Corredor ecológico serra do lopo

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Corredor ecológico serra do lopo

  1. 1. COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE IMPLANTAÇÃO DO CORREDORECOLÓGICO DA SERRA DO LOPO
  2. 2. NOSSA AGENDA :1- Implantações de Corredores Ecológicos2- Cenário Atual em Extrema3- Cenário Proposto em Extrema4- Participantes e Atribuições5- Próximos Passos
  3. 3. CORREDORES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE Corredores permitem contato entre bichos eplantas antes isoladosEspaço geográfico estrategicamente destinado àconservação da biodiversidade na escala regionalUnidade de planejamento ambientalAbordagem que visa a integração das ações deconservação com as diversas demandas de uso daterra
  4. 4. Qual é o futuro da biodiversidade?
  5. 5. As unidades de conservação serãocapazes de manter a biodiversidade a longo prazo? Parque nacional das Emas Parque Estadual do Rio Doce Reserva Duke, Manaus
  6. 6. Chance de persistênciada população O manejo da rede de unidades de conservação é adequado? Grau de Isolamento Manejo isolado Manejo integrado (atual) (desejado)
  7. 7. Comportamento das Espécies
  8. 8. Não favorável à conservação Foto Cyro Gomes
  9. 9. Favorável à conservação Gisela Herrmann Pastagem com manchas de floresta que contribui para a formação de corredores
  10. 10. Favorável à conservação Leonardo VianaBosque de eucalipto que contribui para a formação da estrutura florestal da região
  11. 11. As mata ciliares funcionam como corredores ecológicos Favorável à conservaçãoFoto extraída de: Schaffer & Prochnow, 2002
  12. 12. Diálogo Florestal para a Mata Atlântica Inserindo o setor florestal nas estratégias de conservação
  13. 13. HOTSPOTS34 Regiões de altabiodiversidade e ameaças
  14. 14. CEPF é uma aliança entre:• Banco Mundial• GEF (Fundo Mundial para o Meio Ambiente)• Fundação MacArthur• Governo do Japão• Conservation International (CI)Investimento de 200 milhõesde dólares em estratégiaspara conservação dabiodiversidade nos hotspotsmundiais
  15. 15. Coordenação CEPF-Mata Atlântica
  16. 16. Riqueza BiológicaA Mantiqueira abriga 20% da mata atlântica em MG
  17. 17. Estrutura Institucional do Corredor Central da Mata AtlânticaInstância Estratégica Programa Piloto para MMA Agência de AssistênciaGerencial Proteção das Florestas Unidade de Coordenação Técnica para facilitarInterage com financiadores, Tropicais no Brasil Geral contratos, aquisições eoutros projetos, comitês e Coordenação fluxos financeiros -coordenações estaduais PNUD Amazônia Mata AtlânticaInstância DeliberativaRepresentação paritária Comitê de Gestão do Comitê de Gestão da Comitê de Gestão dogoverno-sociedade civil Amazonas Bahia Espírito SantoInstância Operacional Unidade de Unidade de Unidade deCoordena a Coordenação Estadual Coordenação Estadual Coordenação Estadualimplementação nos Amazonas Bahia Espírito SantoestadosInstância Executora Executores: Executores: Executores:Responsável pela IBAMA IBAMA IBAMAimplementação das Municípios Municípios Municípiosações IPAAM SEMARH SEAMA ONGs ONGs ONGs Setor privado, etc. Setor privado, etc. Setor privado, etc.
  18. 18. Instituto CidadeCORREDOR CENTRAL Sociedade de Estudos dos Ecossistemas e Desenvolvimento Sustentável da Bahia
  19. 19. CORREDOR DASERRA DO MAR
  20. 20. Corredor Ecológico da MantiqueiraCorredor Ecológico da Mantiqueira Fonte: Conservação Internacional
  21. 21. ALGUNS PARTICIPANTES DA IMPLANTAÇÃO DO CORREDOR ECOLÓGICO DA SERRA DA MANTIQUEIRA
  22. 22. Riqueza BiológicaA Mantiqueira abriga 20% da mata atlântica em MG
  23. 23. Riqueza de Recursos HídricosMananciaisimportantes parao abastecimentodos estados de Sistema CantareiraMG, RJ e SP
  24. 24. Recursos hídricos: Importância regional • Sistema Cantareira atende metade da Grande São Paulo • 50% da bacia está degradada principalmente por desmatamentoFonte: Folha de São Paulo, 22 de março de 2004
  25. 25. Divulgar o conceito e os resultados daestratégia...
  26. 26. O preparo do solo e o plantio de mudas nativas renderam mais empregosdo que quando a fazenda da família Salgado era só pastoFonte: Revista Isto É, de 09/06/2004
  27. 27. Seqüestro de carbono• Investimento Peugeot: R$ 27milhões• 5 anos de pesquisa• 2 milhões de mudas• 100 mil toneladas de carbonofixadas• 80 mil mudas distribuídas• 3 toneladas de Co2/árvore• Pequena queima: 350toneladas• Meta: 1,2 milhão de toneladasCO2 até 2038 Fonte: Isto è de 09/11/2005
  28. 28. Estratégia de múltiplosCorredores deBiodiversidadena Mata Atlântica
  29. 29. Processo de Mobilização • Facilitação de parcerias e alianças estratégicas entre os setores da sociedade • Formação de redes de atores locais que sustentem a implementação das estratégias • Sensibilização de públicos-chave • È aonde a nossa Iniciativa se integra !!PENSAR GLOBALMENTE, AGIR LOCALMENTE
  30. 30. 2 – CENÁRIO ATUAL EM EXTREMA
  31. 31. 2 – CENÁRIO ATUAL EM EXTREMA
  32. 32. 2 – CENÁRIO ATUAL EM EXTREMA
  33. 33. 2 – CENÁRIO ATUAL EM EXTREMA Do Princípio do “Poluidor/Usuário Pagador” ao “Provedor Recebedor”
  34. 34. 2 – CENÁRIO ATUAL EM EXTREMA
  35. 35. GRANDE NÚMERO DE EMPRESAS
  36. 36. 2 – CENÁRIO ATUAL EM EXTREMA EMPRESAS COM NECESSIDADES DE PROJETOS RELACIONADOS AO MEIO AMBIENTE : 1. Compensação de Impacto Ambiental 2. Lei de SNUC- Sistema Nacional de Unidade de Conservação 3. Pontuação para ISO 14000 4. Ações com Comunidade Local
  37. 37. 3 – CENÁRIO PROPOSTO EM EXTREMA
  38. 38. 3 – CENÁRIO PROPOSTO EM EXTREMA a) Realizar uma Ação Conjunta que atenda os interesses e necessidades das Empresas , do Município, da Comunidade e principalmente do Meio Ambiente ; b) Homologar a Implantação do Corredor Ecológico da Serra do Lopo como válida para atender as Necessidades das Empresas perante a Legislação Pública com o Dep. de Meio Ambiente de Extrema , IEF- Instituto Estadual de Florestas ,SUPRAM – Superintendência Regional de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e FEAM – Fundação Estadual do Meio Ambiente referente a Compensações, Lei SNUC e Pontuações para ISO 14000. c) Realizar todo o Projeto em Regime Colaborativo entre os Participantes, Reduzindo Custos e ampliando os Resultados ; d) Possibilidade Futura de Venda em Grupo de Créditos de Carbono
  39. 39. 4 – PARTICIPANTES E ATRIBUIÇÕES
  40. 40. 4- PARTICIPANTES E ATRIBUIÇÕES a) Clube de RH –Através da Câmara Técnica de Meio Ambiente , desenvolver os detalhes do Projeto e Apresentar para Adesão das Empresas b) Parque Ecológico Pico dos Cabritos – Fornecer a Infra Estrutura Física do Viveiro Educador e Áreas para Início das Ações de Plantios de Recuperação de Vegetação Nativa; c) Prefeitura Municipal de Extrema – Ações de Prevenção e Combate de Incêndios e Apoio Institucional , Técnico e Jurídico para a Implantação do Corredor Verde Empresas – Adequação de seus Projetos Relacionados ao Meio Ambiente para a Implantação do Corredor Verde da Serra do Lopo validade Legal e para a Pontuação para a ISO 14000.
  41. 41. 5 – PRÓXIMOS PASSOS
  42. 42. 5- PRÓXIMOS PASSOS1) Adequação do Projeto do Corredor Ecológico da Mantiqueirapara o Corredor Ecológico da Serra do Lopo:a. A ser realizado com o apoio técnico Departamento de MeioAmbiente e com os apontamentos da Câmara de Técnica de MeioAmbiente do Clube de RH;b. Apresentação para o IEF – INSTITUTO ESTADUAL DE FLORESTASc. Apresentação para a FEAM como prioritário para as Ações deCompensação Ambiental para as Empresas de Extrema e Regiãod. Adequação dos Projetos das Empresas de CompensaçãoAmbiental para realizarem seus projetos de CompensaçãoAmbiental no Corredor Ecológico da Serra do Lopo.
  43. 43. 5- PRÓXIMOS PASSOS2) Termo de Adesão ao Corredor Ecológico da Serra do Lopo :a. A ser formalizado com os Proprietário das Terras que irão ceder áreaspara as Ações de Reflorestamento ( Compensação Ambiental ) por partedas Empresas e do próprio Município
  44. 44. IMPLANTAÇÃO DO CORREDOR ECOLÓGICO DA SERRA DO LOPO OBRIGADO !!!

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