Recontando em português as fábulas de la fontaine

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Recontando em português as fábulas de la fontaine

  1. 1. Recontando em português as fábulas de LA FONTAINE Trabalho de alunos do 4º ano orientado pela professora Conceição Escórcio junho de 2011
  2. 2. recontada por ricardo
  3. 4. recontada por ricardo
  4. 5. A cigarra e a formiga <ul><li>  A cigarra cantou todo o verão sem se preocupar com o inverno. </li></ul><ul><li>Quando o frio do inverno chegou, ela ficou apavorada pois por mais que procurasse não havia maneira de encontrar uma mosca ou um verme  para se alimentar. </li></ul><ul><li>Muito envergonhada e não aguentando mais a fome foi pedir à sua vizinha formiga que lhe emprestasse com que passar o inverno. Na época mais quente ela pagar-lhe-ia. </li></ul><ul><li> Vendo a má vontade da formiga, jurou-lhe então que pagaria os juros e o capital. Mas a formiga que não gosta de emprestar perguntou à cigarra : </li></ul><ul><li>- Que fez a minha amiga cigarra durante todo o verão? </li></ul><ul><li>- Cantei para alegrar todos os bichos do jardim. </li></ul><ul><li>- Então, agora dance! </li></ul><ul><li>Esta fábula diz-nos que devemos poupar se quisermos ter alguma coisa. </li></ul><ul><li>recontada por tiago </li></ul>
  5. 6. A lebre e a tartaruga <ul><li>Um dia a lebre para fazer pouco da tartaruga desafiou-a para uma </li></ul><ul><li>corrida. A tartaruga, mesmo sabendo que era muito lenta e que não tinha possibilidades de ganhar, começou a treinar . Todos os bichos da floresta a observavam e faziam troça dizendo disparates. A lebre, essa, ria… ria… </li></ul><ul><li>Chegou o dia da corrida. A novidade tinha corrido por toda a floresta E os bichos lá estavam . A tartaruga e a lebre aprontaram-se e o sinal de partida foi dado. </li></ul><ul><li>A tartaruga corria o mais que podia, mas não conseguia acompanhar a lebre que ao mesmo tempo aproveitava para fazer chacota dela. </li></ul><ul><li>A certa altura a lebre ao ver a tartaruga ainda muito longe resolveu fazer uma soneca. Ela queria assim mostrar a sua superioridade. </li></ul><ul><li>Enquanto a lebre dormia não se dava conta que a sua concorrente se </li></ul><ul><li>ia aproximando da meta. </li></ul><ul><li>Ao acordar, a lebre viu horrorizada que a tartaruga estava quase junto da meta, e que por mais que corresse não ganharia. </li></ul><ul><li>A tartaruga obteve assim a vitória e foi festejar com os outros animais. A lebre voltou para casa envergonhada. </li></ul><ul><li>Esta fábula diz que nunca devemos rir dos mais fracos e que « devagar se vai ao longe. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>recontada por tiago </li></ul>
  6. 7. O leão e o rato <ul><li>Estava um leão a dormir a sesta quando um ratinho começou a correr por cima dele. Furioso por o terem acordado o leão rugiu e preparou-se para o engolir. </li></ul><ul><li>Perdoa-me ! - suplicou o ratinho. Perdoa-me e nunca mais o esquecerei! Talvez um dia precises de mim ! </li></ul><ul><li>O leão ao ver o ratinho cheio de medo, pedir-lhe perdão e dizer-lhe que um dia lhe podia ser útil, achou piada, riu-se e deixou-o ir embora. </li></ul><ul><li>Passado algum tempo o leão caiu numa armadilha de uns caçadores que o queriam oferecer vivo ao rei. Amarram-no a uma árvore para virem buscá-lo mais tarde. Desesperado, o leão rugia de dor e o ratinho que andava muito próximo foi ver o que se passava . Imediatamente roeu as cordas salvando o leão. </li></ul><ul><li>Esta fábula diz-nos que nunca devemos desprezar os mais fracos e que devemos retribuir o bem que recebemos. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>recontada por alex </li></ul>Ilustração adaptada
  7. 8. A raposa e a cegonha <ul><li>Certo dia a raposa convidou a cegonha para jantar . Como era lambareira e ao mesmo tempo queria fazer troça da cegonha pôs as papas num prato raso. A pobre da cegonha não conseguiu comer nada. </li></ul><ul><li> Passado algum tempo, a cegonha que tinha jurado vingar-se da raposa convidou-a para um jantar. E serviu-lhe a sopa num jarro largo em baixo e estreito em cima. </li></ul><ul><li>- Miam ! Miam ! Que deliciosa esta sopa, querida amiga ! Então não come?! – dizia a cegonha enfiando o bico no jarro . </li></ul><ul><li> A raposa tentava passar o focinho no gargalo do jarro para comer mas em vão. </li></ul><ul><li> Bastante mal humorada, despediu-se da cegonha resmungando : </li></ul><ul><li> - Não achei graça nenhuma ! </li></ul><ul><li>A lição de moral desta fábula é que « não devemos fazer aos outros aquilo que não queremos que nos façam ». </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>recontada por alex </li></ul>Ilustração adaptada
  8. 9. A Raposa e as Uvas <ul><li>Uma raposa esfaimada encontrou uma parreira carregadinha de lindos cachos de uvas maduros que faziam crescer água na boca. Mas estavam tão altos, tão altos, que nem pulando ela conseguia lá chegar. Despeitada, a raposa murmurou: </li></ul><ul><li>- Estão verdes, não prestam! Só os cães os poderão tragar. E foi-se. Nisto, ouviu um barulhinho. Pensando que era um cacho de uvas voltou-se para trás e pôs-se a farejar. Era apenas uma folha. </li></ul><ul><li>Moral da história: Quem desdenha quer comprar. </li></ul><ul><li> recontada por em </li></ul>
  9. 10. O Lobo e o Cordeiro <ul><li>Um cordeiro estava bebendo água num ribeiro e quando levantou a cabeça, viu um lobo também bebendo. - Como é que te atreves a sujar a água que eu bebo! - disse o lobo, que andava esfomeado e procurava com que matar a fome. -Eu não estou sujando nada - respondeu o cordeiro. - Bebo mais abaixo, por isso é impossível . -Tu turvas a água - continuou o lobo ameaçador – e também ouvi que andaste dizendo mal de mim o ano passado. </li></ul><ul><li> - Não pode ser - respondeu o cordeiro .O ano passado eu ainda não tinha nascido. O lobo pensou, pensou, e por fim disse: - Se não foste tu, foi o teu irmão, o que é o mesmo. - Eu não tenho irmão - disse o cordeiro . Sou filho único. - Se não foste tu e não tens irmãos então foi o teu pai , e eu tenho de vingar-me. </li></ul><ul><li>E saltando sobre o cordeiro, agarrou-o e comeu-o. </li></ul><ul><li>MORAL: A razão do mais forte é sempre a melhor. </li></ul><ul><li>recontado por ad </li></ul>
  10. 11. O lobo pastor <ul><li>  </li></ul><ul><li>Um lobo espertalhão queria comer as ovelhas de um rebanho. Depois de muito matutar resolveu transformar-se em pastor. Vestiu a pele duma raposa e foi até ao pasto onde o pastor , o cão e as ovelhas dormiam. </li></ul><ul><li>Então imitou a voz do pastor mas a sua voz era completamente diferente e ressoou de tal maneira que acordou todos. </li></ul><ul><li>O cão deitou atrás do lobo que foi obrigado a fugir. </li></ul><ul><li>recontada por hilari </li></ul>
  11. 12. O galo e a raposa <ul><li>Empoleirado no galho duma árvore estava um galo astuto. Uma raposa que procurava com que matar a fome, mal acreditava no que via. E com falas muito mansas perguntou ao galo: </li></ul><ul><li>O compadre já está ao corrente que foi declarada a paz entre os animais? Desça desse galho para eu lhe dar o beijo da amizade. </li></ul><ul><li>Certamente comadre. Descerei logo que cheguem os cães da quinta para nos abraçarmos. e beijarmos. </li></ul><ul><li>A raposa não quis ouvir mais nada e pernas para que te quero! </li></ul><ul><li>E quanto ao galo matreiro, esse ficou-se a rir. </li></ul><ul><li>A lição de moral é que “acabamos sempre por encontrar alguém mais esperto que nós” </li></ul><ul><li>recontada por mb </li></ul>
  12. 13. O cavalo e o burro <ul><li>Um burro viajava na companhia dum cavalo antipático. Ele ia tão carregado, tão carregado, que temendo não chegar à cidade pediu ajuda ao cavalo. </li></ul><ul><li>O cavalo recusou e o burro morreu pelo caminho. </li></ul><ul><li>Então o dono carregou o cavalo com a carga que o burro levava e ainda a sua pele. </li></ul><ul><li>O burro ao ver-se tão carregado arrependeu-se do que tinha feito mas já não havia remédio. E dizia para si mesmo que se tivesse ajudado o burro agora não estaria carregando tudo sozinho. </li></ul><ul><li>A lição de moral é que “devemo-nos ajudar uns aos outros.” </li></ul><ul><li>recontada por id </li></ul>
  13. 14. A lebre e a rã <ul><li>Era uma vez uma lebre sujeita a ataques de tristeza que vivia num eterno tédio. Além disso tinha medo de tudo: duma sombra, dum sopro, de comer, de beber... </li></ul><ul><li>Numa das suas saídas ouviu um barulho de passos e cheia de medo correu para casa. Quando passou à beira dum lago, as rãs que apanhavam sol ao ouvirem os seus passos jogaram-se logo à água. </li></ul><ul><li>Muito admirada que alguém tivesse medo dela, disse: </li></ul><ul><li>“ -Não há um poltrão na terra que não encontre alguém mais poltrão que ele.” </li></ul><ul><li>recontada por maga2010 </li></ul>
  14. 15. Os dois toiros e a rã <ul><li>Um dia que dois toiros combatiam para obter os favores duma vitela e a chefia da manada, uma rã surgiu no cantinho do campo, suspirou e disse: </li></ul><ul><li>- Não vêem que no fim da querela um de vós será expulso destes campos floridos e o que perder o combate virá viver nos nossos lameiros? </li></ul><ul><li>Os touros não a quiseram ouvir e tal como a rã dissera, o que perdeu o combate teve de ir viver para os lameiros das rãs e a cada passo que dava esmagava-as. </li></ul><ul><li>A moral da história é que “os pequenos sofrem sempre as consequências dos disparates dos grande.” </li></ul><ul><li>recontada por ricardo </li></ul>
  15. 16. O lobo e a cegonha <ul><li> Um lobo cheio de fome comia tão depressa que se engasgou com um osso. Quase a morrer asfixiado chamou uma cegonha que por lá passava. </li></ul><ul><li>A cegonha tirou-lhe o osso salvando assim o lobo duma morte certa e depois do serviço feito pediu-lhe uma recompensa. </li></ul><ul><li>O lobo respondeu-lhe que ela já tinha sido recompensada pois não tinha aproveitado a ocasião para comê-la. </li></ul><ul><li>recontada por legolf </li></ul>
  16. 17. A panela de barro e a panela de ferro <ul><li>A panela de ferro vivia muito aborrecida no seu canto. Decidiu viajar mas não queria ir sozinha. </li></ul><ul><li>Então convidou a panela de barro para lhe fazer companhia. </li></ul><ul><li>Ao princípio a panela de barro recusou alegando que era muito frágil. Mas a panela de ferro tanto insistiu, que a panela de barro decidiu acompanhá-la depois da panela de ferro ter prometido protegê-la durante a viagem. Pelo caminho a panela de ferro bateu na panela de barro e partiu- </li></ul><ul><li>-a. </li></ul><ul><li>A lição de moral desta fábula é que não devemos associar-nos com quem é mais forte que nós. </li></ul><ul><li>recontada por asu </li></ul>
  17. 18. O leão velho <ul><li>O leão que fora o rei da floresta durante muitos anos envelheceu e passava o seu tempo rememorando o passado. </li></ul><ul><li>Os outros animais ao vê-lo tão fraco resolveram vingar-se. Veio o cavalo e deu-lhe um coice. Em seguida o boi encornou-o. </li></ul><ul><li>O pobre do leão triste e fraco devido à sua idade suportava resignado o seu destino. </li></ul><ul><li>Nisto aparece o burro para o atacar. Desesperado o leão disse: “Antes morrer que suportar os teus ataques.” </li></ul><ul><li>recontada por rosa das neves </li></ul>
  18. 19. A rã e o boi <ul><li>Andava uma rã a apanhar sol quando viu um belo boi. Ficou tão encantada com o físico do boi que resolveu ser como ele; </li></ul><ul><li>Começou a inchar, a inchar, mas não conseguia atingir as proporções do boi. Perguntava às amigas mas estas diziam-lhe sempre que ainda não estava do tamanho do boi. </li></ul><ul><li>Fazendo das tripas coração, a rã tentou um última vez mas rebentou sem conseguir o seu intento. </li></ul><ul><li>Conclusão: o mundo está cheio de gente que quer parecer o que não é. </li></ul><ul><li>recontada por diogo </li></ul>
  19. 20. A raposa e o corvo <ul><li>Estava um corvo empoleirado numa árvore com um queijo no bico quando apareceu uma raposa atraída pelo delicioso cheiro. </li></ul><ul><li>Pôs-se a raposa a matutar na melhor maneira de enganar o corvo. </li></ul><ul><li>- Olá senhor Corvo! Bom dia! Se a sua voz for tão bela como as suas penas será certamente o “Rei dos Pássaros.” </li></ul><ul><li>Ao ouvir estas belas palavras, o corvo ficou tão vaidoso que abriu o bico para cantar e lá se foi o queijo. </li></ul><ul><li>Toda contente a raposa agarrou o queijo e disse ao corvo que a lição de moral que ele lhe estava a dar valia bem um queijo, pois “todo o vaidoso se deixa enganar por quem o resolva adular.” </li></ul><ul><li>Lição de moral: devemos sempre desconfiar dos lisonjeadores. </li></ul><ul><li>recontada por alex </li></ul>Ilustração adaptada
  20. 21. <ul><li>Trabalho realizado pela turma de CM1 </li></ul><ul><li>(4º ano) da SP do LI, sob a orientação da Professora Conceição Escórcio. </li></ul><ul><li>As ilustrações das fábulas são de Marc Chagall. Sempre que houve montagem ao nível da ilustração isso foi indicado no respetivo slide. </li></ul><ul><li>junho de 2011 </li></ul>

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