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ASMA<br />Escola Superior de Ciências da Saúde<br />IESC – Interação Ensino Serviço Comunidade<br />Instrutor: Getúlio Mor...
A palavra asma é de origem grega e era empregada para expressar a dificuldade respiratória. <br />Hipócrates utilizou a pa...
Aretaeus, no séc. II d.C., descreveu a asma como dispnéia de esforço: "A dificuldade de respiração que se manifesta quando...
A introdução da efedrina na medicina ocidental ocorreu após o trabalho de divulgação de Chen & Schmidt, publicado no Journ...
Os principais fatores precipitantes e agravantes da asma brônquica são:<br />Alergênios inaláveis (poeira domiciliar, fung...
Diagnóstico Clínico<br />Um ou mais dos seguintes sintomas: dispnéia, tosse crônica, sibilância, aperto no peito e desconf...
Diagnóstico Funcional<br />Espirometria;<br />Pico de Fluxo expiratório (PFE)<br />Demonstração de hiper-responsabilidade ...
TRATAMENTO<br />São três os pilares do tratamento da asma:<br />Ação educativa para controle da doença;<br />Tratamento fa...
Ações para reduzir a exposição na asma<br />Alérgenos da poeira domiciliar:<br />Retirar objetos do quarto de dormir que a...
Ações para reduzir a exposição na asma<br />b)	Fumaça de cigarro:<br />Parar de fumar;<br />Não ficar em ambientes com fum...
Ações para reduzir a exposição na asma<br />d)	Mofo:<br />Reduzir a umidade em casa, deixando as janelas e portas abertas ...
Ações para reduzir a exposição na asma<br />e)	Baratas:<br />Limpar a casa freqüente e cuidadosamente;<br />Utilizar métod...
Ações para reduzir a exposição na asma<br />f)	Atividades físicas:<br />Estimular qualquer tipo de atividade física, respe...
Ações para reduzir a exposição na asma<br />Medicamentos:<br />Evitar o uso de β-bloqueadores (propranolol, atenolol e out...
SAIBA MAIS<br />Portaria SAS/MS nº 709, de 17 de dezembro de 2010 <br />Esse documento  estabelecer parâmetros sobre a asm...
REFERÊNCIAS<br />Ministério da Saúde.  Asma e Rinite – Linhas de Conduta em Atenção Básica. Brasília, 2004.<br />PORTO, C....
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  1. 1. ASMA<br />Escola Superior de Ciências da Saúde<br />IESC – Interação Ensino Serviço Comunidade<br />Instrutor: Getúlio Morato<br />Estudante: Caroline Alves Carvalho<br />Medicina – 2° Ano - 2011<br />
  2. 2. A palavra asma é de origem grega e era empregada para expressar a dificuldade respiratória. <br />Hipócrates utilizou a palavra asma no plural. Elemenciona que nas cidades expostas aos ventos quentes "as crianças são atacadas de convulsões, de asmas...” Hipócrates foi o primeiro a assinalar o vínculo entre a asma e as condições ambientais.<br />ASMA<br /><ul><li>Celsus (séc. I d.C.), escreveu: "Há uma doença que entre os gregos recebe diferentes nomes conforme a sua intensidade. Consiste em dificuldade de respirar; quando moderada e sem sufocação é chamada dispnéia; quando mais acentuada, de modo que o paciente respira com ruído e esforço, asma, e quando a respiração só é possível na posição erecta, ortopnéia".
  3. 3. Aretaeus, no séc. II d.C., descreveu a asma como dispnéia de esforço: "A dificuldade de respiração que se manifesta quando o paciente corre, faz exercícios ou executa qualquer outro trabalho é chamada de asma; a doença chamada ortopnéia é também chamada asma". Em sua descrição clínica da asma registrou o aparecimento de ruídos no tórax (estertores e sibilos).</li></li></ul><li>GirolamoCardano, no início do século XVI, obteve grande fama ao curar o arcebispo de St. Andrews de uma afecção pulmonar que ele julgava fosse tuberculose e que, na realidade, era asma. O sucesso do tratamento foi devido em grande parte à substituição do leito de penas por outro de seda.<br />Van Helmont (1577-1644), ele próprio um asmático, legou-nos uma descrição pormenorizada da asma, mencionando a produção de crises quando inalava poeira de casa ou comia peixe.<br />Em 1860, Salter reuniu os conhecimentos adquiridos até então sobre asma, em um livro intitulado On asthma, its pathology and treatment. Neste livro deu especial ênfase ao papel etiopatogênico ao que chamou de "emanações animais". Refere-se especialmente ao gato, cão, coelho, cavalo e boi“.<br />ASMA<br /><ul><li>Os chineses, há cerca de 4.000 anos, já tratavam a asma com um preparado de uma planta nativa na Mongólia, por eles chamada Ma Huang, e que foi identificada à Ephedravulgaris. As primeiras investigações científicas sobre esta planta foram realizadas na Universidade Imperial de Tokio, por Nagai, quem, em 1887, isolou desta planta o alcalóide a que denominou efedrina.
  4. 4. A introdução da efedrina na medicina ocidental ocorreu após o trabalho de divulgação de Chen & Schmidt, publicado no Journal of Pharmacology, em 1924.</li></li></ul><li>ASMA<br />Asma é definida como uma doença crônica das vias respiratórias, caracterizada por obstrução ao fluxo aéreo, espontaneamente reversível ou com tratamento; inflamação, resultante de interações complexas de várias células, principalmente os mastócitos e os eosinófilos; e aumento da reatividade das vias respiratórias a vários estímulos. <br />
  5. 5. Os principais fatores precipitantes e agravantes da asma brônquica são:<br />Alergênios inaláveis (poeira domiciliar, fungos, ácaros e polens);<br />Condições climáticas;<br />Infecções (principalmente virais);<br />Exercícios físicos; <br />Refluxo gastroesofágico;<br />Uso de drogas (aspirina, antiinflamatórios não-hormonais, beta-bloqueadores).<br />
  6. 6. Diagnóstico Clínico<br />Um ou mais dos seguintes sintomas: dispnéia, tosse crônica, sibilância, aperto no peito e desconforto torácico, particularmente a noite ou nas primeiras horas da manhã;<br />Sintomas episódicos;<br />Melhora espontânea ou pelo uso de medicações específicas para asma (broncodilatadores, antiinflamatórios);<br />Diagnóstico alternativos excluídos (Insuficiência Cardíaca, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, Bronquiolite e outros).<br />
  7. 7. Diagnóstico Funcional<br />Espirometria;<br />Pico de Fluxo expiratório (PFE)<br />Demonstração de hiper-responsabilidade das vias aéreas com agentes broncoconstritores;<br />Teste de exercício.<br />
  8. 8.
  9. 9. TRATAMENTO<br />São três os pilares do tratamento da asma:<br />Ação educativa para controle da doença;<br />Tratamento farmacológico de manutenção;<br />Tratamento da crise (asma aguda).<br />
  10. 10. Ações para reduzir a exposição na asma<br />Alérgenos da poeira domiciliar:<br />Retirar objetos do quarto de dormir que acumulem poeira;<br />Lavar as roupas de cama,incluindo cobertores e acolchoados, em água quente; secar a quente ou ao sol;<br />Evitar o uso de carpetes/tapetes no quarto de dormir;<br />Limpar a casa com pano úmido, evitando varrer e usar aspirador.<br />OBS.: O benefício da utilização de capas impermeáveis de colchões e travesseiros é controverso.<br />
  11. 11. Ações para reduzir a exposição na asma<br />b) Fumaça de cigarro:<br />Parar de fumar;<br />Não ficar em ambientes com fumaça.<br />Animais com pelo:<br />Remover o animal de casa ou, no mínimo, do quarto de dormir.<br />
  12. 12. Ações para reduzir a exposição na asma<br />d) Mofo:<br />Reduzir a umidade em casa, deixando as janelas e portas abertas pelo menos uma hora por dia;<br />Limpar áreas úmidas freqüentemente.<br />
  13. 13. Ações para reduzir a exposição na asma<br />e) Baratas:<br />Limpar a casa freqüente e cuidadosamente;<br />Utilizar métodos de desinsetização, de preferência aplicando o produto em meio sólido (iscas);<br />Não deixar lixo acumulado. <br />
  14. 14. Ações para reduzir a exposição na asma<br />f) Atividades físicas:<br />Estimular qualquer tipo de atividade física, respeitando as preferências individuais. Na asma induzida por exercícios, sintomas podem ser prevenidos pelo uso pelo uso do broncodilatador antes do esforço.<br />
  15. 15. Ações para reduzir a exposição na asma<br />Medicamentos:<br />Evitar o uso de β-bloqueadores (propranolol, atenolol e outros);<br />Não usar AAS e antiinflamatórios não hormonais, se esses medicamentos causarem sintomas de asma.<br />
  16. 16. SAIBA MAIS<br />Portaria SAS/MS nº 709, de 17 de dezembro de 2010 <br />Esse documento estabelecer parâmetros sobre a asma no Brasil e de diretrizes nacionais para diagnóstico, tratamento e acompanhamento dos indivíduos com esta doença .<br />http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/pcdt_asma.pdf<br />
  17. 17. REFERÊNCIAS<br />Ministério da Saúde. Asma e Rinite – Linhas de Conduta em Atenção Básica. Brasília, 2004.<br />PORTO, C.C. Semiologia Médica. 4° ed. 2001.<br />REZENDE, J. M. Linguagem médica - ASMA. Disponível em: <http://usuarios.cultura.com.br/jmrezende/asma.htm >. Acesso em: 04 de jul. 2011.<br />
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