Neuropathic Pain Summary Portuguese

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    Neuropathic Pain Summary Portuguese - Presentation Transcript

    1. Dor Neuropática Aspectos Gerais do Diagnóstico e Terapêutica Claudio Pericles, MD, MBA, MSc This presentation has been used in a CME activity sponsored by a Pharm. Industry, with special focus on a specific anticonvulsivant. Biblio references are included and its consultation is highly recommended. This presentation may contain restricted, privileged and/ or confidential information. It may reflect the opinion of its author. Unauthorized disclosure, use or copying is prohibited.
    2. Dor Neuropática
    3. Pergunta 0 (aquecimento)
      • Qual a prevalência de dor neuropática em doenças crônicas como HIV e Diabetes mellitus?
      • Em torno de 5% dos pacientes
      • Em torno de 20% dos pacientes
      • Maior que 25% dos pacientes
    4. Definições
    5. Dor - Definição “ Uma experiência sensorial e emocional desagradável, associada com uma lesão efetiva ou potencial dos tecidos, ou descrita em termos de tal lesão. A dor é sempre subjetiva . Cada indivíduo aprende a aplicação da palavra através de experiências relacionadas com agressão , cedo na vida. É uma sensação numa parte ou partes do corpo, mas é também desconfortável e, por conseguinte, uma experiência emocional ” International Association for the Study of Pain
    6. DOR : sensação desagradável cuja experiência emocional está associada com estímulos de lesão tecidual real ou potencial. Associação Internacional para o Estudo da Dor Anuncia um estado de emergência e urgência para o organismo. Apesar de causar desconforto é uma modalidade sensorial de grande valor adaptativo. Clinicamente é parte integrante dos sintomas de muitas doenças e auxilia no diagnóstico.
    7. Dor - Elementos
        • Fisiológicos/ sensoriais
        • Psicológicos
        • Cognitivos
        • Culturais
        • Emocionais/Afetivos
        • Sociais/Familiares
        • Econômicos
    8. DOR AGUDA
      • FIBRAS A-DELTA:
      • MIELINIZADAS, CONDUÇÃO RÁPIDA, PRIMEIRA DOR
      • FIBRAS C:
      • AMIELINICAS, CONDUÇÃO LENTA, SEGUNDA DOR
      • REFLEXOS SEGMENTARES:
      • VENTILAÇÃO
      • TGI
      • CIRCULAÇÃO
      • FUNÇÃO URINÁRIA
      • REFLEXOS SUPRA-SEGMENTARES
      • HIPERVENTILAÇÃO
      • ↑ TONUS SIMPÁTICO
      • ↑ CATABOLISMO
      • RETENÇÃO DE SÓDIO E ÁGUA
      • ↑ VISCOSIDADE SANGUÍNEA E DA ADESIVIDADE PLAQUETÁRIA
      • ANSIEDADE
      • ALTERAÇÕES EMOCIONAIS
        • ANSIEDADE
        • DEPRESSÃO
      • DISTURBIO DE SONO
      • ALTERAÇÕES COMPORTAMENTAIS
      • DIAGNÓSTICO
      • DOR MUSCULAR
      • DOR NEUROPÁTICA
      • DOR CENTRAL
      • DOR VISCERAL
      DOR CRÔNICA
      • HIPERALGESIA
      • DOR REFERIDA
      • REFLEXO VISCERO-CUTÂNEO
      • REFLEXO VISCERO-MUSCULAR
      DOR AGUDA
    9. Síndromes Dolorosas
      • Dor somática não visceral
        • Localizada; em pontada, facada, ardor ou latejamento
      • Dor somática visceral
        • Vaga; em cólica, queimor e peso
      • Dor somática músculo esquelética
        • Vaga; queimação, latejamento e cãibra
      • Dor neuropática
        • Formigamento e queimor constantes
      • Alodínia
        • Resposta aberrante de dor em resposta a estímulo inócuo
      • Dor Fantasma
        • Dor em membro amputado
    10. Dor Neuropática
    11. Dor Neuropática
      • Dor patológica, crônica, resultante de lesão das vias sensitivas, com resposta tipicamente fraca aos analgésicos opióides.
        • Central
        • Periférica
      • Apresenta 3 etapas:
      • Hiperexcitabilidade aferente
      • Sensibilização do 2o neurônio
      • Desinibição central
    12. Dor Neuropática
      • Tipos:
      • Paroxística, tipo choque elétrico
      • Disestésica, em queimação
      • Hiperalgesia / alodinia
      • Dores crônicas, intensas, de mecanismo complexo, periférico e central (dor de desaferentação)
      • Características
      • Perda sensitiva
      • Dor evocada pelo tato, picada ou pressão
      • Hiperalgesia
      • Paroxismos dolorosos
      • Pontos de gatilho (“trigger points”)
      • Sensações posteriores aos estímulos
      • Sintomas do “wind up”
    13. Dor Neuropática - Etiologia
      • Diabetes mellitus
      • Defic vit B1, B2, B6
      • Insuf renal
      • Paraproteinemias
      • Amiloidose
      • Infecções (HIV, Hansen, Zoster)
      • Toxinas (álcool, metais pesados)
      • Iatrogênica (Medicamentos)
      • Vasculites
      • Paraneoplásica
      • Neuralgia do trigêmeo não-herpética
      • Compressão radicular, traumas
      • Dor fantasma
      • Dor talâmica (pós-AVC)
      • Hereditária
      • Traumática
      • Idiopática
    14. Fisiopatologia da Dor (Geral)
    15. Vias da Dor
      • Estimulo nocivo
      1 = calor
      • Ativação do nociceptor
      2
      • Transmissão para o cérebro
      3
      • Percepção como dor
      4
    16. Anatomia da Dor
    17. Como Nosso Cérebro Processa a Dor (PET-CT)
    18. Percepção da Dor: Nociceptores
      • Fibras A delta
      • Fibras finas
      • Receptores mecânicos
      • Receptores termomecânicos
      • Dor & Temperatura
      • Fibras C
      • Fibras muito finas
      • Receptores polimodais -
      • mecânicos, térmicos e químicos
      • Dor, temperatura & vibração
    19. Fibras nervosas intra-epidermais
    20. RECEPTORES SENSORIAIS Receptores da dor = nociceptores Amplamente espalhados em todos os tecidos, com a exceção do tecido nervoso!! Terminações livres T érmicos Mecânicos Químicos
    21. Calibre dos axônios Dor lenta Dor rápida
    22. calor t1 t1 Dor rápida Fibras A delta Dor lenta Fibras C
      • Dor lenta
      • Em queimação, mal localizada e difusa
      • Fibras C
      • Condução lenta (0.5 - 2 m/s)
      • Receptores mecânicos, térmicos e químicos
      • Nociceptores polimodais
      Dor rápida Em pontada e bem localizada Fibras A  Condução rápida (12-30 m/s) mecanrreceptores de alto limiar Nociceptor unimodais Tempo Intensidade da dor
    23. Pergunta 1
      • Qual destas correlações entre fibras e seu efeito fisiológico está ERRADA?
      • Fibras A delta = condução lenta, hiperalgesia e dor em queimação
      • Fibras A beta = condução táctil, disestesia e alodínia
      • Fibras C = condução lenta, hiperalgesia e dor em queimação
    24. Vias de Condução da Dor
    25. Vias de Condução da Dor
    26. Vias de Condução da Dor Corno posterior da medula Corno anterior da medula
      • Mediadores químicos
        • Serotonina
        • Adenosina
      • Mediadores inflamatórios
        • Bradicinina (canais de sodio)
        • Prostaglandina E 2 (sensibilizadora)
      Percepção da Dor: Nocicepção
    27.  
    28. Hiperalgesia Por que o organismo apresentaria mecanismos que exacerbam a sensibilidade dolorosa?
    29. Hiperalgesia : aumento da sensibilidade dolorosa. Estímulos antes inócuos passam a causar dor devido a facilidade de despolarização dos neurônios aferentes nociceptivos polimodais. Que mecanismos causariam o aumento da sensibilidade dos receptores nocipectivos? Que vantagem haveria em tornar a região da lesão dolorido?. inocuo nocivo 100 80 20 0 60 40 SENSAÇÃO DOLOROSA Intensidade do estímulo Normal Injuria Hiperalgesia Inflamação
    30. INFLAMAÇÂO Calor Dor (hiperalgesia) Rubor Tumor Perda de função Processo reativo do tecido diante de um agente agressor . Os mecanismos da dor lenta são mais complexos. Envolvem: Mobilização de células Cascata de reações bioquímicas A membrana do neurônio nociceptivo fica com limiar mais baixo por causa das substâncias inflamatórias (PG, bradicininas, etc).
    31. MECANISMO DA HIPERALGESIA LESÃO TECIDUAL Dor rápida Dor lenta
      • Sangramento -> a nóxia
      • Extravasamento de conteúdo celular (K, bradicinina, etc)
      • Migração de mastócitos (histamina e serotonina)
      • Reação do acido aracdônico -> prostaglandinas e prostaciclinas
      • Os nociceptores ficam mais excitáveis, inclusive a estímulos inócuos
      • Os nociceptores apresentam reação inflamatória neurogênica :liberam
      • prostaglandinas e sub P acentuando o processo inflamatório
    32. HIPERALGESIA
      • Tecidos normais não respondem a estímulos dolorosos leves.
      • Na presença de inflamação estes tecidos podem ser sensibilizados (hiperalgesia) por prostaglandinas e dopamina.
      • Mediadores: cálcio – AMP cíclico, cujas concentrações aumentam nas terminações nervosas.
      • Torna as terminações mais receptivas à ativação por bradicinina e histamina, substâncias algésicas (indutoras de dor).
      • HISTAMINA E BRADICININA
        • Meia-vida curta – desempenham seus papéis principalmente nas fases iniciais da lesão tecidual – rápido metabolismo.
        • Proteínas lisossômicas das células que sofrem ruptura liberam HISTAMINA das vesículas dos mastócitos.
        • Aumento da permeabilidade capilar.
        • Edema, eritema, sensibilização de terminações nervosas e migração de células como PMN leucócitos e linfócitos.
      • PROSTAGLANDINAS
        • Responsáveis por períodos mais prolongados de dor e inflamação.
    33. MECANISMOS CENTRAIS DA DOR Onde “sentimos” a dor? Por que a dor evoca sensações emocionais?
    34. Mecanismos Envolvidos na Gênese dos Sintomas
      • Fibras aferentes A-  e C (dor)
        • Sintomas espontâneos: dor em queimação e pontada
        • Sintomas provocados: hiperalgesia
      • Fibras aferentes A-  (tato)
        • Sintomas espontâneos: disestesia (dolorosa) e parestesia (não dolorosa)
        • Sintomas provocados: alodínia
      • Via Neo Espino-Talâmica (ântero-lateral)
        • Poucos neurônios (3)
        • Conservação da somatotopia,
        • Via núcleos talâmicos ventrais (PL)
        • Dor “sensitiva-discriminativa”
        • Dor rápida, bem localizada
      • Via Paleo Espino- Retículo -Talâmica
        • Muitos neurônios
        • Projeção difusa,
        • Via núcleos intra-laminares
        • Repercussão emocional: sofrimento
        • Tronco encefálico: colaterais para a substância periaquedual cinzenta - reações comportamentais e vegetativas da dor.
        • Dor “afetivo-emocional”
        • Dor lenta, difusa, referida
    35. Nervos cranianos somestésicas que penetram pelos nervos cranianos V, VII, IX e X Vias da dor Sistema Ântero-Lateral Nervos espinhais
    36. SISTEMA DA COLUNA ANTERO-LATERAL a) Trato espino-talâmico lateral (NEO) Dor rápida e bem localizada b) Trato espino-(reticulo)talâmico (PALEO) Dor lenta e difusa A projeção para a FOR causa reações comportamentais e autonômicas da dor Sistema da Coluna Antero-Lateral Córtex somestésico
    37. Projeções na Medula I II III IV V VI VII Lâminas da medula
      • Fibras A- 
        • nociceptor
        • mecanorreceptor
      • Fibras A  fibras
        • mecanorreceptor
        • Normalmente nao nociceptivo
      • Fibras C
        • nociceptor
        • termorreceptor
        • mecanorreceptor
    38. Vias Somato-Sensitivas Trato Neo-Espino-Talâmico
    39. Lobo Frontal Núcleos Intralaminares do Tálamo Sistema Límbico Formação Reticular Hipotálamo Substância Cinzenta Periaquedutal Corno Dorsal da Medula Espinal Vias Somato-Sensitivas Trato Espino-Retículo-Talâmico
    40. Vias Descendentes do Controle da Dor Hipotálamo Mesencéfalo Ponte Bulbo Medula Espinal - Inibição no corno dorsal da medula espinal Substância Cinzenta Periaquedutal
    41. Dor rápida Estímulos cutâneos causam reações motoras inatas denominadas reflexos de retirada que afastam rapidamente o membro afetado do estimulo nocivo.
    42. O PORTAL DA DOR Mecanismos endógenos de analgesia É possível regular o nível de excitabilidade do neurônio de 2a ordem da via nociceptiva?
    43. ANALGESIA Inibição do neurônio de 2a ordem Mecanismos endógenos de analgesia: modulação ou inibição dos impulsos nervosos que chegam ao córtex CEREBRO TRONCO ENCEFALICO MEDULA Neurônios aferentes Corno dorsal
    44. Dor lenta Teoria do Portão da Dor (5-HT, Endorfinas, Glut, NA) O neurônio de 2a ordem da via nociceptiva comporta-se como um portão, mudando a freqüência dos Potenciais de Ação que gera, conforme o nível de atividade dos neurônios aferentes . Glu Impulsos Mecanoceptivos A  Coçar local afetado + + - Impulsos Nociceptivos - Interneurônio inibitório + Neurônio 1a ordem Neurônio 2a ordem
    45. Dor Referida Referência à dor de origem visceral na pele Convergência de fibras aferentes viscerais sobre os neurônios de 2a ordem provenientes da pele Dor do membro fantasma Referência à dor do membro ausente Percepção da estimulação espontânea nos cotos nervosos remanescentes da via nociceptiva
    46. Resumo das Vias da Dor
      • Ativação dos nociceptores por histamina e bradicinina;
      • Condução dos estímulos por vias nervosas periféricas sensitivas cranianas ou periféricas (ramos nervosos trigêmeo, facial, glossofaríngeo e vago) ao SNC.
      • Tálamo e córtex – integração da sensação dolorosa.
      • Vias eferentes inibitórias – modulação da dor pelo cérebro.
    47. O Grito (Munch)
    48. Dor Neuropática: Fisiopatologia
      • Inflamação neurogênica (estimulação antidrômica)
      • Liberação perivascular de substancia P, CGRP, e neurocicina A (mediadas por serotonina)
        • Vasodilatação
        • Extravasamento de plasma
      • Sensibilização periférica
        • Diminuição do limiar das respostas
        • Aumento de respostas aos estímulos supralimiares
        • Descargas na ausência de estímulos
      • Conseqüências
        • Hiperalgesia primária (diminuição do limiar + aumento da dor percebida no local)
      Nocicepção & Dor Neuropática
      • Mecanismos Periféricos
        • Sensibilização de neurônios periféricos e dos gânglios sensitivos íntegros
        • Brotamento axonal colateral (“sprouting”) – fibras A-beta
        • Atrofia de fibras C
        • Aumento da atividade de axônios lesados e de seus brotamentos
        • Atividade neurovegetativa exagerada/ Disparo espontâneo
      • Mecanismos Centrais
        • Sensibilização central (corno posterior/ dorsal da medula espinhal)
        • Reorganização da conectividade sináptica
        • Redução relativa dos inputs inibitórios
        • Desinibição neuronal/ disparo espontâneo dos neurônios do corno dorsal/ posterior da medula
        • Brotamento neuronal
      Nocicepção & Dor Neuropática
    49. Neurotransmissão da dor SP Glu GABA, NE, 5-HT, Opioides I II III Canais de Sódio Sens. simpática
    50. I – Hiperexcitabilidade aferente
      • Acúmulo de canais de sódio voltagem-dependentes ao longo do axônio
      • Focos ectópicos de excitação
      • Expressão de receptores β -adrenérgicos
      • ??? Dor simpaticamente mediada
    51. II – Sensitização 2 o neurônio
      • Glutamato leva a acúmulo de Ca intracelular
      • Alteração da síntese proteica
      • Aumento da sensibilidade neuronal
    52. II – Sensitização 2 o neurônio
      • Lâmina II – Somente fibras C
      • Lesão periférica
      • Atrofia terminações C
      • Re-inervação fibras A β
      • Alodínia
    53. III – Inibição central reduzida
      • Noradrenalina, 5-HT, opióides e GABA
      • Redução da concentração de receptores GABA e opióides
      • Degeneração de interneurônios inibitórios
    54. Resumo - Mecanismos
      • A lesão nervosa resulta em alterações anatômicas e funcionais (neuroplasticidade), que ocorrem tanto no sistema nervoso periférico quanto no sistema nervoso central, acarretando atividade espontânea e/ou excessiva de fibras nociceptivas, originando os sintomas da dor neuropática.
    55. Pergunta 2
      • Qual das seguintes afirmativas sobre dor neuropática é FALSA?
      • Como sempre há mecanismos centrais envolvidos, a dor neuropática é de origem central.
      • Há um componente de hiperalgesia associado à perda da capacidade sensitiva normal.
      • Há, via de regra, 3 componentes, envolvendo os 3 neurônios das vias de dor: (1) Hipersensibilidade, (2) Sensibilização e (3) Desinibição central.
    56. Investigação
    57. Neurocondução sensitiva V = d/t
    58. Testagem sensitiva quantitativa - QST -
      • Limiar sensitivo quantitativo
      • Estímulos padronizados de intensidades variadas
      • Registro do limiar de percepção
    59. Resposta simpática cutânea
      • Presente em 100 % dos indivíduos normais
      • Latência e amplitude variáveis
      • Anormal: Ausência
      • Aumento da Latência
      • Redução da Amplitude
      • SNPeriférico:
        • Hanseníase, NSAH, D. Fabry, Neuropatia alcoólica, Neuropatia diabética, Neuropatia urêmica
      • SNCentral:
        • D. Parkinson, D.Huntington, Esclerose múltipla
    60. Registro justa-neural
      • Eletrodo de agulha
      • Séries de 500 a 2000 estímulos
      • Componente tardio: Fibras 4-6 μ m (A δ ) v ≈ 15 m/s
    61. Localização da Dor
    62. Escalas de Dor e Casos Clínicos
    63. Avaliação da Dor
    64. Quantificação da Dor
    65. Quadro Clínico das Principais Neuropatias
    66. DESCRITORES DE DOR CRÔNICA (Sant’Ana, Pereira, Marquez e Faleiros Sousa - 2004):
      • Deprimente
      • Persistente
      • 3. Angustiante
      • 4. Desastrosa
      • 5. Prejudicial
      • 6. Dolorosa
      • 7. Insuportável
      • 8. Assustadora
      • 9. Cruel
      • 10. Desconfortável
    67. Mononeuropatias / Radiculopatias
      • Dor/ perda sensitiva na distribuição do território de inervação de um nervo ou raiz nervosa
      • Causas mais comuns
        • Diabetes (nervos oculomotores, cutâneo lateral da coxa)
        • Compressivas (síndrome do túnel do carpo)
        • Pós-infecciosas (nevralgia pós-herpética)
        • Dor por compressão radicular (hérnia de disco)
    68. Herpes Zoster
    69. Herpes Zoster
    70. Neuralgia Pós-Herpética
      • Dor neuropática no(s) dermatômeros(s) previamente afetados pelo Herpes zoster
      • Dor ardente constante, dor paroxística espontânea ou provocada por estímulos sensitivos mínimos
      • Dermátomos acometidos
        • Torácicos (50%)
        • Trigeminais (principalmente ramo oftálmico - 25%)
        • Lombo-sacros e cervicais
    71. Dor facial de origem desconhecida
      • Dor miofacial
      • Dor neuropática intermitente
        • Neuralgias
          • Trigêmeo
          • Glossofaríngeo
          • Occipital
          • Nervo intermédio
          • Outras
      • Dor neuropática contínua
        • Disestesia trigeminal
        • Disestesia trigeminal mantida pelo sistema simpático
        • (Graff-Radford 2000)
    72. Disestesia Trigeminal
      • Preponderância feminina
      • Evitar procedimentos dentários, ORL, cervicais, stress psicológico
      • Dano parcial ou completo a um nervo periférico resulta em dor contínua em picada, queimação, amortecimento
      • Mecanism o s : compressão, regeneração ou manutenção simpática do nervo
      • C ompress ão result a em expressão aberrant e do nociceptor nas fibras aferentes com tonus de descarga neuronal e excitação central
      • Durante o sprouting fisiológico ocorrem conexões anormais, com formação de receptores aberrantes, com nociceptores hiperexcitáveis
      • Se os receptores formados no neurônio machucado são alfa-adrenérgicos, ocorre dor mantida simpáticamente
      • Não responde a bloqueio anestésico local, responde a bloqueio simpático (gânglio estrelado).
      • Dano nesta localização muda a excitabilidade dos neurônios e leva à alodinia e hiperalgesia
    73. Dor Complexa Regional
      • A lesão nervosa induz fenômenos periféricos e centrais
      • Dor neuropática - alodínia e/ou hiperalgesia
        • Alterações tróficas de pele, anexos e aparelho locomotor
        • Alterações sudomotoras
        • Alterações vasomotoras
        • Edema
        • Alterações circulatórias
      • Excluir outras causas
      • Dor mantida por mecanismos simpáticos
    74. Polineuropatias
      • QUADRO CLÍNICO
        • Dor do tipo “queimação” ou “formigamento”
        • Diminuição da sensibilidade nas extremidades (em “bota” ou “luva”)
        • Pode haver comprometimento dos reflexos (aquileu, principalmente)
        • Pode ocorrer déficit de força
        • Alterações tróficas
      • ETIOLOGIAS COMUNS
        • Diabética
        • Carencial-alcoólica
        • Infecciosas (HIV)
        • Tóxica-medicamentosas (anti-retrovirais)
        • Metabólicas (uremia, hipotireoidismo)
        • Paraneoplásicas
        • Outras
    75. Neuropatia Diabética
      • É a mais comum das polineuropatias
      • Complicação tardia do DM2
      • Prevalência maior no idoso
      • A polineuropatia distal simétrica é a forma mais comum de neuropatia diabética
      • Cerca de 60% dos diabéticos desenvolve algum tipo de neuropatia diabética
      • Várias formas:
      • Polineuropatia com predomínio sensitivo
      • Polineuropatia mista sensitiva e motora
      • Neuropatia com predomínio motor proximal (amiotrofia diabética)
      • Neuropatia disautonômica
      • Mononeuropatia dos nervos cranianos
      • Neuropatias compressivas
    76. Neuropatia Periférica do Idoso
      • Classificação:
      • Mononeuropatia / Polineuropatia.
      • Sensitiva / Motora / Mista.
      • Axonal / Desmielinizante.
      • Sítio da lesão: distal / raiz
      • Principais causas:
      • Diabetes mellitus
      • Iatrogenia medicamentosa
      • Neoplasias
      • Álcool
      • Carências nutricionais (Vit. B12)
      • Doenças sistêmicas e auto-imunes
      • Quadro clínico:
      • Modificação sensorial em “meias ou luvas”
        • Parestesia
        • Hipoestesia térmica ou álgica
        • Hiperestesia / Dor
      • Déficit motor, parcial ou total c/ hipotonia.
      • Distúrbio da marcha.
      • Hiporreflexia, amiotrofia.
      • Investigação diagnóstica:
      • ENG: condução nervosa com diminuição da velocidade (lesão da mielina) ou da amplitude (lesão axonal).
      • Hemograma, VHS, Bioquímica, Sorologias.
      • Biópsia raramente necessária.
    77. HIV e Sistema Nervoso
      • Fase Aguda:
        • Síndrome mononucleose-símile
        • Cefaléia
        • Meningite asséptica
        • Leucoencefalites
        • Mielite transversa
        • Sintomas psicóticos
        • Paralisia facial periférica
        • Plexite braquial
        • Sind. de Guillian-Barré
        • Mononeurite múltipla
        • Radiculopatias
        • Polimiosites
      • Fase Latente e Tardia:
        • Cefaléias primárias
        • Pleocitose persistente
        • Cefaléia
        • Menigite asséptica
        • Depressão
        • Ansiedade
        • Neuropatias desmielinizantes
        • Leucoencefalopatia desmielinizante
        • Deficiência B12
        • Demência associada ao HIV
        • Mielopatia vacuolar
        • Neuropatia periférica
        • Desordem cognitiva motora menor
        • Delirium, Distúrbio do humor e psicótico
        • Leucoencefalopatia vacuolar HIV
        • Ataxia sensorial pura
        • Miopatia - polimiosite
    78. Neuropatia sensitiva associada ao HIV
      • Pré-HAART (Schiffito G. Neurology 2002)
        • 20% neuropatia sintomática
        • 35% neuropatia assintomática
      • Fatores de risco
        • Idade
        • Deficiência nutricional
        • Etilismo
        • Baixa contagem CD4
        • “ Set point” alta carga viral
      • Polineuroatia Sensitiva Distal X Neuropatia Tóxica Antiretroviral
        • Forma de início
        • Relação temporal
        • Melhora com a retirada
        • Dosagem lactato sérico
        • Fatores de risco para neuropatia tóxica
        • Biópsia de pele
    79. Neuropatia sensitiva associada ao HIV
      • Características clínicas
        • Dor e sensação desagradável, bilateral, geralmente “em queimação”
        • Mais intensos na planta dos pés, piores a noite e após caminhar
        • Raramente fraqueza da musculatura interóssea
        • Reflexo aquileu diminuído ou ausente
        • Diminuição da sensibilidade vibratória distal, temperatura e dor
      • Diagnóstico
        • Uso ARV ou de drogas neuropáticas
        • Outras causa de neuropatias ( Atrapamento, Diabetes Mellitus, Etilismo, Deficiência B12)
        • LCR
        • ENMG
        • Teste sensorial quantitativo
      • Define diagnóstico se;
        • Pelo menos 1 sintoma:
          • Dor ou queimação nos pés e pernas
          • Agulhadas nos pés e pernas
          • Dormências pés e pernas
        • Um ou mais
          • Hiporreflexia aquileia
          • Hipopalestesia primeiro artelho
    80. Terapêutica
    81. Princípios Gerais da Terapia
      • Bom resultado: 30-40 % redução da dor.
      • Começar com doses baixas e aumentar lentamente.
      • Associar drogas com mecanismos de ação e efeitos adversos diferentes.
      • Analgesia vs Anestesia
        • ANALGESIA: Alívio da dor (parcial ou completo).
        • ANESTESIA: Alívio sensitivo completo (com ou sem perda da consciência).
      • Antidepressivos tricíclicos (TCAs)
      • Neurolépticos
      • Anticonvulsivantes
      • Antiarrítmicos
      • Bloqueio anestésico local e bloqueio simpático
      • Anestésicos tópicos
      • Opióides
      • Métodos não-farmacológicos
      Tratamento da Dor Neuropática
    82. Tratamento da Dor Neuropática: Agentes Comumente Usados 1 2 3 Olanzapina Ziprasidona Clorpromazina Topiramato Gabapentina Oxcarbazepina Venlafaxina Imipramina Amitriptilina
      • Neuropatia diabética
        • Amitriptilina
        • Gabapentina
        • Carbamazepina
        • Mexiletina
        • Desipramina
      • Neuralgia pós-herpética
        • Amitriptilina
        • Gabapentina
        • Mexiletina
        • Capsaicina
        • Opióides em altas doses
      Tratamento Farmacológico da Dor Neuropática
      • Neuralgia do trigêmeo
        • Gabapentina
        • Carbamazepina
        • Fenitoína
        • Clonazepam
        • Lamotrigina
    83. Pergunta 3
      • Qual destas afirmações sobre dor neuropática está ERRADA?
      • A Carbamazepina (CBZ) tem eficácia limitada em neuralgia pós-herpética.
      • A Amitriptilina (AMI) tem eficácia limitada em neuralgia neuralgia do trigêmeo.
      • A Gabapentina (GBP) tem eficácia limitada em neuropatia diabética.
    84. ANTICONVULSIVANTES e o tratamento da dor (“Analgesia Adjuvante”)
    85. Anticonvulsivantes & Dor Neuropática
      • Agentes utilizados:
        • Carbamazepina
        • Oxicarbazepina
        • Valproato/ ácido valpróico
        • Clonazepam
        • Topiramato
        • Difenilhidantoína/ fenitoína
        • Gabapentina
        • Lamotrigina
      • Dores neuropáticas:
        • Neuralgia do trigêmeo
        • Tabes dorsalis (sífilis 3aria)
        • Neuralgia pós-herpética
        • Dor pós-laminectomia
        • Neuralgia diabética Dor associada ao câncer
        • Neuralgia do glossofaríngeo
        • Neuralgia pós-trauma
      Diferentes agentes, diferentes mecanismos de ação: Diferentes doses e respostas em diferentes pacientes
    86. Inibição mediada por NA e 5-HT
      • Antidepressivos tricíclicos
        • Bloqueio adicional canais de Na.
        • Polineuropatia, NPH, lesão nervosa periférica.
        • Amitriptilina / Nortriptilina (75-150 mg/dia):
          • Monitorar sedação, hipotensão e efeitos anticolinérgicos).
      • Inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS)
        • Menos efetivos
    87. Ação nos Canais de Na
      • Carbamazepina
      • Neuralgia do trigêmeo (1962) NNT = 2,6
      • PNP diabética NNT = 3,3.
      • 200 mg/d aumentando até 600 – 1200 mg/d
      • Agranulocitose, Hiponatremia
      • Oxcarbazepina:
        • Neuralgia do trigêmeo
        • Melhor tolerabilidade. Uso bid.
      • Fenitoína:
        • Polineuropatia (PNP) diabética.
        • Menos eficaz que carbamazepina. Uso EV.
      • Lidocaína: Uso tópico
      • Lamotrigina (NT e PNP do HIV): Também anti-glutamatérgica.
    88. Hidantoína/ Fenitoína
      • Não causar depressão generalizada do SNC
      • Limita deflagração/ despolarização repetida dos potenciais de ação neuronais
      • Administração VO ou IV (lenta)
      • Concentração liquórica (LCR) igual à fração livre no plasma
      • Meia-vida (T 1/2) plasmática de 6-24 horas
      • Dose VO aguda excessiva acarreta sintomas cerebelo vestibulares
      • Toxicidade: alts. Cerebelo-vestibulares e comportamentais, osteopenia e anemia megaloblástica
      • Utilizada em convulsão parcial e tônico-clônica, mas não é eficaz em crises de ausência
      • Útil em alguns casos de neuralgia do trigêmio, mas outros agentes são mais eficientes
      • Inibe GABA transaminase, inibe canais de sódio e estabiliza membrana
      • Causa alopécia
      • Hepatotoxicidade
      • Teratogenicidade (spina bífida)
      Valproato/ Ácido valpróico
    89. Estrutura 3D da Gabapentina
    90. Gabapentina: Sensibilização dos Receptores NMDA
      • Sem ação GABAérgica.
      • Atuação nos canais de Cálcio e Glutamato?
      • Polineuropatia (PNP) diabética e neuralgia pós-herpética.
      • Doses de 1800 mg/d a 3600 mg/d (NNT ≈ 3)
      • Excreção renal.
      • Boa tolerabilidade.
    91. Gabapentina (NEURONTIN)
      • Em neuralgia pós-herpética,doses de 1800 – 3600 mg proporcionam:
        • Analgesia significativa (74% de melhora, vs 32% com placebo)
        • Melhora do sono, do humor e da qualidade de vida
      • Em neuropatia diabética, doses de 1800 mg proporcionam:
        • Analgesia significativa a partir da 2a semana
      • Na síndrome de Guillain-Barré, proporcionou:
        • Redução na necessidade de analgésicos opióides
        • Maior redução de dor que a obtida com a Carbamazepina
    92. Gabapentina (NEURONTIN)
      • INDICAÇÕES APROVADAS:
        • Crises convulsivas parciais, com ou sem generalização 2aria.
        • Neuropatia diabética
        • Neuropatia pós-herpética
        • Neuropatia dolorosa em síndrome de Guillain-Barré
      • POSOLOGIA:
        • Dose inicial:
          • 900 mg/dia, divididos em 3 tomadas
        • Dose-alvo:
          • A ser individualizada
          • Em dor neuropática, geralmente oscila entre 1800-3600 mg (i.e., até 6 cps/dia)
    93. Gabapentina (NEURONTIN)
      • APRESENTAÇÕES:
        • Comprimidos de 600 mg; caixas com 27 cps.
        • Cápsulas de 400 mg; caixas com 30 caps.
        • Cápsulas de 300 mg; caixas com 10 ou 30 cáps.
      • PRECAUÇÕES:
        • Intervalo entre doses não deve ultrapassar 12 horas
        • Superdose: Sonolência, diplopia, tonteira, fala arrastada e diarréia.
        • Ajuste de doses em nefropatas e hepatopatas.
        • Pode ocasionar alopécia e hipertrofia mamária.
    94. Pergunta 4
      • Quais das seguintes afirmativas sobre a Carbamazepina é FALSA?
      • É necessário ajuste de doses em nefropatas e hepatopatas graves.
      • O intervalo máximo entre as doses não deve exceder 24 horas.
      • Diplopia e diarréia podem ser sinais de superdosagem ( overdose).
    95. Gabapentina em Dor Neuropática (Neuralgia Pós-Herpética) Percentual de pacientes com percepção de melhora da dor (%) Dworkin RH, 2003
    96. Gabapentina vs CBZ em Dor Neuropática (Síndr Guillain-Barré) Percepção Seriada de Dor em Escala Analógica (0 a 10) Pandey CK, 2005
    97. Gabapentina em Dor Neuropática (Síndr Guillain-Barré) Percepção de Dor em Escala Analógica (0 a 10) Pandey CK, 2002
    98. Gabapentina em Dor Neuropática (Melhora da Dor Aguda ou Crônica) Melhora da Percepção de Dor (% de pacientes) Cochrane Database Review, 2005
    99. Pergunta 5
      • Qual das seguintes afirmativas sobre a Gabapentina é FALSA?
      • É um anticonvulsivante com propriedades analgésicas adjuvantes.
      • Seu mecanismo de ação é essencialmente GABAérgico.
      • As doses utilizadas em dor neuropática costumam ser superiores às doses em epilepsia, e costumam se situar entre 1800-3600 mg/dia.
    100. Mecanismos Diversos
      • Opióides
        • Inibição central
      • Capsaicina
        • Depleta substância P
      • Agonistas α -adrenérgicos (tizanidina, clonidina)
    101. Peptídeos Endógenos e Dor
      • Peptídeos Endógenos: Compostos naturais ( beta endorfinas), que se ligam a receptores opióides.
      • Narcóticos = que causa estupor, sono
      • Opióides
      • Análogos da Morfina:
        • Agonistas : Morfina, Heroina, Codeina.
        • Agonistas Parciais: Nalorfina e Levalorfan
        • Antagonistas : Naloxona
      • Derivados Sintéticos
        • Fenilpiperidinas ( Meperidina e Fentanil)
        • Metadona ( Metadona e Dextropropoxifeno)
        • Benzomorfan ( Pentazocina )
        • Tebaina ( Etorfina)
      • Receptores opióides
      • Receptores 
        • maioria dos fármacos em baixas doses tem ação preferencial  .
      • Receptores  1,  2 e  3
        •  1 - analgesia em nível medular,
        •  2 - não se sabe suas propriedades farmacológicas,
        •  3 - aliviam a dor através de mecanismos supramedulares; não se identificou nenhum antagonista seletivo para o  3.
      • Receptores  1 e  2
        • As encefalinas são os ligantes endógenos dos receptores  .
        • Produzem analgesia em nível medular e supramedular
      • Estudos foram utilizados c/ antagonistas específicos: somatostatina (  ) ; natrindol (  ) ; binaltorfimina (  )
    102. Opióides: Mecanismo de Ação
      • Mecanismo de ação:
        • Inibem adenilciclase e reduzem cAMP (?)
        • Provocam abertura dos canais de K e inibem os de Ca na membrana : diminuem assim atividade neuronal ou aumentam quando inibir sistemas inibitórios.
        • Diminuem liberação de neurotransmissores
      • Depressão respiratória :
        • Receptor µ
        • Doses terapêuticas diminuem a sensibilidade do CR ao > pCO2
        • Não ocorre depressão concomitante da função cardiovascular.
      • Náuseas e vômitos
        • Ocorrem em 40% dos pacientes
        • Ação na área postrema (ZQR) da medula
      • Analgesia:
        • Dores agudas e crônicas,exceto as neuropaticas (ex: neuralgia do trigêmio)
        • Efeito antinoceptivo e no componente afetivo (sistema limbico: euforia )
      • Euforia : poderosa sensação de bem-estar e contentamento, dependendo da situação do paciente, é mediada por receptores µ .
      • Disforia: mediada por receptores K (principalmente com nalorfina)
      • Dependência : receptores µ , sistema mesolímbico dopaminérgico
      • Trato gastrintestinal :
        • Via receptores :µ k
        • Aumenta o tonus e diminui a motilidade (constipação)
        • Aumenta pressão sobre o trato biliar
      • Outras ações:
        • Libera histamina nos mastócitos:
        • Efeito local = coceira
    103. Dúvidas?
      • Claudio Pericles, MD, MBA, MSc
      • [email_address]
      • (0xx21) 7641-1195
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