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  • 1. GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃOCURSO TÉCNICO DE FORMAÇÃO PARA OS FUNCIONÁRIOS DA EDUCAÇÃO PROFUNCIONÁRIO - COLORADO DO OESTE - RO JAIRO MANOÉL FRIGO ODAIR JOSÉ BORGES SOARES MARIA PEREIRA DE SOUZA RELATÓRIO DA 1ª FASE DE ESTÁGIO PRÁTICA PROFISSIONAL SUPERVISIONADA DIAGNÓSTICO DA EEEFM 16 DE JUNHO Colorado do Oeste - Rondônia Março de 2012
  • 2. 2 JAIRO MANOÉL FRIGO ODAIR JOSÉ BORGES SOARES MARIA PEREIRA DE SOUZA RELATÓRIO DA 1ª FASE DE ESTÁGIODIAGNÓSTICO DA EEEFM 16 DE JUNHO Relatório elaborado com os resultados da execução do Plano de Trabalho da 1ª fase – Diagnóstico da realidade escolar, totalizando 100h do Curso Técnico PROFUNCIONÁRIO habilitação em Secretaria Escolar, tendo como construção dos dados o momento das Atividades Supervisionadas.Tutora: Maria Valdete da Silva Bolsoni Colorado do Oeste - Rondônia Março de 2012
  • 3. 3 JAIRO MANOÉL FRIGO ODAIR JOSÉ BORGES SOARES MARIA PEREIRA DE SOUZA RELATÓRIO DA 1ª FASE DE ESTÁGIO DIAGNÓSTICO DA EEEFM 16 DE JUNHO Relatório dos resultados do Plano de Trabalho para avaliação da 1ª fase deestágio, totalizando 100h do curso. Tendo como construção de dados o momento dasAtividades Supervisionadas do Curso Técnico de Formação para os Funcionários daEducação – PROFUNCIONÁRIO. Área de Concentração: Secretaria Escolar GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO Data da Aprovação: ____/_________/_______ NOTA: _______________________ SITUAÇÃO: ___________________ _______________________________________________ TUTORA Maria Valdete da Silva Bolsoni ______________________________________________ CURSISTA Jairo Manoél Frigo ______________________________________________ CURSISTA Odair José Borges Soares ______________________________________________ CURSISTA Maria Pereira de Souza Colorado do Oeste – Rondônia / Março de 2012
  • 4. 4 SUMÁRIO1. INTRODUÇÃO.......................................................................................................052. DESENVOLVIMENTO: DIAGNÓSTICO DA EEEFM 16 DE JUNHO2.1 HISTÓRICO DA EEEFM “16 DE JUNHO” .........................................................062.2 ALUNOS NO INTERVALO ..................................................................................152.3 COMPORTAMENTO DOS ALUNOS NA SALA DE LEITURA............................162.4 QUALIDADE DE ENSINO - SEGUNDO OPINIÃO DE ALUNOS E....PROFESSORES........................................................................................................172.5 PROJETO PEDAGÓGICO ESCOLAR................................................................252.6 REGIMENTO INTERNO .....................................................................................262.7 MATRIZ CURRICULAR. .....................................................................................302.7.1 MATRIZ CURRICULAR DE 1º ANO DO ENS. FUNDAMENTAL......................312.7.2 MATRIZ CURRICULAR DE 2º AO 5º ANO DO ENS. FUNDAMENTAL...........322.7.3 MATRIZ CURRICULAR DE 6º AO 9º ANO DO ENS. FUNDAMENTAL...........323. CONCLUSÃO ........................................................................................................344. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.......................................................................354.1. REFERÊNCIAS DA UNIDADE ESCOLAR .........................................................354.2. REFERÊNCIAS ELETRÔNICAS.........................................................................355. ANEXOS ................................................................................................................36
  • 5. 51. INTRODUÇÃO Com o objetivo de atender a Prática Profissional Supervisionada do cursoPROFUNCIONÁRIO demonstrando o conhecimento adquirido com estudos relata-seas informações obtidas no transcorrer da atividade. No decorrer das análisas recorreu-se a leitura dos módulos de 01 a 06 doPRÓFUNCIONÁRIO: Monlevade; Silva; Bessa; Pedrosa, Mendonça; Pacheco;Dourado; Veiga e Baffi. Através de pesquisas realizadas, fundamenta-se a teoria sobre: Ohistórico da escola “16 de Junho”; descrição sobre o ambiente de trabalho; Análisedo comportamento dos alunos no ambiente escolar; dados do projeto pedagógicoeducacional; informações sobre regimento interno; subsídios da matriz curricular noâmbito escolar; forma de gestão; entrevistas com a supervisão escolar; observaçãoe registros de fatores que marcam o dia a dia da secretaria escolar; entrevistas comalunos; relação família e escola; acervo fotográfico. Após vários encontros para nortear a construção do relatório, tinha-setodas as informações necessárias para o desenvolvimento do diagnostico alusivo àEscola Estadual de Ensino Fundamental e Médio 16 de Junho. Espera-se que tenhauma boa leitura e possa obter conhecimentos sobre a realidade da escola.
  • 6. 62. DIAGNÓSTICO DA REALIDADE DA EEEFM “16 DE JUNHO”2.1 HISTÓRICO DA ESCOLA A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio “16 de Junho”localiza-se na Avenida Rio Madeira n°4870, setor “A”. Localiza-se em área urbana,em uma rua de pouco movimento, num bairro residencial, foi construída no períododa administração do Governo do Estado de Rondônia do Senhor Angelo Angelin, emterreno medindo 4.758,04 m2 doado pela prefeitura municipal de Colorado do Oeste.Suas dependências são construídas em alvenaria, cobertas com telhas de amianto etelhas de barro, o forro era de madeira, sendo substituído por PVC (Policloreto deVinila), na reforma ocorrida no ano de 2007. Parte do piso é constituída por cerâmicae outra parte, por granito. A Escola foi construída para atender a grande demandaque o município tinha na época. Para que compreendam como era a escola inicialmente, veja as fotosilustrativas.FOTO 01 Frente da Escola FOTO 02 Pátio e Pavilhões FOTO 03 Pátio e PavilhõesFOTO 04 Secretaria FOTO 05 Sala dos Funcionários FOTO 06 Banheiro dos AlunosFOTO 07 1ºs. Funcionários FOTO 08 Momentos Culturais FOTO 09 Momentos Culturais
  • 7. 7FOTO 10 Quadra de Esportes FOTO 11 Quadra de Esportes FOTO 12 AlmoxarifadoFOTO 13 Biblioteca FOTO 14 Sala de Aula FOTO 15 Orientação Escolar e Psic. A obra foi entregue e inaugurada aos 16 (dezesseis) dias do mês deJunho de 1.986, pelo Exmº Sr Governador Ângelo Angelin, e Prefeito MunicipalExmº Sr. Marcos Donadon. Foi publicada em diário oficial, datado de 03 de dezembro de 1986, acriação da Escola Estadual “16 de Junho” pelo Governador do Estado ÂngeloAngelim. Decreto nº 3147/86. Autorizado pelo parecer 133/CEE/RO e resolução124/CEE/91. O nome da Escola tem sua origem na data do aniversário do município deColorado do Oeste RO. Para a escolha deste nome foi realizado um concurso entreas escolas já existentes nesse município e uma aluna da Escola Manuel Bandeira foia que fez a escolha do nome da Escola. A instituição de ensino passou a ter seu efetivo exercício amparadoconforme decreto de criação n°3147 de 22 de dezembro de 1986. E tendo comoentidade mantenedora o Governo do Estado de Rondônia através da Secretaria deEstado da Educação. Em 25 de Maio de 1995 foi fundada a Associação de Pais eProfessores (APP), atualmente denominada Conselho Escolar, cadastrada sob oCNPJ n°84.560.119/0001-09, e que proporciona assistência aos alunos e promove aintegração família-escola-comunidade.
  • 8. 8 FOTO 16 Placa de Inauguração da Escola . A escola teve como primeiro diretor, o Senhor: Cilfarney Silva Fonseca e,seu vice foi Mário Massaru Imada. Também teve como primeiro Secretário, a pessoado senhor Antônio Nilberto Pinho. O início das atividades deu-se no dia 26 de janeirode 1987 e o início das atividades escolares ocorreu no dia 24 de fevereiro de 1987.Os primeiros alunos matriculados somaram um total de 716 alunos, distribuídos em21 turmas de 1ª a 6ª séries do 1º grau em dez salas de aulas. Durante o ano de1987, os pais organizavam-se em mutirões, juntamente com professores e demaisfuncionários, para manutenção, limpeza e formação da horta escolar. Foi nestemesmo ano que houve a primeira festa junina, envolvendo alunos e funcionários. No ano de 1989, o educandário teve como Diretora, a senhora SandraVicente de Almeida Rodini. Neste ano, houve grande campanha em prol da higienebucal, iniciou-se o bochecho abrangendo a todos os alunos. Houve também o 1ºdesfile de miss estudantil. Em 1989 houve a formatura da 1ª turma de 8ª série. FOTO 17 Primeira Diretora FOTO 18 Primeira Formatura
  • 9. 9 Conforme o tempo foi passando, este educandário tomou novas formas eatualizações. Com o passar dos anos teve inúmeras modificações que proporcionamum melhor aproveitamento das instalações aos educandos e funcionários conformeilustração abaixo: FOTO 19 e 20 Secretaria. A partir do ano de 1995, houve mudanças nas cores das áreas externasdos pavilhões (fachadas). FOTO 21 Pátio da Escola FOTO 22 Frente da Escola A escola segue progredindo, agora a biblioteca ganhou vasto acervo e ahorta escolar passou a produzir alimentos fresquinhos. FOTO 23 Biblioteca Escolar FOTO 24 Horta Escolar
  • 10. 10 As dependências da escola eram limitadas e não havia refeitório. Porisso, a merenda era preparada na cozinha e distribuída no pátio, conforme ilustraçãoabaixo. FOTO 25 Antiga Cozinha Escolar FOTO 26 Distribuição da Merenda Para os momentos culturais e cívicos, a escola sempre preparouinúmeras apresentações como festival de músicas e teatros envolvendo os alunos epromovendo entrosamento e maiores conhecimentos dos diversos assuntosabrangidos. FOTO 27 Momento Cultural FOTO 28 Apresentação dos Alunos FOTO 29 Festival de Músicas A quadra de esportes recebeu cobertura no ano de 2001 para maioresacomodações dos alunos e da comunidade e para proteção contra os raios do sol edas chuvas, na qual efetua-se as aulas de educação física e torneios buscando aintegração da comunidade em geral. No início do ano corrente (2012), a quadra poliesportiva escolar recebeugrades de proteção para maior segurança dos alunados e frequentadores.
  • 11. 11 FOTO 30, 31 e 32 Quadra esportiva da escola de acordo com sua evolução No decorrer de 25 anos de existência, a escola obteve meios legais paraamparar os cursos oferecidos, tais como: Resolução n°322/08-CEE/RO, Parecer deReconhecimento de 1° ao 9° ano do Ensino Fundamental n°003/08, sendo que, aResolução 131/06/CEE/RO determina o Ensino Fundamental ser de 9 anos. Decretode denominação n°14994/10 de 29 de Março de 2010 e portaria de autorização deensino médio n°1529/2011/GAB/SEDUC. Atualmente, a escola trabalha com os seguintes endereços de e-mail:eeef16dejunho@seduc.ro.gov.br e eeefm16dejunho@hotmail.com, e disponibiliza ostelefones da escola: (69)33412715 e público: (69)33413794, para atender ademanda da comunidade em geral. Desde sua construção no ano de 1986, esta escola vem se modificando esendo aperfeiçoada para o melhor atendimento a comunidade escolar. Paracompreender melhor essas modificações o registro fotográfico abaixo exibirá osfeitos neste educandário.FOTO 33 Pátio escolar amplo FOTO 34 Refeitório aos fundos FOTO 35 Pavilhões 5 salas cada A escola passou por reformas e ampliações para a melhor acomodaçãoda clientela e colaboradores, conforme placas identificação e informação. Bemcomo, foi construído o refeitório no qual é servido as refeições diárias, foi instaladobanheiro adaptado a cadeirantes, a quadra poliesportiva teve cobertura paraamenizar os raios de sol e proteger das chuvas.
  • 12. 12. FOTO 36 e 37 Placa de Reforma Escolar e Construção do Refeitório FOTO 38 e 39 Refeitório. Foram criadas novas instalações para acomodar os alunos, com salas deaula, instalou-se recentemente are condicionado nas salas. Dentre outrasmodificações, estão as criações do laboratório de informática, mesas educacionais esala de recursos, os quais estão em salas adaptadas já que não foram construídassalas apropriadas para as novas instalações. Conforme abaixo ilustradas. FOTO 40 e 41 Laboratório de Informática 42 Mesas Educacionais
  • 13. 13FOTO 43 Condicionadores de ar FOTO 44 melhores acomodações FOTO 45 Pátio externo Foi feito uma campanha entre os funcionários, para aquisição de recursosem prol da construção da garagem para proteger do sol e da chuva os veículos que“frequentam” a escola. No ano de 2011, ganhou-se lixeiras ecologicamente corretas.FOTO 46 vista externa FOTO 47 Lixeiras FOTO 48 garagem Calçadas e jardinagem na frente da escola: FOTO 49, 50 e 51 frente da escola.
  • 14. 14 Veja as fotos do jardim interno da escola: FOTO 52, 53 e 54 jardim interno. Na EEEFM. 16 de Junho já passaram 4.484 alunos conforme o registrono arquivo de passivo de alunos, porém, não há o quantitativo de alunos quefrequentaram a escola como alunos do curso EJA, oferecido pelo CEEJA Tancredode Almeida Neves e Pré-Escolar oferecido pela prefeitura municipal de Colorado doOeste. Atualmente a escola atende alunos de 1° ao 8° ano do ensinofundamental no período matutino, e vespertino atende aos alunos do 1° ao 4° anosdas séries iniciais e 6° ao 9° anos do Ensino Fundamental e 1° ano do EnsinoMédio. Sendo que, no período matutino alunos da Escola Municipal Tarsila doAmaral cursam o Pré Escolar de 5 anos em sala cedida no educandário, totalizandocerca de 390 alunados em 2012. Em 2012 houve a conclusão de mais uma obra de pintura e reforma naoportunidade foram inseridas novas cores nas áreas externas das escolas, vejam asilustrações: FOTO 55 Escola pintada recentemente FOTO 56 Pavilhões com novas cores
  • 15. 15 FOTO 57 Entrada da Escola com nova visão FOTO 58 Sala dos Funcionários2.2 ALUNOS NO INTERVALO É interessante observar os alunos no intervalo, alguns parecem estardesligados, outros aproveitam o tempo para conversar com amigos, tomar água,merendar, ir ao banheiro, e há também os que aproveitam para resolverdesavenças. Observe o que diz Freire apud PEDROZA (2008, p. 65) De modo geral, as escolas vêem os adolescentes como rebeldes, como possíveis destruidores da ordem. A escola deveria entender melhor o adolescente. Os adultos deveriam compreender melhor que a rebeldia faz parte do processo de autonomia. Não é possível ser sem rebeldia. O grande problema é como amorosamente dar sentido produtivo, criador ao ato rebelde, e não acabar com a rebeldia. Além da interação entre alunos, constata-se que alguns aproveitam estemomento de pausa nas atividades pedagógicas para desfilar e mostrar seus visuais,deixando transparecer que o pátio da escola é passarela na qual os olhares sãovoltados às pessoas com maior desenvoltura física e comunicação. FOTO 59 Socialização dos alunos no intervalo.
  • 16. 16 Durante o intervalo os nervos ficam à flor da pele, todos querem aparecer,seja por bom comportamento ou pela imprudência de determinados alunos quecometem delitos contrariando o direito de ir e vir, a conservação e limpeza do pátio,a lei da física. Mas, por unanimidade, eles aparentam estar colocando todo o stressde sala de aula para fora, este é o momento de descanso intelectual, e cansaçofísico.2.3 COMPORTAMENTO DOS ALUNOS NA SALA DE LEITURA A visita à sala de leitura é algo fantástico para alguns alunos e tenebrosopara aqueles que não gostam de ler, é visível a concentração dos estudantes nashistórias relatadas nos livros, eles parecem fantasiar o mundo mágico da literaturaque tanto fascina os bons leitores que aos poucos a escola vai conquistando para omundo da imaginação. Enquanto alguns se dedicam à leitura, outros ficam à procura dashistórias que os interessam, desperdiçando tempo e distorcendo o objetivo daproposta pelo professor. Segundo relatos dos docentes das series iniciais, a sala de leitura temcontribuição significativa na ampliação dos conhecimentos dos que a frequentam,principalmente na interpretação e no desenvolvimento de texto, por isso sempre semotiva a boa leitura. “A leitura é uma fonte inesgotável de prazer, mas por incrívelque pareça, a quase totalidade, não sente esta sede”. Carlos Drummond deAndrade. “Livros são os mais silenciosos e constantes amigos; os mais acessíveis esábios conselheiros; e os mais pacientes professores”. Charles W. Elliot. FOTO 60 e 61 Momentos de lazer e aquisição do saber na sala de leitura
  • 17. 172.4 QUALIDADE DO ENSINO - SEGUNDO OPINIÃO DE ALUNOS EPROFESSORES A qualidade do ensino brasileiro não está atingindo as expectativas derendimentos dos conhecimentos adquiridos pelos alunos, pois nota-se que todosalmejam a aprovação no final do ano letivo independentemente se as mesmasestão ou não qualificadas para o próximo ano escolar. Algumas questões foram levantadas em função de se ter o conhecimentoda opinião de funcionários quanto a algumas das preocupações voltadas àqualificação e aprendizado dos educandos no ambiente escolar. Sendo assim, perguntou-se qual a opinião dos servidores sobre astransformações ocorridas na educação no cenário nacional. Uma das entrevistadasrelatou que: “Em alguns casos melhorou, por exemplo, o acesso à escola ficou maisdemocrático e facilitado. A tecnologia melhorou muito as aulas, dando um sentidomais amplo à escola, por outro lado, a qualidade caiu demais, devido as metasprincipais estabelecidas não ser o aprendizado e sim a permanência eobrigatoriedade do ensino que juntamente com a desvalorização do profissional e afalta de investimentos na educação que a torna cada vez mais precária. Não háincentivos reais e a educação está vivendo de utopia finge-se que ensina e finge-seque aprende”. Outra entrevistada explanou: “As mudanças que aconteceram naeducação foram inúmeras e essenciais para que todos tivessem acesso à sala deaula. Foi por meio das lutas dos grandes educadores que houve a garantia do direitoà educação por meio de Leis, como a LDB, à todas as pessoas”. Uma terceira entrevistada expôs: “Mesmo que em passos pequenos,houve mudanças significativas na educação no decorrer da história do país. Dentreelas, a descentralização do ensino que deixou de ser privilégio de alguns e passou aser direito de todos, houve preocupação maior com os índices de analfabetismo edaí, a criação do EJA, Brasil Alfabetizado entre ouros. Houve a criação de cursosprofissionalizantes, Ensino Especial e Educação Inclusiva. Houve também, maiorincentivo ao Ensino Superior, etc. Por outro lado, há o descaso do governo, que nãoproporciona à educação a devida importância, escolas desestruturadas,desvalorização profissional, professores desmotivados, alguns mal preparados e/ouatuando sem formação específica na área. Hoje o ensino não tem a qualidade
  • 18. 18desejada no qual a média mínima de aprovação é 6,0, sem mencionar a promoçãoautomática, além disso, os pais transferiram o papel de educar à escola, alunosdesinteressados... em suma, uma bola de neve que resulta em ensino precário.Logo, há muito o que fazer para mudar esse quadro. Sabe-se que o caminho élongo, mas é preciso trilhá-lo’”. Uma profissional da secretaria relatou o seguinte: “A qualidade está ruim,pois se avalia o aluno quantitativamente e não qualitativamente. Entrega-se diplomaà pessoas que não possui as habilidades para desenvolver o trabalho para o qualestudou e se propôs. O que gera muitas pessoas desempregadas e vagas deemprego sobrando”. A supervisora fez a seguinte afirmação: “A Educação é um dos requisitospara elevação do índice de desenvolvimento humano do país, com esse objetivo aeducação brasileira foi perdendo sua qualidade. Os testes passaram a serquantitativos e não qualitativos. A LDB define ‘o pleno desenvolvimento do aluno,preparando-o para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Tem-se aí a aprovação automática, limitando a reprovação, dessa forma, há alunos de 5ºano que mal sabem ler e escrever. Há ainda o conteúdo: muito do que é ensinadonão tem relação alguma com o cotidiano dos alunos. Há professores que aindausufruem do ensino tecnicista, recorrendo a manuais e com a certeza de que o livrodidático é o dono da verdade. Mudar a mentalidade dos docentes também é umdesafio que poderia alterar o quadro, pois o aluno deve ser colocado como sujeito daconstrução do conhecimento e não como uma ‘coisa’ que não interage”. Constata-se que faltam políticas compensatórias, pois os investimentosem educação são mínimos. Não há preocupação, por parte do governo, com aqualidade do ensino. Outro agravante é o salário dos professores que os tornaprofissionais desestimulados. “Há urgente necessidade de reformulação no sistemaeducacional e reestruturação da carreira docente”, Décio Sais, apud SCHMITZ. Segundo a opinião de uma professora a solução para que a qualidade deensino melhore, seria recorrer ao ensino socioconstrutivista. O professor precisanotar onde o aluno pode chegar, contemplar suas necessidades, o que é importanteele conhecer e o que ele pode conceituar. A sociedade deve ser consciente sobre a real necessidade do ensino serprioridade no Brasil. “O desafio, portanto, é recuperar a qualidade da escola”. DécioSais, apud SCHMITZ.
  • 19. 19 Nesse contexto, a orientadora da escola ressaltou: “É possível observarque o Brasil continua com seu sistema educacional atrasado, no qual persiste abaixa qualidade de ensino em todos os aspectos desde estruturas como salas deaula, banheiros, cozinhas e todos os serviços básicos, que dirá os tecnológicos, queas escolas oferecem, passando pelo material didático, professores capacitados,motivados, melhores salários, pais mais comprometidos com a vida escolar dosfilhos, etc. De certa forma, a culpa do baixo desenvolvimento da educação brasileiratem raiz nos séculos passados os quais devem ser corrigidos com o tempo, mas épreciso que todos estejam engajados na causa: busca-se ensino de qualidade, noqual todos se responsabilizem pelo oferecimento de condições facilitadoras epossíveis para que os alunos além de garantir seu futuro, cresçam cidadãosempreendedores, felizes e criativos’”. Em relação aos alunos da inclusão, perguntou-se a um professor se elesalcançam os objetivos projetados. Ele explanou que: “Alguns sim, outros não. Ainclusão é fato, porém não possui atendimento diferenciado o suficiente para supriras necessidades. Outros por falta de interesse próprio, da família, ou ainda, porproblemas alheios à escola. Da forma quantitativa, por vezes, percebe-se altosíndices de reprovação, fato que é preocupante, pois pode refletir o fracasso doensino-aprendizagem em sala de aula, o desinteresse dos alunos em aprender oque lhes é proposto. No entanto, é preciso observar as ações e mudar as estratégiaspara que se possa alcançar os objetivos projetados”. Indagou-se ainda, se na concepção dos servidores, o que deveria mudarno sistema educacional para alcançar a qualidade. E a resposta de uma funcionáriafoi a seguinte: “O método de avaliação ser qualitativo; Valorizar os profissionais daeducação; Investir no desenvolvimento de cada aluno de acordo com sua vocação;Investir em material didático, tecnologia, profissionais, espaço físico, para dinamizaras aulas”. Percebe-se que a falta de compromisso das partes envolvidas noprocesso de ensino e pouco comprometimento com a causa, dificulta o progresso daeducação. Questionou-se também se o ensino tradicionalista era mais eficiente doque a proposta construtivista, a resposta foi a seguinte: “Em alguns aspectos sim,pois no ensino tradicional a qualidade era sobreposta à quantidade. Não haviaobrigação de aprovar sem saber. Em outros aspectos não, pois era centrada e não
  • 20. 20dava oportunidade ao aluno de expressar seus pensamentos e opiniões, de construiro saber”. No ensino tradicional o aluno era visto como depositário e alvo dasinformações, o professor cumpria o papel de transmissor do conhecimento e aescola era o lugar onde se reproduzia a herança cultural. Na proposta construtivistao aluno é tomado como ser pensante, sujeito produtor do seu próprio conhecimento,em interação com o objeto que pretende conhecer, o professor procura serorientador que facilita a aprendizagem, criando situações estimulantes emotivadoras de resposta, a escola é o espaço para transmissão do saber eintegração do indivíduo à sociedade e à cultura. O fato é que com as mudançasocorridas na educação ao longo da história brasileira e o surgimento da novaproposta socioconstrutivista de ensino, o método tradicional teve que serdescartado. A proposta construtivista era muito boa, porém sendo concepçãopedagógica nova e flexível, não ofereceu aos professores instrumentos seguroscom respeito aos seus trabalhos diários. E desde então, o ensino perdeu um poucode sua essência. Os professores até hoje inclusive, não têm o controle da sala deaula, os poucos que ainda exercem sua autoridade, o fazem com dificuldade, pois aatual geração se mostra sem limites e sem muita preocupação com os estudos. Acredita-se que não é preciso resgatar o método tradicional por inteiro,muito menos abolir a proposta construtivista, contudo faz-se necessário resgatar orespeito aos mestres e a valorização dos estudos. Antigamente os professores sefaziam respeitar e eram realmente respeitados, mesmo sendo, algumas vezes,injustos. Se por um lado o aluno era cobrado, seu potencial explorado ao máximo,por outro, dava muito mais valor aos professores, à escola e aos seus estudos. Sehavia a constante busca do estudo e do saber, também havia momentos dedescontração e de brincadeiras. Ai de quem não estudasse! A média mínima era 7,0(sete) e não havia promoções automáticas, como hoje... Acreditava-se no valor daeducação como instrumento democrático de ascensão social. E é isso que faz faltahoje! Percebe-se que há urgente necessidade de reforma no sistema do ensinobrasileiro, pois se encontra muitas deficiências: faculdades e universidade que nãopreparam o professor para a realidade da sala de aula; baixa remuneração paga aosprofessores; currículos poucos interessantes aos alunos ou desconectados darealidade; baixa participação dos pais na vida escolar dos filhos e nos assuntos da
  • 21. 21escola; investimentos públicos insuficientes para atender com qualidade asnecessidades educacionais; elevados índices de repetências; baixa permanênciados alunos nas escolas; existência de professores lecionando sem formaçãoespecifica; uso em excesso de métodos de Ensino ultrapassados; falta de conexãoentre os níveis de Ensino; carência de condições materiais em escolas de regiõespobres. Como se pode observar, são muitos os fatores que interferem e influenciampara o fracasso do sistema educacional. Em virtude de realizar atividades de pratiques no decorrer da formação noPROFUNCIONÁRIO, fez-se outras entrevistas com funcionários que tambémtransmitem a ideia de qualificação do ensino. Perguntou-se então o que os educadores pensam quanto à oportunidadede todos os funcionários se profissionalizarem, e uma das respostas foi: “aprofissionalização é o que distingue um bom funcionário, com maior capacidadedentro da função que exerce, de um menos capacitado que venha a exercer estamesma sua função, e também porque a profissionalização é importante para melhorqualidade na educação e para valorização do educador”. Hoje a escola 16 de junho está inserida no processo de gestãoParticipativa, empregando a proposta de um modelo democrático no qual se justificapelo modelo desejado pela sociedade, espera-se que a Instituição assuma posturasde partilha de posicionamentos. Se esta verdade prevalece para as empresasprivadas da sociedade democrática, se torna uma exigência quando se trata daescola, pois tem a finalidade última de educar pessoas para viver no ambientedemocrático. A complexidade do processo de ensino depende, para o seudesenvolvimento e aperfeiçoamento de ação coletiva, de espírito de equipe, sendoeste o grande desafio da gestão educacional. Todos são sabedores que paraacontecer a administração participativa na escola é preciso que o diretor,professores, alunos e pais se proponham a isso. O gestor pode estimular ou entravar o processo, mais o êxito daexperiência dependerá do aprendizado vivencial de participação construtiva de cadaum e de todos os componentes da Instituição. Para tanto o que importa não é oresultado obtido a curto ou a médio prazo mas sim, o esforço empregado para sealcançar o resultado desejado. A descentralização dos processos de gestão ficaassim vinculada à tomada de decisão em educação, a democratização dos
  • 22. 22processos de gestão da escola, estabelecido na Constituição Nacional, e aconseqüente construção da autonomia da escola demandam o desenvolvimento deespírito de equipe e noção de gestão compartilhada nas instituições de ensino emtodos os níveis. A concepção de gestão educacional como um processo de mobilizaçãodo talento e da energia humana é capaz de promover nas instituições educacionaisexperiências positivas e promissoras. O papel do gestor neste processo é muitoimportante, isso se ele acreditar que não há administração satisfatória sem aparticipação de todos, e de que não haverá participação condizente de todos, sem opapel de coordenador. Para que aconteça a participação é preciso que o gestor se proponha aaceitar a unificação em processo participativo, a superar o medo de ser julgado eainda de perder alguns privilégios; a de ter de conviver com idéias diferentes oucontraditórias as suas e a de conter sua tendência mais ou menos centralizadora,individualista ao tomar decisões. Vale ressaltar que a participação não é o resultado de processosautomáticos espontâneos, mas sim, uma conquista diária e conseqüência dofortalecimento do sentido de responsabilidade dos indivíduos. A descentralizaçãodos processos de direção e de tomada de decisão em educação bem como ademocratização dos processos de gestão da escola demanda o desenvolvimento deespírito de equipe e noção de gestão compartilhada nas instituições de ensino, emtodos os níveis. Os gestores em sua maioria passaram muitos anos usando asabordagens autocráticas que vivenciaram e aprenderam logo, um diretor com muitosanos de experiências de administração escolar tradicionais, precisará de um tempopara livrar-se dos hábitos antigos. Os conceitos de liderança implicados nesses modelos precisarão delongo período de tempo para orientação e treinamento. A própria concepção degestão educacional como processo de mobilização de talento, promove nasinstituições educacionais experiências positivas e promissoras de formação de seusjovens alunos, demandando a realização de trabalhos, conjuntos e integrados. O que preocupa as escolas é a questão do trabalho, fundamentalmente,encontrar formas de encaminhar os seus alunos ao mercado de trabalho. Cabelembrar que democracia se aprende em muitas instâncias sociais, mas é tarefa da
  • 23. 23escola promover esse aprendizado de forma sistemática, por que somente escolademocrática é capaz de formar pessoas democráticas, portanto mudar apenas adenominação, em si, nada significa, acima de tudo é necessário que a nova formade representação de escola e de gestão denote originalidade e a efetiva atuação. Em outro pratique realizado no PROFUNCIONÁRIO orientava umaconversa com a direção da escola sobre a construção do Projeto Pedagógico ejuntos, organizar a melhor maneira para que todos participem e assumam asdecisões. Posteriormente relatou-se como a escola encaminhou o processo deelaboração do Projeto Pedagógico no ano anterior. Sendo assim, foi exposto oseguinte: “O Projeto Pedagógico é o raio-x da escola, é ele que vai demonstrar deforma coerente a identidade da escola, dentro dele está inserido a proposta deensino da escola, como estão fundamentadas as quatro dimensões da escola, quesão: pedagógica, administrativa, financeira e jurídica. Na construção do Projeto Pedagógico da escola “16 de Junho” acomunidade escolar registrou efetiva participação. Registra-se que para que o Projeto Pedagógico alcançar os objetivos parao qual foi criado, deve ter algumas características essenciais que são de carátervital, como: deve ser participativo, deve ter compromisso com a formação docidadão, visando uma boa qualidade de ensino e encontrar conflitos e contradições,para que possa contorná-los. É de suma importância que o Projeto Pedagógico nasça da realidade daescola, explique os problemas que ela possui. Todo projeto deve ser avaliado paraque se torne de qualidade, e caso não alcance as finalidades projetadas este deveser refeito, pois todos os segmentos da escola devem andar no mesmo nível deaproveitamento. Contudo, pode-se afirmar que no projeto pedagógico fica claro ocompromisso da escola com todos à quem ela possa envolver, executando naprática o que está na teoria. Deve-se observar também, que é necessário modificá-loconstantemente, pois sua estrutura nunca se tornará definitiva, estando o mesmoem contínua transformação. Igualmente, em outra atividade do PROFUNCIONÁRIO, entrevistou-sealguns professores e funcionários da escola sobre o significado de seu trabalho paraa educação. Constatou-se que os funcionários percebem as diferenças de seutrabalho que ainda não tinham se dado conta. Uma das pessoas questionadasrelatou: “Atualmente, devido às inovações tecnológicas o aluno para aprender algo
  • 24. 24não precisa necessariamente do professor. Mesmo sendo o elemento principal parao aluno chegar à aprendizagem hoje existe outras inúmeras fontes de ensino econsequente aprendizagem. A qualidade é obtida através do esforço de todos os seus integrantes,onde cada profissional é importante e cada aluno também, mas para isso é precisoque haja respeito uns com os outros, seja entre aluno e funcionários da escola ouaté mesmo entre filhos e pais. As perguntas voltadas aos alunos foram elaboradas conforme seusconhecimentos em torno do processo educacional. Sendo assim, perguntou-se seeles já sentiram dificuldades em serem aprovados em algumas disciplinas.Responderam o seguinte: “Sim, porque no decorrer do tempo vai ficando mais difícile vão vindo as dificuldades em algumas matérias”. Outro, no entanto, afirmou: “Sim,porque algumas matérias provavelmente vão se sobrepondo”. Outro acrescentou:“Os conteúdos vão progredindo em grau de dificuldade pelo fato de algumasmatérias serem mais complexas e também por alguns professores que são maisrígidos do que outros”. Outra indagação foi relacionada com a pretensão profissional de cada um,em que área gostaria de se formar e por quê. “Quero estudar direito, porque queroser advogada, promotora ou até mesmo uma juíza”. Outro igualmente rebateu:“Quero ser uma pessoa aplicada, exemplar em meus objetivos. Pretendo formar-meem direito, porque assim poderei levar meus objetivos adiante”. Outro alunocomentou: “Quero ser médico, na área cardiovascular. Porque quero ajudar a salvarvidas”. Foram indagados também, sobre o que gostariam de mudar na forma deaprendizagem dos conteúdos lecionados. Dos entrevistados, três deram respostasmais diretas, sendo: “Gostaria que algumas das matérias se tornassem mais fáceisno decorrer dos anos, ou pelo menos de modo mais compreensivo”. E ainda: “Queas disciplinas fossem mais fáceis, que proporcionassem aos alunos visão ampla doque está sendo apresentado porque, às vezes, é muito difícil compreender o que osprofessores nos passam”. Outro, porém, relatou: “O modo de mudar seria que osprofessores chamassem a atenção dos alunos que fazem baderna e atrapalham oscolegas, e marcar nomes, ou seja, criar bilhetes de advertência e medidas sócio-educativas”.
  • 25. 25 Além disso, pediu-se que descrevessem a escola onde estudam. E asopiniões foram as seguintes: “A Escola 16 de Junho é uma escola exemplar”. Outrorelatou: “A Escola 16 de Junho é muito boa, pois aqui eu estudo desde a primeirasérie, e tenho muita afinidade com todos os professores, esta escola, é tudo debom”. Por fim, perguntou-se quais suas opiniões em relação às mudançasocorridas na educação nas últimas décadas. As respostas variaram e concederamum novo conhecimento das idéias que os educandos têm em relação a essasmodificações. Sendo: “Na minha opinião, é que antigamente havia dificuldade emquase tudo, por ex.: não tinha ar-condicionado, sala de informática, poucosprofessores, já hoje a escola propõe uma grande educação e conta com atecnologia”. Outra afirmação de aluno: “A minha opinião é muito clara, hoje vejo queno passado as coisas eram mais difíceis, ex.: As escolas antes não tinham tantosrecursos para oferecer para os alunos”. Destaca-se que no passado os recursos tipo livros, alimentação,qualificação profissional, estrutura física eram ineficientes e prejudicava odesenvolvimento do ensino, entretanto hoje são oferecidas melhores condições emtermos gerais, portanto espera-se a curto prazo que surtam bons resultados. Essa éa meta da escola “16 de Junho”.2.5 PROJETO PEDAGÓGICO ESCOLAR O Projeto Pedagógico Educacional é fundamental no processo ensino-aprendizagem, ele tem como finalidade analisar o que se passa no interior da escolae também o tipo de clientela que a constitui, direcionando as mudanças necessáriasao bom desempenho de suas funções. O Projeto Pedagógico da Escola Estadual de Ensino Fundamental eMédio 16 de Junho, norteia as ações a serem desenvolvidas por todos osintegrantes da comunidade escolar estabelecendo metas, definindo objetivos,traçando planos de ações que deverão ser desenvolvidos no transcorrer do anoletivo. Nos autos de sua fundamentação teórica consiste que: “O compromissoda escola, em questão com o fazer pedagógico está baseado no que preconiza aLDB/9394/96 e o Estatuto da Criança e do Adolescente de 1990, no que tange que é
  • 26. 26dever do estado oferecer a Educação Básica na esfera pública mediante a garantiade (...) atendimento gratuito para crianças e adolescentes’ Art.22”. O Projeto pedagógico define que: “Embasados nos estudos daspedagogias e tendências, traça-se o perfil almejado para a escola”. O Projeto é composto por diversas partes como: apresentação;fundamentação teórica; justificativa; objetivos geral e específicos; histórico daescola; caracterização (Dimensão Administrativa); realidade física; recursoshumanos; dimensão financeira; dimensão jurídica; dimensão pedagógica; análisedos dados; definição das concepções; missão; priorização das necessidades; planoestratégico da escola; e anexos. Para que a escola atinja seus objetivos os alunos devem ser bemsucedido em seus projetos, a escola é ambiente de disseminação deconhecimentos. Veja o que diz Alves apud DOURADO (2008, pg. 44): “Há escolas quesão asas feitas para estimular o vôo e há escolas que são gaiolas que aprisionam acriatividade, os inventos, as inovações e os sonhos daqueles que nela convivem”.Para que o projeto pedagógico tenha significado, deve surgir da realidade daunidade escolar, demonstrando o panorama educacional da escola, e projetando osparadigmas educacionais a serem inseridos no contexto educacional da referidaEscola.2.6 REGIMENTO INTERNO ESCOLAR A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio 16 de Junho éadministrada conforme Regimento Escolar Interno que dá o direcionamento dasmodalidades de ensino da escola, sendo homologado pelo responsável pela pastajurídica da SEDUC, contém 73 páginas as quais informam como a escola é regida.No seu contexto estão: Identificação da Escola: localização, resolução, parecer e decreto que dãoautorização de funcionamento nas Esferas Federal, Estadual e Municipal, dentreoutras informações. Princípios, Fins e Objetivos da Educação: reafirma que a educação édever da família e do estado, preparando o educando para o exercício da cidadaniae qualificação para o trabalho. Pois a Educação Básica tem por finalidade
  • 27. 27desenvolver a formação necessária e assegurar ao educando a sua formação,fornecendo-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores. Estrutura Organizacional: direção, serviços técnico-administrativos,serviço técnico-pedagógico, assistência complementar ao educando, órgãoscolegiados e instituições auxiliares. * A Direção tem por finalidade dirigir, planejar, controlar e avaliar todas asatividades da escola, assegurando que a escola realize sua missão. Zelando pelocumprimento da Legislação de Ensino em vigor, fazendo cumprir o calendárioescolar, mantendo a ordem e a disciplina e tem como atribuição também, dentreoutras, representar a escola perante as autoridades. * À secretaria escolar fica a responsabilidade de execução das atividadesde escrituração escolar, arquivo e expediente. Documentação escolar, diretrizes eordens de serviço circular são atribuições da secretaria, bem como, redigir atas,editais e elaborar freqüência escolar dos funcionários em efetivo exercício,garantindo a assiduidade e pontualidade do pessoal. Sendo esta, subordinadadiretamente à direção, deve manter toda sua documentação atualizada, inclusive oregistro dos bens patrimoniais que deve ser atualizado conforme sua movimentação,ficando posteriormente, armazenado na secretaria escolar. * O serviço de apoio administrativo, hoje nomeado como serviço detécnico administrativo educacional, é composto por: vigilância, merenda escolar,zelador (a), porteiro, inspetor de alunos, prestador de contas, agente de saúde edigitador, aos quais são designadas funções de suma importância para odesenvolvimento na formação dos Educandos. Quanto ao serviço técnico pedagógico, composto por orientação,supervisão, psicologia, biblioteca, sala de leitura, videoteca e laboratório deinformática, são atribuídas funções das quais visam auxiliar as atividades didáticasdo alunado no âmbito escolar, buscando o seu conhecimento aprimorado einterdisciplinar, fazendo com que seja bem assessorado, inclusive na eliminação desuas dificuldades de aprendizado. A escola “16 de Junho” possui sala de recursos: sala de recursos partedos ambientes especiais da escola, busca capacitar os alunos com dificuldades emaprendizagem, complementando com procedimentos, equipamentos e materiaisespeciais, enfim, utilizando diferentes metodologias a fim de obter o sucesso dosalunos e melhoras em suas auto estimas.
  • 28. 28 A Escola disponibiliza ainda, da assistência complementar ao educando, ouseja, a merenda escolar, que através dos recursos oriundos do MEC e repassadospela SEDUC para as APPs, hoje conselho Escolar, são fornecidos alimentos quesuplementam as necessidades diárias de nutrientes dos alunados. No intuito deobter alimentos de qualidade, são conferidas todas as embalagens dos gênerosalimentícios, para que não sejam adquiridos produtos deteriorados ou vencidos,comprometendo, no entanto, o seu valor nutritivo. Para que se dê uma boa conduta didático-pedagógica e disciplinar noambiente educacional, conta-se com conselho de classe e conselho de professorespara que auxiliem, como órgãos colegiados, os processos de ensino-aprendizagemdo educandário, visando o melhor rendimento do ensino e das atividades. O conselho escolar, é auxiliar e caracterizada com unidade executorapara efeito de recebimento e movimentação de recursos públicos e, sem finseconômicos, tem por finalidade colaborar no aprimoramento do processoeducacional, na assistência e participação das atividades da escola e dos alunos,buscando a integração família/ escola/ comunidade. A comunidade escolar é constituída por corpo técnico, administrativo e deapoio; corpo docente; corpo discente e os pais. o corpo técnico, administrativo e deapoio, sendo constituído por todos com exceção do corpo docente, tem comoresponsabilidade a execução dos serviços técnicos, pedagógicos, administrativos ede apoio que sustentam o desenvolvimento das atividades imanentes à escola, deacordo com seus direitos, deveres, proibições e penalidades. Por sua vez o corpodocente é constituído apenas pelos professores em exercício de sala de aula,obedecendo direitos, deveres, proibições e penalidades. Contudo, o corpo discente,é composto pelos alunados regularmente matriculados na escola e que, igualmente,os alunos têm seus direitos, deveres, proibições e penalidades, sendoresponsabilizados os pais quando o alunado menor, ainda não for responsabilizadopor seus atos. Quanto aos pais, responsáveis pelos alunos, lhes cabe o direito àinformação da vida escolar de seus filhos, informações quanto à propostapedagógica que a escola oferece, entre outros e, como responsáveis têm os seusdevidos deveres como: matricular ou rematricular as crianças anualmente, orientá-los quanto ao cumprimento de suas obrigações escolares, zelar pela frequência domenor, acompanhar as tarefas e, entre outros, comparecer à escola sempre quesolicitado.
  • 29. 29 Da Organização Didático-Pedagógica, tem a Proposta Pedagógica, que éelaborada pela equipe gestora, professores, funcionários, pais e alunos da EEEFM.16 de Junho, buscando zelar pelos conceitos da aprendizagem e participação dosalunos. Nos autos do Art.143, diz que: “A Proposta Pedagógica assegura quesejam realizados cursos de capacitação para os profissionais da educação, gruposde estudo, chuvas de idéias, debates, relatos de experiências, socializações,pesquisas, gincanas educativas, eventos esportivos, sociais, culturais e trabalhoscom projetos em todos os componentes curriculares”, tudo isso porque a proposta éincentivar a prática metodológica que conduz o envolvimento dos alunados e suasfamílias no âmbito escolar. O que vêem de encontro à afirmação de MONLEVADE,(2008 p. 63): Aos professores compete o papel de garantir a aprendizagem dos alunos, por meio das atividades de ensino. Às merendeiras, a educação alimentar; aos encarregados da limpeza e manutenção, a educação ambiental; às auxiliares de biblioteca, dos laboratórios, de vídeos, a educação para a cultura, para a comunicação, para o lazer; aos que trabalham nas secretarias, a educação para a gestão democrática, para a responsabilidade cidadã. Quanto às modalidades de ensino oferecidas pela escola “16 de Junho”,cita-se o ensino fundamental, distribuído em nove anos, a educação especial queenvolve a sala de recursos e mesas educacionais e o ensino médio que começousuas atividades no ano de 2010 e vem se desenvolvendo ano a ano. No regimento interno contar-se-á ainda com a estrutura curricular doensino fundamental, a qual confirma que a carga horária é de 800 horas distribuídasem 200 dias letivos anuais. O currículo é organizado da seguinte forma: AnosIniciais: que oferece as disciplinas de língua portuguesa, matemática, ciências,história, geografia, artes, educação religiosa e educação física, garantindo oprocesso de letramento e alfabetização; e Anos Finais oferece as disciplinasofertados nos anos iniciais, incluindo filosofia e língua inglesa, porém, esta últimapoderá ser ofertada igualmente nos anos iniciais. No regimento interno escolar pode-se citar a matrícula, com as seções declassificação, reclassificação, aproveitamento de estudos, lacuna na vida escolar eadaptação de estudos, inclusive quanto à documentação necessária para a devida
  • 30. 30matrícula ou rematrícula nas diferentes modalidades de ensino ofertadas por estainstituição educacional. O regimento interno da EEEFM 16 de Junho, assegura que a equipedocente/pedagógica avalia constantemente o rendimento escolar dos alunoselaborando, aplicando e corrigindo testes avaliativos para analisar o desempenhodos alunos; a parte referente registros gerais e transferência ficam a cargo dasecretaria.2.7 MATRIZ CURRICULAR Ao analisar a Matriz do 1º ao 5º ano priorizou-se análise aprofundada damatriz do 1º ano, e posteriormente verificou-se as demais do 6º ao 9º ano. O currículo estabelece os objetivos que cada disciplina deve alcançar aofinal do ano letivo, desenvolvendo assim o cognitivo dos alunos, no 1º ano do ensinode 9 anos, ele deixa claro que o conteúdo não é mera repetição do pré escolar enem adaptação do conteúdo da 1ª série, o ensino de 9 anos tem o intuito de elevara aprendizagem dos alunos, pois os alunos ficam mais tempo na escola e assimprofessores podem proporcionar um ensino de qualidade. Dentro da matriz curricular tem as orientações didáticas que éaconselhamento ao professor para enriquecer o seu trabalho, com inovações ealterações na sua pratica docente, fazendo com que o seu trabalho não seja sistematradicional de emissão de informações entre emissor e receptor. Surge então há necessidade de elaborar planejamento para dardirecionamento ao trabalho docente, onde a exemplificação da teoria seja constante,pois faz uso de termos concretos que facilitam a aprendizagem. Ao avaliar alguns cuidados devem ser tomados quanto ao desempenhodo aluno. O método adotado na pré-escola é diferente do ensino fundamental, umavez que não se atribui nota ou conceito. Quanto à avaliação, é importante identificaros conhecimentos dos alunos em diferentes estratégias para o aprendizado e todasas informações em relação ao aluno no que se refere ensino-aprendizagem, paraque verifique se os objetivos estão sendo alcançados, por isso, precisa serregistrado periodicamente e construído o seu desenvolvimento pessoal e social. É preciso que os professores percebam bem o que ensinam, é precisoestar em constante análise para saber se os alunos conseguem entender o que está
  • 31. 31sendo ensinando. A matriz curricular traz a proposta de ensino para todas asdisciplinas, em que cada uma deve aprofundar os estudos.2.7.1 MATRIZ CURRICULAR DE 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: Na área de língua portuguesa o estudante deve desenvolver os objetivos,capacidade e habilidade. A escrita tem que despertar no aluno a compreensão dafunção da pontuação no final de frase, conhecer e utilizar todas as letras, produzirtextos. A leitura por sua vez deve desenvolver a o habito de ler e compreender oque esta lendo, ter a leitura como fonte de entretenimento. Dentro da oralidade oaluno deve conseguir contar historias e ouvir, participar e interagir dentro da sala deaula, ter a capacidade de compreender o que se ouve e participar de debatesdefendendo o seu ponto de vista. No proposto para a matemática visa desenvolver nos alunos dentro dorequisito: “números e operações”, que o aluno conheça os números aprenda acontar, saiba ler escrever idade, datas, moeda, telefone. Ter confiança em seuconhecimento e propiciar situações e problemas que possibilite utilizar adição e/ousubtração. No requisito grandeza e medida, a criança tem que perceber que osobjetos, pessoas e ambientes podem ser pesados e medidos. Espaço e forma deve-se desenvolver de forma lúdica e concreta sobre noções de posição, indicação,comparação, direção e sentido. Na disciplina de ciências os objetivos, capacidade e habilidade estãoligados em identificar os elementos importantes para a existência da vida, conhecerespécies da fauna e flora, desenvolver hábitos de higiene e cuidados com a saúde,obter noções de reprodução dos seres vivos e importância do ecossistema. No estudo de historia os objetivos, capacidades e habilidades estãoassociados à importância da família na formação da criança em cidadão ecompreender datas comemorativas e símbolos nacionais. Na área de geografia, os objetivos, capacidades e habilidades estãorelacionados em identificar mudanças climáticas, observação das variações dotempo, observar e compreender a localização através de mapa da casa, escolabairro e etc., preservação da paisagem do local onde vive. No que diz respeito à arte, ela se divide em teatro, música, artes visuais edança.
  • 32. 32 Em educação física, dentre seus objetivos estão a capacidade ehabilidade de explorar força, flexibilidade, velocidade e resistência, conhecendo, noentanto, seus limites. Controlar a coordenação motora, ajustando suas habilidades,também fazem parte do objetivo da Educação Física, incluindo ainda, a interação eparticipação de diversas atividades, respeitando sempre as regras e sem discriminaros colegas. De acordo com o objetivo, capacidade e habilidade da disciplina deeducação religiosa, verifica-se a maneira de refletir sobre os valores morais como:amor, respeito, solidariedade, dentre outras. Reconhecer o diálogo como forma desuperar os preconceitos e discriminações também regem o objetivo desta disciplina,incluindo, contudo, o fato de conhecer datas comemorativas e festas religiosas quetambém auxiliam as habilidades desta disciplina.2.7.2 MATRIZ CURRICULAR DE 2º AO 5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: A matriz curricular de 2º ao 5º ano, prioriza conteúdos que aprimoram acapacidade reflexiva do educando, conduzindo-o a uma aprendizagem quedesenvolva criatividade, autonomia de pensamentos, possibilitando-lhe o exercíciopleno da cidadania. A matriz curricular trata, além dos objetivos, a forma de trabalhar com osalunos. Após criteriosa análise da matriz curricular do 2º ao 5º ano do ensinofundamental, pode-se observar que ao formulá-la, alguns pontos dentro dasdisciplinas são priorizados com a finalidade de facilitar o trabalho do professor, taiscomo: objetivos, metodologias e avaliação.2.7.3 MATRIZ CURRICULAR DE 6º AO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: Todas as disciplinas fundamentam-se através de: caracterização;objetivo; eixo temático, com seus conceitos e noções; orientações metodológicas; eavaliação. Veja inicialmente sobre caracterização, que exprime que astransformações geradas exigem pessoas atuantes e dinâmicas, em decorrênciadisso, exige do professor uma modificação na sua forma de ensinar para que nãoseja decorativa, porém, tem que ser dinâmica e vivenciada através de atividades
  • 33. 33práticas. A geografia tem por característica, o compromisso de tornar o mundocompreensível aos educandos. Tem como objetivo, mostrar ao aluno que cidadania é também o sentidode pertencer a uma realidade em que as relações entre sociedade e naturezaformam um todo integrado. As orientações metodológicas, embasam as dicas de como explorar edesenvolver o conteúdo para que ele seja compreendido pelo aluno. Para finalizar, a Avaliação fundamenta-se na busca de uma práticapedagógica voltada à construção dos conhecimentos, obedecendo à qualificaçãodos conteúdos, estabelecendo alguns critérios. Avaliando o ensino-aprendizagem,ou seja, avalia ao educador e o educando.
  • 34. 343. CONCLUSÃO Com a análise dos dados pesquisados afirma-se que a escola 16 deJunho, tem bom direcionamento, seus documentos que dão embasamento aexistência escolar estão em plena concordância, disponíveis para manuseio econsulta. A escola conta com profissionais suficiente para atender a demanda, osalunos são bem recebidos e atendidos no estabelecimento de ensino. Há ensino dequalidade direcionado pelo projeto pedagógico, fundamentado nas orientações daSEDUC, adaptado as necessidades educativas dos alunos. A escola é órgãoformador de cidadãos para viver em sociedade. Este diagnóstico da escola proporcionou oportunidade de averiguardocumentos que contribuem especificamente no labor profissional da escola comoum todo. A escola 16 de junho preocupada com ambiente propício à educação temum aparato legal, que traz ao público direitos, proibições e deveres dos profissionaise dos alunos vinculados à unidade educativa. Sabe-se que a escola é a base para a sustentação das colunas dasociedade, por tanto haverá sociedade democrática, a partir do momento em que elase fizer presente na escola, se estendendo para além de seus muros, contandosempre com equipe profissional que trabalhe em consonância com princípiosdemocráticos. Esses são os objetivos da escola 16 de Junho.
  • 35. 354.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT, Rio de Janeiro.Normas ABNT sobre documentação. Rio de Janeiro, 2000. (Coletânea de normas).BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Funcionário deescola: Cidadãos, educadores, profissionais e gestores / elaboração: João AntônioCabral de Monlevade. – Brasília: UNB – Centro de Educação á distância, 2005, 92p.I___________, Educadores e educandos: Tempos históricos / elaboração: MariaAbádia da Silva. - Brasília: UNB – Centro de Educação à distância, 2005. 106p.: Il.___________, Homem, pensamento e cultura: Abordagem filosófica e antropológica:formação técnica/ elaboração: Dante Bessa. - Brasília: UNB - Centro de Educação àdistância, 2005. 92p.: Il. -___________, Relações interpessoais: Abordagem psicológica / Regina LúciaSucupira Pedroza. – Brasília: UNB – Centro de Educação à distância, 2006. 84p.__________, Educação, sociedade e trabalho: abordagem sociológica da educação/ Ricardo Gonçalves Pacheco e Erasto Fortes Mendonça. – Brasília: UNB – Centrode Educação à distância, 2006. 88p.___________, Gestão da Educação Escolar / Luiz Fernandes Dourado. – Brasília:UNB – Centro de Educação à distância, 2006. 88p.4.1 REFERÊNCIAS DA UNIDADE ESCOLAR:Constituição Federal, Brasília, 05 de outubro de 1988.Estatuto da Criança e do Adolescente, 13 de julho de 1990.LDB, Lei de Diretrizes e Bases da Educação, Brasília, 20 de dezembro de 1996.Matriz Curricular, EEEFM 16 de Junho, 2007.Projeto Pedagógico Escolar, EEEFM 16 de Junho, 2011.Regimento Interno Escolar, EEEFM 16 de junho, 20094.2. REFERENCIAS ELETRÔNICASMensagem referente ao “Módulo 03 do Profuncionário”: http://profuncionario-navirai-ms.blogspot.com/2011/03/modulo-3-homem-pensamento-e-cultura.html, visitado em21/10/2011 às 23h32m.DICIONÁRIO on-line com sinônimos e traduções de palavras: www.dicio.com.br, sitevisitado toda vez que iniciadas atividades escritas.
  • 36. 36“DEVIR E DEVENIR”, http://historiadafilosofia.wordpress.com/tag/devir/, site visitadoem 23/10/2011 às 00h17m.“SENSO COMUM”, http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20110904053545 AAaMW4z, visitado em 11/11/2011 às 14h24m.“CONHECIMENTO CIENTÍFICO”, http://filemdia.blogspot.com/2008/05/temas-abordados-conhecimento-senso.html, visitado em 11/11/2011 às 14h40m.“FORMA DIALÉTICA DE ENTENDER O MUNDO”, http://ialexandria.sites.uol.com.br/textos/ israel textos/queefilosofia.htm, visitado em 16/11/2011 às 00h10m.“BEHAVIORISMO”, http://pt.wikipedia.org/wiki/Behaviorismo, visitado às 11h32m,http://www.infoescola.com/psicologia/behaviorismo/, visitado às 11h40m, dia16/11/2011.“GESTALT”, http://pt.wikipedia.org/wiki/Gestalt, visitado às 11h51m, http://www.infoes - cola.com/psicologia/gestalt/, visitado às 12h03m, dia 16/11/2011.“PSICANÁLISE”, http://www.infoescola.com/psicologia/psicanalise/, visitado às12h49m, dia 16/11/2011.GOPE, Rosane; "CURRÍCULO ESCOLAR", http://br.answers.yahoo.com/question/index? qid= 20070411104014AA9dHS4. Visitado em 16/10/2011 às 15h11m.MENEZES, Ebenezer Takuno de; SANTOS, Thais Helena dos."CURRÍCULOESCOLAR" (verbete). Dicionário Interativo da Educação Brasileira - EducaBrasil.São Paulo: Midiamix Editora, 2002, http://www.educabrasil.com.br/eb/dic/dicionario.asp?id=72, visitado em 16/10/2011 às 14h38m.profuncionariocolorado.blogspot.com, visitado em 25/11/2011, às 10h30m.“FRASES SOBRE LEITURA” http://www.amigosdolivro.com.br/materias.php?cd_secao=480&codant=&friurl=, e http://websmed.portoalegre.rs.gov.br/escolas/montecristo/biblio/2008/leitura/frases08.html, visitados dia 09/03/2012 às 08h51m.
  • 37. 37 ANEXOS: Em entrevistas perguntou-se e pediu-se que comentassem sobre:a) Qual sua opinião sobre as transformações ocorridas na educação no cenárionacional?b) Comente sobre a qualidade de ensino que a educação se encontra atualmente.c) Os seus alunos alcançam os objetivos projetados?d) O que deveria mudar no sistema educacional para alcançar a qualidade?e) O ensino tradicionalista era mais eficiente do que a proposta construtivista?f) O sistema não alcança os objetivos almejados pela ineficiência dos recursosdidáticos ou pela falta de interesse do aluno e família?g) Você acha que os funcionários deveriam todos se profissionalizar? Por quê?h) Como se dá a gestão em sua escola?i) Conversou-se com a direção escolar sobre a construção do Projeto Político-Pedagógico e juntos, organizaram-se a melhor maneira para que todos participem eassumam as decisões. Relatou-se no memorial como a escola encaminhou oprocesso de elaboração do Projeto Político-Pedagógico no ano anterior.j) Qual o significado do seu trabalho para a educação?k) Você percebe alguma coisa diferente sobre seu trabalho que ainda não tinha sedado conta?l) Você acha que com isso seu trabalho pode ficar diferente?m) Você já sentiu dificuldade em ser aprovado em alguma disciplina no decorrer doseu aprendizado?n) Qual sua pretensão profissional? Em que área gostaria de se formar? Por quê?o) O que gostaria de mudar na forma de aprendizagem dos conteúdos lecionados?p) Como você descreve a escola onde estuda? q) Qual sua opinião em relação às mudanças ocorridas na educação ultimamente?
  • 38. 38 GLOSSÁRIO DE SINÔNIMOS“Abranger”: compreender, envolver.“Acervo”: cúmulo, estoque, pilha, montão, ror.“Almejar”: desejar, esperar, ansiar, querer.“Alunado”: educando, aluno, colegiado, estudante, aprendiz.“Alusivo”: concernente, respectivo, relativo, referente.“Âmbito”: campo, setor, área, esfera.“Amianto”: O amianto ou asbesto é uma fibra mineral natural sedosa que tempropriedades físico-químicas e alta resistência mecânica e às altas temperaturas. Étambém um Silicato natural hidratado de cálcio e magnésio, de contextura fibrosa.“Amparo”: resguardo, abrigo, apoio, sustento, arrimo, proteção.“Aparato”: ostentação, esplendor.“Aquisição”: adquirir algo, obtenção, conquista, ação de adquirir, alcançar, captação.“Assegurar”: garantir, certificar, confirmar.“Assessorado”: auxiliado, ajudado, influenciado, amparado.“Assiduidade”: continuidade, prosseguimento, exatidão, comparecimento.“Atribuir”: conferir, imputar, aplicar, confiar.“Averiguar”: constatar, verificar, pesquisar, investigar, apurar, buscar, inquirir.“Cívico”: que concerne ao cidadão, patriótico, que gira em torno do cidadão.“CNPJ”: Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica.“Coerência”: harmonia entre idéias, integração, lógica, coesão.“Cognitivo”: cognoscitivo, relativo ao conhecimento.“Colegiado”: organizado, reunido.“Conduta”: comportamento, procedimento, actuação.“Consonância”: harmonia, conformidade, consenso, acordo.“Criterioso”: ponderado, prudente, sensato, razoável, de modo correto.“Cronograma”: cifra que visa formar datas, distribuição das fases de um projeto.“Decreto”: mandado, Lei,determinação“Demanda”: procura, ação, processo, busca.“Deteriorado”: arruinado, estragado, inutilizado, danificado.“Diagnostico”: que se refere, sinais, conhecimento.“Direcionar”: orientar, dar direção, dar orientação, dirigir.“Discente”: relativo a alunos, que aprende.“Disseminar”: difundir, distribuir, propagar, exalar.“Docente”: relativo a professores, que ensina, conjunto de educadores.“Educandário”: estabelecimento de ensino, escola, colégio, instituição acadêmica.“Embasamento”: fundamento, ato de embasar, base, que se baseia.“Emissor”: que emite, transmissor, emitente.“Englobar”: aglomerar, compreender, reunir, juntar, acumular, envolver, abranger,incluir, introduzir, unir, vincular.“Entidade”: instituição, associação, organização.“Esfera”: domínio, campo.“Explanar”: o mesmo que exprimir, dissertar, relatar, descrever, expor.“Exprimir”: demonstrar, explanar, explicar, traduzir, esclarecer, comentar.“Fundamentar”: dar fundamento, basear, comprovar, justificar.“Gestor”: administrador, curador, gerenciador, dirigente.“Glossário”: significado, vocabulário.“Imanente”: inerente, permanente, persistente.“Inquirir”: pesquisar, investigar, demandar, interrogar, perguntar.
  • 39. 39“Inserir”: colocar, introduzir, incluir, incorporar, adicionar.“Insucesso”: mau resultado, malogro, fracasso.“Integração”: Ação ou efeito de integrar, Fusão de diversas partes e diferentesespaços do processo de produção, mas com um mesmo objetivo final.“Interagir”: Agir mutuamente ou reciprocamente, exercer interação, interatuar.“Interdisciplinar”: comum a várias disciplinas.“Lacuna”: espaço, irregularidade.“LDB”: Lei de Diretrizes e Bases da Educação.“Lecionar”: dar lições, doutrinar, ensinar, explicar, professorar.“Lúdico”: que diverte ou distrai, relativo a jogos e divertimentos.“Mantenedora”: que mantém, sustenta, defende.“Metodologia”: procedimento, conjunto de métodos, regras, processo.“Nortear”: dar direcionamento a algo, guiar, orientar.“Oriundo”: natural, originário, proveniente, vindo, derivado.“Panorama”: cenário, visão, quadro.“Paradigma”: exemplar, modelo, norma, regra.“Perante”: na presença de, diante de.“Periodicamente”: constantemente, de tempo em tempo, com intervalos regulares.“Preconizar”: recomendar, indicar, lembrar, sugerir.“Priorizar”: preferir, preceder, dar prioridade.“Propiciar”: favorecer, proporcionar, beneficiar, adequar, ajustar.“Proposto”: sugerido, insinuado, que foi objeto de proposta, recomendado, aludido.“Receptor”: que recebe, recebedor.“Redigir”: escrever, registrar, documentar, ortografar.“Reger”: administrar, comandar, dirigir, gerir, governar.“Regimento”: reger, dirigir, controlar.“Requisito”: quesito, exigência, condição para alcançar determinados objetivos.“Resolução”: ordem, decisão, autorização.“Subordinado”: submisso, inferior, subalterno, dependente.“Subsídio”: auxílio, socorro, benefício, contribuição, elemento, informação, ajuda.“Vincular”: ligar, prender, unir, juntar, conectar.

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