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Construindo o conceito de plataformas logísticas
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Construindo o conceito de plataformas logísticas

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  • 1. 1 Construindo o conceito de plataformas logísticas – Estado da arte no Brasil e no Mundo Rodrigo Spricigo Marcelo Pires da Silva Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas, Programa de Pós-graduação em Engenharia de Produção e Sistemas, Universidade Federal de Santa Catarina Resumo Objetivo: Apresentar uma conceituação de plataforma logística, baseado nos conceitos encontrados em diferentes fontes bibliográficas. Em seguida, buscar exemplos que comprovem o que há de mais avançado em termos de plataformas logísticas no Brasil e no Mundo, para facilitar o entendimento dos conceitos apresentados e conhecer a extensão da aplicação. Estrutura/Metodologia: Revisão em bases de dados visando obter uma visão ampla dos conceitos atuais. Resultados: Realizar estudo do uso de Plataformas Logísticas no Brasil e Mundo, obter uma visão detalhada do assunto e buscar nossa visão do potencial de utilização principalmente no Brasil e Santa Catarina. Há um grande potencial para o Brasil, o que está faltando é organização e sair do projeto para a prática. A utilização de Plataformas Logísticas permitem o aumento da competitividade, na redução dos custos logísticos, melhora dos níveis de serviço e respostas rápidas a mudanças de demanda. Existem planos de criação Plataformas Logísticas no Brasil, porém várias ainda no “papel” não encontramos informações sobre nenhuma iniciativa em Santa Catarina (no curto prazo). Por ser um estado com grande potencial exportador, está maduro o desenvolvimento de uma Plataforma Logística. Limitações de pesquisa: Na comparação com Europa, Ásia e EUA estão bem difundidos o uso e aplicação das Plataformas Logísticas, no Brasil este tema precisa ser mais explorado, Informações não estão facilmente disponíveis, falta maior interesse do setor Público e Privado. Implicações práticas: Visão ampla do potencial de utilização das Plataformas Logísticas e o quanto elas podem agregar na redução dos custos e outros benefícios. A utilização das PL’s são de grande valia principalmente para pequenos exportadores devido a concentração de serviços logísticos e facilidade para enviar produtos, pois todos os tipos de modais estão ali representados. Valor e originalidade: O estudo procurou sintetizar os conceitos e aplicação das Plataformas Logísticas, na visão de diferentes autores, incluindo nossa opinião do tema, que vem se mostrando muito importantes, principalmente nos ganhos de escala da logística.
  • 2. 2 1. Introdução Desde o início dos tempos as pessoas negociavam. O que vem mudando é o tamanho desta atividade, trazendo consigo uma mudança dos meios logísticos que permitem que este aumento seja sustentado. Inicialmente as pessoas negociavam e elas mesmas transportavam seus bens. Com o desenvolvimento, estas pessoas físicas evoluem para empresas, que buscam novas formas de mover seus bens para os consumidores. Como não há uma estrutura organizada, as próprias empresas precisam cuidar deste delicado segmento. Porém muitas empresas não tiveram sucesso em administrar a logística de seus produtos, pois isso exige um conhecimento que não é o foco da empresa. Segundo Moller - 1994, as metas da logística são as de disponibilizar o produto certo, na quantidade certa, no local certo, no momento certo, nas condições adequadas para o cliente certo ao preço justo. Nesta busca, empresas começam a focar nesta área de atividade, realizado-as para outras empresas, surgindo assim o movimento de terceirização da logística e com ela o surgimento dos conhecidos 3PL ou Third Party Logistics Provider. Segundo Gardener (apud Dubke, Ferreira & Pizzolato, 2004), o termo é utilizado como sinônimo de subcontratação de elementos de processo logístico. 2. Conceito de Plataforma Logística As Plataformas Logísticas surgiram na França na década de 60 como conseqüências do avanço dos estudos em gerenciamento de operações. De acordo com Rodrigues (2004), o objetivo inicial das plataformas era reduzir o fluxo de materiais distribuídos de forma desordenada pelos terminais de cargas da periferia das grandes cidades, dessa forma, as plataformas passaram a concentrar e aperfeiçoar a distribuição, e, consequentemente, reduziram os custos. Na Europa as plataformas estão ligadas aos portos marítimos, por sua importância nas relações comerciais no mundo e, de acordo com Dias (2005), são responsáveis por uma redução de 12% nos custos logísticos e por um acréscimo de 40% de produtividade em relação a empresas que não realizam suas operações por plataformas.
  • 3. 3 Para Boundoin (1996) uma Plataforma logística é o local de reunião de tudo o que diz respeito à eficiência logística. Acolhem zonas logísticas de empreendimentos e infra- estruturas de transporte, importantes por sua dinamização na economia, melhorando a competitividade das empresas, criando empregos e viabilizando as atividades logísticas, pois há uma crescente necessidade de se organizarem as instalações para atender os usuários clientes que podem ser indústrias e distribuidores. A armazenagem e as outras instalações utilizadas nas atividades de transportes marcam o espaço. Assim, torna-se útil efetuar o agrupamento dos usuários clientes Dias (2005) afirma que, de acordo com a Associação Européia de Plataformas Logísticas (Europlatforms), existem infra- estruturas deste tipo com um só modo de transporte, unimodais, ou com mais do que um modo, multimodais – aquela em que abriga vários modos de transporte (rodoviário, ferroviário, fluvial, marítimo e aéreo), não implicando o intercâmbio direto entre eles, ou seja, a existência da intermodalidade. Ainda de acordo com Dias (2005) a classificação das plataformas unimodais são: os Centros ou Terminais Rodoviários, os Centros de Distribuição Urbana, os Parques de Distribuição e os Centros de Transportes. Quanto às Plataformas Logísticas Multimodais, de acordo com os conceitos da Europlatforms, são conhecidas nesta tipologia as Zonas de Atividades Logísticas Portuárias (ZAL), os Centros de Carga Aérea e os Portos Secos, as quais serão discriminadas abaixo: • Zonas de Atividades Logísticas Portuárias (ZAL) – Plataformas Logísticas agregadas a portos e situadas adjacentemente a terminais marítimos de containeres. O desenvolvimento destas plataformas permite um aumento do alcance portuário, enquanto área de influência e atratividade. São exemplos de ZAL portuária: Roterdã, Barcelona, Valença, Algeciras e Sines. • Centros ou Terminais de Carga Aérea - especializadas no intercâmbio ar/terra no que diz respeito ao tratamento de mercadorias. A prestação dos serviços logísticos neste tipo de plataforma ocorre de forma seqüencial: primeiramente é tratada a carga geral e, em seguida, é feito o tratamento das atividades de prestação de serviços adicionais ao despacho da carga. São exemplos, na
  • 4. 4 Europa: Paris-Orly, Frankfurt, Amsterdã-Shinpholl e Madri-Barajas. • Portos Secos (DRY PORTS) – É um tipo de terminal multimodal, situado no interior de um país (zona secundária) e que permite efetuar a ligação entre um porto e a respectiva origem e/ou destino. Possuem zona multimodal e incluem no seu interior outras áreas funcionais, como área de serviços aduaneiros. No Brasil já existem vários portos secos, também conhecidos por EADI – Estação Aduaneira do Interior. Estas zonas e plataformas se desenvolveram para acolher depósitos e plataformas de embarque de mercadorias de alguns atores da atividade econômica, também chamados atores logísticos, particularmente os industriais, distribuidores, transportadores e prestadores de serviços. Bastos (1999) define como objetivos próprios destas: • A organização espacial – através da qual se objetiva disciplinar a localização e disposição de atividades que consomem quantidades consideráveis de espaço, tais como áreas de estocagem de produtos, de estacionamento e de manobra de transporte de carga. Evitar a “contaminação” do tecido urbano- sobretudo da periferia, que pode se dar por impactos negativos causados por instalações e infra-estruturas de má qualidade estética, que, além disso, geram externalidades negativas como poluição e degradação do meio- ambiente. Gerar empregos especializados a nível local – As atividades logísticas são consideradas atividades de médio e alto grau de especialização e contribuem para a geração de empregos especializados, principalmente na área de gestão em todos os níveis. Segundo Boudoin (1996) apud Duarte (1999) uma plataforma logística é composta de três subzonas com funções especiais: • Subzona de serviços gerais: destinado ao homem, à máquina e à empresa. Ao homem são destinadas as áreas de recepção, serviços de informação, acomodação e alimentação; à máquina são destinados áreas de estacionamento, abastecimento e reparos; e às empresas serviços de alfândega, administração e comunicações. • Subzona de transportes: agrupa infra-estruturas de grandes eixos de transportes. É muito importante que a plataforma seja multimodal e possua terminais multimodais, integrando transportes rodoviários, ferroviários, marítimos e aéreos. No mínimo dois tipos de modais de transporte.
  • 5. • Subzona destinada aos Operadores Logísticos: dando condições de prestar serviços de fretamento, corretagem, assessoria comercial e aduaneira, aluguel de equipamentos, armazenagem, transporte e distribuição. O conceito da Plataforma Logística Intermodal foi desenvolvido na França pelo Groupement Européan D’intérêt Economique (GEIE), conforme cita Boudouin (1996), com a finalidade de substituir os ineficientes serviços prestados pelos terminais de cargas. O Figura 1 – Esquema do conceito de Plataforma Logística de Boudouin • Subzona destinada aos Operadores Logísticos: dando condições de prestar serviços de fretamento, corretagem, assessoria comercial e aduaneira, aluguel de equipamentos, armazenagem, ceito da Plataforma Logística Intermodal foi desenvolvido na França Groupement Européan D’intérêt Economique (GEIE), conforme cita com a finalidade de substituir os ineficientes serviços prestados pelos terminais de cargas. O GEIE conceituou a plataforma como sendo uma zona delimitada onde são executadas, por diversos operadores logísticos, as atividades relativas à logística regional, nacional e internacional. Sua localização deve estar relacionada com diversos modais de transportes de carga disponíveis. Sua definição é feita através dos estudos dos fluxos dos insumos, mercadorias e serviços, associados a uma avaliação de seus nós de suprimento e distribuição, a relação custo versus benefício. Esquema do conceito de Plataforma Logística de Boudouin 5 GEIE conceituou a plataforma como sendo uma zona delimitada onde são executadas, por diversos operadores logísticos, as atividades relativas à logística regional, nacional e internacional. Sua localização deve estar relacionada com diversos modais portes de carga disponíveis. Sua definição é feita através dos estudos dos fluxos dos insumos, mercadorias e serviços, associados a uma avaliação de seus nós de suprimento e distribuição, melhorando a relação custo versus benefício. Esquema do conceito de Plataforma Logística de Boudouin – 1996
  • 6. As Plataformas Logísticas unimodais ou multimodais também foram conceituadas pelo Ministério de Fomento da Espanha (1999) apud Duarte (2004) como pontos ou áreas de ligação das redes logísticas, inclusive a logística de transpor quais se concentram atividades e funções técnicas de alto valor agregado. Já o conceito estabelecido pela Associação Européia de Plataformas - EUROPLATFORMS em 1992, citado por Dias (2005), descreve uma plataforma logística como uma “zona delimitada, no interior da qual se exercem, por diferentes operadores logísticos, todos os Tabela 1 - Resumo dos Principais conceitos de Plataforma Logística Fonte: Tese de doutorado de Olavo Celso Tapajós Silva (2008) As Plataformas Logísticas unimodais ou multimodais também foram conceituadas pelo Ministério de Fomento da Espanha (1999) apud Duarte (2004) como pontos ou áreas de ligação das redes logísticas, inclusive a logística de transporte, nas quais se concentram atividades e funções técnicas de alto valor agregado. Já o conceito estabelecido pela Associação Européia de EUROPLATFORMS – em 1992, citado por Dias (2005), descreve uma plataforma logística ada, no interior da qual se exercem, por diferentes operadores logísticos, todos os processos relativos à logística de suprimento e a logística de distribuição física de produtos, atendendo as relações locais, regionais, nacionais, internacionais e globais operadores logísticos podem ser proprietários, arrendatários das edificações, equipamentos, instalações (armazéns, áreas de estocagem, oficinas de manutenção) que fazem parte da plataforma logística (BACOVIS, 2006). Para construir uma plataforma logística, Boudouin (1996) propõe algumas etapas, que s na tabela 2. Resumo dos Principais conceitos de Plataforma Logística Fonte: Tese de doutorado de Olavo Celso Tapajós Silva (2008) 6 processos relativos à logística de suprimento e a logística de distribuição física de produtos, atendendo as relações locais, regionais, nacionais, internacionais e globais”. Esses operadores logísticos podem ser proprietários, arrendatários das edificações, equipamentos, instalações (armazéns, áreas de estocagem, oficinas de manutenção) que fazem parte da plataforma logística Para construir uma plataforma ogística, Boudouin (1996) propõe algumas etapas, que são mostradas Resumo dos Principais conceitos de Plataforma Logística
  • 7. 3. Conceito de Cluster Cluster, segundo Porter (1998) concentrações geográf empresas e instituições em um campo particular de atividade Freqüentemente estende manufatura de complementares e empresas com as competências, tecnologias ou insumos comuns. As Plataformas Logísticas i também outras instituições como universidades, organismos de Tabela 2 – Etapas para compor uma Fonte: Tese de doutorado de Olavo Celso Tapajós Silva (2008) Cluster, segundo Porter (1998), são oncentrações geográficas de e instituições conectadas de atividade. Englobam uma variedade de indústrias e outras entidades importantes para a concorrência. Incluem, por e fornecedores de insumos componentes, máquinas e serviços e fornecedores de infra Freqüentemente estende-se para produtos complementares e empresas com as competências, tecnologias ou insumos As Plataformas Logísticas incluem instituições como universidades, organismos de normalização, fornecedores de formação profissional e associações comerciais que fornecem treinamento especializado, educação, informaç pesquisa e suporte técnico. Etapas para compor uma Plataforma Logística segundo Boudouin Fonte: Tese de doutorado de Olavo Celso Tapajós Silva (2008) 7 bam uma variedade de indústrias e outras entidades importantes para a Incluem, por exemplo, fornecedores de insumos, como componentes, máquinas e serviços e fornecedores de infra-estrutura. normalização, fornecedores de formação profissional e associações is que fornecem treinamento especializado, educação, informação, pesquisa e suporte técnico. segundo Boudouin Fonte: Tese de doutorado de Olavo Celso Tapajós Silva (2008)
  • 8. 8 4. Visão dos autores sobre a diferença entre Plataforma Logística e Cluster Cluster é uma forma de aproveitamento das sinergias de empresas do mesmo ramo, foco no agrupamento. Plataforma está focada em concentrar serviços logísticos, a fim de oferecer redução dos custos através de ganhos de escala, independente do ramo. As PL’s tem como característica ser uma organização da infra-estrutura logística de uma região. 5. Estado da arte no Mundo No mundo, as principais Plataformas Logísticas localizam-se na Europa, provavelmente por ter sido o local onde este conceito surgiu, mas há vários exemplos no mundo todo sobre este tipo de atividade. Segundo Tapajós Silva (2008), as três principais PLs da Europa são o porto de Rotterdam, na Holanda, o porto de Barcelona (ZAL), na Espanha e o porto de Le Havre, na França. Já nos Estados Unidos, ele cita como principais, o porto de Los Angeles, o porto de Long Beach e o porto de Nova Iorque / Jersey. E na Ásia, Tapajós Silva menciona os portos de Cingapura, em Cingapura, o porto chinês de Hong Kong e o porto japonês de Tóquio. Portella Rosa (2009) ressalta algumas das estratégias adotadas nas Plataformas Logísticas da Europa, que são apresentadas na tabela 3, e que demonstram o sucesso indiscutível da utilização de uma política de financiamento público-privado. 6. Estado da arte no Brasil Principais Plataformas Logísticas no Brasil: • Multimodal de Anápolis– Goiás Armazenagem e distribuição da cadeia do frio; Despachos aduaneiros e contratações de cargas; Beneficiamento, processamento e embalagem de bens; Concentração de desconcentração de cargas; Serviços financeiros e de telecomunicações; Montagem industrial de produtos • Palmas – Tocantins. • Centro de Logística Integrada de São Paulo. • Portos Secos • Estações Aduaneiras Interiores (EADIs) • Terminal de Guaíba - Tergua (RS) Localizada no terreno que havia sido destinado à Ford.
  • 9. • Multimodal de Transporte (BA). • Centro Logístico Integrado (CLI) Feira de Santana (BA) 7. Situação atual dos modais de transporte no Brasil Aéreo: 67 aeroportos matriz de transportes de cargas Marítimo: 40 portos hidroviários e marítimos 13,6% da matriz de transportes de cargas; 7500 km de via marítima e 40.000 km de rios Tabela 3 – Síntese das estratégias Plataformas Logísticas Fonte: Denise Portella Rosa Multimodal de Transporte - Juazeiro Centro Logístico Integrado (CLI) – • Plataforma Logística no Rio Grande do Sul. • Plataforma Logística Multimodal do Sertão. Situação atual dos modais de 67 aeroportos; 0,4% da matriz de transportes de cargas. 40 portos hidroviários e 13,6% da matriz de 7500 km de via marítima e 40.000 km de rios. Ferroviário: 29.600 km de rede , dos quais 28.300 km operados por redes privadas; 90.100 vagões e 2.500 locomotivas; 20,7 % da matriz de transportes de cargas, de 96 a 2007 duplicou o volume de transporte Rodoviário: Malha de 1.600 mil Km com apenas 200 mil km pavimentados e 11.000 pedagiados; frota de veículos de carga 1.700.000 Síntese das estratégias internacionais de implantação de Denise Portella Rosa (2009) 9 Plataforma Logística no Rio Grande Plataforma Logística Multimodal do 29.600 km de rede , dos quais 28.300 km operados por 90.100 vagões e 2.500 20,7 % da matriz de transportes de cargas, de 96 a 2007 duplicou o volume de transporte. Malha de 1.600 mil Km com apenas 200 mil km avimentados e 11.000 pedagiados; rota de veículos de carga 1.700.000 internacionais de implantação de
  • 10. 10 unidades; 61,1 % da matriz de transportes de cargas. 8. Plano do CNT especifico para Santa Catarina (Fonte:CNT) Construção do contorno ferroviário de São Francisco do Sul; Construção do contorno ferroviário de Joinville; Drenagem do porto de São Francisco do Sul, Itajaí e Laguna; Ampliação da área portuária de Itajaí, Laguna , SFS e Imbituba; Construção do contorno ferroviário de Jaraguá do sul; Construção do contorno ferroviário de Tubarão; Construção do ramal de Siderópolis; Construção de variante ferroviária Araquari-Imbituba , Itajaí- Coronel Freitas e Cascavel (Pr)- Saudades; Duplicação das Br’s 116, 470, 101-sul, 153, 280; Ampliação do acesso rodoviário ao porto de Itajaí; Abertura de canal entre os rios Iguaçu e Paraná; Ampliação do aeroporto de Fpolis; Ampliação do terminal intermodal de Imbituba; Construção do terminal rodoviário de Chapecó, Dionísio e Cerqueira. 9. Conclusão Durante a revisão bibliográfica foram encontrados dois procedimentos de implantação de Plataforma Logística, o modelo francês e o espanhol. Observa-se que não há uma sistematização explícita dos modelos estudados, todavia há uma repetição de três segmentos importantes em ambos: serviços de infra-estrutura (administrativo, alfandegados, suporte de vida, manutenção e telemática), eixos estruturantes (modais de transportes) e os serviços oferecidos pelos operadores logísticos. No Brasil os esforços vêm sendo alavancados, porém sem uma visão estruturada. Em Santa Catarina o potencial exportador sem dúvidas demanda de um enorme oportunidade de redução de custos logísticos, e melhoria de níveis de serviço. 10.Bibliografia BASTOS, M. Apostila do Curso de Especialização em Logística Empresarial da Universidade Federal do Ceará. Fortaleza-CE, 2001. BOUDOUIN, D. Logística-Território- Desenvolvimento: O caso europeu. I Seminário Internacional: Logística, Transportes e Desenvolvimento. Ceará: UFC/CT/DET, 1996, p.105.
  • 11. 11 DIAS, J. C.Q.. Logística Global e Macrologística. 1o. Edição. Lisboa: Edições Sílabo, 2005 DUARTE, P.C. Modelo para o desenvolvimento de uma Plataforma Logística em um Terminal: Um estudo de Caso na Estação Aduaneira do Interior – Itajaí/SC. Dissertação de mestrado. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção. Florianópolis. UFSC, 1999. RODRIGUES, A.D., Plataforma Logística: Competitividade e Futuro. Revista Conjuntura Econômica Goiana, Novembro/2004, p.65. SUFRAMA HOJE. Disponível em: www.suframa.gov.br/suframa_publicac oes_suframahoje.cfm. Acesso em 09 de fev. de 2007. SUZIGAN, W.Aglomerações industriais:avaliações e sugestões políticas. In : O futuro da Indústria. Brasília: MDIC/STI-CNI/IEL, 2001. TSAMBOULAS, D. Freight village under uncertainty with public and private financing. Transport polic. Vol.10. 141-156, 2003. DNIT, CNT (VER AS FONTES NO ARTIGO) http://www.cnt.org.br/portal/arquivos/cn t/downloads/Relatorio_CNT_completo_ final.pdf Ministério de Fomento da Espanha (1999) apud Duarte (2004) Denise Portella Rosa,Programa de Engenharia de Transportes COPPE/UFRJ Tese de doutorado de Olavo Celso Tapajós Silva (2008) AAPA World Port Rankings, 2005.

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