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Economia Colaborativa, Criativa, Conectada e Compartilhada

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  • 1. ECONOMIA#CRIATIVA #COLABORATIVA #COMPARTILHADA #CONECTADA GABRIELA AGUSTINI UNESCO MINC JUNHO. 2014
  • 2. SÉCULO XXI SÉCULO DAS REDES
  • 3. ORGANIZAÇÃO EM REDEUM DOS TRAÇOS MAIS IMPORTANTES
 DAS ESTRUTURAS SOCIAIS CONTEMPORÂNEAS
  • 4. REDES
  • 5. CONCEITO MAIS ANTIGO QUE A INTERNET E OS COMPUTADORES
  • 6. BIG DATA, INTERNET OF THINGS E CLOUD COMPUTING EM EXPANSÃO CRESCIMENTO DA INTERNET MÓVEL 30% DA POPULAÇÃO MUNDIAL CONECTADA À INTERNET 2014
  • 7. 108.000.000 DE BRASILEIROS CONECTADOS 50% DA POPULAÇÃO 2014
  • 8. DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO
  • 9. NOVAS FORMAS DE EXPRESSAR E DE AMPLIFICAR NOSSA CULTURA
  • 10. NOVAS LINGUAGENS ARTÍSTICAS, FORMAS DE PRODUÇÃO E DE COMPORTAMENTO
  • 11. QUANTO MAIOR A LIBERDADE PARA AS PRÁTICAS COLABORATIVAS NA REDE, MAIS EXTENSA SERÁ
 A INTELIGÊNCIA COLETIVA E MAIOR O SEU
 POTENCIAL CRIATIVO.
  • 12. “os jovens muitas vezes aprendem a fazer,
 fazendo, trocando experiências e conhecimento
 pela internet e recriando práticas que apostam na colaboração como valor real de produção.”
 Rodrigo Savazoni
  • 13. “o resultado é um setor florescente de
 produção de informação, conhecimento
 e cultura fora do sistema de mercado,
 baseado no ambiente de rede,
 e aplicado a qualquer coisa que muitos indivíduos conectados podem imaginar.”
 Yochai Benkler
  • 14. INOVAÇÃO EM MODELOS DE NEGÓCIOS
  • 15. PESSOAS COMPARTILHANDO TECNOLOGIA
  • 16. PESSOAS COMPARTILHANDO LARES
  • 17. PESSOAS COMPARTILHANDO EXPERIÊNCIAS
  • 18. PESSOAS COMPARTILHANDO CONHECIMENTO
  • 19. O DIGITAL CONECTANDO
 DEMANDA E OFERTA
  • 20. O DIGITAL TRANSFORMANDO
 BENS OCIOSOS EM RECURSOS
  • 21. O DIGITAL MULTIPLICANDO DINHEIRO
  • 22. O DIGITAL CRIANDO NOVAS MOEDAS DE TROCA
  • 23. O DIGITAL OFERECENDO FERRAMENTAS DE PRODUÇÃO E COMUNICAÇÃO PARA AS MASSAS
  • 24. O DIGITAL TRANSFERINDO O VALOR DO MATERIAL PARA O IMATERIAL
  • 25. ECONOMIA EM TRANSIÇÃO DÚVIDAS INCERTEZAS RISCOSNECESSIDADE DE ADEQUAÇÃO
  • 26. NA BUSCA POR CAMINHOS ! ! ! COLABORAÇÃO
  • 27. ESPAÇOS DE COWORKING
  • 28. coletivos COLETIVOS
  • 29. REDES
  • 30. ASSOCIAÇÕES LIVRES
  • 31. NOVAS APROPRIAÇÕES = VELHAS PRÁTICAS
  • 32. COLABORAÇÃO
 IMPULSIONANDO NOVOS NEGÓCIOS
  • 33. COLABORAÇÃO
 IMPULSIONANDO NOVAS HABILIDADES
  • 34. COLABORAÇÃO IMPULSIONANDO NOVAS CONEXÕES
  • 35. COLABORAÇÃO IMPULSIONANDO NOVAS FORMAS DE VIVER
  • 36. ESPAÇOS DE COLABORAÇÃO CARACTERÍSTICAS E DESAFIOS10
  • 37. ATUAM COMO ESPAÇOS DE ESTÍMULO À CRIATIVIDADE E À INOVAÇÃO. 1
  • 38. TÊM FORMALIZAÇÃO JURÍDICA QUE NÃO CONTEMPLA A TOTALIDADE DE SUAS FUNÇÕES. 2
  • 39. PROMOVEM O ENCONTRO E CONECTAM CIDADÃOS COM INTERESSES E HABILIDADES COMUNS. 3
  • 40. COMPARTILHAM PRODUTOS, PROCESSOS E CONSIDERAM AS OPINIÕES E INTERVENÇÕES DE SEUS PÚBLICOS NA FORMULAÇÃO DE SEUS PRODUTOS E SERVIÇOS. 4
  • 41. AGEM SOB A LÓGICA DA ABERTURA, DA TRANSPARÊNCIA, INCORPORAM PRÁTICAS DE GESTÃO HORIZONTAL E TÊM MODELOS DE NEGÓCIO BASEADOS NA GERAÇÃO DE VALOR A PARTIR DA COLABORAÇÃO. 5
  • 42. TÊM MODELOS DE NEGÓCIO HÍBRIDOS, CONCILIANDO AÇÕES COM FINS LUCRATIVOS E SEM FINS LUCRATIVOS. 6
  • 43. ESTIMULAM O EMPREENDEDORISMO DE MANEIRA FORMAL OU INFORMAL. 7
  • 44. ATUAM À MARGEM DAS POLÍTICAS PÚBLICAS CONSOLIDADAS, EVIDENCIANDO BAIXO DIÁLOGO COM GOVERNOS E INSTITUIÇÕES TRADICIONAIS. 8
  • 45. BAIXA, PORÉM CRESCENTE, ARTICULAÇÃO ENTRE INICIATIVAS SEMELHANTES. 9
  • 46. DIFICULDADE EM ENCONTRAR UM MODELO DE NEGÓCIO SUSTENTÁVEL QUE CONSOLIDE SUAS AÇÕES NO MÉDIO E LONGO PRAZO. 10
  • 47. GABRIELA AGUSTINI UNESCO MINC JUNHO. 2014