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La dame à la capuche

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Trabalhos criativos realizados a partir do busto pré-histórico «La dame à la capuche»

Trabalhos criativos realizados a partir do busto pré-histórico «La dame à la capuche»

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Transcript

  • 1. LA DAME À LA CAPUCHE
  • 2. Expressão escrita
    • TEMA: Imagina o dia em que o busto foi feito.
    •  
    • Pistas de orientação: 
    • Quem foi a senhora que deu origem a este busto?
    • Terá existido?
    • Quem fez?
    • Porque esculpiu?
    • Alguém pediu a escultura do busto?
    • O busto inspira-se nalguém que existiu mesmo, ou foi fruto da imaginação do escultor?
    • Será que o busto é de criança, de mulher ou de homem?
    •  
  • 3. Turma de 6º ano
  • 4. lisa
    • Há cerca de 20.000 anos a. C, um rapazinho chamado Bastibalagom apaixonou-se por uma menina que tinha como nome Marfimzela.
    • Eles tinham a mesma idade, viviam no mesmo lugar mas nunca se tinham falado. Marfimzela, não estava apaixonada pelo rapaz, o que deixou Bastibalagom triste. Decidiu então pedir conselhos à mãe. Ela disse-lhe para oferecer à jovem um objeto feito por ele, que ela ficaria muito contente. Mas o quê ? Era esta pergunta que ele tinha na cabeça e a que não conseguia responder. Foi passear, quando encontrou uma “pedra” muito linda, e decidiu então esculpir o busto lindíssimo de Marfimzela. Levou horas e horas a esculpir. Mas valeu a pena ! O Bastibalagom até decidiu dar o nome de Marfim à “pedra” que tinha esculpido
    • Quando Bastibalagom ofereceu o busto a Marfimzela, ela ficou radiante ! E gostou muito da ideia de dar o nome de Marfim à pedra. Então para agradecer ao rapaz deu-lhe um beijinho na cara, e foramos dois passear. Foram muito felizes para sempre !
  • 5. sofia
    • Um dia, um homem do Paleolítico que se chamava Morohambi e que tinha 20 anos estava com a sua tribo chamada «Kaedi» numa caverna com muitos desenhos nas paredes. Ele nunca sabia o que fazer até que, certa vez, encontrou uma mulher chamada Berhombida. Essa mulher, quando entrou na caverna, começou a pintar na parede. Morohambi admirava o seu desenho, e queria poder fazer a mesma coisa só que ele não sabia desenhar. Mas, com toda a sua vontade, começou a pintar e a mulher olhou e gostou porque pensava que Morohambi sabia o que estava a fazer.
    • A partir daí, Morohambi fazia para Berhombida um desenho todos os dias, pensando que ela ia gostar, mas Berhombida apercebeu-se que ele não tinha jeito nenhum, Morohambi não sabia verdadeiramente desenhar, e Berhombida não gostava nada dos seus desenhos. Um dia, ele teve uma ideia de génio! Ia fazer o busto da Berhombida! Seria uma bom trabalho!
    • Certa manhã de verão, levantou-se antes de toda a sua tribo ( umas três horas mais cedo) e foi buscar o material com o qual poderia fazer o busto .No final de duas horas de buscas, encontrou marfim à beira da caverna de outra tribo. Como toda a gente dormia, ele não teve medo: com toda a calma, pegou no marfim de que precisava. Regressou à sua tribo e entrou na caverna que estava deserta! Então, começou o busto da Berhombida! Morohambi se calhar não sabia desenhar mas esculpir, ele sabia! Esculpia como ninguém! Pegou no marfim e trabalhou-o. Quando a gente da sua tribo acordou, ele ainda não tinha acabado. Por isso, escondeu o trabalho e saiu.
    • Mais tarde, Mohambi, o seu irmão, muito curioso, olhou para aquele busto de uma maneira como se não acreditasse que tinha sido o seu irmão a esculpi-lo . Não acreditava! Morohambi, com gestos, afirmou que era ele o autor do busto! Quando Berhombida acordou, foi para a caverna de Morohambi para pintar como era hábito e quando terminou saiu com o busto e foi dá-lo a Morohambi. Ela sabia muito bem que era ele quem tinha começado a esculpir aquele pedaço de marfim. Morohambi não se fez rogado e, à frente de toda a tribo, prosseguiu o trabalho: esculpia uns cabelos entrançados , uns olhos profundos , esboçava levemente uma boca e um pescoço longo. Os homens estavam perplexos ao vê-lo esculpir. Começavam a perceber que não é porque não se sabe pintar nem desenhar, que não se sabe esculpir!
    • Quando Morohambi acabou o busto, ofereceu-o a Berhombida que agradeceu mostrando que gostava do escultor Morohambi muito mais do que do pintor.
  • 6. titi
    • Há muito, muito tempo atrás, existia uma mulher que era a mais bonita de todas. O seu nome era Ramuna. Ramuna vivia perto de um rio, ela era delicada, sensível, simpática e tinha um enorme gosto pelas pinturas.
    • Um dia, um homem todo molhado da chuva, com as roupas rasgadas e cheio de frio, chegou à beira dela. Ramuna, com a sua delicadeza, aconchegou-o, deu-lhe de comer e aqueceu-o.
    • O homem, de nome Hebraico, ficou logo apaixonado por Ramuna. Passados alguns meses, já eram namorados. Ramuna e Hebraico amavam-se de tal forma que andavam sempre juntos.
    • Os dias foram passando, e o tempo piorando. O rio subiu até que as águas inundaram as terras, levando consigo Ramuna. Hebraico não conseguiu salvá-la e a pobre mulher foi levada pelas correntes.
    • A partir desse momento, Hebraico nunca mais foi o mesmo, passava a vida a fazer bustos de Ramuna. Um dia, encostado a uma árvore, Hebraico fazia um pequeno busto do rosto da sua amada (o mesmo que Edouard Piette encontrou), quando uma dor intensa lhe chegou ao peito. Em menos de cinco minutos Hebraico estava morto.
    • Esta é a verdadeira história da Dame à La Capuche , que ninguém conhecia até hoje.
  • 7. silvia
    • O dia em que o busto foi feito
    •  
    • Há 25.000 a.C., junto aos Pirenéus, numa grande savana aberta, existia uma tribo que por ali habitava. Essa tribo não devia ter mais do que 20 homens e 20 mulheres. Um desses homens era Kuathilla. Ele era magro, alto e com muito pelo no corpo. Kuathilla não era como os outros homens que gostavam de caçar, ele tinha a paixão de esculpir. Estranho, não é?
    • Num dia quente, a sua tribo decidiu mudar-se para um local melhor, a caça por ali estava acabada. Enquanto caminhavam pelo solo quente, Kuathilla observava as paisagens. Cada uma mais bonita do que a outra. Ele já pensava no que poderia esculpir quando, de repente, a sua tribo parou e o chefe anunciou:
    • - Vamos passar aqui a noite!
    • Antes de Kuathilla se ir deitar, escondeu o seu material no meio de umas folhas, e pensou:
    • - Acho que aqui ninguém descobre.
    • Kuathilla deitou-se e adormeceu. Mas nessa noite, algo de estranho aconteceu a Kuathilla. Pela primeira vez, em plena pré – história ,um ser humano sonhou. E o sonho foi este:
    • Kuathilla encontrava-se numa outra tribo onde já se conhecia o fogo e outras invenções também. Ele ficou maravilhado com tudo, mas principalmente quando olhou para uma menina não muito mais nova que ele. Ela era tão bonita que Kuathilla se aproximou da jovem e olhou bem para as feições da sua cara. Era tão difícil conseguir entender… Ela era tão diferente! De repente, ela desapareceu. E ele acordou.
    • Ainda estava toda a gente a dormir. E Kuathilla pegou no material e esculpiu-a tão perfeitamente que a guardou junto do coração.
  • 8. nl
    • Mamute
    • H á muito, muito tempo, na pré-hist ó ria, um homem solitário, sem mulher nem filhos, foi à caça. O homem de nome Mamute, caçou um mamute para dar comida ao seu grupo. O grupo cortou a cabeça, jogou no chão os chifres de marfim e começaram a comer a carne do animal. Depois de ter acabado de comer, o jovem Mamute achando os chifres t ã o belos pensou fazer alguma coisa com eles. Este foi o dia em que tudo começou !
    • Pensou, pensou, pensou até que decidiu esculpir Gata, a mulher do chefe, a mais bela do grupo. Foi buscar instrumentos: pedras afiadas para a esculpir. Enquanto Gata cantava, ele olhava para ela encantado. Começou o trabalho cortando um pedacinho do marfim. Depois esculpiu os seus cabelos entrançados. Escavou os olhos e a seguir pôde fazer o nariz. Quando Mamute acabou de esculpir a Gata, ofereceu-lhe o busto. A Gata viu que n ã o tinha boca e jogou o busto no ch ã o com gritos.
    • O chefe, vendo a sua mulher naquele estado, foi ter com ela desesperado e ordenou a Mamute que partisse para sempre. Antes de ir embora, o Mamute foi buscar as suas armas e o busto, despediu-se de todo o grupo e partiu.
    • Na sua nova vida solitária, caçou vários mamutes, mas perdeu a vontade de esculpir. E guardou sempre o busto de Gata consigo. À noite fazia a sua fogueira e contemplava o busto de Gata. Um dia decidiu escavar um buraco na terra e enterrou o busto tão amado.
    • Tudo aconteceu a 12 de março de 25 000 a. C.!
    • Assim acaba a minha história! Quando esculpirem um busto, n ão se esqueçam da boca !
  • 9. luca100
  • 10. danette
    •                                                                                            A prenda de Zuburano
    •    Há 25 000 anos a.C um homem chamado Zuburano viu uma linda mulher que estava a colher frutos, aproximou-se e disse-lhe:
    • -O…O…Olá, como te chamas ?
    • -Chamo-me Zimunirada.
    • Zuburano foi-se embora a correr para a gruta dele.Chegando lá, decidiu ir para a caça de um mamute, pois tivera uma ideia.
    •                                                                      *
    •    Zuburano sai da aldeia e dirige-se para um grande sítio, cheio de mamutes. Tenta descobrir o mais pequeno deles. Com o seu arco, faz pontaria para um pequeno mamute e… Zimba… acertou nele! Todos os mamutes entram em pânico, fogem por todo o lado e esapam-se da vista de Zuburano, dirige-se para o mamute morto e arranca-lhe um chiffre. Regressa para a gruta dele, já esta quase noite e todos os habitantes recolheram-se para descansar, ele vai discretament  dormir. No dia seguinte ele esculpe o chiffre para criar a cara de uma pessoa: a Zimunirada! Resole ir vê-la.
    •                                                                       *
    •    Encontra a Zimunirada a subir a uma cerejaira e começa a falar:
    • -Olá, Zimunirada!
    • -Olá!
    • Mostra-lhe então as duas mãos fechada:
    • -Qual mão? – diz-lhe pedindo que escolha.
    • -Direita!
    • Zuburano abre a mão: surge nesse momento a cara de Zimunirada esculpida no marfim.
    • -Obrigada! – E dizendo isto, ela cai da cerejeira, mas Zuburano apanha-a... BEIJINHO! Acabando por lhe perguntar:
    • -Queres casar comigo?
    • -Quero!
    • E foram felizes para sempre!
  • 11. lola
  • 12. lja
  • 13. dia
  • 14. Turma de 7º ano
  • 15. leonor
    • O SEGREDO DA DAME A LA CAPUCHE
    • 5 de novembro , Pré-História
    •  
    • O Yorgi vivia com a sua família (o seu pequeno irmão Eldor, o seu pai Ardune e a sua mãe Orla) na gruta de Brassempouy. Pertencia à tribo dos Olfranos. Era um rapaz feliz.
    • Adorava esculpir estátuas dos seus amigos e da sua família. Mas o que ele mais gostava era a companhia da sua amiga Élia que pertencia também à tribo dos Olfranos.
    • Um dia, tudo mudou. O seu pai anunciou-lhe que tinha sido promovido a caçador de mamute na tribo de Elta, na gruta de Lascaux.
    • O Yorgi não queria deixar os seus amigos e sobretudo a Élia. Então, pegou num pedaço de marfim de mamute (o mais bonito que encontrou) e esculpiu a cara da Élia enfeitada com um lindo capucho. Quando acabou, olhou para a sua obra e ficou muito satisfeito. Depois, pegou noutro pedaço de marfim de mamute e esculpiu a sua cara. Também ficou muito satisfeito. Correu até à entrada da gruta e escavou um buraco. Dentro, pôs os dois rostos em marfim e tapou o buraco com terra. Assim, ele e a Élia ficariam juntos para sempre.
    •  
    • 3 de fevereiro, Pré-História
    •  
    • Já está! O Yorgi mudou de tribo e de gruta e habituou-se à sua nova vida. Teve problemas a princípio, mas tudo se resolveu. Passava o seu tempo a enviar «cartudes» (cartas pré-históricas escritas em pedra) à Élia. Eram escritas com desenhos e transportadas pelos «cartudeiros». Encontrou uma nova atividade porque não podia esculpir em marfim de mamute. Era demasiado raro! Ele fazia pinturas nas paredes que mais tarde ficariam conhecidas como pinturas rupestres.
    •  
    • 7 de janeiro, Idade Média
    • Uma avalanche abate-se sobre a gruta de Brassempouy e separa o busto da Élia do busto de Yorgi.
    • Talvez um dia alguém encontre os bustos dos dois amigos para que eles voltem a ficar juntos!
  • 16. nc
    • Vou vos contar a estória da dama do capucho...
    •  
    • - Bom dia, Jondalar !
    • - Bom dia, Ayla !
    • - O que estás a esculpir ?
    • - Oh, isso? Não... Não é nada.
    • - Está bem, se é segredo então, calo-me. O queres para comer?
    • - Não sei... Um chá e alguns cogumelos que a nossa filha foi buscar ontem!
    • - Está bem ! O chá da manhã estará pronto quando o sol acordar.
    •  
    • Jondalar olhou a esposa partir e continuou a esculpir o retrato da filha no marfim.
    •  
    • Passou-se o dia, normal a tantos outros, entre colheitas, caças, obras de arte...
    •  
    • À noite:
    •  
    • - Ayla!
    • - Sim, Jondalar.
    • - Eu terminei de esculpir o meu segredo!
    • - Oh! E por que estás a contar-me isso?
    • - Porque é para você. É a nossa filha, que vai casar-se amanhã. Como ela vai mudar de tribo, eu pensei que quisesse ter ela consigo para sempre, mesmo se de outra forma.
    • - Oh, muito obrigado Jondalar!
    •  
    • No dia seguinte houve um grande terramoto e a tribo inteira morreu, mas a escultura ficou!
  • 17. melancia
    • Conta-se que no ano 22.000 a .C, uma senhora de cabelo muito comprido, quase sem queixo estava a cortar carne. Um homem chegou ao pé dela e levou-a a uma gruta nas Landes. Ele mostrou-
    • -lhe marfim de mamute e pediu-lhe para ficar quieta. Três horas depois, ela já estava inquieta pois queria saber o que o homem estava a esculpir no marfim. Então levantou-se e foi ver: descobriu uma cabeça feminina. Achou aquela escultura do seu busto muito bonita e agradeceu ao homem. Ele tinha esculpido o busto da senhora porque, certa manhã, ao pegar no marfim de mamute, este caiu no chão em cima de uma pedra que riscou o marfim. Então ele tentou fazer a mesma experiência para ver se resultava mesmo.
    • Em 1894, o busto foi encontrado na gruta do Papa pelo arqueólogo Edouard Piette. O busto ficou conhecido como “La Dame de Brassempouy”
  • 18. morango
    •  
    • Há 22 000 anos antes de Cristo, num dia de sol, uma senhora muito bonita estava cozinhando. Ao mesmo tempo os homens voltavam da caça com carne e com um dente de mamute que tinham encontrado em baixo de uma pedra durante a caça. Não sabiam o que fazer com aquele dente. Um homem pegou numa faca mas não sabia como escuçpir. A senhora chegou perto dele e perguntou-lhe se podia esculpi-la. Ele aceitou e começou a esculpir com traços bem finos. Quando acabou, deu de presente à senhora.
    • Mas um ano depois esta senhora morreu e só se encontrou a escultura do seu busto no século XIX.
  • 19. laranja
    • No ano 22000 a.C um homem da pré-história encontrou uma cabeça de dinossauro e como pensava que era outro homem que a tinha feito então quis esculpir algo semelhante. Mas não encontrava inspiração e no grupo com quem ele vivia ninguém acreditava que ele pudesse esculpir uma imagem no marfim que tinha encontrado perto da cabeça de dinossauro.
    • Um dia, o chefe disse ao grupo para se encontrarem na caverna à noite. Quando todos chegaram à caverna, o chefe disse que ia apresentar a sua esposa. Quando ela saiu detrás da pedra, o homem que tinha encontrado o marfim viu-a e esculpiu-a no marfim.
  • 20. trator
    • Chamava-se Isabel a pessoa que deu origem a este busto e morreu há mais de 20 000 anos a.C. Era uma senhora bonita, de longos cabelos castanhos claros, um pequeno nariz e sobretudo com uma expressão muito simpática, de quem toda a gente gostava muito. Dona Isabel tinha o dom de ajudar todas as pessoas necessitadas.
    • A pessoa que a esculpiu chamava-se Eric. Este esculpiu Isabel, a quem agora chamamos "La Dame à la Capuche“. Eric fez esta escultura porque um dos seus primos desafiou-o em jeito de aposta, dizendo-lhe: "se fores capaz de fazer uma tal obra pagar-te-ei uma soma elevada”. O primo pensava que Eric não era capaz de esculpir nada... Desse primo a única informação que temos é que se chamava Eduardo. Também sabemos que se enganou redondamente!
  • 21.
    • Turmas de 6º e 7º anos da SP do LI
    • outubro e novembro de 2011