Trabalho pronto
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×
 

Trabalho pronto

on

  • 63,443 views

 

Statistics

Views

Total Views
63,443
Views on SlideShare
62,991
Embed Views
452

Actions

Likes
7
Downloads
226
Comments
2

7 Embeds 452

http://dicasreceitas.blogspot.com 243
http://www.slideshare.net 155
http://dicasreceitas.blogspot.com.br 44
http://dicasreceitas.blogspot.pt 7
http://translate.googleusercontent.com 1
https://si0.twimg.com 1
http://dicasreceitas.blogspot.ch 1
More...

Accessibility

Categories

Upload Details

Uploaded via as Microsoft PowerPoint

Usage Rights

© All Rights Reserved

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Processing…
Post Comment
Edit your comment

Trabalho pronto Trabalho pronto Presentation Transcript

  • Doenças Trabalho de Biologia – Prafª Ionnara 2º TA Aline Merki - 09002 Amanda Berti – 09003 Bárbara Dias – 09007 Letícia Kis – 09026 Marina Duarte – 09030 Najla Morandi – 09035
  • * Amebíase
  • Causador e Transmissão
    • Causada pelo protozoário Entamoeba histolytica
    • A amebíase é transmitida ao homem através do consumo de alimentos ou água contaminados por fezes com cistos amebianos, falta de higiene domiciliar e, também, através da manipulação de alimentos por portadores desse protozoário. Há uma outra possibilidade onde insetos serviriam como pontes e levariam as amebas para alimentos e outro.
    3.bp.blogspot.com/ www.acsmedchem.org/module www.med-chem.com
  • Ciclo Patogênico Fonte: http://www.supletivo.com.br/materias/biologia
  • Ciclo biológico   Em seqüência, ocorrem a partir da ingestão dos cistos maduros, estes passam pelo estômago e resistem a ação do sulco gástrico daí vão para o intestino grosso onde ocorre o desencistamento, surge o metacisto que sofre sucessivas divisões do núcleo e do citoplasma, dando origem a 4 e depois 8 trofozóitos metacísticos. Estes trofozóitos colonizam-se no intestino grosso vivendo como comensais. TROFOZÓITO – PRÉ-CISTO – CISTO – METACISTO . http://3.bp.blogspot.com
  • Sintomas
    • Desconforto abdominal, de leve a moderado
    • Sangue nas fezes
    • Forte diarréia acompanhada de sangue ou mucóide
    • Febre e calafrios.
    • Aumento dos sons intestinais
    • - Emagrecimento
    • Não muito comumente o protozoário pode penetrar na circulação e formar abscessos no fígado que causam dor e febre com calafrios. Estes abscessos podem romper-se para o interior do abdômen ou mesmo do tórax comprometendo as pleuras (camada que reveste os pulmões) ou o pericárdio (camada que reveste o coração). Também raramente podem formar-se tumorações no intestino que se denominam “amebomas”.
    • As situações de doença extra-intestinal ou invasiva são as que levam aos casos mais extremos que evoluem para a morte do indivíduo infectado.
  • Diagnóstico e Tratamento O exame de fezes detecta o parasita com alguma facilidade. Algumas vezes para confirmação diagnóstica , além do exame de imagem os médicos usam agulhas finas para puncionar os abscessos. Nas formas mais invasivas, quando o diagnóstico não for possível por identificação do cisto utiliza-se exames de sangue para a detecção da presença de anticorpos contra o parasita. No tratamento, o mais utilizado pelos médicos é um antimicrobiano com nome de metronidazol, além de existirem outros, recomendados para situações mais específicas. www.normon.es/99_marcas.cfm?id=37
  • Profilaxia
    • Lavar as mãos com frequência
    • Ferver a àgua a ser bebida
    • Não defecar ao ar livre
    • Lavar bem os alimentos
    • Evitar contaminação da água dos poços
  • Epidemiologia Segundo a OMS, há 50 milhões de novas infecções por ano e 70.000 mortes. A amebiase é mais prevalente nos países tropicais mas também ocorre nas zonas temperadas e mesmo frias. A falta de condições higiênicas adequadas é a responsável por sua disseminação, no Brasil estima-se que a prevalência média de infecção pela Entamoeba, sintomática ou não, é de aproximadamente 23% da população, no entanto, o país exibe áreas de endemicidade onde esta taxa pode estar dobrada e regiões onde praticamente não há casos. A infecção assintomática é mais encontrada em países como Estados Unidos, Canadá e países da Europa. As formas graves de disenteria amebiana têm sido registradas com mais freqüência na América do Sul, na Índia, no Egito e no México.
  • * Candidíase
  • Candidíase
    • CAUSADOR :Fungo: Candida albicans
    • Descrição - Micose que atinge a superfície cutânea ou membranas mucosas, resultando em candidíase oral, candidíase vaginal, intertrigo, paroníquia e onicomicose. A forma mais comum de candidíase oral é a pseudomembranosa, caracterizada por placas brancas removíveis na mucosa oral (aftas). Outra apresentação clínica é a forma atrófica, que se apresenta como placas vermelhas, lisas, sobre o palato duro ou mole.
    • Fonte da foto: http://www.brasilescola.com/doenças/candidiase.htm
  • O intertrigo atinge mais freqüentemente as dobras cutâneas, nuca, virilha e regiões axilares. A infecção mucocutânea crônica pode estar associada com doenças endócrinas, como diabetes melittus, tratamento com antibióticos de amplo espectro ou imunodeficiência, sendo freqüente na infecção por HIV.
    • Candidíase disseminada ocorre em recém-nascidos de baixo peso e hospedeiros imunocomprometidos, podendo atingir qualquer órgão e evoluir para êxito letal. A disseminação hematogênica pode ocorrer em pacientes neutropênicos, conseqüente ao uso de sondas gástricas ou catéteres intravasculares, atingindo diversos órgãos ou prótese valvular cardíaca. Causa: Crescimento exagerado da população normal desses fungos, normais no corpo humano e baixa resistência imunológica. Grupos mais afetados: Mulheres grávidas e mulheres no período pré-menstrual.
  • Fatores que auxiliam o crescimento do fungo: antibióticos, gravidez, diabetes, infecções, deficiência imunológica, medicamentos como anticoncepcionais, corticoides e remédios para acne.
    • http://www.ibvivavida.org.br/images/Candidiase.jpg
    • Sintomas: Corrimento espesso como nata de leite, coceira e irritação (nas mulheres); Manchas vermelhas na glande (nos homens)
  • http://www.clinicando.hpg.ig.com.br/candidiase.jpg
    • Complicações - Esofagite, endocardite, ou infecção sistêmica, mais comum em imunodeprimidos.
    • Características epidemiológicas - A Candida albicans está presente na pele e mucosas de pessoas saudáveis. Infecção mucocutânea leve é comum em crianças saudáveis e a doença invasiva ocorre em pessoas imunodeprimidas. Vulvovaginite por Candida ocorre com freqüência em gestantes, podendo ser transmitida ao recém-nascido em útero, durante o parto ou na fase pós-natal.
    • PROFILAXIA:
    • Prevenção: Boa alimentação (manutenção do sistema imunológico), uso de preservativos sexuais, uso controlado de medicamentos, uso de sabonetes neutros e roupas íntimas de algodão.
    • Diagnóstico: Exame ginecológico/urológico
    • Tratamento: Em casos mais graves, tratamento oral com remédios antimicóticos, e em casos mais recentes cremes locais à base de antifúngicos, usados de 3 a 7 dias.
    • Fonte da foto: http://www.alamedavirtual.com/wp-content/uploads/2010/04/Tratamento-para-Candidiase-Gratuito.jpg
  • Vigilância Epidemiológica Objetivo - Diagnosticar e tratar precocemente os casos para evitar Complicações e nas gestantes reduzir o risco de transmissão perinatal. Notificação - Não é uma doença de notificação compulsória. Medidas de Controle Tratamento precoce dos indivíduos atingidos. Orienta-se a desinfecção concorrente das secreções e artigos contaminados. Sempre que possível, deverá ser evitada antibioticoterapia prolongada de amplo espectro. Cuidados específicos devem ser tomados com uso de cateter venoso, como troca de curativos a cada 48 horas e uso de solução à base de iodo e povidine. . 1998. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde
  • * Botulismo
  • Causador e transmissor
    • O botulismo é uma forma de intoxicação alimentar rara mas potencialmente fatal, causada por uma toxina produzida pela bactéria Clostridium botulinum , presente no solo e em alimentos contaminados e mal conservados. Os C.botulinum são grandes bacilos Gram-positivos, com cerca de 8 micrometros por 3, produtores de esporos e toxinas, relacionados com o gênero Bacillus , cujo habitat normal é a água. São móveis, possuindo flagelos.
  • Transmissão
    • 1) por ingestão de alimentos - que é a forma mais comum e responsável por surtos esporádicos, através do consumo de alimentos insuficientemente esterilizados, e consumidos sem cocção prévia, que contém a toxina. É conhecido também o botulismo à partir da ingestão de esporos nos alimentos, que no intestino, sem microbiota de proteção, desenvolvem e liberam a toxina;
    • 2) por ferimentos - a ferida contaminada pelo C. botulinum é lugar ideal para o desenvolvimento da toxina com produção do quadro clínico e patogenia idênticos ao do quadro por intoxicação oral.
    • 3) por vias aéreas - através da inalação da toxina, que acaba por atingir a corrente sangüínea, e daí alcança o sistema nervoso central e demais órgãos, exercendo a sua ação patogênica com o mesmo quadro já descrito; 4) infecção por via conjuntival (aerossol ou líquido) - a toxina alcança imediatamente a corrente sangüínea, desenvolvendo o quadro típico.
  • Ciclo de vida
    • Período de incubação - os sintomas aparecem entre 2 horas a cerca de 5 dias, em período médio de 12 a 36 horas, dependendo da quantidade de toxina ingerida. É muito raro o aparecimento vários dias após a ingestão do alimento contaminado. Quanto mais toxina ingerida, mais curto o tempo entre a ingestão e aparecimento da doença. Quanto menor o tempo de aparecimento da doença, maior a gravidade e a letalidade da doença .
  • Sintomas principais
    • O diagnóstico clínico é feito pelos sintomas: paralisia muscular progressiva, iniciando-se pela face, ptose palpebral (fecha o olho), dificuldade de deglutição, visão dupla. Os sintomas progridem pela musculatura, causando dificuldade motora e de respiração. Os sintomas podem se confundir com doenças nervosas e diversas intoxicações, como por pesticidas, o que as vezes retarda o tratamento.
    • O diagnóstico laboratorial é feito através da detecção da toxina no paciente (no soro ou nas fezes) ou no alimento, através da injeção em ratos.
    • O diagnóstico feito precocemente é fundamental para deter a evolução da doença.
  • Profilaxia
    •    A prevenção do botulismo alimentar passa pela instituição de regras de higiene bem como pela vigilância sanitária na indústria alimentar, pois, ainda que a contaminação de alimentos de origem industrial seja rara, põe em risco um grande número de pessoas.
    • O consumidor deverá também ser informado do risco de ingestão de alimentos suspeitos, como presunto com cheiro rançoso ou com gordura amarelada na vizinhança do osso e conservas que libertem cheiro desagradável no momento de abertura, devendo cozer os alimentos de conserva dez minutos antes de ingerir.
  • Dados epidemiológicos http://br.merial.com/pecuaristas/doencas/clostridioses/images/botulismo_situacaobrasil.gif No Brasil se registraram casos nos últimos anos (1995-2007) em conserva de palmito, torta de frango, patê de fígado e tofu em conserva (importação da China, clandestina). Se desenvolve nas conservas, produz a toxina, a qual é destruída pelo calor. Por isso ocorre sempre em conservas não aquecidas. No Estado de São Paulo, nos últimos três anos há o relato de 3 casos confirmados, de origem alimentar
  • * Febre Amarela
  • Febre Amarela
    • CAUSADOR E TRANSMISSOR:
    • A febre amarela é uma doença infecciosa aguda, de curta duração (no máximo 10 dias), gravidade variável, causada pelo por um vírus conhecido como flavivírus ,é um vírus do Grupo B togavírus, a enfermidade apresenta duas formas de expressão, a urbana e a silvestre.
    • A febre amarela silvestre ocorre,principalmente, por intermédio de mosquitos do gênero Haemagogus . Uma vez infectado em área silvestre, a pessoa pode, ao retornar, servir como fonte de infecção para o Aedes aegypti (também vetor do dengue), principal transmissor da febre amarela urbana.
    http://www.jornalcomunicacao.ufpr.br/files/images/capa_dengue.materia.jpg
  • Contágio
    • O contágio se dá quando o mosquito pica uma pessoa infectada e posteriormente pica um indivíduo sadio. Se este não for vacinado, contrai a doença. A fêmea do mosquito pica a pessoa infectada, mantém o vírus na saliva e o retransmite. A transmissão de pessoa para pessoa não existe. Não há transmissão pelo contato de um doente ou suas secreções com uma pessoa sadia, nem fontes de água ou alimento.
  • Ciclo
    • http:/www.libertalia.pro.br/d_ressurgentes_intro_htm
    O período de incubação da febre amarela é de três a seis dias. O sangue dos doentes é infectante para os mosquitos muito pouco antes de começar a febre e durante os primeiros três a cinco dias da doença.
  • Sintomas Principais
    • Fase inicial: febre, dor, calafrios, dor de cabeça, dores musculares, nas articulações, náuseas, vômitos. Fase aguda : comprometimento do fígado e dos rins, além de provocar hemorragias, que pode causar a morte se não houver tratamento imediato. A icterícia é uma coloração amarelada que aparece na pele e nos olhos(por isso o nome “febre amarela”), que é uma característica da doença. Mas temos que lembrar que existem formas muito leves da doença que não chegam a formar a icterícia. Já a febre sim, essa acontece em todas as situações.
    http:/www.febreamarela.org.br/sintomas.html
  • Profilaxia Vacina em dose única deve se recebida 10 dias antes da viagem para áreas endêmicas: Região Norte e Centro-Oeste. A vacina imuniza por um período de 10 anos. Informar a população sobre a doença e como evitar a proliferação dos mosquitos transmissores, como não deixando água parada se acumular em cisternas, caixas d’água, latas, pneus e vasos de plantas são essenciais. O uso de repelentes e roupas especiais quando estiver em ambiente silvestre ou rural também são medidas importantes.
  • Dados Epidemiológicos
    • http://www.febreamarela.org.br/
  • * Herpes
  • Causador e transmissor A herpes é uma doença viral recorrente, geralmente benigna, causada pelos vírus Herpes simplex 1 e 2, que afeta principalmente a mucosa da boca ou região genital, mas pode causar graves complicações neurológicas. Os HSV1 e HSV2 são muito semelhantes, mas apresentam algumas diferenças significativas. O HSV1 tem características que o levam a ser particularmente infeccioso e virulento para as células da mucosa oral. O HSV2 tem características de maior virulência e infecciosidade para a mucosa genital. No entanto, o HSV1 também pode causar herpes genital e o HSV2, herpes bucal. http://descobrir.files.wordpress.com/2009/01/herpes-1.jpg
  • Transmissão
    • Herpes genital : O herpes genital é transmitido por meio de relação sexual (oral, anal ou vaginal) desprotegida (sem uso da camisinha). A transmissão ocorre quando as pequenas bolhas, que se formam durante a manifestação dos sintomas, se rompem, ocasionando uma ferida e eliminando o líquido do seu interior. Esse líquido, ao entrar em contato com mucosas da boca ou da região ano-genital do parceiro, pode transmitir o vírus. Raramente a contaminação se dá através de objetos contaminados.
    • Durante a infecção pelo herpes labial, o beijo é um importante meio de transmissão do vírus. Se uma pessoa infectada beija outra durante episódio de infecção, a transmissão torna-se possível.
  • Ciclo de vida http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/ameba/imagens/ciclo-de-vida-da-entamoeba-histolytica.gif O ciclo de vida do herpes pode durar até dez dias, dependendo de cada organismo. O enfermo começa a sentir coceira no lábio. Logo depois, vem o inchaço e a formação de bolhas (período de grande contágio do vírus). No herpes genital ocorre o mesmo, porém a coceira é na área genital.
  • Sintomas principais
    • Após infecção da mucosa, o vírus multiplica-se produzindo os característicos exantemas (manchas vermelhas inflamatórias).
    • Pode haver coceira e ardência no local onde surgirão as lesões.
    • a seguir, formam-se pequenas vesiculas (bolhas) dolorosas agrupadas como num buquê sobre área avermelhada e inchada.
    • Na Herpes genital outros sintomas são febre, mal-estar, dores musculares e de cabeça, dores ao urinar e corrimento vaginal ou da uretra no pênis.
  • Profilaxia
    • Não há vacina nem tratamento definitivo, apesar de alguns fármacos especialmente acicloguanosinas como o aciclovir poderem reduzir os sintomas e o perigo de complicações como encefalite. O que aparece são bolhas na vagina e no penis.
    • É possível reduzir a transmissão evitando o contacto direto com outros ou com objetos usados por outros (copos, bocais de instrumentos de sopro) quando a herpes labial está ativa, e abstinência sexual quando a região afetada pela herpes genital não está com aparência saudável normal. Mesmo assim o risco de transmissão é reduzido mas não é inexistente.
  • Dados Epidemiológicos
    • São muito freqüentes. Em alguns países, especialmente pobres, 90% das pessoas têm anticorpos contra o HSV1, ainda que possam não ter tido sintomas. Um quinto dos adultos terá herpes genital, incluindo a Europa e os EUA
    • O herpes oral, particularmente se causado por HSV1, é uma doença primariamente da infância, transmitida pelo contato direto e pela saliva. O herpes genital é transmitido pela via sexual.
    • Dentistas e outros profissionais de saúde que lidam com fluídos bucais estão em risco de contrair infecção dolorosa dos dedos devido ao seu contacto com os doentes.
  • http://www.medicinanet.com.br/imagens/20090812125514.jpg
  • * Histoplasmose
  • Causador e Transmissor (http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/ O agente causador é o fungo Histoplasma capsulatum que se desenvolve principalmente nos excrementos de aves e morcegos, que são os grandes transmissores. http://cdn-flac.ficfiles.com/sites http://www.infectologia.org.br
  • Ciclo de vida Tipo de fungo que existe em forma de esporo, no solo de áreas endêmicas, e a exposição ocorre geralmente pela inalação desse esporo. Após inalado, ele germina e dá origem ao fungo, que pode provocar a histoplasmose pulmonar primária (um tipo de pneumonia) ou disseminar-se a partir dos pulmões para outras partes do corpo. Tipo de fungo que existe em forma de esporo, no solo de áreas endêmicas, e a exposição ocorre geralmente pela inalação desse esporo. Após inalado, ele germina e dá origem ao fungo, que pode provocar a histoplasmose pulmonar primária (um tipo de pneumonia) ou disseminar-se a partir dos pulmões para outras partes do corpo. www.mayoclinic.com/health/histoplasmosis
  • Sintomas
    • Febre elevada
    • Perda de peso
    • Fraqueza
    • Diarréia
    • Vômitos
    • Aumento do tamanho do fígado e baço
    • Adenomegalias generalizadas (aumento do gânglio linfático)
    • Lesões cutâneas, com meningoencefalite.
    • Em crianças e pacientes portadores de AIDS, pode ocorrer coagulação intravascular disseminada.Nesses casos a evolução para óbito ocorre na totalidade dos casos.
  • (revista da sociedade brasileira de medicina tropical- Print version  ISSN 0037-8682-Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.42 no.2 Uberaba Mar./Apr. 2009)
  • Profilaxia
    • Não permitir a domiciliação de pombos e morcegos nas residências;
    • No caso de problemas com morcegos, vedar frestas e espaços que conduzam ao telhado
    • Caso haja acúmulo de fezes de morcegos ou pombos, umedecer as fezes antes de limpá-las para evitar a formação de poeira contaminada com o fungo que possa ser inalada. Utilize uma máscara facial do tipo cirúrgica (descartável); caso não seja possível, amarre um lenço úmido duplo cobrindo a face (nariz e boca);
    • - Não adentre cavernas desconhecidas ou que não estejam liberadas para visitação e locais com acúmulos de fezes de morcegos, pombos e outros pássaros.
  • Epidemiologia Os focos de infecção são comuns em amplas áreas geográficas, havendo casos autóctones em mais de 60 países. A enfermidade clínica é muito pouco freqüente e a forma progressiva grave é rara; entretanto, em áreas onde a infecção é prevalente, a hipersensibilidade à histoplasmina indica infecção prévia que pode chegar, às vezes, a 80% da população. Essa prevalência aumenta da infância até os 15 anos de idade, não existindo diferença entre os sexos. Já se detectou surtos em famílias, estudantes e trabalhadores, residentes em áreas endêmicas que foram expostos a excrementos de aves ou terra contaminada, recentemente removida. Ocorre, na América do Sul, na bacia do Rio da Prata e na Serra do Mar.
  • * Meningite Bacteriana
  • Meningite * Meningite bacteriana é uma inflamação das meninges, pequenas membranas que protegem e revestem o nosso sistema nervoso central. * É causada por infecção viral ou bacteriana. Saber se a meningite foi causada por vírus ou bactéria e é importante porque a gravidade da doença e tratamento diferem. * Meningite viral é geralmente menos grave e cura-se sem tratamento específico * Meningite bacteriana pode ser muito séria e resultar em danos ao cérebro. Para a meningite bacteriana também é importante saber que tipo de bactéria a causou porque antibióticos podem prevenir alguns tipos de se espalharem e infectarem ouras pessoas. http://biologiacrns.files.wordpress.com/2009/11/meningite.jpg
  • Causador e Transmissor
    • O agente causador pode ser umas das três bactérias:
    • Neisseria meningitidis
    • Hemophilus influenzae
    • Streptococcus pneumoniae
    A transmissão se dá pelo contato da saliva ou secreção nasal da pessoa doente com os órgãos respiratórios de um indivíduo saudável. http://www.presenteparahomem.com.br/wp-content/uploads/2009/11/meningite-tratamento-prevencao.jpg http://www.sbinfecto.org.br/media/image/noticias/Haemophilus_influenzae_coccobacillus.jpg
  • Os sintomas principais da meningite são:   - febre; - dor de cabeça; - rigidez do pescoço; - dor de garganta; - vômito.  * O quadro pode evoluir para paralisia, coma e chegando até a morte. Sintomas Pinça retirando meninge http://www.mdsaude.com/2009/05/meningite.html
  • Profilaxia * A profilaxia reduz em 95% a chance de infecção além de eliminar o estado de portador assintomático da bactéria, reduzindo a assim, a cadeia de transmissão - Aqueles que tiveram contato prolongado ou íntimo com um paciente com meningite devem iniciar tratamento profilático com antibióticos nas primeiras 24 horas após a identificação do primeiro caso.E devem procurar atendimento médico ao surgimento de qualquer sintoma. - Tomar principalemente a vacina contra meningite do tipo Haemophilus influenzae, que já faz parte do calendário básico de vacinação.
  • Epidemiologia
    • * Os adultos que apresentam maior risco de ser contamindo com a meningite bacteriana são:
    • álcoolatras;
    • pessoas que retiraram o baço;
    • pacientesque sofrem de infecções crônicas do ouvido e do nariz;
    • pacientes com pneumonia pneumocócica;
    • indivíduos com anemia falciforme;
    • portadores do HIV;
    • pessoas que utilizam medicamentos imunossupressores.
    * A meningite pode ser causada por mais de um tipo de bactéria, por isso, não existe uma vacina única que previna todos os casos. Porém, há vacinas contra as principais bactérias, contra Haemophilus influenzae e t ambém já existe vacina para o Streptococcus pneumoniae , bactéria muito associada a pneumonia, otites e sinusites, mas que frequentemente é causa de meningite l
  • * Tétano
  • Causador
    • É uma infecção grave causada pela toxina de uma bactéria chamada Clostridium tetani , que vive, habitualmente, na terra.Os esporos permanecem nos locais, contaminando também os objetos que as pessoas manuseiam, ou outros que se encontram em toda parte: pregos, arames farpados, facas, espinhos, cacos de vidro, etc. Assim, quando alguém se fere, os esporos penetram junto com a sujeira dos objetos contundentes, indo alojar-se sob a pele e, portanto, livre de contato com o ar. Nestas condições, os esporos liberam os bacilos que se reproduzem e passam a produzir toxinas que invadem o sangue e, posteriormente, o sistema nervoso central que controla os movimentos musculares.
    http://www.brasilescola.com/doenças/tetano.htm
  • Transmissão
    • No adulto, as feridas com maior risco de provocar o Tétano são:
    • - Mordedura de animais
    • - Ferimento por armas (tiro ou facada)
    • - Ferimento por prego
    • No recém-nascido:
    • - Cordão umbilical cortado com instrumento não esterilizado
    • - Práticas tradicionais nocivas, como colocarem pó de café, tabaco, cinza, terra, etc. para "curar" o umbigo dos recém nascidos.
  • Ciclo de Vida O esporo é resistente e permite que a célula bacteriana ou bacilo sobreviva, quer no intestino humano quer no meio externo, como foi citado anteriormente. Já o bacilo, sem a proteção do esporo, é muito sensível e não muito resistente, morrendo logo. É uma bactéria anaeróbia; um sopro de ar fresco sobre uma ferida superficial é suficiente para matá-lo. Podemos observar também o seu desaparecimento quando passamos água oxigenada (H2O2) sobre o local ferido, o que é um ótimo costume, pois enzimas presentes no local do ferimento liberam O2 da água oxigenada, suficiente para matar os bacilos tetânicos que ali se encontram.
  • Sintomas Principais Os sintomas se manifestam normalmente entre 5 e 10 dias devido às toxinas liberadas pelos bacilos tetânicos. Inicialmente, caracteriza-se por irritabilidade, cefaléia, febre e dificuldade de deglutição. Além de a contratura provocar deformações fisionômicas no rosto, o “riso sardônico”, a rigidez muscular, ao chegar à nuca, projeta a cabeça para trás; no abdômen, provoca o que se chama de “abdômen-tábua”; na língua e na faringe, torna quase impossível o paciente engolir até mesmo água. Muitas vezes o espasmo gótico pode ser causa de asfixia. Se o processo não puder ser controlado, a pessoa poderá morrer asfixiada. http://www.saberweb.com.br/
  • Profilaxia Vacinação das crianças, a partir dos 2 ou 3 meses de idade, em geral associada à vacinação contra coqueluche e difteria (vacina tríplice). Devem ser feitas, no mínimo, três doses com intervalos de 30 a 60 dias. A dose de reforço ou revacinação deve ser repetida a cada 10 anos. Caso a criança tenha tido a vacinação completa, com cinco doses, não é necessário revaciná-la antes dos 14 anos. Uma pessoa com algum ferimento que possa levar ao tétano, se não foi devidamente vacinada na infância ou se já foi vacinada a mais de 10 anos, pode e deve receber a vacina.
    • A população também deve ser ensinada de que todos os ferimentos sujos, fraturas expostas, mordidas de animais e queimaduras devem ser bem limpos e tratados adequadamente para não proliferar a bactéria pelo organismo.
    Conforme o caso, pode haver também a necessidade de administração de soro antitetânico ou imunoglobulina antitetânica humana. Portanto, recomenda-se levar a pessoa a um posto de saúde para orientação. Outra recomendação importante é lavar os ferimentos com água e sabão, complementar a limpeza com água oxigenada 10 volumes e usar anti-séptico tópico, como, por exemplo, tintura de iodo. Importante é não usar pós-cicatrizantes em feridas recentes. http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?410
  • Dados Epidemiológicos
            • DADOS EPIDEMIOLÓGICOS
    • http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/gif/casos_tetano_acidental.gif
  • http://www.todabiologia.com/doencas/amebiase.htm http://www.bioatividade.hpg.ig.com.br/amebiase.htm http ://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?20 http ://www.inf.furb.br/sias/parasita/Textos/histoplasmose.htm ) http ://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/saude/vigilancia_em_saude/controle_de_zoonoses/lab_zoonoses/index.php?p=5586 ) http ://www.infectologia.org.br/publicoleigo/default.asp?site_Acao=&paginaId=14&mNoti_Acao=mostraNoticia&noticiaId=4311 ) http:/www.febreamarela.org.br http:/libertaria.pro.br/d_ressurgentes_intro.htm http://www.brasilescola.com/doencas/tetano.htm Referências Bibliográficas
  • http://www.minsaude.gov.cv/ http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?410 http://pt.wikipedia.org/wiki/Herpes http://www.aids.gov.br/data/Pages/LUMIS41C28ECDPTBRIE.htm http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/herpes/herpes-labial.php http://pt.wikipedia.org/wiki/Botulismo http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/hidrica/If_54bot.htm http://www.brasilescola.com/doencas/candidiase.htm Guia Brasileiro de Vigilância Epidemiológica 1998 http://www.ibvivavida.org.br/DST_AIDS_Doencas_Oportunistas2.asp http://www.tudoemfoco.com.br/meningite-bacteriana.html http://www.tuasaude.com/meningite-bacteriana/
  • http://scielo.iec.pa.gov.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-49742004000100004&lng=pt&nrm=iso http://www.copacabanarunners.net/meningite.html http://www.fmt.am.gov.br/manual/meningite.htm http://www.praticahospitalar.com.br/pratica%2027/paginas/materia%203-27.html Revista Super Interessante - nº 149. 2000. Livro de Biologia-J.Laurence-Editora Nova Geração-página 278