Reino protista protozoarios
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  • Comerciante têxtil holandês, Leeuwenhoek divertia-se, nas horas vagas, a montar lentes, tendo observado aquilo que denominou de “animalculus”, umas pequenas criaturas vivas apenas identificáveis através de vidros curvos que montou num microscópio rudimentar. Viu microorganismos que se moviam em gotas de chuva, infusões pútridas, saliva e vinagre. E narra, numa outra carta, o «horror» estampado na cara de pessoas que o visitaram para testemunhar as suas descobertas

Reino protista protozoarios Reino protista protozoarios Presentation Transcript

  • Protozoários
  • • Organismos unicelulares, eucariontes. • Protos = antes; zoário = animal • Cerca de 65.000 espécies são conhecidas, 10.000 espécies interagem com animais vertebrados ou invertebrados. Protozoários - IntroduçãoProtozoários - Introdução
  • • Primeira descrição de protozoários: século XVII por Antony van Leeuwenhoek (1632 - 1723), comerciante têxtil holandês. Protozoários - IntroduçãoProtozoários - Introdução •www.radil.missouri.edu •Eimeria stiedae •Giardia spp. trofozoítos
  • Protozoários  Organismos pertencentes ao Reino Protista  Seres Eucariontes, heterotróficos, unicelulares ou pluricelulares (formação de colônias rudimentares)  Vida livre ou parasitas
  •  Divididos de acordo com as diferentes formas de locomoção:  Rhizopoda ou Sarcodinea  Pseudópodes  Actinopoda  Pseudópodes afilados  Foraminifera  Pseudópodes projetam-se pleos furos da carapaça.  Ciliophora Cílios  Zoomastigophora  Flagelos  Sporozoa ou Apicomplexa Não possuem organela de locomoção
  • Protozoários – EstruturaProtozoários – Estrutura • Os protozoários, como células eucarióticas: • Núcleo, retículo endoplasmático, mitocôndrias, complexo de Golgi e lisossomos. • Organelas específicas relacionadas principalmente com a locomoção, nutrição, proteção.
  • Protozoários – NutriçãoProtozoários – NutriçãoQuanto ao tipo de alimentação, os protozoários podem ser: 1. holofíticos ou autotróficos1. holofíticos ou autotróficos: são os que, a partir de grãos ou pigmentos citoplasmáticos (cromatóforos), conseguem sintetizar energia a partir da luz solar (fotossíntese); 2. holozóicos ou heterotróficos2. holozóicos ou heterotróficos: ingerem partículas organicas, digerem-nas (enzimas) e, posteriormente, expulsam os metabólitos. Essa ingestão se dá por fagocitose (ingestão de partículas sólidas) ou pinocitose (ingestão de partículas líquidas);
  •  3. saprozóicos3. saprozóicos: "absorvem,' substancias inorganicas, já decompostas e dissolvidas em meio líquido;  4. mixotróficos4. mixotróficos: quando são capazes de se alimentar por mais de um dos métodos acima descritos
  • MORFOLOGIA Quanto a sua morfologia, os protozoários apresentam grandes variações, conforme sue fase evolutiva e meio a que estejam adaptados. Podem ser esféricos, ovais ou mesmo alongados. Alguns são revestidos de cílios, outros possuem flagelos, e existem ainda os que não possuem nenhuma organela locomotora especializada
  • Dependendo da sua atividade fisiológica, algumas espécies possuem fases bem definidas. Assim, temos:  TROFOZOÍTO. É a forma ativa do protozoário, na qual ele se alimenta e se reproduz, por diferentes processos.  CISTO. É a forma de resistência ou inativa. O protozoário secreta uma parede resistente (parede cística) que o protegerá quando estiver em meio impróprio ou em fase de latência. Freqüentemente há divisão nuclear interna durante a formação do cisto.  GAMETA. É a forma sexuada, que aparece em algumas espécies. O gameta masculino é o microgameta, e o feminino é o macrogameta.
  • TROFOZOÍTO TROFOZOÍTO CISTO DA ENTAMOEBA
  • • Assexuada: Uma vez que o núcleo se divide, o citoplasma se divide. • Pode ocorrer por fissão binária, múltipla ou por brotamento. • Fissão Binária (a célula se divide em duas células iguais). O plano de fissão pode ser randômico (amebas), longitudinal (flagelados) ou transversal (ciliados) Protozoários – ReproduçãoProtozoários – Reprodução
  • • Fissão múltipla (o núcleo se divide várias vezes e a célula origina várias células menores): • Esquizogonia: divisão nuclear seguida da divisão do citoplasma, constituindo indivíduos isolados ou merozoítos. Esses rompem a membrana celular-mãe e continuam a desenvolver-se. As células- filhas recém-formadas são os merozoítos; Na realidade, existem três tipos de esquizogonia: merogonia (produz merozoítos), gametogonia (produz microgametas) e esporogonia (produz esporozoítos Protozoários – ReproduçãoProtozoários – Reprodução •Plasmodium spp
  • • Sexuada Existem dois tipos de reprodução sexuada: conjugação: união temporária de dois indivíduos, com troca mútua de materiais nucleares; singamia ou fecundação: união de microgameta e macrogameta formando o ovo ou zigoto, o qual pode dividir-se para fornecer um certo número de esporozoítos. O processo de formação de gametes recebe o nome de gametogonia e o processo de formação dos esporozoítos recebe o nome de esporogonia. Protozoários – ReproduçãoProtozoários – Reprodução
  • Nota: Algumas espécies de protozoários possuem apenas a reprodução assexuada: fissão binária (Leishmania spp, Giardia spp) outras já possuem reprodução assexuada e sexuada (Toxoplasma, Eimeria, Plasmodium...)
  • Protozoários – LocomoçãoProtozoários – Locomoção A movimentação dos protozoários é feita com auxílio de uma ou associação de duas ou mais das organelas abaixo:  pseudópodes;  flagelos;  cilios;  microtúbulos subpeliculares que permitem a locomoção por flexão, deslizamento ou ondulação.
  • Sarcodinea ou Rhizopoda  Pseudópodos para a locomoção, que auxiliam também na captura de alimentos  Fagocitose  Principais representantes: AMEBAS  Maioria de vida livre; Ex: Amoeba proteus (água doce)
  •  Algumas espécies parasitas  Entamoeba hystolitica  Disenteria amebiana ou Amebíase  Parasita do intestino grosso humano  Ingestão de cistos através de alimentos e água contaminados
  • Amebíase ou disenteria amebiana  Agente etiológico: Entamoeba histolytica  Ciclo monóxeno:  Homem = Hospedeiro Definitivo  Contágio: Ingestão dos cistos da ameba
  • Rhizopoda
  • Ciliophora  Cílios para a locomoção  pequenos e numerosos espalhados pela membrana ou em tufos (cirros)  Vida livre, mutualísticos ou parasitas.  Reprodução assexuada por divisão binária e sexuada por conjugação.  Exemplos: Paramaecium spp (vida livre), Balantidium coli (parasita).  São os protistas mais complexos .
  •  Exemplo: Paramecium sp  Ciliado de água doce  Sulco oral: abertura ciliada que empurra a água com o alimento para o citóstoma (“boca”)  Dois núcleos: Macronúcleo (controle do metabolismo) e micronúcleo (reprodução por conjugação)  Vacúolo contrátil ou pulsátil  “bomba” que expulsa a água em excesso que entra passivamente por osmose
  • Ciliophora Paramecium caudatum
  • Ciliophora Paramecium caudatum Citóstoma Sulco Oral Macronúcleo Micronúcleo Vacúolo Pulsátil
  • Zoomastigóforos ou flagelados  Neste grupo estão os protozoários portadores de flagelos.  Servem para a locomoção e captura de alimento.  Locomoção por flagelos.  Mutualísticos ou parasitas.  Reprodução assexuada por divisão binária.  Exemplos: Trichonymphas sp. (mutualístico), Trypanosoma cruzi (parasita), Giardia lambia (parasita), Leishmania brasiliensis (parasita
  • Doenças causadas por Flagelados  DOENÇA DE CHAGAS  Carlos Chagas, 1909  Provocada pelo Trypanosoma cruzi e transmitido por percevejos triatomídeos conhecidos como BARBEIROS
  •  Agente transmissor : inseto barbeiro (Triatoma infestans, Rhodnius prolixus e Panstrongylus megistus).
  • TRANSMISSORES Triatoma sordida Panstrongylus megistus Triatoma infestans
  • Ciclo da doença  Barbeiro contrai o T. cruzi de animais silvestres (reservatórios naturais) ou pessoas doentes e o protozoário se aloja em seu intestino  Ao picar uma pessoa saudável, o inseto defeca sobre a pele e o protozoário penetra pela ferida.  Normalmente a picada ocorre à noite e no rosto, parte descoberta durante o sono e que é bastante vascularizada.  A penetração do flagelado pode ocorrer pelo olho, provocando o sinal característico da infecção.
  • Ciclo da doença  O tripanosoma cai na corrente circulatória e se aloja no coração ou no intestino, onde irá se reproduzir.  O coração e o intestino aumentam bastante de tamanho (megacólon e megacoração), provocando insuficiência cardíaca e alterações na digestão.
  • Ciclo da doença  Doença grave, sem cura, mas que pode ser controlada e prevenida  PROFILAXIA:  Evitar morar em casas de sapé ou pau-a-pique, pois as frestas nas paredes são o local ideal para a reprodução dos barbeiros  Combater o barbeiro com inseticidas, telas e outros  Tratar e isolar os doentes  Fiscalizar bancos de sangue para evitar a transmissão por transfusão sanguínea ou transplante de órgãos.
  • HABITANTES de moradia típica das regiões rurais, conhecida como "cafúa". s.l., [19--]. Localização do Documento: Fundação Oswaldo Cruz - Casa de Oswaldo Cruz - Biblioteca
  • Doenças causadas por Flagelados  DOENÇA DO SONO  Provocada pelo Trypanosoma brucei e transmitido pela picada da mosca Glossina palpalis ou tsé-tsé
  •  DOENÇA DO SONO  Restrita à região central da África, não foram registrados casos no Brasil  Invasão do sistema nervoso central, provocando sonolência contínua e enfraquecimento do corpo  Morte
  • Doenças causadas por Flagelados  LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA  Úlcera de Baurú  Leishmania braziliensis  Transmitido pela picada de mosquitos fêmeas da família dos flebotomídeos (Gênero Lutzomia)  Mosquito palha
  •  Penetração através da picada do mosquito  reprodução intensa na pele  Lesões de pele, mucosa da boca, nariz e faringe  Deformações  Se tratadas a tempo, há regressão das lesões  Profilaxia:  Evitar o contato com os mosquitos  100m das matas (voo curto)  Tratar e isolar os doentes
  • Lesões por Leishmaniose Tegumentar Americana
  • Distribuição dos casos de Leishmaniose Tegumentar no Paraná
  • Doenças causadas por Flagelados  LEISHMANIOSE VISCERAL  Calazar  Leishmania chagasi  Transmitida também pelo mosquito palha (Lutzomya sp)  Febre, anemia e esplenomegalia (aumento do baço)  Se não tratada, pode levar à morte
  • Doenças causadas por Flagelados  TRICOMONÍASE  Trichomonas vaginalis  Mulher: inflamação na uretra e na vagina, corrimento branco-amarelado  ASSINTOMÁTICA no homem, porém ainda é transmitida à mulher durante o ato sexual  AMBOS devem ser medicados  PROFILAXIA: Preservativo e cuidado na utilização de objetos ou sanitários públicos  sobrevivência do parasita por até 6 horas em ambientes úmidos
  • Doenças causadas por Flagelados  GIARDÍASE  Giardia lamblia  Infecções no intestino delgado e diarréias  Desidratação  Doença muito comum em crianças de creches públicas  Transmissão pela ingestão de água e alimentos contaminados com os cistos da Giardia
  • ESPOROZOÁRIOS ou APICOMPLEXA  Não possuem organelas de locomoção e são parasitas intracelulares.  No grupo dos esporozoários encontram-se os protistas que não têm qualquer tipo de sistema de locomoção.  Todos eles são parasitas obrigatórios.  Os mais comuns são do gênero Plasmodium, que causam a Malária, e do gênero Toxoplasma, que causam a toxoplasmose.  Podem causar doenças nos seres humanos  MALÁRIA  TOXOPLASMOSE
  • MALÁRIA  Impaludismo, maleita ou sezão  Países tropicais e África, principalmente  Brasil  Região Amazônica  Causada pelo esporozoário Plasmodium sp e transmitida pela picada das fêmeas do mosquito-prego (Anopheles sp)  Dois hospedeiros: HOMEM (hospedeiro intermediário) e MOSQUITO (hospedeiro definitivo) Anopheles sp
  • MALÁRIA – CICLO DA DOENÇA 1. Pela picada, penetram no sangue os ESPOROZOÍTOS, a forma infectante do Plasmodium 2. Fígado e baço  reprodução assexuada do parasita (esquizogonia)  Formação de MEROZOÍTOS 3. Invasão das hemáceas  reprodução acentuada do parasita: Rompimento da célula  FEBRE ALTA, TREMORES e SUDORESE.
  • 4. Algumas hemáceas não se rompem  aparecimento dos GAMETÓCITOS no interior delas  ingeridos pelo mosquito, originam gametas no tubo digestivo (reprodução sexuada) 5. Fecundação, produção de novos ESPOROZOÍTOS, que migram para as glândulas salivares do mosquito e podem ser novamente inoculados no ser humano, retomando o ciclo.
  • MALÁRIA – CICLO DA DOENÇA
  • ÁREAS DE RISCO DE MALÁRIA NO BRASIL
  • MALÁRIA – GRAVIDADE Depende da espécie do Plasmodium:  P. vivax: Febre a cada 48 horas (terçã benigna)  P. malarie: Febre a cada 72 horas (quartã benigna)  P. falciparum: Varia a cada 36 a 48 horas SINTOMAS:  Danos no fígado, ANEMIA, cansaço, desânimo, falta de ar e diminuição da capacidade de trabalho.
  • MALÁRIA – TRATAMENTO e PROFILAXIA  Medicamentos que matam o parasita no fígado e no sangue  Prevenção:  Combate aos mosquitos adultos com INSETICIDAS, combate às larvas com LARVICIDAS ou peixes que se alimentem delas ou ainda drenagem de terrenos alagados.  Uso de telas e cortineiros  Cuidados com sangue contaminado: transfusões, seringas, agulhas e no parto.
  • TOXOPLASMOSE  Toxoplasma gondii  Transmitido pela ingestão de cistos presentes nas fezes de gatos (solo, areia ou pelo do animal)  Poucos ou nenhum sintoma: febre e aumento dos linfonodos  desaparecem sem deixar seqüelas  Mulheres grávidas: transmissão ao feto  Lesões cerebrais e em outros órgãos  PREVENÇÃO:  Não beijar animais nem deixá-los lamber o rosto  Lavar as mãos após o contato com eles  Mulheres que pretendem engravidar: exame específico.
  • ACTINOPODA  CARACTERIZAM-SE POR APRESENTAREM PSEUDÓPODES AFILADOS, OS AXÓPODES, SUSTENTADOS POR UM EIXO CENTRAL E QUE SE PROJETAM COMO RAIOS EM TORNO DA CÉLULA.  1.RADIOLÁRIOS:  2. HELIOZOÁRIOS:
  •  1.RADIOLÁRIOS:  vivem exclusivamente no mar. Importante constituinte do plâncton.
  •  2. HELIOZOÁRIOS: são esféricos e podem ou não ser dotados de estruturas esqueléticas. Não apresentam cápsula esférica central.
  • FORAMINÍFERA ( FORAMINÍFEROS) Protozoários dotados de uma caparaça externa constituída de carbonato de cálcio, quitina ou mesmo de fragmentos calcários ou silicosos. A carapaça apresenta numerosas perfurações pelas quais se projetam pseudópodes finos e delicados. A maioria vive no mar, mtas sp flutam (plâncton). Foram abundantes nos mares do passado e suas carapaças formaram rochas sedimentares calcárias denominadas VASAS.