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Reanimação Cardiopulmonar - Enf. Simone Crispim
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  • 1. IMPORTÂNCIATODOS NÓS SOMOS RESPONSÁVEISPELA ORGANIZAÇÃO E MANUTENÇÃODA UNIDADE DO PACIENTE,CARRINHODE EMERGÊNCIA, BEM COMO DASATIVIDADES REALIZADAS DURANTE AREANIMAÇÃO.
  • 2. DEFINIÇÕESPCRParada Cardíaca é a ausência de atividademecânica cardíaca, confirmado pela ausência depulso detectável, ausência de responsividade eapnéia ou respiração agônica ( ACLS)
  • 3. RCPÉ O CONJUNTO DE PROCEDIMENTOSDESTINADOS A MANUTENÇÃO DACIRCULAÇÃO SANGUÍNEA RICA EM OXIGÊNIOE NUTRIENTES,OTIMIZANDO A PERFUSÃOCEREBRAL, PREVENINDO OU ATENUANDOLESÃO NEUROLÓGICA E EM OUTROS ÓRGÃOSAPÓS A PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA.
  • 4.  Aproximadamente 500.000 mortes por ano no Brasil Doenças cardiovasculares(AVE/SCA) – 30 % dos óbitos(p/ todas as faixas etárias). A RCP de alta qualidade realizada por um circunstante,pode dobrar ou triplicar as taxas de sobrevivência apósPCR . Menos de 1/3 das vítimas de PCR súbita é submetido aRCP por circunstantes e muito menos de alta qualidade. 84% das PCR extra-hospitalares ocorre na própriaresidência do paciente, e 16% em locais públicos. A sobrevivência de PCR extra-hospitalar é em média de6,4 % (EUA).
  • 5.  Mudança do estilo de vida, visando àprevenção da doença cardiovascular. Programas de treinamentos para leigos de RCPe uso do DEA. Rede de Atenção às Urgências (Atenção Básicaaté a Alta Complexidade, incluindo capacitaçãoe Educação Continuada)
  • 6.  Erros de planejamento da assistência (como falta deplano terapêutico e objetivos da condução do caso), Erros de comunicação (problemas na passagem de casoentre unidades diferentes, na passagem de plantão ouentre profissionais) Erros no reconhecimento da piora clínica do paciente,ocasionando atraso de tratamento das intercorrênciasdo paciente. Isso nos mostra que muitos pacientes podem ir a óbitodesnecessariamente durante uma internaçãohospitalar e que é necessário identificar uma máevolução clínica antes que o quadro se agrave levando àPCR.
  • 7.  Reconhecimento dos sinais de alerta Ativação do sistema de emergência Reanimação básica Desfibrilação Precoce Manejo da via aérea e ventilação Suporte avançado de Vida
  • 8.  Alteração do nível de consciência PAS < 90 ou > 200 mmHg FC < 40 ou > 135 bpm FR < 08 ou > 28 rpm Dor torácica Queda da Sat O2 < 90% DU < 50 ml/hr em 6 hs Sangramento agudo OBS: Trabalhos evidenciam que 84% dos pacientespodem apresentar algum Sinal de Alerta de 6 a 8 hsantes da PCR. 
  • 9.  Critérios para o diagnóstico da PCR queCritérios para o diagnóstico da PCR queautorizam imediato início da RCP.autorizam imediato início da RCP.1- O paciente não responsivo;2- Sem respiração ou respiração anormal(gasping/respiração agônica);3-. Ausência de pulso palpável em grandeartéria (pulso carotídeo ou femoral).
  • 10.  AS CHANCES DE SOBREVIVÊNCIACAEM DRASTICAMENTE A CADAMINUTO DE COMPROMETIMENTOCARDIOVASCULAR; O PROGNÓSTICO É EXTREMAMENTEDEPENDENTE DO INTERVALO DETEMPO ENTRE O INÍCIO DA PCR E OINÍCIO DAS INTERVENÇÕES BÁSICASVOCÊ TEMTRÊS MINUTOS
  • 11.  ATÉ 04 MINUTOS – EXCELENTE CHANCE DERECUPERAÇÃO NEUROLÓGICA, DE 04 A 06 MINUTOS – PODE OCORRERDANO NEUROLÓGICO, APÓS 06 MINUTOS – ESPERA-SE DANONEUROLÓGICO, APÓS 10 MINUTOS – ESPERA-SE MORTECEREBRAL.
  • 12. HIPÓXIA TECIDUALARRITMIASHIPOTERMIAELETROCUSSÃODROGAS(aminofilina/hidantal/benzodiazepínicos/opiáceos)A Fibrilação Ventricular (FV) é o ritmomais frequentemente observadodurante uma PCR em adultos. A chancede sobrevivência cai em torno de 7% a10% a cada minuto transcorrido entre ocolapso e a administração do choqueAtividade Elétrica Sem Pulso ( AESP) éum dos ritmos mais graves, sendo maiscomum em politraumatizados epacientes com intoxicação exógena.
  • 13. TAQUICARDIA VENTRICULAR SEM PULSO (TVSP)
  • 14. FIBRILAÇÃO VENTRICULAR
  • 15. ATIVIDADE ELÉTRICA SEM PULSO (AESP)ASSISTOLIA
  • 16. Cadeia de sobrevivênciaCadeia de sobrevivênciaReconhecimentoimediatoAcionamento doserviço deemergência/urgênciaRCP precoce RápidaDesfibrilaçãoSAV eficaz Cuidados pós-PCR
  • 17. 1- Reconhecimento da PCR e acionamento dochamado de ajuda;2- RCP precoce, enfatizando o novo protocolo;3- Uso do DEA assim que disponível;4- S.A.V.;5- Cuidados integrados Pós-PCR.
  • 18. AVALIAÇÃO PRIMÁRIA BÁSICATeste a RESPONSIVIDADERESPONSIVIDADE,chame pelo nome e toque no pacientePaciente não responsivoAcione Serviço de EmergênciaSem respiração/respiração anormal(gasping)Inicie RCPVerificar rapidamente o pulso
  • 19.  Alteração na sequência de prioridadesC – A – B Definição de RCP de alta qualidade: comfrequência e profundidade decompressões torácicas adequadas,permitindo retorno total do tórax entreas compressões, evitando ventilaçãoexcessiva.
  • 20. C – CirculaçãoINICIAR COMPRESSÃO TORÁCICA EXTERNAChecar o Pulso (10 segundos)RápidasFortesIninterruptasCompressões : mínimo 100 /minVentilações : a cada 6 a 8 seg(8 a 10/min)Profundidade : 5 cm adultos ecrianças. 4 cm em bebêsFrequênciaAdultos : 30/ 2Crianças/ bebês:30/2 (1 socorrista)15/2 (2 socorristas)RN: 3/1
  • 21. C – CirculaçãoCOMPRESSÃO TORÁCICA EXTERNATÁBUA
  • 22. Início da RCPAlta qualidadeDesfibrilaçãoDEA3 minutosRecomeçar RCPimediatamente apóschoque
  • 23. A – VIAS AÉREASPosicione o paciente (liberar vias aéreas)Elevaçãodo mento
  • 24. A – VIAS AÉREASHiperextensãodo pescoçoPosicione o paciente (liberar vias aéreas)
  • 25. A – VIAS AÉREASTração damandíbulaPosicione o paciente (liberar vias aéreas)
  • 26. B – VENTILAÇÃOBOLSA-VÁLVULA-MÁSCARA LIGADA AREDE OXIGÊNIOUMIDIFICADO A15L/MinMÁSCARA BEM POSICIONADA EM BOCA E NARIZCOM LIBERAÇÃO DE VIAS AÉREASAPLICAR 1 SEGUNDOCOM VISÍVEL ELEVAÇÃODO TÓRAX.DUAS VENTILAÇÕES
  • 27. D – DESFIBRILAÇÃODESFIBRILAÇÃO PRECOCE (DEA)Até 3 minutosDESFIBRILAÇÃO % SOBREVIVÊNCIAATÉ 1 MINUTO 90 %ATÉ 4 MINUTOS 70 %ATÉ 10 MINUTOS 2 %
  • 28. DesfibriladorBifásico150 a 200 JDesfibriladorMonofásico360 J
  • 29. - Se pacte tiver REC (retorno espontâneo dacirculação), colocá-lo em posição de recuperaçãoe aguardar a chegada do SAV- Não desligar ou desconectar o DEA- O DEA manterá análise do ritmo a cada 2minutos- Encaminhar paciente p/ hospital para cuidadospós -ressuscitação
  • 30. - Evidência limitada- Facilitar a desfibrilação precoce (meta deadministração de choques em ≤ 3 minutos docolapso), especialmente nas áreas cujo pessoal nãoesteja capacitado para reconhecer ritmos ou emque o uso de desfibriladores não seja frequente.
  • 31.  1 a 8 anos de idade - usar um sistema atenuadorde carga pediátrico, se disponível. Se não, usar um DEA padrão. Em bebês (com menos de 1 ano de idade), épreferível um desfibrilador manual Se não houver um desfibrilador manualdisponível, aconselha-se um DEA com atenuaçãode carga pediátrica. Se nenhum dos dois estiver disponível, use umDEA sem atenuador de carga.
  • 32.  A carga ideal de desfibrilação não é conhecida. Os dados sobre a carga eficaz mínima ou o limitesuperior para desfibrilação segura são limitados. Uma carga de 2 a 4 J/kg pode ser usada para aenergia de desfibrilação inicial; porém, para facilitar otreinamento, pode –se considerar uma carga inicial de2 J/kg. Para os choques subsequentes: 4 J/kg até 9 J/kg
  • 33.  PCR extra-hospitalar presenciada : iniciar a RCP comcompressões torácicas e usar o DEA o quanto antes. PCR extra-hospitalar não presenciada: iniciar a RCP (5ciclos ou 2 minutos) após, verifica o ritmo com o DEA/ ECGe se prepara para a desfibrilação. PCR súbita em hospitais/ instituições: aplicar a RCPimediatamente e usar o DEA/ desfibrilador tão logo oequipamento esteja disponível. Aplicar sempre RCP enquanto o desfibrilador é preparado
  • 34.  A colocação das pás não deve retardar adesfibrilação. Evitar colocar as pás diretamente sobre odispositivo implantado. Posicionar as pás com pelo menos 8 cm dedistância do dispositivo não danifica aestimulação, o sensor, nem a captura dodispositivo.
  • 35. Dispositivos de RCP não semostraram superior à RCP padrãoconvencional (manual).
  • 36. Soco precordial??- não usar em PCR extra-hospitalar nãopresenciada.- considerar para pacientes com TVinstável (inclusive TV sem pulso)presenciada e monitorizada se nãohouver um desfibrilador imediatamentepronto para uso.
  • 37. RELEMBRANDO:
  • 38.  Compressão comforça (>5cm) Compressões rápidas(no mínimo 100/min); Mínimo deinterrupções nascompressões; EVITAR ventilaçõesexcessivas; A cada 2 min. trocarquem aplica ascompressões; Sem VA avançada –30/2; Com VA avançada –sem sincronismo; Capnografiaquantitativa emforma de onda.QUALIDADE NA RCP
  • 39. C – CirculaçãoINICIAR COMPRESSÃO TORÁCICA EXTERNAChecar o Pulso (10 segundos)RápidasFortesIninterruptasCompressões : mínimo 100 /minVentilações : a cada 6 a 8 seg(8 a 10/min)Profundidade : 5 cm adultos ecrianças.4 cm em bebês
  • 40. Início da RCPAlta qualidadeRítmochocável???Desfibrilação3 minutosRecomeçar RCPimediatamente apóschoque
  • 41. RITMOS CARDÍACOS CHOCÁVEIS1 -TAQUICARDIA VENTRICULAR SEM PULSO (TV)ECG normal
  • 42. RITMOS CARDÍACOS CHOCÁVEIS2 - FIBRILAÇÃO VENTRICULARECG normal
  • 43. RITMOS CARDÍACOS NÃO-CHOCÁVEIS3 - ATIVIDADE ELÉTRICA SEM PULSO (AESP)ECG normal
  • 44. RITMOS CARDÍACOS NÃO-CHOCÁVEIS4 - ASSISTOLIAECG normal
  • 45. RITMOS CARDÍACOS NÃO-CHOCÁVEISASSISTOLIA e AESP (5 H/ 5 TASSISTOLIA e AESP (5 H/ 5 THipovolemiaHipóxicaHidrogênio (acidose)Hiper/HipocalemiaHipotermiaToxicidadeTamponamento cardíacoTensão no tóraxTrombose coronariana(SCA)Tromboembolia pulmonar
  • 46.  Identificar causas (5 H / 5 T) Protocolo da linha reta:Checar a conexão dos eletrodosAumentar o ganho do monitor cardíacoChecar o ritmo em duas derivações
  • 47.  Aspiração Cânula orofaringea: pacientes inconscientes(instalação e mensuração). Intubação Nasotraqueal: Intubação Orotraqueal: Técnica realizada no máximo em 30s. Cricotireoidostomia por punção Cricotireoidostomia cirúrgicaDispositivosdisponíveisDESOBSTRUÇÃO DAS VIAS AÉREAS(estabilização da coluna cervical SE TRAUMA)
  • 48. DEFINIÇÃO – TUBO ENDOTRAQUEAL POSICIONADOENTRE AS CORDAS VOCAIS E ANTERIOR À CARINA,COM BALONETE INSUFLADO,CAMPOS PULMONARES CHECADOS E FIXADO.
  • 49.  n.º 1 - RN a lactentes até 5kg n.º 1,5 - lactentes de 5 a 10 kg n.º 2 - lactentes de 10kg até pré-escolares de20kg n.º 2,5 - crianças de 20 a 30kg n.º 3 - crianças / adolescentes de 30 a 50 Kg n.º 4 - adultos de 50 a 70 Kg (geralmentemulheres / homens menor porte) n.º 5 - adultos de 70 a 100 Kg (geralmentehomens / idosos – ausência de dentes
  • 50. n.º 1 - 4 mln.º 1,5 - 7 mln.º 2 - 10 mln.º 2,5 - 14 mln.º 3 - 20 mln.º 4 - 30 mln.º 5 - 40 ml
  • 51. VantagensNão precisa de laringoscopiaRapidez no acesso e controle da via aéreaDesvantagensO posicionamento correto é difícil sem o treinamentoadequadoNão previne aspiraçãoNão é uma via aérea definitivaDeve ser substituída por uma via aérea definitiva
  • 52.  Ressuscitador manualAmbú-máscara ou ambú/tubo traqueal. Oxigênio 100% : 12 a 15 l/min Capnografia contínua com forma de onda– PETCO2 > 40mmHg = RCE-PETCO2< 10mmHg = Melhorar qualidadeda RCP 8 a 10 ventilações/min. ( 1 ventilação acada 6 – 8 segundos)
  • 53. DISPOSITIVO CONCENTRAÇÃO DEOXIGÊNIOINSPIRADO (FIO2)VANTAGENSCATETER NASAL 25 % - 45 % MAIS CONFOTÁVELMÁSCARA FACIAL 40 % - 60 % CONCENTRAÇÃO DE O2MAIOR QUE A CANULANASALMÁSCARA DE VENTURI 24 % - 50 % CONTROLE DA FIO2MÁSCARA COMRESERVATÓRIO DE O260% - 100 % OFERECE A MAIORCONCENTRAÇÃO DE O2
  • 54. Desfibrilação é o uso terapêutico dochoque elétrico de corrente elétricacontínua, com grande amplitude ecurta duração aplicada no tórax oudiretamente sobre o miocárdio(desfibrilação interna).D – DESFIBRILAÇÃOD – DESFIBRILAÇÃO
  • 55.  DEA: Locais de acessopúblico; Em hospitais; Pode ser utilizado emcrianças e bebês.CHOQUE primeiroXRCP primeiro
  • 56. A resposta cardíaca ao choque é emA resposta cardíaca ao choque é emgrande parte tempo-dependente. Se ogrande parte tempo-dependente. Se ochoque puder ser administrado até 03choque puder ser administrado até 03minutos após o início da FV, a chance deminutos após o início da FV, a chance dese obter um ritmo perfusional adequado ése obter um ritmo perfusional adequado éde 70% a 80%.de 70% a 80%.D – DESFIBRILAÇÃOD – DESFIBRILAÇÃO
  • 57. Após a desfibrilação deve-se realizarApós a desfibrilação deve-se realizar2 minutos2 minutos de compressão torácica ede compressão torácica eventilação para verificar o ritmoventilação para verificar o ritmonovamente.novamente.D – DESFIBRILAÇÃOD – DESFIBRILAÇÃO
  • 58.  CONHECER EQUIPAMENTO; APLICAR E ESPALHAR O GEL CONDUTOR; POSICIONAR AS PÁS; PRESSIONAR COM PESO DE 13KG; VERIFICAR SE HÁ CONTATO DE PESSOAS.
  • 59.  O profissional deve estar familiarizado com oequipamento do seu serviço; Aplicar e espalhar o gel condutor específico nas pás, Posicionar uma das pás do lado direito do esterno,abaixo da clavícula e a outra pá do lado esquerdo dalinha axilar média na altura da região apical, Pressionar firmemente as pás com peso aproximadode 13kg; Verificar se há contato de pessoas, inclusive você,com o leito e/ou paciente, durante o choque (você é oresponsável);
  • 60.  ACESSO VENOSO PERIFÉRICO VIA INTRA-ÓSSEA ACESSO VENOSO CENTRAL
  • 61. DROGAS UTILIZADAS NA PCRDROGAS UTILIZADAS NA PCRFaz vasoconstrição periférica;Aumenta a força de contração docoração;Aumenta o metabolismo.Usar em todos os ritmos de PCRVasopressina 40 UI pode ser usada nolugar da 1ª ou 2ª dose de adrenalinaADRENALINADose: 1mg a cada 3 a 5 minutos
  • 62. DROGAS UTILIZADAS NA PCRDROGAS UTILIZADAS NA PCRNão é mais indicada no tratamento deAssistolia/AESPATROPINA
  • 63. DROGAS UTILIZADAS NA PCRDROGAS UTILIZADAS NA PCRAntiarritmico de primeira escolha.Usar em FV/TV na PCRAMIODARONADose: 300mg após 1 choque e 1 adrenalinaRepetir 150mg mais uma vez
  • 64. DROGAS UTILIZADAS NA PCRDROGAS UTILIZADAS NA PCRAntiarritmico de segunda escolha.Usar em FV/TV na PCRLIDOCAÍNADose: 1mg/kg em bolus
  • 65. DROGAS UTILIZADAS NA PCRDROGAS UTILIZADAS NA PCRCorrigir acidose metabólica;Reposição após análise de gasometriaarterial.BICARBONATO DE SÓDIODose: peso do paciente X BE X 0,3
  • 66. A administração das drogas nãodeve interromper a RCP!
  • 67. ADMINISTRAÇÃO ENDOVENOSA Infundir SF 0,9% 10ml após cada medicaçãoadministrada; Elevar o membro após administração; Atentar para o intervalo entre as medicações; Infundir Bicarbonato em via exclusiva; Suspender ou instalar novo acesso venoso paraadministrar drogas na PCR, no uso de medicaçõesvasoativasCUIDADOS NA ADMINISTRAÇÃO DE DROGASCUIDADOS NA ADMINISTRAÇÃO DE DROGASNA PCRNA PCR
  • 68. Mesmo quando a aplicação do choque écapaz de reverter a FV, a maioria das vítimasdemonstra um ritmo cardíaco sem perfusãonos 1°s min após a desfibrilação. Essas vítimasprecisam de RCP imediata, especialmente decompressões torácicas!!!.
  • 69.  Sobrevida limitada:- no hospital: 30 a 40 %- outros locais: 2 a 26%20 % dos que sobrevivem de uma PCR têm umaboa evolução neurológica. Após o RCE e estabilização inicial –mortalidade permanece alta, principalmentenas 1ª 24 horas. É difícil determinar o prognóstico nas 1ª 72horas.
  • 70.  Sistematiza os cuidados pós PCR, otimizando afunção hemodinâmica, neurológica emetabólica, aumentando a taxa desobrevivência à alta hospitalar entre as vítimasque obtiveram RCE após a PCR. Deve ser abrangente, estruturado, integrado emultidisciplinar O tratamento deve incluir suportecardiopulmonar e neurológico
  • 71. Principais objetivos Iniciais:1. Otimizar a função cardiopulmonar e a perfusão deórgãos vitais após o RCE2. Transportar/transferir para um hospital apropriadoou UTI com completo sistema de tratamento pós-PCR3. Identificar e tratar SCAs e outras causas reversíveis4. Controlar a temperatura para otimizar a recuperaçãoneurológica (Hipotermia terapêutica)5. Prever, tratar e prevenir a disfunção múltipla deórgãos. Isto inclui evitar ventilação excessiva ehiperóxia(possível doação de órgãos e tecidos)
  • 72.  Relatórios recentes têm documentado bonsresultados ocasionais em pacientes quepermanecem comatosos pós-PCR, tratados comhipotermia terapêutica. O clínico deve documentar todos os testesprognósticos disponíveis 72 horas após a PCRtratada com hipotermia terapêutica e usar seumelhor julgamento clínico, baseado nos testes,para tomar a decisão de suspender o suportede vida, quando apropriado.
  • 73.  Monitorar SSVV e diurese Manter monitorização cardíaca e oximetria de pulso(>94%) – evitar hiperóxia (PaO2 alto-acentua a lesãooxidativa após a reperfusão de isquemia) Instalar ventilação mecânica ou manter ventilaçãomanual EVITAR a hipertermia; Induzir a hipotermia (32 a 34 graus) no pacientecomatoso após ressuscitação; Manter o alinhamento da cabeça e tronco com elevaçãoda cabeceira de 30°, salvo situações de trauma Refazer curativos, fixação de cânulas, drenos Controle das infusões contínuas e gotejamentos
  • 74.  Elaborar relatório e evolução deenfermagem/médico dos procedimentosrealizados, drogas administradas e intercorrências Registrar horário de início e término das medidasde RCP Preparar o paciente para transporte Passagem do caso para quem irá transportar oureceber a vítima. Acompanhar o paciente quando necessário. Repassar todos os procedimentos no plantão paracontinuidade da assistência Humanização no atendimento com os familiares
  • 75. Quando encerrar os esforçosde RCP ??
  • 76. Se,Após 20 – 30 minutos de RCPRealizado todo o Protocolo AssistoliaPupilas midriáticas, sem reaçãoCONSIDERAR TÉRMINO DOS ESFORÇOS!!(Profissional Médico)
  • 77.  American Heart Association. Destaques das Diretrizes daAmerican Heart Association 2010 para RCP e ACE. ATCN. Advanced Trauma Care for nurses®. Students Manual.Edition 2008.(Society of Traumas for Nurses). ATLS. American College of Surgeons. Suporte Avançado deVida no Trauma. 8 ed. Ed. Elsevier, 2008. TIMERMAN S. GONZALES M.M. QUILICI A.P.Guia Práticopara o ACLS. Ed. Manole. 1ª Edição 2008. PHTLS. Atendimento Pré Hospitalar ao Traumatizado. NAEMT.6 ed. Ed. Elsevier, 2007.

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