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Ruínas de são joão batista
 

Ruínas de são joão batista

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    Ruínas de são joão batista Ruínas de são joão batista Presentation Transcript

    • Seguem algumas fotografias da redução jesuítica de São João Batista, no interior do município de Entre-Ijuís, na Grande Santo Ângelo - RS. Local de acesso não muito fácil, nesta esquecida cidade que outrora abrigou quase 7 mil habitantes. São João Batista foi fundada em 1697 e constituiu-se em uma das primeiras fundições de ferro da América Latina, com tecnologia própria. Infelizmente caiu juntamente com os demais 6 povos missioneiros na segunda metade do século XVIII. Hoje o que restam são poucas ruínas, porém arqueólogos afirmam que o subsolo é extremamente rico em remanescentes, pouco explorados devido ao baixo interesse em investir em escavações. O local traz uma melancolia, um vento constante e gelado, lembranças de um tempo onde as crianças corriam pela antiga praça e pelos belos pomares onde hoje as pedras soltas e as belas colunas quebradas são um aviso para que não deixemos a ganância e a hipocrisia perdurar sobre a simplicidade.
    • 1. Monumento em homenagem ao Pe. Antonio Sepp (década de 1940).
    • 2. Vista parcial das ruínas, ao centro a antiga igreja e a direita o cemitério, utilizado até os anos 80 pela comunidade local.
    • 3. Cemitério ao lado das ruínas da antiga igreja, túmulos do século XIX e início do século XX (após o período jesuítico)
    • 4. Agora vamos às ruínas - porta lateral do templo, vindo do cemitério
    • 6. Parede lateral do templo
    • 7. Árvore comum em todas as reduções, não sei a espécie, mas existem exemplares enormes geralmente sustentando parte das estruturas de pedra.
    • 8.Parede lateral do Templo
    • 9. Pátio à esquerda da igreja, no entorno deste pátio existiam outras construções onde estavam as oficinas Escolas, além da casa dos padres.
    • 10. Vista da igreja e pátio do colégio
    • 12. Lindos fragmentos, infelizmente apenas fragmentos
    • Os Santos Mártires das Missões
    • Para recordar Os Santos Mártires Roque, Afonso e João foram os primeiros evangelizadores nas terras do Sul do Brasil. Estes três sacerdotes exerceram o seu trabalho missionário junto aos índios Guaranis, no noroeste do Rio Grande do Sul. P. Roque Gonzales era filho de uma família de alta posição social de Assunção, Paraguai. Os padres Afonso Rodrigues e João de Castilho vieram como missionários da Espanha.
    • Depois de fundar numerosas comunidades cristãs, chamadas Reduções, entre os índios no Paraguai e região missioneira da Argentina, entraram em terras do atual Rio Grande do Sul, onde a 3 de maio de 1626 celebraram a primeira missa em terras gaúchas, na localidade de São Nicolau. Depois de dois anos e meio de intenso trabalho missionário, fundando cinco comunidades, ou reduções, foram mortos por um grupo de índios rebeldes à evangelização, liderados pelo cacique-pagé Nheçu. P. Roque Gonzales e P. Afonso Rodrigues foram mortos na recém fundada redução de Caaró, no dia 15 de novembro de 1628, e o P. João del Castilho dois dias mais tarde, em Assunção do Ijuí.
    • Um índio ainda catecúmeno que se opôs aos assassinos também foi trucidado junto aos missionários em Caaró: é Cacique Adauto, que um dia talvez poderá ter seu nome acrescentado aos destes mártires canonizados. Em Caaró, município de Caibaté, se encontra o principal Santuário de veneração dos Santos Mártires, visitado permanentemente por caravanas de romeiros. Ali se realiza cada ano uma grande romaria, no 3º domingo de novembro.
    • Sepé Tiaraju (Redução de São Luís Gonzaga, em data desconhecida — São Gabriel, 7 de fevereiro de 1756) foi um índio guerreiro guarani, considerado um santo popular brasileiro e declarado "herói guarani missioneiro rio- grandense" pela Lei nº 12.366
    • Nascido em um dos aldeamentos jesuítico s dos Sete Povos das Missões, foi batizado com o nome latino cristão de Joseph. Bom combatente e estrategista, tornou- se líder das milícias indígenas que atuaram contra as tropas luso-brasileira e espanhola na chamada Guerra Guaranítica.
    • Redução de Santo Ângelo Custódio No espaço atualmente ocupado pela Catedral Angelopolitana, já existiram duas outras igrejas. A primeira igreja foi construída após 1706, ano de fundação da Redução de Santo Ângelo Custódio. Em uma gravura datada de 1860, percebe-se seu avançado grau de destruição e abandono. Os remanescentes arquitetônicos do antigo templo da redução foram reutilizados na construção de uma nova igreja, a segunda no mesmo local. Esta começou a ser erigida a partir do dia 21 de novembro de 1888. Nessa data foi colocada a sua pedra fundamental, contando com a presença de diversas autoridades. A ideia de substituir a segunda igreja pela atual Catedral surgiu em 1920. O objetivo era edificar um templo que tomasse por base o estilo da antiga igreja da Redução de São Miguel Arcanjo. Em setembro de 1929 foi instalada a pedra fundamental da obra. Por volta de 1955, chegavam ao fim as obras da fachada da igreja, sob orientação do escultor e arquiteto austríaco Valentin Von Adamovich. Mas somente em 1971 é que as torres ficaram prontas.
    • Gravura mostrando a parede frontal da Igreja da Redução de Santo Ângelo Custódio em 1860