Aula de desenvolvimento de produtos

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Aula de desenvolvimento de produtos

  1. 1. Aula de Desenvolvimento de Produtos Profº: Marcelo de Carvalho Reis
  2. 2. Desenvolvimento de Produtos Geração de idéias e conceitos para novos produtos
  3. 3. Consumidor Pesquisa de Marketing DistribuiçãoProdução Planejamento do Produto Projeto do produto (Adaptado de Clausing, 1993)
  4. 4. Geração de Idéias Estímulo ApoioComunicação Reconhecimento
  5. 5. As Ideias de Produtos pode vir de......... •Vontades •DesejosPercepção de... •Necessidades •Problemas •Deficiências •Tendências •Locomoção Que se •Opiniões •Educação / Informação expressam •Reclamações através de.... •Modas •Críticas •Padrões de consumo •Hábitos do dia a dia •Eventos
  6. 6. As Ideias de Produtos pode vir de......... •Espontâneo •Discussões •Formal e Sistemático •BrainstormingMétodos •Pesquisa •Laboratório •Observação •Sistema de sugestões •Funcionários •Jornais, Revistas, Rádios, TV •Sessões de Grupo •SemináriosFontes •Estatísticas •Inventores •Distribuidores •Clientes •Instituições de Pesquisa
  7. 7. Roteiro do Desenvolvimento de Novos ProdutosIdéia Produto Potencial Avaliação do Produto Potencial Desenvolvimento do Conceito Protótipo Pré-teste Plano de Lançamento Teste de Mercado Lançamento Gerenciamento
  8. 8. Conceitos Projeto e Engenharia Testes Lançamento Geração de IdéiasOportunidade Identificação
  9. 9. Pensamento Lateral
  10. 10. O que é o pensamento lateral
  11. 11. O que é o pensamento lateral
  12. 12. O que é o pensamento lateral
  13. 13. O que é o pensamento lateral
  14. 14. O que é o pensamento lateralHá muitos anos, quando alguém que devia dinheiro podia ser posto naprisão, um mercador londrino teve a infelicidade de dever a um agiotauma grande soma. O agiota, que era velho e feio, estava apaixonado pelafilha do mercador, uma bela adolescente. E propôs ao pai um negócio:disse que cancelaria a dívida do mercador se, em troca, pudesse ter amoça.Tanto o mercador quanto a filha ficaram horrorizados com essa proposta.Então, o esperto agiota propôs que deixassem a Providência decidir aquestão. Disse-lhes que colocaria duas pedrinhas, uma preta e outrabranca, em uma bolsa vazia, e a jovem teria de pegar uma daspedrinhas. Se pegasse a preta, tornar-se-ia sua esposa e a dívida do paiseria cancelada; se pegasse a branca, permaneceria com o pai e a dívidatambém seria cancelada. Mas se a jovem se recusasse a tirar uma daspedrinhas, o pai seria posto na cadeia e ela morreria de fome.
  15. 15. O que é o pensamento lateral Relutante, o mercador concordou. Estavam conversando em um passeio juncado de seixos no jardim do mercador, e o agiota curvou-se para pegar as duas pedrinhas. A moça, olhos aguçados pelo medo, percebeu que ele escolhera duas pedrinhas pretas, enfiando-as na bolsa. Então, pediu a ela que pegasse a pedrinha que decidiria seu destino e o de seu pai. Imagine-se parado ali, no jardim do mercador, O que você teria feito se fosse a jovem infeliz? Se tivesse tido de aconselhá-la, que conselho lhe teria dado?Que tipo de pensamento você usaria para resolver o problema? Talvezvocê acredite que uma cuidadosa análise lógica servisse para solucioná-lo, caso houvesse uma solução. Essa espécie de pensamento é o típicopensamento vertical. A outra espécie é o pensamento lateral.
  16. 16. O que é o pensamento lateralQuem pensa de forma vertical não poderia ser de grande ajuda a umajovem nessa situação. Da forma como quem pensa assim analisa oproblema, existem três possibilidades:1- A jovem deveria se recusar a tirar uma pedrinha.2- A jovem deveria denunciar o agiota, mostrando que havia duas pedrinhaspretas na bolsa.3- A jovem deveria tirar uma pedrinha preta e sacrificar-se para evitar que opai fosse para a prisão.
  17. 17. O que é o pensamento lateralNenhuma dessas sugestões é de grande ajuda, pois se a moça não tira umapedrinha, o pai vai para a prisão, e se tira, então tem de se casar com oagiota.Essa história demonstra a diferença entre pensamento vertical epensamento lateral. Os que pensam na vertical preocupam- se com o fatode que a jovem tem de tirar uma pedrinha. Os que usam o pensamentolateral preocupam-se com a pedrinha que foi deixada para trás. Os quepensam na vertical escolhem o ponto de vista mais razoável a respeito deuma situação e passam, lógica e cuidadosamente, a pô-lo em ação. Os quepensam na lateral tendem a explicar todos os modos diferentes de encararalguma coisa, em vez de aceitar o modo mais promissor e partir daí.
  18. 18. O que é o pensamento lateral O que a jovem da história fez foi enfiar a mão na bolsa e tirar uma das pedrinhas. Sem olhá-la, ela se atrapalhou e deixou a pedrinha cair no caminho, onde esta imediatamente se perdeu no meio de todas as outras.— Oh, como sou desastrada! — disse, então. — Mas não tem importância...Se o senhor olhar na bolsa, poderá saber qual foi a pedrinha quepeguei, pela cor da que ficou.Uma vez que a pedrinha que ficara na bolsa era, evidentemente, preta, deve-se concluir que ela tirara a pedrinha branca, uma vez que o agiota nãoousará admitir sua desonestidade. Dessa forma, utilizando o pensamentolateral, a moça transformou o que parecia uma situação impossível em umasituação extremamente vantajosa. Ela, na verdade, saiu-se melhor do que seo agiota tivesse sido honesto e colocado na bolsa uma pedrinha preta e outrabranca, pois, nesse caso, ela só teria cinqüenta por cento de chance de sesalvar.
  19. 19. O que é o pensamento lateral Pensamento Vertical Pensamento LateralSim/Não – Exige Não se baseia no Sim/Não.encadeamento lógico e sempre Pode-se adotar um conceitocerto. O Não (errado) é sabidamente errado e seguirdescartado em frente.Usa a informação pelo seu Usa a informação pelo efeito designificado provocar novas idéiasO pensamento deve ter Podem ser dados saltoscontinuidadeSe concentra no que é Acolhe as intrusões ao acaso erelevante menos relevantesSe movimenta nas direções Explora as menos prováveismais prováveis
  20. 20. Identificação do Produto Potencial Questionário para triagem de ideias Descrição Sumária do Produto SugeridoDescreva sumariamente o produto, suas características intrínsecas(design, material, tecnologia) e extrínsecas (preço, marca, apelo devendas), seus diferenciais, seus pontos fortes e fracos e suas justificativas.................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................
  21. 21. Viabilidade Aparente Questionário para triagem de idéiasO Produto sugerido enquadra-se na política de produtos da empresa? Sim Não Por quê?.......................................O produto sugerido está aparentemente livre de restrições legais, jurídicas dequalquer natureza? Sim Não Por quê?.......................................O produto sugerido é aparentemente viável do ponto de vista técnico? Sim Não Por quê?.......................................O produto sugerido é aparentemente viável do ponto de vista industrial /operacional? Sim Não Por quê?.......................................O produto sugerido é aparentemente viável do ponto de vista mercadológico? Sim Não Por quê?.......................................O produto sugerido é aparentemente viável do ponto de vista financeiro? Sim Não Por quê?.......................................
  22. 22. Desenvolvimento do ConceitoQuem é o consumidor?Como ele se comporta?O que ele quer do produto?O que ele mais valoriza no produto?O que oferecem os concorrentes?
  23. 23. Desenvolvimento de Produtos Melhorando idéias e conceitos para novos produtos
  24. 24. Edward de Bono’s…“Seis chapéus”
  25. 25. Por que seis chapéus? Os seis chapéus formam uma ferramenta para o pensamento paralelo O sistema liberta da forma argumentativa tradicional Apresenta as perspectivas de um problema lado a lado Permite separar as diferentes formas de pensar um problema, mas vendo o conjunto Oferece uma ferramenta para gerenciar os pensadores e as formas de pensar
  26. 26. Por que seis chapéus? Os chapéus coloridos permitem fazer do pensamento abstrato um processo concreto Pode focar todos os membros do grupo Os membros podem trocar de papéis de forma rápida e fácil Os chapéus indicam um papel. Simbolizam o instante
  27. 27. Por que seis chapéus? Cada chapéu representa um diferente tipo de pensamento, mutuamente exclusivos. Seis, porque têm se mostrado o número certo e o máximo que as pessoas lembram, em média. Os chapéus não são categorias de pensadores, mas podemos ter nossas preferências. Os chapéus ajudam a administrar as preferências.
  28. 28. Chapéu Branco: Informação  Que informação está disponível?  Que informação desejamos?  De que informação precisamos?  Como estamos indo na busca por informações?  Trata-se de FATOS, não especulação.  Quais os pontos conflitantes?
  29. 29. Chapéu Vermelho: Sentimentos  Quais são meus sentimentos agora?  O que minha intuição me diz?  Quais minhas convicções?  Limite-se a poucos minutos  Não precisa justificativa  Pode ser usado antes ou depois de uma decisão
  30. 30. Chapéu Preto: Precaução  Quais os possíveis problemas?  Quais as possíveis dificuldades?  Quais os principais pontos para precaução?  Qual é o risco?  Razões lógicas para o risco.  Uma ferramenta poderosa para ―taxações‖.  Identifica obstáculos
  31. 31. Chapéus Amarelo: Benefícios  Quais os benefícios?  Quais os pontos positivos?  Há algum ponto atrativo em especial nesta idéia?  Isto pode funcionar?  Requer esforço deliberado.  Deve-se dar razões do porquê uma idéia funcionaria.  Um forte opositor ao Chapéu Preto.
  32. 32. Chapéu Verde: Criativo  Há outras formas de fazer isto?  O que mais podemos fazer aqui?  Quais são as possibilidades?  O que pode vencer nossas dificuldades?  Idéias novas  Alternativas  Pensar for a do quadrado
  33. 33. Chapéu Azul: Processo  Qual nossa agenda?  Qual nosso próximo passo?  Qual chapéu estamos usando agora?  Como podemos resumir a discussão?  Qual nossa decisão?  Facilitador.  Aberto a todo a qualquer momento.  Focaliza e refocaliza o pensamento.
  34. 34. Seqüências e Cenários
  35. 35. Chapéu Branco pensandoFatos: Identificando e comunicando todos os fatos relevantes. Juntando todos osdados perdidos necessários para um projeto, solução de um problema, tomada dedecisão, de forma a chegar a uma conclusão.Chapéu Amarelo pensandoBenefícios: Achando e identificando o valor, quão praticável pode ser a idéia e osseus benefícios. Propostas, sugestões ou soluções potenciais. Um afastamento dohábito de matar ideias assim que elas chegam.Chapéu Preto pensandoDificuldades: identificando todas as razões lógicas do porquê alguma coisa podenão funcionar. Usar isto na concepção de um plano (projeto) que irá eliminarfalhas antes da ação, garantindo o sucesso.
  36. 36. Chapéu Verde pensandoPensamento criativo: Gerando ideias e alternativas. Expandindo suasopiniões. O mundo do possível. Gerando ideias que superem as dificuldadesapontadas pelo pensamento via chapéu preto. Projetando seu caminho parao futuro.Chapéu Vermelho pensandoIntuição: comunicando suas ―sacadas‖, instintos básicos ou sentimentossobre o assunto. Permite à mente se mover além das reações iniciais, indoao trabalho produtivo de explorar um assunto de forma completa.Chapéu Azul pensandoControle do processo: criando planos de raciocínio que irão gerar asbases do pensamento de tal forma a alcançar os resultados desejados.Pensando como se deve pensar, antes de se iniciar o pensamento.
  37. 37. ExercícioA partir do uso das duas técnicas, responda: Houve uma idéia que se mostrou claramente melhor do que a outra? Houve uma cor (chapéu) mais destacada? Houve melhoria de uma ou das duas idéias? Foram detectados empecilhos claros para uma ou as duas idéias? Avalie o exercício
  38. 38. Estudo de caso (em duplas)
  39. 39. Desenvolvimento de um estudo de casoHistórico do desenvolvimento• Apresentação da história do desenvolvimento do produto em questão e, fundamentalmente, os contextos históricos do momento da criação do produto.• Um resumo cronológico (timeline) do processo estudado.
  40. 40. Desenvolvimento de um estudo de casoFator desencadeador do produto• Explicitar, com riqueza de detalhes, qual ou quais os fatores que sinalizavam a potencialidade do produto quando de sua concepção.• Como os envolvidos no processo buscaram se certificar da veracidade ou quantificar as potencialidades destes fatores.
  41. 41. Desenvolvimento de um estudo de casoPúblico-alvo• Qual o público-alvo para o produto desenvolvido.• Como a organização, ou o indivíduo criador do produto, planejavam atingir este público.• Como de fato ocorreu.
  42. 42. Desenvolvimento de Produtos
  43. 43. Estratégias Relacionadas ao Desenvolvimentode ProdutosInovação como estratégiaVelocidade como estratégiaProliferação de ProdutosDesign como estratégiaDiferenciação pelo valor
  44. 44. Inovação como EstratégiaInovação de Cima para BaixoA alta administração cria as condições e o clima para a inovação.Identifica mercadosTransforma de forma rápida e eficientemente lacunas de mercadoem produtosRequer Alta administração com visão sólida sobre onde inovar e como mobilizar pessoas; Sólida cultura tecnológica e capacidade de desenvolver tecnologia inovadora; Claro sentido de consumidor, para enfocar esforços em produtos realmente desejáveis; Persistência administrativa para suportar mudanças de mercado.
  45. 45. Inovação como Estratégia Inovação de Baixo para Cima Raro, porque geralmente as condições inexistem. Podem ser impulsionados:  Promovendo um clima de encorajamento e recompensa;  Tolerar fracassos inteligentes e criativos;  Implementar mecanismos administrativos, coletando, selecionando e patrocinando idéias;Geralmente ocorrem em empresas com a mentalidade Inovadora
  46. 46. Algumas definições *Tecnologia Conjunto de processos pelos quais uma organização transforma mão- de-obra, capital, materiais e informação em produtos e serviços de grande valor. Está envolvida em: Engenharia; Produção; Marketing; Investimento; Processos de Administração. Inovação É a mudança empreendida em alguma das tecnologias apresentadas:  Incremental  Ruptura
  47. 47. Tecnologias Incrementais Voltadas para melhorar o desempenho de produtos estabelecidos, através da sinalização demonstrada pelos clientes habituais nos principais mercados. Esforços para oferecer melhores produtos do que seus concorrentes, obter maiores margens de lucro através do valor oferecido nos produtos, muitas vezes oferecendo mais do que os clientes estariam dispostos a pagar.
  48. 48. Tecnologias de Ruptura Inovações que resultam em pior desempenho de produtos, no curto prazo, oferecendo margens menores às empresas atuantes no mercado. Trazem ao mercado uma proposição de valor muito diferente daquela disponível até então. Oferece atributos que vão despertar novos benefícios aos seus usuários, criando assim uma nova base de valor que irá sustentar o desenvolvimento de nova arena competitiva.
  49. 49. Impacto da mudança tecnológica Incremental e de Ruptura Desempenho demandado na extremidade alta do mercadoDesempenho do Produto Desempenho demandado na Inovação extremidade baixa tecnológica do mercado de ruptura Tempo
  50. 50. Ganhos de produtividade a longo prazo Introdução de uma novaCusto unitário ($) arquitetura do processo Introdução de inovações incrementais do processo tempo
  51. 51. Surtos de Produto Inovador melhorias na tecnologia estabelecidaDesempenho do Produto Produto Estabelecido T1 T2 T3
  52. 52. Custo do Produto Surtos de melhorias Produto Estabelecido na tecnologia estabelecida Produto Inovador T1 T2 T3
  53. 53. Modelo de inovação do produto e do processo *de Abernathy e Utterback*Taxa de inovações importantes;Modelo ou projeto dominante – divisor de águas para a padronização, dandoinício à concorrência por custo e escala - processo; 3 fases em função das características do processo de inovação de produto e processo: • Fase Fluida • Fase Transitória • Fase ESpecífica * UTTERBACK, James T. - Dominando a dinâmica da inovação
  54. 54. Modelo da Inovação do Produto e Processo A dinâmica da inovação Inovação do produtoTaxa de inovações importantes Fase fluida Fase transitória Fase específica
  55. 55. Modelo da Inovação do Produto e Processo A dinâmica da inovação Inovação do produtoTaxa de inovações importantes Inovação do processo Fase fluida Fase transitória Fase específica
  56. 56. Modelo da Inovação do Produto e Processo A dinâmica da inovação Inovação do produtoTaxa de inovações importantes Inovação do processo Fase fluidaGrande volume de mudanças com resultado absolutamente incerto,onde a competição se dá em função da busca do modelo adequado
  57. 57.  Grande volume de mudanças no produto  Simultaneidade de propostas de projeto  Resultado altamente incertoTaxa de inovações importantes  Tecnologia do produto é rudimentar, cara e pouco confiável  Atende a necessidade desejável de nichos de mercado  Foco de P&D não-específico em função do grau de incerteza técnica  Competição pelo desempenho e características do produto Fase fluida
  58. 58. Modelo da Inovação do Produto e Processo A dinâmica da inovação Taxa de inovações importantes Inovação do produto Inovação do processo Fase transitóriaPeríodo em que surge um projeto dominante, que tem larga aceitação pelomercado e molda a forma como a concorrência irá se desenhar a partir daí
  59. 59.  Aceitação pelo mercado de uma inovação para o produto  Surgimento de um projeto dominante com volume de produção significativoTaxa de inovações importantes  Foco se desloca para o processo  Busca por produtividade e custo  Maior vinculação entre inovações de produto e processo  Necessidade de administração do crescimento organizacional  Grandes mudanças no processo impostas pelo crescimento da demanda Fase transitória
  60. 60. Modelo da Inovação do Produto e Processo A dinâmica da inovação Inovação do produto Taxa de inovações importantes Inovação do processo Fase específicaCom o projeto definido, esta fase busca ganhos de competitividade a partirda relação qualidade-custo, com alta concorrência de empresasoligipolizadas
  61. 61.  Inovação se torna incremental para o produto, commelhorias cumulativas na produtividade e naqualidade Concorrência baseada na relação qualidade-custo Produtos padronizados e não-diferenciados Produção eficiente com capital intensivo Elevado custo para mudanças Grande escala de produção Inovação baseada em acompanhamento e controledo resultado Fase específica
  62. 62. Estratégias Relacionadas ao Desenvolvimento deProdutosInovação como estratégiaVelocidade como estratégiaProliferação de ProdutosDesign como estratégiaDiferenciação pelo valor
  63. 63. Velocidade como estratégia ―Geralmente, se um concorrente orientado para o tempo puder estabelecer uma resposta três ou quatro vezes mais rápida que seus concorrentes, crescerá pelo menos três vezes mais rapidamente e será pelo menos duas vezes mais lucrativo do que a média dos concorrentes da indústria‖ * Vantagens da Rapidez no lançamento de novos produtos: Rapidez como Meio de Obter uma Gama de Oportunidades; JVC X SONY – Vídeo*George Stalk, Jr., Thomas M. Hout, Competing Against Time (New York: The Free Press, 1990)
  64. 64. Rapidez como Meio de Explorar a Vantagem da InovaçãoCurva deReceita paraProdutoslançados atempo Receit a ($) Curva de Receita por demora no lançamento Tempo d W= Gama de mercado 2W d (3W d ) Perda de Re ceita Re ceita total esperada 2W 2
  65. 65. Rapidez como um Meio de Reduzir os Riscos O risco aumenta com o tempo entre a 100 % concepção e a realização Capacidade de reagir às Conhecimento de expectativas mudanças nas necessidades específicas de mercado do mercado relacionadas ao produto 0% Concepção Criação Realização
  66. 66. Padrões de inovação para produtos montados e não-montadosTaxa de inovação de produto XTaxa de inovação de processo
  67. 67. Estratégias Relacionadas ao Desenvolvimento de ProdutosInovação como estratégiaVelocidade como estratégiaProliferação de ProdutosDesign como estratégiaDiferenciação pelo valor
  68. 68. Proliferação de Produtos Quando bem feita (sem a penalidade dos custos) pode ser uma das maneiras mais rápidas de vencer concorrentes. GM X Ford – 1920 Carro do ano, 4 linhas, vários modelos. Para concorrentes mais fracos Honda com 80 modelos e 113 alterações X Yamaha com 34 modelos e 37 alterações. Yamaha perdeu 50% de participação Battenfeld – Injetoras Da menor à maior do mundo SONY - Walkman
  69. 69. Proliferação de Produtos Política de novos produtos Diversificação ou Concentração? Troca de ―Turismo‖ de Ferramentas MateriaisCusto de Custo daEstocagem Supervisão Desvantagens e Vantagens da DiversificaçãoAdaptação aos CompensarClientes Estabilidade do Variações Funcionamento Sazonais
  70. 70. Proliferação de Produtos Política de novos produtos Estratégia de Linha de ProdutosInter-relação com Inter-relação com a Integração Verticalo mercado tecnologia Estratégia da Linha de ProdutosEconomia de escala Economia de escala de Massa crítica dede Processo Distribuição Publicidade
  71. 71. Proliferação de Produtos Política de novos produtos Formar família diversificada de produtos pela combinação na montagem de peças comuns de vários produtosPromoção do Segmento de Conceito doConceito do Mercado SegmentoSegmento Família Conceitual de Produtos
  72. 72. Estratégias Relacionadas ao Desenvolvimento de ProdutosInovação como estratégiaVelocidade como estratégiaProliferação de ProdutosDesign como estratégiaDiferenciação pelo valor
  73. 73. Design como estratégiaPré-atenção Imagem ambígua
  74. 74. Hipótese Visual
  75. 75. Regras de Gestalt Regra da ProximidadeRegra da Similaridade Regra da Continuidade
  76. 76. Curva de Berlyne PositivoIndiferente Baixo Complexidade Visual Alto Negativo Ponto ótimo de complexidade visual
  77. 77. http://www.bang-olufsen.com/web2/
  78. 78. Estratégias Relacionadas ao Desenvolvimento deProdutosInovação como estratégiaVelocidade como estratégiaProliferação de ProdutosDesign como estratégiaDiferenciação pelo valor
  79. 79. Diferenciação pelo valor Funções Valor CustosFunções de um produto: Definidas com verbos + substantivos Custo financeiro Custos Custo Físico Custo Temporal
  80. 80. Análise da estratégia de uma empresapara novos produtos
  81. 81. Estratégias Relacionadas ao Desenvolvimento deProdutosInovação como estratégiaProliferação de ProdutosVelocidade como estratégiaDesign como estratégiaDiferenciação pelo valor
  82. 82. Pesquise uma empresa que tenha como abordagem, para sualinha de produtos, uma das cinco possibilidades estudadas. Façaisto verificando no mix de produtos atual e no histórico delançamentos da empresa como ela se comporta. Apresente dadosAs linhas de produtos ou;Prazos para entrada de novos produtos ou;Figuras e fotos de linhas de produtos ou;Comparações de mercado.Fundamente sua conclusão quanto à estratégia que aempresa adota.
  83. 83. Desenvolvimento de Produtos Escolhendo idéias e conceitos para novos produtos
  84. 84. Gestão do Portfólio de produtosProcesso estruturado de decisão sobre quais produtos devemou não ser desenvolvidos, continuados ou descontinuados.Relaciona-se ao Planejamento Estratégico da EmpresaPara novos produtos devem ser tomadas as decisões: Criar novos projetos; Aprovar ou não o projeto em desenvolvimento; Redirecionar um projeto; Congelar um projeto; Cancelar um projeto.
  85. 85. As decisões são tomadas para:Maximizar o retorno financeiro: o conjunto deprojetos do produto deve trazer a maior rentabilidadepossível para a empresa.Alinhar com a estratégia da empresa:mensurar o grau com que tais projetos se alinham com asmetas estratégicas da empresa.Balancear o portfólio de projetos: visaminimizar os níveis de risco através do balanceamento deprojetos muito inovadores com outros, “mais incrementais”de menor risco.
  86. 86. Modelo baseado em notas (score) Matriz de Hierarquia Flexibilidade Nicho de Custo de de Mercado operação expansão Nicho de Mercado 1 2 3 Custo de operação 1 0 1 Flexibilidade de expansão 0 2 22 – mais importante; 1 – Igual importância; 0 – menos importante
  87. 87. Modelo baseado em notas (score) Analisando o Projeto A Peso Aval. A Aval. B Aval. C MédiaNicho deMercado 3 5 4 3 4,0Custo deoperação 1 3 4 4 3,7Flexibilidadede expansão 2 4 4 5 4,3
  88. 88. Modelo baseado em notas (score) Comparando Vários ProjetosRanking de Projetos de Novos Produtos Projeto A 4,05 Projeto B 3,67 Projeto C 3,23 Projeto D 2,98
  89. 89. ExercícioProduto Pessoal
  90. 90. Priorizando Objetivos Profissionais / Pessoais Mais Experiência Posição de Ter Internacional gerência Empreender Família tempo filho Score livre Experiência Internacional 1 1 2 0 2 6 Posição de gerência 1 2 2 1 2 8 Empreender 1 0 2 1 2 6 Família 0 0 0 0 1 1 Mais tempo Livre 2 1 1 2 2 8 Ter filho 0 0 0 1 0 12 – mais importante; 1 – Igual importância; 0 – menos importante
  91. 91. Idéias para minha carreira/vidaProjeto Descrição 1 Mudar de setor na mesma empresa 2 Mudar de empresa na mesma área 3 Mudar de área 4 Nova graduação
  92. 92. Analisando o Projeto 1 Mudar de setor na mesma empresa Nota Peso Aval. A Aval. B Aval. C Resultado MédiaExperiência 6 5 3 1 3 18InternacionalPosição de 8 2 3 3 2,6 20,8gerênciaEmpreender 6 4 5 5 4,6 27,6Família 1 4 4 4 4 4Mais tempo Livre 8 2 3 5 3,3 26,4Ter filho 1 3 5 3 3,6 3,6Média Ponderada 3,34
  93. 93. Comparando Vários ProjetosProjeto Descrição Resultado 1 Mudar de setor na mesma 3,34 empresa 2 Mudar de empresa na mesma área 4,17 3 Mudar de área 3,05 4 Nova graduação 2,04
  94. 94. Veja mais aulas, confira nossa biblioteca virtual no SlideShare.

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