Terceiro Módulo - 11ª aula - O fluido cósmico (ou universal) e seus derivados
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Terceiro Módulo - 11ª aula - O fluido cósmico (ou universal) e seus derivados Terceiro Módulo - 11ª aula - O fluido cósmico (ou universal) e seus derivados Presentation Transcript

  • O FLUIDO CÓSMICO (OU UNIVERSAL) E SEUS DERIVADOS “ Nunca nos cansaremos de repetir que mediunidade é sintonia. Subamos aos cimos da virtude e do conhecimento e a mediunidade, na condição de serviço de sintonia com o Plano Divino, se elevará conosco.” Chico Xavier
    • Os Espíritos confirmaram que a mesma matéria elementar é suscetível de passar por todas as modificações e adquirir todas as propriedades, acrescentando ainda que "tudo está em tudo" (L.E.).
    • O fluido universal é a matéria, primitiva. "Ele está colocado entre o Espírito e a matéria" (L.E.), exercendo o papel de intermediário, para que o Espírito possa atuar de alguma forma sobre ela.
    • Através dos fluidos, em suas inumeráveis combinações com a matéria, os Espíritos podem produzir uma infinita variedade de coisas. Ele,
    • "sendo o agente de que o Espírito se serve, é o princípio sem o qual a matéria permaneceria em perpétuo estado de dispersão, e não adquiriria jamais as propriedades que a gravidade lhe dá" (L.E).
    • "Como princípio elementar universal, oferece dois estados distintos: o de eterização ou de imponderabilidade, que se pode considerar como o estado normal primitivo, e o de materialização ou de ponderabilidade [...] O intermediário é o da transformação do fluido em tangível; porém, ainda neste assunto, não há uma transição brusca, pois podem-se considerar nossos fluidos imponderáveis como um termo médio entre os dois estados" (GE., Cap. XIV, item 2).
    • Cada um desses estados dá lugar a fenômenos especiais: os do mundo visível - fenômenos materiais, que são da alçada da ciência propriamente dita - e os do mundo invisível, chamados fenômenos espirituais ou psíquicos - objetivo principal da atenção do Espiritismo.
    • Diz André Luiz que, na criação, do macro ao micro, percebemos as:
    • "manifestações da Eterna Sabedoria que mobiliza agentes incontáveis para a estruturação de sistemas e formas, em variedade infinita de graus e fases, e entre o infinitamente pequeno e o infinitamente grande surge a inteligência humana, dotada igualmente da faculdade de mentalizar e co-criar empalmando, para isso, recursos intrínsecos à vida ambiente". (Mecanismos da mediunidade, Cap. IV, pág. 43).
    • É onde os poderes do Espírito se manifestam. Das inumeráveis modificações do fluido universal surge o chamado fluido elétrico, ou fluido elétrico animalizado, fluido magnético, princípio ou fluido vital, etc...
    • "O perispírito, ou corpo fluídico dos Espíritos, é um dos produtos mais importantes do fluido cósmico; é uma condensação desse fluido em torno de um foco inteligente ou alma" (GE, Cap. XIV, item 7).
    • Como:
    • "os Espíritos extraem o seu perispírito do ambiente em que se encontram, o que quer dizer que esse envoltório é formado de fluidos ambientais; daí resulta que os elementos constitutivos do perispírito devem variar segundo os mundos (GE, Cap. XIV, item 8).
    • É por isso que a constituição íntima do perispírito não é idêntica em todos os Espíritos encarnados ou desencarnados.
    • Com a evolução moral do Espírito, seu perispírito se modifica em cada encarnação, tornando-se mais sutil e eterizado. O princípio ou fluido vital é a causa da animalização da matéria.
    • Pode-se dizer que ele é efeito e causa, pois,
    • "a vida é um efeito produzido pela ação de um agente sobre a matéria. Esse agente, sem a matéria, não é vida, da mesma forma que a matéria não pode viver sem ele. É ele que dá vida a todos os seres, que o absorvem e assimilam" (LE, livro I, Cap. 4, perg. 62 e 63).
    • A vitalidade, portanto, é uma propriedade especial da matéria universal, devida a certas modificações desta.
    • Não é um atributo permanente do agente vital, mas se desenvolve com o corpo. É necessária a união entre ambos para produzir a vida. Pode-se dizer que a vitalidade permanece latente, enquanto que o agente vital ainda não se uniu ao corpo:
    • "O conjunto dos órgãos constitui uma espécie de mecanismo, impulsionado pela atividade íntima ou princípio vital que neles existe. O princípio vital é a força motriz dos corpos orgânicos. Ao mesmo tempo que o agente vital impulsiona os órgãos, a ação destes entretém e desenvolve o agente vital, mais ou menos como o atrito produz o calor" (LE, livro i, Cap. 4, comentário de Kardec na perg. 67a).
    • Os Espíritos atuam sobre os fluidos espirituais, manipulando-os por meio do pensamento e da vontade.
    • "Pelo pensamento, eles imprimem a tais fluidos esta ou aquela direção; eles os aglomeram, os combinam ou os dispersam; com eles formam conjuntos que tenham uma aparência, uma forma, uma cor determinadas; mudam suas propriedades (...) É a grande oficina ou laboratório, da vida espiritual (...) basta o Espírito pensar numa coisa para que tal coisa se produza, assim como basta modular uma ária para que a música repercuta na atmosfera" (GE, Cap. XIV, item 14).
    • O pensamento dos Espíritos pode, pois, modificar as propriedades dos fluidos, e esta ação gera consequências de uma importância direta e capital para os encarnados.
    • Os fluidos, originalmente neutros, ao se tornarem veículo do pensamento, ficam impregnados das qualidades boas ou más dos pensamentos que os põem em vibração.
    • Segundo tais circunstâncias, estas qualidades são temporárias ou permanentes, os que os tornam mais especialmente próprios para a produção de determinados efeitos.
    • Sob o aspecto moral, os fluidos trazem o cunho dos sentimentos exteriorizados de ódio, inveja, ciúme, orgulho, egoísmo, violência, hipocrisia, bondade, benevolência, amor, caridade, doçura, etc..
    • Com respeito ao lado físico, são excitantes, calmantes, penetrantes, adstringentes, irritantes, suavizantes, soporíferos, narcóticos, tóxicos, reparadores, expulsores, etc...
    • O quadro dos fluidos seria, pois, o de todas as paixões, virtudes e vícios da humanidade, e os das propriedades da matéria correspondentes aos efeitos que produzem.
    • O perispírito desempenha um papel preponderante no organismo, pois, por sua expansão, põe o Espírito encarnado em comunicação mais direta com os Espíritos livres e com outros encarnados.
    • Sendo o perispírito dos encarnados de natureza idêntica à dos fluidos espirituais, ele os assimila com facilidade. Esses fluidos têm sobre o perispírito uma ação direta, quando este, por expansão e por irradiação, mistura-se com eles. É, portanto, necessário que haja sintonia vibratória.
    • O perispírito, por sua vez, age sobre o organismo material com o qual está em contato molecular. Se os eflúvios forem de natureza boa, o corpo sente uma impressão salutar. Se forem maus, a impressão é penosa.
    • Se os fluidos maus forem permanentes e fortes, poderão determinar perturbações físicas. Ambientes desajustados estão impregnados de maus fluidos, que são absorvidos pelo perispírito, assim como miasmas pestilentos são absorvidos pelo corpo físico.
    • Não podemos esquecer que a irradiação fluídica, quer seja expressa através de palavras, de ações, ou não, nem por isso deixa de existir, e atua sempre no meio onde é produzida. O pensamento produz um tipo de efeito físico que reage sobre o moral. O homem o sente instintivamente, visto que procura as reuniões homogêneas e simpáticas, nas quais encontrará novas forças morais.
    • Como, pois, evitar a influência dos maus?
    • O meio é muito simples, pois depende da própria pessoa. Os fluidos se unem devido à similitude de suas naturezas. Fluidos dissemelhantes se repelem. Há incompatibilidade entre os bons e maus fluidos.
    • À invasão dos maus fluidos é preciso, pois, oporem-se os bons fluidos. E, como cada um tem no próprio perispírito uma fonte fluídica permanente, carrega consigo mesmo o remédio, criando forças repulsoras às más influências.
    • O perispírito é, portanto, uma couraça à qual é mister que se dê a melhor têmpera possível. As qualidades do perispírito são proporcionais às da alma. É, então, necessário trabalhar pelo melhoramento próprio, porquanto são as imperfeições da alma que atraem os maus fluidos .
  • ATRAÇÃO E REPULSÃO
    • Kardec deixa claro a importância do pensamento em nossas vidas:
    • "Possuímos em nós mesmos, pelo pensamento e a vontade, um poder de ação que se estende muito além dos limites de nossa esfera corpórea" (LE, Livro III, Parte, IV, nota de Kardec à questão 662).
    • São os nossos sentimentos e pensamentos que nos colocam em sintonia com os Espíritos, daí a importância de vigiarmos nossos pensamentos para que possamos atrair bons Espíritos e repelirmos os Espíritos inferiores mal-intencionados.
    • "Os bons Espíritos simpatizam com os homens de bem, ou suscetíveis de se melhorar; os Espíritos inferiores, com os homens viciosos ou que podem viciar-se; daí o seu apego, resultante de semelhança de sensações" (LE, Livro II, Cap. IX, parte V, questão 484).
    • Kardec perguntou aos Espíritos se o homem pode se afastar da influência dos Espíritos que o incitam ao mal, e obteve como resposta:
    • "Sim, porque eles só se ligam aos que os solicitam por seus desejos ou os atraem por seus pensamentos". (LE, Livro II, Cap. IX, parte I, questão 467).
    • Emmanuel nos explica:
    • " Precisamos compreender (...) que os nossos pensamentos são forças, imagens, coisas e criações visíveis e tangíveis no campo espiritual. "Atraímos companheiros e recursos, de conformidade com a natureza de nossas idéias, aspirações, invocações e apelos. "Energia viva, o pensamento desloca, em torno de nós, forças sutis, construindo paisagens ou formas e criando centros magnéticos ou ondas, com os quais emitimos a nossa atuação ou recebemos a atuação dos outros (...).
    • "Mentes enfermiças e perturbadas assimilam as correntes desordenadas do desequilíbrio, enquanto que a boa vontade e a boa intenção acumulam os valores do bem" (Emmanuel em Roteiro, cap. 28, "Sintonia", pag. 120).
    • "Se o homem pudesse contemplar com os próprios olhos as correntes de pensamento, reconheceria, de pronto, que todos vivemos em regime de comunhão, segundo os princípios de afinidade".
    • "A associação mora em todas as coisas, preside a todos os acontecimentos e comanda a existência de todos os seres (...)
    • "Assimilamos os pensamentos daqueles que pensam como pensamos. É que sentindo, mentalizando, falando ou agindo, sintonizamo-nos com as emoções e idéias de todas as pessoas, encarnadas ou desencarnadas, da nossa faixa de simpatia. Estamos invariavelmente atraindo ou repelindo recursos mentais que se agregam aos nossos, fortificando-nos para o bem ou para o mal, segundo a direção que escolhemos (...).
    • "O desejo é a alavanca de nosso sentimento, gerando a energia que consumimos, segundo a nossa vontade. Quando nos detemos nos defeitos e faltas dos outros, o espelho de nossa mente reflete-os de imediato, como que absorvendo as imagens deprimentes de que se constituem, pondo-se nossa imaginação a digerir essa espécie de alimento, que mais tarde se incorpora aos tecidos sutis da alma" (Emmanuel em Pensamento e Vida, cp. 8, pg. 39).
    • "Os médiuns, em qualquer região da vida, filtros que são de rogativas e respostas, precisam, pois, acordar para a realidade de que viveremos sempre em companhia daqueles que buscamos, de vez que, por toda parte, respiramos ajustados ao nosso campo de atração" (Emmanuel em Roteiro, cap. 35 "Entre as Forças Comuns", pg. 150).
    • Muitos dos que se perdem nos desvios do caminho, enveredendo nas zonas escuras dos excessos, exclamam que atendem às fatalidades do mundo, mas amanhã estarão com Jesus. Continua aquele Educador Espiritual:
    • "Todos os aprendizes dessa classe desconhecem que a vida em Cristo é equilíbrio justo, encarnando-lhe os sentimentos e os desígnios em todas as linhas do serviço terrestre" (Vinha de Luz, lição 148).
    • O mesmo autor espiritual completa seu pensamento em outra lição:
    • "Dia surge, porém, no qual o homem reconhece a grandeza do templo vivo em que se demora no mundo e suplica o retorno a ele, como trabalhador faminto de renovação, que necessita de adequado instrumento à conquista do abençoado salário do progresso moral para a suspirada ascensão às Esferas Divinas" (Emmanuel Roteiro, cap. 3, "O Santuário Sublime", pág. 21).
    • Conforme os próprios Espíritos, a lei de atração e repulsão que rege da estrutura atômica a todo Universo, nada mais é que uma modalidade da lei maior:
    • "Amai-vos uns aos outros, eis a lei divina, lei pela qual Deus governa os mundos. O amor é a lei de atração para os seres vivos e ironizados, e a atraçao é a lei do amor para a matéria orgânica" (LE, livro III, Cap. XI, parte III, q. 888).
    • E' portanto a lei de amor, a lei maior, conforme Jesus nos ensinou, um guia para a nossa evolução, quando nos leva a amar ao próximo cada vez mais.
  • BIBLIOGRAFIA:
    • Pensamento e vida - Emmanuel
    • Roteiro – Emmanuel
    • O Livro dos Espíritos