Primeiro Módulo - Aula 15 - Emancipação da alma

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Primeiro Módulo - Aula 15 - Emancipação da alma

  1. 1. EMANCIPAÇÃO DA ALMA
  2. 2. EMANCIPAÇÃO DA ALMA <ul><li>Chama-se emancipação da alma, o desprendimento do espírito encarnado, possibilitando-lhe afastar-se momentaneamente do corpo físico. </li></ul><ul><li>No estado de emancipação da alma, o espírito se desloca do corpo físico, os laços que o unem à matéria ficam mais tênues, mais flexíveis e o corpo perispiritual age com maior liberdade. </li></ul>
  3. 3. O SONO E OS SONHOS
  4. 4. O SONO E OS SONHOS <ul><li>Sono é um estado em que cessam as atividades físicas motoras e sensoriais. </li></ul><ul><li>Dormimos um terço de nossas vidas e o sono, além das propriedades restauradoras da organização física, concede-nos possibilidades de enriquecimento espiritual através das experiências vivenciadas enquanto dormimos. </li></ul>
  5. 5. O SONO E OS SONHOS <ul><li>Sonho é a lembrança dos fatos, dos acontecimentos ocorridos durante o sono. </li></ul><ul><li>Os sonhos, em sua generalidade, não representam, como muitos pensam, uma fantasia das nossas almas. </li></ul>
  6. 6. O SONO E OS SONHOS A Ciência e o Espiritismo <ul><li>A ciência oficial, analisando tão somente os aspectos fisiológicos das atividades oníricas (relativo aos sonhos)  ainda não conseguiu conceituar com clareza e objetividade o sono e o sonho. </li></ul><ul><li>Allan Kardec, através da codificação espírita, principalmente em O Livro dos Espíritos, cap. VIII - questões 400 a 455, analisou a emancipação da alma e os sonhos em seus aspectos fisiológicos e espirituais. </li></ul>
  7. 7. O SONO E OS SONHOS A Ciência e o Espiritismo <ul><li>O espírito jamais está inativo, têm a lembrança do passado e, às vezes, a previsão do futuro. </li></ul><ul><li>Adquire maior liberdade de ação delimitada pelo grau de exteriorização. </li></ul><ul><li>Podemos entrar em contato com outros espíritos encarnados ou desencarnados. </li></ul>
  8. 8. O SONO E OS SONHOS A Ciência e o Espiritismo <ul><li>Enquanto dormem, algumas pessoas procuram espíritos que lhes são superiores (estudam, trabalham, recebem orientações, pedem conselhos) </li></ul><ul><li>Outras pessoas procuram os espíritos inferiores com os quais irão aos lugares com que se afinizam.  </li></ul>
  9. 9. O SONHO PARA A PSICANÁLISE <ul><li>Distinguem-se, na história da psicologia dos sonhos, duas grandes fases </li></ul><ul><li>a) a anterior à publicação da Interpretação dos Sonhos de S. Freud, em 1900. </li></ul><ul><li>b) a posterior à publicação desta obra. </li></ul><ul><li>O critério delimitador é plenamente válido, pois foi com a Interpretação dos Sonhos que se introduziu o método de associação que tornou possível o estudo interpretativo do conteúdo significativo do sonho. (Enciclopédia Mirador) </li></ul>
  10. 10. O SONHO PARA A PSICANÁLISE <ul><li>Para Freud os sonhos são expressões disfarçadas de processos psíquicos inconscientes, profundos e extremamente significativos; revelações diretas, mas veladas, de desejos insatisfeitos. </li></ul><ul><li>Acrescenta que, se os nossos conflitos não encontram solução, encerram-se no subconsciente e convertem-se em complexos. Uma censura, o superego, impede que regressem à consciência. No entanto, podem se manifestar em forma de sonhos, neuroses etc.      </li></ul>
  11. 11. O SONHO PARA O ESPIRITISMO <ul><li>Para o Espiritismo, o inconsciente freudiano é o subconsciente, definido pelo Espírito André Luis, como a sede dos hábitos e dos automatismos . </li></ul><ul><li>O sonho se constitui das experiências que o Espírito vive no sono. </li></ul>
  12. 12. O SONHO PARA O ESPIRITISMO <ul><li>Divide-se em: </li></ul><ul><li>1) Sonho do Subconsciente - É o pensamento ensimesmado sobre si mesmo; o reflexo daquilo que se vivenciou durante o dia. Exemplo: se, depois de assistirmos a um filme de terror, formos dormir, poderemos sonhar com algumas dessas imagens. Subdivide-se em: </li></ul><ul><li>a)Sonhos Comuns </li></ul><ul><li>b)Sonhos Reflexivos </li></ul><ul><li>2) Sonho Real ou Sonho Espírita – É o pensamento entrando em contato com pessoas e coisas do mundo espiritual. </li></ul>
  13. 13. Sonhos Comuns <ul><li>São aqueles que refletem nossas vivências diárias. Nos sonhos comuns, quase não há exteriorização perispiritual. </li></ul><ul><li>Puramente cerebral, simples repercussão de nossas disposições físicas ou de nossas preocupações morais. É também o reflexo de impressões e imagens arquivadas no cérebro durante a vigília (vivências ocorridas durante o dia, quando acordados). </li></ul>
  14. 14. Sonhos Reflexivos <ul><li>Por reflexivos, categorizamos os sonhos, em que a alma, abandonando o corpo físico, registra as impressões e imagens arquivadas no subconsciente, inconsciente e superconsciente  e plasmadas na organização perispiritual. </li></ul><ul><li>Tal registro é possível de ser feito em virtude da modificação vibratória, que põe o espírito em relação com fatos e paisagens remotos, desta e de outras existências. </li></ul>
  15. 15. Sonhos  Reflexivos <ul><li>A modificação vibratória, determinada pela liberdade de que passa a gozar o espírito, no sono, o faz entrar em relação com acontecimentos e cenas de eras distantes, vindos à tona em forma de sonho. </li></ul><ul><li>Mentores espirituais poderão trazer a tona acontecimentos de outras vidas, cujas lembranças nos tragam esclarecimentos, lições ou advertências. </li></ul><ul><li>Poderão os espíritos inferiores motivarem estas recordações com a finalidade de nos perseguirem, amedrontar, desanimar ou humilhar, desviando-nos dos objetivos benéficos da existência atual. </li></ul>
  16. 16. Sonhos Espíritas <ul><li>Também chamados de viagem astral ou espiritual; há mais ampla exteriorização do perispírito. </li></ul><ul><li>Durante a viagem astral, a alma, desprendida do corpo, exerce atividade real e efetiva, encontrando-se com parentes, amigos, instrutores e também com os inimigos desta e de outras existências. </li></ul>
  17. 17. RESUMO - SONHOS - CLASSIFICAÇÃO Martins Peralva, no livro &quot;Estudando a Mediunidade&quot;,propõe a seguinte classificação dos sonhos : Comuns, Reflexivos e Espíritas Atividade real e efetiva do Espírito durante o sono Exteriorização de impressões e imagens arquivadas na mente do espírito Espíritas Reflexivos Repercussão de nossas disposições físicas ou psicológicas. Comuns Classificação dos Sonhos
  18. 18. Análise dos Sonhos <ul><li>A análise dos sonhos pode nos trazer informações valiosas para nosso auto-conhecimento. </li></ul><ul><li>Contudo, devemos nos precaver contra as interpretações pelas imagens ou lembranças esparsas. </li></ul><ul><li>Há sempre um forte conteúdo simbólico em nossas percepções psíquicas que, normalmente nos chegam acompanhadas de emoções e sentimentos. </li></ul>
  19. 19. Análise dos Sonhos <ul><li>Se ao despertarmos, nos sentimos envolvidos por emoções boas, agradáveis, vivenciamos uma experiência positiva durante o sono físico. </li></ul><ul><li>Ao contrário, se as emoções são negativas, nos vinculamos, certamente, a situações e Espíritos inferiores de acordo com nossos hábitos, vícios morais, pensamentos negativos. </li></ul>
  20. 20. Recordação do Sonho <ul><li>Na questão 403, de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec indaga : “Por que não nos lembramos de todos os sonhos? </li></ul><ul><li>Nisso que chamas sono só tens o repouso do corpo, porque o Espírito está sempre em movimento. No sono ele recobra um pouco de sua liberdade e se comunica com os que lhe são caros seja neste ou noutro mundo. </li></ul><ul><li>Mas, como o corpo é de matéria pesada e grosseira, dificilmente conserva as impressões recebidas pelo Espírito durante o sono, mesmo porque o Espírito não as percebeu pelos órgãos do corpo.”  </li></ul>
  21. 22. VISITAS ESPÍRITAS ENTRE VIVOS <ul><li>O Espírito, durante o sono recobra em parte a sua liberdade, ou seja, ele se afasta do corpo. </li></ul><ul><li>Enquanto o corpo acha-se mergulhado no sono, ou mesmo em estado de vigília, o espírito, transportando-se a diversos lugares, pode tornar-se visível e aparecer a outras pessoas. </li></ul><ul><li>Podemos encontrar pessoas encarnadas durante o sonho e podem ser pessoas que nos vêem visitar. </li></ul>
  22. 23. Transmissão Oculta do Pensamento <ul><li>Todo Pensamento irradia as características do estado mental que o envolve (felizes ou menos felizes) </li></ul><ul><li>Cada Espírito , segundo a Codificação, é uma unidade indivisível, que pode irradiar seus pensamentos para diversos pontos sem que se fracione para tal efeito </li></ul><ul><li>Pelos desejos, pela fixação de seus interesses, emitem e captam certa ordem de idéias em regime de influência recíprocas e assim durante o sono se comunicam. </li></ul>
  23. 24. VIDA DURANTE O SONO
  24. 26. VIDA DURANTE O SONO <ul><li>Quadro 1 - Um indivíduo em atividade durante as horas do dia. Devido às restrições que o corpo Físico impõe à percepção da consciência, esta, ou o Eu, simbolicamente na figura, se mostra pouco radiante. </li></ul><ul><li>Quadro 2 - O mesmo indivíduo, à noite, dormindo. Nesta faixa o Eu, sempre situado em seu plano natural, o Monádico, se mostra bem radiante, simbolizando que as percepções através de corpos sutis se tornam mais abrangentes. Observar que nesta faixa 2 da figura, se mostra desdobrado o Cordão de Prata em virtude do desacoplamento do corpo Astral do corpo Físico, o que não acontece na ilustração da faixa 1. </li></ul>
  25. 27. HOMEM, PSIQUICAMENTE, POUCO DESENVOLVIDO
  26. 29. HOMEM, PSIQUICAMENTE, POUCO DESENVOLVIDO <ul><li>Tendo o corpo Astral toscamente desenvolvido, o que significa sem recursos para mais liberdade no plano Astral, permanece a consciência quase inativa. </li></ul><ul><li>O corpo Astral permanece a flutuar ligeiramente sobre o Físico, enquanto este dorme. Interligados pelo cordão de prata, assim ficam os dois corpos durante o tempo em que durar o sono. É isso que nos demonstra a figura 47B. </li></ul>
  27. 30. HOMEM, PSIQUICA E, MEDIANAMENTE DESENVOLVIDO
  28. 32. HOMEM, PSIQUICA E, MEDIANAMENTE DESENVOLVIDO <ul><li>Na figura 47C vemos o indivíduo que possui o corpo Astral um pouco mais trabalhado. </li></ul><ul><li>Agora não permanece inativo enquanto seu corpo Físico dorme. Sente que uma corrente invisível o atrai para algum ponto específico. Ainda não sabe identificá-la, mas é a sua própria corrente mental que arrasta seu corpo Astral para aqueles pontos de interesse. </li></ul>
  29. 33. HOMEM, PSIQUICAMENTE, BEM DESENVOLVIDO
  30. 35. HOMEM, PSIQUICAMENTE, BEM DESENVOLVIDO <ul><li>Agora, nesta nova cena, figura 47D, temos o indivíduo que consegue realizar proezas no mundo Astral. Não fica apenas restrito ao interior de seu quarto, como antes. </li></ul><ul><li>Tornou-se co-participante de atividades, boas ou más, no plano Astral. Não esqueçam que psiquismo desenvolvido não é sinal de pureza espiritual. </li></ul>
  31. 36. HOMEM, PSIQUICA E ALTAMENTE DESENVOLVIDO
  32. 38. HOMEM, PSIQUICA E ALTAMENTE DESENVOLVIDO <ul><li>Nesta categoria, como a figura 47E, sem exagero, ilustra, pelo grau de liberdade do corpo Astral, poderá percorrer distâncias astronômicas durante suas horas de sono físico. </li></ul><ul><li>Não só isso, mas por ser o plano Astral o verdadeiro mundo das sensações, tal pessoa sentirá toda a intensidade de sua força interior, sem a interferência cerceadora das distorções provocadas pelo corpo Físico. </li></ul>

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