Clt Lean Healthcare

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    Clt Lean Healthcare - Presentation Transcript

    1. CRESCENTE PRESSÃO NOS SISTEMAS DE SAÚDE  Necessidade de prestar melhores serviços de saúde;  Maiores exigências dos utentes;  LEAN HEALTHCARE Os custos com a saúde continuam a aumentar;  Necessidade de Controlo de custos; APLICAÇÃO DOS PRINCÍPIOS APLICAÇ PRINCÍ  Regulamentações governamentais; LEAN MANAGEMENT À SAÚDE SAÚ  Aumento da concorrência (sector privado, parcerias…);  Implementar novos procedimentos e competências;  Pressão por parte dos meios de comunicação;  Envelhecimento da população;  Surgimento de novas tecnologias (muitas delas dispensiosas);  Lacunas de staff em algumas áreas contribuem para o  JOÃO PAULO PINTO aumento de custos. COMUNIDADE LEAN THINKING, 2009 VI 05 João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 2 de 50 A OPORTUNIDADE O SNS E AS SEGURADORAS ACTUALMENTE PAGAM POR:  Falta de condições de higiene que causam centenas de  infecções desnecessárias. Prestação de Serviços PURO DESPERDÍCIO ? – 30%  Dificuldade em manter limpas as salas de intervenção [3] de Saúde - 40% - 30%  Staff não lava as mãos entre pacientes [4] Por cada Euro gasto em saúde, 30 a 60 cêntimos são perdidos devido a desperdícios  Erros de medicação causados por prescrição manuscritas [5] (ex. Erros, má qualidade, atrasos, etc).  “morte pela décima\" (como descrito por Oprah Winfrey's  \"Outrageous Medical Mistakes\" show) ocorrem quando um paciente recebe, eg, 10 milligramas de um farmaco em vez de uma Dr. 15% Falhas no Sistema de Prestação de Serviços: 85% milligrama. Isto mata 7,000 to 10,000 pessoas por ano nos EUA!  Mistura de resultados de testes e diagnósticos; Cerca de 85% de todas as más‐práticas são devidas  Erros humanos diversos; a sistemas nos quais os médicos estão inseridos  Atrasos e outros tipos de desperdícios… João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 3 de 50 João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 4 de 50
    2. Porque motivos os custos com a saúde há alguns anos atrás eram relativamente suportáveis e hoje se  UM SISTEMA DE SAÚDE TÍPICO DO INÍCIO DO SEC XX encontram numa espiral de crescimento incontrolável? Com a execpção de casos mais sérios e mais complexos,  Este sistema de saúde era muito simples e directo, e era  um único profissional era suficiente para atender o  difícil cometer erros com ele. paciente. Actualmente, o médico com a sua malinha O médico controlava todo o sistema… (desde o  preta continua a fazer consultas ao domicílio… diagnóstico até à administração dos medicamentos). João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 5 de 50 João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 6 de 50 UMA PEQUENA PARTE DE UM O ANTIGO PARADIGMA SISTEMA DE SAÚDE ACTUAL DIAGNÓSTICO LABORATÓRIO Uma boa parte da comunidade médica continua a seguir o antigo paradigma   “Eu sou um médico consciente e competente, de tal forma que acho que não necessito de um sistema de  EQUIPAS INTERDEPENDENTES gestão da qualidade nem de um método de gestão • Sistemas de informação; informaç ão; • Farmácia; Farmá cia; formal\" • Enfermagem; Enfermagem;  Um sistema de saúde, como o mostrado em parte no  • Manutenção; Manutenç ão; • Calibração de instrumentos; Calibraç instrumentos; slide anterior não pode mais ser gerido como se tratasse •… de um consultório de um só médico! João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 7 de 50 João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 8 de 50
    3. A INDÚSTRIA PASSOU PELA MESMA TRANSIÇÃO! Um negócio típico no início do Sec XIX: Este operário era totalmente responsável por fazer e colocar a ferradura no cavalo. O operador tinha total controlo sobre o processo que criou o produto ou o serviço. O médico com a sua malinha preta tinha um controlo similar sobre o processo de prestar cuidados de saúde aos pacientes… Uma longa caminhada... João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 9 de 50 João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 10 de 50 O PENSAMENTO MAGRO (LEAN THINKING) O Hospital como um sistema…  A filosofia do pensamento magro surgiu como um sistema  de gestão cujo objectivo é o desenvolvimento de  processos e sistemas tendo em vista a eliminação do  feedback desperdício (muda) em toda a organização e a criação de  informação informação valor para todas as partes interessadas. Processos Fornecedores Pacientes Hospitalares (CLIENTES)  É um novo paradigma de liderança e de gestão, baseado  feedback em princípios simples e imutáveis. É um desafio que se  coloca a todas as organizações (aplicável a instituições  publicas ou privadas, com ou sem fins lucrativos); Todo o trabalho é um processo . . .  Ênfase colocada na satisfação do cliente (final) e na  isto é também aplicável a um Hospital! melhoria contínua do desempenho. João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 11 de 50 João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 12 de 50
    4. CONHECER O CLIENTE quem servimos? ASPECTOS FUNDAMENTAIS PRINCÍPIOS LEAN THINKING DO PENSAMENTO LEAN DEFINIR VALOR o objectivo de todos  As organizações tendem a gerir os seus recursos,  desempenho e conhecimento de forma vertical; DEFINIR A campo de intervenção CADEIA DE VALOR  Mas todo o valor gerado é resultado de um processo horizontal – que ninguém vê ou é responsável por; OPTIMIZAR FLUXOS os meios a aplicar  Assim, procure envolver todas as pessoas naquilo que é esperado pelos seus clientes – procure tb garantir um fluxo IMPLEMENTAR permanente (de pessoas, informação e materiais) de forma  o sistema a usar O SISTEMA PULL a criar valor continuamente; e todo o resto da Organização a suportar e a facilitar estas PERFEIÇÃO insatisfação funções primárias;  Desta forma, a organização poderá prosperar criando mais INOVAR SEMPRE a atitude certa valor sem que isso represente custos adicionais. João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 13 de 50 João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 14 de 50 LEAN UM NOVO PARADIGMA A CRIAÇÃO DE VALOR Tem tudo a ver com …  Criar valor é o objectivo final de cada organização.   Propósito – criar valor é a solução para a resolução de  O valor corresponde a todas as características e  problemas de eficiência (operacional e financeira) e da propriedades dos produtos/serviços que o cliente  satisfação dos clientes; considera como importantes e como tal merecedoras da   Processos – criar e optimizar correntes de valor para sua atenção; satisfazer este propósito;  Pessoas – liderar todas as pessoas para facilitar estas  A criação de valor e a eliminação o desperdício (Muda)  correntes de valor e eliminar todos os obstáculos à sua andam de mãos dadas no caminho para a excelência das  criação. organizações;  Muitos começam com os Processos, depois as Pessoas  Deve ser através de metodologias simples, mas eficazes,  (liderança, envolvimento e respeito) e finalmente o  que a filosofia lean deve ser implementada. Propóstio (estratégia e visão). João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 15 de 50 João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 16 de 50
    5. A SITUAÇÃO IDEAL NA PERSPECTIVA DO CLIENTE o valor que o cliente pretende... O DESPERDÍCIO NAS ORGANIZAÇÕES  Exactamente o que o cliente/paciente  necessita, livre de   Subestimar a capacidade/valor das pessoas nas organizações; defeitos (erros ou acidentes);  Papeis (burocracia), reuniões infindáveis;  Personalização dos cuidados médicos (one by one,   Demasiados níveis hierárquicos; customized);  Tempo e outros recursos mal aproveitados;  Transportes e movimentações;  On demand, ie, exactamente quando necessário (sem  esperas nem justificações);  Controlos e inspecções;  Acertos e ajustes (setups);  Resposta imediata aos problemas, necessidades ou  alterações;  Defeitos e erros (errar sai caro – “errar não pode ser humano, acertar sim!”);  Sem desperdício (de forma a se praticar um preço justo);  Stocks (de tempo e de materiais);  Segurança para o paciente, staff e demais intervenientes:   E muitos mais... física, emocional e pessoalmente. João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 17 de 50 João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 18 de 50 OS 7 DESPERDÍCIOS NO SECTOR DA SAÚDE O QUE É LEAN HEALTHCARE? HEALTHCARE 1. Esperas pela atribuição de camas, aguardar por “alta”, esperar por tratamento, por testes de diagnóstico, por medicamentos, por   Colocar o Cliente (paciente/utente) em primeiro lugar; aprovações, pelo médico ou pelo enfermeiro;  Definir valor em termos do Cliente (paciente/utente); 2. Excessos de papelada, processos redundantes, efectuar testes  redundantes, usar aplicação IV quando a medicação oral seria   Aprender a ver os 7 tipos de desperdícios na Área da Saúde; suficiente,  múltiplas mudanças de cama e de serviço (Enf. Espc. 30% perdido);  Fazer do “mais com menos”; 3. Stocks de amostras em Lab. à espera de análise, utentes da urgência à espera de uma cama, pacientes à espera dos resultados dos testes de   Deixar de fazer na perfeição o que não necessita de ser feito; diagnóstico, excesso de materiais mantidos nas áreas;  O Lean Healthcare é uma abordagem que permite  4. Transportes de amostras de laboratórios, transportar pacientes,  desenvolver, melhorar e manter um processo excelente; transportar medicamentos, transporte de materiais; 5. Movimentações ‐ procurar documentos e materiais, entregar   O Lean Healthcare traz consigo métodos e ferramentas que  medicamentos, enfermeiros a tratar de doentes de diferentes alas; tem sido usadas, refinadas e comprovadas por mais de 50 anos  6. Perdas do processo ‐ preparar medicamentos antes das  necessidades  de uso na indústria e no sector de serviços para o sector da  dos doentes (ex. não aproveitar o pontencial do staff); saúde; 7. Defeitos ‐ erros de medicação/diagnóstico, identificação incorrecta de   Tudo começou na TMC nos anos 1940’s... amostras, lesões causadas por medicação defeituosa. João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 19 de 50 João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 20 de 50
    6. FLUXO TÍPICO DE UM PACIENTE Sabia que... Filas e amontoar de pacientes MUDA visível Actividades Paciente de NVA, ie Paciente Paciente visto pela Paciente admitido espera para equipa médica-enf espera atrasos e Supplier Hospital Customer ser visto muda MUDA CADEIA DEescondido VALOR GLOBAL A MAIORIA DAS CADEIAS DE VALOR TÊM  Paciente movido Paciente Paciente visto pelo Paciente APENAS 2‐5% DE TEMPO DE VALOR  espera espera para outro serviço médico especialista porque é paciente porque não há ACRESCENTADO (VA) alternativa João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 21 de 50 João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 22 de 50 PORQUÊ APLICAR OS PRINCÍPIOS LEAN? A FORMULA LEAN INICIAL  Porque se trata de uma filosofia de gestão orientada à criação  de valor e à redução sistemática do desperdício; Entenda‐se desperdício como todas as actividades, processos e  materiais, que não acrescentam valor (ie que o cliente não  reconhece como merecedoras da sua atenção, tempo e  dinheiro) mas que aumentam custos e tempo;  Porque, através de uma abordagem sistemática e integrada,  ELIMINAR O DESPERDÍCIO RESPEITO PELAS PESSOAS MELHORIA envolve todos os processos da organização de modo a  CONTÍNUA sintoniza‐los com os objectivos da direcção e no sentido da  satisfação de todas as partes interessadas (clientes e outras);  Porque procura envolver todas as pessoas dentro da  organização no sentido da melhoria contínua do desempenho  da actividade/negócio. João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 23 de 50 João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 24 de 50
    7. O QUE PODE LEAN FAZER AS METAS LEAN INCLUEM PELA SUA ORGANIZAÇÃO? Fazer as coisas a tempo  Pessoas motivadas e com poder (empowered); Dar poder às pessoas  Pessoal flexível, com formação multidisciplinar e autónomo; Identificar problemas (defeitos e atrasos) antes  Serviços de saúde rápidos e eficientes; que seja tarde demais  Reduzidos tempos de atendimento e de serviço; Melhorar o fluxo  Sistema para avaliação do desempenho baseado no mérito e  Aprender fazendo no desempenho (não no esforço);  Gestão e controlo visual;  Cultura de insatisfação e de melhoria contínua (auto‐ Eliminar o Muda Fazer bem sutentável e com uma perspectiva de longo prazo); à primeira vez  Melhor utilização de recursos (materiais, humanos e  financeiros). Sintonizar os recursos com a procura João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 25 de 50 João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 26 de 50 AS SOLUÇÕES LEAN  Visão e liderança! COMO TORNAR-SE LEAN?  Planeamento e controlo de recursos;  Identificação dos 7W (mudas);  Cultura proactiva, pensando fora da caixa!  Operações uniformizadas;   Processos simples e humanizados;  Decisões baseadas em factos;  Controlo de desvios e não de médias;  Ferramentas tradicionais de melhoria contínua derivadas da TQM, Lean 6Sigma, PDCA, 5S, etc. ... João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 27 de 50 João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 28 de 50
    8. FERRAMENTAS LEAN, Exemplos: ANTES DOS 5S Necessário Não necessário Criar um local de trabalho visual DISCIPLINA S2: ordenar (Seiton) E S3: limpar (Seiso) DEFINIR MANUTENÇÃO PADRÕES S4: simplificar e uniformizar LIMPAR S1: (Sieketsu) ORGANIZAR (red tagged) ARRUMAR separar (Seiri) DEPOIS 5S Segurança Remover do em tudo o que fazemos local de trabalho Deitar fora ao fim de algum S5: manter (Shitsuke) tempo UM LOCAL PARA CADA COISA E CADA COISA NO SEU LUGAR João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 29 de 50 João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 30 de 50 RESULTADOS DA APLICAÇÃO 5S GESTÃO VISUAL Antes Depois Depois – mais ordem, arrumação e logíca na colocação dos utensílios. Tudo identificado e numa sequência ordenada. Antes – vista da sala de enfermagem. Notar a desordem e a falta de organização Antes Depois João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 31 de 50 João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 32 de 50
    9. Diagrama de Spaghetti Antes Depois Antes Depois João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 33 de 50 João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 34 de 50 REVISÃO DE LAYOUTS (LABORATÓRIO) ALTERAÇÕES DE LAYOUT & WORKFLOW GEN S VITRO 3 COAG 2 LABELED TUBE COLLECTION ROOM CUT-OUT TO PROCESSING LABEL TO COLLECTION ROOM Melhorias introduzidas:   1 • O layout segue o fluxo das amostras; FROM COLLECTION ROOM • Redução das ilhas isoladas; Constatações: • Layout pouco amigável • Layout com controlo visual; (ex. sem controlo visual) • O fornecimento é comandado pela • Demasiadas ilhas (e isoladas); procura. • Estações de trabalho não‐standardizadas. João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 35 de 50 João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 36 de 50
    10. TRABALHO UNIFORMIZADO A consistência é uma das principais características da Qualidade dos Serviços. Isto alcança-se com a uniformização de práticas; Uniformizar o trabalho facilita o seu planeamento, a sua aprendizagem e sua monitorização; Trabalho uniformizado pode ser comparado, melhorado e auditado; Desta forma seráajudaráío planear e orçamentar! práticas uniformizadas poss vel Um layout uniformizado, com ADOPÇÃO DA ADOPÇ staff à medida que cuida dos GESTÃO VISUAL pacientes, reduzindo tempos, erros e custos. João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 37 de 50 João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 38 de 50 VSM: MAPEAR TODA A CADEIA DE VALOR ERROR PROOFING (POKA-YOKE) Exemplos X  Formas uniformizadas com orientações de teste (validação) em vez de textos extensos;  Para diferentes gases X diferentes (e unicas) cores. X X X XX • Dão mais segurança e autonomia a quem faz; • Evita a ocorrência do erro ou a sua propagação; • Garante a qualidade na fonte. João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 39 de 50 X= Processos ou tempos de espera eliminados João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING X 40 de 50
    11. • 0.8 milhões de páginas impressas poupadas anualmente • Redução de um dia de espera na cadeia de valor • Eliminação de 4 a 12 processos • 1600 hrs de tempo de staff recuperadas para actividades de VA • 50% de redução de registos incompletos VSM actual muita duplicação, muito NVA e 41 de 50 atrasos desnecessários. 42 de 50 João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING MAIS IMPORTANTE QUE AS ROADMAP DA JORNADA LEAN FERRAMENTAS SÃO AS REGRAS! Fase 1 Fase 2 Fase 3 Fase 4 Fase 5 8. 11. 1. Todas as operações/actividades devem ser devidamente  ESTRATEGIA 1. comprometer Decisão/ comprom Próximos passos (porquê?) etimento especificadas relativamente ao conteúdo, sequência,  tempos e resultados; 2. A relação cliente/fornecedor deve ser directa,  inequívoca no envio de solicitações e recebimento de  respostas (ex. do tipo sim/não); OPERAÇÃO (o quê?) 2. Escolher 4. VSM as-is 5. Metricas 6. VSM to-be 7. Planear 9. Implementa r 10. Reportar 3. O fluxo de cada produto ou serviço deve ser simples e  directo; 4. Qualquer melhoria deve ser feita de acordo com o  método cientifico, sob a supervisão de um responsável  Capacidade e competências 3. Aprender Transferência de conhecimento e de boas práticas (sensei) ao mais baixo nível da hierarquia da empresa.  (como?) João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 43 de 50 João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 44 de 50
    12. PASSOS INICIAIS LEAN HEALTHCARE NÃO É...  Aprender a ver o potencial do lean thinking Fazer o VSM (a‐is) dos processos e realizar o lean assessment  Reduzir os serviços prestados à (definir o base line e detectar os gaps) comunidade/utentes   Recorrer ao conjunto de soluções lean (métodos e  (é sim converter a gordura em músculo); ferramentas) para a eliminação de MUDAS (ex. tempos e   Reduzir pessoas (staff), ou explora‐las!; custos) nas operações;  Reduzir a componente humana na   Grande envolvimento do staff – realizar as oportunidades de  prestação de serviços de saúde. quick‐wins e de deitar a mão a “low‐hanging fruit”;   Rolled out do programa lean – recorrendo a lean experts; Toda a tecnologia, ciência e compaixão envolvida na prestação de  Criar uma cultura de melhoria contínua e uma estrutura serviços de saúde é tão útil ao auto‐sustentada. paciente como a nossa capacidade para a entregar! João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 45 de 50 João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 46 de 50 GOING LEAN: RESULTADOS ESPERADOS! CHECKLIST PARA O SUCESSO LEAN  Aumento da capacidade de resposta sem aumento de pessoas ou   Uma abordagem holística aplicada a todos os processos; equipamento: 40 a 60%;  Envolvimento e comprometimento da gestão de topo;  Redução de tempos 60‐80%;  Ex. Redução dos tempos de esterelização: 70%  Uma estratégia de longo‐prazo  e uma visão clara;  Redução de tempos de espera (ex. ThedaCare USA – Ortopedia, de 14   Estabelecer uma metodologia para a mudança; semanas a 35 hrs)  Redução de tempo de internamento (25‐30%);  Constituição da equipa de projecto;  Redução dos tempos de resposta > 70%;   Escolher o projecto certo  Redução do espaço ocupado 30‐40%; (no sistema que cria o fluxo, pensar nos Q‐wins e RIE’s);  Redução de custos operacionais 40%;  Liderança e Comunicação para ultrapassar  Melhoria do customer service > 70%; as barreiras internas;  Aumentos de produtividade 15‐40% por ano;  Medir o progresso (o antes e o depois);  Redução de stocks > 50%;  Registar e partilhar as boas práticas;  Melhoria na participação e moral das pessoas;   Redução de acidentes e outros problemas.  Atenção especial à Confiança, às Tribos e à filosofia lean... João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 47 de 50 João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 48 de 50
    13. LESSONS LEARNT  Não há receitas mágicas ‐ O conhecimento lean é adquirido através de tentativa e erro;  Não subestimar o efeito da curva de aprendizagem;  Estar preparado para perder nas fases de “go live” e dar  tempo ao tempo;  As ferramentas e as soluções lean são conhecidas de todos, mas só isso não basta!  Aposte nas pessoas; Sede:  Isto é uma transformação que se deve Rua Cupertino de Miranda, 35 – 4Dto P-4760 124 VN de Famalicão alargar a todos na cadeia de valor; Telf. 936.000.079/80/1 Fax. 211.454.136  Muita humildade... management@leanthinkingcommunity.org LEAN TODAY, WIN TOMORROW www.leanthinkingcommunity.org João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 49 de 50 João Paulo Pinto – COMUNIDADE LEAN THINKING 50 de 50

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