
No Downloads

Views

Total Views
487
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0

Actions

Shares
Downloads
17
Comments
0
Likes
0

Embeds 0

No embeds

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
    No notes for slide

Transcript

  • 1. MODELOS ÉTICOS Introdução ao estudo da moral.
  • 2. CONCEITO DA MORAL A moral corresponde ao conjunto das regras de conduta admitidas em determinadas épocas. O Decálogo de Moiséis foi uma primeira tentativa bem sucedida de delimitar essa esfera da vida social.
  • 3.
    • A moral sofreu influência da tradição judaico-cristã, expressa nos Dez Mandamentos e do tipo de inquirição racionalizante, criada pela cultura grega.
    • Elementos típicos: noções de pessoa e livre arbítrio, suscitada pelo cristianismo
  • 4. Na época moderna, emprendeu-se esforço significativo em prol da consideração da moral como algo de válido em si mesmo, independente das religiões. No entanto, a moral está longe de poder definir-se como algo racional.
  • 5. Só no plano individual a ação humana pode ser racional. No plano coletivo, ação humana torna-se irracional, desde que os fins não se compatibilizam ou, quando tal ocorre, as ações não se coordenam, atrapalham-se mutuamente.
  • 6. A moral há de conservar a ambigüidade de exigir o momento da reflexão preservando simultaneamente uma componente irracional intransponível. A moral pode ser definida como o acordo entre a consciência e os preceitos consagrados.
  • 7. A respeito das relações entre as pessoas, a moral social deve encontrar fundamentos laicos, válidos para todos, inclusive aos que não acreditam em Deus. Essa circunstância é que estabelece uma distinção entre moral individual e moral social.
  • 8. Objetividade do código e subjetividade: A moral é subjetiva. Quando um princípio moralé adotado pela comunidade torna-se lei, transita-se para a esfera do direito. A validade universal do Código judaico-cristão decorre da circunstância de que repousa num ideal de pessoa humana que penetrou fundo em nossa cultura.
  • 9. O código moral cristão está centrado num núcleo básico que é o ideal de pessoa humana. Sem embargo do caráter subjetivo da moral, o ideal de pessoa humana, núcleo da moral, é dotado de plena objetividade, no sentido de que vale para todos.
  • 10. P ode-se afirmar que o ideal de pessoa humana, com base na cultura ocidental, é válido para todos, é dotado de objetividade, embora as culturas nacionais, em diversos momentos históricos, tenham se defrontado com o problema de formular-se uma acepção de pessoa humana ou de rever a que havia sido consagrada pela tradição.
  • 11. A moral pode ser definida como o acordo entre os preceitos consagrados. No âmbito de sua competência a consciência é o autentico juiz.
  • 12. Relações entre moral, direito e política: Moral X Direito A moralidade é subjetiva, coage interiormente. Uma lei jurídica só encontra suporte moral quando repousa em princípios validos universalmente para a comunidade. Em muitas circunstâncias, um princípio se formula na área política e só mais tarde adquire foros de moralidade.
  • 13.
    • Moralidade – obrigação que coage subjetivamente.
    • Lei jurídica – obrigação que coage externamente.
    • A relação entre moralidade e lei jurídica é muito complexa.
  • 14.
    • A doutrina do sistema representativo, em sua formulação originária, leva em conta estritamente as circunstâncias concretas. O elemento apto a evidenciá-lo são as regras da tolerância, então estabelecidas, somente aplicáveis aos que se dispunham à observância dos princípios essenciais à convivência política.
  • 15.
    • A carreira política concede o sentimento de poder. A consciência de influir sobre outros seres humanos, o sentimento de participar do poder e, sobretudo , a consciência de figurar entre os que detêm nas mãos um elemento importante na história que se constrói podem levar o político profissional, mesmo o que só ocupa modesta posição, acima da banalidade da vida cotidiana.
  • 16.
    • Há três qualidades determinadas do homem político:
    • Paixão;
    • Sentimento de responsabilidade;
    • Senso de proporção.
  • 17.
    • Paixão no sentido de “propósito a realizar”
    • Sentimento de responsabilidade corresponde à estrela polar determinante da atividade, ela não transforma um homem em chefe político.
    • Portanto, faz-se necessário o senso de proporção, que é a qualidade psicológica fundamental do homem político.
  • 18.
    • Como é possível fazer conviverem, no mesmo indivíduo, a paixão ardente e o frio senso de proporção?
    • Há um inimigo vulgar, muito humano, que o homem político deve dominar a cada dia e a cada hora: a vaidade.
    • A vaidade é um traço comum, e talvez, não haja pessoa alguma que dela esteja inteiramente isenta.
  • 19.
    • Existem apenas duas espécies de pecado mortal em política:
    • Não defender causa alguma;
    • =
    • Não ter sentimento de responsabilidade.