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O Acesso Livre no Brasil
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O Acesso Livre no Brasil

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  • 1. Acesso aberto no Brasil Marisa Bräscher Bianca Amaro Ana Pavani Fernando Leite 2010
  • 2. Três iniciativas bem sucedidas
  • 3. 1. Periódicos científicos Via Dourada BEM ENCAMINHADA! 1. Ausência de conglomerados editoriais com objetivos econômicos; 2. Editores e autores possuem as mesmas e principais motivações para publicar; 3. Grande quantidade de periódicos eletrônicos GRATUITOS E ABERTOS; 4. Bibliotecas universitárias em processo de incorporar função editorial; 5. Principais: SciELO (Bireme – 216 títulos) e SEER (Ibict – 820 títulos) DESAFIOS 1. Qualidade de periódicos 2. Integração
  • 4. 2. Teses e dissertações
  • 5. 10 anos de ETD no Brasil10 anos de ETD no Brasil 2001 - 20102001 - 2010 BDTDBDTD
  • 6. Norte: 7.95% pop 45.25% área Nordeste: 7.95% pop 45.25% área Centro-Oeste: 5.85% pop 18.8% área Sul: 14.53% pop 6.77% área Sudeste: 42.33% pop 10.86% área Distrito Fed: 1.33% pop 0.07% área
  • 7. Antes de 2001Antes de 2001 (fundação da BDTD)(fundação da BDTD)
  • 8. UFSC – Univ Federal de Santa Catarina USP – Universidade de São Paulo PUC-Rio – Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
  • 9. Biblioteca Digital de Teses e DissertaçõesBiblioteca Digital de Teses e Dissertações http://bdtd.ibict.br/ criada em 2001
  • 10. ETD em dezembro de 2004ETD em dezembro de 2004
  • 11. Número de projetos: 10 Número de ETDs: 5,394
  • 12. Nordeste: 18.18% proj 0.463% ETDs Sul: 18.18% proj 35.206% ETDs Sudeste: 45.46% proj 63.144% ETDs Distrito Fed: 18.18% proj 1.187% ETDs
  • 13. ETD em outubro de 2010ETD em outubro de 2010
  • 14. Número de projetos: 95 Número de ETD: 145,200+
  • 15. Evolução do número de teses on-line na íntegra no Brasil - são mais de 145 mil, todas de fontes fidedignas.
  • 16. Norte: 5.3% proj 0.5% ETDs Nordeste: 21.0% proj 11.6% ETDs Centro Oeste: 5.3% proj 1.9% ETDs Sul: 21.0% proj 17.7% ETDs Sudeste: 44.2% proj 64.0% ETDs Distrito Fed: 3.2% proj 4.3% ETDs
  • 17. A BDTD trouxe outras (boas) consequências ao País:  Levou a cultura das bibliotecas digitais a todas as regiões.  Trouxe ao foco discussões como direitos autorais, sigilo e acesso aberto.  Aumentou a visibilidade das teses e dissertações brasileiras.  Preparou as instituições para os repositórios digitais e difusão de outros itens da produção acadêmica.
  • 18. Desafios  Bibliotecas digitais de teses e dissertações e repositórios institucionais – substituição, coexistência, integração?  ETD multimídias, interativas  Sistemas com interfaces multilíngues  Autoarquivo  Indicadores
  • 19. 3. Repositórios Institucionais 1. As iniciativas estão em pleno crescimento. 2. Ênfase na construção e funcionamento, concentrada ainda no uso da ferramenta e capacitação. 3. Distribuição dos Kits foi um grande avanço. 4. Necessidade de investir em qualidade.
  • 20. 3. Repositórios Institucionais Via Verde EM PLENA CONSTRUÇÃO! DESAFIOS 1. Induzir e acompanhar a construção de bons repositórios 2. Processos de capacitação, acompanhamento e validação contínuos 3. Integração em nível nacional
  • 21. RICAA Rede Brasileira de Informação Científica de Acesso Aberto
  • 22. Induzir, apoiar, imprimir qualidade, fazer convergir e integrar iniciativas brasileiras de acesso aberto de modo a facilitar o acesso e o uso da informação científica a um custo menor do que se alcançaria de forma isolada As ideias motivadoras da RICAA
  • 23. As ideias motivadoras da RICAA Necessidade de empreender esforços inter- institucionais para a implementação de um conjunto de ações sistemáticas para construção de RI e portais de periódicos científicos de qualidade no âmbito de universidades e instituições de pesquisa brasileiras de modo que seja possível sua integração
  • 24. Proposta de missão Contribuir diretamente para o aumento do impacto e da visibilidade da produção científica brasileira por meio da gestão da informação científica em nível nacional e fundamentada nos pressupostos do acesso aberto
  • 25. Proposta de objetivo geral Garantir condições para a gestão da informação científica por meio da coordenação da construção e integração de RI e portais de periódicos científicos de qualidade.
  • 26. Benefícios/Vantagens • Políticas e padrões comuns. • Compartilhamento de recursos. • Visibilidade da instituição e da produção científica. • Melhoria de serviços e aumento da qualidade. • Capacitação contínua.
  • 27. Projetos em cooperação
  • 28. Cooperação Internacional • Projeto - Estrategia Regional y Marco de Interoperabilidad y Gestión para una Red Federada Latinoamericana de Repositorios Institucionales de Documentación Científica • Objetivo – compartilhamento e visibilidade da produção científica gerada em instituições de educação superior e de pesquisa científica.
  • 29. Red Federada - Componentes • Componente I: Estrategia Regional Consensuada de la Red Federada – Estratégia de trabalho, sustentabilidade financeira, tecnológica, organizacional, social e política, plano de difusão. • Componente II: Marco de acuerdos y políticas comunes – Diagnóstico da infraestrutura, identificação das melhores práticas, definição de padrões e metadados, recursos e serviços disponíveis.
  • 30. Red Federada - Componentes • Componente III: Desarrollo e implementación piloto – Adaptação da infraestrutura de software, implementação de interfaces de acesso, aplicação piloto. • Componente IV: Diseño de una estrategia de capacitación – Curso sobre uso e promoção de Open Access, diagnóstico de necessidades de capacitação
  • 31. Public Knowledge Project (PKP) • cooperação técnica pacotes de software – Open Journal Systems – Open Conference Systems – Open Monograph Press – Lemon8-XML – PKP OAI Harvester
  • 32. Cooperação Luso-brasileira • Memorando de entendimento. • Promoção conjunta da ampliação de repositórios científicos de acesso aberto. – Integração RCAAP e OASIS. – Diretório luso-brasileiro de revistas científicas e repositórios institucionais. – Biblioteca digital luso-brasileira de teses e dissertações.
  • 33. Obrigada! Marisa Bräscher marisa@ibict.br

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